Entretenimento

13 curiosidades sobre Oprah Winfrey

Quem não conhece Oprah? Talvez alguma menina desavisada, mas não há Dominique que se preze, de qualquer nacionalidade que não saiba quem é Oprah.

Americana negra que venceu um zilhão de obstáculos para sobreviver.

Da infância pobre a estupros e abortos. Tem muita história caso você não conheça.

1. Seu nome “Oprah” foi em homenagem à personagem do Livro de Rute do Antigo testamento. Na verdade o nome deveria ser Orpah, mas seus pais resolveram dar uma personalizada no nome bíblico.

2. Aos 17 anos ganhou o concurso de beleza Miss Black Tennessee.

3. A família de Oprah era tão pobre que quando criança, usava vestidos feitos de sacos de batata.

4.Oprah Winfrey tem pelo menos 8% de sangue de nativos americanos

5. Oprah era âncora de um tele-jornal em Nashville quando tinha apenas 19 anos, tornando-a a pessoa mais jovem e a primeira mulher negra a ocupar o cargo.

6.Oprah dublou vários personagens de desenhos animados.

7.Oprah Winfrey entrevistou inúmeras celebridades, incluindo Michael Jackson, cuja entrevista se tornou o quarto evento mais assistido na história da televisão americana, bem como a entrevista mais assistida de todos os tempos, com 36 milhões de telespectadores.

8.Oprah foi fazer cinema e adivinha? Ganhou um Oscar!! Sério. Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel em The Color Purple, de Steven Spielberg.

9.Oprah Winfrey é a primeira mulher negra bilionária e a mulher afro-americana mais rica.

10.Oprah odeia chiclete e fica muito irritada quando encontra pessoas que mascam, fazem bola, puxam. (Temos isso em comum. Também)

11.Ela tem medo de balões e acredite se quiser tem até nome para esse medo. Oficialmente conhecido como “globofobia”.

12. Seu primeiro grande luxo foram toalhas de banho Ralph Lauren. “Para uma garota que cresceu compartilhando uma toalha de banho com duas meia-irmãs, ter um armário de luxuriantes toalhas Ralph Lauren de todas as cores, em um apartamento com vista para o Lago Michigan, era realmente uma coisa linda”, disse ela.

13. Entre as 37.000 entrevistas que Oprah fez, talvez a mais desconfortável tinha sido com Elizabeth Taylor. “Ainda é doloroso de assistir”, diz ela, “por muitas razões, incluindo meu cabelo ruim”. Logo antes da entrevista, Liz pediu a Oprah para não perguntar nada sobre seus relacionamentos. “Isso é difícil de fazer quando você é Elizabeth Taylor e se casou sete vezes”, diz Oprah.

As respostas de Liz foram tão breves que Oprah não pôde deixar de provocar: “Você é tão transparente – acaba de contar tudo! Eu declaro, você precisa parar de falar tanto, Srta. Taylor!”

Assista nesse link esse episódio com Liz e outras entrevistas no mínimo constrangedoras. Os motivos são diversos. Vale muito a pena.

Leia também:

Isso é que eu chamo de Dominiques Poderosas

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Relação de filmes e séries que já comentei e que continuam passando no Netflix

Nessa quarentena a que todos deveriam estar obedecendo, nada melhor do que um filminho ou uma boa série. Por isso, preparei para você Dominique que é leitora e apreciadora da Sétima Arte, uma relação de filmes e séries já indicados e comentados.

Você poderá ler a resenha e ver o trailer, caso não se lembre, ou que não tenha visto ainda. Difícil essa minha escolha porque muitos bons filmes já saíram do catálogo Netflix. 

Tomara você encontre boas opções para escolher seus preferidos e que seja um bom entretenimento nesses dias de confinamento social. 

Relação de filmes e séries que já comentei e que continuam passando no Netflix. Divirta-se!

A Livraria

Agnus Dei

A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata

As Telefonistas (Série Espanhola)

Brooklin

Coisa Mais Linda (Série Nacional)

Diário de Uma Paixão

Jane Eyre

Lazzaro Felice

Mademoiselle Vingança

Mary Shelley

Nossas Noites

O Guardião Invisível

O Menino que Descobriu o Vento

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Listas do que eu nem sabia que precisava, mas procurei essa semana!

As últimas semanas foram diferentes no mundo todo… para todo o mundo! É realmente surreal presenciar um filme de tragédia tornando-se real. Eu me recordo a minha avó contando histórias da época da gripe espanhola, em 1918. Ela era pequena, mas falou que o meu bisavô abriu a fazenda em Minas Gerais para receber os enfermeiros da região. Eu achei que problema só foi tão grave como ela relatou porque na época não existiam remédios ou tratamento especializados. A penicilina só foi descoberta acidentalmente em 1928.

Mas cá estamos nós… todas as Dominiques… vivendo algo inimaginável e tendo de nos adaptar a um novo modo de viver, trabalhar e nos relacionar. Estou estou em casa, quietinha, dividindo a tarefa de cozinhar com o marido! Continuo trabalhando online e e buscando formas de me adaptar nessa situação de quarentena. Estes dias, eu comecei a pesquisar algumas coisas completamente diferentes, muitas delas eu fiquei supresa porque nem sabia que precisava!

Entre uma tarefa (do trabalho ou doméstica!) eu busquei recursos e aplicativos para me ajudar no trabalho. Também selecionei alguns itens de cultura, cursos, saúde e bem-estar. Eu acho que é o equilíbrio ideal entre o dever e o lazer! Como eu adoro fazer listas, resolvi compartilhar aqui as minhas descobertas. Quem tiver mais dicas, só incluir nos comentários que depois atualizarei as listas aqui neste post!

Aplicativos de conversa em video:

Em primeiro lugar o trabalho. Precisei achar aplicativos para me ajudar nas reuniões de trabalho, quanto para conversar com as amigas e a família. O diferencial desses aplicativos, em comparação ao WhatsApp é que podemos incluir dezenas de pessoas ao mesmo tempo. 

Cursos online

Apesar de não estar tendo exatamente mais tempo durante essa quarentena, gostaria de aprender algo novo. Mas também não quero me afundar em deveres domésticos, trabalho e notícias. Então decidi que vou, simultaneamente, trabalhar e estudar. Pesquisei diversos assuntos e segue o que encontrei. Qual você acha que eu decidi fazer?

Bem-estar

Sempre cumpri certinho a minha rotina diária de exercícios. Mas confesso que desde o início da quarentena eu não consegui fazer muita coisa. Mas vi que sites ou perfis em redes sociais estão oferecendo aulas online gratuitamente. Até a minha academia entrou nessa! Gostei de alguns:

Cultura

Viver só TV a cabo e Netflix não dá, né. Claro que tenho os meus livros, mas se sobrar algum tempinho, eu também quero conhecer coisas novas. Engraçado que muitas delas já estavam aí, disponíveis em várias listas gratuitamente. De vez em quando acesso alguns desses serviços para me distrair. 

Agora eu vou contar as minhas escolhas entre as listas! Eu suma…. eu parei um pouco de acompanhar as notícias sobre a pandemia. Além disso, deixei até de ler a maioria das mensagens pelo WhatsApp. Também estou focando meu tempo pra o que é útil e faz bem para mim! 

Além disso, testei vários aplicativos de video online e gostei bastante do Zoom.us. Usei para o trabalho, inclusive cantamos um parabéns online! Paralelamente, estou fazendo o curso de desenho da Faber Castell com o propósito de estimular a minha criatividade. Sempre quis aprender a desenhar. 

Por fim, todos os dias de manhã estou fazendo uma aula de yoga. Ok… ok… que comecei ontem, mas vale, né? Não conhecia a Pinacoteca di Brera. Passeio um pouquinho por dia por ela e torço para a Itália se recuperar logo! 

E você? O que pesquisou por esses dias?

Mais sobre estudar online

Cursos online para retomar os estudos

7 Comentários
  1. Menina, bom dia!!!
    Isso que vc mandou, veio na hora certa…
    já estava chamando urubu de meu louro… kkk
    Vou começar pela ioga, estou precisando de me exercitar
    Depois vou procurar outras coisas desta lista
    Obrigada querida
    Foi ótimo!!!

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Isso é que eu chamo de Dominiques poderosas!

Eu não me importo (muito!) com as fofocas de famosos. Mas sabe que um babado no começo deste ano me chamou a atenção e até pesquisei mais sobre o assunto. Dominiques… adorei. Mas antes de tudo eu preciso revelar! Eu até senti o tal do Schadenfreude quando li a notícia completa. (Não sabe o que é? Conto aqui!). Enfim…. dei um sorrisinho e pensei: como eu adoro mulheres poderosas!

Vamos então ao bafo! No final da cerimônia do SAG Awards, Jennifer Aniston e Brad Pitt se encontraram nos bastidores. Ambos vencedores, ele com o prêmio de melhor ator coadjuvante por Era Uma Vez em… Hollywood e ela de melhor atriz em série dramática por The Morning Show. Bom… não se encontraram. Ele assistiu ao discurso e esperou por ela atrás do palco. 

Jennifer, 50 anos e lindíssima num vestido branco, cumprimentou o ex-marido e tchau! Isso mesmo… ele ficou segurando o braço dela, enquanto ela deu as costas e foi curtir a festa. Vejam a imagem e tirem suas próprias conclusões. Há, inclusive, quem diga que o ex-casal está se encontrando secretamente. Já outros fofoqueiros de plantão afirmam que a atriz foi é conversar com o outro (maravilhoso) ator Jon Hamm.

Mas as surpresas da premiação para as Dominiques não pararam por aí.

No entanto, não foi apenas essa notícia que me surpreendeu sobre as Dominiques no cinema. A atriz Renée Zellweger, com recém-completados 50 anos, ganhou o Oscar, Globo de Ouro, BAFTA, entre outros prêmios, pela sua atuação como melhor atriz no filme Judy. 

Foi uma belíssima performance feita pela Renée, que ficou alguns anos afastada das telas por depressão. Ela representou os últimos meses de vida da atriz Judy Garland, que morreu com 47 anos. Nada me tira da cabeça que se a mesma escalação da intérprete fosse alguns anos atrás, a atriz escolhida para viver Judy seria alguém mais nova e no auge da fama.

Quem também foi indicada na maioria dos grandes prêmios por sua interpretação como atriz coadjuvante no filme para a Netflix História de um Casamento foi Laura Dern. (Tem resenha do filme aqui).

O desempenho da atriz de 53 anos também foi reconhecido ano passado na minissérie da HBO Big Little Lies (também tem resenha aqui). Há anos eu acompanho o trabalho dela, que tem um lado meio poderosa, meio rebelde. Adoro. E ela também tem muito atitude. Adorei que a Laura Dern repetiu o mesmo vestido preto na festa pós Oscar. Faz mais de 20 anos que ela usou o look.

Quer Dominique sexy? Também teve!

Outra artista que arrasou nas premiações e no show do intervalo do Super Bowl foi a Jennifer Lopez, também com 50 anos. Ela interpreta uma stripper que aplica golpes com as amigas no filme As Golpistas. J-Lo concorreu ao prêmio de melhor atriz coadjuvante no Globo de Ouro e deu até entrevistas confirmando que não usou photoshop nos cliques. 

Você pode até falar que ela é cantora e precisa estar em forma para as apresentações. Mas, Dominiques, no filme ela ensina uma amiga a dançar pole dance. Não é só a forma física que me admirou, não, mas a auto-estima de encarar uma personagem super sexy. Da mesma forma, ela arrasou, veja só:

Além de deixar todos e todas (porque eu me incluo aqui!) com queixo caído no filme As Golpistas, a J-Lo ainda arrasou no show do intervalo do Super Bowl. A apresentação junto com a cantora Shakira – aliás, que tem 43 anos – causou polêmica. 

Dominiques poderosas!

A rede de televisão CNN afirmou que mais de 1.300 pessoas reclamam do show, dizendo que foi muito sensual e que não haviam sido informados antes da “performance de strip tease”. Sério… Dominiques. A notícia saiu aqui. Posso não gostar de todas as músicas delas. Mas eu AMEI a repercussão. As duas cantoras são muito competentes e fizeram uma apresentação impecável. Só posso dizer uma coisa: que poder é esse das novas Dominiques!

Confira só o show! 

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Lída Baarová: as conseqüências de nossas escolhas

Lída Baarová, disponível na Netflix, é uma daquelas histórias pouco conhecidas que merecem ser contadas e assistidas.

Especial para a TV alemã, o drama biográfico dirigido por Filip Renc, conta a história da atriz tcheca Lída Baarová, que dá o nome ao filme.

Por sentir que sua vocação profissional é a Arte Cênica, e no intuito de satisfazer o desejo da mãe – de vê-la brilhar diante das câmeras – Lída empenha-se em conseguir espaço no universo dramatúrgico.

Aos quase 20 anos e no auge de seus estudos no Conservatório de Praga, ela alcançou seu primeiro papel, mas partiu para a Alemanha em busca da notoriedade, já que não conseguia em seu país natal.

Sua trajetória rumo ao estrelato começa com sua viagem a Berlim para protagonizar ao lado do belo ator Gustav Fröhlich, com quem teve um romance. Foi uma das grandes atrizes européias entre as décadas de 1930 e 1950.

Totalmente focada nos seus sonhos, Baarová se dedica ao máximo para poder falar alemão sem sotaque, algo valioso visto que acabavam de sair do cinema mudo. Conquistou papéis importantes, e com a ascensão se deslumbra com Berlim, e com o sucesso, participando de grandes festas e muito luxo peculiar à alta sociedade. Em contrapartida ficou totalmente indiferente ao que acontecia na horrível Alemanha de Hitler.

O destino da jovem atriz, entretanto, muda depois de conhecer o Ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, um dos personagens mais sinistros da Segunda Guerra Mundial, na Alemanha Nazista, entre 1933 e 1945. O ministro de Hitler, apaixonado pela atriz tcheca, ajudou-a a subir na carreira e ser uma das mais promissoras atrizes da Alemanha.

O longa mostra uma pessoa que busca o sucesso a qualquer preço, que se apaixona pela personalidade, força, poder do Ministro, e que enxerga, na paixão dele por ela, a chance de conquistar mais espaço e mais popularidade. Torna-se visível como Lída estava completamente alienada ao mundo a sua volta.

O ministro alemão relacionou-se por pouco tempo com a atriz já que, após sua esposa descobrir a traição do marido e pedir para que Hitler interviesse, ele foi proibido pelo próprio ditador de ver sua amante.

Vetada para o elenco de diversos filmes alemães como retaliação do governo nazista, e excluída por considerável parte da população de seu país, Lída foi acusada de traição à nação pelo envolvimento com o nazista, e por isso sua vida social e carreira desmoronaram.

Lída teve uma vida difícil após a guerra, transitou na época entre o cinema italiano e alemão, mas quando estava na Tchecoslováquia era tratada como traidora por ter se envolvido com o ministro nazista.

Falando objetivamente, apesar de ser um filme muito interessante, poderia ser dada mais ênfase à relação de Lída Baarová e Joseph Goebbels. Inclusive acho que por ser o atrativo do filme vemos pouco disso na tela e realmente não conhecemos a fundo quem era Goebbels. Como amante extremamente apaixonado toda a relação deles é mostrada rápida demais e falta coragem, poderia ser mais forte.

Lída Baarová, que tinha sido convidada para trabalhar em Hollywood e simplesmente recusou por seu amor a Goebbels, disse no fim de sua vida, com sua presunção costumeira: “Eu poderia ter sido maior que Marlene Dietrich…”

Agora é só dar o play e assista no fim de semana!

Gostei muito ter conhecido a vida de Lída Baarová que é tão pouco conhecida.

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Schadenfreude – a alegria perturbadora

Fiquei perturbada quando percebi que sentia isso. Foi difícil reconhecer que tenho essa maldade dentro de mim.

E não é porque todo mundo tem que me sinto melhor.

Sim senhora. Você também sente Schadenfreude.

Assim como saudade que é uma palavra que supostamente só existe em português, Schadenfreude é uma palavra alemã de difícil tradução.

Literalmente quer dizer alegria ao dano, é um empréstimo da língua alemã para designar o sentimento de alegria ou satisfação perante o dano ou infortúnio de um terceiro.

Que coisa, né? Esses alemães!! Você com certeza acha que não sente isso. Imagine se vai ficar feliz em ver o outro se dar mal? Jamais!!

Deixa ver se eu consigo explicar.

Hummm, vejamos.

Você tem aquele almoço das amigas de infância que tanto gosta. Encontram-se com uma certa frequência, o suficiente para quererem continuar se vendo. A essa altura todas vocês já sabem que a convivência continua não é saudável para ninguém.

Vão chegando, uma a uma naquele restaurante do momento. Badaladíssimo.

Aí chega a Vivian. Na hora você percebe que ela engordou. Não 1 quilo ou 2, mas uns 5 ou 7. Afffffffffffff

Qual seu primeiro sentimento? De verdade? Lá no íntimo? Não minta!!!

Você pode sim se solidarizar quando ela se queixar. Provavelmente você dirá que nem percebeu que ela engordou. Ou que ela está exagerando. Mas teve uma ligeira sensação de prazer ao vê-la chegar mais gorda.

A sensação de que ela fracassou em alguma coisa, fez você sorrir internamente. Seja você magra ou gorda. Tanto faz.

Surpreendentemente o fracasso dos outros nos faz bem.

Podemos até tentar nos censurar. Censurar o pensamento, pois o sentimento é impossível.

É claro que não estou falando de catástrofes, isso não desejamos para ninguém (eu acho, pois aí já seria sadismo, né?).

Reconheceu-se? Pensa bem..

Tá bom. Esquece a amiga que engordou.

Você já deu risada das Vídeo Cassetadas do Faustão ou de alguma Pegadinha? Pronto. Foi um momento em que se sentiu feliz em não ser o outro. E isso é Schadenfreude. E Schadenfreude faz parte da “natureza humana”.

Melhor entender e reconhecer do que negar o sentimento.

Agora, não é porque reconheci, que gosto de sentí-lo e aposto que você também não. Fui procurar entender melhor esse sentimento tão complexo e vi que muito já se falou e já se escreveu sobre ele, veja só.

Me diverti muito quando li o que a historiadora de emoções britânica Tiffany Watt Smith escreveu sobre o desenho animado Os Simpsons em seu livro Schadenfreude—The Joy of Another’s Misfortune.

Homer Simpson torcia para que a loja de Ned Flanders, seu vizinho caretão, ficasse às moscas e ele fosse à falência, simplesmente para que não tivesse sucesso.

Porém Homer se arrependia da praga rogada antes que ela se concretizasse, atitude de que a autora do livro se aproveita para discutir até onde vai nosso desejo que o outro se “ferre ” realmente.

(Se nunca assistiu os Simpsons isso aqui não vai fazer o menos sentido. Então assista!!!)

Em outro texto li que esse sentimento remonta ao início das civilizações onde pequenos grupos lutavam uns contra os outros pelas sobrevivência em ambientes hostis. Daí o prazer em ver o dano alheio.

Nesse texto li ainda que a empatia também vem dessa mesma época, só que era sentida por membros de uma mesma turma pois para sobreviver, todos deveriam ser muito unidos e solidários e era aí que surgia a empatia que é a capacidade de se colocar no lugar do outro.

Agora vamos lá.

Sabemos que a Schadenfreude é coisa da Natureza humana.

Sabemos também que é um sentimento da idade da pedra.

Chegamos a conclusão que a Schadenfreude e a empatia são dois lados de uma mesma moeda pois ambos os sentimentos são maneiras de lidarmos com o sofrimento alheio.

Num mundo em evolução, onde conseguimos encarar de frente nossos piores “EUs” podemos tentar empatizar mais. Deve ser uma questão de treino. Imagine como sua amiga que engordou está se sentindo mal. Bem, na verdade você imagina, né? That is the point.

Mas como falei, talvez precisemos treinar.

Se não der nessa geração, talvez dê na próxima, ou na outra. Mas não podemos achar graça quando alguém se dá mal.

Leia Também:

Trabalhando com Millennials

Amizades e recomeços

 

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

2 Comentários
  1. Bacana e corajoso abordar esse tema, confortante pra todos. Abordar abertamente é, na minha opinião, o início do exercício para começar a sentir menos..É a parte mais difícil de todo exercício, é o começar. É reconhecer, detectar, dar nome ao boi. Poxa, sentimos sim schadenfreude!!Todos nós.
    Então, primeira etapa, ok.
    Segunda, muito exercício e força de vontade pra queimar mais essa gordura !! Kkkk
    É a vida, muito bom meninas,bjss

  2. O que me faz mais feliz é que sempre estamos aprendendo assuntos novos. Jamais soube sobre a existência nem tão pouco escutado essa palavra e seu significado “schadenfreude”. Pensei… conclui que em alguns momentos da vida já senti “schadenfreude”. Aprender, refletir e se policiar… rsrs!!!!! Bjs!!!!!!!

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Euforia: Trama delicada sobre o silêncio e a negação de um amor fraterno

Selecionado para a Mostra Un CertainRegard no festival de Cannes de 2018 e destaque da programação do Festival do Cinema Italiano no Brasil, “Euforia” é o tipo de filme que se aprofunda em seus personagens a partir das relações familiares vistas em cena.

“Euforia” é o segundo longa dirigido pela italiana Valeria Golino, uma das atrizes mais talentosas do cinema contemporâneo.

Valeria ampara bem suas ambições ao construir uma trama delicada que funciona muito bem.

Matteo (Ricardo Scarmacio) vive um personagem com bastante sensibilidade, é o filho perfeito, porém distante. Publicitário de sucesso, mora numa bela casa em Roma, tem muitos amigos e todos os luxos e conforto possível. Ettore (ValerioMastandrea), por outro lado, foi o que ficou na casa da família, no interior, e sempre levou uma vida mais acomodada. Professor casou cedo com a primeira namorada, e com ela teve um filho. Num primeiro momento é o mundo desse que começa a naufragar, quando recebe uma terrível notícia. Separado, morando com a mãe e com pouco tempo para cuidar da criança. Os dois, no entanto, são irmãos. E quando o caçula recebe a notícia sobre o que está acontecendo com o irmão mais velho, decide fazer tudo o que está ao seu alcance para ajudá-lo. Mesmo que aquilo que lhe é possível de imediato não faça muita diferença na vida do outro.

Desta forma, o grande potencial oferecido por seus personagens são as possibilidades de conflitos entre os irmãos devido às suas características pessoais. Ambos são figuras complexas, principalmente  Matteo, contribuindo para a dúvida sobre como cada acontecimento irá ser interpretado por eles. A cada nova interação entre os irmãos, suas histórias são reveladas aos poucos para o público, preparando-o para um choque capaz de acontecer a qualquer momento, mas muito bem construído até o final do longa.

“Euforia” é acima de tudo, um conto sobre os tempos que vivemos. E se mesmo assim tais rótulos acabam sendo explorados – aquele com todos os bens materiais sofre de solidão e carência, assim como o que enfrenta uma luta diária para seguir adiante tem mais com o que lidar dentro de si do que passa ao seu redor – eles surgem como ferramentas para um discurso superior, de fraternidade e aceitação. São humanos, repletos de falhas e alegrias, tristezas e acertos. E será esse conjunto que fará do banal, algo acima do esperado. Um acerto de pequenos detalhes, que resulta em um conjunto maior do que a soma das suas partes.

Próximo ao desfecho a produção brilha, com a solução encontrada para o conflito dos irmãos. 

Uma bela história sobre reconhecimento e aprendizado sobre a dor, utilizando como pano de fundo o relacionamento de irmãos com vidas distintas. Apesar de vidas conflitantes, ambos se querem bem acima de qualquer coisa.

Par o público mais aberto e disposto a prestar atenção, é suficiente para revelar incômodos e reflexões não tão fáceis assim, um feito notável do longa.

Muito bom!

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Vou cair de cabeça no carnaval!

Com o perdão do trocadilho: mas esse ano quero cair de cabeça no carnaval. Não, não tô falando de entrar no meio dos blocos ou sair em alguma escola de samba. Mas de aproveitar a folia com amigos, num lugar gostoso e fantasiada. Sim, esse ano vou usar um acessório na cabeça. Grande, chamativo, quero atrair os olhares. Por que não?

Tem tanta ideia interessante e criativa que não sei por onde começar a minha escolha. Claro que a primeira coisa que fiz foi entrar no Pinterest para me inspirar! Fiz uma seleção dos meus acessórios prediletos.

E agora? Qual selecionar?

Eu adoro flores e gosto da ideia de uma tiara com um arranjo bem chamativo e colorido. O véu deu um charme a mais nesse look. Gosto, mas acho que a tiara de flores um pouco comum. Mas está na lista.

Frutas no melhor estilo Carmem Miranda. É colorido, é divertido. Dá para ousar, aplicando as frutas num turbante ou ser um pouquinho mais discreta, colocando em uma tiara. Estou dividida, gosto muito das duas opções.

Amo o mar e a ideia de me fantasiar usando conchas me agrada muito. Não é difícil de fazer essa tiara aqui, não! Basta combinar diversos tipos de conchinhas e montar uma composição bonita.

Achei chiquérrimo acessório com estrelas. Não sei direito se é uma tiara ou um casquete. Mas estou prontinha para representar o universo. E também não me parece difícil de fazer, não. Cortar as estrelas em papel e talvez prender em arames muito finos. Tá no meu top 3.

O visual ficou incrível. Parece um buquê, mas aqui são de pena branca artificial. De longe me faz lembrar as gypsophilas, plantas que adoro compor num arranjo de flores. Cada uma delas está presa em uma haste, encapada de um material dourado que traz ainda mais elegância ao look. Só nunca usaria com penas de verdade.

Cor, muita cor. Achei o máximo da irreverência esse acessório com pompons. As bolinhas são de lã ou tule, em diversos tamanhos. E para deixar ainda mais colorido, é só adicionar algumas bolinhas de plástico. Divertido!

Nunca gostei de borboletas decorando vasos de flor. Mas estou apaixonada por essa tiara com borboletas. Gostei dessa composição com apenas duas cores. Fica inusitado, mas com elegância.

Mais opções!

Só tinha pensado em acessórios para o cabelo, mas quando vi esse óculos decorado eu adorei. Se a festa for durante o dia, certamente estarei de óculos escuro. Posso pegar um bem velhinho em casa, que não uso mais. Daí é só soltar a criatividade na decoração.

Não estou certa se gostei ou não das viseiras decoradas com paetê. Prático para proteger do sol elas são. Mas parece parte de uma fantasia mais completa. Aqui ainda estou em dúvidas.

Não tinha pensado em usar brincos mais ousados e coloridos. Por isso achei algumas ideias bem interessantes. Basta prender o cabelo e colocar um brincão como esses aqui, com flores ou fitas de lantejoulas.

E você? Gostou de algum dos looks acima? Conta aqui a fantasia que gostaria de usar nesse carnaval.

Ah, veja meus outros posts sobre a folia:

O que uma Dominique faz no carnaval.

3 Comentários
  1. Boa noite. Vcs não têm roupas, digo fantasias? Fantasias de baiana, cigana, Colombina etc? Só vi aqui acessórios. Se eu quiser acessórios, como faço pra comprar? Aguardo retorno e agradeço.

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Lucy, filme intrigante e envolvente que surpreende!

Com idéias da nova Física, intrigante e envolvente, Lucy surpreende pelo roteiro inteligente

Scarlet Johansson é Lucy no novo thriller de ação de Luc Besson, disponível na Netflix.

 Lucy é uma garota comum, uma americana morando em Taiwan, quando se envolve com um perigoso grupo de traficantes. Feita de “mula” ela transporta uma substância secreta dentro de si, mas o saco se rompe e dá a ela poderes para lutar contra esses criminosos.

lucy-filme-netflix

A premissa do filme é essa, onde Lucy acaba sendo cobaia involuntária de uma droga experimental adquirindo a capacidade de acessar áreas do cérebro ainda inexploradas. Basicamente ela ganha super poderes, e podemos acompanhar o progresso das capacidades cerebrais de uma forma bem visual.

Estudos apontam que os humanos utilizam apenas 10% de sua capacidade cerebral. Mas o que aconteceria se fosse possível usar 20% ou 100%? Ainda que essa teoria esteja sendo revista é interessante considerar essas hipóteses.

Admitindo, desde o princípio, em entrevistas, que essa teoria é errônea, o diretor já pede uma descrença ao espectador.

Besson sabiamente evita o óbvio, adentrando sem medo, na ficção científica, e consegue nos surpreender a cada seqüência.

O ritmo do filme é bem desenvolvido, sem muita enrolação. Basicamente é uma grande demonstração de super poderes possíveis utilizando apenas a mente.

Johansson se sai maravilhosamente no papel, lidou com grande comprometimento nesse projeto, e constrói com detalhes a progressão entre Lucy inicial e as demais, com diferentes porcentagens da capacidade cerebral desenvolvida. A atriz confere vida a este projeto coerente, insano e divertido, marcado por uma saudável vontade de trazer algo diferente aos blockbusters de ação e ficção científica. Aliás, diga-se de passagem, esses realmente, não gosto mesmo.

Lucy consegue ser sério às vezes, hilário em outros momentos, e quem diria, até poético em alguns instantes. 

O ritmo dinâmico da obra é, porém, constantemente quebrado pela intercalação com cenas focadas no professor Norman (Morgan Freeman), que, longe dali, apresenta uma palestra sobre as possibilidades do uso do cérebro. O longa procura realizar constantes paralelos entre dois focos narrativos, e Freeman, como de costume, consegue nos cativar com sua sincera interpretação.

A fotografia consegue através de seus constantes closes, retratar o melhor de Scarlet, que definitivamente convence no papel.

As músicas que compõe a trilha são perfeitas para o andamento da história, combinando perfeitamente com cada cena, inclusive contando com momentos selecionados de silêncio. Besson coloca música pop rock nas perseguições de carros, e logo depois usa trechos de música clássica. 

Definitivamente, Lucy é um filme empolgante com reais ambições, tanto artísticas quanto comerciais.

O filme vai agradar a quem gosta de divertir-se com novas idéias e especular sobre a natureza humana.

Com efeitos especiais, além de perfeitos e muito bem usados, Lucy é lindo, bonito de se ver, divertido e interessante.

Realmente adoro o cinema francês em qualquer gênero.

Amei!


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Encontrinho Dominiques

Aqui está o link de inscrição de nosso próximo Encontrinho de Dominiques.
http://bit.ly/Dominique0120

E vamos “começar” falando de recomeços.
Estamos numa fase de vida, que o que fazia sentido antes, muitas vezes não faz mais.
E agora? Filhos criados? Novo relacionamento? Fim de relacionamento? Aposentadoria? Curtir a vida? Voltar a trabalhar? Minha missão acabou? O que vou fazer do resto de minha vida?

Bem, a resposta eventualmente estará no recomeço. Vamos falar sobre isso, sobre nosso lugar no mundo sem tabus ou meias palavras. E melhor, conhecendo gente nova e bacana.
Inscreva-se agora. São poucas vagas.
http://bit.ly/Dominique0120

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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