Destaque

A moda é não combinar bolsas e sapatos!

Você sabe o significado da palavra elegância? Um deles é a “manifestação de gosto na opção do vestuário e na maneira requintada e discreta de usá-lo; bom gosto”. Hoje eu acordei pronta pra refutar algumas dessas certezas. Primeiro: gosto pra se vestir cada um tem o seu, certo? Eu posso até ter roupas requintadas, mas nada como o caro e o barato pra compor um guarda-roupas estiloso.

Nunca ninguém usou o adjetivo discreta para me qualificar. Simplesmente adoro usar acessórios grandes e coloridos. Então, por fim, me expliquem: o que seria ter um bom gosto? Acho que concordamos que é preciso atualizar o significado da palavra elegância. Urgente.

Tenho até a minha proposta: “é a liberdade na escolha do vestuário que melhor combina com a sua personalidade, misturando peças acessíveis e de grife, criando o seu próprio estilo”. O que acha, ficou melhor, né? Claro que será sempre o mix entre liberdade de escolha e ser apropriada. Se a ocasião pedir uma roupa mais formal, não tem problema!

Quebrar regras

Acho que hoje nós já conhecemos muito bem o nosso estilo. Mas estes dias uma discussão agitou o nosso Grupo da Dominique, no Facebook. (Você faz parte?) Uma Dominique contou que só usa bolsa e sapato combinado e compartilhou a dúvida: é frescura e não se usa mais?

Sabem qual foi a resposta campeã entre as Dominiques? Nada mais de usar conjuntinho, a moda agora é descombinar tudo. O importante é se sentir confortável. Muitas disseram que o importante mesmo é fazer o que se gosta e não o que é imposto. Teve até espaço pra quem gosta de combinar, afinal gosto é gosto, não é?

Vou confessar que posso usar bolsa e sapatos combinado, quando são preto ou marrom. Mas adoro misturar cores e estampas. Acho que dá o estilo que acho que combina comigo. Fiz uma seleção das melhores combinações – e as mais coloridas – de bolsas e sapatos!

Verde + Oncinha

Laranja + Dourado

Vermelho + Branco

Amarelo + Nude

Roxo + Verde

Azul + Preto

E aí, o que achou da minha seleção?

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  1. Avatar Amélia Caparica disse:
    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.

    Adorei!!! Saiu do lugar comum

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Mary Shelley: com direção sensível, longa conta a história da aclamada escritora que deu vida ao personagem Frankenstein

A cineasta Haifaa Al-Mansour, a primeira saudita a filmar em Hollywood, recriou o contexto histórico e um importante período da vida de uma das grandes escritoras britânicas da história, a criadora do clássico Frankenstein, Mary Shelley, que dá nome ao filme que escolhi para comentar hoje.

Mary Shelley teve um importante valor na literatura ao publicar um livro de tanto sucesso, uma vez que o gênero (e em muitos casos a própria escrita) era restrito aos homens. 

O longa nos apresenta a Mary Godwin (Elle Faning), uma jovem de dezesseis anos que escapa de suas tarefas domésticas para ler livros de terror. Por divergências com a madrasta, ela é enviada à Escócia, onde conhece o jovem e interessante poeta Percy Shelley (Douglas Booth), por quem se apaixona. Não demora muito até Mary descobrir que Percy já era casado e tinha uma filha, mas isso não a impede de seguir seus ideais de liberdade e paixão pelo poeta.

O sentimento de abandono é constantemente presente na vida de Mary, reforçado pelos descasos do poeta, o fato de ela não ter conhecido a mãe, que morreu poucos dias após seu nascimento, a vergonha do pai quando ela fugiu com o futuro marido.

A criação de Frankenstein

A diretora mostra detalhadamente como suas alegrias, dúvidas e angústias serviram para a criação de seu Frankenstein. E mostra também a luta de uma mulher contra o preconceito de uma sociedade que não apenas se recusava a reconhecê-la como autora, mas também se escandalizava diante de suas idéias muito a frente de seu tempo.

Todas essas variáveis, além de outros personagens que apareceram na vida de Mary, influenciaram a escritora a explorar suas emoções, escrevendo sem medo sobre a solidão e os monstros que enfrenta. Seus medos viram personagens, sua defesa são suas palavras. 

Um dos pontos fortes do filme é, sem dúvida, a ótima atuação de sua protagonista, Elle Faning. A Mary interpretada por ela retrata muito bem uma rebeldia contida através de um semblante sério e ações racionais, mesmo diante da loucura que seu mundo se tornou. E com muita delicadeza mostra a coragem, marca maior dessa mulher que chocou sua época.

Belo!

Muito bom!

Trailer

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Alguém tem que ceder

A sociedade literária e a torta de casca de batata


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Um encontro entre Dominiques e a exposição da Tarsila do Amaral

O nosso primeiro encontro do ano foi perfeito em todos os sentidos. Mulheres incríveis – todas Dominiques – saíram do online para conversar e compartilhar no mundo real. O encontro aconteceu no MASP, em São Paulo, que promove um ano inteiro dedicado a nós, no circuito “Histórias das Mulheres, Histórias Feministas”. Pra completar, visitamos a exposição de uma das mais consagradas artistas brasileiras: a Tarsila do Amaral. Quer mais?

O encontro ficou ainda mais interessante porque a consultora de arte e historiadora Daniella Samad acompanhou o grupo. Foi uma verdadeira aula de arte, pra ajudar todo mundo a entrar no clima da exposição. Ela aprofundou a explicação ao longo do roteiro, contextualizando pinturas e adicionando detalhes pra mostrar a riqueza da produção da artista.

Mostra Tarsila Popular

O programa está imperdível. A exposição é a mais ampla já dedicada à Tarsila, reunindo 92 obras da artista que foi uma das figuras centrais da pintura e do movimento modernista brasileiro. Duas de suas telas mais conhecidas estão na mostra: Abaporu, que faz parte do acervo do MALBA, na Argentina, e A Negra.

O enfoque da exposição é o Popular, tema que a Tarsila explorou durante toda a sua carreira. Ela nasceu em uma família rica, filha de fazendeiros no interior de São Paulo. Viveu e estudou em Paris, na França, onde teve aula com pintores renomados como Fernand Léger, artista referência do Cubismo.

Quando voltou ao Brasil, ela se deparou com o conceito da Antropofagia, criado por Oswald de Andrade, no qual intelectuais brasileiros questionavam referências europeias. Jovens, cheios de ideias, queriam criar algo híbrido, porém único. Passaram a incluir em suas criações elementos locais, afros e indígenas.

Tarsila explorou tanto o conceito quanto o tema Popular em muitas de suas criações. Ela retratou paisagens do interior, da fazenda, da favela, mostrando a diversidade de povos e raças. Também representou lendas e mitos, animais e plantas. Sobre isso ela disse: “sou profundamente brasileira e vou estudar o gosto e a arte dos nossos caipiras. Espero, no interior, aprender com os que ainda não foram corrompidos pelas academias”. 

A exposição ficará no Masp até 28 de julho. O ingresso custa R$ 40,00 (inteira), tem a opção de meia entrada e às terças-feiras é de graça. Dá pra comprar online: aqui.

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Qual a diferença entre cinismo, ironia e sarcasmo

Cinismo, ironia ou sarcasmo?

“Recebo pontos de bônus se eu agir como se me importasse?”

“Se ninguém te odeia, você provavelmente está fazendo algo errado”

“Se ele ficar melhor, eu estou certo. Se ele morrer, você está certo.”

Estas frases todas foram proferidas por uma única pessoa. Dr House, provavelmente meu cínico preferido. Preferido porque era apenas um personagem de um seriado. Lembra do Dr Gregory House? Mas era House um cínico? Ou irônico? Ou ainda um grande sarcástico?

Pois eu passei os últimos dois dias lendo todas as definições e frases que encontrei destas palavras e a única conclusão definitiva a que cheguei é que você não gostaria de ser vítima de nenhuma delas, por mais inteligentes que as cutucadas pareçam.

Assim como o cinismo, o sarcasmo e a ironia geralmente são engraçados quando falamos de um outro alguém. Melhor ainda, se ele/ela não estiver por perto, pois assim podemos ser mais ácidos e mordazes até porque nem todo mundo gosta de magoar just for fun, né?

Ahhh, tenha certeza que o alvo do cinismo, ironia e/ou do sarcasmo, nunca se sentirá 100% confortável, pois em todas as situações foi desmerecido mesmo que sutil e brilhantemente. Aliás, quanto mais inteligente a sacada mais constrangedor e provavelmente irritante. A menos que a vítima não perceba. Aí pode ser cruel ou inofensivo dependendo de quem está ouvindo.

Bem… Vamos às definições encontradas em dicionários:

Significado de Ironia

substantivo feminino É a utilização de palavras que manifestam o sentido oposto do seu significado literal. Desta forma, a ironia afirma o contrário daquilo que se quer dizer ou do que se pensa. A ironia é a arte de gozar de alguém, de denunciar, de criticar ou de censurar algo ou alguma coisa.

Significado de Sarcasmo

substantivo masculino Zombaria que busca ofender; ironia insultuosa; ação de dizer o oposto do que se quer, mordaz e amargamente.

Significado de Cinismo

substantivo masculino Atitude ou caráter de pessoa que revela descaso pelas convenções sociais e pela moral vigente; impudência, desfaçatez, descaramento.

Vemos acima, que a ironia assim como o sarcasmo até que são fáceis de se identificar. Mas e o cinismo? Quando estamos diante de um cínico? Como identificá-lo?

Você é capaz de me contar alguma atitude cínica que tenha vivido? Certamente verá como é difícil classificá-la

Procurei na internet situações onde o cinismo aparecesse como protagonista, mas o que melhor encontrei foram frases que definem este substantivo melhor que o próprio dicionário. Veja algumas delas:

Só o cinismo redime um casamento. É preciso muito cinismo para que um casal chegue às bodas de prata.Nelson Rodrigues

O cinismo consiste em ver as coisas como realmente são, e não como deveriam ser.Oscar Wilde

O poder de observação aguda é comumente chamado de cinismo pelas pessoas que não a possuem” – Bernard Shaw

Idealismo é o que precede a experiência. Cinismo é o que sucede.“- Autor desconhecido

E aí, sem querer, procurando outra coisa, achei um personagem de nossa história que proferiu frases de um cinismo que muito me divertiu. É ele o Barão de Itararé que aliás de barão não tem nada.*

“Não é triste mudar de ideias, triste é não ter ideias para mudar.”

“Precisa-se de uma boa datilógrafa. Se for boa mesmo, não precisa ser datilógrafa.”

“A pessoa que se vende recebe sempre mais do que vale”

*Essas frases são atribuídas ao Barão de Itararé, mas não tive como checar a autenticidade da autoria. Mas de qualquer maneira, ilustram meu ponto.

Por fim pergunto: Serão estas pensatas cínicas ou irônicas? Difícil né?

Acho que tudo depende de contexto, interlocutor e da “vítima”.

Mas aí me deparo com isso, de nosso queridíssimo Millôr Fernandes:

Quando a bajulação não atinge seu objetivo, você pode estar certo que não foi por falta de vaidade do bajulado, é incompetência do puxa-saco.

“Monogamia é a capacidade de ser infiel a mesma pessoa durante a vida inteira”

Ditas assim, parecem ironias mas aplique a frase ao cotidiano, e situações de verdade.

Só para ilustrar vejamos uma situação que muito provável porém inventada.

Duas amigas chegaram antes ao restaurante onde encontrarão uma terceira amiga, Aninha, para um almoço gostoso de sexta feira.

– Você viu como a Aninha emagreceu?

– Não! Vou precisar colocar os óculos para enxergá-la? (Sarcasmo)

-KKK… Ela disse que perdeu 5 kg. Mas se perdeu 5 mesmo já achou pelo menos uns 3 (sarcasmo). Ahh essa nossa amiguinha, viu? Perdeu 2 kgs e comprou uma calça 2 números menor. Essa não é proporção. (cinismo) Alguém avisa, ela pufavô!!!!! (ironia)

Então chega Aninha. Beijo, beijo, beijo

Nossa Aninha! Como vc emagreceu!! Quantos Kgs? Pelo menos uns 10, né? Você está ótima!! (hipocrisia)

Bem, não tinha falado ainda sobre hipocrisia. O tema aqui é cinismo, ironia e sarcasmo e é provável que nunca consiga distinguir um do outro. Eventualmente você até discorde de toooodos os exemplos acima.

Agora certamente, não restará dúvidas para nenhuma de nós sobre o significado de hipocrisia e nem a necessidade de defini-la.

Já que depois disso tudo não conseguimos definir nada com muita precisão, vamos brincar?

Dominique tem alguns vídeos que serão um verdadeiro teste para sabermos se entendemos o que é cinismo, ironia e sarcasmo. Vamos ver?

  • Aqui Dominique explica porque sorrirá sempre. Cinismo? ironia? Hipocrisia? Sorrirei
  • Neste vídeo Dominique conversa com seu amigo Gatão que trocou a esposa pela gatinha – Eu acho que é ironia pura. E você? – Gatão
  • Agora esse vídeo chega a ser quase um… quase um… Não sei… me diga, o que acha de A Vida Sem Ele?

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

3 Comentários
  1. Sensacional o Gatão da Carla Pagani!!
    Dá vontade até de mandar pra uns 3 ou 4 “se achões” kkkkk
    Mistura fantástica de cinismo com sarcasmo, ironia e hipocrisia!!Tudo junto! Muito boa! Boas risadas pra um domingo à noite… coloquei fone, meu marido não está entendendo nada. Tadinho!! Valeu!!kkk

  2. Hipocrisia , cinismo ,ironia,sarcasmo, são recursos inteligentes de se dizer a verdade ,que exige inteligência em tempo hábil do ouvinte. E diga-se de passagem…para bom entendedor, basta!…Surte um efeito de um tapa na cara , com luvas de pelica.

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Instigante, série belga Tabula Rasa trabalha um poderoso jogo de memória

Com clima carregado e sombrio, a série belga Tabula Rasa pode ser uma ótima surpresa do catálogo da Netflix.

Tabula Rasa inova por mesclar suspense, drama e terror psicológico de forma contundente e por ter, acima de tudo, um protagonista que se sobressai aos seus personagens: a mente, ou mais especificamente, a amnésia. Uma vez que você não é capaz de confiar em seu cérebro, como distinguir o que é real da fantasia?

Esse é o grande ponto de Tabula Rasa, que leva o espectador pelos caminhos tortuosos da mente da personagem principal, alterando entre o momento presente, flashbacks, alucinações e pesadelos. E, principalmente, fazendo com que a confusão proposital entre estes momentos torne sua trama pouco previsível.

A trama mostra a vida de Mie que é todo o dia uma página em branco desde que sofreu um acidente de carro e perdeu parte da memória. Como se isso já não fosse difícil o bastante, ela acaba internada em uma instituição psiquiátrica por ser a principal suspeita no desaparecimento de um homem. Mie foi a última pessoa a ser vista com ele, mas ela não tem a menor idéia de quem seja.

A história vai sendo narrada em dois tempos.

Ao mesmo tempo em que vemos Mie no hospital psiquiátrico nos dias de hoje, também temos flashbacks dos últimos quatro meses de sua vida: a relação com o marido, o dia a dia com a filha, as dificuldades causadas pela perda de memória, e principalmente, sua rotina desde a mudança para a casa de seu avô – perfeita casa mal assombrada de filme de terror.

Barulhos estranhos à noite, objetos caindo, portas batendo. Não dá para saber se isso acontece por algum motivo sobrenatural ou se tudo é da cabeça da protagonista.

A cada episódio surpresas são lançadas na tela e cada informação funciona como uma peça desse intrigante quebra-cabeça. E cada reviravolta contribui para o crescimento da empatia pela protagonista e do interesse pela série, que jamais permite que alguém consiga antecipar muitos dos seus mistérios.

Em atmosfera de tensão os primeiros episódios são bem confusos, nos deixando na dúvida o tempo todo. Mas é na metade da série que uma revelação fundamental para o entendimento das coisas acontece. Não dá para imaginar o que está por vir.

A atmosfera sombria e a fotografia predominantemente escura dão todo o clima de apreensão que comanda a série.

As atuações também são ótimas, dando vida aos personagens perturbados e imperfeitos, com destaque também para Benoit, o marido da excelente Mie, e sua mãe Rita.

A série mostra uma produção excepcional, com um roteiro cheio de reviravoltas e revelações que prometem colocar à prova os nervos de quem a assiste.

Tabula Rasa, sucesso entre o público na TV Belga, busca chocar e fazer o espectador maratonar os seus nove episódios rapidamente.

Preparada para tudo isso?

Se estiver ótimo programa para você.

Aqui fica a dica.

Trailer

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