Dominique

Coisas de Dominique é onde histórias de mulheres são contadas. Histórias de mulheres que realmente têm o que contar.
Eliane Cury Nahas por vezes transcreve, por vezes traduz coisas que Dominiques (aquelas mulheres com 50 ou mais anos de histórias) contam. Surpreendentemente você se identificará com muitas delas, afinal #SomostodasDominiques

Receitas para quem adora laranja… como eu!

Ultimamente eu comecei a gostar de chocolate com laranja.
Aquele que tem um amarguinho no final.
Também comecei a gostar de Campari.
Meu paladar mudou quando eu parei de fumar.
Também não sei se as minhas papilas gustativas já não estão tão sensíveis assim.

Bom… mas hoje eu quero falar sobre laranja!
Esta semana eu li uma notícia no jornal que a safra de laranja deste ano será 50% maior do que a do ano passado.
Fiquei curiosa pra saber o que mais eu poderia fazer usando laranja.
Muuita coisa… várias receitas diferentes pra comer e beber.

Fiz aqui a seleção do que eu mais gostei.
Tem alguma receita especial?
Compartilha aqui!

Pro café da manhã
Smoothie banana e laranja

Pro almoço
Laranja com frango

Pra sobremesa
Brigadeiro de Laranja

Pro café da tarde
Bolo fofinho de laranja

Pro jantar
Salmão com laranja e ervas aromáticas

Pra descontrair
Negroni:

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Minha lista de pequenos prazeres

Dominique - pequenos prazeres

Ninguém gosta de se privar de prazeres.
Parece que com o passar dos anos mais prazeres são proibidos!!
Você tem esta sensação?

Bom! Pra algumas coisas sim. A idade manda a conta rapidinho.
Mas você já se deu conta de que conquistamos outros privilégios muito valiosos?

Pequenos prazeres que valem muuuuito a pena!
Quer ver?

Ter tempo
Tenho de trabalhar, e ainda pensar na casa. Mas cuidar de filhos, fazer almoço, jantar, participar de festinhas de aniversário… não mais, ufa!

Judiar do cartão
Já conquistei muitas coisas. Agora posso gastar um pouquinho a mais comigo, ou muuuito mais!

Não perder a cabeça por coisas pequenas
Não mesmo! Tenho mais consciência do que quero e gosto. E se não concordam comigo… paciência!

Não fazer nada!
Dolce far niente é uma terapia. Pode ser indulgência, é sim, e tenho praticado muito!

Não precisar ter comida em casa
Sabe aquela obrigação de deixar o café, o almoço e o jantar prontinhos todos os dias, no mesmo horário? Não tenho mais!

Tirar férias e viajar fora de temporada
Pago mais barato pelas viagens. Os lugares estão mais vazios. E, pra completar, ainda aproveito São Paulo nas férias dos outros!

Sair com a turma sem se preocupar com o regime
Não tenho mais aquela obsessão por dieta e por contar calorias. Claro que não exagero, mas eu me permito sim!

Final de semana sem compromissos
Passar o final de semana todinho de pijamas, fazendo maratona de séries na Netflix. Adoro!

Saber o que é bom (ou vale a pena)
Não é legal reconhecer rapidinho o que é bom e o que é ruim! Quanta coisa eu ganho, quanto tempo economizo!

Valorizar as coisas pequenas
Talvez, o prazer mais importante. Valorizar todas estas pequenas coisas que conquistei na vida!

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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10 regras para a felicidade (segundo os japoneses)

Uma vida longa e com saúde.
Ter mais tempo para a família.
Aproveitar a companhia dos amigos.
O que você espera da vida no futuro?

Este é um assunto que rende um papo longo!!!

Algum tempo atrás assisti a um vídeo sobre uma pequena cidade japonesa conhecida pelo grande número de habitantes centenários.
O vídeo é baseado num livro que descreve as 10 regras para ser feliz de acordo com estes anciãos japoneses.

Aqui estão os segredos.
E, ai, você concorda?

# 1 – Mantenha-se ativa
Não é sobre trabalhar, mas ter atividades e fazer coisas que tenham valor.

# 2 – Tenha calma
Já sabemos que o estresse envelhece mais rápido… e deixa rugas.

# 3 – Não coma demais
Pequenas refeições, com poucas calorias e dar preferência aos alimentos mais saudáveis.

# 4 – Tenha boas amigas
Falo sempre sobre isso por aqui. Tenho ótimas amigas, não é mesmo @ValentinaOrtiz!

# 5 – Fique mais perto da natureza
Fundamental para relaxar e recarregar as energias!

# 6 – Sorria
Olhar pra frente e celebrar. Já aprendemos que nem tudo dura para sempre.

# 7 – Faça exercícios físicos
Ajuda a manter a saúde do corpo e da cabeça!

# 8 – Seja grata pelo que tem
Valorizar a vida, família, amigos nos faz sentir mais feliz.

# 9 – Viva o momento
Hoje é hoje. Aproveitar o presente, perceber e experimentar.

# 10 – Siga o seu Ikigai
Tenha uma razão para acordar e estar disposta todos os dias. Ter um sentido na vida nos dá motivação.

E ai? Pronta para aplicar essas regrinhas e ir atras da felicidade?

Leia Mais:

Vamos ousar neste inverno?
Estes chás diferentes e saborosos vão te conquistar

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Energia

Esses homens sedutores são um perigo…
[fve]https://youtu.be/wq4m7dI6tk8[/fve]
#Sedutores #MeuTipodeHomem #Perigo #AmorBandido #SomosTodasDominique

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Contar ou não contar

Dominique - Contar

Têm coisas que faço ou que acontecem comigo que não conto pro meu companheiro.
Ué, porque não.
Porque ele não precisa saber absolutamente tudo que se passa comigo.
Contar tudo não é ser cúmplice… É ser chata!
Ter alguns segredinhos, além de ser saudável, é quase higiênico.
Coisinhas pequenas, claro.
Coisinhas que dizem respeito só a minha pessoa e que não o afetam.
Por exemplo…

Você acha realmente que precisa contar pra ele que vai à dermato fazer alguns “procedimentos”???
Pra que?
Pra ele reclamar?
Pra ele dizer que não precisa?
Que é antinatural?
Que você é linda do jeito que é?
De mais a mais, ele não repara quando você corta o cabelo. Quando você está de vestido novo. Quando você faz luzes. Quando você está inchada.  Quando você perde 2 quilos!!!!!
Você acha que ele vai reparar que você fez preenchimentos ou laser?
Se forem bem feitos ele só vai reparar se a conta bancária de vocês for conjunta!!

Ahhhh… Claro..
Sempre tem aquela que jamais!! Que conta tudo!! E que vai me jogar agora um milhão de pragas e me chamar de falsiane.
Pra você, querida, espero que seu marido tenha alma feminina e compreenda e apoie.
E que não fale “eu avisei, bem feito sua bruxa!” se a sua sobrancelha levantar e você ficar com aquele olhar malévolo! (Facilmente resolvível em menos de 2 minutos com mais uma picadinha).

Outro exemplo:
Sabe aquela festa em que vão estar dois de seus ex?
E três daquelas “amigas de antes de casar”?
Você não quer ir de qualquer jeito, né?
Na verdade, vale a pena até investir um tantinho na produção.
Um vestidinho novo, aquela escova bem feita e até, quem sabe, maquiagem naquele salão top.
Você vai dar esta bandeira em casa???????????????????????
Eu, hein?
Nem morrrrtttaaaaa…
É bem capaz que, neste dia, ele repare em cada detalhe.
Ele vai estar mais esperto, óbvio!
– Vestido novo, hein??? Caprichou!!
– Novo, Jayme???? Novo????????

Só de fazer este tom, ele já sabe que não deve continuar.
Ele tem culpa no cartório e é reincidente.
Qualquer palavra a mais dele pode despertar sua memória de elefante e ele terá que escutar você declamar todas as vezes que usou o tal vestido, e pior, toooooodddaaass as vezes que ele não reparou que você estava de roupa nova!
Não…
O Jayme não vai continuar. Tenha certeza!!

Bom… Ai você me pergunta…
– E se ele descobrir?
Descobrir o que minha linda?
– Que eu menti
Você não mentiu. Você pode, quando muito, ter omitido.
E saiba você que está até na lei!!!
– Nenhum indivíduo está obrigado a produzir provas contra si mesmo!!
Se vale para o bafômetro porque não vale para o botox?
-Existe, também previsto em lei, o argumento de legitima defesa.

E última e derradeiramente eu te pergunto.
-Ele te conta tudo?
Tudinho????????
Ahhh, então tá!

(Meninas, relativizem. É para ser engraçado. Se você quiser contar, óbvio que pode e deve. E lembre-se: estou falando de coisinhas. Não de coisooooonas)

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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À Flor da Pele

[fve]https://youtu.be/lhgBesYr7GU[/fve]
“Não tem jeito, tem dias que a gente acorda mais sensível… A flor da pele sabe?”

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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E a moda encontra a arte

A Suzi Morelli, a Elzinha Lucchesi e eu fomos juntas a SP-Arte 2017.
Suzi adooooora moda.
Elzinha adooooora arte.
E eu estou sempre pronta pra um agito.
Fotografamos as obras que mais gostamos.
Suzi, os looks mais bacanas.
Fizemos uma brincadeira com as cores e formas.

http://www.sp-arte.com

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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7 mentiras que uma Dominique não precisa mais contar!

Dominique - Mentiras

Uma das coisas que eu conquistei nos meus 53 anos foi a minha liberdade.
A liberdade de contar o que eu penso, sinto, prefiro, não gosto ou faço.
Sem restrições, medos ou pré-conceitos.
Sabe a conclusão que eu cheguei?
Eu não preciso mais mentir, contornar ou omitir.

Meus diálogos – agora – passaram a ser assim:

1 – Quantos anos você tem?
Eu tenho 53 anos.

2 – Qual é o seu manequim?
Depende da confecção. Posso usar G, GG, 44 ou 46. Isso quando eles fazem deste tamanho, né?

3 – Nossa, que bolsa linda. Onde você comprou?
Menina, a minha manicure está vendendo umas bolsas lindas. Comprei dela.

4 – Traz o seu marido pra festa!
Sou solteira… vou sozinha. Aliás, vai ter alguém pra paquerar lá?

5 – Nossa, como você está bonita! O que você fez?
Ah…. tudo, né. Botox, preenchimento, plástica. Vou casar a minha filha daqui uns meses…

6 – Não é hoje que você vai ter aquele blind date que a Cecília armou??? Que roupa você vai usar?
Vou com aquela roupa que usei quando fomos jantar na casa de seus primos, lembra? Mas comprei uma lingerie nova, que vc não imagina!! Suuuuppppeeer sexy . Nunca se sabe, né!

7 – E ai, já está na hora de se aposentar?
Que nada! Ainda vou longe, preciso da renda extra.

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Você conhece a deusa Ananque?

Dominique - Deusa Ananque

Admiro os gregos antigos.
Eles refletiram sobre a maioria das questões da condição humana.
Imagina… existe até uma deusa da Inevitabilidade.

Ananque é a deusa da inevitabilidade e a personificação do destino e do fato inalterável. Ela é a mãe das Moiras, as três irmãs responsáveis por tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos nós. Suas filhas podem até indicar, mas quem determina o destino das pessoas é mesmo a deusa Ananque. Aliás, ela é tão poderosa que tem o poder de controlar o destino de outros deuses!

Ananque é representada pela figura de uma mulher segurando uma tocha. Outras vezes, ela é representada por uma serpente e que estaria entrelaçada com o seu companheiro, o deus do tempo Chronos. Diz a lenda que eles cercaram o ovo primogênito da matéria sólida, que resultou na divisão de terra, água e ar e que criou o universo. Juntos, eles simbolizam as forças do destino e do tempo que nos rodeiam.

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

1 Comentário
  1. Desconhecia a história da Ananque Deusa da Inevitabilidade, muito interessante quem se envereda por este caminhos das histórias gregas.

    NEIDE BATISTA DE SOUZA
    PARTICIPA DO Grupo Átomo Quântico, integrada no curso Pedra Filosofal há pouquíssimo tempo. Estou dando meus primeiros passos. GRATIDÃO

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Um pai, uma filha e uma lição

Dominique - Meu Pai

Tem coisas que marcam as nossas vidas.
Forjam nossa personalidade a ferro e a fogo.
Educam.
E nos tornam pessoas de verdade.
E nem sempre estas coisas são boas.
Nem sempre estas coisas são ruins.

Se você pudesse definir seu pai em uma única palavra, qual seria?
– carinho?
– inventivo?
– trabalho?
– presente?
– persistência?
– amor?
O meu eu acho que o definiria com:
Retidão!

Quer exemplos?
Vamos lá.

Entrei para a escola relativamente tarde para os padrões atuais.
No meu primeiro dia de escola eu já tinha completado 5 anos.
5 anos!!! Uma senhouraaa…
Isso deve ter sido em 1969. Jardim da infância. Tia Sandra.
Estojo. Lancheirinha. Uniforme. Mundo novo.
Minha maior lembrança deste meu primeiro ano?
Meu pai, excepcionalmente me levando para a escola. (Ele nunca o fez).
Caminhando com passos largos, decididos e muito firmes.
Segurava a minha mão. Na verdade, quase me arrastava.
Na outra, empunhava um lápis.
O braço esticado com o lápis em punho como se este fosse o cartão vermelho em dia de Fla-Flu.

Eu já sabia o que aconteceria. Mesmo com minha pouquíssima idade, sabia que teria um dia para nunca ser esquecido.

Chegamos a minha classe, onde todos os meus amiguinhos já estavam sentadinhos com perninhas de índio.
Tia Sandra olhou aquele homem de 1m95, trazendo uma criança com cara de desespero em uma mão e um lápis que triunfava em glória na outra.
Você tem ideia de quão grande este homem era? E quão enorme ele parecia diante de 20 crianças de 5 anos de idade?
Bom…
A professora olhou com um misto de curiosidade e receio para aquele jovem senhor.
Tentou me pegar pela mão, mas ele não deixou que ela me levasse.
Empunhando o lápis trovejou!
– Eu gostaria de saber de quem é este lápis. A Dominique pegou de alguém, mas não lhe pertence. Estamos aqui para devolvê-lo e para pedir desculpas.

Genteeeee…
Vocês podem imaginar?
Quase morri.
Talvez tenha sido uma atitude exagerada. Não sei.
Mas sei que foi o jeito de ele educar.
Sei também que ele nunca mais fez nada parecido.
Nem comigo, nem com os meus irmãos.
Talvez ele tenha se arrependido do exagero. Ou da forma. Ou não.
Mas estávamos aprendendo.
Ele e eu. Ele a ser pai. E eu a ser gente.

Leia Também :

A Casinha do armário

1º de Abril

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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