Envolvimento

Namorei meu personal trainer mais jovem e foi incrível

Algumas mulheres preferem namorar com homens mais velhos. Dizem que têm mais maturidade, dedicam-se mais a relação e é com eles que aprendem muitas coisas, mas a recíproca é verdadeira. Eu garanto: namorar um homem mais jovem é tudo de bom!

Tudo começou quando eu decidi levar a sério uma rotina de academia e contratei um personal trainer para me ajudar nessa missão.  Foi um belo estímulo para incluir a atividade física no meu dia a dia e também para a minha autoestima.

Até aquele momento nunca tinha me passado pela cabeça sair com alguém tão mais jovem: 25 anos a menos que eu.  Muito menos engatar um caso com alguém com quem tivesse relação de trabalho. Porque é assim que eu via a contratação desse tipo de serviço. Simplesmente profissional.  

Eis que todas as minhas teorias caíram por terra ao conhecer M. Lindo, loiro, olhos azuis, 1.90m de pura gostosura e super dedicado. Isso sim é estímulo para treinar!

Eu contava as horas para chegar segundas, quartas e sextas-feiras, quando eu tinha hora marcada com ele.

Até que um dia eu bati o carro e não tinha como ir pra academia (daquelas desculpas que criamos para nos sabotar, lógico). Então ele disse que me pegaria em casa meia hora antes do horário da aula. Para não perder o ritmo. Foi assim que aprendeu onde eu morava e passou muito tempo frequentando o lugar…

Numa dessas caronas, ele pediu para subir para usar o banheiro ou algo assim. E aí não tive como escapar. M. me pegou de jeito e me deu um beijo cinematográfico. Cheguei a perder o fôlego e fiquei meio sem reação, mas quer saber? Decidi deixar a vida me levar, afinal qual o problema ?

Era um tesão louco quando ele me alongava no final do treino. E cada série de exercício eu queria me esforçar mais. Nunca antes na história desse país eu havia tido tanto resultado numa academia.

E estava feliz com a prorrogação dos treinos para minha cama. Nessas ocasiões, muitas vezes, quem deu as lições fui eu!

Diante dessa aventura que durou pouco mais de um ano, posso enumerar algumas razões para namorar um homem mais novo:

São mais divertidos

São mais otimistas, abertos a novas coisas e, normalmente, sentem-se menos amargurados com a vida, por isso terá encontros mais felizes em vez de ter de ouvir discursos entediantes sobre a vida

Não acham que sabem tudo

Ao contrário dos homens mais velhos, os mais novos não acham que têm o direito de dar lições sobre tudo e todos;

Um bom corpo

Não é necessário fazer qualquer descrição neste ponto…

Muito sexo

Não têm medo de experimentar coisas novas… E, em muitos casos, possuem uma preparação física invejável. Isso pode influenciar (e muito) a vida sexual;

São mais flexíveis

Ainda não têm uma opinião formada sobre tudo e todos, por isso são mais abertos aos argumentos dos outros;

Fazem você sentir-se mais nova

Levam você a restaurantes e discotecas novas, apresentam  músicas e filmes novos e fazem com que tenha vontade de continuar na juventude;

Têm amigos lindos de morrer

Faça o que quiser com esta informação…

Têm menos ‘bagagem’

Sem filhos, sem ex-mulheres, sem preocupações;

São mais românticos

Como são mais novos, existe uma maior probabilidade de terem menos dinheiro que os homens mais velhos, por isso arranjam formas mais criativas (e românticas) de impressionarem as mulheres de quem gostam.

 

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 52 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Tem um escorpião no meu bolso

A maior vantagem quando a gente chega aos 50 na santa paz financeira é poder ligar aquela chavinha do “Foda-se” e fazer ou falar o que quiser. Lógico que sempre com classe e elegância, mas de vez em quando, uma força que nos domina, como aquele calor que serpenteia a nossa coluna durante uns meses, faz com que algumas repostas explodam goela afora.

Já aconteceu comigo e vai acontecer com você. Um amigo, filho, parente, vizinho, colega, padrinho.  Seja quem for, um dia essa pessoa vai chegar pra você e dizer:

– Me empresta uma grana?

– Será que você me faria um empréstimo?

– Você pode me ajudar?

A formação da frase e a sua justificativa podem variar, mas o conceito é o mesmo: a pessoa quer um dinheiro emprestado.

E aí, em um flashback de segundos, mas muito intenso – como dizem que ocorre quando a gente está morrendo – eu vejo passar na minha frente 30 anos da minha vida de ralação pra conseguir juntar aquela grana e curtir a vida depois dos 50. E agora me aparece uma criatura que ameaça levar embora meu projeto de vida futura.

Pois aqui fica a dica número 1: diga não.

E a dica número 2: use seu bom humor.

Se você não tem ideia de como fazer isso, vamos sair da teoria e entrar na prática.

Exemplo 1

Seu filho, que está entre os 15 e 25 anos, te diz:
– Mãe, me empresta uma grana ?
– Lógico, meu filho! Mas com uma condição. Eu quero voltar a te buscar na porta do colégio, todos os dias, e ganhar um beijo e um abraço como você fazia quando era pequenininho e eu ia te buscar na creche.
De quanto você precisa?

Exemplo 2

Seu filho, que está entre os 30 e 40 anos, te diz:
– Mãe, me empresta uma grana ?
– Filho, senta aqui que eu quero falar com você. Sério.

Exemplo 3

Marido
– Mor, vamos abrir uma conta conjunta?
– No Facebook?

Exemplo 4

Amiga
– Amiga, vou te pedir uma coisa. Não quero estragar a nossa amizade, mas será que você poderia me emprestar uma grana? Mas pode dizer não, se quiser.
– Não.

Exemplo 5

Parente
– Oi querida! Tudo bem? Olha, eu tô te ligando porque queria te fazer uma proposta. A coisa não tá fácil, sabe? Então, como você não tem nem filhos, nem um chefe como eu e tá com a vida mais tranquila, será que você poderia me emprestar uma grana esse mês pra eu pagar a escolinha da Bia, que está atrasada? Eu te pago em 3 meses. Todo mês eu deposito uma parte na sua conta. Pode ter certeza.
– Querido, esse mês eu já fiz a minha doação. Foi pro Lar das Cãezinhos Mancos da Vila Ipocondró. Tem cada bichinho lindo lá.

Você não quer adotar um?

Helena Perim

Escritora e roteirista, trabalhou como diretora de arte em canais de TV e produtoras, mas acabou trocando o desenho pela escrita. Hoje, é freelancer na criação e no desenvolvimento de projetos pra TV e Internet. Também é autora de 4 livros de humor, que falam de comportamento, turismo e moda.

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Casei com o homem da minha vida. Daqueeela vida.

E um belo dia eu me Casei com o homem da minha vida.

E vamos falar de casamento?
Ahhh, vou falar do MEU casamento.
Quase todo mundo tem uma história para contar sobre o dia de seu casamento não tem?
Bom, pode ser que não tenha lá grande utilidade ou interesse para alguns.
Mas é só mais uma historinha de Dominique.
E assim, vc vai me conhecendo um pouquinho mais, e mais, e mais.
Se vc quiser, me conte a sua..
Vou adorar saber!!

Dominique - CaseiFicha Técnica Video : Casei com o homem da minha vida

Dominique : Tania Rodrigues
Direção : Cris Mariz
Roteiro : Eliane Cury Nahas
Produção executiva : Rita Urcioli E Claudio Odri
Figurino : Tigresse

Você já viu o vídeo do dia que conheci a namoradinha de meu filho? Ahhhhh…Assista aqui!

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 52 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Match nos apps de relacionamento? É como funciona a paquera agora!

Dominique - Banner_MatchVocê já deu um match? Sabe do que se trata? Talvez não esteja atualizada no assunto paquera!

Atualmente, a arte da paquera ganhou novas formas e instrumentos. Os aplicativos desenvolvidos com o objetivo de promover relacionamentos afetivos se multiplicaram e se transformaram em uma das ferramentas de paquera mais utilizadas.

As pesquisas já apontam que as pessoas preferem procurar possíveis pretendentes pelo celular, nos aplicativos, do que num bar ou numa balada com amigos. Muitas pessoas, podem não gostar de sair para paquerar em lugares como boates e bares, além de terem filhos ou uma rotina que os impeçam de sair com frequência.

Pelo aplicativo, já identificam o perfil da pessoa pela qual se interessam, as possíveis afinidades e jeito de ser, comportamentos e preferências, podendo dar o tal match.

Há aplicativos de diversos tipos, dedicados a públicos específicos, estreitando as buscas.

Tem aplicativo para o público gay masculino e feminino e até aplicativo de paquera baseado no que as pessoas odeiam (busca-se pessoas que odeiam as mesmas coisas).

As Dominiques que se interessam por homens mais velhos já tem um aplicativo voltado aos que desejam encontrar um parceiro com mais de 40 anos. Infinitas possibilidades, não?

Ouço histórias de amigas que tiveram encontros desastrosos com pessoas que conheceram pelo aplicativo. Em compensação, sei de pessoas que encontraram alguém legal pelo mesmo aplicativo, este é o match perfeito!

Fico sabendo também de manifestações de preconceito com relação aos meios que as pessoas utilizam para se conhecerem….”Ah, esse cara é de balada, não quer nada”, ou “essa menina é de aplicativo, está no desespero”…. Pois é, infelizmente ainda vivemos tempos em que as pessoas são rotuladas e reduzidas ao um comportamento “desviante” ou pouco confiável pela forma como se manifestam afetivamente.

As atitudes de preconceito ou tentativas de rotular pessoas mostram também necessidades de não olhar para si. Desenvolver uma atitude crítica e consciente é indispensável, desde que ela não se transforme em uma ferramenta para que a pessoa se afaste  e evite contato com os outros.

As possibilidades de relacionamento são infinitas em qualquer etapa da vida. Pessoas interessantes podem estar nas baladas e nos aplicativos, desde que possamos nos permitir esse encontro. O match não é uma obrigação.

As Dominiques que estão buscando um relacionamento ou conhecer alguém especial para sair, trocar experiências e até construir algo juntos(as) devem buscar seu lugar no mundo da paquera, de um jeito que se sintam confortáveis.

Seja por meio de aplicativos ou por meio das saídas, permitir-se despir de conceitos rígidos pode propiciar experiências especiais. Muitas vezes, tememos o julgamento alheio e nos podamos. O que falarão de mim se eu utilizar um aplicativo? Pior ainda….o que EU vou pensar de mim se utilizá-lo?

Dessa forma, Dominiques menos adeptas às modernidades podem pensar que os aplicativos e mesmo as paqueras não são comportamentos adequados ou pertinentes ao seu momento ou jeito de ser, ou a um comportamento consideram aceitável.

Às vezes, perder a cabeça pode significar se encontrar! Experimentar formas de agir diferentes e olhar para si com mais carinho e permissividade podem levar a descobertas novas e surpreendentes.

As ferramentas de paquera não serão eficientes se não estiverem associadas a um comportamento compatível. Colocar-se disponível no mundo virtual pode ser o princípio, mas as conversas podem não evoluir se não houver uma receptividade genuína.

É importante que a relação se desenvolva além do virtual, pois com a convivência, muitos outros aspectos se revelam entre as pessoas, levando ao aprofundamento ou não do encontro, evidenciando as verdadeiras intenções das pessoas.

Até os aplicativos de paquera, se não bem utilizados, podem funcionar como estratégia de isolamento, fazendo a pessoa permanecer na sua zona de conforto, utilizando o meio eletrônico apenas para testar sua popularidade e não aprofundar o diálogo e o conhecimento das pessoas.

Relacionar-se ainda é arriscar! É experimentar, entrar no mundo do outro e ter uma surpresa gostosa ou uma decepção bem chata. Mas é preciso tentar. Estar bem e se amar. E com tranquilidade também permitir que alguém adentre o seu mundo.

Veja aqui alguns aplicativos para pessoas com mais de 40.

Leia mais:

Filhos Bumerangue: Filhos adultos que retornam à casa dos pais

Maternidade na maturidade – escolha de muitas Dominiques

 

Alcione Aparecida Messa
Alcione Aparecida Messa

Psicóloga, Professora Universitária e Mediadora de Conflitos. Doutora em Ciências. Curiosa desde sempre, interessada na beleza e na dor do ser humano. E-mail: alcioneam@hotmail.com

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Como é chato conviver com um chato, a pior espécie de mala sem alça

Dominique_banner-chato
Poucas coisas são mais irritantes que um ser chato. Um criminoso pode-se tacar no xilindró e jogar a chave fora. Quanto a um chefe ruim, existe sempre a chance de mudar de setor ou mesmo de emprego. Para um casamento acabado há o divórcio. Enfim, dá-se um jeito. Mas um chato é outra história. Geralmente longa, cansativa e… chata!

Existem vários tipos de chatos, e todos invariavelmente falam pelos cotovelos. O modelo de chato mais frequente é o engraçadinho. Ele sempre faz uma graçola absolutamente inadequada, no lugar errado, na hora errada e, obviamente, sem graça alguma.

Para tudo, rigorosamente tudo, ele tem de fazer uma, e quase sempre no final. Sim, porque chato engraçadinho fica à espreita de uma deixa, maquinando diversas piadinhas para fechar o papo com chave de ouro. Se são três pessoas juntas, o chato engraçadinho será geralmente o terceiro a falar – se conseguir não interromper a conversa antes. Os outros dois se entreolham, tipo “que mala!” , só que, ao perceber neles um sorrisinho polido, o chato engraçadinho acha que a sua piada abafou.Dominique - txt Chato

Pior é quando o chato é bonzinho. Não existe chato pior que o gente boa. Porque o chato mala, a gente despacha, sem dó nem piedade, mas o chato bonzinho é um inferno!

Como lidar com uma pessoa de boa índole, solícita, de valores e princípios admiráveis que simplesmente não se dá conta do momento em que deve parar de, por exemplo, explicar?

Explica, termina e, coisa de cinco segundos depois, quando a gente pensa que se livrou, o chato gente boa tem sempre de um a quatro adendos, o que ele julga ser importante pacas.

Chatos explicam tudo, querem saber tudo, sempre, em detalhes, usam exemplos, lançam mão de episódios pessoais que não interessam a ninguém, e falam, falam muito, sem ponto de edição.

Um chato lendo isso ia querer saber o que é “ponto de edição.” E se, por ventura, não entendesse a resposta, mas deduzisse, iria deduzir errado só para aniquilar o interlocutor, com mais detalhes.

O chato sabichão é o mais normal. Por isso, muitas vezes ele vive camuflado como não-chato, o que definitivamente não é. Senão vejamos , se alguém contar uma história absolutamente inédita, que ocorreu quando a pessoa estava sozinha, no seu quarto, dez segundos antes, o chato sabichão comentará “eu sei!” Aliás, o comentário standard do chato sabichão é o “eu sei ” e correlatos.

Sobre o sabor particular de uma receita de família, que a sua avó criou e só passou em segredo no leito de morte para sua mãe, que no leito de morte dela passou para você. “Ah, essa eu já fiz”, comenta o chato sabichão. E você nem precisa estar se dirigindo a ele, basta que o chato esteja por perto.

Chatos escutam bem, ouvem tudo e são desembaraçados, entram na conversa dos outros sem ser chamados. Serem participativos é uma de suas principais características. Chato que é chato quer sempre ser agradável, por isso interrompe com desfaçatez quaisquer raciocínios.

Dominique - txt Chato

O chato virtual é diferente. Uma vez que alguém torna público qualquer pensamento, o chato tem liberdade para manifestar sua chatice por completo. E quando alguém posta, via de regra sabe que o chato, cedo ou tarde, virá. E, claro, comentará, independentemente do conteúdo.

E, para complicar, surgiu no século 21 uma variação do chato virtual: o Google-chato. Ele não sobrevive off-line, e pouco importa se interage com um migué ou com um prêmio Nobel: o Google-chato no meio de um colóquio encontrará numa Wikipedia da vida alguma informação que só ele detém, na altura.

Há exceções, mas em geral um chato virtual é previsível. Ele oferece ideias, emoções, informações, que no entanto , vindas de um chato, soam inutilidade.

Um chato qualquer nada mais é que um vendedor, ele precisa que você “compre” a chatice dele.

O chato do contra, não. Esse costuma ser mal-humorado, tipo dono da verdade, e não tem o menor interesse em vender nada tampouco parecer simpático. Há quase sempre um “depende” na fala de um chato do contra. Assim ele entra na conversa para apresentar um ponto de vista inalcançável aos reles mortais: o dele. O céu é azul, mas o chato do contra dirá “depende” e fará ene malabarismos com a Escala Pantone, citará Stephen Hawking e – na cabeça dele – provará que o céu é amarelo.

Como todo chato, o do contra tem excelente memória, principalmente em relação à datas, fatos históricos e conhecimentos gerais. Não que seja necessariamente culto, mas o chato do contra investe em informação para ter o que ele acredita ser a última palavra.

Tem também o chato teimoso, que não requer grandes definições, uma vez que todo teimoso é chato.

Por não esticar muito, vale destacar ligeiro o chato pegajoso e o onomatopeico. O primeiro, não consegue interagir com ninguém sem tocar na pessoa. Em geral ele cutuca, mas às vezes o chato pega mesmo, questionando: ouviu? Todos os chatos usam muito “tá ouvindo?”, “não é?”, “entende?”, dando aos demais a clara impressão que são surdos ou imbecís.

O segundo, usa a tática do barulho repetitivo. Ou tamborilam com as mãos, ou assobiam, outros estalam dedos, enfim: emitem sons desnecessários e invariavelmente desagradáveis. Chatos onomatopeicos são possivelmente os mais difíceis de combater, uma vez que não usam o cérebro, é puro instinto.

O mais dramático nos chatos é eles não terem sequer ideia do quão chatos são, ainda que na maioria das vezes sejam de fato simpáticos e/ou inteligentes! Até porque os que se dizem chatos, não costumam o ser – cricas talvez, o que é uma derivação do chato genuíno.

Dominique - txt Chato

Chatos são pessoas que qualquer um corre o risco de encontrar. Eles estão por toda parte.

Por isso é importante identificar as características de um chato, para evitar ser um deles.

Lembrando que aqui só relatei os principais.

E que, às vezes, o mesmo chato se enquadra em mais de uma categoria.

Ah, só mais uma coisinha: há outros tipos que não mencionei para não parecer chata…

Leia mais:

O dia que ela viu a lua sem entrar na Apollo 11 – Um conto bem picante

Ela se casou por causa de speeding date

1 Comentário
  1. Que perigo ! Eu me identifiquei com todos os tipos … Mas só de vez em quando , entende? Ah ! Kkkk foi engraçado , não foi ? Beijinhos !

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