Tag: Guerra

Drama Mil Vezes Boa Noite discute o papel da mulher, disponível na Netflix

Mil Vezes Boa Noite, dirigido pelo norueguês Erik Poppe, aqui realiza seu trabalho mais reconhecido. O longa foi premiado no Amanda Awards (o Oscar da Noruega) nas categorias de Melhor Filme, Fotografia e Trilha Sonora – e indicado ainda nas categorias Melhor Atriz (Juliette Binoche), Atriz Coadjuvante (Lauryn Canny), Direção e Montagem. Mil Vezes Boa Noite começa causando impacto e capturando de imediato o espectador.

Binoche é uma atriz acima de qualquer suspeita. Dona de performances não menos do que espetaculares, chama atenção em projetos considerados mais difíceis, como Camille Claudel, O Paciente Inglês, Cópia Fiel, entre muitos outros. Juliette Binoche é a melhor razão para se assistir Mil Vezes Boa Noite.

A trama narra a trajetória de Rebecca (Binoche), uma das melhores fotógrafas de guerra em atividade e precisa enfrentar um turbilhão de emoções quando seu marido (Nikolay Coster-Waldau) lhe dá um ultimato. Ele e a filha mais velha do casal não suportam mais sua rotina arriscada e exigem mudanças, mas ela apesar de amar a família, tem verdadeira paixão pela profissão.

As cenas de guerra são bem construídas pelo realizador.

Os primeiros quinze minutos deste drama são espetaculares. Mas a discussão da trama é outra: é sobre as mulheres que escolhem entre carreira e a maternidade, mesmo que os filhos já estejam grandes.

Mil Vezes Boa Noite – um filme sobre amor e dedicação incondicionais à profissão de alto risco em paralelo à preocupação familiar racional.

Depois de muitos contrastes entre cenas devastadoras e doces, chega um momento em que a protagonista se vê sem saída e tem sua inteligência emocional colocada à prova. Ela precisa “escolher” entre diferentes amores: o das crianças que precisam dela para (sobre) viver e o de suas crianças. Diante de tal agonia, parece que a força mostrada em cenários caóticos, é reduzida consideravelmente.

O não companheirismo do marido tem grande peso, talvez seja o maior, culminando no deslocamento de Rebecca, que, a princípio, tenta se adequar à rotina ideal de sua família, privilegiada por uma estrutura sólida. 

Mil Vezes Boa Noite envereda em tempo integral pelos relacionamentos interpessoais, tendo duas “explosões” emocionantes como ápices do enredo.

Durante o acompanhamento de sua evolução, nos damos conta que estamos diante de conflitos ordinários e extremamente atuais, por mais que a profissão da protagonista soe como “inusitada”: qual é o lugar da mulher em uma sociedade que valoriza acima de tudo a família? O egoísmo e os extremos guiam a sociedade para o caos familiar e cultural?

Aqui fica minha sugestão para quem gosta de um drama intenso e perfeito para suscitar reflexões.

Bom programa!

Veja o trailer

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Anos de Guerra e Paz e o significado do número 9

Semana que vem entramos no mês 9 de 2019. Dominiques… é quase cabalístico. Eu já tinha ouvido falar sobre os grandes acontecimentos que marcaram os anos com final 9. Só que eu nunca fui atrás para mais informações. É tudo verdade! Eu conto mais detalhes a seguir, mas primeiro quero falar sobre o número 9!

Pode ser simples, mas já pensou que número 9 representa o final de um ciclo e começo de outro? Bom, nós sabemos muito bem porque é quando nos tornamos Dominiques 🙂 A numerologia também destaca mais pontos positivos do que negativos para esse algarismo. Indicaria a realização, a paciência, a tolerância, a generosidade, entre outros adjetivos positivos.

Talvez por isso grandes acontecimentos se desenrolaram nos anos final 9. O problema é que muitos eventos negativos também ocorreram consistentemente todas as décadas… Não é para você ficar preocupada  e nem se trancar em casa esperando esse 2019 passar! Foi por pura curiosidade que resolvi pesquisar o que rolou desde 1919 para provar a tese de que estamos num ano pra lá de especial. 

Anos de Guerra e Paz

O ano de 1919 já começou com a reunião da Conferência de Paz de Paris, motivada pelo final da 1ª Guerra Mundial. O encontro iniciou as discussões sobre as condições de paz com a Alemanha. No meio do ano, foi assinado o famoso Tratado de Versalhes. Mas o mundo ainda continua um pouco “sombrio” e neste ano Mussolini também fundou a organização que daria origem ao Partido Fascista na Itália. 

1929 foi o ano que o mundo quis apagar. Começou com a grande depressão econômica mundial, cujo início foi a quebra da Bolsa de Valores de Nova York. O efeitos foram sentidos em vários países, inclusive aqui no Brasil, com a crise do café. Mas também foi em 1929 que duas grandes referências da paz nasceram: Martin Luther King Jr e Anne Frank. 

No segundo semestre de 1939, começou a 2ª Guerra Mundial. O conflito envolveu a maioria das nações do mundo e só terminou em 1945. Há consequências e impactos que têm efeito até hoje. Há poucos destaques positivos para o ano de 1939. Um deles é o lançamento do filme …E o vento levou, que é considerado o mais bem-sucedido da história do cinema. O personagem Batman também aparece pela primeira vez nos quadrinhos. Pena que até hoje ele não conseguiu vencer o mal! kkk

1949 quase furou o padrão. Mas foi neste ano que o mundo tomou um outro “formato” que causou grande impacto nas décadas seguintes. É quando foram criadas as República Federal da Alemanha, a República Democrática Alemã e a República Popular da China. 

Praticamente no primeiro dia de 1959 começou a Revolução Cubana, que deu início ao regime socialista de Fidel Castro em vigor até hoje. Aqui no Brasil aconteceu a Revolta de Aragarças, quando oficiais da Força Aérea Brasileira e do Exército Brasileiro tentaram iniciar um levante militar com tomada de poder sem sucesso. 

Já o ano de 1969 marcou pelas mudanças comportamentais e inovações que começaram a reverberar em todos os cantos do mundo. Em julho, Neil Armstrong pisou pela primeira vez na Lua, na missão Apollo 11. Em agosto foi realizado o festival de música Woodstock. Já em outubro foi enviada a primeira mensagem pela Arpanet, considerado o início da internet. Enquanto isso aqui no Brasil, a Junta Governativa Provisória assume o poder para, em outubro, dar lugar ao mandato do general Emílio Garrastazu Médici, sem eleições diretas. 

O ano de 1979 marca o início da abertura política no Brasil, com a promulgação da Lei da Anistia pelo presidente João Figueiredo.  Na europa, Margaret Thatcher tornou-se a primeira mulher a ser primeira ministra do Reino Unido. Mas do outro lado do mundo começava a Revolução Iraniana, que fechou o Irã sob o comando do aiatolá Ruhollah Khomeini.

O ano de 1989 é marcado por grandes eventos, como a queda do muro de Berlin e a abertura política dos países da antiga cortina de ferro. Na China, os protestos estudantis culminaram no massacre da Praça da Paz Celestial. No final deste ano, os presidentes George H. W. Bush e Mikhail Gorbachev anunciaram o fim da Guerra Fria. Aqui no Brasil, foi eleito por voto direto o presidente Fernando Collor de Mello. 

No ano de 1999, começou na Europa a união de diversos países a partir da criação de uma moeda única, o Euro. A nova moeda começou a ser efetivamente usada em transações eletrônicas. A proximidade com o novo século traz novos conflitos e neste ano aconteceu nos Estados Unidos o maior atentado em escolas do mundo, o Massacre de Columbine. 

Já no século 21, o ano de 2009 foi marcado por momentos de tranquilidade e de inquietação. Os conflitos na Faixa de Gaza deixavam o mundo em alerta. Outras brigas pipocavam diversos outros países, principalmente no Oriente. Nos Estados Unidos o presidente Barack Obama recebeu o prêmio Nobel da Paz por  “esforços para reforçar o papel da diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”. O Brasil foi escolhido como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. 

Ufa! Foi um baita do resumão. Claro que não consegui cobrir tudo o que aconteceu de importante em um século. Mas dá mesmo pra gente concluir que os anos final 9 são diferenciados e registraram grandes acontecimentos aqui e no mundo. 

E você tem mais alguma lembrança? Compartilha aqui.

Mais sobre 1969

E se o Woodstock tivesse acontecido no Brasil

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Agnus Dei – Les Innocentes

Uma história finalmente contada.

Les Innocents exibido no Festival Varilux de Cinema Francês em 2016, chegou por aqui com o nome de Agnus Dei. Baseado em fatos reais, filmado na Polônia e França, conta uma história de violência contra mulheres ao final da Segunda Guerra Mundial, em um vilarejo polonês.

Durante uma missão da Cruz Vermelha, a jovem médica francesa, Mathilde (Lou de Laâge), trata de sobreviventes franceses antes de serem repatriados. Mathilde descobre que freiras de um convento vizinho foram estupradas por soldados russos. Muitas delas estão grávidas. Apesar da ordem de prestar socorro apenas aos franceses, a médica começa a tratar secretamente de todas as freiras e madres e enfrenta os julgamentos das próprias pacientes que se sentem culpadas por terem violado o voto de castidade que se recusam a ter o corpo tocado por quem quer que seja até mesmo uma freira.

A talentosa diretora e roteirista Anne Fontaine ficou profundamente tocada com essa história sobre maternidade e questionamento da fé, e faz de “Agnus Dei”, um filme forte, denso e que provoca inúmeras reflexões.

O roteiro não tem como foco discutir a guerra em si, trata com atenção as consequências dos atos brutais dentro do convento e de como as freiras grávidas lidam com essa provação.

O longa é essencialmente de mulheres, mas alguns de homens aparecem em cena – especialmente no cotidiano de Mathilde, cercada de homens no hospital militar.

Um desses homens tem destaque na produção: o médico Samuel (Vincent Macaigne). Ele aparece, para reforçar a leitura da personagem de Mathilde e para ajudar a contrastar a vida dela com a das freiras do convento.

Conhecemos duas realidades diferentes: a das mulheres enclausuradas que acabam tendo suas vidas invadidas e agredidas de forma covarde, sem possibilidade de defesa em contraste com a vida independente de uma médica que fez a escolha de dedicar a vida para ajudar as pessoas na Cruz Vermelha.

Mathilde é solteira, possuí uma profissão, sai com o homem que quer, fuma, tem origem familiar comunista, e faz o que acha certo. Em contrapartida as freiras que ela encontra em situação de vergonha e medo devem seguir hierarquia com o propósito ter obediência, e dedicar todo tempo a Deus.

Essas duas realidades não se chocam, mas é difícil para Mathilde se colocar no lugar daquelas jovens mulheres, até que em certa uma noite, ela passa por uma situação semelhante.

”Les Innocents” nos conta uma história terrível e convida o espectador a conhecer mais uma das chagas pouco comentadas que foram deixadas pela Segunda Guerra Mundial.

O longa convida as mulheres a fazerem um exercício de empatia que é duro, porém é necessário.

Bem construído e com ótimo elenco, “Agnus Dei” fala de humanidade e compaixão. Independe de religião, de visão política, ou lado da guerra.

Anne Fontaine empresta sua assinatura a esse magnífico filme sobre transgressão e amparo. O emocionante encontro entre a médica francesa e a irmã Maria (Agata Buzek), dividida entre seus votos e a vontade de aceitar a vida.

 Acima de tudo é uma belíssima homenagem às mulheres vítimas tão esquecidas – e tão silenciadas – de todas as guerras.

Um filme, belo, sensível, tocante e acrescenta-se também, que nos faz refletir sobre dogmas e comportamentos humanos durante a guerra. Nos faz notar que a humanidade é capaz de triunfar diante de tantos absurdos e perversidades que o ser humano é capaz de cometer em nome do poder, do prazer e até mesmo de Deus.

Importante mencionar dois aspectos: a trilha sonora emocionante, e a fotografia com  belíssimas imagens com potencial de serem emolduradas.

Confira o Trailer:

https://youtu.be/Gr6w-22dOEk

Veja também:

https://dominique.com.br/beleza-americana/

https://dominique.com.br/lore/

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Lore – Fatos reais num filme histórico 

 

Lore – Um lado diferente de um conflito que abalou o mundo.

Assistir a dramas históricos é sempre interessante, principalmente quando o período retratado é polêmico.

Lore, dirigido pela australiana Cate Shortland é um desses filmes, que, aliás, comento hoje, disponível no Netflix.

Filme Baseado em fatos reais, o cenário da obra é a Alemanha no fim da Segunda Guerra Mundial.  O roteiro é focado na vida de uma família nazista que é obrigada a ir para o interior da Alemanha, fugindo dos soviéticos, britânicos e americanos.

O que diferencia esse dos outros filmes sobre o Holocausto é que geralmente eles pegam a perspectiva do vilão nazista ou da vítima, o judeu. Em Lore, são cinco crianças da família do vilão. Mas elas são as vítimas e carregam o peso dos fatos do mundo.

Alemanha, maio de 1945. Com a morte de Hitler e a invasão do exército aliado, a queda do III Reich é iminente. Lore (Saskia Rosendahl) é uma jovenzinha alemã que cresceu feliz, seguindo os princípios nazistas.

Quando os pais são presos, ela e os quatro irmãos são obrigados a atravessar um país devastado pela guerra.  Tentam chegar à casa de sua avó materna ao norte, atravessando a Floresta Negra. O seu destino vai cruzar-se com o de Thomas (Kai-Peter Malina). Um jovem judeu sobrevivente de Auschwitz, que a acompanhará durante o percurso. Indesejado, malquisto, Thomas os segue e Lore vê sua frágil realidade ser destruída tanto por sentimentos de ódio quanto de desejo. Assim, devido a uma súbita mudança de circunstâncias, Lore vai ter de aprender a confiar em alguém que toda a vida foi ensinada a desprezar. Pelo caminho ao mesmo tempo em que vai descobrindo a verdade sobre a família e o regime onde foi educada, vai também aprender os segredos do amor.

Selecionado pela Austrália como representante do país na corrida ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2013, Lore, assume a estrutura de um road movie que enfocará o choque de realidade experimentado pela jovem protagonista,que,de adolescente segura de seus ideais inquestionáveis de Hitler, é obrigada a confrontar a barbárie promovida pelos nazistas durante a guerra.

A menina Lore irá dar-se conta disso após muito sofrimento, e também não será algo imediato, obrigando-se a rever conceitos e certezas.

O longa funciona ao usar a jovem como um retrato de toda uma geração de alemães no pós-guerra. Finalmente percebe que seu líder estava longe de ser o anjo que julgavam, e que, afinal, estavam do lado errado do conflito.

Uma obra extremamente competente desde os méritos técnicos, ao principal. Bom enredo e um elenco primoroso. A ótima fotografia é inteligente ao explorar as belezas das locações percorridas pelas crianças.  Sem, com isso, deixar de ressaltar o isolamento e as dificuldades enfrentadas pelas crianças.

Lore é uma grande surpresa, uma obra de arte, um filme arrebatador, ainda mais para os amantes do gênero.

Muito bom!

Vale a pena conferir!

 

Trailer:

Veja também:

Em tempo de Costuras

Suite Francesa – amor proibido em tempo de guerra

Um acordo com o Tempo

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Suite Francesa – Amor proibido em tempos de guerra

Dominique - Suite Francesa
Hoje comento e indico o longa, Suite Francesa, disponível na Netflix , um filme baseado no livro do mesmo nome escrito por Irène Némirosky, entre os anos de 1940 e 1941. A escritora nascida na Ucrânia era judia.

Quando os nazistas ocuparam a França, onde ela vivia, a autora foi levada para o campo de concentração de Auschwitz, mas antes deixou com suas filhas o manuscrito do livro.

A versão cinematográfica dirigida pelo britânico Saul Dibb, conhecido pelo filme A Duquesa, que por sinal já comentei, se concentra na segunda parte do livro, aparentemente romântica. A escritora utiliza uma estratégia afetiva para capturar os contrastes nas relações de classe e as relações de ódio, dominação e subserviência entre franceses e alemães.

Suite Française (título original) é um drama ambientado na Segunda Guerra Mundial que se diferencia da maioria dos filmes lançados nos últimos dez anos que tratam sobre a mesma temática.

Michelle Williams interpreta Lucile Angellier, uma francesa de classe alta que busca lidar com a ocupação alemã na França e, enquanto espera por notícias de seu marido, um pelotão nazista ocupa seu vilarejo.

O comandante Bruno Von Falk (Matthias Schoenaerts) decide ocupar a residência de Lucile, o que causa a fúria de sua sogra e a desconfiança da população que passa a classificar a família como colaboracionista.

Apesar de todos os entraves, Bruno mostra-se diferente de seus comandados, o que chama a atenção da jovem. O romance proibido, no entanto, enfrenta as duras dificuldades da guerra.

Dominique - Suite Francesa

Suite Francesa tem uma produção de época maravilhosa. Você se sentirá em uma cidade no interior da França durante a Segunda Guerra.

A direção de arte impecável nos detalhes que, aliás, fazem toda diferença em um filme como esse.

O diretor britânico conseguiu dar ao longa o clima certo de angústia, tensão e paixão que a história exige.

Em um filme cujo título é baseado em uma música, a trilha sonora não poderia faltar. O compositor inglês conseguiu criar uma verdadeira suíte – estilo de música clássica, que vai provocando no espectador uma grandeza de emoções existente também na história.

A edição de imagem consegue fazer com que as cenas tenham ritmo e profundidade para prender o público.

Dando vida à história temos um elenco premiado. Michelle Williams que interpreta a jovem protagonista, excelente como sempre, transborda dúvida, jovialidade e repulsa; Kristin Scott Thomas (a sogra), ótima, dura e autoritária a todo o momento.

Suite Francesa encontra seu diferencial por ser baseado em um excelente livro a partir de uma visão singular.

Temos um belo filme que mostra um pouco mais da guerra a partir de outro ponto de vista. Vai agradar a todos que gostam de um bom drama de guerra, não baseado nas batalhas e sim no conflito que vive no coração das pessoas que apenas pagam por uma guerra que não é delas.

Sem dúvida, Suite Francesa é um filme que merece ser visto pela narrativa atraente.

Leia Mais:

W.E. – O Romance do Século – Quando o amor supera grandes obstáculos
Baseado em Fatos Reais – Uma história densa de apreensão e obsessão

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