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Isso é que eu chamo de Dominiques poderosas!

Eu não me importo (muito!) com as fofocas de famosos. Mas sabe que um babado no começo deste ano me chamou a atenção e até pesquisei mais sobre o assunto. Dominiques… adorei. Mas antes de tudo eu preciso revelar! Eu até senti o tal do Schadenfreude quando li a notícia completa. (Não sabe o que é? Conto aqui!). Enfim…. dei um sorrisinho e pensei: como eu adoro mulheres poderosas!

Vamos então ao bafo! No final da cerimônia do SAG Awards, Jennifer Aniston e Brad Pitt se encontraram nos bastidores. Ambos vencedores, ele com o prêmio de melhor ator coadjuvante por Era Uma Vez em… Hollywood e ela de melhor atriz em série dramática por The Morning Show. Bom… não se encontraram. Ele assistiu ao discurso e esperou por ela atrás do palco. 

Jennifer, 50 anos e lindíssima num vestido branco, cumprimentou o ex-marido e tchau! Isso mesmo… ele ficou segurando o braço dela, enquanto ela deu as costas e foi curtir a festa. Vejam a imagem e tirem suas próprias conclusões. Há, inclusive, quem diga que o ex-casal está se encontrando secretamente. Já outros fofoqueiros de plantão afirmam que a atriz foi é conversar com o outro (maravilhoso) ator Jon Hamm.

Mas as surpresas da premiação para as Dominiques não pararam por aí.

No entanto, não foi apenas essa notícia que me surpreendeu sobre as Dominiques no cinema. A atriz Renée Zellweger, com recém-completados 50 anos, ganhou o Oscar, Globo de Ouro, BAFTA, entre outros prêmios, pela sua atuação como melhor atriz no filme Judy. 

Foi uma belíssima performance feita pela Renée, que ficou alguns anos afastada das telas por depressão. Ela representou os últimos meses de vida da atriz Judy Garland, que morreu com 47 anos. Nada me tira da cabeça que se a mesma escalação da intérprete fosse alguns anos atrás, a atriz escolhida para viver Judy seria alguém mais nova e no auge da fama.

Quem também foi indicada na maioria dos grandes prêmios por sua interpretação como atriz coadjuvante no filme para a Netflix História de um Casamento foi Laura Dern. (Tem resenha do filme aqui).

O desempenho da atriz de 53 anos também foi reconhecido ano passado na minissérie da HBO Big Little Lies (também tem resenha aqui). Há anos eu acompanho o trabalho dela, que tem um lado meio poderosa, meio rebelde. Adoro. E ela também tem muito atitude. Adorei que a Laura Dern repetiu o mesmo vestido preto na festa pós Oscar. Faz mais de 20 anos que ela usou o look.

Quer Dominique sexy? Também teve!

Outra artista que arrasou nas premiações e no show do intervalo do Super Bowl foi a Jennifer Lopez, também com 50 anos. Ela interpreta uma stripper que aplica golpes com as amigas no filme As Golpistas. J-Lo concorreu ao prêmio de melhor atriz coadjuvante no Globo de Ouro e deu até entrevistas confirmando que não usou photoshop nos cliques. 

Você pode até falar que ela é cantora e precisa estar em forma para as apresentações. Mas, Dominiques, no filme ela ensina uma amiga a dançar pole dance. Não é só a forma física que me admirou, não, mas a auto-estima de encarar uma personagem super sexy. Da mesma forma, ela arrasou, veja só:

Além de deixar todos e todas (porque eu me incluo aqui!) com queixo caído no filme As Golpistas, a J-Lo ainda arrasou no show do intervalo do Super Bowl. A apresentação junto com a cantora Shakira – aliás, que tem 43 anos – causou polêmica. 

Dominiques poderosas!

A rede de televisão CNN afirmou que mais de 1.300 pessoas reclamam do show, dizendo que foi muito sensual e que não haviam sido informados antes da “performance de strip tease”. Sério… Dominiques. A notícia saiu aqui. Posso não gostar de todas as músicas delas. Mas eu AMEI a repercussão. As duas cantoras são muito competentes e fizeram uma apresentação impecável. Só posso dizer uma coisa: que poder é esse das novas Dominiques!

Confira só o show! 

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Aliados: o espião que sabia de menos, disponível no Netflix

Hoje minha indicação é o filme “Aliados”, que se passa em Casablanca, onde o espião canadense Max Vattan (Brad Pitt) e a francesa Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se conhecem para a missão de matar um embaixador nazista. Eles precisam se passar por um casal e, naturalmente, se apaixonam. 

Na segunda metade, os dois estão morando em Londres, com uma filha pequena. Tudo vai bem até que Vattan descobre que Marianne pode não ser quem ele pensa.

O longa começa no deserto marroquino, numa hábil e linda composição entre computação gráfica e realidade. Logo entra um letreiro afirmando que o filme se passa na década de 40 durante a Segunda Guerra. A dupla de espiões Max e Marianne se encontra num suntuoso bar, toca Jazz, poderia estar tocando As Time Goes By. Esse início de filme possui por si só muito material para a cinefilia, impossível não se lembrar de filmes como Casablanca, clássico absoluto da década de 40.

Como um filme clássico

Mas desde a primeira cena de “Aliados”, o diretor Robert Zemeckis deixa claro que seu projeto é justamente ir de encontro a esse desafio. “Aliados” não é uma revisão contemporânea do cinema clássico. É um filme clássico feito com ferramentas contemporâneas.

Zemeckis optou por uma narrativa clássica, em que esse jogo serve apenas para alimentar o romance e depois o suspense. Dentro dessa opção, “Aliados” não é “Casablanca”, mas sim uma obra bem sucedida, que nos faz acompanhar com emoção e surpresa o destino dos personagens.

Assim o longa mistura amor, drama e suspense num filme que ultrapassa esse gênero de forma fluida, tendo sua força na presença do casal de protagonistas.

Marion Cotillard é um espetáculo em cena. A atriz é quem eleva em todos os sentidos essa produção. A francesa é uma atriz do olhar, em que seus olhos dizem ou escondem tudo de sua personagem. 

Ambientar uma trama historicamente nem sempre é fácil e “Aliados” não deixa nada a desejar na reprodução dos cenários da histórica e charmosa Casablanca. Os carros, as casas, e, principalmente o figurino, são caprichadíssimos.

O figurino foi indicado ao Oscar, e não levou a estatueta injustamente. Mas é apenas esplêndido, rico em detalhes, atento com os tecidos, e maravilhoso em variedade. As camisolas e vestidos de Marion são de tirar o fôlego, como também os trajes de Pitt, simplesmente chiquérrimos.

Experiente o diretor conseguiu trazer um belo dinamismo para as cenas. O resultado é um filme de duas horas que passa voando e você nem percebe.

Filme recomendado para você que curte histórias que se passam durante a guerra, drama, romance, e aquele tom de suspense temperado com uma boa trilha sonora.

Bom programa para você nesse feriadão.

Confira o trailer

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