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13 curiosidades sobre Oprah Winfrey

Quem não conhece Oprah? Talvez alguma menina desavisada, mas não há Dominique que se preze, de qualquer nacionalidade que não saiba quem é Oprah.

Americana negra que venceu um zilhão de obstáculos para sobreviver.

Da infância pobre a estupros e abortos. Tem muita história caso você não conheça.

1. Seu nome “Oprah” foi em homenagem à personagem do Livro de Rute do Antigo testamento. Na verdade o nome deveria ser Orpah, mas seus pais resolveram dar uma personalizada no nome bíblico.

2. Aos 17 anos ganhou o concurso de beleza Miss Black Tennessee.

3. A família de Oprah era tão pobre que quando criança, usava vestidos feitos de sacos de batata.

4.Oprah Winfrey tem pelo menos 8% de sangue de nativos americanos

5. Oprah era âncora de um tele-jornal em Nashville quando tinha apenas 19 anos, tornando-a a pessoa mais jovem e a primeira mulher negra a ocupar o cargo.

6.Oprah dublou vários personagens de desenhos animados.

7.Oprah Winfrey entrevistou inúmeras celebridades, incluindo Michael Jackson, cuja entrevista se tornou o quarto evento mais assistido na história da televisão americana, bem como a entrevista mais assistida de todos os tempos, com 36 milhões de telespectadores.

8.Oprah foi fazer cinema e adivinha? Ganhou um Oscar!! Sério. Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em The Color Purple, de Steven Spielberg.

9.Oprah Winfrey é a primeira mulher negra bilionária e a mulher afro-americana mais rica.

10.Oprah odeia chiclete e fica muito irritada quando encontra pessoas que mascam, fazem bola, puxam. (Temos isso em comum. Também)

11.Ela tem medo de balões e acredite se quiser tem até nome para esse medo. Oficialmente conhecido como “globofobia”.

12. Seu primeiro grande luxo foram toalhas de banho Ralph Lauren. “Para uma garota que cresceu compartilhando uma toalha de banho com duas meia-irmãs, ter um armário de luxuriantes toalhas Ralph Lauren de todas as cores, em um apartamento com vista para o Lago Michigan, era realmente uma coisa linda”, disse ela.

13. Entre as 37.000 entrevistas que Oprah fez, talvez a mais desconfortável tinha sido com Elizabeth Taylor. “Ainda é doloroso de assistir”, diz ela, “por muitas razões, incluindo meu cabelo ruim”. Logo antes da entrevista, Liz pediu a Oprah para não perguntar nada sobre seus relacionamentos. “Isso é difícil de fazer quando você é Elizabeth Taylor e se casou sete vezes”, diz Oprah.

As respostas de Liz foram tão breves que Oprah não pôde deixar de provocar: “Você é tão transparente – acaba de contar tudo! Eu declaro, você precisa parar de falar tanto, Srta. Taylor!”

Assista nesse link esse episódio com Liz e outras entrevistas no mínimo constrangedoras. Os motivos são diversos. Vale muito a pena.

Leia também:

Isso é que eu chamo de Dominiques Poderosas

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Tem um escorpião no meu bolso

A maior vantagem quando a gente chega aos 50 na santa paz financeira é poder ligar aquela chavinha do “Foda-se” e fazer ou falar o que quiser. Lógico que sempre com classe e elegância, mas de vez em quando, uma força que nos domina, como aquele calor que serpenteia a nossa coluna durante uns meses, faz com que algumas repostas explodam goela afora.

Já aconteceu comigo e vai acontecer com você. Um amigo, filho, parente, vizinho, colega, padrinho.  Seja quem for, um dia essa pessoa vai chegar pra você e dizer:

– Me empresta uma grana?

– Será que você me faria um empréstimo?

– Você pode me ajudar?

A formação da frase e a sua justificativa podem variar, mas o conceito é o mesmo: a pessoa quer um dinheiro emprestado.

E aí, em um flashback de segundos, mas muito intenso – como dizem que ocorre quando a gente está morrendo – eu vejo passar na minha frente 30 anos da minha vida de ralação pra conseguir juntar aquela grana e curtir a vida depois dos 50. E agora me aparece uma criatura que ameaça levar embora meu projeto de vida futura.

Pois aqui fica a dica número 1: diga não.

E a dica número 2: use seu bom humor.

Se você não tem ideia de como fazer isso, vamos sair da teoria e entrar na prática.

Exemplo 1

Seu filho, que está entre os 15 e 25 anos, te diz:
– Mãe, me empresta uma grana ?
– Lógico, meu filho! Mas com uma condição. Eu quero voltar a te buscar na porta do colégio, todos os dias, e ganhar um beijo e um abraço como você fazia quando era pequenininho e eu ia te buscar na creche.
De quanto você precisa?

Exemplo 2

Seu filho, que está entre os 30 e 40 anos, te diz:
– Mãe, me empresta uma grana ?
– Filho, senta aqui que eu quero falar com você. Sério.

Exemplo 3

Marido
– Mor, vamos abrir uma conta conjunta?
– No Facebook?

Exemplo 4

Amiga
– Amiga, vou te pedir uma coisa. Não quero estragar a nossa amizade, mas será que você poderia me emprestar uma grana? Mas pode dizer não, se quiser.
– Não.

Exemplo 5

Parente
– Oi querida! Tudo bem? Olha, eu tô te ligando porque queria te fazer uma proposta. A coisa não tá fácil, sabe? Então, como você não tem nem filhos, nem um chefe como eu e tá com a vida mais tranquila, será que você poderia me emprestar uma grana esse mês pra eu pagar a escolinha da Bia, que está atrasada? Eu te pago em 3 meses. Todo mês eu deposito uma parte na sua conta. Pode ter certeza.
– Querido, esse mês eu já fiz a minha doação. Foi pro Lar das Cãezinhos Mancos da Vila Ipocondró. Tem cada bichinho lindo lá.

Você não quer adotar um?

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Helena Perim

Escritora e roteirista, trabalhou como diretora de arte em canais de TV e produtoras, mas acabou trocando o desenho pela escrita. Hoje, é freelancer na criação e no desenvolvimento de projetos pra TV e Internet. Também é autora de 4 livros de humor, que falam de comportamento, turismo e moda.

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Filhos Bumerangue: filhos adultos que retornam a casa dos pais

Dominique - Filhos Bumerangue
Dominique: Oi? Fala de novo pra ver se entendi direito. Filhos Bumerangue. E existe mais essa modalidade de filho agora? No meu tempo tinha filho levado, malcriado, bonzinho, peste, estudioso, generoso… Vai me dizer que existe filho “gourmet” também?

Paula: Hã? “gourmet” eu ainda não sei, deve ter né… tá tudo tão moderno, vai saber… Você sabe o que é um “Bumerangue”?

Dominique: Acho que sei, não tenho certeza.

Paula: Bumerangue, é uma peça de madeira chata e em forma de cotovelo, usada como arma pelos povos aborígenes da Austrália, e concebida para voltar para perto da pessoa que a lançou após fazer uma curva. Li isso no dicionário pra te explicar tá? Devido a essa característica de regressar ao arremessador, virou brinquedo em diversas partes do mundo. Aqui, no nosso caso específico, Bumerangue é uma metáfora para aquele filho que depois de independente retorna a casa dos pais.

Filhos “Bumerangue” ficam mais evidentes em tempos de crise ou em cenários econômicos conturbados. Segundo estudo feito pela Escola Nacional de Ciência Estatística, órgão do IBGE, só no Rio de Janeiro, 29% dos adultos solteiros com mais de 30 anos moram com os pais, e, entre todos os filhos que moram com os pais, um quarto tem mais de 30 anos, sendo mais da metade (54%) homens.

Apesar de ser um fenômeno mundial, o filho bumerangue, ou o filho canguru modalidade de filho independentemente financeiramente e que adia a saída de casa, são um “espécime” de filho, mais comumente encontrados em culturas ocidentais do que nas orientais. Nós latinos temos um apego maior à cria, e deixar o filho voar para nós é uma situação bastante conflituosa.

Por um lado, a sensação de dever cumprido e orgulho, por outro aquele frio na barriga que nos deixa com a pergunta: Será que ele/ela está pronto? E com medo mesmo, assistimos eles partirem para o mundo.

Em algumas situações, a partida do filho significa a expansão da família. Com casamento, logo os filhos trazem os netos. Em outras, a partida dos filhos deixará na casa a sensação de “ninho vazio”. Independente de qual das situações se viveu, a elaboração dessas experiências costuma ser muito rica. Fazemos um balanço de erros e acertos, é um aprendizado sem tamanho.

O Retorno

Seja por falta de grana, de emprego, de conforto, insegurança, divórcio ou difícil adaptação à vida adulta, alguns filhos depois de independente financeiramente, voltam para casa de “Mamis”; para o seio da família de origem.

Grande parte desses jovens adultos de hoje, nasceram entre 1980 e 1995, e fazem parte da promissora e qualificada geração “Millenials”, muitos dos seus representantes cresceram ao longo da maior expansão econômica do século XX, são considerados da mais bem preparada geração até então, onde pela primeira vez, “filhos” ultrapassaram os pais em termos de conhecimento.

Esses filhos, tinham, há alguns anos, um risonho futuro pela frente[1][2], mas se depararam com um cenário econômico de recessão. Sem emprego, sem renda, ou com renda diminuída, esses jovens retornam para o ambiente conhecido da casa dos pais, com malas, cuias, muitas vezes, com cônjuges e filhos, alterando toda a dinâmica do casal, quer seja em aspectos psíquicos, quer sejam aspectos financeiros, decompondo a rotina de três gerações. Avós, filhos e netos.

Ciclo Vital da Família

Assim como na economia, a psicologia divide o ciclo de vida em fases distintas, essas fases possuem cenários de transição e pontos nodais com características marcantes: Casamento, nascimento dos filhos, educação dos filhos em idade pré-escolar, em idade escolar e adolescentes, saída dos filhos do lar Duvall (1985), aposentadoria e morte. As fases de transição, normalmente, são as mais complexas, é deixar o conhecido e viver uma novidade com todos os riscos do desconhecido, emocionalmente e financeiramente falando.

Depois de ultrapassadas as fases, o esperado, é seguir em frente, voltar atrás, normalmente não está nos planos, e nesse momento então, nos deparamos com uma situação bastante delicada de retorno a família de origem, a convivência diária com a família expandida e as regras para se conviver com satisfação nessa nova realidade e a inclusão inesperada de despesas no orçamento financeiro.

Senta e conversa antes dele vir te visitar de mala na mão.

O ideal, entes do retorno desse filho a casa, é uma conversa franca em família ouvindo ambos os lados, entender até mesmo se existe um espaço para esse retorno. É preciso deixar claro o papel e a contribuição de cada um nessa nova dinâmica. Pode ser que os pais estejam vivendo um outro momento como casal, como profissionais e esse novo arranjo familiar precisa ser delineado. O filho que retorna, não pode se colocar simplesmente no lugar daquele que saiu anos atrás de casa. Mesmo que não pareça, tudo mudou!

Tenho uma amiga, que depois de aposentada recebeu em casa a filha com duas filhas pequenas e estava grávida de mais uma menininha. É um sentimento muito confuso, de alegria por estar todo mundo debaixo da sua asa novamente, crianças e bebezinho em casa, ela está feliz da vida, mas a preocupação com as finanças da família é enorme, em uma idade que para ela, voltar para o mercado não é mais tão fácil! Isso deve ser considerado!

As despesas de alguma maneira precisam ser divididas, as tarefas da casa, os limites, as regras e os espaços redefinidos e respeitados, para que essa grande família se dê bem, e pode se dar superbem! Nas famílias onde os pais já estão em idade avançada, ter os filhos por perto, além de alentador, pode ser uma alegria e aumentar a qualidade de vida. Para os netos, caso esses já existam, a convivência com os avós é sensacional, mas isso tudo, em uma situação bem idealizada, porque também se o relacionamento não for bom, será um “quebra pau” diário em casa…

Imagina na sua casa Dominique!

Escrevendo fiquei imaginando se por algum motivo minha filha traz o namorado para morar em casa e ainda trazem o gato que eles adotaram! Os dois, o namorado e o gatinho são bem bacaninhas, mas realiza! Eu com a casa cheia de passarinhos e mais a Larinha e a Babi…Hahahahah! A gente ia se matar aqui!

Mesmo que seja só por uma fase esse arranjo não pode simplesmente acontecer, precisa ser conversado, certo?

E você, tem alguma experiência com filhos bumerangue ou conhece algum? Conta para mim!

[1] Segundo o IBGE, no primeiro Trimestre de 2018, a taxa de desocupação chegou a 13,1%, São mais de 13 milhões de pessoas sem trabalho no Brasil.

[2] http://www.ver.pt/obrigatorio-adiar-vida-adulta/

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O que é caro e o que é barato quando o assunto é cuidar da sua pele?
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Paula Sauer
Paula Sauer

Economista carioca, que trabalhou por 17 anos em uma instituição financeira, se apaixonou por psicologia econômica e não parou mais, lidar com o comportamento das pessoas em relação ao dinheiro para ela é muito mais do que falar de planilhas e juros, é falar de sonhos, medos e mudanças de hábitos. Paula que também é planejadora financeira não guarda o que estuda só para si, escreve em jornais, blogs e revistas de grande circulação no país. Com mestrado em finanças comportamentais, se realiza em sala de aula, onde aprende e se diverte muito com os alunos.

2 Comentários
  1. Que tudo!!! Que bom que o texto fez sentido pra vc! Maria do Carmo!!!

    É o negócio é esse: senta e conversa antes que ele venha com a mala na mão.

    Beijão!

    Paula Sauer

  2. Incrível! Identificação total!!! Tenho um filho que voltou pela segunda vez sempre depois de uma separação. Dessa vez tem uma filha (minha neta) linda que está com a mãe. Ele voltou sozinho! Mas os sentimentos são muitos e misturados…meus, dele e do pai (meu marido). Estávamos (o casal) em uma fase de independência total e gostando muito e perde-se isso…os limites precisam ser estabelecidos…todos! Não é fácil e na minha opinião não é uma situação boa para nenhuma das partes…concordo com você: precisa ser conversada e deve ser sim provisória. Estou nesse momento procurando administrar com muito amor para que não seja doloroso…nem sempre acerto.

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Nossos filhos, nossos sonhos? E se as escolhas deles forem diferentes das nossas?

Dominique - Filhos
Muitas mulheres idealizam e imaginam que seus filhos irão fazer escolhas perfeitas que elas consideram adequadas e aceitas socialmente. E esquecem do detalhe mais importante: o fato de que os filhos tem seus caminhos e motivos próprios. E acabam fazendo escolhas que nem sempre correspondem aos projetos dos pais….

Desde cedo os filhos vão internalizando aprendizados, regras, valores e significados extraídos da convivência com a família, amigos, da inserção nos grupos, na escola e com as diversas experiências da vida. Esse repertório é único…basta imaginar que dois filhos, que cresceram e viveram na mesma família, passaram pelas mesmas situações e, mesmo assim, são diferentes na sua forma de ser, agir e ver o mundo. Nossa história de vida e nossos aprendizados são elementos essenciais na forma como decidimos viver.

A relação entre pais, mães e filhos atravessa constantes reformulações ao longo da vida. Os pequenos se limitam a fazer escolhas em algumas esferas da vida e, na maior parte das vezes, são direcionados pelos pais. As crianças se tornam jovens e querem alçar voos com maior independência, arriscar, tomar decisões. Nessa fase, muitos já decidem suas carreiras profissionais, descobrem como desejam se comportar afetivamente e sexualmente, e fazem outras tantas escolhas importantes que podem perdurar vida afora.

Os pais precisam encontrar o sábio equilíbrio entre apoiar e impulsionar os filhos para a autonomia. Essa é uma arte que requer desprendimento, principalmente para compreender que não controlamos tudo, que nossos filhos se tornaram ou se tornarão seres únicos, adultos e independentes (que bom!) e irão fazer escolhas próprias que podem não corresponder ao que a mãe considera certo ou que seja o melhor caminho a ser seguido.

Deve-se confiar nas sementes lançadas na criação dos filhos, acreditando na capacidade de desenvolvimento deles em gerenciar a própria existência. Mesmo que se discorde das escolhas dos filhos, é necessário respeitá-las, pois somente o próprio indivíduo é capaz de avaliar a melhor forma de viver o seu dia-a-dia.

Obviamente que isso se torna muito mais preocupante quando os filhos fazem escolhas destrutivas como o uso de drogas, cometimentos de crimes e outras questões mais graves que necessitam atenção específica e especializada. Tais condutas podem significar que não estão conseguindo conduzir suas vidas com equilíbrio e responsabilidade. Ainda assim, escolhas foram feitas. E as mudanças vão depender de esforço e da força de vontade da própria pessoa para que aconteçam.

Considerar os filhos como extensão dos próprios sonhos pode ser frustrante; torna-se essencial que possamos olhar para as pessoas e aceitá-las como são e desejam ser. Os filhos crescem, evoluem e devem trilhar caminhos próprios e de bem (entendendo que há diversos bons caminhos) para que sejam autônomos e felizes. Cabe às mães refazerem seus projetos, remanejar suas expectativas e seguirem em frente com paz no coração.

Para algumas mulheres talvez esse seja um ponto difícil. A escolha de como os filhos querem viver. E os sonhos dela? E se ela é louca para ser avó e esse filho(a) não quer ter filhos? E se ela sonha com um filho(a) médico(a) e ele(a) decide ser músico(a)? Muitos conflitos surgem nessa hora, porque todos querem ser contemplados nos seus anseios.

Mas se o nosso sonho depende do outro, como podemos decidir sobre ele? Como obrigar os filhos a terem filhos se não querem? Como obrigá-los a estudar medicina se isso os tornará infelizes?

Em algum momento dessa trajetória, os filhos também tiveram que lidar com suas idealizações sobre seus pais. Os filhos também desejaram que os pais fossem diferentes ou fizessem coisas que não fizeram. Relacionamentos são vias de mão dupla…os filhos também tiveram que lidar com os pais que seus pais nunca foram.

A vida é feita de realizações e frustrações. Lidar com a frustração de um sonho não realizado pode ser doloroso, mas é extremamente importante e pode conduzir ao amadurecimento.

A energia emocional ligada ao que não foi realizado conforme idealizamos fica presa, impedindo que outros projetos e sonhos possam surgir e tomar forma. Quando nos desprendemos e superamos, passamos a enxergar novas possibilidades, a respeitar o movimento da vida. A ressignificação abre os caminhos: Quem deseja ser avó pode exercer esse papel com outras crianças da família ou filhos de amigos e que tal assistir a um recital do filho músico? Pode ser divertido descobrir novas afinidades e caminhos!

Como você lidou essa questão com os seus filhos? Conta para mim!

Leia Mais:

Não sou nada fácil, mas alguém aí quer ser minha amiga?
Jamais diga desta água não beberei – Sim eu fiz uma tatuagem – Parte 1

Alcione Aparecida Messa
Alcione Aparecida Messa

Psicóloga, Professora Universitária e Mediadora de Conflitos. Doutora em Ciências. Curiosa desde sempre, interessada na beleza e na dor do ser humano. E-mail: alcioneam@hotmail.com

4 Comentários
  1. Ótima reflexão! Não sou mãe, mas passei momentos difíceis como filha. Adorei o texto!

    1. Oi. Boa noite. Criei meus filhos até uma certa idade, mostrando a eles as consequências entre escolher o certo é o errado é nesse meio conduzindo- os com a palavra de Deus. Minha filha é inteligente, educada,consumista. Tem um bom coração. O que estou engolindo é a opção sexual que ela escolheu que faz a gente ficar em desarmonia. Meu filho trabalhos, rígido, namorador e vive achando que vai ser rico. Ele na parte reliosa aceita oração acredita na Bíblia. O que eu peço no pé dele pata respeitar e amar com verdade a namorada e não ficando com mais. Escolha uma e ama- la e respeita-,,lá, Se não vai colher o que plantou.

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Minha lista de pequenos prazeres

Dominique - pequenos prazeres

Ninguém gosta de se privar de prazeres.
Parece que com o passar dos anos mais prazeres são proibidos!!
Você tem esta sensação?

Bom! Pra algumas coisas sim. A idade manda a conta rapidinho.
Mas você já se deu conta de que conquistamos outros privilégios muito valiosos?

Pequenos prazeres que valem muuuuito a pena!
Quer ver?

Ter tempo
Tenho de trabalhar, e ainda pensar na casa. Mas cuidar de filhos, fazer almoço, jantar, participar de festinhas de aniversário… não mais, ufa!

Judiar do cartão
Já conquistei muitas coisas. Agora posso gastar um pouquinho a mais comigo, ou muuuito mais!

Não perder a cabeça por coisas pequenas
Não mesmo! Tenho mais consciência do que quero e gosto. E se não concordam comigo… paciência!

Não fazer nada!
Dolce far niente é uma terapia. Pode ser indulgência, é sim, e tenho praticado muito!

Não precisar ter comida em casa
Sabe aquela obrigação de deixar o café, o almoço e o jantar prontinhos todos os dias, no mesmo horário? Não tenho mais!

Tirar férias e viajar fora de temporada
Pago mais barato pelas viagens. Os lugares estão mais vazios. E, pra completar, ainda aproveito São Paulo nas férias dos outros!

Sair com a turma sem se preocupar com o regime
Não tenho mais aquela obsessão por dieta e por contar calorias. Claro que não exagero, mas eu me permito sim!

Final de semana sem compromissos
Passar o final de semana todinho de pijamas, fazendo maratona de séries na Netflix. Adoro!

Saber o que é bom (ou vale a pena)
Não é legal reconhecer rapidinho o que é bom e o que é ruim! Quanta coisa eu ganho, quanto tempo economizo!

Valorizar as coisas pequenas
Talvez, o prazer mais importante. Valorizar todas estas pequenas coisas que conquistei na vida!

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

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