Tag: Saúde

Tratar sua coluna pode ser mais fácil do que imagina. Entenda!

Dominique - Coluna
DOR NA COLUNA NÃO É PARA DOMINIQUES

Para homens e mulheres, de todas as idades, vem sendo cada mais frequentes as dores nas colunas lombar e cervical. Infelizmente, o maior número de queixas é de Dominiques, mas isso não significa decadência.

Conversamos com um neurologista, Dr. José Antonio Ribeiro, que entende do assunto e que enche de esperança qualquer ser que sofra de problemas na coluna, o mal do século.

Com olhar tranquilo e, ao mesmo tempo, firme passa segurança em suas explicações.

Ele diz que o nosso corpo, DE TODOS NÓS, homens e mulheres, passa a degenerar a partir dos 40 anos, mas isso não significa em hipótese alguma entrar em estado de putrefação, não estamos ladeira abaixo.

Segundo Dr. José, a dor em coluna vertebral é um dos sintomas mais comuns que fazem o paciente procurar o médico. Suas causas, muitas vezes, são desconhecidas e, na maioria dos casos, existe uma melhora espontânea.

É importante evitar a sobrecarga na coluna, cada vez mais difícil pelos usos e costumes da vida moderna, sendo o sedentarismo a principal causa do aparecimento da dor.

Quando o sintoma tem duração maior do que três meses considera-se como dor crônica e, neste caso, a dificuldade no tratamento é maior.

O que pretende-se na prevenção dessas dores é o fortalecimento da musculatura já que é o que sustenta a coluna. Assim atividades físicas aeróbicas ou não, como alongamentos e relaxamento muscular, são muito úteis nesta profilaxia.

O tratamento da dor relacionada à coluna, depois de um diagnóstico bem feito através de exame clínico e paraclínico (exames de imagem e de função neurológica e muscular como a eletromiografia, por exemplo), deve ser considerado em diversos “degraus”, do menos invasivo ao mais invasivo:

1 – Tratamento medicamentoso: compreende o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares. Este é um tratamento para uso ocasional já que há complicações decorrentes dele quando torna-se habitual, como por exemplo alterações da função renal, aparelho digestivo, entre outros.

2 – Tratamento fisioterápico e adjuvantes: aqui temos uma vasta gama de opções. Os mais comuns são:

a) Tratamento fisioterápico clássico que envolve o uso de aparelhos geradores, como ultrassom, ondas curtas, raios infravermelhos, entre outros.

b) Acupuntura, Shiatsu, Pilates, RPG, osteopatia, entre outros.

c) Infiltrações através de bloqueios de nervos que se faz com injeção de anestésicos e anti-inflamatórios.

d) Uso da radiofrequência, um tipo de onda eletromagnética que gera calor, provocando a disfunção ou lesão de ramos nervosos que estão provocando o quadro doloroso. Este procedimento requer internação hospitalar e uso da radioscopia que se faz em ambiente de centro cirúrgico com o paciente submetido à anestesia local e sedação.

e) Tratamento cirúrgico quando nenhum dos “degraus” anteriores surtiram efeito desejado.

Com todas estas informações, nasce para todas as Dominiques uma forte esperança de eliminar o desconforto na coluna, mas como tudo na vida, requer dedicação e disciplina.

Uma coisa é certa, remédio em excesso é a pior saída. Tomado em demasia, além de não combater a dor, prejudica e muito outros órgãos.

A saída para quem sofre com problemas na coluna é sair do sedentarismo!

Dominiques, ladeira acima, isso sim.

Leia mais:

O dia em que o laboratório me chamou para refazer a mamografia
Tortura masculina – a vingança de quem faz mamografia

2 Comentários

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Faça 15 minutos de meditação diária e sinta os resultados

Dominique - Meditação

Não sei se é bom porque virou moda ou se virou moda porque é bom demais, mas o mundo todo aconselha a meditar. O médico, o psicólogo, a vizinha, o padeiro, até o japonês do pastel da feira outro dia me deu uma dica de meditação.

Nós, Dominiques, somos ligadas no 220v, assobiamos, chupamos cana, descendo escada, mascando chiclete, de salto alto, passando batom. Por que, raios, é uma dificuldade tão grande meditar?

Simplesmente porque não estamos acostumadas a parar. Nosso cérebro, ao contrário dos homens, pensa em milhões de coisas ao mesmo tempo.

Eu me vi numa sinuca de bico, dor e ansiedade, nenhum remédio mais fazendo efeito. Nem os tratamentos alternativos foram bem sucedidos.

Quando o mundo todo fala e você não escuta, quem está errado? Pois é. Definitivamente achava uma balela essa coisa de meditação. Só para gente zen, vegetariana e com tempo sobrando. Santa ignorância!

Criei coragem. Baixei um app gratuito, há centenas deles, com meditação guiada. Este, em especial, é da Arte de Viver, uma filosofia de vida liderada por Sri Ravi Shankar, um indiano superfofo, líder humanitário, mestre espiritual e embaixador da paz.  Ele prega uma sociedade livre de estresse e de violência e, com isso, vem unindo milhões de pessoas em todo o mundo através de projetos de serviço social e também de cursos da Arte de Viver.

Há dois anos fiz um curso, Hapiness, e pude conhecer melhor os benefícios da meditação, da yoga e de uma alimentação saudável.

Também neste lugar, conheci pessoas de  todas as idades buscando um pouco mais de serenidade e paz no meio deste caos urbano que vivemos. Pesquisei bastante antes de ir sobre viver a vida com mais propósito, alegria e tranquilidade.

Por que meditação guiada? Porque se depender da minha pessoa, passados os primeiros 60 segundos, vou fazer a lista de supermercado, a agenda de amanhã e depois de amanhã, lista de aniversários, relacionar as roupas para mandar para a costureira, ter uma ideia de um novo projeto e ai então a meditação já foi por água abaixo.

Como é difícil não pensar em nada! Mas depois que a gente consegue não tem dinheiro que pague. Imagine você conseguir simplesmente não se preocupar com nadica por alguns instantes.

Tanto faz se está sol ou chovendo, frio ou calor, se estou atrasada, se acabou o leite, se não entreguei aquele relatório, se a fatura do cartão de crédito chegou, mas o pagamento ainda não, se o Temer roubou, se o Lula roubou, se o Aécio roubou… Mas se o Papa Francisco roubou, eu me mato. É o único ser em quem confio de olhos fechados.

O tempo da meditação é só seu e ali não cabe nenhum pensamento ou preocupação. Parece fácil? Nada, mas é possível, desde que você leve a ferro e fogo.

Não consigo fazer a meditação sentada, minhas hérnias de disco na lombar não permitem. Faço deitada, mas presto bem atenção nas orientações do meu mestre guru. Quando surge um pensamento, faço como um controle remoto, aperto o botão e o deixo passar. É só não prestar atenção no infeliz (mesmo que seja um pensamento bom), naquele momento NÃO PODE PENSAR. No começo é bem estranho, depois entra no automático.

O principal para entrar na vibe é realmente fazer a tal respiração. É impressionante como prestar atenção ao inspirar e expirar fundo realmente baixa a adrenalina. Depois é só seguir as orientações do Guia.

Tá e daí? Que diferença a meditação faz na vida?

Notei depois de algum tempo que não perdi mais o sono, que presto mais atenção em coisas que antes passavam batido, que perco a paciência muito menos e, a melhor de todas para mim, as enxaquecas diminuíram em intensidade e frequência.

Não preciso ir a um parque, à beira de um rio, praça, montanha. Faço no meu quarto, mas é claro que se tiver oportunidade de fazer em frente ao mar vai ser magnífico, já fiz e realmente é uma sensação difícil de descrever.

Separei aqui alguns apps de meditação gratuitos. Abra, veja e teste. Veja qual você melhor se adapta e não desista na primeira tentativa, insista, os benefícios realmente são grandes e valem a pena.

  • Sattva
  • Medita!
  • Calm
  • 5 minutos – Eu medito
Se você nunca meditou, faça um teste e depois me conte o que achou!
9 Comentários
  1. Comecei a meditar há 4 meses e acho sensacional .
    Sou super agitada e nunca pensei que fosse gostar tanto e me fazer tao bem .
    Sinto uma melhora enorme na minha qualidade de vida .
    Recomendo fortemente a pratica da meditação ,

    1. Oi, Rosalina. Para conseguir baixar os aplicativos, você precisa encontrá-los na App Store (Se seu celular for Iphone) ou na Google Play (Se for Android).

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Dieta restritiva? Logo eu que sou tão gulosa…

Dominique - Dieta

Confesso, sou gulosa. Como com os olhos, pensamentos, nariz. As conversas, qualquer papinho furado, assim como o Brasil, quase sempre termina em pizza, mas como sou eclética, pode finalizar também num pastel, esfiha, mousse de chocolate, Nhã Benta, ai Jesus… Definitivamente não gosto de dieta!

Chego na redação e o povo, nada santo, me recebe falando até às tampas sobre maravilhas feitas com chocolate (que eu resisto heroicamente), tortas, hamburgueres… Gente do mal! Brincadera, gente do bem mesmo.  Hoje um elemento da equipe, que está liderando com vantagem meu caderninho negro, trouxe um pavê de limão. Eu só trago semente de abóbora que já vem sendo duramente rejeitada, coitada, por pura falta de sabor, segundo as dragas em questão.

Além de ser do bem, os danados dos coleguinhas tem bom gosto. Miinha solitária, que é dupla e tem até nome, Rosarinho Come Quieta, faz Hola com tantas guloseimas.

Já li um monte sobre gula e me encaixo em todos os requisitos. Sou ansiosa, tenho uma TPM monstro e gosto de porcaria que dá espinha, prende o intestino e agora também resolveu dar alergia. Pois é.

Caraca, estou sendo privada de comer qualquer coisa que leve farinha de trigo, NÃOOOOOO!! Qualquer pão que se preze tem farinha de trigo. E leite! Meu tetê, como vou fazer sem meu tetê?

Como a gente aprende pelo amor ou pela dor, aderi à dolorosa e cruel dieta restritiva de boa parte da razão para viver. Tudo para combater a enxaqueca e também secar um pouquinho o corpitcho.

Tenho recebido incentivo e forte colaboração do namorado delicia. Irritantemente disciplinado, no café da manhã deglute meio minimamão papaya com duas colheres de sobremesa de aveia, tapioca com alface, tomate, cream cheese light e duas, apenas duas fatias quase que transparentes de peito de peru, claro que light e café puro, este, graças ao bom e santo Deus, à vontade.

Almoço salada, duas colheres de arroz integral, uma verdura cozida no bafo e um filé de frango. Repeteco no jantar, sem direito ao arroz, mas com uma verdura diferente. Ufa!

E entre um e outro? Uma singela barrinha de cereais (sem chocolate, mel, amêndoas). Daquelas ruins, sabe?

O fato é que a silhueta vem diminuindo, lentamente, mas vem. O objetivo master de ficar elegante naquele tal vestido de mãe de noivo tem tudo para ser alcançado. O sangue de Jesus tem poder!

E a dieta não vai parar no dia 29 de julho, dia do casório, a infeliz é ad eternum.

Começa agora a luta insana para ter uma atividade física, para mim um sacrifício de proporções gigantescas. Mas isso é pano pra manga para outra história…

Marot Gandolfi
Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

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Dançar faz muito bem!

Dominique - Dançar faz bem

Por: Claudia Kalil

Eu sempre gostei de dançar.
Danço desde menina, no clube, na escola ou em aulas de jazz e de dança moderna.
Em casa eu não podia ver a televisão ligada.
Se passava o programa do Chacrinha, tava lá eu dançando.
É algo meu, que me realiza e me satisfaz.
Dançar me traz uma grande felicidade, uma grande alegria.

Depois de casada, eu larguei um pouco a dança.
Vieram os filhos, a casa e o trabalho.
Eu me envolvi muito com este cotidiano.
Só que chegou uma determinada altura da minha vida que eu estava:
Leva criança… traz criança.
Aula de canto, aula de natação, aula de inglês, escola, catecismo…
São 3 filhos!
Além disso, cozinha, faz compras, vai ao banco.
Naquela época, eu trabalhava fora e a noite.

Fui ficando muito cansada, estressada mesmo.
Até que um dia eu tive um apagão.
Eu cheguei numa situação em que não sabia onde estava e nem o que estava fazendo naquele local.
Estava em um banco, mas não sabia o que estava fazendo ali.
Daí procurei um médico.
Claro, ele falou pra diminuir o meu ritmo e procurar alguma atividade física para fazer.
Logo pensei em voltar a dançar. Achei que me ajudaria.

Voltei para a academia e há 22 anos faço aulas de dança, como de salão e ritmos.
É uma delícia, nunca mais parei!
A dança é libertadora!
Libera nossos movimentos, desinibe e me ajuda a expressar sentimentos.
Pra mim é a cura da alma.
Foi e é um santo remédio para mim. Até hoje, aos 57 anos, eu danço semanalmente.

No último ano a dança me trouxe uma outra surpresa.
Uma pessoa que conheço há anos resolveu colocar em prática o seu projeto de vida: aprender a dançar.
Ela tem um espaço ótimo e me convidou para dar aula pra ela e um grupo de amigas.
Eu fiquei preocupada porque não tenho formação de professora de dança.
Bom… mas danço há 22 anos.
Então disse a elas que, se quisessem me acompanhar, a gente poderia botar pra quebrar. E foi o que aconteceu.

No último ano, comecei a dar aulas para um grupo de senhoras da minha cidade. A maioria delas com mais de 70 anos pra cima.
Agora eu consigo ver com nitidez o desenvolvimento e a alegria que a dança nos proporciona.
Nós nos reunimos duas vezes por semana para dançar.
E nos divertimos muito!
Além de trabalhar o corpo, queimando calorias e fortalecendo os músculos, a dança alonga e alivia o estresse.
Também trabalha ritmo, memória, porque temos de acompanhar as coreografias.
É fantástico.

Elas cantam… tentam lembrar como dançavam na época de juventude. É um resgate.
É muito interessante.
Isso traz uma realização grande, uma felicidade.
Algumas delas passaram momentos difíceis, de perdas, problemas de saúde, depressão.

É impressionante como elas estão hoje.
E isto só melhora e se fortalece cada dia mais com a amizade.
Nós também fazemos algumas ações beneficentes, como visita a asilos.
Toda esta união nasceu com o objetivo de aprender a dançar.
É assim é até hoje e espero que isto se prolongue por muitos mais anos.
E vamos dançando. A dança é maravilhosa.

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

18 Comentários
  1. Tbm prático Dança Circular a sete anos, e hoje chegando os sesenta anos em dezembro, como Dominique diz, a dança só melhora e fortalece a cada dia! Amo dançar, será sempre um amor e minha terapia, nessa vida tão corrida!

  2. Lindas palavras amiga Cláudia, tirando o apagão e colocando travada na coluna….kkkk,nossa história é a mesma e devo minha disposição a dança tb é maravilhoso é o exercício mais completo.

  3. Parabéns pelo artigo Claudinha, muito verdadeiro, sou testemunha ocular dessa sua paixão pela dança, me orgulho muito de vc, e parabens pelo trabalho que realiza junto as Serelepes. Bjs.

  4. Putz,Claudinha.
    Eu sei exatamente como é seu amor pela Dança.
    Minha história, se encaixa um pouco com a sua.
    Vc tá de Parabéns.
    Está feliz e faz muitas outras pessoas felizes também.
    Que Deus, te dê muita saúde pra continuar nesta magia, que é a Dança.
    Um beijo.

  5. Sou uma apaixonada.
    Sempre procuro coreografias legais de músicas também bacanas.
    Jazz dança de salão são show.
    Me faz feliz me leva para uma balada com músicas anos 70 80 e um espumante cara viro uma pomba gira,sério e depois qdo vou dormir parece que estou flutuando.Detalhe chego em casa já deixo a roupa na máquina de lavar.
    E vamos dançar…….bjs

  6. Bernice falou tudo a gente está viva que seja de Feliz. Tenho muita vontade entrar para um grupo de dança. Tenho 61 anos mas sou muito ativa .

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