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Perfeitos Desconhecidos – A verdade através dos celulares na Netflix

Banner_Perfeitos DesconhecidosPerfeitos Desconhecidos, último trabalho do diretor espanhol Álex de la Iglesia, acaba de ser adicionado ao catálogo da Netflix.

O longa é um remake da comédia dramática italiana “Perfetti Sconosciuti, sucesso de crítica, público e euros arrecadados.

A versão espanhola também estreou nos cinemas de seu país de origem com grande êxito. Mesmo assim, este não deixa de ser um filme polêmico. Apesar de manter a sinopse original, o espanhol não deixou de revestir a obra com seu próprio tom de comédia.

Apesar de ter um começo lento, seu desenvolvimento é muito agradável. Mesmo que não se reconheça em algum personagem, você simpatizará com as opiniões dos temas discutidos, como monogamia, opção sexual e preconceito.

Numa noite de eclipse lunar, onde as ruas de Madrid parecem estar uma loucura, o casal Alfonso e Eva está nos preparativos para um jantar que será realizado em sua bela casa.

O que consistiria em apenas mais uma reunião entre amigos, como tantas outras antes desta, toma um rumo inesperado, quando no meio da conversa, surge uma ideia: “Porque não fazer algo diferente? Vamos jogar um jogo”. Todos os convidados deveriam deixar seus celulares destravados em cima da mesa, ao alcance de todos. Chamadas, Whatsapps, notificações no Instagram e Facebook, a vida compartilhada por um instante com todo mundo.

Seria um jogo inocente ou uma proposta perigosa?

Interna_Perfeitos DesconhecidosDurante quase duas horas, o diretor constrói uma atmosfera simultaneamente cômica e tensa. Risos provocados geralmente são risos de nervoso e a tensão fica a cargo, quase sempre, de situações absurdas e disparatadas.

O público fica curioso para saber qual será o próximo telefone a tocar, quem será o próximo amigo exposto e o que ele esconde de todos os outros. Como se dão essas relações tão socialmente mascaradas e forjadas é o grande fio condutor da trama.

Outro dos grandes méritos do trabalho do diretor – e que aqui se faz presente – é a habilidade em conseguir desenvolver toda a narrativa num único espaço cênico sem que a linguagem do filme flerte com o teatral.

Muito do projeto se deve à escolha de um elenco afiado que sabe trabalhar com uma trama calcada nas palavras.

A comédia de humor dramático também trata como lidamos com as redes sociais, a relação de dependência e ansiedade com o celular.

Polêmicas e gostos à parte, é inegável que a cada novo filme o trabalho autoral de Álex de la Iglesia se evidencia.

Essa produção espanhola surpreende e é uma ótima pedida para relaxar nesse fim de semana. Um filme divertido que te prende do começo ao fim.

Trailer:

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Dica de filme cheio de emoção no cinema – Uma Casa à Beira-mar

O Vazio do Domingo – Drama de reconciliação e redenção na Netflix

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O Vazio do Domingo – Drama de reconciliação e redenção na Netflix

Banner_O Vazio do DomingoEntre os títulos originais Netflix, O Vazio do Domingo, que comento hoje, é um filme denso, dramático, instigante e desafiador.

Mais de trinta anos depois de abandonar sua família, Anabel (Susi Sánchez) recebe uma visita inesperada de sua filha Chiara (Barbara Lennie). Ela cede a seu desejo de passar dez dias em uma vila remota entre Espanha e França.

Sob a refinada direção do catalão Ramón Salazar, O Vazio do Domingo aborda o vínculo entre mãe e filha, o reencontro após décadas de separação, tudo retratado sem obviedade. Seja pelo apelo emocional embasado na crença de um elo de sangue falar mais alto, seja em uma investida na raiva guardada durante tanto tempo e o desenrolar, portanto, de um grande drama de reconciliação.

O diretor deixa claro que ser mãe e filha é questão de conexão emocional e que esta é construída e não determinada.

Interna_O Vazio do DomingoEm momento algum O Vazio do Domingo dá respostas fáceis, muito pelo contrário, o diretor se mostra audacioso quando alimenta o clima de mistério, quando esconde de nós os segredos que estão por trás das complexas personagens. Realça de forma espontânea o texto enquanto uma relação marcada pelo peso da culpa, pela dor e pela esperança de redenção é construída.

Não sabemos as circunstâncias em que o abandono aconteceu e isso é um dos combustíveis para o filme se tornar tão reflexivo.

O retrato, que foge de romantizações acerca da figura da mãe – amável, imaculada, presente – é um acerto, e a história compreende abordar muito além da maternidade.

Salazar esbanja delicadeza ao realmente estreitar a relação entre mãe e filha, delicadeza encontrada nas poderosas atuações da dupla de protagonistas.

Direção fotográfica impecável, com enquadramentos dignos de se tornarem quadros emoldurados. Não se deixe enganar pelo ritmo vagaroso do filme, pois sua real narrativa é feita pelas imagens, gestos, luz e cortes.

Com DNA feminino envolvendo o abandono materno, O Vazio de Domingo se revela um drama intimista que aposta nos ciclos que se fecham e que trabalha as lacunas que infelizmente são impostas pelo afastamento.

Um filme inquietante capaz de julgar e compreender, de agredir e se compader.

O desfecho é arrebatador!!!

Aqui fica a dica.

Não perca!

Trailer:

https://youtu.be/TsGGP3tyls0

 

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Maquiagem para pele madura – Vídeo 1 – Pele

Papo de mulher – Vamos falar sobre laser íntimo e rejuvenescimento?

 

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Fome de Poder – Um filme sobre a maior rede de fast food do mundo

Banner_fome_de_poderA verdadeira história por trás do sucesso da maior rede de fast food do mundo

Hoje minha dica é o filme, disponível na Netflix, Fome de Poder.

Fome de Poder tem um ritmo ágil, diálogos enxutos, atuações e um ótimo Michael Keaton no papel principal, mas sem dúvida, sensacional é a história real.

Fome de Poder explora a história da criação de uma das marcas mais famosas do mundo, o McDonald`s.

Dirigido pelo cineasta texano John Lee Hancock, o filme apresenta argumentos sólidos, mostrando todo o início da empresa pelos olhos do ambicioso Ray Kroc (Michael Keaton) que guia a trajetória da rede de lanchonetes.

Kroc foi o homem que criou o império do fast food, porém em cima da ideia da inovadora dos irmãos Dick e Maurice McDonald.

Quem já comeu um Big Mac deverá ficar curioso para conhecer a história.

Interna_fome-de-poderKroc (1902-1984) era um vendedor que percorria as lanchonetes emergentes da América, nos anos 1950, oferecendo novos equipamentos para facilitar a operação daqueles pontos de vendas de hamburger. Ao ser surpreendido por um pedido enorme dos misturadores de milk shake que vendia, quis saber mais sobre o desconhecido restaurante na Califórnia que teria demanda para tanto leite batido.

A perseverança de Kroc para entrar no negócio e com seu conhecimento do mercado, transformar o McDonald`s em uma rede de franquias esbarrou na pouca ambição dos McDonald. Eram veteranos no ramo muito satisfeitos com o sucesso local. Quando o obstinado Kroc consegue sua parte na iniciativa, o filme começa a contar em detalhes saborosos como ele vai espalhando as lojas pelo país, não sem enfrentar um milhão de problemas.

A tradução literal do título americano, “O Fundador”, vende o filme de um jeito e o título em português “Fome de Poder”, vende o filme de outro. Ambos corretíssimos, mas o foco está mesmo na disputa jurídica pela rede.

Ver os irmãos literalmente perderem sua criação para um empreendedor esfomeado por dinheiro e poder é uma premissa excelente para um bom filme.

Uma surpresa é a trilha sonora que consegue dar conta do triunfante para o sombrio – quando o sonho dos McDonald aos poucos se transforma no sonho de Kroc – com uma variação sutil de temas ao piano.

Michael Keaton vive mais uma vez o homem dúbio e empresta carisma e energia ao seu personagem impiedoso, vilão meticuloso que abre suas verdadeiras facetas conforme é atacado. Destrói os sonhos dos outros para alcançar status e sucesso. Keaton na pele desse conturbado Kroc demonstra mais uma vez sua qualidade como ator.

Vale a pena conferir essa história real e incrível!

Bom programa para você!

Tags: 2016, Cinema, Fome de Poder, Biografia, Drama, História, Estados Unidos da América, John Lee Hancock, Título Original, The Founder, Michael Keaton, Laura Dern, MacDonald´s, História Real, Netflix

 

Trailer:

https://youtu.be/hpSRzLUFkN4

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Mamma Mia! – O Filme. Vale a pena ver ou rever.

Mamma Mia!- O Filme, ao som de ABBA, musical romântico, leve, divertido. Disponível na Netflix.

Filmes musicais não são bem vindos a todos os espectadores comuns de cinema. É um gênero que você ama ou odeia. A palavra que melhor explica “Mamma Mia!” (2008) é diversão.

A ideia de utilizar as canções dos suecos em uma história surgiu no século passado, sob os últimos resquícios dos anos 80, mas só veio a se concretizar em 1999, quando a peça estreou em Londres e depois exportada para a Broadway e rodou o mundo.

A trama de Mamma Mia! – tanto da peça quanto do filme – começa às vésperas do casamento de Sofia (Amanda Seyfried) com Sky (Dominic Cooper).

A jovem, de vinte anos, sonha com o dia mais importante de sua vida e com seu pai a deixando no altar. O único problema é que a mesma não sabe quem ele é. A única pista está no diário de sua mãe, Donna (Merryl Streep), que na época tinha três namorados: Bill (Stellan Skarsgard), Sam (Pierce Brosnan) e Harry (Colin Firth). Na dúvida ela chama os três, sem o conhecimento da mãe, para o grande dia, na expectativa que saberá quem ele é quando os olhares se cruzarem.

Assim que eles chegam, as confusões começam. Como cenário, uma iluminada ilha grega e como coadjuvantes especiais as duas melhores amigas da mãe que também aparecem para a cerimônia. Muita festa, música e trapalhadas conduzem o enredo sempre pontuado por sucessos do grupo sueco ABBA.

“Mamma Mia!” faz proveito de uma história de amor para ilustrar as melodias famosas de uma banda extremamente popular. Só que ao invés dos Beatles e dos seus lemas revolucionários, temos o ABBA com explosões de cor e energia.

Este não é um filme feito para mudar vidas com mensagens profundas e grandes reflexões. Por outro lado, será quase impossível alguém sair do cinema de mau humor ou bocejando.

Dirigido por Phyllida Loyd, também responsável pela direção teatral, Mamma Mia! é uma obra absolutamente contagiante.

Canções como Dancing Queen, The Winner Takes It All, entre outras e, é claro, a que dá título ao filme, Mamma Mia! colocam elenco e expectadores num mesmo ritmo, provocando risos, descontração e um envolvimento poucas vezes visto no cinema. Aliás se quiser escutar a música, clique aqui.

Outro fator de grande destaque são os protagonistas, todos muito à vontade. A versatilidade de Meryl Streep atinge novos patamares, comprovando porque ela é uma das mais completas, dominando a ação com aparência jovial e muita leveza. Ao lado de Streep, os veteranos Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgard sustentam o bom nível do elenco.

A competente direção musical é feita pelos próprios Benny Andersson e Björn Ulvaeus, ambos da formação original do grupo ABBA e também são produtores do longa.

“Mamma Mia!” é um filme que pode ser massacrado por seus exageros oitentistas em cena. Buscando uma diversão rápida, o longa conquista pela harmonia dos atores e a capacidade de divertir do começo ao fim.

“Mamma Mia!” é um presente para todos aqueles em busca de algo que nos lembre que cinema é também entretenimento, porém respeitando a inteligência da audiência com méritos de sobra.

Para quem gosta de filmes do gênero e se deixar levar pela música, certamente terá bons momentos numa paradisíaca ilha na Grécia.

[fve]https://youtu.be/Kn0hM2QoKMs[/fve]

Bom programa!

Divirta-se!

Veja mais:

Festival Varilux de Cinema

A Amante

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  1. Can you be more specific about the content of your article? After reading it, I still have some doubts. Hope you can help me.

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Lista de Filmes no Netflix para Ver Durante os Jogos da Copa

Olha só a lista de filmes no Netflix para ver durante os jogos da Copa que a Elzinha fez para nós!!!

Queridas Dominiques
Para você que não vai sair de casa, e também não vai assistir aos jogos de futebol da Copa, fiz uma relação de filmes, da , que indico e recomendo. Todos os filmes são muito bons, escolhidos a dedo para agradar todo o tipo de gosto. São filmes para serem vistos e revistos sempre.

Um Conto Chinês
Beleza Americana
A Época da Inocência
Agnus Dei
A Garota Dinamarquesa
A Outra
Diário de Uma Camareira
O Lobo de Wall Street
Babel
Perdas e Danos
Marguerite
O Nome da Rosa
Suite Francesa
Vestígios do Dia
O quarto de Jack
Bastardos Inglórios
Whiplash
12 Anos de Escravidão
A Vida é Bela
A época da Inocência
Em Algum Lugar do Passado
Neve Negra
A Escolha de Sofia
O Menino do Pijama Listado
Os Meyerowitz
O Discurso do Rei

Espero que gostem. Um beijo da Elzinha!

Obrigada Elzinha. Não sei nem por onde começar. Mas acho que vou rever Em algum lugar do Passado que tem aquela música maravilhosa!! Trisssssssste, mas acho que preciso chorar um pouquinho hoje mesmo. Vou aproveitar.

E no dia do jogo do Brasil, vou ver a Vida é Bela. é aquele filme italiano, né? Tava louca pra ver mesmo. Que bom que você me lembrou dele.

Um Conto Chinês eu vou deixar para assistir na hora do jogo da Argentina. Não é aquele filme com o Darin? O da Vaquinha? Então está resolvido.

E você? Quais filmes desta lista vais assistir? Conte para Elzinha e para mim o que viu, de qual gostou, qual amou e se teve algum que preferiria não ter assistido.

Deixe seu comentário. Vai ajudar a conhecermos um pouco melhor seu gosto para filmes.

 

 

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Uma Janela Para o Amor

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Não quer assistir aos jogos da copa? Tem um monte de opções legais!

Dominique - Copa
1 – Que tal colocar as séries em dia e descobrir algumas novas? Aqui vão dicas bem legais, todas disponíveis na Netflix

La Casa de Papel

O Mecanismo

Louva a Deus

Como defender um assassino

Black Mirror

House of Cards

Dominique - Copa

2- Filmes imperdíveis também disponíveis na Netflix

Match Point – Saiba mais sobre o filme aqui.

A Dama Dourada – Saiba mais sobre o filme aqui.

O Melhor Lance – Saiba mais sobre o filme aqui.

Um Contratempo – Saiba mais sobre o filme aqui.

Suite Francesa – Saiba mais sobre o filme aqui.

Cartas para Julieta – Saiba mais sobre o filme aqui.

Frida – A personagem acima de tudo – Saiba mais sobre o filme aqui.

Com Amor, Van Gogh – Saiba mais sobre o filme aqui.

Nossas Noites – Saiba mais sobre o filme aqui.

Dominique - Copa

3 – Maratona Hitchcock

Psicose – Click aqui para ver o filme na Netflix

Um clássico que deu origem a uma série disponível na Netflix. Após roubar uma quantia de dinheiro, Marion Crane (Janet Leigh) refugia-se em um pequeno hotel de beira de estrada. O diretor do local é Norman Bates (Anthony Perkins), um jovem atormentado pela presença de uma mãe autoritária. Aos poucos, Marion descobre os segredos assustadores da família Bates.

Intriga Internacional – Click aqui para ver o filme no Now

Um clássico da espionagem que conta a história de um típico personagem hitchcockiano: um homem inocente confundido com outra pessoa. No caso, Cary Grant interpreta Roger, um profissional do ramo da publicidade que é confundido com um agente do governo por um grupo de espiões. Ele passa a ser perseguido, enquanto tenta provar o engano.

Disque M Para Matar – Click aqui para ver o filme no Now

Um suspense típico das produções do diretor, cheio de tensão, reviravoltas e um crime complexo. A história apresenta o ex-jogador de tênis Tony (Ray Milland) que planeja assassinar a esposa (Grace Kelly), quando descobre que ela está saindo com outro homem. Mas os planos dão errado, obrigando Tony a criar uma nova estratégia, rapidamente, para disfarçar sua responsabilidade no caso.

O Homem Que Sabia Demais – Click aqui para ver o filme no Now

A história gira em torno de um casal (James Stewart e Doris Day) em viagem ao Marrocos. Acidentalmente, Benjamin (Stewart) descobre o plano de um assassinato e passa a ser perseguido por ladrões locais.

Interlúdio – Click aqui para ver o filme no Now

Nesta trama, o mestre do suspense, Alfred Hitchcock filma uma história de amor com os grandes astros Cary Grant e Ingrid Bergman, mas logo começam a surgir investigações e crimes. Alicia (Bergman) é contratada para investigar a presença de nazistas no Rio de Janeiro, enquanto se envolve com um agente do governo.

Dominique - Copa

4 – Já pensou em fazer uma hortinha na sua cozinha?

Para dentro de casa você pode plantar em:

Vasos são alternativas práticas tanto para quem mora em casa quanto em apartamento, com várias opções de tamanhos, materiais, formatos e cores.

Embalagens recicladas: garrafas pet, latas de refrigerante ou alimentos, caixas de leite, potes de vidro.

Floreiras são ótimas para uma horta compacta em pequenos espaços.

Caixas de madeira, espaçosas e baratas, caixotes de madeira e paletes podem ser boas escolhas.

A horta vertical é ideal para quem mora em apartamento, aproveitando espaços próximos a paredes plantando em vasos, embalagens recicladas, estruturas de madeira e sapateiras.

Dominique - Copa

Salsinha

As sementes podem ser plantadas em recipientes com profundidade de, ao menos, 30 cm, para favorecer o desenvolvimento das raízes. Deixe as sementes de molho em água por um dia antes de plantá-las.

Pode ser plantada em qualquer época do ano, mas aproveite dias em que não faça calor ou frio excessivo.

Molhe todos os dias e faça adubações frequentes. Após 2 a 3 meses você pode colher, mas lembre-se que as folhas devem ser colhidas inteiras.

Dominique - Copa

Tomilho

É melhor comprar mudas de tomilho em um viveiro de plantas, porque a germinação de sementes é lenta e desigual.

O tomilho é uma planta extremamente adaptável e pode ser cultivado em locais com temperaturas entre 4°C e 28°C.

Molhe a cada dois dias, porque quanto menor a umidade do vaso em que está plantado, melhor o aroma do tomilho. É importante ficar num lugar com alta luminosidade, sendo luz solar direta por, ao menos, 5 horas diárias. Você poderá colher entre 60 e 90 dias após o plantio.

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Orégano

O plantio por semente leva tempo para o crescimento das plantas e início da colheita. A germinação das sementes costuma acontecer em duas semanas e são muito pequenas.

O orégano é bem adaptável, sobrevivendo a temperaturas mais altas ou bem mais baixas.

O solo não deve ficar seco por muito tempo nem muito úmido. O orégano precisa receber, ao menos, 4 horas diárias de luz solar direta e, quanto mais luz solar receber, mais aromáticas crescerão as folhas. Você pode colher quando a planta atingir cerca de 20 centímetros de altura.

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Pimenta

Deve ser plantada em vaso isolado já que precisa de bastante espaço para se desenvolver e em um local que não ultrapasse os 34°C.

Algumas pimentas, como a Jalapeño, precisam ser cultivadas em climas mais úmidos; outras, como a Habanero, preferem climas completamente secos. Independentemente da espécie, as pimentas se desenvolvem melhor em ambientes muito bem iluminados. A colheita da pimenta varia entre 80 e 150 dias após o plantio.

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Sálvia

Você pode usar diversos métodos de plantio. Pode plantar sementes – que podem ser um pouco mais difíceis de germinar ou comprar já a plantinha de sálvia e transplantá- um vaso.

A sálvia cresce melhor em temperaturas amenas ou mais baixas.

A planta precisa ser exposta à luz solar por, ao menos, 2 horas. O solo deve ser mantido úmido durante todo o cultivo. Se a sálvia estiver plantada em local de temperatura mais baixa, a umidade deve ser mais branda. A colheita pode ser feita entre 90 e 120 dias após o plantio.

Dominique - Copa

Manjericão

O manjericão ou basílico é uma planta anual que atinge de 30 cm a mais de 1,5 m de altura. Cultivado desde a remota antiguidade, o manjericão apresenta atualmente mais de uma centena de cultivares, e suas folhas são utilizadas como erva culinária, especialmente na cozinha italiana e na de vários países do sul da Ásia.

É uma planta que cresce melhor em temperaturas acima de 18°C e precisa de alta luminosidade, devendo receber luz solar direta ao menos por algumas horas diariamente.

Irrigue com frequência para que o solo seja mantido levemente úmido. Tanto a falta quanto o excesso de água prejudicam o manjericão.

Eliminar as flores pode favorecer o crescimento de mais folhas.

A colheita das folhas pode começar quando a planta estiver bem desenvolvida, o que geralmente ocorre de 60 a 90 dias após a semeadura. As flores também são comestíveis.

Viu quantas opções? Só assiste os jogos da copa quem quer!

Leia Mais:

A Rússia por uma Dominique! O país da Copa do Mundo – Capítulo I
Voltando para a casa dos pais… ajustes e reencontro!

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Match Point – A importância da sorte na vida, disponível na Netflix

Dominique - Match Point
Hoje comento o filme, disponível na Netflix, Match Point, thriller frio e calculista que usa a metáfora do tênis para mostrar a importância da sorte na vida. Quando a bola toca na tela, tudo pode mudar no próximo segundo e o vencedor é decidido.

“Ponto Final”, título original, tem Chris Wilton (Jonathan Rhys-Meyers), professor de tênis que conhece uma jovem rica e ingênua, Chloe Hewett que se apaixona perdidamente por ele. Chris, ao contrário, apenas a usa como meio de subir na vida, até que conhece Nola Rice (Scarlet Johansson), uma sedutora aspirante a atriz que vai fazê-lo perder os seus limites e, quem sabe, a sua sorte.

A trama passa-se em Londres, local perfeito para uma ambiência de sedução, suspense e algum caos dramático. “Match Point” foge de todo aquele gênero cômico (marca de Woody Allen), mas isso não o torna menos interessante, muito pelo contrário, graças às sacadas inteligentes, cheias de significados e analogias.

Dominique - Match Point

“Match Point” é um filme especial e diferente, unindo a genialidade criativa de Allen com a narrativa policial sobre o poder da sorte que, em última instância, pode definir quem vence e quem é vencido.

O roteiro, indicado ao Oscar®, em 2005, é brilhante e confirma a competência do diretor que também assina o roteiro.

A escolha dos atores é irretocável, com uma surpreendente Scarlet Johansson que rouba a cena e enche a tela em cada encontro magnetizante com o protagonista. O elenco dá um show de harmonia e afinidade com destaque para Rhys-Meyers.

A trilha sonora é característica de Woody. Feita para dar densidade às cenas, é notável que ela fosse trabalhada peculiarmente para desafiar o espectador a querer desvendar o que está por vir.

Uma trama envolvente, ambiciosa, ousada e que promove uma crítica social forte com um instigante desenrolar até os últimos momentos, que por sinal impressionam.

O desfecho é sensacional, proporciona um final com chave de ouro.

Wood Allen já afirmou que esse é um dos seus trabalhos prediletos e, sem dúvida, concordo.

[fve]https://youtu.be/q99Lx_XhOAw[/fve]

Match Point, vale a pena ver e rever esse filme, realmente imperdível!

Leia Mais:

As Sufragistas – Luta pelo direito ao voto da mulher
Suite Francesa – Amor proibido em tempos de guerra

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Suite Francesa – Amor proibido em tempos de guerra

Dominique - Suite Francesa
Hoje comento e indico o longa, Suite Francesa, disponível na Netflix , um filme baseado no livro do mesmo nome escrito por Irène Némirosky, entre os anos de 1940 e 1941. A escritora nascida na Ucrânia era judia.

Quando os nazistas ocuparam a França, onde ela vivia, a autora foi levada para o campo de concentração de Auschwitz, mas antes deixou com suas filhas o manuscrito do livro.

A versão cinematográfica dirigida pelo britânico Saul Dibb, conhecido pelo filme A Duquesa, que por sinal já comentei, se concentra na segunda parte do livro, aparentemente romântica. A escritora utiliza uma estratégia afetiva para capturar os contrastes nas relações de classe e as relações de ódio, dominação e subserviência entre franceses e alemães.

Suite Française (título original) é um drama ambientado na Segunda Guerra Mundial que se diferencia da maioria dos filmes lançados nos últimos dez anos que tratam sobre a mesma temática.

Michelle Williams interpreta Lucile Angellier, uma francesa de classe alta que busca lidar com a ocupação alemã na França e, enquanto espera por notícias de seu marido, um pelotão nazista ocupa seu vilarejo.

O comandante Bruno Von Falk (Matthias Schoenaerts) decide ocupar a residência de Lucile, o que causa a fúria de sua sogra e a desconfiança da população que passa a classificar a família como colaboracionista.

Apesar de todos os entraves, Bruno mostra-se diferente de seus comandados, o que chama a atenção da jovem. O romance proibido, no entanto, enfrenta as duras dificuldades da guerra.

Dominique - Suite Francesa

Suite Francesa tem uma produção de época maravilhosa. Você se sentirá em uma cidade no interior da França durante a Segunda Guerra.

A direção de arte impecável nos detalhes que, aliás, fazem toda diferença em um filme como esse.

O diretor britânico conseguiu dar ao longa o clima certo de angústia, tensão e paixão que a história exige.

Em um filme cujo título é baseado em uma música, a trilha sonora não poderia faltar. O compositor inglês conseguiu criar uma verdadeira suíte – estilo de música clássica, que vai provocando no espectador uma grandeza de emoções existente também na história.

A edição de imagem consegue fazer com que as cenas tenham ritmo e profundidade para prender o público.

Dando vida à história temos um elenco premiado. Michelle Williams que interpreta a jovem protagonista, excelente como sempre, transborda dúvida, jovialidade e repulsa; Kristin Scott Thomas (a sogra), ótima, dura e autoritária a todo o momento.

Suite Francesa encontra seu diferencial por ser baseado em um excelente livro a partir de uma visão singular.

Temos um belo filme que mostra um pouco mais da guerra a partir de outro ponto de vista. Vai agradar a todos que gostam de um bom drama de guerra, não baseado nas batalhas e sim no conflito que vive no coração das pessoas que apenas pagam por uma guerra que não é delas.

[fve]https://youtu.be/azoDJwdhaWI[/fve]

Sem dúvida, Suite Francesa é um filme que merece ser visto pela narrativa atraente.

Leia Mais:

W.E. – O Romance do Século – Quando o amor supera grandes obstáculos
Baseado em Fatos Reais – Uma história densa de apreensão e obsessão

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W.E. – O Romance do Século – Quando o amor supera grandes obstáculos

Dominique - O Romance do Século

Hoje comento o filme W.E – O Romance do Século, dirigido por Madonna em 2012.

W.E. – O Romance do Século.  Nasceu de uma admiração confessa que Madonna tem pela história de amor memorável entre a americana Wallis Simpson (1896-1986) e o príncipe Edward VIII (1896-1972), da Inglaterra, na década de 1930.

Edward (James D`Arcy) era o filho mais velho do Rei George V . Abdicou do trono para poder se casar com a plebeia americana Wallis (Andrea Riseborough) que além de tudo era também divorciada duas vezes.

O episódio, por sinal, é citado também no filme ganhador do Oscar® O Discurso do Rei (2010).

Depois do casamento Wallis e Edward foram exilados em Paris, como duque e duquesa de Windsor, sob suspeita de simpatia ao regime nazista. Permaneceram lá para voltar apenas após suas mortes.

Madonna reúne vários elementos pelos quais é aficcionada:
-mulheres poderosas
-romances polêmicos e amor incondicional
– o poder da mídia (que perseguia o casal, nos primórdios dos tablóides britânicos, movimento que culminaria na morte de Lady Di nos anos 1990).

W.E. não é um filme só sobre o casal Wallis-Edward. O roteiro atravessa o tempo até os anos 1990 para contar a história de Wally Winthrop (Abbie Cornish), nova-iorquina metida em um casamento falido. Obcecada com a história do casal da realeza, acaba se envolvendo com um segurança russo. Aiás outra fixação de Madonna: trabalhadores do terceiro mundo.

Dominique - O Romance do Século

Realmente um pouco confuso esse vai e vem entre épocas.

Enquanto Wallis é personagem poderosa por si, Wally não se desenvolve a ponto de ganhar a identificação do público.

O filme conta com uma trilha sonora excelente, bela fotografia e direção de arte impecável.

O ponto alto do longa é o figurino perfeito de Arianne Phillips, merecidamente indicado ao Oscar®.

Arianne cuida também do figurino pessoal da cantora e já fez belíssimos trabalhos em vários outros filmes.

A figurinista deu sorte de trabalhar com uma personagem tão interessante quanto Wallis. Ela tinha um bom gosto notório por roupas e jóias, além de um senso estético marcante.  Era cliente dos famosos estilistas da época e um dos seus grandes bordões era algo como: “eu não sou bonita, não tenho o que prenda a atenção, o mínimo que posso fazer é me vestir melhor do que todo mundo”.

Arianne montou um figurino competente, poderoso, mostrando um trabalho imenso de reconstrução de roupas dos famosos costureiros, uma missão delicada e difícil.

Apesar de a crítica ter reagido mal ao filme, é um entretenimento bom e agrada pelo visual charmoso e estético. Para quem gosta das histórias de amor da realeza, com certeza, é pelo menos muito interessante.

Com a proximidade do casamento do Príncipe Harry com a atriz Meghan Markle, no dia 19 de maio, achei que o filme da Madonna seria uma boa dica para você começar a se conectar com as festividades da realeza.

[fve]https://youtu.be/p_j2mnuINzI[/fve]

W.E. – O Romance do Século um ótimo filme para se sentir da realeza.

Leia Mais:

Baseado em Fatos Reais – Uma história densa de apreensão e obsessão
Cartas para Julieta – Amor sob o sol da Toscana disponível na Netflix

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Frida – A personagem acima de tudo. Disponível na Netflix!

Dominique - Frida
Existem personagens que, de tão fortes e complexas, são a garantia de uma boa história.
É o caso de Frida Kahlo (1907-1954), pintora mexicana, considerada a primeira artista surrealista da América Latina. Por isso, escolhi o filme “Frida” (2002), disponível na Netflix, que conta a história dela.

Como história de amor “Frida” é um sucesso. Porém como relato fiel sobre a vida da atormentada artista e suas motivações por trás de sua obra, o filme pode deixar a desejar. Mas que não o impede de ser muito bom.

Salma Hayek encarna Frida no longa que retrata sua história de vida. Do acidente que deixou sua saúde muito fragilizada, passando por suas aventuras românticas com outras mulheres até aos seus casos amorosos. Estes envolveram as relações de amor com Diego Rivera (Alfred Molina),  e a extraconjugal com o revolucionário russo León Trotsky (Geoffrey Rush).

Comunista, bissexual, beberrona, ousada e talentosíssima, esta filha de um imigrante alemão e uma mexicana católica e tradicional, decidiu transpor toda e qualquer barreira que a ela se apresentasse.

Frida viveu 25 anos, às turras, com o difícil, mulherengo e egocêntrico Diego Rivera (1886-1957). Ele foi um dos mais importantes artistas mexicanos, ícone do movimento Muralista, pintor de  grandes murais públicos.

A produção coloca muita ênfase no casamento turbulento de Kahlo e Rivera. Deu pouca atenção à mulher celebrada como ícone feminista, modelo de liberação sexual e originalidade.

Dominique - Frida

Um ponto forte do filme é a forma como a diretora Julie Taymor consegue, de maneira surreal, dar vida às angustiadas pinturas de Kahlo.

O longa é arrebatadoramente latino, visceral e inquieto, coerente com a personalidade da artista plástica mexicana,.

Frida concorreu a seis indicações para o Oscar® (Melhor Atriz, Direção de Arte, Figurino, Maquiagem, Trilha e Canção).  Ganhou um bem-vindo Oscar® de Trilha Sonora e um injustificado de Maquiagem. Mas merecia também o de Melhor Atriz . A mexicana Salma Hayek  encantou pela ótima interpretação. Vivendo convincentemente a sua personagem e encarnando o papel de uma forma tão intensa chegou a pintar alguns dos quadros vistos no filme.

O filme encanta também pela agilidade da narrativa, figurino formado por roupas exóticas e coloridas. A latinamente vibrante trilha sonora inclui Burn It Blue interpretada por Caetano Veloso.

É um filme para se assistir e gostar sim, mas não para ficar na história como uma biografia audiovisual de uma das maiores personalidades do século XX.

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=S7c_JdPpaQE[/fve]

Frida é, sem dúvida, um ótimo entretenimento e se você não assistiu ainda, tenho certeza que vai gostar!

Leia Mais:

Amante Por Um Dia – Um filme francês sobre amor, traição e fidelidade
A Duquesa – Um lindo filme de época disponível na Netflix

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  1. Não está disponível na Netflix

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