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Histórias da Praia 1 – Amigas na reunião de condomínio

Dominique - Praia Ahhhh…Sabe aquela resposta que dei para Mr Miles contando minhas memórias e meu amor por praia?
Menina, me deu uma vontade de te contar como é a minha praia! Mais, me deu vontade de contar histórias que vivi lá estes 23 anos. Ihhhh, o que não falta é causo bão.

Meu maior esporte na praia é papear.
Claro que não tenho estes papos sozinha, né?
Formamos uma turminha.
Você não imagina a montanha de papos deliciosos.
O monte de bobagens que falamos.
Somos amigos há muitos anos.
Nossos filhos cresceram juntos.
Acompanhamos de perto ou de longe sabores e dessabores um da vida do outro.

Nascimentos, mortes, casamentos, fofoquinhas, emagrecimentos, calvices, filhos rebeldes, listas de faculdade, formatura, problemas, namoradinhas e namoradinhos, separações, segundos casamentos.

Novas mulheres no lugar daquelas que gostávamos, novos vizinhos, receitas novas, projetos compartilhados. Demos várias voltas ao mundo planejando viagens sem nunca termos saído daquela areia.

Planos com o que faríamos se ganhássemos na mega sena da virada. Piadas novas. Piadas velhas repetidas que continuamos rindo. Solidariedade. Trocas. Castelos na areia. Alguns porres inesquecíveis. Outros que adoraríamos esquecer. Aceitamos, partilhamos e sempre queremos mais.

Nessa praia, temos um sino perto de nós. O trato é: sempre que passar uma mulher bonita e gostosa, corremos para tocar o sino!

Amigaaa, esse sino é suuupeeersilencioso. Pois é… Praia tipo família, mulherada meio baranguinha no melhor dos sentidos, se é que me entende.

Ninguém muito encanada com o bumbum perfeito. Ou quase ninguém.
Somos todas muito limpinhas. E arrumadinhas. Quer dizer, nem tão arrumadinhas assim. Tenho lá meus trapinhos…

Agora, vamos combinar que onde não tem isso, também não tem aquilo né? Nossos companheiros reinam absolutos do alto de suas barriguinhas.

Como falei lá em cima, quero contar aqui, algumas histórias que já passamos e conversas que já tivemos. Mas sempre que começo, faço um preâmbulo tão grande que acabo deixando para o texto seguinte. Afffffff

Bom, então vou começar contando de uma reunião de condomínio que tivemos aqui em São Paulo, antes das 10 casas ficarem prontas. Estávamos elaborando o nosso regulamento ou regimento interno.

Conheci a maioria de meus vizinhos nesta reunião. E de cara tive uma enorme simpatia por Lais. Estávamos detalhando cada parágrafo de nosso regimento, quando Lais pede a palavra:
– Gente, será que precisamos de tudo isso? Somos apenas 10 famílias. Será que não conseguimos nos reger pelo bom senso? Pelo senso comum?

Na hora concordei. Do alto de meus 34 anos anos achei que aquela moça estava coberta de razão. O que poderia dar errado numa turma daquelas?

Bem, até hoje, considero Lais, minha amiga do “Bom senso”. Quando preciso de uma opinião ponderada, é a ela que recorro.

Porém sinto muitíssimo em contar que essa regrinha não funcionou bem para as 10 famílias. Cheguei à conclusão que bom senso não é um conceito comum a todos. Que interesses pessoais ditam e direcionam o tal senso algumas vezes. E que sim, é melhor que esteja escrito.

Nem sempre conversar resolve. A maturidade chega para alguns. Não para todos.

Mas mesmo assim, essa parte é minoria.
Você acredita que minha turma é tão legal, que até mesmos os barracos foram divertidíssimo? Bem, nem todos, mas alguns deles foram sim.
é claro que estes eu vou contar.
Aguarde!!

Me conta quais são as suas histórias de praia… pode ser de campo também!

Leia Mais:

Histórias da praia 2 – Ela e seus deliciosos segredos
A despensa da minha avó

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Resposta de Dominique para Mr. Miles – A minha praia

Dominique - Mr. MilesQuerido Mr. Miles, você respondeu minha pergunta sobre a praia ! E no Estadãoooo!

Wow! Que demais! Estou me sentindo a tal. Toda prosa.

Para quem não leu, está aqui.

Mr. Miles, my dearest, não entendo porque esquivou-se de responder minha questão. Tenho certeza que não lhe falta vocabulário, muito menos passagens por praias “agradáveis”.  Suponho que se um dia tivermos mais intimidade, as palavras nos serão mais confortáveis.
Confesso que espero ansiosa este dia, mas enquanto ele não chega, vou aproveitar meu proeminente desembaraço para contar um pouquinho de mim.

Sempre gostei de praia.
Sempre preferi praia ao campo e montanha.

De criança e mocinha, frequentava uma praia lotada, cheia de gente. Cheia de amigas e amigos. E era isso que eu queria.
Eu acho. Também não conhecia outra coisa.
Meus pais nunca foram do tipo aventureiros de pegar o carro e ir para praias mais agrestes, mais rústicas, onde minha mãe não tivesse porque usar salto alto e meu pai não tivesse como ligar um ventilador.

Ahhhh estou sendo injusta com meu pai. Ele era sim, um aventureiro do jeito dele. Deixa eu te contar:

Não sei se sabe, mas Daddy era inglês, como você.  Veio para o Brasil na década de 60 para trabalhar e conheceu minha mãe, uma descendente de nobres nordestinos.

Como dizem por aí “não é o mais forte que sobrevive, mas o que melhor se adapta às mudanças”. E assim foi com meu pai. Rapidamente tropicalizou-se e passou a gostar de tudo que essa nossa brasilidade tem de mais exótico.
Você acredita que ela adorava o Guarujá? Você sabe onde é o Guarujá?

Pois bem, num remotíssimo passado era nosso destino de férias de verão.

A grande aventura era arrumar aquele monte de mala, sacolas, pacotes de todos nós no bagageiro do carro. Um exercício matemático que só mesmo um engenheiro conseguiria.

Aí, pegávamos a estrada, a Serra de Santos, cantando, com os vidros abertos, papai fumando um cigarro atrás do outro, com o bração pra fora.

Sempre que furava um pneu e não eram poucas as vezes, Daddy dizia que chegava a ser um prazer desmontar e montar todo o porta-malas para trocar o pneu ladeado por aquela Mata Atlântica com folhas enormes, perfumes, animais e insetos nunca jamais vistos.

Passada essa etapa, chegávamos em Santos, rumo à balsa. Você sabe o que é balsa Mr. Miles?

Papai a-do-ra-va a famosa fila da balsa de Santos. Achava super pitoresco.
Uma, duas até três horas na fila, sob aquele calor grudento da baixada.  Com o motor do carro desligado, ele descia para calcular o tamanho da fila. Fez grandes amigos na solidária e modorrenta espera.

Sem falar no Biju, queijadinha, biscoito de polvilho, Fanta Laranja, raspadinha de groselha, amendoim com casca e outras guloseimas que nos mantinham entretidos e emporcalhavam completamente o carro.

Aí chegávamos naquela praia que papai tanto valorizava. Lembre-se que ele vinha dos gelados mares do norte. Sol, areia branca, marés quentes, família e amigos tão calorosos quanto nosso clima eram coisas que ele ainda não havia experimentado na vida.

Fez-nos entender o privilégio que era viver perto dos 25º C com céu azul quase que o ano inteiro.
Sempre que podia, ele tentava explicar o valor que dava à receptividade ao imigrante por aqui.

Ahhh Mr. Miles, que doces lembranças você me proporcionou quando disse “O sol que me perdoe, mas uma sombra é fundamental”. Só um outro inglês seria capaz de dizer pérola semelhante. E era meu pai quem falava que o melhor do sol era sempre a sombra!. Coincidência? Acho que não

Voltando…

Com o tempo, mudanças, casamento, filhos, novos objetivos, conheci outros horizontes.
O amor por e pela praia só aumentou.
Conheci diversas.
Sempre ia onde ela lá estivesse. Em qualquer lugar.
Até que a mágica aconteceu. Mágica, feitiço, encanto! Chame como quiser.
Há 23 anos apaixonei-me por uma em especial.

Área relativamente pequena entre uma estrada e a praia.
Sem comércio local. Sem restaurantes.
Uma vendinha. Uma ou duas pensões.
Umas casas de pescadores.
Alguns pouquíssimos condomínios.
Dois botecos.
Praia de tombo.
Mar difícil. Dificílimo.
Montanhas muito próximas a praia.
Um contraste entre azul e verde, mar e mata, montanha e ondas, areia e terra que me deixou enlouquecida.

Bom, lá me estabeleci.
Lá construi a casa de meus sonhos.
Lá criei meus filhos.
Lá fiz amigos pra toda vida.
Lá descobri livros que me acompanharão para todo o sempre.
Lá aconteceram minhas grandes reflexões.
Lá eu tenho espaço para mudar.

Esta é a minha praia Mr. Miles. Veja só que ousadia, eu chamar a praia de minha. Mas sinto exatamente assim, é como se eu voltasse para casa cada vez que piso naquela areia. Não há no mundo outro lugar que eu me sinta tão eu mesma, tão em paz e tão feliz como em minha casa na praia.

Você conhece a minha praia Mr. Miles? Já esteve por lá?

Espero que sim.

Dominique - Mr. Miles

Leia Mais:

Todos têm direito a uma segunda chance, até mesmo os cupidos!
Mr. Miles responde: A praia de Dominique e os ‘inenarráveis prazeres’

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

8 Comentários
  1. Suponho que você esteja muito ocupada para responder as minhas humildes linhas. Anyway, insisto, porque ainda acho que temos muito a falar sobre esse grande planeta que é uma extensão de nosso quintal.

  2. Também foi um prazer receber sua resposta, my dear. A praia a que me referia chama-se Santiago e é a primeira ao norte de Pauba, no litoral norte de São Paulo. Uma estreita faixa de areia, as you said. Não me lembro de ter sido atingido por um sorvete voador em frente a Caramba, no Guarujá. Aliás, nunca frequentei essa sorveteria, que considerava uma jovem invasora em Pitangueiras. Era fiel à Sorveteria Guarujá. Besides, não voltei mais à esse litoral da memória. Unfortunately, nem tudo muda para melhor. Don’t you agree?

  3. Amei! Retornei a minha infância onde todo ano, passávamos férias em Bertioga. Era uma aventura sair de São João da Boa Vista passar por Campinas, São Paulo, descer a serra de Santos, uma balsa, Guarujá, outra balsa Bertioga. Tudo isso num DKW que fervia o motor a todo momento.

  4. Well, my dear: humildemente acho que não me esquivei de responder à questão que você me propôs. Respostas objetivas, my dear, são fáceis como marias-sem-vergonha. Suposições costumam ser mais abrangentes — embora probably esse não foi o caso das minhas. Anyway, conheço o Guarujá, of course. Tive amigos que viveram em edifícios cujos nomes, se não me lembro, eram Sobre as Ondas, Tucuruçutuba, Piavu, Nautilus e Iporanga. Levei algumas lindas meninas ao Cine Guarujá para ver filmes com a Sandra Dee (com quem tive a sorte de ter um tórrido affair mais tarde) e, na antiga Sorveteria Guarujá, comprei muitos sorvetes de abacate com flocos. A menção à sombra, if you remember, remete à Vinicius de Moraes: “as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.” Não sei que outra insinuação você poderia estar fazendo. I’m very sorry, mas como viajo muito não é fácil saber qual é a sua praia. Eu ousaria dizer, however, que ela tem o nome da capital de um país. Am I right?

    1. Queridíssimo Mr Miles! Você não imagina como fico feliz cada vez que vejo uma mensagem sua chegar. Agora vamos por partes..
      Tem toda razão!! Como pude eu esperar de vc uma resposta banal e corriqueira? So, so sorry my dearest friend!!
      Será que frequentamos o Guaru na mesma época? Já pensou se assistimos “Horizonte Perdido” lado a lado? Ou será que nos trombamos no “centrinho”? Espero não ter sido o seu impecável terno vítima do sorvete que voou em um tombo cinematográfico que levei na frente do Caramba.
      Amei a brincadeira que fez com o bom e velho Vinícius. Como disse, sua imagem poética de sol e sombra, tomando emprestado a forma do poetinha, lembrou-me a frase que meu pai sempre dizia, ao chegar embaixo da barraca.
      Agora, quanto a minha praia, quem pede desculpas sou eu. Quebrei a cabeça para saber qual praia tem nome de capital e não sei se pelo tardar da hora ou simplesmente por desconhecimento, não consegui saber a qual praia se refere (agora fiquei curiosa). Todas as que penso, tem nome indígena. Baraqueçaba, Boiçucanga, Boraceia, Monguaguá, Jureia, Cambury. Camburiú, Ubatuba. A “minha”praia tb tem nome indígena. Rio Negro seria a tradução.
      Adoraria lhe contar mais sobre esse lugar sem adjetivos suficientes para descrevê-lo. O lugar, as pessoas, as histórias…Vishhh, falei demais Mr Miles. Sorry, mas me empolguei. Aguardo ansiosa tal qual uma adolescente um novo aceno de sua parte.

      Dominique

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Mr. Miles responde: A praia de Dominique e os ‘inenarráveis prazeres’

Dominique - Praia
Como o leitor perceberá nas próximas linhas, é pouco provável que Mr. Miles tenha sido visto, no fim de semana passado, em lugares como Nice, Brighton, Maresias, Florianópolis, Marbella ou Mar del Plata, grandes campeões de frequência em feriados prolongados. O mais provável – diríamos nós, da redação – é que tenha ido a alguma remota cidade nas Dolomitas ou ao interior da Irlanda, fazendo uso de alguns de seus poucos veículos raros que estaciona nas estrebarias abandonadas do castelo de Lord Atkinson-Bowles, amigo de longa data.

A seguir, a pergunta da semana:

Li sobre os clichês detestáveis. E só para corroborar sua indignação, também abomino a tal praia “paradisíaca”. Mas se o meliante me convidar para um passeio numa praia transcendente que combina com minha egrégia alma, ficarei igualmente incomodada. Na verdade, como diria o bom e velho Buda, a virtude está no meio, certo? Agora lhe pergunto, Mr. Miles. Qual praia imagina me faria sonhar? E como a definiria? 

Dominique Hip, por email

Well, my dear: vejo que você é uma mulher de valores arraigados. Isso é bom, porque adoro iron ladies, mas também é ruim porque não parece admitir qualquer flexibilidade.

Vou tentar, however, definir a praia que a levaria a sonhar a partir de minhas próprias convicções. Descarto, por principio, todas as praias que atraiam multidões – sobretudo nos feriadões. Aliás, é um tipo de viagem que não desejo para ninguém. Costumo chamar essas incursões à costa – que incluem trânsito interminável, fila nas padarias e supermercados e, não raro, falta d’água – de ‘o inenarrável prazer de passar holydays nas praias’. Trashie concorda comigo e estou seguro de que a prezada leitora também.

I presume, darling, que praias de pedra ou cascalho também não sejam as que mais a agradem. Embora, nowadays, existem calçados (deselegantes, I must say) que protegem os pés de objetos perfuro-contundentes, inclusive pedras e corais.

Estamos, as you see, quase caindo no lugar extremamente comum das praias desertas de areias brancas e águas transparentes, que eu prefiro chamar de lugares agradáveis do que de paraísos – conforme expliquei anteriormente.

O sol que me perdoe, mas uma sombra é fundamental! Especialmente se oriunda de uma amendoeira ou outra árvore de copa frondosa. Espero que esse cenário a agrade também. Não me agrada, na provecta idade que tenho, caminhar rumo a qualquer praia carregando guarda-sóis e deselegantes cadeiras de alumínio. Pela mesma razão não carrego caixas de isopor ou coolersIn factdear Dominique, confesso que adoro ver praias, suas formas delicadas, seus limites muitas vezes brutais. Mas nem sempre me agrada utilizá-las. Pensei a respeito e acho que essa atitude tem relação com o longo tempo que passei no Sahara durante a Segunda Grande Guerra, acompanhando Monty (N.da R.: Bernard Law Montgomery, marechal inglês que combateu as tropas de Rommel, na África). Ainda hoje, passados tantos anos, noto pequenos montículos de areia em meus lençóis.

Nevertheless, é claro que mergulho quando o calor está insuportável, é claro que o contato com a água me dá imenso prazer e, repetindo uma resposta que, my God, tenho que dar repetidas vezes a muitos leitores, é evidente que não me banho com terno e chapéu coco.

Quanto à sua questão, da qual, por razões óbvias, tenho me esquivado, arrisco dizer que a praia que a faria sonhar seria tranquila, agradável, sem ondas fortes – mas sem a pasmaceira das lagoas –, não tão deserta que a impedisse de avaliar os frequentadores, nem tão movimentada que atrapalhasse sua vista para o mar. Acredito, as well, que a presença de uma companhia valiosa, em qualquer das muitas acepções dessa palavra, completaria a definição da praia de seus sonhos. E, humildemente, gostaria de me oferecer para, alguma vez, ser um candidato à companhia valiosa, talvez o início de uma nova viagem.”

Será que a Dominique curtiu a praia do Mr Miles?

Leia Mais:

Todos têm direito a uma segunda chance, até mesmo os cupidos!
Loucuras que Dominiques já fizeram por uma paixão

Mr. Miles
Mr. Miles

É o homem mais viajado do mundo. Ele esteve em 183 países e 16 territórios ultramarinos. Colunista do caderno Viagem do Estadão

4 Comentários
  1. São muito interessantes mas muito longos. Simplifique.
    Note que Montgomery tinha inveja de George Patton…

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Pra quem escolhe a sua praia – Maiô, tankini, duas peças

Dominique - Miracle Suit

Você é daquelas que ainda tem preconceito em relação ao maiô ?

Trago boas novas, minhas divas Dominiques!

Sabe aquele momento desesperador que antecede as festas de fim de ano?      Quando você tem de lembrar diuturnamente que vem se matando na academia em nome do projeto verão?

Mas fatalmente vai encarar a tentação calórica diante das ceias preparadas com dedicação e amor por familiares e/ou amigos?

Passou, Dominique, já era, acabou!

Você venceu a barreira da perfeição das sub-30 já há algum tempo, está livre pra se cuidar quando e como bem entender, não é demais?

É, mas calma com o andor que o santo é de barro. Em algum momento aparece uma nova realidade bem ali no espelho e nessas horas todo cuidado é pouco. A nossa ideia aqui é mostrar alguns pulos da gata para que você escolha o que é mais prazeroso pra você.

Vamos falar sobre o traje de banho.

Vamos vestir “a escolhida”, aquela roupa que vai mais mostrar que esconder o maior órgão do seu corpo, a sua pele, levando junto todas as suas formas, seus movimentos, seus cheiros e denguinhos tão pessoais de cada uma de nós.

Dominique que não passou metade da vida fazendo atividade física e não possui uma barriguinha é coisa rara. Se você me disser que não tem uma pancinha, por favor envie em mensagem privada seus segredos que prometo fazer bom uso deles!

Sejam mães ou mesmo as que jamais enfrentaram uma gestação, a danada aparece via de regra depois dos 45.

Quem ainda não ouviu falar do Miracle Suit (traje milagroso, em tradução livre) aposto que larga meu texto aqui pra fazer pesquisas na internet.

É meninas, sou realmente louca por ele e juro, não ganho nem um centavo pra falar a respeito.

Mas voltando, se você escolheu continuar comigo, saiba que o MS – somos íntimas, por isso abrevio – renovou minha experiência diante do astro rei.

Trata-se de uma repaginação daquela peça coringa que nossas avós usavam sob as anáguas, a chamada “cinta”. Uma espécie de calcinha com o elástico encaixável na cintura, pouco acima do umbigo, constituída de um tecido elástico mais grosso, como que reforçado, de modo a “segurar” aquela parte menos firme de nosso abdômen.

Dominique - Miracle Suit

Agora o melhor de tudo. Não esquenta!!! Sério!

Esse recurso, recriado com a mais nova tecnologia disponível no mercado têxtil, foi anexado ao traje de banho, tanto em biquínis como em maiôs, mas infelizmente ainda não está à venda no Brasil.

Se você conhecer alguém que more nos Estados Unidos e possa trazer para você, compre pelo site e peça para entregar na casa desta abnegada pessoa.

Fique atenta às promoções da Miracle Suit, porque os preços são bem salgados, mas vira e mexe eles fazem promoção com 25% de desconto. Frete Grátis, compre um leve dois. E vamos combinar…Quanto vale parecermos 5 quilos mais magra??? Tem coisa que não tem preço.

Agora, vi no site da MS também algo que adoraria ter. Não sei porque não fizeram no Brasil ainda. Será que a brasileira não aceita esse tipo de traje? Bom, a verdade é que eu estou louca atrás de algo assim.

Dominique - Miracle Suit

São composições que combinam a parte de baixo com uma espécie de camiseta regata, justinha, por sobre a região abdominal, como se você tivesse jogado instintivamente no corpo para se proteger de um ventinho maroto que estava rondando no ar. Você fica com a calcinha do biquini e o top parecendo que está de maio. Mas se quiser tomar sol na barriguinha é só enrolar o top.

Dominique - Miracle Suit

Tem melhor? Não. Mas não existe por aqui. Eu quero. Eu preciso!! Quem quer fazer???

Se mesmo assim o espelho insistir em dizer que a protuberância merece ainda um cuidado adicional, dê atenção à, digamos assim, ilusão de ótica.

Jamais use cores claras ou estampas em cima da barriga, pois elas via de regra ressaltam as formas e não queremos chamar atenção pra nossa barriga, queremos?

Abuse de seu colo, saiba usá-lo em benefício próprio, jogue holofotes ali desde que suas mamas estejam sustentadas, sejam pela providência, pela plástica ou um bojo não muito exagerado, mas firme.

A proposta é você direcionar para a região mais feminina de seu corpo todos os olhares da humanidade, principalmente o seu no espelho!

Não se esprema em números menores, não se engane na hora da compra. Aqueles argumentos todos para evitar constrangimento diante da vendedora, certamente não salvarão sua imagem quando dobrinhas saltarem para fora da roupa, porque você insistiu no 40 em vez do 46. Imagine do biquíni ou do maiô!

Sobre o bumbum, se ele é preferência nacional problema deles, seu bumbum é seu e você mostra ou cobre exatamente como quiser!!

Se eu não tivesse celulite, usuária um bem cavado…

Eu acho que cada uma faz o que quer, mas lacinho lateral na parte de baixo invariavelmente remete à maria chiquinha, é uma imagem de desejo inconsciente de voltar no tempo.

Se for essa a sua praia, lacinho nela!

Do ponto de vista dominiqueano, cada uma faz o que bem entender, sempre.

Você vai saber fazer escolhas que ornem com suas formas, de modo que o espelho te diga: vai fundo, gata, você tá ótima!

PS. Algumas marcas no Brasil já fazem esse maio com cinta.

As que eu conheço:

Lygia e Nanni

Maria Biquineira

Banho de Mar – Aqcuashape

Você já conhecia o Miracle Suit ou gostou conhecer? Bárbaro, não e mesmo?

Leia Mais:

Férias? Veja minhas dicas para ficar arrumadinha na praia
Drinks deliciosos e frescos para beber na praia

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Quem disse que roupa tem que ser branca no Reveillon?

Dominique - Reveillon
Quem disse que a gente tem que passar o fim de ano vestida de branco? Que decreto foi este para o Reveillon?

E se eu quiser passar de azul, que adoro? De laranja que eu acho o cúmulo da alegria? De verde para parecer um coqueiro já que tenho pernas compridas? Sem contar que como a maioria das Dominiques, transpiro esperança.

Ser Dominique tem um monte de vantagens, usamos aquilo que gostamos, aquilo que nos caia bem, seja Reveillon, Páscoa, Natal, Halloween, Dia de Cosme e Damião…

Então, para facilitar nossa vida, fizemos uma pesquisa sobre o que cada cor transmite o ano todo, não só no Reveillon. Pedimos um help para a estilista Renana Piemonte e ela separou diversos modelos bacanudos para encerrar o ano no melhor estilo Dominique de ser!

Alguns mais despojados, outros mais requintados caso você decida ir a uma festa mais chique, vai que…

O mais importante é estar de bem com a vida, sozinha ou acompanhada, elevar a vibração, quem sabe fazer uma oração, sintonizar com o universo, ficar em paz e agradecer, sem dúvida, gratidão é o melhor sentimento para esta data!

Você pode fazer isso vestida com o modelo da cor que você gostar, não porque alguém decretou isso ou aquilo!

Vamos lá:

AZUL remete à tranquilidade, serenidade e harmonia – Acho que todas nós precisamos e queremos, concorda? Os signos associados à cor azul são Aquário, Libra, Sagitário e Peixes.

Dominique - Reveillon

VERDE remete à esperança, liberdade, saúde e vitalidade, simboliza a natureza, o dinheiro e a juventude. Ai ai ai, din din não é nada mal, não acha? Está associada aos signos de Touro, Libra, Virgem. Os tons mais escuros estão associados ao signo de Capricórnio e os tons mais claros aos signos de Aquários e Peixes.

Dominique - Reveillon

AMARELO remete à luz, calor, descontração, otimismo e alegria. O amarelo simboliza o sol, o verão, a prosperidade e a felicidade. O amarelo é a cor dos signos de Gêmeos, Touro e Virgem. O signo de Leão está associado ao amarelo-ouro. Lembro ainda que o DOURADO representa riqueza, dinheiro e ouro.

Dominique - Reveillon

LARANJA remete à alegria, vitalidade, prosperidade e sucesso. É uma cor forte e associada ao signo de Leão.

Dominique - Reveillon

ROSA remete ao romantismo, ternura, ingenuidade e está culturalmente associada ao universo feminino. A cor rosa é associada ao signo de Libra.

Dominique - Reveillon

VERMELHO remete à paixão, energia e excitação. O vermelho está associado aos signos de Áries e Escorpião.

Dominique - Reveillon

CINZA remete à conforto, segurança e simplicidade, neutralidade, elegância, sofisticação e ausência de emoção. Nenhum signo está associado.

Dominique - Reveillon

BRANCO remete à paz, pureza e limpeza. O signo de Câncer está associado à cor branca.

Dominique - Reveillon

PRETO remete ao respeito, morte, isolamento, medo, solidão. Acho que aí é demais, usar preto no Reveillon. Mas se você for uma Dominique que não está nem aí para os significados das cores e, principalmente, para o que os demais com língua comprida falam. Manda bala!

Dominique - Reveillon

E se você quiser misturar várias cores, você pode! Você é Dominique. Aqui estão algumas sugestões:

Dominique - Reveillon
O importante não é a cor e sim como você vai comemorar o Reveillon. Aproveite a festa!

Você também pode se inspirar em alguns modelos bacanudos nas pastas do Pinterest da Dominique.

Leia mais:

Hora de guardar as roupas de inverno e apostar nas cores
Roupas lindas e chiquérrimas feitas de Chita

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Renata Piemonte

50 anos, mãe de 3, empreendedora e que trabalha com moda há quase 30 anos. Hoje com a marca PIE, confecção de roupas para mulheres modernas e poderosas. Tem como objetivo proporcionar mais conforto, beleza e confiança. As roupas da PIE são desenvolvidas com primor e carinho para essa mulher que pode tudo e desbrava o mundo!

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