Tag: Saúde

Uma receita saudável de granola

Eu sempre ouvi falar muito bem sobre a granola. Médicos e nutricionistas propagam os benefícios para a saúde. Já quem consome adiciona ainda mais vantagens como ser saborosa ou mesmo versátil, pois é possível combinar com diferentes alimentos. Mas eu levei muito tempo até adicionar a granola no meu dia a dia por alguns motivos. 

A granola é uma mistura de cereais, grãos integrais, frutas secas e oleaginosas. Também pode conter mel ou açúcar. É um alimento que reúne uma boa quantidade de nutrientes bons para nossa saúde e o funcionamento do organismo. Uma porção pequena de granola pode conter carboidratos bons, vitaminas, minerais e gorduras. 

Mas eu nunca gostei da versão comercial, que a gente compra no supermercado. Como qualquer alimento industrializado, a gente sempre fica em dúvida se é mesmo tão saudável assim. Pode realmente não ser, dependendo da quantidade que tiver de gordura (saturadas ou trans), açúcar, sódio ou conservantes. Também não gosto de alimentos muito doces. 

Uma receita especial

Comentei sobre as minhas restrições com uma nutricionista, que compartilhou uma receita de granola muito fácil de fazer. Claro que fiz as minhas adaptações. Reduzi bastante a quantidade de açúcar. Eu me empolguei, quase comprei toda a loja de produtos naturais!

Olha só os ingredientes que eu escolhi. Você vai ver que a maioria deles usei apenas meia xícara, ou cerca de 50 gramas. Apenas a aveia em flocos que adicionei um pouco a mais, quase 2 xícaras inteiras. 

É preciso colocar um pouco de óleo para aglutinar tudo. Escolhi o óleo de coco. Foi a primeira vez que optei por esse ingrediente e, por mais que a vendedora tenha me “vendido” que não tem sabor de coco, eu achei que deixou um resquício pequeno sim. Usei frutas mais azedinhas, que eu amo, então adicionei apenas um pouquinho de mel para dar tom adocicado, mas não ficar açucarado demais. 

Modo de fazer

Depois de misturar tudo em um recipiente de plástico, adicionei o óleo de coco e o mel. Não ficou tão grudado assim, mas ok. Passei tudo de novo para uma forma para ir ao forno. Usei a temperatura média, que pode variar de fogão pra fogão. Não pode ser muito quente, tá. Ficou mais ou menos 20 minutos, porque eu não queria que ficasse torrado demais. 

Depois de torrado, deixei esfriar e só então misturei as frutas. Coloquei num pote plástico do tipo farinheira, para facilitar despejar. Essa minha receita deu mais ou menos uns 800 gramas de granola. Estou adorando. Muitas vezes como antes de ir para a academia ou no final da tarde, para dar aquela segurada na fome! Sabe que muitas vezes não fico com vontade de jantar?

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Faça 15 minutos de meditação diária e sinta os resultados

Dominique - Meditação

Não sei se é bom porque virou moda ou se virou moda porque é bom demais, mas o mundo todo aconselha a meditar. O médico, o psicólogo, a vizinha, o padeiro, até o japonês do pastel da feira outro dia me deu uma dica de meditação.

Nós, Dominiques, somos ligadas no 220v, assobiamos, chupamos cana, descendo escada, mascando chiclete, de salto alto, passando batom. Por que, raios, é uma dificuldade tão grande meditar?

Simplesmente porque não estamos acostumadas a parar. Nosso cérebro, ao contrário dos homens, pensa em milhões de coisas ao mesmo tempo.

Eu me vi numa sinuca de bico, dor e ansiedade, nenhum remédio mais fazendo efeito. Nem os tratamentos alternativos foram bem sucedidos.

Quando o mundo todo fala e você não escuta, quem está errado? Pois é. Definitivamente achava uma balela essa coisa de meditação. Só para gente zen, vegetariana e com tempo sobrando. Santa ignorância!

Criei coragem. Baixei um app gratuito, há centenas deles, com meditação guiada. Este, em especial, é da Arte de Viver, uma filosofia de vida liderada por Sri Ravi Shankar, um indiano superfofo, líder humanitário, mestre espiritual e embaixador da paz.  Ele prega uma sociedade livre de estresse e de violência e, com isso, vem unindo milhões de pessoas em todo o mundo através de projetos de serviço social e também de cursos da Arte de Viver.

Há dois anos fiz um curso, Hapiness, e pude conhecer melhor os benefícios da meditação, da yoga e de uma alimentação saudável.

Também neste lugar, conheci pessoas de  todas as idades buscando um pouco mais de serenidade e paz no meio deste caos urbano que vivemos. Pesquisei bastante antes de ir sobre viver a vida com mais propósito, alegria e tranquilidade.

Por que meditação guiada? Porque se depender da minha pessoa, passados os primeiros 60 segundos, vou fazer a lista de supermercado, a agenda de amanhã e depois de amanhã, lista de aniversários, relacionar as roupas para mandar para a costureira, ter uma ideia de um novo projeto e ai então a meditação já foi por água abaixo.

Como é difícil não pensar em nada! Mas depois que a gente consegue não tem dinheiro que pague. Imagine você conseguir simplesmente não se preocupar com nadica por alguns instantes.

Tanto faz se está sol ou chovendo, frio ou calor, se estou atrasada, se acabou o leite, se não entreguei aquele relatório, se a fatura do cartão de crédito chegou, mas o pagamento ainda não, se o Temer roubou, se o Lula roubou, se o Aécio roubou… Mas se o Papa Francisco roubou, eu me mato. É o único ser em quem confio de olhos fechados.

O tempo da meditação é só seu e ali não cabe nenhum pensamento ou preocupação. Parece fácil? Nada, mas é possível, desde que você leve a ferro e fogo.

Não consigo fazer a meditação sentada, minhas hérnias de disco na lombar não permitem. Faço deitada, mas presto bem atenção nas orientações do meu mestre guru. Quando surge um pensamento, faço como um controle remoto, aperto o botão e o deixo passar. É só não prestar atenção no infeliz (mesmo que seja um pensamento bom), naquele momento NÃO PODE PENSAR. No começo é bem estranho, depois entra no automático.

O principal para entrar na vibe é realmente fazer a tal respiração. É impressionante como prestar atenção ao inspirar e expirar fundo realmente baixa a adrenalina. Depois é só seguir as orientações do Guia.

Tá e daí? Que diferença a meditação faz na vida?

Notei depois de algum tempo que não perdi mais o sono, que presto mais atenção em coisas que antes passavam batido, que perco a paciência muito menos e, a melhor de todas para mim, as enxaquecas diminuíram em intensidade e frequência.

Não preciso ir a um parque, à beira de um rio, praça, montanha. Faço no meu quarto, mas é claro que se tiver oportunidade de fazer em frente ao mar vai ser magnífico, já fiz e realmente é uma sensação difícil de descrever.

Separei aqui alguns apps de meditação gratuitos. Abra, veja e teste. Veja qual você melhor se adapta e não desista na primeira tentativa, insista, os benefícios realmente são grandes e valem a pena.

  • Sattva
  • Medita!
  • Calm
  • 5 minutos – Eu medito
Se você nunca meditou, faça um teste e depois me conte o que achou!
9 Comentários
  1. Comecei a meditar há 4 meses e acho sensacional .
    Sou super agitada e nunca pensei que fosse gostar tanto e me fazer tao bem .
    Sinto uma melhora enorme na minha qualidade de vida .
    Recomendo fortemente a pratica da meditação ,

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Osteopatia como aliada na qualidade de vida após os 50 anos

Você conhece a Osteopatia? Apesar de ser um método terapêutico já antigo, ainda é pouco difundido por aqui. Não deveria, principalmente as Dominiques que sempre se queixam de uma dorzinha aqui… outra ali. Quem prefere substituir os remédios por opções alternativas também vai adorar! 

A osteopatia se baseia em anatomia e na fisiologia do corpo humano, tratando lesões musculoesqueléticas e alterações orgânicas em geral pela intervenção manual sobre os tecidos. O nosso organismo é uma junção de diversas estruturas e sistemas que, se não estiverem funcionando em harmonia, provavelmente podem causar diversos problemas. 

Um deles é a dor, que às vezes surge do nada e não sabemos direito como tratá-la. Segundo a osteopata Flavia Lèbre, é um método de diagnóstico e tratamento que tem como sua principal ênfase à integridade estrutural e funcional do corpo. Ela explica que uma disfunção ou patologia pode repercutir não apenas de maneira local, mas também sistêmica, influenciando então a capacidade de autocura do indivíduo.

Dessa forma, o método está baseado no princípio de que o nosso corpo tem uma capacidade de recuperação, que pode ser aumentada por meio dos estímulos. O osteopata, por meio da intervenção manual, estimula os tecidos e assim consegue intervir nos sistemas do músculo esquelético, visceral, cranial e metabólico.

Osteopatia é indicada pela OMS

Os resultados do tratamento osteopático já foram comprovados, tanto que a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu como prática de saúde e incentiva a sua utilização. Aqui no Brasil, a regulamentação é feita pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito), responsável por qualificar o fisioterapeuta como profissional habilitado a ter essa especialização.

O método da Osteopatia foi criado no final do século 19 pelo médico americano Andrew Taylor Still. Durante a guerra civil americana, ele observou e depois investigou a correlação existente entre as patologias e, em seguida, as suas manifestações físicas. 

O diagnóstico é individual, considerando as características de cada paciente e as suas próprias disfunções. A consulta inicial dura mais ou menos uma hora e, a partir dela, o osteopata determinará o número de sessões necessárias e o intervalo entre elas.

A osteopatia é uma terapia que pode ser usada em qualquer idade e não apresenta efeitos colaterais. O paciente também não precisa tomar medicamentos. Uma recomendação é que pacientes portadores de algumas patologias mais graves devem consultar o médico antes de começar o tratamento. 

Dominiques… recorrer à osteopatia é bom e você pode obter ótimos resultados. Mas lembrem-se que essa terapia não cura os problemas diagnosticados. A melhora pode, sim, acontecer em consequência de uma série de estímulos feitos que colaboram no tratamento. É um trabalho conjugado entre médico e osteopata. 

Osteopatia para Dominiques

Você já deve estar imaginando como a osteopatia pode te ajudar com alguns problemas ou dorzinhas do dia a dia, né? Há diversos benefícios para as mulheres de mais de 50 anos, independente se passou ou não pela menopausa. Quer ver:

  • pode ajudar nas dores das articulações e amenizar aquela sensação de estar enferrujada;
  • na menopausa, os tecidos encolhem enquanto músculos e ligamentos são alongados causando dor. A osteopatia ajuda em restabelecer a mobilidade articular;
  • pode reduzir as dores de cabeça, tão frequentes para algumas mulheres durante a menopausa
  • contribui no tratamento contra a depressão, proporcionando equilíbrio entre corpo e mente e proporcionando o bem-estar.

Em suma, esses são apenas alguns benefícios que a osteopatia pode proporcionar para as Dominiques. Depois me conta o que você achou e quais tratamentos alternativos costuma fazer!

Mais sobre saúde para Dominiques

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Pode culpar a menopausa pelos seus lapsos de memória

* Flavia Lèbre é osteopata e tem consultório em São Paulo.

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O Mindfulness e os benefícios para as Dominiques

Alguns indícios começaram a aparecer ainda cedo. Primeiro foi a memória. De uma hora para outra, eu estava esquecendo até do endereço da minha casa. Depois, eu comecei a ter dificuldades para dormir a noite. Não sei bem se por causa da insônia – ou das mudanças hormonais – eu também fiquei irritada e sem nenhuma paciência.

Você  se reconhece nessa situação? Como cada sintoma surgiu em momentos diferentes, eu não tive consciência do que estava acontecendo de uma forma mais ampla. Ao contrário, eu comecei a tratar cada um dos problemas separadamente. Dá-lhe comprar e tomar os remédios receitados pelo ginecologista, psiquiatra, cardiologista… 

Não houve um fato marcante que me incentivou a fazer uma mudança de vida. Acredito que foi a consciência de que nada do que sentia era um problema que precisava ser curado! Entender qual era o meu momento de vida foi o passo inicial. E então veio o desafio: o que eu poderia fazer para ter uma qualidade de vida melhor?

Eu sempre fiz esportes. Mas intensifiquei os treinos e inclui, além do Pilates, a ginástica funcional. A prática de exercícios ajuda muito! Mas não foi a solução pra todos os problemas. 

A minha psiquiatra já havia me recomendado a prática da meditação Mindfulness. Teimosa, eu achava que não era para mim. Imagina…. eu que fico dia inteiro ligada no 220, entre as tarefas do trabalho e de casa. Tinha a certeza que não conseguiria parar nem um minutinho para meditar. 

Resolvi dar uma chance! Em vez de ler sobre os benefícios do Mindfulness, eu escutei o podcast número 5, do Autoconsciente (aqui). E depois escutei outros áudios sobre como ficar mais centrada e pratiquei a meditação com a Regina Giannetti. 

Nada de religião ou uma nova filosofia de vida. Mindfulness é uma técnica que ensina a ter foco no presente. São exercícios simples, feitos com a ajuda da respiração. Os benefícios já comprovados valiam a minha experiência! 

A lista inclui: diminuição de dores crônicas e da pressão arterial e auxílio no tratamento de ansiedade e depressão. Há estudos que comprovam a sua eficácia na prevenção do Alzheimer. A prática está melhorando o desempenho (e a criatividade) de estudantes e até executivos. É eficaz no tratamento da síndrome do stress pós-traumático. De modo geral, melhor o nosso bem-estar. 

Não é fácil!

Eu ainda sou iniciante na prática de Mindfulness. Executar o exercício de respiração é fácil. No meu caso, tem sido difícil criar a rotina de parar todos os dias para meditar. Nos finais de semana, por exemplo, é praticamente impossível. 

Mas sabe que já estou conseguindo meditar todos os dias e, quando não faço, eu sinto falta? O meu tempo recorde foi 20 minutos. Eu já sinto alguns benefícios. Estou muito mais focada e meus episódios de esquecimento estão mais dispersos. 

A tradução para o português de Mindfulness é justamente esse benefício: Atenção Plena. O objetivo da técnica é nos ajudar a focar no momento presente, sem nos deixar afetar por problemas do passado ou medos futuros. 

A nossa mente é cheia de distrações. Para “facilitar” a nossa vida, fazemos muitas coisas no piloto automático. E as divagações… Você já se pegou numa conversa ou reunião de trabalho pensando em outro assunto completamente diferente? 

Quase todo mundo funciona assim! Estamos sempre preocupados com o que acontecerá amanhã, remoendo questões do passado e tentando fazer várias coisas ao mesmo tempo. Essa falta de consciência do momento presente nos leva a um estado de estresse e ansiedade. A prática regular do mindfulness nos ajuda a identificar (e sair!) desse modo divagante. 

Outros benefícios do Mindfulness!

Eu estou conseguindo controlar um pouco melhor as emoções. A consciência de que há uma realidade o fora do meu alcance é libertadora. Estou mais controlada e paciente!

Estou produzindo melhor no trabalho. Não tenho mais aquela ansiedade de ficar olhando os e-mails ou o whatsapp o tempo todo. Também estou dormindo bem melhor! Estes dias li que também ajuda a perder peso. Não vejo a hora! 

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Um lanchinho pra chamar de seu

Quem passa o dia todo fora de casa sabe que é muito fácil cair nas tentações das comidas prontas que podem ser encontradas a cada esquina. Por isso, eu decidi manter aquele lanchinho saudável sempre à mão. Guloseimas para carregar dentro da bolsa mesmo, sabe? Caso das barrinhas de cereais que, além de práticas, são nutritivas e costumam me salvar em diversas ocasiões na correria do dia a dia.

Apesar de muitos alimentos se venderem como saudáveis, a gente sabe que não é bem assim quando se trata de industrializado. Estão cheios de açúcar e outros ingredientes que fazem mal camuflados, por exemplo. Esqueça as calorias e leia o rótulo. A gente encontra um monte de coisa que nem sabe o que é.

Então, para garantir que o que estou comendo é saudável messssmo eu decidi fazer as minhas próprias barrinhas. Já testei três receitas que se tornaram minhas queridinhas. Eu achei fácil de fazer até pra quem não tem grandes dotes culinários.

E, apesar de ser tudo natural, até as mais perecíveis como as de frutas podem ser guardadas por até sete dias.  As demais têm maior durabilidade e já consegui armazenar por bem mais de 15 dias. Mas cada caso é um caso e o ideal é experimentar técnicas variadas de acondicionamento que ajudam na conservação.

Mãos na massa, meninas!

# A de fruta é pop

Essa barrinha é a mais popular e é muito bacana porque a gente pode variar as frutas. Eu já testei com morango, banana e maçã.

Ingredientes

2 bananas cortadas em pedaços

½ xícara de aveia em flocos

1 xícara de granola

2 colheres de óleo de coco

3 colheres de açúcar mascavo

½ xícara de uvas-passas pretas sem caroço

½ xícara de mel

1/3 de uma xícara de agave

Modo de preparo

Primeiro, coloque em uma panela a banana e mexa até que ela comece a derreter, mas em fogo baixo. Logo, acrescente todos os ingredientes aos poucos: mel, uva-passa, açúcar mascavo, granola, aveia, óleo de coco e agave.

O agave é uma planta  com a qual se faz um xarope que tem a mesma quantidade de calorias que o açúcar comum, mas adoça quase duas vezes mais e atua na prevenção de diversas doenças.

Misture todos os ingredientes e, por fim, espalhe-os em um refratário untado com manteiga. Em seguida, leve-o ao forno de 30 a 40 minutos. Quando pronta, corte a receita em forma de barrinhas no tamanho desejado e embale. Rende até sete barrinhas.

#Eu só quero chocolate

Não sei vocês, mas eu sou tarada por chocolate e só de comer um pedacinho me dá aquela felicidade incrível. Daí essa opção ser uma das minhas preferidas.

Ingredientes

4 colheres de sopa de manteiga de amendoim OU 2 bananas

3 colheres de sopa de mel OU melado

6 colheres de sopa de granola

5 colheres de aveia em flocos

1/2 barra de chocolate meio amargo picada

Modo de preparo

A quantidade de cada ingrediente pode variar de acordo com o seu gosto. Sinta-se à vontade para colocar mais ou menos de qualquer um deles ;-)!

Com um garfo, amasse as 2 bananas  Pré-aqueça o forno a 180ºC.

Em uma tigela, misture primeiro a granola, a aveia e o chocolate (mas deixe alguns pedaços desse último separados, você vai usá-los mais tarde).

Depois, acrescente o mel e misture mais uma vez. Por fim, coloque a banana amassada. Lembre-se é pra misturar bastante! Tanto a ponto de você quase não ver a banana, que estará camuflada com os outros ingredientes.

Despeje essa mistureba em uma fôrma untada (sugiro óleo de coco). Alise-a, com a ajuda de uma espátula para que fique bem lisinha e decore com alguns dos pedacinhos de chocolate que estavam separados por cima.

Com uma faca, faça uma marcação superficial do tamanho das barrinhas (mas você não precisa cortá-las ainda!)

Agora é só escolher: ou leve a tábua ao forno por 30 minutos para depois cortar as barrinhas ou corte agora, envolva-as com filme plástico e deixe no refrigerador pela mesma quantidade de tempo!

#Castanhas e sementes podem!

Algumas gorduras são melhores que as outras e as oleaginosas estão nessa classe do bem. Pra melhorar, as castanhas são energéticas e grandes aliadas da saúde e da boa forma.

Ingredientes

1 col. (sopa) de mel

1 col. (sopa) de óleo de coco

2 col. (sopa) de chia

2 col. (sopa) de gergelim

8 castanhas-do-pará picadas

3 col. (sopa) de aveia em flocos

1 col. (sopa) de semente de abóbora

3 col. (sopa) de coco natural ralado

3 col. (sopa) de amêndoas

15 ameixas pretas secas picadas

Modo de preparo

Aqueça o mel e o óleo de coco até ficarem líquidos. Acrescente os outros ingredientes e misture bem.

Despeje a mistura em uma assadeira retangular forrada com papel-manteiga e leve ao forno preaquecido a 180 °C por 15 minutos ou até dourar.

Tire do forno e corte enquanto ainda estiver quente. Desenforme depois de frio.

Viu, como é simples? Com a fome saciada, não vai ser qualquer salgado ou comida processada que acabará com a nossa dieta!

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Diga adeus aos alimentos sabotadores de dietas

Como tudo na vida da gente, o sucesso ou fracasso de uma dieta está diretamente ligado ao seu planejamento. Não adianta deixar pra escolher o que comer na hora H. Eu custei a aprender, mas agora já vou ao supermercado com a lista da semana. Não compro nada a mais e nem a menos. Tirei todos os sabotadores da minha dieta da despensa e só compro o planejado para as refeições daqueles sete dias. Explico: adotei o cardápio semanal justamente para conseguir comer alimentos mais frescos e, portanto, mais saudáveis.

O começo é difícil.

Não vou negar! As tentações parecem que pulam no carrinho… Já perceberam? Nessa hora, a bendita listinha ajuda muito. E se tem uma coisa que aprendi é que existem alimentos que nunca, mas nuuuunca mesmo, vão constar nessa lista se eu quiser controlar o peso e manter a qualidade de vida.

Raros são os cardápios de dieta que não incluem alimentos considerados “light” como queijo branco e torradas. Mas a verdade é que eles, muitas vezes, não ajudam a emagrecer e, pior, acabam engordando. Por causa da fama de leves, quando consumidos em exagero, se tornam nossos piores inimigos.

A falta de atenção à qualidade dos produtos – escolhidos apenas em função de seu valor calórico – também pode prejudicar. A saída é prestar atenção aos benefícios de suas fórmulas. Por isso, aprendi a ler rótulos. Alimentos nutritivos fazem o metabolismo trabalhar. Os pobres em nutrientes não o ativam, ou seja, não estimulam a queima de gordura.

Ah, quase ia me esquecendo…  Já ouviu falar em índice glicêmico? É aquele que representa o tempo que os carboidratos levam para se transformarem em glicose no corpo. Esses contam muito. Itens com alto índice, como arroz branco e biscoitos, transformam-se rapidamente em açúcar, além de não saciarem a fome e retardarem a queima de gordura.

Já alimentos integrais com grãos e fibras são absorvidos mais lentamente e, por isso, aceleram o metabolismo. E são recomendados mesmo que sejam mais calóricos. Mas então eu vou comer o mais calórico? Vai, sim!

Eu sei! Eu sei! Parece complicado, mas tudo é questão de hábito. Como o início dessa saga requer algum jogo de cintura, fiz uma lista daquilo que está eternamente vetado na minha despensa. Espero que ajude!

Bolacha

Ou biscoito, como dizem os cariocas. Tem muita gordura – que é responsável por seu aspecto crocante, aliás –, item carente de vitaminas e fibras. Por não promover saciedade, é difícil comer uma só.

Doces dietéticos

Indicados para diabéticos, chocolates, bolos e cookies diet recebem esse nome porque não têm açúcar. Comumente associados ao emagrecimento, são ricos em calorias – por vezes, até em maior quantidade do que a versão original.

Refrigerantes zero e sucos industrializados

Refrigerantes com zero caloria têm cafeína em excesso, que inibe a absorção de cálcio e ferro, essenciais para o organismo. Outra desvantagem são os adoçantes artificiais, responsáveis pela retenção de líquidos e pelo aumento da pressão sanguínea.

É muito comum as pessoas trocarem o refrigerante por sucos industrializados (sucos de caixa ou em pó) achando que eles são mais saudáveis. Porém eles também possuem quantidades muito elevadas de açúcar, corantes, aromatizantes e todos aqueles ingredientes do mal. Sempre dê prioridade a própria fruta!

Queijo branco

Assim como os amarelos, o queijo branco é um falso aliado da balança, pois tem muito sódio e gorduras saturadas, que fazem mal ao coração e provocam inchaço. Seu valor energético também não é econômico: cada fatia tem quase 70 calorias, apenas 30% menos do que a mesma quantidade de mussarela, que soma cerca de 100.

Como alternativa, vale experimentar queijos tipo cottage e ricota. Ambos têm baixo teor de gordura e sódio e são ricos em cálcio, importante para o fortalecimento dos ossos.

Granola

Ela não é tão saudável como parece. A granola é calórica, pois normalmente é preparada com um melado de açúcar mascavo. Em uma porção há 192 calorias, em média. Procure substituí-la por um mix de aveia, amaranto, quinua e linhaça, sem adição de açúcar.

Barra de cereal

É verdade que barrinhas de cereal são práticas para levar na bolsa ou guardar na gaveta do escritório. Mas algumas, porém, são mais calóricas do que um tablete de chocolate e escondem óleos hidrogenados, gordura e açúcar. Eu como, mas faço as minhas em casa, como já escrevi aqui: Um lanchinho pra chamar de seu.

Comida congelada

Fáceis e rápidas de preparar, mas nem por isso saudáveis. Embora possam ser uma ajuda quando há pouco tempo para cozinhar, não são uma boa escolha para quem quer perder ou controlar o peso. Normalmente, as refeições pré-feitas contém açúcar, sal e gordura em excesso para dar sabor. Portanto, tudo aquilo de que não precisamos. Algumas delas têm, ainda, emulsionantes e corantes que garantem o bom aspeto da refeição durante a validade.

Molho para salada

Comer um prato de salada nas refeições, antes de proteínas como carne ou frango, ajuda a controlar o apetite e a ingerir menos comida. No entanto, alguns molhos, em especial os industrializados, levam ingredientes supercalóricos como óleos, queijos e creme de leite. Como consequência, a salada, normalmente com 100 calorias, chega a ter mais de 300 com as finalizações.

Petiscos naturais

Ricos em nutrientes, petiscos “naturebas” como frutas secas e grãos podem – e devem – ser consumidos. A quantidade é que merece atenção, uma vez que o alimento perde água durante o processo de fabricação, o que torna maior a sua concentração de açúcar. O mesmo acontece com a soja crocante.

Embora riquíssima em proteínas vegetais e fibras, possui alto valor calórico (250 calorias para meia xícara de chá) e muito sal. Esse excesso de sódio, além de desencadear problemas cardiovasculares, gera inchaço no corpo e acentua a celulite.  

Deus me livre! É muita informação. Que tal se desafiar por um mês e depois compartilhar aqui como foi a experiência? É errando que se aprende!  Bora lá?

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Correr: um esporte que não tem idade

Eu sei que costuma dar certa preguiça até para quem já faz da ida à academia uma rotina… Mas correr ao ar livre é extremamente saudável em diversos aspectos e é uma atividade que não tem idade. A corrida pode ser praticada por quem está com 10, 20, 30, 40, 50, 90 anos…

E quem já passou a barreira dos “enta”, então, tem muito a ganhar com essa atividade física nessa fase da vida. Só precisa se tornar um hábito para que a gente possa promover a saúde e prevenir doenças. Não adianta ser corredor de fim de semana, não!

Agora, está comprovado que correr regularmente ajuda a melhorar o funcionamento do sistema cardiovascular, o que evita doenças como infarto e AVC. Achou pouco? Ao aumentar o condicionamento físico, a corrida fortalece os músculos e os ossos, prevenindo a sarcopenia e a osteoporose, além de auxiliar no controle do colesterol. Todas aquelas coisas que, vamos combinar, a gente sabe que vão aparecer com o tempo.

Mas o melhor de tudo eu ainda não contei! Ela inunda o nosso organismo com endorfina, hormônio que causa sensação de bem-estar. Tem droga melhor?

Há, ainda, cientista que diga que correr regularmente reduz mudanças na estrutura cerebral relacionadas ao envelhecimento e pode até levar ao surgimento de novos neurônios. Só isso já seria o suficiente pra animar a gente a dar a largada para abraçar esse novo hábito.

Antes de dar o primeiro passo é preciso alguns cuidados básicos. Se você nunca correu, comece com um teste ergométrico – aquela avaliação cardiológica para identificar como o organismo reage ao exercício.  E isso não é tudo. Depois de certa idade, é preciso seguir algumas regras para praticar atividade física com segurança.

Veja quais são:

  • Faça check-ups médicos regularmente (a cada seis meses ou um ano).
  • Busque orientação de um profissional de educação física para realizar os treinos. As assessorias de corrida hoje são bem acessíveis e permitem a formação de grupos.
  • Prefira sempre correr acompanhado. Além de ajudar a construir novas amizades, isso é bom para sua segurança.
  • Mantenha uma alimentação equilibrada e adequada para as necessidades do seu organismo. Por isso, é importante se consultar com um nutricionista.
  • Respeite os limites do corpo. A qualquer sinal de dor, tontura ou mal-estar, pare. Procure um médico.
  • Beba água ao longo do dia e também durante o treino, para ficar bem hidratado.
  • Procure correr em percursos que não possuem muitos obstáculos, como buracos, degraus e pedras. É bom prevenir tombos.
  • Evite fazer atividades físicas nas horas mais quentes do dia, entre 10h e 18h.
  • Inclua no seu treino exercícios que contribuam para o ganho de força e equilíbrio, como musculação ou pilates.
  • Escolha o tênis adequado, de acordo com seu tipo de pisada: neutra, pronada ou supinada. Prefira modelos com solado macio para absorver o impacto e, assim, evitar lesões nas articulações, principalmente no joelho.
  • A melhor maneira de se certificar de sua pisada é procurar um médico ortopedista, de preferência especializado em tornozelo e pé. Caso alguma doença seja diagnosticada, é necessário fazer testes com um fisioterapeuta especializado em baropodometria, que é a análise de marcha.
  • Outra dica valiosa é não usar tênis apertado e nem folgado demais. Quando experimentar, verifique se que existe uma folga de cerca de 1,5 cm entre o dedo grande e a ponta do calçado.22
  • E nada de estrear tênis na primeira corrida, hein!
Veja Também:

Dicas de Parques para Dominiques em São Paulo.

 

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Amor em mechas – Um ato de solidariedade entre as mulheres

Dominique - Amor em Mechas
Como toda a semana, estava eu no cabeleireiro fazendo a mão, quando vi uma moça sentada na cadeira em frente raspando a cabeça. Era uma Dominique. Cena forte.

Minha manicure contou que ela estava começando a se submeter a quimioterapia para combater um câncer que surgiu do nada e, antes que começasse a cair, resolveu raspar. A decisão, porém, só foi tomada, porque ganhou uma peruca feita com cabelos naturais pelo Projeto Amor em Mechas.

Quase cai da cadeira quando soube quanto custa uma uma peruca de cabelo natural? Você tem noção? Cerca de R$ 3.000,00!

Lá mesmo tive a oportunidade de conhecer a Debora Pieretti, idealizadora do projeto que começou em março de 2017 e que até agora já conseguiu doar 349 perucas.

Aos 45 anos, ela descobriu um câncer e iniciou seu tratamento. Logo nas primeiras sessões, perdeu seu cabelo, mas na época, sua empresa não estava bem e arcar com uma despesa de R$ 3.000,00 para adquirir uma peruca não era viável.

Então, como uma boa Dominique, bola pra frente que atrás vem gente! Até que um amigo a presenteou com uma peruca.

Debora comentou que não tinha noção de quão baixa estava sua autoestima. Ao se enxergar com cabelos, em frente ao espelho, abriu um sorriso há tempos adormecido e, a partir daquele momento, sua energia mudou completamente.

Depois de viver este drama na própria pele, ela lançou o projeto Amor em Mechas com o  objetivo de promover a solidariedade entre mulheres, incentivando as que estejam dispostas a doar suas mechas para a confecção de perucas a serem fornecidas para pacientes em tratamento quimioterápico ou com alopecia.

Para fazer uma peruca são necessários 8 metros de cabelo e para doar uma mecha é muito mais simples do que eu imaginava. Qualquer um pode, desde que tenha no mínimo 15 cm de comprimento, inclusive quem tem química.

Dominique - Amor em Mechas

Como fazer:

1 – Os cabelos precisam estar limpos e secos.

2 – O cabelo deve medir no mínimo 15 cm.

Separe o cabelo de forma que a mecha possa ser retirada do meio da cabeça (ninguém vai perceber e não afeta o corte).

3 – Amarre firme com um elástico os cabelos.

4 – Corte em cima do elástico, deixando um espaço de 1 cm entre o elástico e o corte.

5 – Coloque os cabelos em um saco plástico.

Como entregar a mecha:

1 – Envie para a Caixa Postal 78.953, CEP: 05412-972

2 – Deposite em uma urna mais próxima. Veja aqui os pontos de coleta.

A gente pode mudar a vida de alguém, principalmente de quem está passando por um desafio desta magnitude. Que tal? Eu doei uma mecha!

[fve]https://youtu.be/oX6bDz7VgQs[/fve]

Se você tiver perucas ou lenços que possa doar, entre em contato com alguma dessas instituições:

Pérola Byngton e Instituto do Câncer de SP
Grupo Rosa e Amor
Banco de Lenços
Lenços que Unem

Se você precisar receber uma peruca, conheça outras instituições que também prestam este serviço:

ONG Cabelegria
Laço Rosa

Gostou da iniciativa da Debora? Conheça mais sobre o projeto Amor em Mechas aqui.

Leia Mais:

Surpreendente! A minha filha de 15 anos também é uma Dominique!
Amiga pra valer é tão gostoso quanto café com leite

5 Comentários
  1. BOM dia eu gostaria muito de ganhar uma peruca pois estou careca,frequento o perseverança e lá encontrei a Vânia e ela mim pergonte vc quer uma peruca eu disse claro sou muito vaidosa e estou enfrentando uma fase da vida muito difícil pela segunda vez estou fazendo quimioterapia já são três anos de muito sofrimento, tinha cabelos lindos e pela segunda vez estou sem não é fácil.entao a Vânia disse procure minha amiga Débora que ela vai te ajudar.eu fiquei muito feliz .

    1. Eu quero agradecer a todos vocês pelo o que fizeram por mim estou muito feliz por ter ganhado o kit do amor e mechas não tenho palavras para lhe agradecer a todos vocês do amor e mechas que Deus abençoe muito vocês e que Deus continue trabalhando na vida de cada um de vocês e que sempre devemos manter sempre a esperança que Deus colocar pessoas boas em nossos caminhos para nós ajudar na hora de nossas dificuldades e aprovações que Deus continue abençoando vocês para levar sempre essa alegria que eu estou sentindo agora para outras pessoas Deus abençoe a todos

  2. Ótima idéia! Parabéns! Sempre fui vaidosa e os cabelos sempre foram a grande preocupação pq eles eram muito rebeldes Ja cheguei a usar peruca por vaidade. Na época das Perucas Kanekalon.Muito bonitinha, porem sintética, curtinha. Me arrumava rapididinho. Concordo plenamente com a idéia. Tenho certeza q toda Dominique ficará muito feliz. Pretendo doar. Vou medir meu cabelo para ver se ja atinge os 15cm. Ficarei muito feliz em poder participar do AMOR EM MECHAS. PARABÉNS mais uma vez!

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Infarto na hora H – Curiosidade tem limite, falta de juízo não!

Dominique - Infarto
Tenho uma amiga, muito, mas muito querida, que se meteu numa encrenca monstro por pura falta de experiência, ingenuidade e um tico de Alice no País das Maravilhas.

Casada por 25 anos com o mesmo homem, primeiro e único. Infelizmente, uma série de mal entendidos e infortúnios ao longo dos últimos 5 anos, levou o casal a pedir o divórcio.

O impacto da solidão a assombrou. Preferia ficar num casamento já destruído a enfrentar a vida sozinha. O terror de se ver só fez com que o juízo que lhe restava escoasse pelo ralo.

No afã de encontrar um companheiro, parceiro, namorado ou algo do gênero, cadastrou-se em um destes aplicativos de relacionamento. Isso há 12 anos, quando não se falava muito sobre encontros através da internet.

Entra no aplicativo, preenche o perfil tomada por um medo surreal, mas sincera em todas as respostas. Absolutamente franca, aberta, clara, até demais da conta.

Sem noção, marca um encontro com um cara, aparentemente bonitão, que morava no interior. Graças ao bom e santo Deus foi num shopping de São Paulo o que na história não refrescou muito.

O furor uterino era tanto que, sem mais delongas, topou ir a um motel. Aquela vontade insana, ovários em polvorosa, adormecidos há anos, não permitiram nenhum traço de bom senso.

Sem julgamento ou rótulos, OK? Quem nunca entrou numa fria por falta de juízo? Pode até não ter sido neste tema, mas quem nunca errou que atire a primeira pedra, não é não?

Bem, chegam no motel que ela não ia há anos, o ambiente convidativo, uma bebidinha, anos na seca, começa o rala e rola. O que acontece? Não, não é o que você imagina! O infeliz sofre um infarto! Isso mesmo, ataque do coração antes de consumar o ato…se ainda tivesse sido depois, vá lá que seja!

Ela abre a carteira do dito cujo, não tem carteirinha de convênio, nem cartão de débito, nem de crédito e apenas uma cédula de R$ 50,00. Ops, pega o celular dele, afinal tem que chamar alguém da família. Aparelho travado.

Um corre-corre danado, ela em desespero, chama ambulância e leva para onde? O pai dela havia falecido há cerca de 10 anos e ela conhecia bem o Hospital Santa Cruz, relativamente perto de onde estavam.

Entra a ambulância fazendo o maior alvoroço no estabelecimento do prazer – deve ter atrapalhado a performance de vários casais – temos que convir que é algo inusitado uma sirene dentro de um motel.

Ela vai com o cara para o hospital. Infarto, cateterismo, angioplastia, UTI. Quando enfim conseguiu ver o acamado, descobre que ele não tem família, não tem dinheiro, nem lenço, nem documento.

Dias depois, ao receber alta, o médico chama minha amiga, a “suposta” esposa e dá orientações bem claras. Ele não pode viajar por quinze dias. Repouso absoluto. Como assim? Aonde fica? Na casa dela com os filhos adolescentes, claro! Até hoje não consegui concatenar as ideias e entender o que ela explicou aos pimpolhos.

Pois é. Levou a criatura para casa que ficou durante uma longa e interminável quinzena. Ele se recuperando deitado em sua cama de casal e ela no sofá da sala. Ele com direito a café da manhã, almoço e jantar.

Se a história já é um capítulo à parte no conto dos absurdos, resta uma questão de extrema importância: se o ser humano não tinha convênio, não tinha dinheiro, nem cartões de crédito, quem pagou a conta do hospital? Quem quase teve um infarto fui eu quando ela revela o ápice da surrealidade, seu ex-marido bancou as despesas hospitalares!

O infartado jurou que iria devolver o dinheiro. Faz 12 anos, 4 meses e 28 dias.

Infarto no motel? É o cúmulo do azar, concorda?

Leia mais:

Churchill: as 96 horas que antecedem o importante “Dia D”
O dia em que percebi o primeiro último dia da minha vida

Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

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Tratar sua coluna pode ser mais fácil do que imagina. Entenda!

Dominique - Coluna
DOR NA COLUNA NÃO É PARA DOMINIQUES

Para homens e mulheres, de todas as idades, vem sendo cada mais frequentes as dores nas colunas lombar e cervical. Infelizmente, o maior número de queixas é de Dominiques, mas isso não significa decadência.

Conversamos com um neurologista, Dr. José Antonio Ribeiro, que entende do assunto e que enche de esperança qualquer ser que sofra de problemas na coluna, o mal do século.

Com olhar tranquilo e, ao mesmo tempo, firme passa segurança em suas explicações.

Ele diz que o nosso corpo, DE TODOS NÓS, homens e mulheres, passa a degenerar a partir dos 40 anos, mas isso não significa em hipótese alguma entrar em estado de putrefação, não estamos ladeira abaixo.

Segundo Dr. José, a dor em coluna vertebral é um dos sintomas mais comuns que fazem o paciente procurar o médico. Suas causas, muitas vezes, são desconhecidas e, na maioria dos casos, existe uma melhora espontânea.

É importante evitar a sobrecarga na coluna, cada vez mais difícil pelos usos e costumes da vida moderna, sendo o sedentarismo a principal causa do aparecimento da dor.

Quando o sintoma tem duração maior do que três meses considera-se como dor crônica e, neste caso, a dificuldade no tratamento é maior.

O que pretende-se na prevenção dessas dores é o fortalecimento da musculatura já que é o que sustenta a coluna. Assim atividades físicas aeróbicas ou não, como alongamentos e relaxamento muscular, são muito úteis nesta profilaxia.

O tratamento da dor relacionada à coluna, depois de um diagnóstico bem feito através de exame clínico e paraclínico (exames de imagem e de função neurológica e muscular como a eletromiografia, por exemplo), deve ser considerado em diversos “degraus”, do menos invasivo ao mais invasivo:

1 – Tratamento medicamentoso: compreende o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares. Este é um tratamento para uso ocasional já que há complicações decorrentes dele quando torna-se habitual, como por exemplo alterações da função renal, aparelho digestivo, entre outros.

2 – Tratamento fisioterápico e adjuvantes: aqui temos uma vasta gama de opções. Os mais comuns são:

a) Tratamento fisioterápico clássico que envolve o uso de aparelhos geradores, como ultrassom, ondas curtas, raios infravermelhos, entre outros.

b) Acupuntura, Shiatsu, Pilates, RPG, osteopatia, entre outros.

c) Infiltrações através de bloqueios de nervos que se faz com injeção de anestésicos e anti-inflamatórios.

d) Uso da radiofrequência, um tipo de onda eletromagnética que gera calor, provocando a disfunção ou lesão de ramos nervosos que estão provocando o quadro doloroso. Este procedimento requer internação hospitalar e uso da radioscopia que se faz em ambiente de centro cirúrgico com o paciente submetido à anestesia local e sedação.

e) Tratamento cirúrgico quando nenhum dos “degraus” anteriores surtiram efeito desejado.

Com todas estas informações, nasce para todas as Dominiques uma forte esperança de eliminar o desconforto na coluna, mas como tudo na vida, requer dedicação e disciplina.

Uma coisa é certa, remédio em excesso é a pior saída. Tomado em demasia, além de não combater a dor, prejudica e muito outros órgãos.

A saída para quem sofre com problemas na coluna é sair do sedentarismo!

Dominiques, ladeira acima, isso sim.

Leia mais:

O dia em que o laboratório me chamou para refazer a mamografia
Tortura masculina – a vingança de quem faz mamografia

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