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O Animado Aniversário de Minha Amiga

Eu tenho uma amiga que é das mais animadas pessoas que podemos conhecer. Você não está entendendo. Deve ser A MAIS animada.
Ela promove festas, encontros, inaugurações, conhece todo mundo e mais alguém. Conversa e faz amizade em cinco minutos, daquelas que você pensa que a conhece há décadas.

Ela promove festas, encontros, inaugurações, conhece todo mundo e mais alguém. Conversa e faz amizade em cinco minutos, daquelas que você pensa que a conhece há décadas.

Chegando proximo do seu aniversário, a dúvida de como comemorar pois afinal de contas, o lugar deveria ser imenso….

Começou a ficar dificil a escolha.

Até que alguém deu a idéia de que as pessoas mais chegadas pudessem aproveitar da sua companhia mas também uma das outras… a idéia de viajar para o Rio de Janeiro foi aceita na hora. Acabamos indo em 14 mulheres, algumas nem se conheciam bem, pois eram suas amigas, mas acabamos convivendo todo esse tempo e algumas boas amizades surgiram dessa viagem.

Escolhemos ir em um domingo cedo e retornar na segunda-feira ,para não atrapalhar muito a rotina de cada uma.
Bem, como nossa aniversariante é bem conectada e como conhece todo mundo, escolheu o Belmond Copacabana Palace para isso, pois como já havia ido algumas vezes, tinha facilidade em fazer uma programação .E que programação !

Chegamos perto da hora do almoço no domingo, e mal colocamos as malas no quarto, já havia um wellcome drink para todas na piscina…que piscina aliás. Todo o charme do Hotel e serviço foram impecáveis. Depois entramos no restaurante Pérgula (dentro do Hotel) pois já havia uma mesa linda, enorme, nos esperando.

Entre um almoço delicioso, bolo com direito a parabéns, ficamos a tarde toda conversando….E vai conversa, cantoria, risadas e mais risadas. Já tinha sido uma delicia nossa tarde, fomos tomar banho e nos arrumar para o jantar.

Quando você pensa que vai ter uma noite tranquilinha ,descemos e ela já nos esperava linda ,toda sorridente, todas de branco como havia sido seu pedido ,para que a mesa ficasse linda.

Pois é…. na beira da piscina, uma mesa com todos os lugares super bonita e uma DJ nos esperavam, com jantar à beira da piscina que o Cipriani ( outro restaurante dentro do Hotel) preparou….

Jantamos,falamos muito, cantamos musicas das mais variadas que a DJ tocava (à pedidos) e dançamos muito.

Só nós. Dezoito mulheres algumas na faixa dos 30, 40 , 50 e outras já chegando nos 60,com histórias de vida diferentes se unindo e celebrando a vida .Tem melhor ?
Isso foi durante boa parte da noite….

No dia seguinte, café da manhã, algumas ja estavam saindo pois tinham seus voos bem cedo para São Paulo …. eu senti uma espécie de vazio ,puxa tinha acabado…
Mas tive a felicidade de poder participar de algo em que tudo havia sido perfeito.


Na saída, agradeci muito à ela pela oportunidade de uma pausa assim tão deliciosa nas nossas rotinas e ela com aquele seu sorriso olhou para mim e disse : “Daqui uns meses vamos programar outra?”
Que delicia, pensei, vai virar um programa !!!! Fiquei aliviada, esses momentos terão novas versões e novos rostos ! No próximo, vou contar tudinho de novo ! Até lá!

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Maria Mazza
Maria Mazza

Amo viajar e amo conhecer lugares. Sou administradora de empresas, agente de viagens na Engenhotur e Dominique claro.

4 Comentários
  1. Amei! Foi tudo isso e mais ainda. Tem que ser pelo menos uma dessas celebrações por semestre rsrsrs O vício na vibe que a Ana Lara nos trás causa síndrome de abstinência rsrsrs

  2. Ulala! Muito boas essas experiências, isso sim é pós luxo. Compartilhe suas próximas experiência conosco. Bjbj

  3. Amizade …amigos verdadeiros …. união …preenchem nossos corações em todos os momentos… se forem de alegria e ainda viajando … a vida fica colorida !!!!!

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Mary Shelley: com direção sensível, longa conta a história da aclamada escritora que deu vida ao personagem Frankenstein

A cineasta Haifaa Al-Mansour, a primeira saudita a filmar em Hollywood, recriou o contexto histórico e um importante período da vida de uma das grandes escritoras britânicas da história, a criadora do clássico Frankenstein, Mary Shelley, que dá nome ao filme que escolhi para comentar hoje.

Mary Shelley teve um importante valor na literatura ao publicar um livro de tanto sucesso, uma vez que o gênero (e em muitos casos a própria escrita) era restrito aos homens. 

O longa nos apresenta a Mary Godwin (Elle Faning), uma jovem de dezesseis anos que escapa de suas tarefas domésticas para ler livros de terror. Por divergências com a madrasta, ela é enviada à Escócia, onde conhece o jovem e interessante poeta Percy Shelley (Douglas Booth), por quem se apaixona. Não demora muito até Mary descobrir que Percy já era casado e tinha uma filha, mas isso não a impede de seguir seus ideais de liberdade e paixão pelo poeta.

O sentimento de abandono é constantemente presente na vida de Mary, reforçado pelos descasos do poeta, o fato de ela não ter conhecido a mãe, que morreu poucos dias após seu nascimento, a vergonha do pai quando ela fugiu com o futuro marido.

A criação de Frankenstein

A diretora mostra detalhadamente como suas alegrias, dúvidas e angústias serviram para a criação de seu Frankenstein. E mostra também a luta de uma mulher contra o preconceito de uma sociedade que não apenas se recusava a reconhecê-la como autora, mas também se escandalizava diante de suas idéias muito a frente de seu tempo.

Todas essas variáveis, além de outros personagens que apareceram na vida de Mary, influenciaram a escritora a explorar suas emoções, escrevendo sem medo sobre a solidão e os monstros que enfrenta. Seus medos viram personagens, sua defesa são suas palavras. 

Um dos pontos fortes do filme é, sem dúvida, a ótima atuação de sua protagonista, Elle Faning. A Mary interpretada por ela retrata muito bem uma rebeldia contida através de um semblante sério e ações racionais, mesmo diante da loucura que seu mundo se tornou. E com muita delicadeza mostra a coragem, marca maior dessa mulher que chocou sua época.

Belo!

Muito bom!

Trailer

Outras escritoras

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A sociedade literária e a torta de casca de batata


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Eliane Elias perfeita ao piano

Esta semana fui  assistir ao show da Eliane Elias aqui em Portugal. E se teve algo que me impressionou além de seu piano foi sua segurança e autoestima.

E por coincidência li ontem o post da nossa Dominique Eliane com a análise do texto que Luiz Fernando Veríssimo escreveu sobre egos envolvendo Picasso e seu quitandeiro. Talvez por conta da reflexão que aquela história me causou, prestei tanta atenção no comportamento da música. Se não leu o post ainda, leia agora (aqui) porque vou dar spoiler e o texto vale a pena.

Pois então, lá vemos que além de toda a importância já preconizada da tão famosa  autoestima, o que fica é que só nos dão valor quando nós mesmas nos valorizamos e principalmente nos gostamos.

Voltando ao tema principal de hoje que é Eliane Elias. Se você não tem ideia de quem seja essa jazzista brasileira, não se sinta mal ou desinformada. Apesar de brasileira, Eliane Elias fez toda sua carreira no exterior.

Pouco conhecida em sua terra natal, sabe-se lá porque, ela é um fenômeno da música instrumental e cantada no hemisfério norte.

O show foi no Centro Cultural de Belém. Ahhh o CCB merece que eu fale só dele em algum outro texto, pois é um complexo cultural que amo.

Comprei com muita antecedência pois sou chata. Se é para ir a show, tenho que sentar pertinho do artista. Vê-lo muito de perto bem como quase conseguir sentir seu perfume, porque senão vejo por dvd ou no youtube.

E colega, já fui a muito estádio. Assim sendo, nessa altura do campeonato quero um pouquinho de conforto.

Bem, voltando a autoestima e ao show em si.

Pontualmente, sim, pontualmente às 21h Eliane Elias entra no palco acompanhada de um contrabaixo e uma bateria. Usa um vestido justo, ligeiramente acima do joelho que brilha um pouco porque o palco pede brilho, né? Salto altíssimo e uma cabeleira loira digna das jovens e famosas blogueiras. Sim, cabelos longos, muito longos. Por que falo isso tudo? Porque Eliane Elias é uma Dominique nascida em 1960. E sem medo de ser feliz, ousa usar um vestido bem justo e relativamente curto em suas exuberantes curvas com suas madeixas que passam e muito da altura do ombro.

Eliane Elias Em Belém

Aí ela senta em seu banquinho a frente do piano e toca as primeiras notas. Pronto. Entendi tudo.

Fogo!! Ela toca com tanta facilidade que parece estar a  brincar. Chacoalha-se toda acompanhando, ou melhor, dançando enquanto toca.

Sabe o que é isso? Intimidade. E essa intimidade tão natural impressiona e seduz quem assiste.

Adoro quando o artista conversa com a platéia pois desse modo me parece que gera-se uma certa cumplicidade, sei lá. E a cada música Eliane conta uma histórinha saborosa ora sobre composição ora sobre os personagens envolvidos.

Quando Lili canta (permita-me assim chamá-la) ouvimos uma voz aveludada que talvez já tenhamos ouvido até melhores.

Não sei se ela percebe que cantar não é seu forte, mas age como se fosse Maria Callas.

Sem a menor cerimônia desfila os Grammys que ganhou. Entretanto faz questão de contar que o primeiro veio depois no  seu 25o disco e após 7 infrutíferas indicações.

Contou com muito orgulho, que aos 17 anos acompanhou em turnê Tom, Vinicius e toquinho.  E com muita naturalidade, como se fosse merecedora e naturalmente por consequência de seu talento conversar com estes mestres madrugada afora. Aiii que inveja!!! Bem, num desses papos, Tom confidenciou-lhe que o compositor que mais admirava no mundo era Dorival Cayme. Que não havia outro. Mas que por um capricho do próprio ídolo, compôs apenas 100 músicas. APENAS!!

Contou isso de maneira coquete aproveitando para emendar numa música de Caymmi, Morena Rosa. Neste momento ela se levanta para cantar em pé longe do piano, desfilando pelo palco.

Vi ali toda a segurança e autoestima daquela Dominique. Com sua mania de passar a mão na cabeleira, sambando discretamente e esbanja charme aproximando-se dos dois outros músicos.

E amigas, o mais giro é ver que Eliane Elias com aqueles quilinhos a mais próprios desta fase de vida das Dominiques, desfila com a certeza de que está muito gostosa. E olha..Tendo a concordar!!

Faz tanto charme para o menino baterista enquanto canta, que achei que era uma paquera. Vira-se para voltar para o piano, passando pelo grisalho músico do contra-baixo. Vê-se ali uma troca de olhares intensa e cúmplice. Óó raiossss! Como pode ser ela tão segura??

Assim que saí do teatro fui ler sua biografia. Descobri para minha surpresa, que ela é casada com um dos músicos que a acompanhava no palco aquela noite. E não é com o miúdo da bateria mas sim com o charmoso homem que sorriu para ela durante todo o espetáculo.

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Barbara Godinho
Barbara Godinho

Sou uma Portuguesa meio tropicalizada. Moro em Lisboa, já fui curadora de museu e exposições. Hoje trabalho com turismo. Apaixonei-me pelo projeto Dominique e cá estou a colaborar.

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Elegante e envolvente, “O Leitor” comove do começo ao fim

Hoje comento o filme “O Leitor”, longa dirigido pelo premiado diretor Stephen Daldry, que conta com vários elementos para cair no gosto do público que gosta de cinema de verdade. Disponível no Netflix, o filme é sobre o amor à literatura, à escuta, à leitura. Sobre arrependimento. Sobre responsabilidade e vergonha. É sobre o holocausto também, mas não como tema central.

Na Alemanha pós-segunda guerra, o jovem Michael Berg (vivido pelo novato ator alemão David Cross na adolescência, e pelo inglês Ralph Fiennes, quando adulto) se envolve, por acaso, com Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma mulher que tem o dobro de sua idade. Durante os encontros amorosos, ela sempre pede que ele leia romances para ela. Apesar das diferenças de classes, os dois se apaixonam e vivem uma bonita história de amor, mas não imaginam que um caso de verão irá marcar suas vidas para sempre. Até que um dia ela desaparece misteriosamente. Oito anos se passam e Michael, então um interessado estudante de Direito, se surpreende ao reencontrar seu passado de adolescente quando acompanhava um polêmico julgamento por crimes de guerra cometidos pelos nazistas.

O recatado garoto passa a ver a vida mais lúdica. Com Hanna não é diferente. Analfabeta, a misteriosa mulher que o inicia sexualmente e lhe revela um mundo além do trajeto escola-casa, na verdade, está tendo acesso ao universo literário que sequer imaginou se relacionar em situação tão prazerosa.

Como na obra, ler é um verbo quase que obrigatório, não poderiam faltar homenagens aos escritores imortais. Assim, de “A Odisséia”, de Homero, ou uma bem humorada citação de “Lady Chatterley”, até o clássico “A Dama do Cachorrinho”, de Tchekhcov, é possível perceber as estreitas relações que os títulos lidos durante o filme guardam com os protagonistas.

Não bastasse o fato de “O Leitor” ser protagonizado por Kate Winslet, em desempenho arrebatador, e do apaixonante David Cross, o diretor contou ainda com ótima trilha sonora e fotografia compatível para tecer essa delicada e complexa trama, baseada no livro de Bernhard Schlink.

O filme surpreendeu a todos e teve cinco indicações ao Oscar – Melhor Roteiro Adaptado, Melhor filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, mas claro, levou a estatueta de Melhor Atriz.

“O Leitor” não é só um elenco brilhante, a mão precisa do diretor também merece ser observada. Ele sabe o momento certo de revelar e de esconder, de manter a curiosidade oferecendo aos poucos os elementos necessários para uma melhor compreensão, porém, sem entregar tudo facilmente.

Ao tratar tanto seus personagens quanto os próprios espectadores como respeito e simpatia, constrói um filme elegante e envolvente, comovendo como poucos.

Uma bela história de amor com ingredientes difíceis de serem ingeridos sem efeitos colaterais.

Muito lindo!

Vale a pena conferir!

Eu amei!!!

 

Trailer:

 

Imagens:

 

1 Comentário
  1. É um dos melhores filmes que já assisti na vida. Ele nos faz pensar, mexe com a cabeça e com o coração. Amei.

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Match nos apps de relacionamento? É como funciona a paquera agora!

Dominique - Banner_MatchVocê já deu um match? Sabe do que se trata? Talvez não esteja atualizada no assunto paquera!

Atualmente, a arte da paquera ganhou novas formas e instrumentos. Os aplicativos desenvolvidos com o objetivo de promover relacionamentos afetivos se multiplicaram e se transformaram em uma das ferramentas de paquera mais utilizadas.

As pesquisas já apontam que as pessoas preferem procurar possíveis pretendentes pelo celular, nos aplicativos, do que num bar ou numa balada com amigos. Muitas pessoas, podem não gostar de sair para paquerar em lugares como boates e bares, além de terem filhos ou uma rotina que os impeçam de sair com frequência.

Pelo aplicativo, já identificam o perfil da pessoa pela qual se interessam, as possíveis afinidades e jeito de ser, comportamentos e preferências, podendo dar o tal match.

Há aplicativos de diversos tipos, dedicados a públicos específicos, estreitando as buscas.

Tem aplicativo para o público gay masculino e feminino e até aplicativo de paquera baseado no que as pessoas odeiam (busca-se pessoas que odeiam as mesmas coisas).

As Dominiques que se interessam por homens mais velhos já tem um aplicativo voltado aos que desejam encontrar um parceiro com mais de 40 anos. Infinitas possibilidades, não?

Ouço histórias de amigas que tiveram encontros desastrosos com pessoas que conheceram pelo aplicativo. Em compensação, sei de pessoas que encontraram alguém legal pelo mesmo aplicativo, este é o match perfeito!

Fico sabendo também de manifestações de preconceito com relação aos meios que as pessoas utilizam para se conhecerem….”Ah, esse cara é de balada, não quer nada”, ou “essa menina é de aplicativo, está no desespero”…. Pois é, infelizmente ainda vivemos tempos em que as pessoas são rotuladas e reduzidas ao um comportamento “desviante” ou pouco confiável pela forma como se manifestam afetivamente.

As atitudes de preconceito ou tentativas de rotular pessoas mostram também necessidades de não olhar para si. Desenvolver uma atitude crítica e consciente é indispensável, desde que ela não se transforme em uma ferramenta para que a pessoa se afaste  e evite contato com os outros.

As possibilidades de relacionamento são infinitas em qualquer etapa da vida. Pessoas interessantes podem estar nas baladas e nos aplicativos, desde que possamos nos permitir esse encontro. O match não é uma obrigação.

As Dominiques que estão buscando um relacionamento ou conhecer alguém especial para sair, trocar experiências e até construir algo juntos(as) devem buscar seu lugar no mundo da paquera, de um jeito que se sintam confortáveis.

Seja por meio de aplicativos ou por meio das saídas, permitir-se despir de conceitos rígidos pode propiciar experiências especiais. Muitas vezes, tememos o julgamento alheio e nos podamos. O que falarão de mim se eu utilizar um aplicativo? Pior ainda….o que EU vou pensar de mim se utilizá-lo?

Dessa forma, Dominiques menos adeptas às modernidades podem pensar que os aplicativos e mesmo as paqueras não são comportamentos adequados ou pertinentes ao seu momento ou jeito de ser, ou a um comportamento consideram aceitável.

Às vezes, perder a cabeça pode significar se encontrar! Experimentar formas de agir diferentes e olhar para si com mais carinho e permissividade podem levar a descobertas novas e surpreendentes.

As ferramentas de paquera não serão eficientes se não estiverem associadas a um comportamento compatível. Colocar-se disponível no mundo virtual pode ser o princípio, mas as conversas podem não evoluir se não houver uma receptividade genuína.

É importante que a relação se desenvolva além do virtual, pois com a convivência, muitos outros aspectos se revelam entre as pessoas, levando ao aprofundamento ou não do encontro, evidenciando as verdadeiras intenções das pessoas.

Até os aplicativos de paquera, se não bem utilizados, podem funcionar como estratégia de isolamento, fazendo a pessoa permanecer na sua zona de conforto, utilizando o meio eletrônico apenas para testar sua popularidade e não aprofundar o diálogo e o conhecimento das pessoas.

Relacionar-se ainda é arriscar! É experimentar, entrar no mundo do outro e ter uma surpresa gostosa ou uma decepção bem chata. Mas é preciso tentar. Estar bem e se amar. E com tranquilidade também permitir que alguém adentre o seu mundo.

Veja aqui alguns aplicativos para pessoas com mais de 40.

Leia mais:

Filhos Bumerangue: Filhos adultos que retornam à casa dos pais

Maternidade na maturidade – escolha de muitas Dominiques

 

Alcione Aparecida Messa
Alcione Aparecida Messa

Psicóloga, Professora Universitária e Mediadora de Conflitos. Doutora em Ciências. Curiosa desde sempre, interessada na beleza e na dor do ser humano. E-mail: alcioneam@hotmail.com

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