Tag: História

Negação – liberdade de expressão e o abuso da mesma

Baseado em fatos reais, o longa dirigido pelo inglês Mick Jackson e produzido pela BBC narra a trajetória da historiadora norte americana Deborah Lipstad (Rachel Weisz). Após publicar um livro que desconstruía o discurso dos chamados negadores do Holocausto, ela foi acusada por difamação pelo inglês David Irving (Timothy Spall), o mais controverso historiador e assumidamente negador daquele fato histórico. O longo entrou recentemente no catálogo da Netflix.

Negação, apesar de ocorrer majoritariamente numa corte, o que está em julgamento não é uma defesa pessoa. Mas, sim, a veracidade, a memória e a preservação de um ato fundamental para a consciência histórica.

O assunto está na ordem do dia. Negação, que reconstrói um embate jurídico ocorrido em 1966 sobre o Holocausto, debate temas atuais: as verdades alternativas, a intolerância religiosa e a supremacia das crenças sobre fatos históricos.

O diretor explora bem os meandros da estranha justiça britânica, mostrados aos olhos da americana cética, enquanto lida com as diferenças culturais da ré e os ingleses. 

O texto de David Hare, a partir do livro da própria Deborah Lipstad, vai direto ao ponto sem rodeios, é objetivo e conclusivo dando o recado de forma direta.

Negação tem um roteiro bem costurado, que não deixa espaço para hesitações e trechos a serem limados.

Negação possui aquele estilo famoso de filmes de tribunal e tem a duração perfeita, o que é apenas mais um ponto positivo em meio a tantas qualidades.

Sem elementos a mais ou a menos, a obra, por tratar de um assunto bem específico na vida dos personagens, é especialmente sustentada pelas atuações de Rachel Weisz e Timothy Spall. Ambos encarnam seus papéis com a confiança e a presença dignas de Oscar.

Tanto Weisz como Thimothy exalam tanta sinceridade em cada frase. O real julgamento está acontecendo diante de nossos olhos o que, logicamente, faz com que a torcida por Lipstad seja ainda mais forte. Quanto a David Irving, só nos resta encará-lo com uma perplexidade sem fim. Afinal, o responsável por este caso inacreditável que só quer enxergar o que é valido para si mesmo.

Weisz não exagera na emoção, jamais descambando para o melodrama, tão comum nesse de filme. A sua raiva contida é bem-vinda. Mas é Spall, o acusador, que dá o tom emocional (e irracional) do filme. Seu neonazista, racista, misógino e extremista é tão fascinante quanto grotesco. Um dos melhores trabalhos de uma carreira formidável.

Em tempos repletos de covardes ocultos atrás das cortinas digitais, que deturpam a todo instante o significado de ter direito à livre expressão e de pensamento, Negação é um lembrete poderoso que opiniões equivocadas, ainda que dê direito, têm conseqüências. 

Aqui fica a dica.

Um ótimo entretenimento.

Eu adorei!!!

Assista o trailer

Outro filme com Rachel Weisz

A Favorita


Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Você gosta de séries? Eu prefiro minissérie!

Prefiro minissérie. Ahhh, você gosta de séries, né? Eu gosto. Quer dizer, gostava. De fato, o que gosto mesmo é de minissérie, ou seja, histórias com começo meio e fim. FIM!! Dá pra entender?

Não importa quantos episódios ou capítulos, desde que sejam numa mesma temporada.

Tô parecendo meio radical? Então vou explicar meu ponto de vista.

A minissérie é uma boa história. Essa história pode render um longa metragem ou 8, 9, 15 episódios de uma minissérie, dependendo da criatividade do roteirista. Se conseguimos contar uma boa história em 2 horas, por que havemos de contá-la em 15 episódios?

É simples. Porque gostamos de continuação. Escritores e roteirista podem ser muito bons, criando uma trama muito envolvente, entretanto numa temporada já conhecemos os personagens, qual o centro da história, as possíveis reviravoltas e o melhor de tudo é quando temos um fim. Sempre temos um fim.

Esse foi o caso de Big Little Lies, uma das minissérie que mais gostei em minha vida. Gostei da minissérie que não apenas teve uma trama super envolvente, mas desfecho espetacular. Pra mim tava bom. Me satisfiz com os 8 episódios e tive muito prazer em saber que tinha acabado.

Em virtude de um enorme sucesso, os produtores decidiram que uma segunda temporada, que não estava prevista, deveria acontecer, tornando Big Little Lies numa série com muitas temporadas.

Só um detalhe: a história da primeira temporada fechou tão redonda de tal forma que não deixou gancho para uma continuação. Sem problemas! Inventaram um gancho e enfiaram a inegavelmente atriz das atrizes, Meryl Streep, para tentar renovar a magia da trama, o que em minha humilde opinião, não deu certo.

Você assistiu Método Kominsky?

Primeira temporada maravilhosa sempre com diálogos fantásticos assim como uma amarração perfeita. Segunda temporada? Decepcionante, encheção de linguiça, lugares comuns. Justamente porque a surpresa e expectativa já tinham sido totalmente exploradas na primeira temporada. E mesmo assim deixaram um gancho para a terceira temporada que provavelmente não assistirei. Aliás, assisti a segunda de teimosa, porque há tempos que só assisto a primeira temporada de qualquer série.

Você lembra da Praça é Nossa? Tinha a surdinha da praça, que já sabíamos que todos os programas ela apareceria do mesmo modo e que ela escutaria as coisas de uma maneira diferente do que tinha sido dito. Em todos os episódios ela teria dificuldade para sentar e levantar assim como acabaria toda cena com seu indefectível bordão.

Assim como a Dona Bella (Zezé Macedo, na Escolinha do Professor Raimundo) toda cena acabaria espernenado no chão e gritando pois entendeu uma ingênua frase de maneira maliciosa. Toda vez. Não estou dizendo que esse humor é ruim, mas é previsível e tem com certeza seu público. É dessa maneira que eu vejo as segundas temporadas das minisséries. Em conclusão, são esticadas desnecessárias em boas histórias.

A excessão disso são os SitComs.

Pelo menos na minha opinião, por mais que se tenha uma trama permeando todas as temporadas, todos os episódios têm começo meio e fim. Você pode perder um, quatro ou eventualmente até cinco episódios que sempre se encontrará quando voltar a assistir. Pode perder uma temporada inteira, que provavelmente não fará diferença.

Os personagens ficam em nossas memória e deixam saudade. Quer ver?

  • Big Bang Theory
  • Friends. Você acredita que friends já tem 25 anos? Vira e mexe eu me pego vendo reprises.
  • Fran Nanny
  • Mash
  • Seinfeld
  • A Feiticeira
  • Jeanny

Diga-me você. Gostaria de saber. Quais séries você ficou triste quando acabou depois de 9 temporadas? Assistiu a todas?

E minissérie? E Sitcom?

Com toda certeza essa é apenas a minha opinião. E deve ter um monte de gente que não vai concordar. Isso é muito saudável. Quero saber.

Leia também :

Tábula Rasa – Instigante série Belga

Coisa Mais Linda – na era da Bossa Nova

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Árvores de Natal Criativas e Bem Diferentes

Sim, sim sim… Ele chegou. Dezembro começou e o Natal já está na nossa fuça.

Você que me acompanha há algum tempo já estava esperando eu começar a reclamar, né?

Mas deixa eu explicar para as Dominiques que estão chegando… Queridas, eu não sou muito fã dessa época do ano. Reclamo pra caramba. Já escrevi váárioooos textos a respeito. (vou colocar os links no final desse texto, tá?)

Mas no final acabo sempre encarando, até porque não dá para pular as festas de final de ano e já ir pra janeiro.

Então meninassss, vamos lá… Coloquei até uma playlist de músicas Natalinas para ver se me inspiro (kkkk).

E essa coisa da árvore de Natal?

Entrou dezembro e na minha casa (e provavelmente na sua) é hora de montar a árvore. Preguiçaaaaaaa. Ahhh gente, esse ano não, vai…

Então hoje cedo falei para os meus filhos (adultos) que não montaria árvore. Parecia que eu tinha dito que ia matar o Papai Noel. Eles urraram. Disseram que eu não podia fazer isso com eles, etc… etc… etc… Adultos…

Pois é… me ajudar que é bom nenhum deles podia. Então falei que esse ano iria inovar. Pra eles tanto faz, contanto que tenhamos árvore e eles não tenham que fazer nadica.

Então por que não me divertir um pouco? Comecei a procurar ideias de árvores diferentes. Olha só cada uma que achei.

Árvore de Natal de fotografias

Olha que legal essa árvore feita de retratos grudados na parede, com luzinhas piscando entre as imagens! Essa deve ser fácil de fazer. Sem dúvida, será uma diversão a parte de procurar as fotos.

Árvore de quina

Ahhhh, para essa aqui, você vai precisar ter uma quina na sua sala. Mas bico também, hein? E olha só o efeito…

Árvore Escada

Ameiiiii essa… Muito charmosa. Aproveitar o triângulo a escada faz e enfeitá-la. Mas será preciso caprichar bastante. Senão, é capaz de ficar bem mambembe, sabe como é?

Árvore Bolas

Ok… Ok… Essa sugestão não é de fato uma árvore de Natal. Aliás isso não é nada de Natal. Mas achei festivo.

Árvore de presentes

Agora comecei a complicar um ‘cadinho, né? Ah, achou que ia ser fácil? Mas muito fofa e lindinha, fala verdade?

Árvore de Cestos na Parede

Agora caprichei né? Se alguma de vocês fizer, por favorrr me ensina? Tira foto? Faz o passo a passo? Muito legal. Mas para minhas habilidades, simplesmente impossível.

ÁRVORE ÉBRIA

Essa aqui deveria ser uma árvore pós Natal… Com todas as garrafas dos happy hours, festas de final de ano e do próprio Natal. Só pra pesar a consciência. Ou não…

Árvores de ripas de madeira

Esses dias uma Dominique postou sua árvore de Natal feita com ripas de madeira no nosso grupo e eu amei! Simples e ainda reaproveita material. Adorei!

E aí? Inspirou-se? Teve alguma idéia diferente? Manda pra mim.. Manda vai?

Vou adorar receber a foto de uma ideia ou de sua árvore, mesmo se ela for aquela linda arvore artificial branca com bolas vermelhas. Tanto faz.

Manda aqui, ou pro meu e-mail : dominiquehip@gmail.com ou pro meu Instagram : @dominiquehip

E aqui os links que prometi :

Será que todo mundo gosta de Natal

Vamos comemorar o final do ano? Ano que vem.

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

4 Comentários
  1. A minha filha ganhou uma árvore de Natal para quem tem gato.
    Eu e a Frida (a minha neta gata) amamos. 🙂
    Pena que não dá mais pra ela bagunçar tudo e terminar emaranhada com os enfeites no chão, rsrs. .-.

  2. Bom domingo…

    Acho que só muda o endereço né, pq aqui tbem, todo mundo ( adultos) ficaram bravos qdo disse
    que não iria montar árvore de Natal.
    Pra que?? Quase fui expulsa da mesa… bom vamos lá tirar tudo da caixa, ver se está em ordem e mais uma vez montei, mas esse ano tive a ajuda do Pedrinho meu neto de 5 anos, que no meio da árvore já me disse” nossa vovó isso cansa né”…
    Mas terminei claro, enfim suas ideias de árvores são ótimas , mas fiquei na tradicional mesmo, quem sabe o Papai Noel reconheça meu trabalho e
    Me traga um presentão de Natal!
    Feliz Natal a todas Dominiques!

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

A Promessa narra triângulo amoroso em meio a genocídio

O cineasta irlandês Terry George começou a carreira escrevendo roteiros. Por trás das câmeras, o diretor se especializou em filmes históricos com forte veia crítica e violentas cenas de ação.

Estrelado por Oscar Isaac, Ana Khesarian e Christian Bale, A Promessa narra os enlaces passionais de um triângulo amoroso durante o massacre que dizimou 1.5 milhão de armênios, em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial. O genocídio, promovido pelos turcos, encontra paralelo trágico na história da carnificina promovida pelo Nazismo na Segunda Guerra. 

O filme começa num vilarejo armênio no sul da Turquia, com o botânico Mikael Boghosian (Oscar Isaac) preso a uma promessa de casamento, mas parte de sua pequena vila interiorana para a cosmopolita Constantinopla, para aprofundar seu conhecimento em uma escola de medicina. Mas os ares da modernidade boêmia e o convite ao prazer da grande metrópole (hoje Istambul) irão levar este apaixonado estudante de medicina para os braços da bela jovem Ana (Charlotte Le Bon), recém-chegada de Paris.

Mikael passa a ver o mundo através dos olhos vividos de Ana e um fotojornalista Chris Myers (Christian Bale). A inevitável sedução que se segue forma um triângulo amoroso às portas da Primeira Guerra Mundial quando ninguém imaginaria os horrores que se seguiriam.

Conflito histórico

Bem amarrada, a trama desse trio de amantes conduzidos pelos dramas desse denso conflito político, questões morais e éticas, rasteiras do destino e boa dose de atração, traição e mentiras sinceras.

Cada um dos atores de maneira distinta desempenha um ótimo papel traçando a personalidade das respectivas composições. Eles são fundamentais para ajudar o público a se importar com aqueles personagens e a sentir um pouco daquela dor e um pouco daquela paixão.

A bela fotografia dá os tons que encaixam perfeitamente no sentimento que se quer passar, ao mesmo tempo em que belos enquadramentos em diversos ambientes mostram uma preocupação em retratar de diversas maneiras o que quer ser contado. O destaque é o visual dessa Turquia do início do século XX que é deslumbrante.

No todo, o saldo é bem positivo.

A Promessa tem potencial para agradar fãs de história, romance e drama.

O desfecho desse turbilhão de paixão, de sentimentos em meio aos horrores é exemplar.

Eu adorei!

Realmente um programão para o fim de semana em sua casa, no Netflix.

Não perca!

Assista o trailer de A Promessa

Outros Dramas que valem a pena assistir

Parasita

O Profissional

Coringa

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Como era o mundo apenas 100 anos atrás!

Parece inacreditável que tantos avanços tecnológicos e comportamentais aconteceram nestes últimos 100 anos. Sabe que eu me surpreendo. Esses dias eu vi algumas fotos antigas e confesso que eu me diverti observando como mundo era tão diferente de agora.

Nada polêmico, viu. São apenas curiosidades de uma sociedade que acabava de assistir o fim da 1ª grande guerra mundial e se preparava para uma profusão de mudanças e inovações. Claro que eu resolvi compartilhar com você alguns fatos interessantes. Afinal, quem não gosta?

Quanta coisa mudou!

Loucos anos 20

Essa época ficou conhecida como “os loucos anos 20”. (Nem imagino como ficará conhecida nossa década!) Mas tudo começou em 1.919, justamente com a “volta à normalidade” do pós-guerra. Foi um período de efervescência cultural nas grandes cidades do mundo e o início da ruptura com muitos costumes antigos.

Adolescentes?

Não existiam adolescentes? Pois é, os jovens com mais de 13 anos já eram considerados adultos. A garotada começou a ser chamada de adolescente só partir dos anos 40.

Novos utensílios e acessórios

Cozinhas em todo o mundo começavam a ganhar acessórios diferentes e um deles foi a tostadeira. Nesta mesma época foi criado o zíper, que era chamado de “prendedor separável”.

A música mais tocada

Uma das músicas mais tocadas no ano foi Rosa, do Pixinguinha. E há 100 anos esta canção ainda nos emociona. Isso é que é parada de sucesso!

Fashion!

A guerra obrigou muitas mulheres a trabalhar. E o vestuário preciso ser adequado à praticidade do dia a dia. Os vestidos começam a ficar mais curtos e novas tendências (as melindrosas!) ganham as ruas.

Maquiagem

As mulheres começavam a usar maquiagem. Até então, quem coloria o rosto ficava mal falada na sociedade. Claro que antes disso algumas davam uma ajudinha às escondidas com um pouquinho pó translúcido e batom.

Lingeries

As mulheres conseguiram um pouquinho mais de conforto nas lingeries. Nesta época, as mulheres podem optar por peças íntimas menos apertadas do que os espartilhos e mais proporcionais ao corpo feminino.

O mundo e as cidades

O mundo contava com apenas 57 países e o Brasil tinha só 1.300 cidades. Hoje são 190 países (membros da ONU) e 5.568 municípios brasileiros. Imagina passear por Copacabana e Ipanema. Pena que não tinham criado ainda o maiô.

O mais alto do mundo

A Torre Eiffel era a estrutura mais alta da terra! Olha que ela tem apenas 300 metros, baixinha perto do Burj Khalifa (em Dubai) com 828 metros.

Sem medalhas

O Brasil não tinha participado ainda de nenhuma Olimpíada. A estréia aconteceu em 1920. Foi só em 1932 que a nadadora Maria Lenk integrou a nossa equipe olímpica, sendo a primeira mulher sul-americana a disputar nos jogos.

Deu para você se distrair um pouco? Conta outras histórias de fatos inusitados de outras décadas.

Mais fatos interessantes:

Os anos de guerra e paz e o significado do número 9

1 Comentário

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Anos de Guerra e Paz e o significado do número 9

Semana que vem entramos no mês 9 de 2019. Dominiques… é quase cabalístico. Eu já tinha ouvido falar sobre os grandes acontecimentos que marcaram os anos com final 9. Só que eu nunca fui atrás para mais informações. É tudo verdade! Eu conto mais detalhes a seguir, mas primeiro quero falar sobre o número 9!

Pode ser simples, mas já pensou que número 9 representa o final de um ciclo e começo de outro? Bom, nós sabemos muito bem porque é quando nos tornamos Dominiques 🙂 A numerologia também destaca mais pontos positivos do que negativos para esse algarismo. Indicaria a realização, a paciência, a tolerância, a generosidade, entre outros adjetivos positivos.

Talvez por isso grandes acontecimentos se desenrolaram nos anos final 9. O problema é que muitos eventos negativos também ocorreram consistentemente todas as décadas… Não é para você ficar preocupada  e nem se trancar em casa esperando esse 2019 passar! Foi por pura curiosidade que resolvi pesquisar o que rolou desde 1919 para provar a tese de que estamos num ano pra lá de especial. 

Anos de Guerra e Paz

O ano de 1919 já começou com a reunião da Conferência de Paz de Paris, motivada pelo final da 1ª Guerra Mundial. O encontro iniciou as discussões sobre as condições de paz com a Alemanha. No meio do ano, foi assinado o famoso Tratado de Versalhes. Mas o mundo ainda continua um pouco “sombrio” e neste ano Mussolini também fundou a organização que daria origem ao Partido Fascista na Itália. 

1929 foi o ano que o mundo quis apagar. Começou com a grande depressão econômica mundial, cujo início foi a quebra da Bolsa de Valores de Nova York. O efeitos foram sentidos em vários países, inclusive aqui no Brasil, com a crise do café. Mas também foi em 1929 que duas grandes referências da paz nasceram: Martin Luther King Jr e Anne Frank. 

No segundo semestre de 1939, começou a 2ª Guerra Mundial. O conflito envolveu a maioria das nações do mundo e só terminou em 1945. Há consequências e impactos que têm efeito até hoje. Há poucos destaques positivos para o ano de 1939. Um deles é o lançamento do filme …E o vento levou, que é considerado o mais bem-sucedido da história do cinema. O personagem Batman também aparece pela primeira vez nos quadrinhos. Pena que até hoje ele não conseguiu vencer o mal! kkk

1949 quase furou o padrão. Mas foi neste ano que o mundo tomou um outro “formato” que causou grande impacto nas décadas seguintes. É quando foram criadas as República Federal da Alemanha, a República Democrática Alemã e a República Popular da China. 

Praticamente no primeiro dia de 1959 começou a Revolução Cubana, que deu início ao regime socialista de Fidel Castro em vigor até hoje. Aqui no Brasil aconteceu a Revolta de Aragarças, quando oficiais da Força Aérea Brasileira e do Exército Brasileiro tentaram iniciar um levante militar com tomada de poder sem sucesso. 

Já o ano de 1969 marcou pelas mudanças comportamentais e inovações que começaram a reverberar em todos os cantos do mundo. Em julho, Neil Armstrong pisou pela primeira vez na Lua, na missão Apollo 11. Em agosto foi realizado o festival de música Woodstock. Já em outubro foi enviada a primeira mensagem pela Arpanet, considerado o início da internet. Enquanto isso aqui no Brasil, a Junta Governativa Provisória assume o poder para, em outubro, dar lugar ao mandato do general Emílio Garrastazu Médici, sem eleições diretas. 

O ano de 1979 marca o início da abertura política no Brasil, com a promulgação da Lei da Anistia pelo presidente João Figueiredo.  Na europa, Margaret Thatcher tornou-se a primeira mulher a ser primeira ministra do Reino Unido. Mas do outro lado do mundo começava a Revolução Iraniana, que fechou o Irã sob o comando do aiatolá Ruhollah Khomeini.

O ano de 1989 é marcado por grandes eventos, como a queda do muro de Berlin e a abertura política dos países da antiga cortina de ferro. Na China, os protestos estudantis culminaram no massacre da Praça da Paz Celestial. No final deste ano, os presidentes George H. W. Bush e Mikhail Gorbachev anunciaram o fim da Guerra Fria. Aqui no Brasil, foi eleito por voto direto o presidente Fernando Collor de Mello. 

No ano de 1999, começou na Europa a união de diversos países a partir da criação de uma moeda única, o Euro. A nova moeda começou a ser efetivamente usada em transações eletrônicas. A proximidade com o novo século traz novos conflitos e neste ano aconteceu nos Estados Unidos o maior atentado em escolas do mundo, o Massacre de Columbine. 

Já no século 21, o ano de 2009 foi marcado por momentos de tranquilidade e de inquietação. Os conflitos na Faixa de Gaza deixavam o mundo em alerta. Outras brigas pipocavam diversos outros países, principalmente no Oriente. Nos Estados Unidos o presidente Barack Obama recebeu o prêmio Nobel da Paz por  “esforços para reforçar o papel da diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”. O Brasil foi escolhido como sede dos Jogos Olímpicos de 2016. 

Ufa! Foi um baita do resumão. Claro que não consegui cobrir tudo o que aconteceu de importante em um século. Mas dá mesmo pra gente concluir que os anos final 9 são diferenciados e registraram grandes acontecimentos aqui e no mundo. 

E você tem mais alguma lembrança? Compartilha aqui.

Mais sobre 1969

E se o Woodstock tivesse acontecido no Brasil

1 Comentário

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Aliados: o espião que sabia de menos, disponível no Netflix

Hoje minha indicação é o filme “Aliados”, que se passa em Casablanca, onde o espião canadense Max Vattan (Brad Pitt) e a francesa Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se conhecem para a missão de matar um embaixador nazista. Eles precisam se passar por um casal e, naturalmente, se apaixonam. 

Na segunda metade, os dois estão morando em Londres, com uma filha pequena. Tudo vai bem até que Vattan descobre que Marianne pode não ser quem ele pensa.

O longa começa no deserto marroquino, numa hábil e linda composição entre computação gráfica e realidade. Logo entra um letreiro afirmando que o filme se passa na década de 40 durante a Segunda Guerra. A dupla de espiões Max e Marianne se encontra num suntuoso bar, toca Jazz, poderia estar tocando As Time Goes By. Esse início de filme possui por si só muito material para a cinefilia, impossível não se lembrar de filmes como Casablanca, clássico absoluto da década de 40.

Como um filme clássico

Mas desde a primeira cena de “Aliados”, o diretor Robert Zemeckis deixa claro que seu projeto é justamente ir de encontro a esse desafio. “Aliados” não é uma revisão contemporânea do cinema clássico. É um filme clássico feito com ferramentas contemporâneas.

Zemeckis optou por uma narrativa clássica, em que esse jogo serve apenas para alimentar o romance e depois o suspense. Dentro dessa opção, “Aliados” não é “Casablanca”, mas sim uma obra bem sucedida, que nos faz acompanhar com emoção e surpresa o destino dos personagens.

Assim o longa mistura amor, drama e suspense num filme que ultrapassa esse gênero de forma fluida, tendo sua força na presença do casal de protagonistas.

Marion Cotillard é um espetáculo em cena. A atriz é quem eleva em todos os sentidos essa produção. A francesa é uma atriz do olhar, em que seus olhos dizem ou escondem tudo de sua personagem. 

Ambientar uma trama historicamente nem sempre é fácil e “Aliados” não deixa nada a desejar na reprodução dos cenários da histórica e charmosa Casablanca. Os carros, as casas, e, principalmente o figurino, são caprichadíssimos.

O figurino foi indicado ao Oscar, e não levou a estatueta injustamente. Mas é apenas esplêndido, rico em detalhes, atento com os tecidos, e maravilhoso em variedade. As camisolas e vestidos de Marion são de tirar o fôlego, como também os trajes de Pitt, simplesmente chiquérrimos.

Experiente o diretor conseguiu trazer um belo dinamismo para as cenas. O resultado é um filme de duas horas que passa voando e você nem percebe.

Filme recomendado para você que curte histórias que se passam durante a guerra, drama, romance, e aquele tom de suspense temperado com uma boa trilha sonora.

Bom programa para você nesse feriadão.

Confira o trailer

Outros filmes na Netflix

Mary Shelley

Amor a Toda Prova


1 Comentário
  1. Thank you for your sharing. I am worried that I lack creative ideas. It is your article that makes me full of hope. Thank you. But, I have a question, can you help me?
  2. Gostei do comentário!

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Sobre autoestima, ego, pretensão e bom humor.

Autoestima é sempre algo a ser perseguido. Principalmente depois que completamos 5 décadas, ela é essencial. Algumas pessoas a têm em bom patamar pois cultivaram durante uma vida. Outras nunca a tiveram e provavelmente nunca a acharão por mais que procurem.

Agora nós Dominiques, temos um trabalho extra pois além de recuperar nossa própria autoestima tão machucada, temos que ensinar o mundo a nos respeitar. Já falei um bocado sobre isso – veja aqui.

Assim sendo, deixa eu te contar uma historinha* que li há tempos sobre uma pessoa com autoestima colossal – Pablo Picasso.

Dizem que o Picasso nunca tinha dinheiro no bolso.

Quando ele terminava de jantar num restaurante, o dono aproximava-se da mesa com a nota, esperançoso, e perguntava se ele ia pagar ou assinar.

Picasso fazia uma mímica de procurar dinheiro nos bolsos, mas sempre acabava assinando a nota. O dono do restaurante mandava emoldurar e depois vendia como um Picasso autêntico, por muito mais, é claro, do que o valor do jantar. Entretanto se a comida estivesse especialmente boa ou se o seu grupo fosse grande, Picasso não assinava apenas a nota. Fazia um rápido desenho na toalha, que, depois, mesmo com as manchas de comida, passava a valer uma pequena fortuna. Ou então fazia uma rápida escultura com miolo de pão e palitos.

Quando precisava mandar buscar alguma coisa no armazém, Picasso rabiscava uma pomba ou uma odalisca num papel e dava para a empregada pagar a conta.

Certa vez, a empregada saiu para fazer o rancho levando um bico-de-pena razoavelmente bem acabado – a conta seria grande – e voltou com as compras e mais um horrível desenho feito em papel de embrulho e assinado embaixo pelo dono do armazém, Monsieur Pinot.

– O que é isso? – quis saber Picasso, segurando o papel com a ponta dos dedos.

– É o troco – explicou a empregada.

Desse dia em diante, dizem, Picasso olhava com respeito, cada vez que passava pelo armazém de Monsieur Pinot. Tinha encontrado um ego maior que o seu.”

*Foi escrita por Luis Fernando Veríssimo e está no livro Comédia da Vida Pública – 1995, ed. L&PM

Adooooooro essa história, quer ela seja verdade, quer ela seja pura ficção.

Agora analisemos: Monsieur Pinot realmente achava que poderia desenhar algo do valor das obras de Picasso? Ou que uma obra dele não pagasse uma compra no mercadinho?

Claro que o ego de Monsieur Pinot e sua autocrítica sabiam que ele não era artista e passava longe de qualquer tipo de talento pictórico.

O que acontece é que o quitandeiro tinha autoestima suficiente para brincar com um mestre, considerado quase uma lenda viva.

E não. Isso não é pouca coisa. Poderia ser considerado arrogância, apesar de ter sido arrogante justamente quem subjugou a moeda de troca corrente, tomando como certo e aceitável o valor “superior”de um pedaço de papel.

Veja bem, o ato de M. Pinot nada teve de arrogante ou sem noção. Muito menos foi ele pretensioso embora até possa parecer. Ele usou uma das armas mais poderosas do universo que é inegavelmente o bom humor.

Acredito piamente que o bom humor é uma das maiores qualidades de uma pessoa da mesma forma que o bom senso.

A coragem de usar-se de humor com um homem como Picasso, veio sem dúvida alguma de uma autoestima muito bem lustrada e em dia.

E vou além. Quando você acha que Pablo Picasso prestaria atenção a Monsieur Pinot, da quitanda, tornando-se até eventualmente um amigo?

Veríssimo diz em seu texto que Picasso achou finalmente alguém com o ego maior que o seu. Mas sou obrigada a discordar. Porque não foi o tamanho do ego daquele homem simples da Cote D’Azure que cativou o ilustre pintor mas sim a sua autoestima .

Quem gosta de si próprio, sente-se merecedor do outro, seja ele quem for. No caso Pablo Picasso.

Entendeu?

autoestima Picasso

Leia Também :

Eliane Elias – Muita autoestima na vida e ao piano

Ao procurar um novo amor é preciso paquerar-se antes.

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

3 Comentários

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Agnus Dei – Les Innocentes

Uma história finalmente contada.

Les Innocents exibido no Festival Varilux de Cinema Francês em 2016, chegou por aqui com o nome de Agnus Dei. Baseado em fatos reais, filmado na Polônia e França, conta uma história de violência contra mulheres ao final da Segunda Guerra Mundial, em um vilarejo polonês.

Durante uma missão da Cruz Vermelha, a jovem médica francesa, Mathilde (Lou de Laâge), trata de sobreviventes franceses antes de serem repatriados. Mathilde descobre que freiras de um convento vizinho foram estupradas por soldados russos. Muitas delas estão grávidas. Apesar da ordem de prestar socorro apenas aos franceses, a médica começa a tratar secretamente de todas as freiras e madres e enfrenta os julgamentos das próprias pacientes que se sentem culpadas por terem violado o voto de castidade que se recusam a ter o corpo tocado por quem quer que seja até mesmo uma freira.

A talentosa diretora e roteirista Anne Fontaine ficou profundamente tocada com essa história sobre maternidade e questionamento da fé, e faz de “Agnus Dei”, um filme forte, denso e que provoca inúmeras reflexões.

O roteiro não tem como foco discutir a guerra em si, trata com atenção as consequências dos atos brutais dentro do convento e de como as freiras grávidas lidam com essa provação.

O longa é essencialmente de mulheres, mas alguns de homens aparecem em cena – especialmente no cotidiano de Mathilde, cercada de homens no hospital militar.

Um desses homens tem destaque na produção: o médico Samuel (Vincent Macaigne). Ele aparece, para reforçar a leitura da personagem de Mathilde e para ajudar a contrastar a vida dela com a das freiras do convento.

Conhecemos duas realidades diferentes: a das mulheres enclausuradas que acabam tendo suas vidas invadidas e agredidas de forma covarde, sem possibilidade de defesa em contraste com a vida independente de uma médica que fez a escolha de dedicar a vida para ajudar as pessoas na Cruz Vermelha.

Mathilde é solteira, possuí uma profissão, sai com o homem que quer, fuma, tem origem familiar comunista, e faz o que acha certo. Em contrapartida as freiras que ela encontra em situação de vergonha e medo devem seguir hierarquia com o propósito ter obediência, e dedicar todo tempo a Deus.

Essas duas realidades não se chocam, mas é difícil para Mathilde se colocar no lugar daquelas jovens mulheres, até que em certa uma noite, ela passa por uma situação semelhante.

”Les Innocents” nos conta uma história terrível e convida o espectador a conhecer mais uma das chagas pouco comentadas que foram deixadas pela Segunda Guerra Mundial.

O longa convida as mulheres a fazerem um exercício de empatia que é duro, porém é necessário.

Bem construído e com ótimo elenco, “Agnus Dei” fala de humanidade e compaixão. Independe de religião, de visão política, ou lado da guerra.

Anne Fontaine empresta sua assinatura a esse magnífico filme sobre transgressão e amparo. O emocionante encontro entre a médica francesa e a irmã Maria (Agata Buzek), dividida entre seus votos e a vontade de aceitar a vida.

 Acima de tudo é uma belíssima homenagem às mulheres vítimas tão esquecidas – e tão silenciadas – de todas as guerras.

Um filme, belo, sensível, tocante e acrescenta-se também, que nos faz refletir sobre dogmas e comportamentos humanos durante a guerra. Nos faz notar que a humanidade é capaz de triunfar diante de tantos absurdos e perversidades que o ser humano é capaz de cometer em nome do poder, do prazer e até mesmo de Deus.

Importante mencionar dois aspectos: a trilha sonora emocionante, e a fotografia com  belíssimas imagens com potencial de serem emolduradas.

Confira o Trailer:

https://youtu.be/Gr6w-22dOEk

Veja também:

https://dominique.com.br/beleza-americana/

https://dominique.com.br/lore/

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

A vida sem ele

A vida sem ele.
Não…Não é fácil.
Nunca foi.

Rompimentos são dificílimos mas sabemos que recaídas são ainda piores. Como seria a vida sem ele?

Assista também : Essa é pra você, caro sedutor de plantão

Sonho de consumo – Qual é o seu?

Assista a todos os nossos vídeos em nosso canal no Youtube

Você sabia que nosso Pinterest está bombando? Sério…Dá uma olhadinha lá https://br.pinterest.com/dominiquehip/

Ficha técnica deste vídeo : A Vida sem ele

Dominique de hoje : Carla Paganni
Direção : Cris Mariz
Roteiro : Eliane Cury Nahas
Produção executiva : Rita Urcioli E Claudio Odri
Figurino : Tigresse

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

1 Comentário
  1. ➤ https://www.google.com/share.google?q=QhJ4d4LBwcNgATTpl?hs=6d11db6f4c71bdee045c64754d04fe70& / INTERESTED IN THE 00 PROMO / LEARN ABOUT THE CODE TICKET #K9797 disse:
    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.
    mgeo7n

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>