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Sete Dias Sem Fim – Uma Reunião Familiar Forçada

Nesse momento difícil para todos nós, um filme visto em casa
pode aliviar a tensão que todos estamos sentindo. Por isso
escolhi o filme “Sete Dias Sem Fim” que vou comentar e explicar
para você porque gostei e estou recomendando.

“Sete Dias Sem Fim (This is Where I Live You) é uma comédia
dramática escrita por Jonathan Tropper e dirigida por Shawn
Levy. Baseado no livro homônimo do próprio Jonathan Tropper,
o diretor consegue deixar no cenário de reunião familiar forçada,
alguma nostalgia para pessoas distantes de suas casas onde
passaram a infância, boas passagens de humor e algumas
mensagens positivas bastante válidas.

Quando o pai morre, quatro irmãos, com as mágoas e cicatrizes
causadas por suas respectivas vidas adultas, são forçados a
retornar à casa paterna e viver sob o mesmo teto por uma
semana, junto a sua mãe hiperativa e uma variedade de
cônjuges, ex-namorados e afins. Precisaram lidar com as
diferenças de cada um. Ao confrontarem suas experiências, e os
estados desgastados de seus relacionamentos entre pessoas que
mais os conhecem e amam, eles acabam por se reconectar de
forma histérica e comovente em meio ao caos, humor, dor de
cabeça e redenção que somente as famílias podem proporcionar.
Encarar a realidade e a complexidade do luto e seguir em frente
não são tarefas fáceis para nenhum dos personagens

Com poucos minutos de exibição nota-se a maioria dos
problemas de todo o clã, e o quanto cada um deles tem
dificuldade de viver em comunidade.
Os bate-bocas e intrigas evoluem e tornam-se cada vez mais
eloqüentes mostrando uma violência reprimida por anos e que
somente piorou com o acúmulo de hostilidade e guardadas em
virtude do afastamento entre eles.

A direção segura de Shawn Levy, que pega todas as qualidades
legítimas e maduras do roteiro ligeiramente melancólico e as
equilibra de forma brilhante com o humor, e este é um grande
diferencial dessa comédia dramática. As piadas, as situações
constrangedoras e os irônicos diálogos ocorridos no decorrer de
sua duração funcionam sem falhas. Isso porque o elenco que
compõe esse longa, além de afiadíssimo, simplesmente
arrebenta em cena.

O roteiro ajustado de Tropper trabalha com sabedoria todas as
emoções contidas em cada um dos personagens, e mostra que,
apesar do claro incômodo presente na intimidade entre eles,
ainda há espaço para a solidariedade e companheirismo,
especialmente nos momentos de crise.
Suas mensagens sobre valores, família, passado e futuro que
estão em movimento, geram ótimas passagens dramáticas que
não causam nenhum espanto com o formato de humor
constante que essa comédia assume.
Mesmo que a proposta não busque revolucionar, ela funciona e
diverte como poucas.
A ótima trilha que dá um ar indie à produção colabora para um
desfecho rico e edificante dando como principal mensagem asbinfinitas possibilidades que se abrem ao ser humano mesmo
diante de tantas adversidades.


Um filme muito interessante principalmente para quem gosta de
histórias de família repleta de casos engraçados.
“Sete Dias Sem Fim” apresenta diálogos fantásticos expressados
por um elenco para lá de carismático. No conjunto da obra, o
filme levanta boas reflexões sobre a vida, a morte e
companheirismo de um jeito leve, e que te proporciona altas
risadas, só isso já vale a pena conferir.
Refleti muito, me diverti, e dei muitas risadas!
Amei!

Veja o tralleir

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Euforia: Trama delicada sobre o silêncio e a negação de um amor fraterno

Selecionado para a Mostra Un CertainRegard no festival de Cannes de 2018 e destaque da programação do Festival do Cinema Italiano no Brasil, “Euforia” é o tipo de filme que se aprofunda em seus personagens a partir das relações familiares vistas em cena.

“Euforia” é o segundo longa dirigido pela italiana Valeria Golino, uma das atrizes mais talentosas do cinema contemporâneo.

Valeria ampara bem suas ambições ao construir uma trama delicada que funciona muito bem.

Matteo (Ricardo Scarmacio) vive um personagem com bastante sensibilidade, é o filho perfeito, porém distante. Publicitário de sucesso, mora numa bela casa em Roma, tem muitos amigos e todos os luxos e conforto possível. Ettore (ValerioMastandrea), por outro lado, foi o que ficou na casa da família, no interior, e sempre levou uma vida mais acomodada. Professor casou cedo com a primeira namorada, e com ela teve um filho. Num primeiro momento é o mundo desse que começa a naufragar, quando recebe uma terrível notícia. Separado, morando com a mãe e com pouco tempo para cuidar da criança. Os dois, no entanto, são irmãos. E quando o caçula recebe a notícia sobre o que está acontecendo com o irmão mais velho, decide fazer tudo o que está ao seu alcance para ajudá-lo. Mesmo que aquilo que lhe é possível de imediato não faça muita diferença na vida do outro.

Desta forma, o grande potencial oferecido por seus personagens são as possibilidades de conflitos entre os irmãos devido às suas características pessoais. Ambos são figuras complexas, principalmente  Matteo, contribuindo para a dúvida sobre como cada acontecimento irá ser interpretado por eles. A cada nova interação entre os irmãos, suas histórias são reveladas aos poucos para o público, preparando-o para um choque capaz de acontecer a qualquer momento, mas muito bem construído até o final do longa.

“Euforia” é acima de tudo, um conto sobre os tempos que vivemos. E se mesmo assim tais rótulos acabam sendo explorados – aquele com todos os bens materiais sofre de solidão e carência, assim como o que enfrenta uma luta diária para seguir adiante tem mais com o que lidar dentro de si do que passa ao seu redor – eles surgem como ferramentas para um discurso superior, de fraternidade e aceitação. São humanos, repletos de falhas e alegrias, tristezas e acertos. E será esse conjunto que fará do banal, algo acima do esperado. Um acerto de pequenos detalhes, que resulta em um conjunto maior do que a soma das suas partes.

Próximo ao desfecho a produção brilha, com a solução encontrada para o conflito dos irmãos. 

Uma bela história sobre reconhecimento e aprendizado sobre a dor, utilizando como pano de fundo o relacionamento de irmãos com vidas distintas. Apesar de vidas conflitantes, ambos se querem bem acima de qualquer coisa.

Par o público mais aberto e disposto a prestar atenção, é suficiente para revelar incômodos e reflexões não tão fáceis assim, um feito notável do longa.

Muito bom!

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Viver Duas Vezes comove com lindo road movie

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Viver Duas Vezes comove com lindo road movie

María Ripoll, diretora do longa Viver Duas Vezes, mais uma vez apresenta uma comédia dramática, agora apostando nas doses de emoção. Lançado em 2020, é o mais recente filme falado em língua espanhola e uma produção original da Netflix.

Emílio (Oscar Martínez) é um ex-professor de matemática que vive sua vida na companhia de seu inseparável Sudoku. A situação complica, porém, quando ele é diagnosticado com Mal de Alzheimer. Preocupado em esquecer seu amor de infância, Emílio convence sua família a partir em busca da amada.

A viagem, que ocupa a parte central do filme, acaba se tornando o momento em que todos os personagens devem enfrentar todos os enganos que eles mesmos cometeram. Porém, precisam encontrar coragem para mudar suas vidas, ou começar uma nova.

Apesar de se passar na Espanha, a história poderia ocorrer em qualquer lugar do mundo.

Viver Duas Vezes é um típico road movie, sentimental e emocionante, que apesar de não ter pretensões conta com atuações magistrais da dupla de protagonistas. Dentro da dor que é uma doença degenerativa, aprendemos muito sobre o poder da reconciliação e na união de forças.

O elenco tem uma química incrível. Oscar Martínez (Relatos Selvagens) está simplesmente espetacular como ex-professor rebelde, sistemático, mas com alma. O ator consegue muito bem ordenar a evolução da doença de modo que a deixe crível e realista.

Sua neta, encenada pela pequena e adorável Mafalda Carbonell, ponto alto da produção, esbanja carisma, graça e sagacidade, além de acrescentar muito na relação entre os dois, tornando esses elos muito mais cativantes.

Já Inma Cuesta é a filha/mãe resiliente e evolutiva, que precisa ajudar um pai debilitado, ao mesmo tempo em que enfrenta uma turbulência no casamento com seu marido, vivido pelo bonitão Nacho López: um esquecível coach que pouco tem a fazer na trama.

O que mais funciona é o elenco carismático que consegue nos colocar em uma verdadeira montanha-russa de emoções.

Nesse pequeno círculo familiar estabelecido na obra, representando uma sociedade que exercita cada vez menos a empatia, um terreno frio em que o contato humano se tornou algo raro, a mensagem transmitida no belíssimo final é de pura esperança, falando diretamente à emoção de se perceber necessário na jornada de outros, certificar-se que sua passagem tocou de maneira profunda a vida de quem amamos.

Dirigido com extrema sensibilidade, Viver Duas Vezes é daqueles filmes que ficam na cabeça dias após ter visto.

Aborda um tema complicado com leveza e muito humor, sem ser superficial, desaguando num oceano de lágrimas no final.

Lindo!

Lindíssimo!

Amei! 

Assista o trailer

https://youtu.be/KHiEH1dOwiw

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Marron-Glacê – A Receita da minha avó

Tenho pensado muito na vovó. Lembrado de nossas histórias. Outro dia estava escrevendo sobre a lenda de São Martinho e sua relação com castanhas portuguesas, e adivinha? Lembrei de quando minha avó fazia em casa Marron-glacê para o ano todo na época de natal.

Marron-Glace
Receita de Marron-Glacê de minha avó. Escrita por ela em seu sagrado e organizado caderninho.

Minhas amigas Dominiques gostaram do texto e das receitas. Mas algumas, para minha surpresa, pediram a receita da vovó.

Fui procurar e achei. Com a letrinha dela, com as observações, e até o desenho de como amarrar as castanhas na gaze. 

Colega, essa época já é punk. Imagina esse reencontro com o caderno da vovó? Nossa, como me lembro dele. Na verdade deles. Ficavam todos em uma gaveta, embaixo da bancada de trabalho na cozinha. Os de capa azul eram os para receitas salgadas. Os verdes para doces. Ou vice-versa. 

Acho que já contei que quando era pequena, dormia todos ou quase todos os finais de semana com ela. E domingo de manhã, preparávamos o almoço da família. Quer dizer, eu com 4,5,6,7,8 anos era sua “auxiliar”. Tinha um banquinho de madeira em que subia para alcançar a bancada. E lá, do alto do meu banquinho, recebia minhas tarefas. E a primeira delas sempre era pegar o caderno.  

  • Ayouni, pega o caderno azul.  Hoje vamos fazer Salpicão que seu tio adora.    E lá ia a vovó fazer a maionese em casa!!! Sério!! 
Que delícia está sendo lembrar desses momentos. Mas bem, vamos ao Marrom Glacé.

Menina.. Jura que você quer fazer em casa??? Você tem ideia do trabalho? Quando achei a receita, comecei a ler. Reli porque achei que não tinha entendido. Mas não. É isso mesmo. São diaaaaaassssss….

Há 50 anos até entendo ela fazer. Hoje só pode ser em amor a castanha ou ao fogão né?

Mas você pediu e aqui está. 

Receita de Marron-Glacê da vovó Helena

Ingredientes:

  • 6 Kg de castanhas (yesssss…ela fazia para dar de presente e para ter de estoque em casa durante o ano)
  • 6 kg de açúcar (quem disse que era light?)
  • Lascas de erva doce
  • 2 Limões cortados em 4 – um para cada caldeirão – (isso, você leu certo. caldeirão)
  • Duas favas de baunilha
  • Rolos de gaze e barbante

Modo de fazer:

Descascam-se as castanhas que devem ser grandes e frescas.

Num caldeirão colocar água para ferver com um pedaço de limão. Mergulhar as castanhas na agua fervente de 6 em 6 para não deixar a agua esfriar e conseguir controlar esse rápido cozimento. (é minha linda, O trabalho só começou. De 6 em seis!!!!

Em seguida, ainda quentes, tirar com delicadeza a pele das castanhas.

Depois de todas já sem pele, embrulhamos em gaze duas a duas. 

Colocar os pacotinhos nos caldeirões e cobrir com água já fervendo. Deixar cozinhando no fogo baixo por 2 horas. 

  • Dia 1. Assim que completar o tempo indicado acrescentar o açúcar, e cozinhar por mais 90 minutos. Nos primeiros 20 minutos  fogo forte e depois fogo baixo. Sempre fervendo. Neste momento juntar as favas e lascas de baunilha que também deverão estar num saquinho de gaze. Completados os 90 minutos desligar o fogo, tampar a panela e deixar descansar por 12 horas.
  • Dia 2. Após 12 horas de descanso, cozinhar por mais 90 minutos. No começo fogo alto e depois baixo, mas sempre fervendo. Completados os 90 minutos desligar o fogo, tampar a panela e deixar descansar por 12 horas.
  • Dia 3. Gataaaaa….Vai repetir o procedimento de novo. Sério. Após 12 horas de descanso, cozinhar por mais 90 minutos. No começo fogo alto e depois baixo, mas sempre fervendo. Completados os 90 minutos desligar o fogo. 
Deixe esfriar. Tire a gaze com muiiiito cuidado para não quebrar as castanhas. Essa é uma operação realmente delicada.

Aí é só colocar em potes esterilizados. Você sabe esterilizar potes? Ahhhha vovó sabia. Tá na receita. 

Mas sabe o que eu acho? Você não precisa fazer 6 kgs . Faz um kg só. E come no dia, ou no dia seguinte. E depois se der certo, faz mais um kg. Porque fazer o próprio Marron-glacê é mesmo um luxo!!

Eu infelizmente, não tenho a habilidade necessária. E apesar de ter sido “assistente”da vovó fui uma péssima aluna. Se por acaso você experimentar a receita, me conta como ficou? Vai me fazer tão feliz….


Você conhece a história do Marron-glacê? Veja aqui

Dica da Dominique:  se você ama Marron-Glacê e não está afim de ter essa  trabalheira, a Dora, minha amiga faz o melhor Marron (para os íntimos) que já comi. Vou pedir para ela deixar o e-mail dela nos comentários. 

Marron-Glacê
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

19 Comentários
      1. Olá,minha receita é exatamente essa. Todo Natal ,à partir de outubro, já abro minha lista de reservas ,porque a produção é limitada,pelo tempo e trabalho. Quem se interessar me ligue. WhatsApp 11981752522 Obrigada
  1. Minha tia também fazia o marrom glacê a receita dela veio da Itália,ela passou pra mim a nossa é quase igual só que leva cinco dias para ficar pronta minha tia morreu com noventa e três anos e ainda fazia é muito gostoso.

  2. Yaouni Eliane , essa é mesma receita que fazemos a 40 anos !! Sempre com a supervisão de minha mâe, que aprendeu com minha avó que era muito amiga da sua avó D Helena
    D Helena sempre me foi muito especial, mulher de fibra e de um capricho ímpar
    Deixo aqui meu contato para as Dominique’s 99185 2144 ❤️❤️❤️❤️

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Cardápio simples e delicioso para 9 dias de férias na praia

UPDATE: Gente, esse é um dos posts de Dominique que faz mais sucesso. Então, para facilitar mais ainda sua vida, resolvi fazer um e-book com todo o cardápio, as receitas e a lista de compras prontinha!!!! Uma super ajuda para você, sobretudo nessa correria de final de ano.

Clique no link abaixo, deixe seu e-mail e baixe o e-book. Mas em primeiro lugar leia as sugestões.

E-book Cardápio Praia Dominique

Vem chegando o verão. Obaaaa!
Ano novo. Calor. Férias. Praia. Família e amigos. Casa cheia. Descanso.
Descanso? Que nada minha filha. Vamos pro ralo novamente.
Três refeições por dia para esse monte de gente. Cardápio para todo este período.

Seja a casa sua, seja a casa alugada, toda vez que penso em ano novo na praia, a primeira coisa que me vem à cabeça, não é a caipirinha, nem o pôr do sol. Pelo contrário! É aquele supermercado lotado e inegavelmente com cheiro meio de azedo. Enfim, naquele calor insuportável que sou obrigada a frequentar quase todos os dias. 

Era! Isso mesmo.

Há uns cinco anos, desenvolvi uma técnica para evitar ao máximo aquele festival de chinelos de dedo mal humorados, aquela dança de mulheres de saída de praia com carrinhos apressados na certeza de que estavam perdendo o melhor do sol.

Tenho um cardápio superflexível de final de ano, bem como planejado para nove dias. Além disso, fica fácil fazer a lista de compras e antecipar. O grande segredo é antecipar.

Tento fazer isso tudo antes da loucura, deixando apenas pequenos detalhes para a semana da praia ou grandes e brilhantes alternativas para emergências. Olha isso tem me salvado e me aliviado um bocado!

Tudo vai depender apenas da sua organização. Vou dar uma ideia, mostrando para você o MEU cardápio. Claro que ele vai variar de família para família, de casa para casa, dependendo da quantidade de pessoas e dos costumes das mesmas.

Vamos lá?

Aperitivo e café da manhã

Um bom café da manhã pode muitas vezes substituir um almoço. Um belo aperitivo pode fazer as vezes daquele lanche, uma noite mais tranquila.

Café da manhã
– Pães
– Torradas
– Pão sírio médio
– Pão de forma integral
– Filão de pão italiano para bruschetta
– Formas pequenas de queijo branco
– Baldes de requeijão
– Leite
– Café
– Chá… etc.

Capítulo dos frios
Compro em porções de 150g e peço para que embrulhem a vácuo.
Dizem que não precisa guardar na geladeira, nem no freezer. Eu nunca arrisquei. Mas aí, eu tiro um pacotinho por café da manhã e, se tudo dá certo, nada volta para geladeira, porque frios no verão e na praia costumam azedar com muita facilidade.
– Mussarela light
– Presunto magro
– Salaminho
– Peito de peru
– Mortadela
Ex: 1 kg de “mozarela” embalados em 8 pacotes de 150g cada

Aperitivo
Caso você queira uns petiscos em vez de lanche:
– Salmão defumado já fatiado
– Carpaccio com rúcula
– Pastas árabes – quebram o maior galho, todo mundo gosta e podem ser congeladas: chancliche, homus, babaganuche, coalhada seca
– Bolas médias de “mozarela” de búfala com tomatinhos cereja e manjericão
– Brie pequeno
– Provolone pequeno
– Semente de abóbora
– Queijo parmesão
– Amendoim e similares

Agora o cardápio!

Com ele a lista de compras fica superfácil vai. Claro que tem que ser flexível. Ah, hoje não quero comer peixe. Ok! Ah, hoje vou almoçar na vizinha! Obaaaa…

DIA 1

Almoço
Todos chegarão a noite!

Jantar
Frios e pães variados para sanduiches deliciosos.
Folhas de alface lavadas
Tomates cortados em fatias.
Maionese etc..

DIA 2

Almoço
Salada de manga com kani
Picadinho
Couve
Arroz
Milho

Jantar
Salada sem temperar para que se possa usar no sanduba
Carne louca
Pão francês e folhas de alface

DIA 3

Almoço
Casquinha de siri (que pode ser no pirex)
Pescada com molho limão e alcaparras
Couscous marroquino

Jantar
Salada de batata
Salsichada*

DIA 4

Almoço
Salada
Frango com molho de tangerina e gengibre
Couscous marroquino

Jantar
Pizza de pão sírio ou do delivery. Ou gente, vamos dar uma volta?

DIA 5

Almoço
Salada
Churrasco (suas carnes de preferência)
Farofa ou apenas uma farinha
Arroz branco ou biro biro

Jantar
Saladinha com molho de iogurte
Torta de palmito

DIA 6

Almoço
Aqui tem que ser algo bem leve e fácil
Salada de legumes cozidos
Uma lasanha que você tenha no freezer

Jantar
A ceia fica por seus costumes e hábitos. Veja nosso texto sobre decoração de mesas.

DIA 7

Almoço
Recuerdos de Haier (o que sobrou de ontem)

Jantar
Salada com tudo picadinho
Massa com molho ao pesto*

DIA 8

Almoço
Moqueca de peixe ou camarão para acabar em grande estilo
Pirão
Arroz
Farinha no dendê

Jantar
Torta de frango

DIA 9

Almoço
Salada de folhas e melão com presunto
Peixe assado
Batatinha cozida

Jantar
Risotinho de legumes (rapa na geladeira para ir embora)

Outras sugestões!

Salsichada
Não é qualquer salsicha. Você vai comprar uns 6 ou mais tipos de salsichas chiques. Sabe como é? Salsicha branca com ervas, salsicha de vitela com algo…etc. Pão francês fresquinho, pão de cachorro quente e algum outro a sua escolha. E superimportante! 3, 4 ou até 6 tipos de mostardas diferentes.

Não invente muito, senão o que era simples fica complicadíssimo.
Onde já se viu comer cachorro-quente com batata palha, purê, ervilha, feijão tropeiro? Não É pão, salsicha e mostarda. Quando muito uma maionese e um ketchup para os hereges.

Dia dos espetinhos.
Aí dá um pouco mais de trabalho, mas a mesa fica linda. Eu, como sou louca, vou à Liberdade, sim, o bairro. Mas vou num sábado perto do Natal que é para estar beeeeeem cheio. É, sou estranha assim mesmo. E vou lá só para comprar palitinhos decorados. Qualquer hora eu mostro. E aí fico inventando.

Comida de tigelinha:
Já sirva nas tigelinhas. Não tem que por mesa, não tem que nada. E depois são só algumas tigelinhas para lavar.

O que vc pode ter pronto para uma emergência:
Pesto! Um bom pesto para uma massa ou para um sandubão gourmet.
http://diana212m.blogspot.com.br/2012/03/italian-simplicity.html

Receita de pesto
ingredientes:
4 dentes de alho
1 colher de chá de sal
1 xícara de chá de folhas de manjericão fresco
3 colheres de chá de pinoli ou nozes, sem casca
100g de queijo pecorino ou parmesão ralado
1/2 xícara de chá de azeite
Pimenta do reino a gosto.

Outras opções de pratos para almoço e lanche além das do cardápio:

Saladas e quiches
Frios e sanduíches
Escondidinho
Risoto de funghi
Espaguete ao vôngole
Macarrão com carne desfiada e molho de tomate
Lasanha de abobrinha
Empadinhas/miniquiches/enroladinho de salsicha
Salada caprese com pesto
Couscous baiano

Agora que o cardápio já está pronto, é só aproveitar e descansar!

Leia mais:

Receitas de comidas congeladas que facilitam o dia a dia

Desmistificando o medo de fazer bolo. Veja a receita!

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

14 Comentários
  1. Gostei das dicas estava aqui quebrando a cabeça há dois dias da viagem peguei alguns dos pratos para fazer. Nada de se matar na cozinha. kkk
    1. Adorei a ideia, parabéns! Organização faz toda diferença. Mas não consigo baixar o e-book.
  2. Nossa…arrasou!!! Adorei o cardápio você pensou em tudo…até os dias bateu rs
    Vou fazer pequenas adaptações para minha família, acrescentando uns dias a mais de churrasco. Obrigada pelas dicas.

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Quando eu crescer e envelhecer pra valer, quero ir para um asilo Top!

Dominique - Asilo
Asilo? Asilo TOP? Sério? Yes, darling.

Hoje tenho 53 anos. Estou em ótima forma, independente, jogando um bolão.
Mas o tempo cobrará sua conta. Nem sempre fui saudável.
Fumei.
Comi errado.
Fiz todos os tipos de regime de moda que você pode imaginar.
Tomei todos os tipos de remédio para emagrecer que existem no mercado e fora dele.
Abusei de meus joelhos.
Tomei sol pra caramba numa época que não existia protetor solar.
Tomei sol pra caramba depois que inventaram o protetor solar.
Sempre fui mega-ansiosa. Dizem que isso não faz muito bem.
Estresse, pouco sono e muito trabalho me eram atributos prazerosos, acredita?
O único excesso que não cometi foi o da bebida.
Por isso tudo, acho que não serei uma velhinha muito saudável apesar da pouca bebida.

Tenho 2 filhos. Ou tive. Digo tive, porque os doei para o mundo. Há algum tempo não são meus.
Apesar da ética e da moral dizerem que eles devem cuidar de mim, não quero.
Ah, sério. Não é nem para não dar trabalho para eles.
Mas imagino que deve ser muito chato ser cuidada por filhos, genros, noras.
Apartamento, cuidadora, médicos, remédios…
E no final das contas solidão. Claro que solidão. A quem você quer enganar, colega?

Então, estava pensando e tive uma ideia.
Vou cortar caminho e poupar trabalho para todos.
Vou para um asilo direto.
Mas calma, não fique com peninha de mim, nem ache que eu estou fazendo chantagem.
Eu que vou escolher o asilo e vai ser agora! Não quando estiver caquética e dependente.
Até porque o lugar que estou imaginando deve custar uma bala, os meninos vão me interditar se eu não deixar pré-pago.

Quero um asilo TOP como eles falam.

Não precisa ser no Brasil. Pode ser em qualquer lugar do mundo. Mas tem que ser bacanudo mesmo. Chique.
Quero ser vizinha de suíte (claro que é suíte) de Elizabeth Taylor e Liza Minelli. Não são elas os primeiros nomes que vem à cabeça quando pensamos em velhinhas famosas em asilo? Não? Engraçado, para mim foram. Óbvio que os nomes serão outros, tadinhas destas.

Então, quero ser vizinha de Madonna, Michelle Obama, Javier Bardem e Penélope, Carla Bruni, Keith Richards que se não morreu até agora é claro que o nego é imortal.

Mas têm os tupiniquins também.
Tenho certeza que a Xuxa vai estar lá ou você acha mesmo que a Sasha vai ter paciência com ela para o resto da vida?
Lobão. Imagina a caricatura que ele não será daqui uns anos… Hum, pensando bem…
Rita Lee. Sempre Rita Lee… Minha velhinha preferida.
Du Moscovis, porque afinal de contas quem não gosta de ter por perto um gatinho, um boy magia, não é mesmo?
Vanessa da Mata que tornaria nosso aiaiai muito mais afinadinho.
Paulinho Moska – Gente já falei 1000 vezes. Gosto é gosto. E essa é a minha turminha pro asilo, pô. Deixa o Moska em paz.
E o Gabeira. Esse sim, vizinho de quarto. Tenho muito que aprender com um homem que é capaz de rever posições e ideais como ele fez ao longo da vida.

Bom, quero um lugar animado.
Vou deixar pago vitaliciamente, ou seja, o local vai ganhar a mesma coisa se eu viver 1 mês ou 1 ano ou 20 anos. Para o estabelecimento tanto faz.

Dito isso…
Quero chocolate, cigarro e vinho branco à vontade. Isso só pra começar.
Quero ter tempo e oportunidade de desenvolver novos prazeres, como quem sabe ficar totalmente dependente de torresminho, por que não?

Duas regras importantes:

– Notícias novas serão proibidas. Como minha memória não estará mais lá grandes coisas, só notícias muito velhas e com finais já conhecidos para que no íntimo não tenhamos sobressaltos.
– Visitas. Ah… Estas também serão expressamente proibidas. Para todos. Qualquer hora explico o motivo. Se é que você já não captou.

E para terminar:
Não quero enfermeiras ou cuidadoras.
Quero ex-putas.
Isso. Você entendeu. Ex-prostitutas.
Imagine só o tanto que elas são carinhosas e profissionais.
Com um pouco de treinamento ficarão melhores que os médicos, não acha?

Isso é Shangri-lá.
Acho até que tem asilo com esse nome. Ou será cemitério?

Leia mais:

O dia em que o laboratório me chamou para refazer a mamografia
De mãe para filha: viver é ser feliz!

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Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

87 Comentários
  1. Sylvia Belinky disse:
    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.
    Tô nessa mas mais ou menos! Quero conviver se me der vontade, embora no mais das vezes vá preferir ficar ” na minha”, curtindo plantas, bichos e livros, escrevendo e costurando, sem pesar pra filho ou irmãos! Hoje, aos quase 75, ainda tenho um marido companheiro querido e moro numa casa alugada, de condomínio. Mas nada de pentelhação de gente famosa; gente sem ser velha e sem ser famosa já enche o saco, imagine somando velhice e dinheiro: SOCOOOOOOOORRRRRROOOOOO!!!!…kkkkk Mas não vou ter grana pra todo esse luxo, embora sonhar seja de graça!…
  2. Meu melhor sonho! Mas como é uma utopia, sugiro juntar algumas pessoas com o mesmo objetivo e astral e montar um lugar diferenciado, auto gerido, bem do gosto de todos.

  3. Se tiver lugar pra uma tia “véia” que se pudesse acordava meio dia e trocava o dia pela noite, que se deixar ouve música o dia inteiro, gosta conversar, mas também adora ficar em silêncio (controverso, não?),chegada num vinho branco e adora um banho de mato … tô dentro!

    Deixo vcs com a área vip … prefiro um chalezinho com vista pro mato, aquele cobertor de orelhas gostoso (mesmo que passe o dia inteiro um implicando com o outro), um bom e velho vira lata no quintal, umas amigas “véias” bem porra loka pra dar umas risadas… já está ótimo. Se não precisar caminhar muito pra chegar na piscina fica perfeito!

  4. Quero um lugar pra morar com pessoas boas calmas atenciosas pode ser no Brasil tenho 73 anos de idade sou diabética problemas de coluna mas creio que posso me curar morando num asilo com pessoas boas frequentando passeios diversões lazeres que eu possa encontrar isso com um preço aqcessivel de acordo com o que eu recebo de pensão

  5. Penso nisso a algum tempo já….
    Tenho 55 e estou muito bem por hora…
    Mas sei que vai chegar e não sou do tipo que dependo de ninguém,logo vai ser muito difícil para mim envelhecer e precisar que filhos e amigos me cerquem….
    Quero continuar levando minha vida sem ser um estorvo,entendem?
    Tô dentro!
    Me aguardem!

  6. Estou perto dos 50 e pensando em possibilidades. Estou doando meus 3 filhos para o futuro (deles) e não me incluo nesse futuro.
    Tenho cuidado da minha mãe idosa e sei que sou, digamos, chata com ela (que tem restrições alimentares e come como se não fosse viver para a próxima refeição; está mais ou menos ok devido a tanta medicação, mas acha que se não tomar um remédio ou outro tudo continuará; que sabe basicamente TUDO o que acontece com TODOS, mas não lembra se já tomou banho)…
    Enfim… não teria paciência de ser rastreada por filho/a, como rastreio minha mãe.
    Sou independe e livre, mesmo casada há quase 30 anos. Quero muito manter essa independência e liberdade quando essas palavras soaram estranhas a uma idade mais avançada.
    Talvez, um asilo TOP seja a solução! Não sou famosa como a Xuxa, mas poderíamos ser vizinhas. Ter alguém pra brindar à vida parece ser uma ideia interessante!

    1. Nossa Ale..que coisa bacana que vc escreveu. Profundíssima. Com palavras super bem colocadas (dou super importânca para isso, pq faz toda a diferenca). Amei e vc tem razao. Nao queo ser rastreada. Pq nao comer se no sabemos se havera uma proxima refeicao. Querida, quero ser sua amiga. Beijocas

  7. Meu asilo TOP teria minhas 3 ou 4 amigas do ❤️ morando cada uma em sua suíte , fora todo resto da turma de velhinhos. Super organizado, programação e instalações impecáveis.
    Das celebridades, uma das minhas amigas do ❤️ (autora do texto), acabou esquecendo de relacionar nossa unanimidade: Evandro Mesquita
    Pra cantar pra gente e encher o lugar de charme e alegria! Revigorada total ‍♀️

  8. Envelhecer com pessoas de sua idade é fantástico.. eu gostaria de fazer que nem a Dominik mas se nesse lugar estivesse o Richard Gere..ai que maravilha.. ficaria o dia inteiro olhando pra ele…nem me preocuparua com mais nada…

  9. O texto me lembrou o filme francês “E se vivêssemos todos juntos?”; ele fala de um grupo de amigos de toda a vida, que decidiram viver juntos em uma grande casa… Uma estória linda e emocionante sobre o viver e morrer, que nos ajuda a pensar o assunto com menos angústia. Assistam!

  10. Amei a idéia,sonho em fazer isso em minha casa,ficar só jamais quero fazer amizades,rir,jogar buraco,beber uma cerveja ,fazer compras,ter amigos e uma técnica em enfermagem para nós auxiliar,não importa a idade basta q a pessoa tenha condições de ser independente.quem sabe daqui uns tempos esse sonho vire realidade?

  11. Adorei a idéia! Sempre pensei na possibilidade de viver em comunidade, qdo não poder mais dirigir, fazer minhas compras ,passear enfim. É bom saber que poderemos viver com independência perto de outras pessoas que passam pela mesma situação. Sempre é bom Está com amigos e amigas.

  12. Amei a idéia. Sou muito forte apesar dos 71 anos. Estou me sentindo muito incomodada ultimamente…. tenho muito espaço físico mas ficar na dependência de piscineiro e jardineiro vivendo sozinha não está me agradando. Quero companhias agradáveis…..vou tranquilamente se gostar do local!!!!!

  13. Gostei de saber que tantas mulheres pensam como eu: quando não puder morar sózinha, ir para uma comunidade com pessoa da minha idade,um lugar rodeado da natureza, onde pudéssemos nos divertir muito, ir para teatro, conhecer novos lugares. O ideal seria cada uma ter seu espaço, com
    monitoramento médico e viver o mais intensamente possível com as amigas que seremos. Sei que em outros países já acontece. Teremos lugares assim no Brasil? Alguém conhece algum?

  14. Na Europa e EUA já tem, e a discussão começa a aparecer no Brasil do chamado Coliving: uma tendência urbana em compartilhamento de moradias. Acho bárbara a ideia que favorece interação, colaboração entre vizinhos que compartilham áreas comuns e se ajudam. Imagine um casal com o seu espaço próprio, que no coliving ainda podem cuidar do filho do casal jovem vizinho enquanto estes trabalham. Benéfico para ambos, por exemplo.

    1. Gostei de saber que tantas mulheres pensam como eu: quando não puder morar sózinha, ir para uma comunidade com pessoa da minha idade,um lugar rodeado da natureza, onde pudéssemos nos divertir muito, ir para teatro, conhecer novos lugares. O ideal seria cada uma ter seu espaço, com
      monitoramento médico e viver o mais intensamente possível com as amigas que seremos. Sei que em outros países já acontece. Teremos lugares assim no Brasil? Alguém conhece algum?

  15. tenho 50 anos, quase 51. meu marido é 20 anos mais velho que eu, e não tive filhos. asilo não, moradia da idade da liberdade! de preferência em companhia de gente com cabeça que pensa assim e para aprender música, pintura, ler bastante, assistir muitos filmes, ter uma horta, viajar e curtir a amizade. também quero!

  16. Adorei seus comentários Simone e veja,tenho 74 e ainda não e sinto na “velhice pra valer”.Viajar e ler bons livros nos faz rejuvenescer.Ter casado aos 68,nossa,que maravilha! Ter um companheiro que te ame e entenda tambem prolonga a vida saudável.Gostaria que a Gilmara me desse o enderêço do asilo de Piracicaba,vou procurar na iternet ,pretendo ir e levar meu Fofo,está comigo há 47 anos.

  17. Pelo fato de eu estar criando dois netos um com 14 e outra de 8 ainda não atentei para essa hipotese, os crio desde bebes hoje so sou eu e eles em casa, sabe que o artigo me despertou,eu também sou muito independente, nem pensar em morar com quem quer que seja filhos ou netos, estou com 66 , grata pela materia

  18. kkkkk sempre pensei assim 🙂 estou trabalhando horrores para financiar o gaysilo dos meus sonhos,pé na areia e varias tchutchucas jovens e felizes para cuidar da velhota aqui! A ideia de ir a creche tbm me faz bem!
    Hoje pela primeira vez venho ate vc Dominique e amei 🙂 parabéns!!
    ah ….vim atravez da Consuelo
    BJKAS MENINAS

    ivani ( 48 anos ) ……rs

  19. O asilo dos meus sonhos é quase isso. Dispensaria os vizinhos ilustres, pois sou muito simples.A felicidade, para mim, está relacionada à liberdade, que por sua vez,só vou conseguir se puder decidir, SOZINHA,minhas vontades e meus desejos. Já preciso convencer meus filhos que são terminantemente contrários à ideia. Não consigo me imaginar dependente, na casa de um deles, apesar do carinho que recebo de todos. Aí sim, na minha dependência, seria chamada de complicada e dramática!

  20. Kkkkk estou rindo de mim porque SEMPTE disse que EU queria ir para um asilo de idosos! Comecei a planejar – independência financeira porque nem nessa área ($$$) queria ser um.”peso”pra eles…
    Estabeleci idade – mais ou menos 70 anos! Estaria lúcida, interessada em artes, boas conversas, sem preocupação de ter alguém fazendo comida ou limpando a casa….uma ma ra vi -lha! Com 68 anos.. .cheghuei de uma viagem ao Japao, China, Tibet e Dubai e ai….conheci um argentino. Resumo da opera: ESTOU CASADA, só esse ano já fiz 8 viagens internacionais, Estou voltando outra vez pra Europa agora em novembro ( cheguei de lá em junho ) e….ESTOU INDO MORAR …..NA EUROPA !! Adiei asilo !!!

  21. Agora já existem condominios e podemos combinar com amigos para morar juntos. Cada um com sua casa e seus hábitos mas com vida social dentro do condomínio. Acho que seria minha opção. De preferência, numa praia.

  22. DUAS PALAVRAS QUE ME INCOMODAM: ASILO E TERCEIRA IDADE!!! É PRECISO REINVENTAR! AQUI NO BRASIL, ISSO É UTOPIA E QUANDO NÃO, É TÃO CARO E SOFISTICADO QUE PERDE ATÉ A GRAÇA E A LEVEZA QUE UM LUGAR NESTE ESTILO DEVE SER: ALEGRE E DESCONTRAÍDO.
    O IDEAL PRA MIM, SERIA UM ESPAÇO COM MUITA NATUREZA, CADA UM COM SEU CHALÉ OU BANGALÔ, (COMO PREFERIR CHAMÁ-LO) DE PRIVACIDADE E UM ESPAÇO COMUM DE CONVIVÊNCIA.
    TUDO ISSO COM ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL!

  23. Tenho 10 a mais que Dominique !!! Tenho pensado só agora sobre o envelhecer no sentido de ” onde ” irei quando já não puder mais ser e ter autonomia ? Não quero asilo no sentido mais tradicional e certamente não terei as possibilidades de sustentar esse futuro tão oneroso sozinha !!!! Terei que achar ou construir esse lugar do meu tamanho !!!! Tenho muita simpatia e tenho acompanhado publicações sobre “co- habitações” como uma possibilidade de futuro !!! Juntar- me não isolar-me e o que quero !! Sigo na pesquisa!!!

  24. Em Piracicaba, SP existe um condomínio com características próprias para a terceira idade.Conheço uma pessoa que mora lá e adora! Tudo no condomínio e para atender pessoas da terceira idade, desde saúde,lazer, vida social, cultural. Uma estrutura excelente que atende as necessidades dos condôminos! Acredito que deve servir como inspiração /modelo para que se construam condomínios com essas características.

  25. Eu sempre brinquei que teria meu asilo particular… talvez não tão chic quanto o seu e com vizinhança bem menos ilustre. Já combinei com uma amiga. Só não quero aprender crochê pq acho depressivo e não tenho paciência para pequenos trabalhos manuais…. comigo tudo é ÃO!
    São 3 filhos, 1 neto e 1 companheiro. Os 4 primeiros, certamente não aturarão minhas “rabugices” pois já hoje sou chamada de chata. Mas quero meu velhinho por perto sempre… ele é chato mas é companheiro e é disso que eu preciso. Sabe ouvir… e às vezes tenho que repetir (tá começando a ouvir mal… ).
    Hoje tenho repensado muito sobre o que é envelhecer e cada vez mais me convenço que só deveríamos viver enquanto nos fosse possível manter a dignidade de tomar um banho ou ir ao banheiro sozinhos.
    Minha mãe está com 76 anos. Desaprendeu a andar, a segurar suas funções fisiológicas e isso é constrangedor para todos. Pra completar, continua lúcida e com o humor ácido e grosseiro que lhe é peculiar. Morro de medo de ficar igual… me recuso! Quero manter o bom humor…. ah, gostei da ideia de contratar putas (meu marido vai amar!), elas certamente alegrarão o lugar…

  26. Hahaha… eu tb já mencionei esse fato p minhas filhas… vou morar em um asilo!!!
    Mãeeee, vc ficou loucaaaa???? Acha k vamos deixarrrr??? Qual o problema???!!! Páraaaaaaa….
    Aguardemos…

  27. Eu tb quero ir para um asilo. Nem precisa ser tão especial. Tem de ter música, música boa. (Nada de Aché ou sertanejo universitário ) Alquem pra tocar um violão e me deixar cantar. Minhas companheiras serão as da juventude acumulada,nome que escolhemos para o nosso grupo.Importante: horas dançantes com os idosos ou com dançarinos pagos para rodopiar co cuidado as idosas assanhadinhas.Durante a semana ,de dia um crochê, um cochilo.A noite,cinema.

    Preciso só convencer meus filhos e netos que deixar-me lá, não é abandono,é ser livre para fazer do meu tempo o que eu quero,para curtir minhas fugas e rabujices sem perturbar,é ficar na cama por preguiça ou dor no corpo sem incomodar.

  28. O problema é que as casas de repouso/asilo não se enquadram nesse modelo.
    Temos que ter alguma outra opção bacana.
    Essa sua é utópica. Mas a idéia é compartilhada por muitas pessoas.
    Seria interessante uma pesquisa.

  29. O meu projeto é este já estou proxima,só que ainda tenho marido,se ele for antes de mim.Não vou morar vom filho,penso em procurar uma casa de repouso,só que não é. Top como a de Dominique.

        1. Você expressou meus pensamentos,sem dilemas e sem essa de dizer que “meus filhos me abandonaram”. Quero viver meus momentos, curtir meus livros e minhas músicas e curtir eu…simplesmente eu…

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Envelhecer pode ser um barato!

Por: Cibele Hatoum

Em 19 de setembro a minha tia Margarida fez 93 anos. Fui dar um beijinho nela, como sempre, ver meus primos e a Neia (que trabalha lá tem décadas e diria que é a sua filha número três). Fui tomar aquele cafezinho, que eu nunca dispenso, como também o papo bom que ele provoca.

Olhando minha tia ali, sorridente, serena, feliz, indo e vindo em seus lapsos de memória, nos comentários que nos remetem a um passado tão gostoso ou nos fazem rir pela inocência que só o tempo devolve, eu pensei:

– Uau! Tá passando rápido demais!

Tia Margarida foi (e ainda é) uma das mulheres mais bonitas que eu já conheci. Figura imponente, classuda, vaidosa, sempre impecável com seus cabelos, unhas, maquiagem e perfume.

Ela, como minha mãe e as outras tias, era de uma geração em que o cuidado pessoal era automático, até o seu chinelinho de ficar em casa tinha um saltinho! Mas isso não a fazia frágil, tampouco fútil. De maneira alguma.

Viúva muito cedo, com dois filhos pequenos pra criar, a mulher que nasceu na década de 1920 e foi criada pra ser esposa foi muito mais que isso. Em um tempo que isso era bem incomum, tia Margarida e tia Minerva fizeram faculdade. Mulheres maduras, no final dos anos 70, não tinham essa pegada. Mas elas iam. Juntas! 

Orgulhosas e com um queixo tão empinado que muitos despreparados poderiam confundir com “metideza”, essa forma que encontraram de enfrentar o preconceito e a estranheza, era como encaravam a timidez em meio a tantos jovens numa cidadezinha na época com pouco mais de 20 mil habitantes… Elas “invadiam a praia” da moçada.

Estudaram, se formaram e se aposentaram como professoras de desenho. Elas eram fortes demais. Todas elas, cada uma a sua maneira. Mas hoje dedico minha lembrança a ela. A tia Margarida. A que cultivou com minha mãe a amizade mais sólida e cúmplice que já vi em uma existência inteira.
A que enfrentou suas limitações e sem se dar conta, se fortaleceu através das dificuldades, e principalmente, da sua suposta fragilidade.

Hoje, ela encanta com a doçura e a meiguice despretensiosa que a idade traz, talvez características da doença, mas isso pouco importa porque ela só quer dias assim: simples e felizes. Agradecendo o carinho. Agradecendo o amor. Ela agradece o tempo todo. Quando dá umas “fugidinhas” da realidade a gente busca ela novamente e ela canta! 

Surpreende por lembrar fielmente as musiquinhas infantis em árabe que eu já havia esquecido, canta hinos de anjos (que a Neia ensinou pra ela), e sorri, feliz da vida!

Envelhecer pode ser assim: leve!

Quando a gente abandona o peso das expectativas. Quando a gente não se cobra nada e se dá o direito de dizer o que pensa, resgatando uma liberdade que a infância levou, contando com a tolerância de todos porque, afinal de contas, a idade impõe esse respeito. É uma conquista do tempo não perdê-lo com o que não vale a pena.

Envelhecer pode ser muito bom.
E eu fico muito feliz em vê-la assim.
Que venham mais dias como esse….. e muitos aniversários tia querida. 
Para que continue cantando e encantando a todos nós.

Cibele Hatoum é jornalista.

Mais sobre Envelhecer:

Amiga para valer é tão gostoso quanto café com leite

Quando envelhecer, quero ir para um asilo topo

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Quem foi ao Magic Kingdom sozinha ?

Eu. Euzinha.

Viajei com os meus filhos já adultos para a Disney, em Orlando. Apenas alguns dias, para relembrar. Fomos inúmeras vezes quando eram menores, mas sabe como é, as atrações mudam e todos queriam conhecer as novidades. A diferença é que quando são pequenos colocamos no carrinho e eles vão para onde queremos.

A escolha foram os parques com mais atrações para adultos. Bem, sabe como são essas viagens . Acompanhava tudo sem queixas (menos as montanhas-russas que não gosto). Em um determinado dia, todos muito cansados, preferiram ficar mais relaxados e não ir a nenhum parque.

Comecei a pensar: “Meu Deus, vou voltar ao Brasil sem ir ao Magic Kingdom”?  Mesmo sem crianças pequenas, acho um parque “must go” não somente pela mágica que o envolve, por ter sido o primeiro parque Disney,  mas por todas as imagens que voltam em minha mente.

Lancei a idéia discretamente no café da manhã. A recepção não foi das mais efusivas… Comentei que era um ícone, nada feito!  Já quase na hora do almoço decidi e falei : “Gente, eu vou ao Magic Kingdom! Lá veio a classica pergunta: “Sozinha?”  Sim. 

Sozinha mas muito bem acompanhada comigo mesma.

E fui. Uma das facilidades em ficar dentro dos Hotéis da Disney é poder pegar o transporte próprio deles a hora que quiser e retornar da mesma maneira, nos deixando na porta, sem complicações.

Já na Main Street comecei a sentir uma mistura de emoções, desde a primeira vez que estive na Disney com meu pai, no ano de abertura do parque, bem como nas outras vezes com meus filhos pequenos.  Cada viagem uma emoção diferente, uma descoberta.

Andei sem pressa, escolhendo as atrações que costumava ir e que gostava mais. Que delicia andar sem ter que levar alguém ao banheiro, comprar água, sucos , esperar por alguém. Munida do meu mapa, ia fazendo o que me interessava, mesmo porque o parque é bem grande, não daria para fazer tudo a partir daquela hora … e fui aproveitando cada minuto.

Olhava os casais com filhos pequenos, às vezes 3 ou4 crianças. Muitas famílias com camisetas iguais para facilitar a visualização. Achava aquilo lindo, mas ao mesmo tempo quando pensava no trabalho, continuava a andar agradecendo poder estar fazendo tudo no meu ritmo. Santa maturidade!  

Fui a Haunted Mansion, Piratas do Caribe, Peter Pan, It’s a small world, Toy Story, Carousel of  Progress, enfim….. Em cada uma delas lembrava da carinha dos meus filhos e suas reações. Foi um “remember” e tanto.

Já a noite, resolvi voltar, o celular já com várias mensagens do tipo: “Você ainda está ai?”.

Foi quando aguardei os fogos no Castelo, já de noite.

A troca de luzes é simplesmente maravilhosa, aparecem todos os personagens projetados , uma imagem simplesmente imperdível. 

Mas quando começou a tocar:

When you wish upon a star
Makes no difference who you are
Anything your heart desires will come to you…….

Me segurei de verdade.

Meu Deus quantas imagens passaram na minha cabeça. Orgulhei-me da minha decisão em ter ido, como não iria sentir isso?

Todos os sentimentos que afloraram se resumiram em gratidão imensa, por todas as vezes que pude ter vivenciado isso, gratidão  por ter proporcionado isso à outras pessoas, gratidão por mesmo agora sozinha, sentir novamente emoções tão puras como a letra da música. Tantos e tantos momentos da minha vida eu olhei sim para as estrelas e pedi,  sonhei com coisas que se tornaram realidade.

Tem como não amar a Disney?

Outras dicas de viagem:

México – muitas opções em uma só viagem

Itália: que delícia conhecer lugares que vimos nos filmes

Maria Mazza

Amo viajar e amo conhecer lugares. Sou administradora de empresas, agente de viagens na Engenhotur e Dominique claro.

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Estou me tornando a minha mãe. E tenho orgulho disso!

Eu não sei ao certo quando isso aconteceu. O momento em que me tornei a minha mãe. É claro que não foi uma transformação completa, mas quando me olho no espelho vejo muito dela. Não estou falando de aparência não, embora tenha herdado muitos traços também. Falo de atitude, comportamento mesmo. E sabe que não me importo mais.

Sabe por quê? Pensando bem, se ela não fosse como é eu não seria quem eu sou.

Ficou mais fácil perceber isso hoje com meus filhos. Um deles, por exemplo, chegou em casa outro dia com uma tatuagem. Coisa que eu abomino. Não é que me peguei pensando em mil estratégias de retaliação?

– Ahhh, mas ele precisa aprender!

Olha eu aí sendo igualzinha a minha mãe. Seria exatamente o que ela faria comigo. Só que as coisas mudam. Os tempos são outros e hoje talvez ela até tivesse uma atitude diferente. Então resolvi pegar leve com meu filho.

Mas tem coisas que não mudam mesmo. De jeito nenhum.  Nunquinha. Claro que pego um pouco mais leve, dou uma risadinha e pronto.

Esses dias me peguei pensando em quais atitudes eu me pareço mais com a minha mãe. Não achei uma só não, mas uma lista de comportamentos que provam que estou igualzinha a ela. Quer ver?

# A louca da localização

Peço pros amigos mandarem mensagem quando chegam em casa. E pros filhos também! Bendito Whatsapp, né gente? Imagina ter de ficar ligando pra todo mundo pra ter algum sinal de vida? Porque era assim na época da mamãe…

# Vai sempre fazer frio

Digo pra todo mundo levar uma blusa pra sair. Todo mundo mesmo! Virou meio mania, sabe? Outro dia o filho de uma amiga ia pra balada e me peguei recomendando ao garoto levar um casaco… Oh my God!

# Ai minhas manias…

Tenho hábitos estranhos como separar duas buchas para lavar louças: uma delas só para os copos. E deixo isso anotado para quem quiser ver. Não ouse misturar as duas. Tenho a impressão de que o copo não ficará bem limpo. TOC? Que seja!

# Gentileza gera gentileza

Não me conformo com falta de gentileza.Taí uma coisa que não faço questão de mudar. Tem de ser gentil sim! Seja homem ou mulher. Minha mãe sempre prezou pelas pequenas gentilezas como abrir a porta do carro pra ela. E eu também.

# Mas quem é mesmo?

Troco nomes. Eu sei que isso é imperdoável, mas não é por mal. E os nomes nem costumam ser parecidos. Chamo Marta de Solange e assim por diante. Não sei de onde tiro isso. Cismo que a pessoa tem cara de Marta mesmo chamando Solange e aí lascou-se.

# Sem memória

Repito a mesma história um monte de vezes. Repito e repito e repito. Sempre como se fosse a primeira vez. E fico surpresa quando o ouvinte não faz cara de surpresa. Por que será, né?

# Pra sempre bebês

Faço a receita de bolo preferida dos meus filhos (e muitas outras coisas para agradá-los), mas não quero que sejam mimados. Tento ser dura, mas muitas vezes eu não me aguento. Será que sou eu que estrago os meninos? 🙂

# É filho de quem?

Pergunto o sobrenome. Se eu conheço alguém, logo quero saber o nome completo e a cidade onde nasceu. Se somos da mesma cidade, já tento logo descobrir se temos alguém conhecido em comum. Com os amigos dos meus filhos é a mesma coisa.

E vocês? Já pararam pra pensar quais são suas semelhanças com as mães de vocês? Conta aqui pra mim.

Leia mais sobre mães em De mãe para filha: viver e ser feliz.

1 Comentário

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Casei com o homem da minha vida. Daqueeela vida.

[fve]https://youtu.be/0maAVeEJfqM[/fve]

E um belo dia eu me Casei com o homem da minha vida.

E vamos falar de casamento?
Ahhh, vou falar do MEU casamento.
Quase todo mundo tem uma história para contar sobre o dia de seu casamento não tem?
Bom, pode ser que não tenha lá grande utilidade ou interesse para alguns.
Mas é só mais uma historinha de Dominique.
E assim, vc vai me conhecendo um pouquinho mais, e mais, e mais.
Se vc quiser, me conte a sua..
Vou adorar saber!!

Dominique - CaseiFicha Técnica Video : Casei com o homem da minha vida

Dominique : Tania Rodrigues
Direção : Cris Mariz
Roteiro : Eliane Cury Nahas
Produção executiva : Rita Urcioli E Claudio Odri
Figurino : Tigresse

Você já viu o vídeo do dia que conheci a namoradinha de meu filho? Ahhhhh…Assista aqui!

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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  1. New message from Binance # R0508. SIGN IN =>> graph.org/Bitcoin-Mining-08-27?hs=6d11db6f4c71bdee045c64754d04fe70& disse:
    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.
    n9ubqv

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