Tag: Dominiques

Novos amigos? Na minha idade?

Fui a uma exposição semana passada de uns amigos galeristas. Ahhh adoro esses dias de vernissage que são animadas com gente de toda parte.

Além de estar linda, ou até por causa disso estava lotadíssima. Bom para meus amigos, mas para uma mulher depois dos 50 anos pode começar a ficar um tantinho quente demais. Hora daquela saída estratégica para meu cigarrinho.

A sensação de sentir aquele ar gelado no rosto ao sair de um lugar abafado é libertador.

E dou início a meu delicioso ritual : pego minha carteira de cigarros, abro, escolho aquele que não desorganizara as fileiras, acendo e dou a primeira tragada com um prazer descomunal. Ao soltar a fumaça no escuro daquela noite, percebo alguém a me observar. Uma mulher parada também na porta da galeria olhava para mim e para a fumaça de meu cigarro com uma certa fixação. Difícil explicar aquele olhar.

Imediatamente e com a voz mais gentil que consegui, para não assustá-la de seu devaneio, abri meu maço de cigarro e ofereci:
– Boas….Aceita um?

-Ohh não, obrigada. Parei de fumar há quase 6 anos. Desculpe, mas estava tentando fumar junto com você . Desculpe novamente se pareci uma psicopata.

E começamos naquele momento um papo divertido, com ela me contando as dificuldades que teve para largar o vício. Percebi que ela tem uma veia dramática pronunciada quando falou que em sua vida há duas coisas que de que se lembra todo os dias: Do pai dela e do cigarro. Até agora não sei quanto daquilo foi uma frase de efeito ou uma verdade absoluta expressa de maneira jocosamente dramática.

Apresentamo-nos. Ela se chama Dominique. Brasileira, mais ou menos da minha idade, e vem com uma certa frequência a Portugal.

Apesar de ambas termos saído para “refrescar”a essa altura ja estávamos sentindo frio mesmo. E nossos amigos já estavam chamando. Antes de nos perdermos porém, ela me contou do projeto Dominique, e das Histórias de Dominique. Toda a ideia de valorização da mulher sem radicalismos e rancores.

Não pensem ,vocês brasileiras, que aqui em Portugal é muito diferente do Brasil . Digo isso com conhecimento de causa porque sou nascida e criada cá em Lisboa porém fui casada com um brasileiro. Na verdade um carioca. Não, meu ex é mais que carioca. Ele é do Leblon  e é assim que se define. Desculpe, não resisti a farpa.

Mas este é o motivo que escrevo em “brasileiro”. Ahhh Você não sabia? Aqui na Terrinha, falamos Português, e os brasileiros falam Brasileiro. E é assim que se diferencia. Pronto. Se bem que por vezes tenho certeza que deixo escapar alguns “Portuguesismos”

No dia seguinte, curiosa que sou entrei no site dessas mulheres . Comecei a ler as histórias e não consegui parar. Fiquei hipnotizada.

Mandei um e-mail para o site, tentando alcançar Dominique que não tinha me deixado contactos. Pouco depois recebo sua resposta.

Aceitou meu convite para um café!! Ora, que porreiro*.

Gente..Está a parecer que estou interessada nela, pois não? Mas que nada. Aliás nada contra porém não é esse o caso. Muito gira** minha nova amiga e seu projeto. Porque já me sinto sim amiga desta e de muitas outras Dominiques que encontrei no site.

Marcamos uma prosa no Café Cotidianos no Chiado. Adoro aquele lugar e Dominique não conhecia. Por lá ficamos até sermos postas a correr para poderem fechar o estabelecimento.

E gente, como me envolvi com esse projeto. Como gostei de tudo isso. E como tenho histórias para contar.

Então, muito prazer! Eu sou Barbara Godim, portuguesinha completamente tropicalizada, e com a certeza de que amigos são nosso maior patrimônio nessa altura da vida.

Vou escrever algumas histórias, alguns casos verdadeiros, algumas lendas e tentar mostrar um Portugal diferente daquele que você tem visto nos blogs.

E principalmente, quero fazer amigos. Quero te conhecer e conversar com você.

Porque envelhecemos enquanto temos capacidade de fazer novos amigos – já dizia uma velha nova amiga.

NE * porreiro = bacana

** Gira = Legal.

Leia também :

A grande e variada lista de amigas de uma Dominique

Danças Ocultas – Grata surpresa portuguesa

Barbara Godinho
Barbara Godinho

Sou uma Portuguesa meio tropicalizada. Moro em Lisboa, já fui curadora de museu e exposições. Hoje trabalho com turismo. Apaixonei-me pelo projeto Dominique e cá estou a colaborar.

2 Comentários
  1. Adorei!! Gosto muito de ler, adoro um boa história. Sou uma “Dominique” de 76 primaveras, verão, outono e inverno. Até mais abraços cordiais.

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O Manto da Invisibilidade

Modéstia a parte, ou totalmente sem ela, sempre fui daquelas que ao entrar em um lugar cabeças se viravam para me acompanhar.
Fosse pela minha altura, meus cabelos, minhas roupas ou pelo conjunto da obra, sempre fui acostumada a ter olhares a me seguir.
Mas veja só, parece que como num passe de mágica, ao fazer 50 anos, vesti o sagrado manto da invisibilidade.
Percebo que não sou a única.
Minhas amigas também estão nesse processo de desaparecimento gradual.

Mas até aí, desgraça de muitos alegria de tonto, né?
Adelante, Dominique!!
Só que percebo que surge um fenômeno.
Percebo que as mulheres começam com esta idade ou até antes a fazer um movimento para sair deste lugar onde os filhos já não precisam mais delas e as deixam num cantinho esquecidas.
O marido ainda ativo e vigoroso, por muitas vezes, se gaba de grandes “maratonas corridas”.
O que era natural para nós, hoje exige um certo esforço, uma certa ginástica.
Estamos tentando com todas as nossas forças não sermos invisíveis!

Afff…Vejo cada coisa que vc não acreditaria cara colega:
O que essa mulherada (eu inclusive) faz para jogar longe este manto indesejado!!

– Perceba na academia que algumas contemporâneas se estendem umas horinhas a mais.
Seria por causa do musculoso personal?
Pode até ser, mas pouco provável.
Chance maior é dela estar apavorada mesmo é com a proximidade do verão.
E quando falo apavorada não é figura de linguagem!!

– E aquelas que resolvem se engajar em causas político sociais?
Oh my God.
Só não são mais chatas por falta de espaço.
Mas não são invisíveis..Ah isso não são.

– E tem ainda as jovens.
Aquelas que não só arrancam o manto como a barra da saia tb.
Quanto mais longo o cabelo, mais curta a saia.

– Outro dia numa festa a fantasia, uma amiga foi de BondGirl e fantasiou o marido de James Bond 007!
Agora, um doce se você descobrir qual das BondGirls ela tentou representar.
Difícil dizer.
Mas, por dedução, maridão carecão, era o Sean Connery (ou algo remotamente parecido).
Daí, por exclusão e vendo suas roupas (ou a falta delas) e seus cabelos molhados ela era Úrsula Andress.
Coisa linda!!!
Fizeram o maior sucesso. Isso sim é ser visível!!

Mas a maioria já chegou a conclusão que o que vale é o bom humor e muita risada.
Mesmo assim, queremos é sermos vistas.
De maneira alguma me confunda com a cor da parede!!!
Por exemplo, ontem  tive um happy hour.
Aí veio aquela sensação ao entrar no bar.
Ai… Será???? De novo??? Poxa vida!!!
Mas até que ontem mandei bem!!!
Ahh, péra!! Jura?
Você está surpresa por eu contabilizar as cabeças que se viram?????
Nunca fez isso? ??????
Mentirosaaaaaaaaaa

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

35 Comentários
  1. Fiquei viuva aos 43. Depois de alguns anos namorei. Me sinto bem com meu corpo,mas percebi que nesse momento me aprecio mas do que supostos interessados. Outro dia, depois de algum tempo de flerte, e dele ter me dado o cel, mandei mensagem do dia dos pais. Respondeu com um obrigado seco. Fiquei na minha. Hoje o vi, foi educado e distante. Fiquei pensando no que uma amiga disse. Que quando um homem pensa ou imagina o interesse de uma mulher da faixa etária dele, fica como que indignado tipo. _ Essa coroa não se enxerga! Kkkkk Acho que eles vêem espelho na gente. Vcs concordam meninas? E olha que a pessoa é três anos mais velho que eu, barriga mole, grisalho, bem caidinho! Tô melhor! Bem melhor que ele kkkkk

    1. Beth, você tem razão. Por exemplo, é raro que homens de 50 procurem mulheres de 50. Não sei se eles se enxergam mais novos ou se nos vêem como velhas. Há raras exceções, mas são exceções mesmo! É muito mais comum ver homens de 50, 60 com mulheres de 30 e 40, digo segundo relacionamento/casamento. Já as mulheres com homens mais novos são vistas como papa anjo, o que é uma injustiça! Concorda?

  2. Dominique!
    Acabei de enviar um email para um rapaz que faz vídeo motivacional, perguntando quando ele faria um vídeo sobre ter 50 anos! E agora? O manto da invisibilidade é mais um acessório que vou ter que carregar, mas e o TRABALHO!!!? Acredita que eu nem me lembrava mais que faria 50 anos? Pois estou num ritmo de vida que ainda preciso trabalhar muito! E ainda por cima resolvi me separar (depois de 28 anos) e trocar de emprego (depois de 17 anos). Culpa? Não, mas necessidade de mudar tudo! Descobrir o site e me ver uma Dominique foi a melhor coisa que me aconteceu nestas últimas semanas!Portanto não pare com o site , todas são maravilhosas, eu descobri o meu mundo e que eu definitivamente não estou sozinha! Sou sua fã! Obrigada.

  3. Estou vivendo esse momento,
    Vim ficar com minha filha , grávida e com uma bb de 1ano e 7meses, dois bbs, para cuidar e ajudar nas tarefas (todas ).
    Foram 4 meses de aprendizado, paciência e muito choro, me sentia um cone, cada hora era colocado num canto, sem direito a falar ou expor qq assunto.
    Será que ficamos tão distantes dos filhos a ponto de sermos tratados com estranhos? E a palavra certa é essa : ser invisível.
    Me olhava no espelho e via minha mãe , que cuidou de 7 filhos, não sei como!
    Deus deu muita força para nós mulheres.

  4. Tenho 58 anos e aceito o tempo de envelhecer. Nada é eterno. Faz parte da vida. O que vi aqui na maioria dos comentários, uma certa amargura ,uma revolta contra o tempo. Cuidemos da alma sempre para aceitar o tempo das coisas.

  5. Wow…eu achei incrivel ler sobre o que voce escreveu…tenho 52 anos e hoje fui almoçar com minha filha e eu estava justamente falando sobre esse manto de invisibilidade…..Complimenti…estou aliviada por não ser a unica a me sentir assim…..obrigada !!!!!

  6. É exatamente assim que me sinto, parece que fui eu que escrevi este texto!!!
    Tenho 52 anos e ficar invisível, pra quem passou uma vida sendo muiiiito visível é uma fase de crescimento e mudança total de paradigmas e valores. Não que eu não me goste atualmente, pelo contrario acho que estou ótima em todos os aspectos. Entendo que preciso só encontrar outra turma, tenho algumas amigas mais novas que ainda não entendem isso. Parabéns pelo artigo, adorei!!!

  7. Preciso aprender a mexer vestir, sem parecer velha e nem coroa aparecida, sabe como é? Convivo com pessoas pouco mais novas que eu, estou sempre antenada, mas não quero passar de ridícula.

  8. Tenho 51 anos, uma marido mais novo, uma filha linda de 15. Ainda não sou invisível, mas tenho, mas tenho vergonha de encarrar as pessoas, como se elas fossem perceber que de perto “o negócio tá feio”. Costumo brincar que sou original de fábrica, nada de lipo, silicone, preenchimento nem botox ainda… Mas a vontade está imensa de fazer algo, o que me segura é que tenho medo de ficar como pior, pq uma hora eu vou ter que “envelhecer de verdade” como disse Dominique

  9. Me identifiquei total com o texto. Tenho 59 anos. Dividir estas experiencias, ler comentarios parecidos com nossos sentimentos me da uma sensação de alivio! “ não sou a unica” . Adorei conhecer o grupo! Que venham mais Dominiques ! Estamos juntas

  10. Desistir jamais. Não sou invisível. E qdo me perguntam se faço exercicios para a saúde, digo que não preciso pq já tenho saúde e está cuidada. Vamos ao embelezamento eterno, Afinal é algo que ocupa o tempo, distrai e ainda se fica bonita. Que atire a primeira flor linda, o primeiro nascer do sol maravilhoso e a primeira noite estrelada sensacional quem nunca quis ser belo.

  11. Fiz 61 em setembro. Em 2013 , ano do casamento da minha filha mis velha, resolvi deixar os cabelos platinados. Foi um drama! O único que realmente gostou, foi o meu marido.. e os meus cabelos que pararam de “se suicidar”… estava ficando careca com as tintas. Hoje me sinto melhor. Apesar da cabeça branca, ainda vejo alguns homens e , pasme, rapazes me lançando olhares… logicamente a proporção diminuiu drasticamente mas é ainda satisfatória…kkk No Brasil ainda existe muito preconceito, não apenas com os cabelos brancos, mas com a velhice em si! Mas o DOMINIQUE veio a calhar para sacudir a poeira!❤️❤️❤️

  12. Como disse Rita Lee: envelhecer é p os fortes!!!
    Acho q ela tem razão!
    E neste patriarcado em que vivemos: envelhecer é p fortalezas !!!

  13. Dia desses, fui “xingada” por uma “jovem” que aparentava 30 e poucos anos. Chamei um táxi e quando o carro chegou ela quis tomar como se fosse ela quem chamou, não era Uber ainda, como eu a convenci que o taxista veio atender ao meu chamado, ela soltou um sonoro “SUA VELHA”. Segui meu caminho refletindo sobre aquele xingamento, até hoje reflito. Como bem diz a @Consueloblocker: envelhecer no Brasil é errado.

  14. Haha Dominique! Tenho 47 e já sou invisível há mais de uma década, mas realmente nâo me importo…perdi o interesse em ser olhada, em ser atraente… está bom pra mim assim…

  15. Concordo plenamente, costumo dizer que estamos no limbo, já que os muito novos – não nos interessa é os da nossa idade(os que se salvam) só têm olhos para aquelas de, no máximo, 35 anos; difícil, né??

  16. Gostei! Farei 51 em fins de abril deste 2017. Tive um tumor no seio há 2 anos, fiz quimio, tenho uma filha de 15 e, para completar, em novembro de 2016 terminei o relacionamento com o pai dela, de quem já era divorciada há 14 anos… Descobri algumas coisas e percebi outras tantas, que aconteciam durante anos e acabaram fazendo parte de um inventário de desgostos. Finalmente, acho que estou fazendo o caminho inverso: me descobrindo depois de muitos anos de certo confinamento numa relação cujo saldo, ao final, foi negativo para mim… Me sinto extremamente liberta e feliz!

  17. Amei esse texto, pois é muito trabalho pelo momento que estou vivendo juntam com minhas Amigas dessa faixa etária… Mas temos que conviver com essa realidade.Afinal parece que faz parte dá cultura do nosso País….Mas tiramos de letra esse problema.Procuramos nos produzir muito bem e colocamos um belo sorriso no rosto…Bora ser feliz!!!!

  18. Vc só ficou invisível agora?Eu sempre fui. Padrão diferente é assim mesmo. Nunca vai ser visível. É quando chegar aos 50 já se acostumou.

  19. É muito difícil a invisibilidade quando estamos acostumadas a sermos atraentes, chamar a atenção, atrair olhares. Confesso que tem sido um tanto doloroso pra mim. Por mais que façamos não temos mais a beleza da juventude. Pior ainda é quando por alguma razão nos comparamos com uma mulher mais jovem…aí é avassalador. Se viermos a nos apaixonar por um homem mais novo entao, (sim, somos humanas, de carne, osso e sentimentos ainda ), aí a idade se torna um verdadeiro problema. Mas não temos outra opção,tentar sempre melhorar nossa aparencia, mas aceitar que os anos passam para todos.

  20. Concordo virei Dominique, aos 56 anos sou uma pessoa invisível, nunca me senti tão mau. Tenho como você escreveu muito ainda que contribuir mas será que vão deixar? Atualmente a experiencia não serve pra nada.

    1. Marcia,

      A experiência serve para muita coisa sim!!!
      E temos muuuuiiiiito o que fazer.
      Mudamos. Nosso papel no mundo mudou.
      Vamos mudar a visâo que o mundo tem de nos!!
      Ou pelo menos, vamos tentar, ne?

      Beijocas

      Dominique

  21. penso ser um desafio , para todas nós continuarmos atraente .. Sexy e interessante … E quer saber?? Acho estimulante Cuidar com toda atenção e carinho de você em um todo .., em todas as áreas Emocionais .., físicas.., mental … Sexual e espiritual …. E vamos a cada dia , desvendando este maravilhoso momento do Amadurecer

    1. Regina,
      Estou com vc. Tb acho.
      E somos muitas.
      E muitas de nós ja vimos isto.
      Falta o nosso em torno perceber e nao “atrapalhar”. kkkk.

      Bjbj

      Dominique

  22. Amei, me sinto da mesma forma, qto a me vestir então, fico, esse é ridículo p minha idade, isso é senhorio demais p mim, esse até que dá mas não gostei, enfim, fico em casa.

  23. Bom artigo…mas nos deixar de lado, especialmente no setor comerciario, lojas, marcas, e uma grande estupidez , falta de pesquisa de mercado…quem tem mais poder aquisitivo e financeiro? Somos nos…e dai pra cima…estabilizadas, querendo qualidade …As vendedoras sempre veem atraz de mim…e tentam elogiar algumas pecas q estou usndo(agradeco, mas nao funciona como galanteio de vendas). Mas na maioria , a moda ainda e totalmente focada “nas novinhas”…HAHAHA, coitados perdendo o mercado mais forte e poderoso, NOS.Ha algumas marcas q ja acordaram e estao fazendo um trabalho lindo mas acho q os precos sao mais apimentados…Somos “multadas e penalizadas” poe ser mais velhas e sabias?

    1. É verdade, quando encontramos algo que nos agrada… não é bem compatível com o nosso bolso….mas, vamos continuar na batalha meninas….avanteee!

    2. Ahhhhhh Magui…Aguarde!!! Vou falar muito sobre isso!!!
      Vou falar muito de como somos maltratadas e esquecidas pelo mercado!!!
      Vc viu meu vídeo “convidada de casamento”?

      beijocas

      Dominique

  24. Eu!! Triste constatação. Eu dei uma enloirada daquelas. Só não faço mais ginastica porque meu tempo continua o mesmo apesar de mais flacidinha. Fazer o que?! Respirar fundo e ir em frente! Atitude é tudo!

  25. Boa, vale lembrar o momento que vc saí com suas filhas e descobre que aqueles olhares não são mais para você

    1. Aiiii, Ana…Tem isso tb!! Acho que vou escrever sobre esse assunto, sabia?
      Eh tudo muito lindo..Mas em alguns momentos eh de uma crueldade conosco, ne?
      Beijocas

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A vida sem ele

A vida sem ele.
Não…Não é fácil.
Nunca foi.

Rompimentos são dificílimos mas sabemos que recaídas são ainda piores. Como seria a vida sem ele?

Assista também : Essa é pra você, caro sedutor de plantão

Sonho de consumo – Qual é o seu?

Assista a todos os nossos vídeos em nosso canal no Youtube

Você sabia que nosso Pinterest está bombando? Sério…Dá uma olhadinha lá https://br.pinterest.com/dominiquehip/

Ficha técnica deste vídeo : A Vida sem ele

Dominique de hoje : Carla Paganni
Direção : Cris Mariz
Roteiro : Eliane Cury Nahas
Produção executiva : Rita Urcioli E Claudio Odri
Figurino : Tigresse

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Um evento, um cliente, uma amiga e muitas histórias

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© 2018 Luís França - www.luisfranca.net - Direitos reservados.

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Mastino

O restaurante Mastino caprichou!!

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Evento Dominique no Shopping Anália Franco

Hoje assisti algo muitíssimo perturbador. Saí diferente de lá.
Sim. De lá. Apesar de ser um vídeo do Netflix, embarquei na narrativa da pessoa. Foi uma viagem conturbada e emocionante.
Se já assistiu “Nanette” sabe do que estou falando mas se não assistiu digo que é algo necessário na vida da gente.
Uma amiga me recomendou e foi assertiva: – Você tem que ver!!!
Diante de tamanha ênfase não tive alternativa a não ser assistir imediatamente.

Agora, pensando, reconsidero minha recomendação.
Não.
Não é para qualquer um. Só alguém que te conhece muito bem pode fazer tal recomendação porque como me disse Consuelo ao falar dele, “acho que vai te tocar como me tocou. Cresci uma geração diante daquilo tudo”.
E batata!! A história da comediante Hanna Gadsby me pegou.

Como pode, a Consuelo em menos de um ano, me conhecer assim?
Conhecemo-nos por motivos profissionais em agosto/setembro de 2017. Para palestrarmos juntas em dezembro do mesmo ano.
De lá pra cá, nos encontramos poucas vezes, mas mais vezes do que muita amigona que mora São Paulo.
E toda vez que estamos juntas, temos uma sintonia tão boa!! Assunto pra mais de mês. Papos legais, divertidos e por vezes profundos.
Com ela aprendi o que é FOMO. Aprendi também  que somos muito melhores depois de uma taça de vinho.

Nossa primeira palestra rolou tão bem tão bem, que os presentes acreditaram que éramos amigas de infância mesmo.
Tanto que fomos chamadas para uma segunda que aconteceu esta semana.
A Cliente, o Shopping Anália Franco acreditou no projeto Dominique. Na força da mulher de 50, na Consuelo e em mim.
Quando digo A cliente quero dizer que o Shopping Anália Franco tem que ter alma feminina.  Sem sexismos toscos ou feminismos bobos, digo que poucas vezes fui tão bem tratada por um(a)  cliente. O respeito pelo fornecedor (nós) e pelas próprias clientes que estariam ali nos assistindo, é coisa de mulher no melhor sentido Yin e Yang.
O trabalho é importante. O dinheiro também. Mas todo mundo tem que estar feliz!! E estavam.

Elas ofereceram uma tarde inesquecível para 100 mulheres.
Fecharam um restaurante. Só para nós. Um cardápio super pensado. Para a  chegada, o durante e para o depois. Um inebriante espumante embalou nossas conversas.
E mimou. Mimou a todas nós, com gifts. Muitos Gifts. Quem não gosta de ganhar Presentes? Cada uma de nós saiu de lá com pelo menos 7 pacotinhos.
Yes darling. Pelo menos 7 pois algumas sortudas ganharam o sorteio de outras 10 prendas.
Aiiii Que delícia.

Agora quero falar das 100 mulheres que lá estiveram.
Mulheres bonitas. Alegres. E arrumadas.
Gente!! Elas se arrumaram para irem nos ver!!  Amigaaaaaa, olha que gente mais bacana!!
Entramos, Consuelo e eu, e o que vimos foi um monte de sorrisos. Senti uma felicidade no ar que dava pra pegar com a mão.
Meu nervosismo de principiante e foi dando lugar a Lili. Lili é como sou chamada por algumas pessoas. Lili é a amiga, a companheira, a cúmplice.
Mas não estava nervosa apenas por nao ter grande experiência em estar deste lado do palco. Mas pela responsabilidade diante de um cliente que me tratou a pão de ló.

Sou ansiosa sim. Sou controladora também. Tento há anos melhorar, enfim…A coisa é que  alguém acreditou no que eu falei! Alguém comprou meu sonho. E portanto, o mínimo que eu tenho que fazer é corresponder. Era um compromisso firmado!
Olhei tudo nos mínimos detalhes e claro, contei com ajuda de pessoas muito competentes. E agora, publicamente, aproveito para pedir desculpas . Talvez não tenha reconhecido o suficiente a dedicação de minha equipe.  Muito obrigada! Sozinha ninguém faz nada!

Mas como disse, estava nervosa, muito.
Tentei ensaiar e simplesmente não saiu.
Vc pode imaginar meu pânico?
Tentamos novamente. E eu travei de novo.
Comecei a ficar muitíssimo preocupada. Foi quando Consuelo me convidou para almoçar.
Me acalmou. Conversou. Pedimos um vinho que eu tomei sozinha.
Também já conheço um pouco Consuelo e sei bem que ela adicionou uma doçura extra em sua fala e em seu olhar. Vi que estava preocupada, mas ao meu lado, me entendendo, me desculpando e me apoiando.
E deu certo!! Entramos.  Falamos. Conversamos. Rimos. Vibramos.

Bom, o universo retribui. Quem acredita nisso?
O carisma de minha colega de palco é inegável. O carinho que aquelas 100 mulheres dedicaram a nós, mas principalmente a ela é um sinal. Sinal de que algo de muito bom Consuelo oferece a elas. E como disse, tb a conheço um pouco para saber da verdade e da emoção em cada palavra que falou.
As pessoas estavam lá para saber dela, ouví-la, vê-la. Acabaram conhecendo a Lili e sobrou carinho até pra mim.
Vi como Consuelo tratou cada uma daquelas 100 mulheres. Acredite ou não, ela conhecia a história de muitas delas, sem nunca te-las visto.
Minha amiga responde a cada mensagem recebida em seu blog. Ela se envolve na história das Dominiques, ela se interessa e sofre ou torce junto a cada uma delas. E de verdade, até pq só assim conta, né?

Todo discurso de Dominique girou em torno das histórias que temos para contar.
Pedi histórias para as Dominiques. Pedi que me contassem para que eu pudesse dividir com outras e para que nós, humildemente, tentemos mudar o olhar de uma sociedade para uma geração tão diferente de mulheres que somos nós.
Histórias. Muitas e diversas.

Lembra do tal universo que falei lá em cima?
Então. A hora que abri os mimos do shopping, olhe só o que era um deles :

A Shoulder sabe que Dominiques contam histórias!!

Nem se tivéssemos combinado.

E já voltando para casa, dando uma carona para Consuelo,  emendamos num de nossos deliciosos papos. E foi quando ela me recomendou Nanette. Ficamos no carro papeando, sabendo que não estaremos na esquina uma da outra nos próximos meses, e que na nossa vida corrida, nao sobrará tempo para papos ao telefone. Então aproveitamos nossos derradeiros minutos juntas. E foi aí que ela desceu do carro, e se despediu de mim com a seguinte frase:

– Muito obrigada por respeitar tanto o trabalho!

Pedi que repetisse pois achei que não tinha entendido direito. Mas era aquilo mesmo.
O respeito a que ela se referia, não era a SEU trabalho. Mas ao trabalho. De uma maneira geral.
Ela não individualizou ou trouxe para ela o meu respeito. Ela fez meu respeito soar muito maior pois referiu-se ao trabalho da maneira como eu o entendo.

Consuelooooooo!! Cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!!!

Veja as fotos do evento no Pinterest

Increva-se aqui e saiba antes quando será o próximo encontro!

Você conhece os Pequenos Encontros & Grandes Histórias da Dominique?

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

11 Comentários
  1. Foi fantástico conhecê-las pessoalmente, vocês são pessoas incríveis, super competentes, experientes e com um astral incrível. Obrigada pela tarde deliciosa, cheia de lindas histórias e trocas de experiências e energias boas! Estou feliz por ser uma nova Dominique!

  2. Lili e Consuelo, pena eu não ter ido desta vez..
    Vcs moram no coração ! Tão legal abrirem um espaço de troca, distração, reflexão,risadas, besteirol,choros, etc, etc..mas acima de tudo ,um espaço NOSSO. Sim, isso é possível, é merecido.
    Obrigada Dominiques, até o próximo encontro mas sempre por aqui, bjs

  3. Pena que não pude estar presente neste evento tão especial ; fiquei morrendo de tristeza por não ter remanejado meus compromissos. Pelas fotos, da pra perceber como foi intenso e e leve , alegre e descontraído o evento. . Parabéns Li ou Super LILI ou simplesmente Eliane e concluindo você É o Retrato vivo desta famosa guerreira Dominique! Mil pra vcs e todas Dominiqiues. Parabéns.

  4. Alessandra querida! Conheci nesse evento um outro significado para a palavra carinho. Que coisa mais bonita. O atral estava tao bom que minha impressao é que todo mundo saiu de lá mais feliz do que entrou. E isso deixou a Consuelo e eu em estado de graça.
    Vamos continuar o contato. Até por isso criei aquela página.
    Quem sabe, né?

    Beijos

  5. Menina… me identifiquei 100% no nosso encontro e também com tudo o que vc escreveu! Fiquei muito feliz com nosso memorável dia e por ter conhecido Dominiques tão incríveis quanto suas histórias! Obrigada pela oportunidade ímpar!

  6. Eu me apaixonei pela Consuelo em 2015 sem saber muito sobre ela… A gente conversava pelo Snapchat e fomos criando uma relação tão legal…. Que quando conheci ela foi tão mágico… Então catei os stories para ver a Consuelo… E matar um pouco da saudade… Vou esperar vocês em Floripa e vou levar minha mãe também…. Obrigada por tanto ensinar… Logo logo sou eu com 50 rsss

    1. Karolineeee, Estamos loucas pra fazer um encontro em Floripa..Quem sabe alguém nos convida, né??
      Vou adorar conhecer vc e sua mae!!

      Beijoss e até daqui a pouco!

  7. Imagino que tenha sido um encontro delicioso e memorável, não a conheço bem mas a Consuelo já acompanho há algum tempo e sei de sua delicadeza e atenção com todos.
    Espero que tenha mais encontros como esse para que possa deliciar nossa alma.
    Parabéns pelo trabalho e pelo respeito ao trabalho.

  8. Lili! Acredito que posso chama-la assim, sera
    Sorry pela falta de alguns sinais e acentos, computador novo e ainda não me acostumei com o individuo rsrs
    Delicia demais ver voce e Consuelo juntas – duas pessoas que me ensinam muito, sem ao mesmo ter ideia de que existo, me ensinam moda, cultura, comportamento, me sinto feliz quando encontro um tempinho e passo por aqui! Fiquei curiosa com uma coisa, talvez voce ja tenha explicado em outro post que não tenha lido – o que e FOMO – kkkk me ensina também
    Obrigada por ser uma Dominique e me ensinar a arte do empoderamento feminino! Forte abraco e um lindo dia p voce!

    1. Olá Paula, que delícia de mensagem!! Saber que fazemos parte da vida de alguém dessa maneira, me deixa muito feliz. Pq a ideia é essa!! É fazermos parte. O sentimento de pertencimento é importante em todos os momentos da nossa vida, mas quando viramos Dominiques é vital sabermos que nao estamos sozinhas.
      E FOMO = Fear of missing out – é o medo de estar perdendo alguma coisa. Saber que alguém está fazendo algo e COMO eu nao estou?? É a ansiedade de querer nao perder absolutamente nada.

      Querida, um grande beijo de sua amiga, Lili.

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Vestido – CURTO x LONGO

Dominique - Vestido
E chega uma fase na vida que amiga é mais importante que o marido.

Tá bom. Exagerei. Mas é quase.

É que tem coisas que só com uma amiga.

Você consegue imaginar seu marido te ajudando a decidir se você deve ir de longo ou curto naquele casamento?

Não, né?

Mas pra isso você tem amiga.

Você liga pra ela conta seu drama e ela fica realmente preocupada.

Pensa no seu problema sempre que tiver um tempo.

Vai te ligar umas 10 vezes pra dizer os prós e contras do longo.

Vai na tua casa pra ver como os vestidos estão caindo em você, além de levar quase todo o armário dela para você experimentar.

Vai largar tudo no sábado para ir procurar com você “a roupa”.

Que marido faz isso?

Pior. No dia da festa, depois dele reclamar e chiar que não entende o que você fica fazendo uma tarde inteirinha no salão, olha pra você prontinha, linda e maravilhosa e pergunta se seu sapato é novo.! Aff!

– Não querido… A única coisa que não é novo aqui é justamente o sapato.

Mas é pra isso que você tem amiga.

Nessa altura, você já mandou umas 10 selfies para ela e ela já levantou sua autoestima à enésima potência.

Tks Best friend.

Ah! Você quer saber se fui de longo ou de curto, né?

Pois então…

Aqui algumas dicas de uma daquelas amigas que toda mulher deveria ter:

– Se for convidada, opte sempre pelo curto.

– Longo apenas se o convite sugerir traje black ou longo explicitamente.

– O vestido curto é muito versátil, pode ser usado em diversas ocasiões dependendo dos acessórios.

– Vestido curto para uma Dominique significa comprimento na altura do joelho, um pouquinho acima (pouquinho, hein), um pouco abaixo, dependendo do estado de suas pernocas.

– O grande segredo é mostrar o que temos de melhor. Por exemplo, valorizar o colo com um decote bacana.

Ah! Não tenha preguiça na hora de experimentar. Experimente muitos! É assim mesmo. Não acertamos de primeira. Nem de segunda. Nem de…

Mas de repente, você veste um que pimmmm!  Você achou aquele vestido que te deixou com um colo lindíssimo, cintura fina, costas alinhadas, sem barriga e com o bumbum arrebitado!

Se o vestido não for tudo isso, é quase tudo isso. Tá bom!

Leia Mais:

Independência Financeira – A rota para a liberdade
A Lua, Santinho… Finalmente, a Lua.

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

1 Comentário
  1. Muito bom.
    Me foquei no detalhe acima do joelho pois não me adapto com abaixo do.
    Respeitando cada um com seu estilo e e de bem com o que está usando.
    Valeu a dica.bjs

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