Tag: Mulheres

Relação com o corpo após os 50 para Consuelo Blocker! – PARTE 2

O tema de hoje é corpo!

No vídeo, Consuelo fala sobre:

  • como lidar com o corpo e suas imperfeições
  • Será que é preciso perfeição?

[fve]https://youtu.be/ItlQomuKYJY[/fve]

O próximo será sobre relacionamento.

Na semana passada  Consuelo falou sobre “O que é ser uma Dominique”.

Está muito bacana. Se você ainda não assistiu, clica no link.

Agora vem cá, como você se relaciona com seu corpo? Conta para mim!

Já se pré-inscreveu para o nosso evento no dia 05/12? clique aqui e saiba mais.

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2 Comentários
  1. Excelente pergunta
    O
    Que vc faria de diferente se seu corpo fosse outro?
    Excelente resposta, nadasaaa
    Então vamos curtir a vida com o corpo que temos.

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O que é ser uma Dominique para Consuelo Blocker! – PARTE 1

Convidei minha grande amiga Consuelo Blocker para participar do primeiro Dominique pergunta e falar um pouco sobre alguns temas que nos rodeiam no dia a dia.

Óbvio que você sabe quem ela é, né?

Consuelo é uma inspiração para muitas de nós. Mora na Itália, viaja para diversos países, garimpa tendências e compartilha tudo no consueloblog para seus milhares de seguidores.

Dividi as respostas dela em 4 temas e postarei um vídeo por semana no portal.

Nessa primeira parte ela falará sobre:

  • Relação com o tempo
  • Como é ser uma Dominique
  • Dominique no Brasil X Europa.

Assista:

[fve]https://youtu.be/jvvZctUNaV0[/fve]

No próximo vídeo, Consuelo Blocker falará sobre CORPO. NÃO PERCA!

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Primeiro Encontro entre Dominiques e Consuelo Blocker – não perca!

Dominiques
Somos Todas Dominiques!

Nós somos conectadas, independentes, cheias de opinião, trazemos em nossa experiência de vida histórias de superação e descoberta. Somos cheias de atitude e fazemos acontecer.

Estamos dispostas a recomeçar, pessoal e profissionalmente e estamos perdendo cada vez mais medo com o passar do tempo, afinal já passamos pela maior parte das inevitabilidades da vida.

Somos o que nunca foram antes de nós!

Pela primeira vez um dos diversos rostos de todas as Dominiques, em sua mais completa tradução, em um encontro cheio de charme!

No dia 05 de dezembro, acontecerá um bate-papo com a Consuelo Blocker sobre o que é ser uma Dominique e suas paixões, entre elas, joie de vivre, saúde, amor, relacionamentos, hormônios, filhos, trabalho e muito mais!

Consuelo Blocker é uma capricorniana tagarela que adora compartilhar ideias, suas paixões são os filhos e comportamento. Moda entra nisto. Mora na Itália e viaja muito a Paris, Londres, Milão, Belo Horizonte e São Paulo, garimpando tendências e buscando maravilhas. Mas como tudo é perto na Europa, St. Tropez, Forte dei Marmi, Barcelona, Grécia, Turquia, Ibiza também são alvos de sua câmera. Suas redes sociais tem milhares de seguidores. Ah, é filha da Costanza Pascolato.

Um espaço perfeito para trocar ideias, fazer perguntas, dividir experiências. Uma tarde deliciosa recepcionada com champagne para já entrar no clima, ocasião perfeita para encontrar várias Dominiques e se divertir demais.

O que é ser uma Dominique? por Consuelo Blocker
Dia 5 de Dezembro das 15h30 às 19h30
MIT Point – JK Iguatemi
Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi – São Paulo

Programação:
15h30 – Welcome drink
16h00 – Apresentação do Universo Dominique
16h30 – Como é ser uma Dominique? por Consuelo Blocker
17h30 – Bate-papo – perguntas, respostas, troca de ideias
18h15 – Happy Hour

Nós, Dominiques, esperamos por sua presença.

Faça sua pré-inscrição ao lado. As vagas são limitadas!
www.dominique.com.br/evento

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Se você nunca fez um piquenique, chegou a hora!

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Feriado só com mulheres? Nossa Senhora Aparecida que me salve!


Dei minha palavra no ano passado que levaria minha filha e suas amigas para Maresias no feriado de Nossa Senhora Aparecida.

Uma amiga, Madre Marisa de Calcutá, relembrou da minha declaração e como palavra é dívida. Lá fui eu.

Nunca fui chegada a programas de índio. Caio vez por outra numa roubada, raras vezes consciente de onde estou me enfiando. Neste feriado eu sabia, não posso alegar ingenuidade, muito menos ignorância.

11 garotas. 2 mães abnegadas. Uma no papel de mocinha (linda e paciente). A outra, o bandido (eu, nem tão linda, nem tolerante).

Tirei meu passaporte na FUNAI, resgatei o kit indígena inflável – cocar, tacapi, arco e flecha – e demos início aos preparativos.

O principal era estabelecer regras para um convívio pacífico entre 13 pessoas durante quatro longos dias. Duas delas foram inegociáveis e deram certo – sem bebida alcoólica em exagero (nada de PT) e hora de buscar no ponto de encontro – até quatro da manhã – previamente combinados, todas estavam no local. Bonitinhas.

Não demorou para descobrir que seria uma missão impossível colocar as garotas e suas malas nos três carros. Se elas pegaram recuperação em Física, este feriado foi o melhor método de ensino – dois corpos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo.

Alugamos uma van para levar as amostras de peruas e as duas mães, relativamente responsáveis, cada uma em seu carro, pegaram a estrada com quilos de malas lotados com os mais variados modelitos para os passeios da tarde e as baladas noturnas, fora cobertor, lençol, toalhas e bichos de pelúcia. Sim, bichos de pelúcia.

Duas horas e meia para sair de São Paulo em meio a uma tempestade, somados ao tempo de estrada, sete horas e meia depois chegamos à casa alugada, carinhosamente apelidada de cafofo.

Dividimos os quartos antes da viagem para evitar confusão. Ledo engano. Chegaram, mudaram tudo e fizeram de um dos aposentos um grande closet. Claro que depende do ponto de vista denominar o local como um closet, está mais para muquifo.

Para chegar à minha cama calcei nestes 4 dias uma galocha com o intuito de me proteger de qualquer picada naquela zona, cobra seria uma das melhores surpresas.

No chão do quarto tinha comida, sapatos cheios de areia, roupas do dia, da noite, pijamas, celulares, secadores de cabelo, chapinhas, pares de meia descombinados, papéis de bala, chocolate e até açúcar cristal (bom para esfoliar a pele).

Algumas decidiram ter menos trabalho e eliminaram a possibilidade de dormir com lençol. Para que mesmo? Vamos dormir direto no colchão. Afinal, nem conhecem quem dormiu antes.

Chovia a rodo nos dois primeiros dias. Frio para praia, 15 graus. A sensação térmica era mais baixa. O ponto alto era a escolha da roupa para passear à noite ou para a balada. Confesso que não entendo muito sair de São Paulo, a cidade das baladas, para ir para outra balada na praia.

Cada moçoila levou dezenas de opções de vestidos “papa nicolau” – tão curtos que facilitam o exame. Nenhuma usou sua própria indumentária, mas todas com vestidos ou saias curtíssimas, camiseta regata, salto alto e jaqueta de couro. Perfeito para Maresias. E não são só as 11. Todas na cidade. E quando falo todas, imagine trio elétrico no Carnaval em Salvador. Todos de São Paulo marcaram presença na cidade bucólica.

Todo mundo conhece todo mundo. É um Facebook físico. Encontraram alguns amigos hospedados num local com uma frase esculpida em madeira, MALOKA. Nesta simpática casinha estavam hospedados apenas 16 garotos. Um mimo.

Nos quatro dias foi consumido mais de meio tanque de gasolina para trajetos curtos – da nossa casa até o centro da cidade são aproximadamente dois quilômetros. Foram tantas idas e vindas que perdi a conta.

Paguei minha língua. Sou a rainha da segurança no que se refere à locomoção. Ninguém anda sem cinto de segurança no meu carro. Numa das voltas, felizmente à tarde, uma comoção geral se instalou em plena praia com uma chuva torrencial acabando com a chapinha de todas. Todas precisavam voltar para casa para pegar o dinheiro da balada e dar na mão do promoter, afinal ele é o cara. Para evitar o vai e volta, fizemos uma vaquinha e conseguimos levantar o montante.

Sono e fome me fizeram abrir mão de parte dos meus valores e coloquei 13, apenas 13, no carro. Duas foram deitadas no porta-malas no estilo sequestradas, uma delas com 1 metro e 80. Sete no banco de trás e três no banco do passageiro. Isso por si só já era surreal até que uma digníssima teve a ideia de colocar no último volume um funk lindo, uma poesia digna de Vinícius de Moraes, intitulado Vida Loka.

Resolveram na tarde do último dia ficar um pouco em casa para caprichar no visual da noite que seria inesquecível. Sentadas, uma em cima da outra, assistiram por horas um programa que compete pelo primeiro lugar do pior da TV aberta.

Dormi muito pouco, sai da minha dieta, comi mal, mas valeu cada segundo. Ver a cara de felicidade delas foi divertidíssimo. Um final de semana com uma alegria indígena absolutamente inesquecível.

No fim das contas, o feriado foi um tanto quanto divertido…

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A vida sem internet era muito mais divertida, não acha?
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Marot Gandolfi
Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

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Mulheres que mandam bem – De Matemática à Florista

Banner_FLoresMatematicaA história de Maria Aparecida Lourenço serve de inspiração para nós, Dominiques.

Formada em Matemátia pela UERJ, começou a trabalhar na Coca-Cola em 83 no Rio de Janeiro, onde ficou por 10 anos. A empresa investiu em sua carreira subsidiando um MBA em Wharton School in Business e curso de Tecnologia em Harvard.

Buscando novos desafios, foi para São Paulo para trabalhar na Shell, depois na La Roche e Philip Morris.

Como muitas Dominiques, Maria Aparecida tinha uma vida de executiva no mais alto grau, workaholic assumidéssima. Até que em 2001 teve uma apendicite suporada.

Três meses internada. Isso mesmo, 90 dias no hospital. Há quem diga que foi o acaso, má alimentação, mas todos sabem que a exigência profissional teve uma enorme parcela de contribuição.

Neste período “sabático” forçado, ela e seu marido avaliaram a relação custo x benefício, carreira x qualidade de vida.

Quando recebeu alta, seu marido decidiu construir uma floricultura e deu de presente para Maria Aparecida, uma oportunidade para se recuperar e adquirir um novo estilo de vida.

Maria-Florista

Hoje, a executiva é uma florista requisitada que atende eventos para 8 a 800 pessoas em residências, clubes, buffets, Jockey. Seus arranjos são simplesmente maravilhosos.

Aprofundou-se em cromoterapia floral e flores pela história da arte. Esteve em Paris com Jeff Leatham e em Nova York com o florista Preston Bailey.                        

A história das flores está no DNA da família. Uma parte de Jacarepaguá era a Fazenda de Flores de seus avós paternos. Herdou de seu pai e também de seu tio Jorge Lourenço, que atuava em grandes e sofisticados eventos, o encanto e conhecimento de flores.

Maria Aparecida viaja sempre pelo mundo para se atualizar e buscar referências.

Trocar um salário de 2 dígitos, fora os benefícios e status por uma retirada, nem sempre certa, de um dígito não foi uma decisão fácil. Os compromissos financeiros precisam ser revistos e abrir mão de algumas coisas foi necessário.

Mas valeu cada pétala!

E para Maria Aparecida o importante é  manter a “espinha ereta e o coração tranquilo.”

Se quiser conhecer mais sobre o trabalho da Maria Aparecida:                                              Rua Amelia Correia Fontes Guimarães, 592 – Morumbi

 

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Leia mais:

Mulheres que mandam muito bem!

Onde estão as mulheres nerds na tecnologia?

7 Comentários
  1. Hoje li com calma o texto. Lindo Vida.Parabéns.Vc é mesmo muito especial.Terá sempre muitas alegrias com certeza.

  2. Essa mulher …,,,,é simplesmente sensacional como pessoa e profissional adoro parabéns

  3. Maria Aparecida vc é sensacional acho q a palavra é essa simplesmente sensacional como pessoa e como profissional adoro

  4. Muito bom.
    É a pura realidade. Artigo muito bem escrito e fiel à trajetória da vida de Aparecida. Saibam que assim ela é muito feliz e seus arranjos espelham esta alegria e propagam como pólen a sabedoria da simplicidade e do valor da vida com flores

    Parabéns minha irmã.

  5. Obrigada queridas Dominiques guerreiras…precisando favor contratarem pelo zap 11 98584-1820.

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