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Um evento, um cliente, uma amiga e muitas histórias

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Evento Dominique no Shopping Anália Franco

Hoje assisti algo muitíssimo perturbador. Saí diferente de lá.
Sim. De lá. Apesar de ser um vídeo do Netflix, embarquei na narrativa da pessoa. Foi uma viagem conturbada e emocionante.
Se já assistiu “Nanette” sabe do que estou falando mas se não assistiu digo que é algo necessário na vida da gente.
Uma amiga me recomendou e foi assertiva: – Você tem que ver!!!
Diante de tamanha ênfase não tive alternativa a não ser assistir imediatamente.

Agora, pensando, reconsidero minha recomendação.
Não.
Não é para qualquer um. Só alguém que te conhece muito bem pode fazer tal recomendação porque como me disse Consuelo ao falar dele, “acho que vai te tocar como me tocou. Cresci uma geração diante daquilo tudo”.
E batata!! A história da comediante Hanna Gadsby me pegou.

Como pode, a Consuelo em menos de um ano, me conhecer assim?
Conhecemo-nos por motivos profissionais em agosto/setembro de 2017. Para palestrarmos juntas em dezembro do mesmo ano.
De lá pra cá, nos encontramos poucas vezes, mas mais vezes do que muita amigona que mora São Paulo.
E toda vez que estamos juntas, temos uma sintonia tão boa!! Assunto pra mais de mês. Papos legais, divertidos e por vezes profundos.
Com ela aprendi o que é FOMO. Aprendi também  que somos muito melhores depois de uma taça de vinho.

Nossa primeira palestra rolou tão bem tão bem, que os presentes acreditaram que éramos amigas de infância mesmo.
Tanto que fomos chamadas para uma segunda que aconteceu esta semana.
A Cliente, o Shopping Anália Franco acreditou no projeto Dominique. Na força da mulher de 50, na Consuelo e em mim.
Quando digo A cliente quero dizer que o Shopping Anália Franco tem que ter alma feminina.  Sem sexismos toscos ou feminismos bobos, digo que poucas vezes fui tão bem tratada por um(a)  cliente. O respeito pelo fornecedor (nós) e pelas próprias clientes que estariam ali nos assistindo, é coisa de mulher no melhor sentido Yin e Yang.
O trabalho é importante. O dinheiro também. Mas todo mundo tem que estar feliz!! E estavam.

Elas ofereceram uma tarde inesquecível para 100 mulheres.
Fecharam um restaurante. Só para nós. Um cardápio super pensado. Para a  chegada, o durante e para o depois. Um inebriante espumante embalou nossas conversas.
E mimou. Mimou a todas nós, com gifts. Muitos Gifts. Quem não gosta de ganhar Presentes? Cada uma de nós saiu de lá com pelo menos 7 pacotinhos.
Yes darling. Pelo menos 7 pois algumas sortudas ganharam o sorteio de outras 10 prendas.
Aiiii Que delícia.

Agora quero falar das 100 mulheres que lá estiveram.
Mulheres bonitas. Alegres. E arrumadas.
Gente!! Elas se arrumaram para irem nos ver!!  Amigaaaaaa, olha que gente mais bacana!!
Entramos, Consuelo e eu, e o que vimos foi um monte de sorrisos. Senti uma felicidade no ar que dava pra pegar com a mão.
Meu nervosismo de principiante e foi dando lugar a Lili. Lili é como sou chamada por algumas pessoas. Lili é a amiga, a companheira, a cúmplice.
Mas não estava nervosa apenas por nao ter grande experiência em estar deste lado do palco. Mas pela responsabilidade diante de um cliente que me tratou a pão de ló.

Sou ansiosa sim. Sou controladora também. Tento há anos melhorar, enfim…A coisa é que  alguém acreditou no que eu falei! Alguém comprou meu sonho. E portanto, o mínimo que eu tenho que fazer é corresponder. Era um compromisso firmado!
Olhei tudo nos mínimos detalhes e claro, contei com ajuda de pessoas muito competentes. E agora, publicamente, aproveito para pedir desculpas . Talvez não tenha reconhecido o suficiente a dedicação de minha equipe.  Muito obrigada! Sozinha ninguém faz nada!

Mas como disse, estava nervosa, muito.
Tentei ensaiar e simplesmente não saiu.
Vc pode imaginar meu pânico?
Tentamos novamente. E eu travei de novo.
Comecei a ficar muitíssimo preocupada. Foi quando Consuelo me convidou para almoçar.
Me acalmou. Conversou. Pedimos um vinho que eu tomei sozinha.
Também já conheço um pouco Consuelo e sei bem que ela adicionou uma doçura extra em sua fala e em seu olhar. Vi que estava preocupada, mas ao meu lado, me entendendo, me desculpando e me apoiando.
E deu certo!! Entramos.  Falamos. Conversamos. Rimos. Vibramos.

Bom, o universo retribui. Quem acredita nisso?
O carisma de minha colega de palco é inegável. O carinho que aquelas 100 mulheres dedicaram a nós, mas principalmente a ela é um sinal. Sinal de que algo de muito bom Consuelo oferece a elas. E como disse, tb a conheço um pouco para saber da verdade e da emoção em cada palavra que falou.
As pessoas estavam lá para saber dela, ouví-la, vê-la. Acabaram conhecendo a Lili e sobrou carinho até pra mim.
Vi como Consuelo tratou cada uma daquelas 100 mulheres. Acredite ou não, ela conhecia a história de muitas delas, sem nunca te-las visto.
Minha amiga responde a cada mensagem recebida em seu blog. Ela se envolve na história das Dominiques, ela se interessa e sofre ou torce junto a cada uma delas. E de verdade, até pq só assim conta, né?

Todo discurso de Dominique girou em torno das histórias que temos para contar.
Pedi histórias para as Dominiques. Pedi que me contassem para que eu pudesse dividir com outras e para que nós, humildemente, tentemos mudar o olhar de uma sociedade para uma geração tão diferente de mulheres que somos nós.
Histórias. Muitas e diversas.

Lembra do tal universo que falei lá em cima?
Então. A hora que abri os mimos do shopping, olhe só o que era um deles :

A Shoulder sabe que Dominiques contam histórias!!

Nem se tivéssemos combinado.

E já voltando para casa, dando uma carona para Consuelo,  emendamos num de nossos deliciosos papos. E foi quando ela me recomendou Nanette. Ficamos no carro papeando, sabendo que não estaremos na esquina uma da outra nos próximos meses, e que na nossa vida corrida, nao sobrará tempo para papos ao telefone. Então aproveitamos nossos derradeiros minutos juntas. E foi aí que ela desceu do carro, e se despediu de mim com a seguinte frase:

– Muito obrigada por respeitar tanto o trabalho!

Pedi que repetisse pois achei que não tinha entendido direito. Mas era aquilo mesmo.
O respeito a que ela se referia, não era a SEU trabalho. Mas ao trabalho. De uma maneira geral.
Ela não individualizou ou trouxe para ela o meu respeito. Ela fez meu respeito soar muito maior pois referiu-se ao trabalho da maneira como eu o entendo.

Consuelooooooo!! Cadê você? Eu vim aqui só pra te ver!!!

Veja as fotos do evento no Pinterest

Increva-se aqui e saiba antes quando será o próximo encontro!

Você conhece os Pequenos Encontros & Grandes Histórias da Dominique?

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

11 Comentários
  1. Foi fantástico conhecê-las pessoalmente, vocês são pessoas incríveis, super competentes, experientes e com um astral incrível. Obrigada pela tarde deliciosa, cheia de lindas histórias e trocas de experiências e energias boas! Estou feliz por ser uma nova Dominique!

  2. Lili e Consuelo, pena eu não ter ido desta vez..
    Vcs moram no coração ! Tão legal abrirem um espaço de troca, distração, reflexão,risadas, besteirol,choros, etc, etc..mas acima de tudo ,um espaço NOSSO. Sim, isso é possível, é merecido.
    Obrigada Dominiques, até o próximo encontro mas sempre por aqui, bjs

  3. Pena que não pude estar presente neste evento tão especial ; fiquei morrendo de tristeza por não ter remanejado meus compromissos. Pelas fotos, da pra perceber como foi intenso e e leve , alegre e descontraído o evento. . Parabéns Li ou Super LILI ou simplesmente Eliane e concluindo você É o Retrato vivo desta famosa guerreira Dominique! Mil pra vcs e todas Dominiqiues. Parabéns.

  4. Alessandra querida! Conheci nesse evento um outro significado para a palavra carinho. Que coisa mais bonita. O atral estava tao bom que minha impressao é que todo mundo saiu de lá mais feliz do que entrou. E isso deixou a Consuelo e eu em estado de graça.
    Vamos continuar o contato. Até por isso criei aquela página.
    Quem sabe, né?

    Beijos

  5. Menina… me identifiquei 100% no nosso encontro e também com tudo o que vc escreveu! Fiquei muito feliz com nosso memorável dia e por ter conhecido Dominiques tão incríveis quanto suas histórias! Obrigada pela oportunidade ímpar!

  6. Eu me apaixonei pela Consuelo em 2015 sem saber muito sobre ela… A gente conversava pelo Snapchat e fomos criando uma relação tão legal…. Que quando conheci ela foi tão mágico… Então catei os stories para ver a Consuelo… E matar um pouco da saudade… Vou esperar vocês em Floripa e vou levar minha mãe também…. Obrigada por tanto ensinar… Logo logo sou eu com 50 rsss

  7. Imagino que tenha sido um encontro delicioso e memorável, não a conheço bem mas a Consuelo já acompanho há algum tempo e sei de sua delicadeza e atenção com todos.
    Espero que tenha mais encontros como esse para que possa deliciar nossa alma.
    Parabéns pelo trabalho e pelo respeito ao trabalho.

  8. Lili! Acredito que posso chama-la assim, sera
    Sorry pela falta de alguns sinais e acentos, computador novo e ainda não me acostumei com o individuo rsrs
    Delicia demais ver voce e Consuelo juntas – duas pessoas que me ensinam muito, sem ao mesmo ter ideia de que existo, me ensinam moda, cultura, comportamento, me sinto feliz quando encontro um tempinho e passo por aqui! Fiquei curiosa com uma coisa, talvez voce ja tenha explicado em outro post que não tenha lido – o que e FOMO – kkkk me ensina também
    Obrigada por ser uma Dominique e me ensinar a arte do empoderamento feminino! Forte abraco e um lindo dia p voce!

    1. Olá Paula, que delícia de mensagem!! Saber que fazemos parte da vida de alguém dessa maneira, me deixa muito feliz. Pq a ideia é essa!! É fazermos parte. O sentimento de pertencimento é importante em todos os momentos da nossa vida, mas quando viramos Dominiques é vital sabermos que nao estamos sozinhas.
      E FOMO = Fear of missing out – é o medo de estar perdendo alguma coisa. Saber que alguém está fazendo algo e COMO eu nao estou?? É a ansiedade de querer nao perder absolutamente nada.

      Querida, um grande beijo de sua amiga, Lili.

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Vestido – CURTO x LONGO

Dominique - Vestido
E chega uma fase na vida que amiga é mais importante que o marido.

Tá bom. Exagerei. Mas é quase.

É que tem coisas que só com uma amiga.

Você consegue imaginar seu marido te ajudando a decidir se você deve ir de longo ou curto naquele casamento?

Não, né?

Mas pra isso você tem amiga.

Você liga pra ela conta seu drama e ela fica realmente preocupada.

Pensa no seu problema sempre que tiver um tempo.

Vai te ligar umas 10 vezes pra dizer os prós e contras do longo.

Vai na tua casa pra ver como os vestidos estão caindo em você, além de levar quase todo o armário dela para você experimentar.

Vai largar tudo no sábado para ir procurar com você “a roupa”.

Que marido faz isso?

Pior. No dia da festa, depois dele reclamar e chiar que não entende o que você fica fazendo uma tarde inteirinha no salão, olha pra você prontinha, linda e maravilhosa e pergunta se seu sapato é novo.! Aff!

– Não querido… A única coisa que não é novo aqui é justamente o sapato.

Mas é pra isso que você tem amiga.

Nessa altura, você já mandou umas 10 selfies para ela e ela já levantou sua autoestima à enésima potência.

Tks Best friend.

Ah! Você quer saber se fui de longo ou de curto, né?

Pois então…

Aqui algumas dicas de uma daquelas amigas que toda mulher deveria ter:

– Se for convidada, opte sempre pelo curto.

– Longo apenas se o convite sugerir traje black ou longo explicitamente.

– O vestido curto é muito versátil, pode ser usado em diversas ocasiões dependendo dos acessórios.

– Vestido curto para uma Dominique significa comprimento na altura do joelho, um pouquinho acima (pouquinho, hein), um pouco abaixo, dependendo do estado de suas pernocas.

– O grande segredo é mostrar o que temos de melhor. Por exemplo, valorizar o colo com um decote bacana.

Ah! Não tenha preguiça na hora de experimentar. Experimente muitos! É assim mesmo. Não acertamos de primeira. Nem de segunda. Nem de…

Mas de repente, você veste um que pimmmm!  Você achou aquele vestido que te deixou com um colo lindíssimo, cintura fina, costas alinhadas, sem barriga e com o bumbum arrebitado!

Se o vestido não for tudo isso, é quase tudo isso. Tá bom!

Leia Mais:

Independência Financeira – A rota para a liberdade
A Lua, Santinho… Finalmente, a Lua.

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

1 Comentário
  1. Muito bom.
    Me foquei no detalhe acima do joelho pois não me adapto com abaixo do.
    Respeitando cada um com seu estilo e e de bem com o que está usando.
    Valeu a dica.bjs

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Mulherões, é assim que mulheres se descobrem ao posarem para um ensaio

Conheço muitas mulheres que são mulherões, mas que detestam aparecer em fotos. Outras que acreditam que o tempo bom já passou e que não devem mais ter imagens registradas.

Dominique - Fotos
Umas tiram fotos só do rosto, do corpo nem pensar. Por que temos ideias tão distorcidas de nós mesmas?

Só que justamente uma sessão de fotos vem transformando a vida de muitas mulheres e para melhor! Quem diria?

Conversei com a fotógrafa Chris Day, uma Dominique linda e superativa, que foi modelo e trabalhou em publicidade.

Em 2001, fez um estágio no jornal New York Post e presenciou os ataques terroristas, gerando palestras, exposições e um livro.

Em 2009, lançou seu segundo livro, “Europa”, com imagens em preto e branco de alguns países europeus, comercializadas em ampliações fine art para decoração e colecionadores.

Chris Day vem desenvolvendo o projeto “O Sagrado Feminino”, tema hoje que é seu foco fotográfico.

De modelo à fotógrafa, Chris se apaixonou pelas possibilidades da imagem no universo feminino.

Dominique - Fotos

Ela capta imagens de mulheres e suas fases, momentos, dores e desafios, sua espiritualidade e força, suas diferenças…tão iguais em seu studio.

Ser mulher é fazer parte da criação, ser guardiã da família e da espiritualidade, ser mulher.

É ser Mãe de todos, amando incondicionalmente, exercitando a compaixão e justiça.

Ser mulher é exaltar o Sagrado em todos nós!

Não só suas curvas e texturas, como o encantamento, tão difícil de registrar num primeiro momento.

Sim, num primeiro momento, porque na primeira conversa com a modelo/cliente, Chris tem a oportunidade de captar sua audácia, timidez, força ou sensualidade em cada um de seus movimentos, gestos, palavras…ferramentas que usa durante o ensaio fotográfico.

Esta conversa cria o vínculo de confiança, porque o ensaio “acontece” na medida da entrega, dela e da modelo, seja um ensaio ou um retrato.

A magia acontece quando fotógrafa e modelo entregam seus corações ao momento, quando a mulher se desnuda de seus desejos, medos, preconceitos, estando vestida ou não.

E a mágica está ali, fica registrada para sempre, na imagem e na memória.

A transformação acontece, a experiência registra a beleza, o amor próprio, o “se dar o direito de”.

Não é pouco dizer que a transformação acontece, que a mulher entende que deve ter mais momentos só para ela, que merece sentir-se bonita, cuidada, especial.

Ela vai crescendo à medida que vai apoderando-se do que muitas vezes deixou lá atrás, sua sensualidade, sorriso solto, sua melhor parte, o prazer de estar fazendo algo só para ela.

Estas mulheres percebem, muitas pela primeira vez, o quanto são verdadeiros mulherões.

A transformação acontece em ambos os lados.

Chris e sua irmã, Vanessa Ornelas, maquiadora e produtora, se envolvem de tal forma, que a emoção toma conta ao ver a modelo feliz, inteira, dona de si.

Algo acontece em meio a sombras, batons, flashes, lentes e câmera, saltos agulha e taças de champagne.

Chris é inserida numa dimensão à parte, como num sonho, realizada e feliz por estar contribuindo com seu trabalho para o reencontro de mulheres consigo mesmas.

Modelos, clientes queridas, que tornam-se amigas e cúmplices, no resgate do profundo

“Sagrado Feminino” e se dão conta que são mulherões com M maiúsculo.

Dominique - Fotos

Não é raro depois de verem suas fotos ou books prontos, as modelos/clientes entrarem em prantos.

Não se reconhecem, não acreditam que são “mulherões” que esbanjam sensualidade e charme.

Também não é raro que estes books sejam um ponto de virada para muitas destas mulheres.

Algumas se separam.

Para outras seus companheiros passaram a vê-las de outra forma, reacendendo a chama do relacionamento.

Outras mudam até de carreira.

É muito mais que uma sessão de fotos, sensual ou não.

É uma porta que se abre rumo ao desconhecido com infinitas possibilidades de se amar mais e acreditar mais em si mesma.

 

Fotos são um retrato da alma não acha? Que tal fazer uma sessão dessas e descobrir que você é um desses mulherões?

Leia Mais:

 

Liberdade foi o presente que ganhei de 50 anos.
Papo de mulher! Vamos falar de laser íntimo e rejuvenescimento?
Os 50 trazem de tudo, mas nada como a sensatez e a ousadia!

3 Comentários
  1. Amei gostaria de fazer uma sessão de fotos tenho 54 anos

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Evento #SomosTodasDominique!

Dominique - Evento
No dia 05 de dezembro, aconteceu o nosso primeiro encontro (o primeiro evento de muitos) e posso dizer que me sinto realizada.

Foi incrível ver todo mundo ali tão envolvido e comprometido com o tema. Foram mais pessoas do que o esperado e tudo estava perfeito.

Veja aqui o que disseram 2 mulheres que nos inspiram muito:

Constanza Pascolato
Empresária, consultora de moda, Integrante da Academia Brasileira de Moda

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=avJbJk30fG4&feature=youtu.be[/fve]

Marta Khedi Schahin
Presidente do Hospital Sírio Libanês

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=MAm-Yxfwhj4&feature=youtu.be[/fve]

Falamos também a querida Raquel Cardoso, uma das seguidoras da página Dominique.

Raquel Cardoso
Seguidora da página Dominique

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=OofAo_SwXlw&feature=youtu.be[/fve]

O projeto Dominique vem sendo desenvolvido há três anos para dar voz às mulheres da nossa geração.

Não é porque temos mais de 45 anos que nos tornamos invisíveis. Ao contrário, somos mulheres decididas, sabemos o que queremos e o que não queremos, consumimos mais, estamos conectadas e representamos quase 10% da população. Isso não é pouca coisa, né? Por que então não nos reconhecemos nas propagandas da maior parte dos produtos?

Não queremos rótulos! Cinquentona, cinquentinha, idade da loba??? Que nada, somos muito mais que um rótulo, Somos Todas Dominique!

Chega de olhar julgador, por isso que a Dominique nasceu, para conversar com vocês! Ter a oportunidade de debater sobre essa questão neste evento foi maravilhoso.

Não vejo a hora de encontrá-las de novo. Querem um próximo?

Mas dá uma olhadinha nos melhores momentos do nosso evento

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=G-yXJnDRjd4[/fve]

E aqui você consegue ver o evento na íntegra! Não é demais?

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=LLjaCxFz498&feature=youtu.be[/fve]

Confira algumas fotos do evento:

« ‹ of 11 › »
Agradecimento especial aos apoiadores do evento: Mitsubishi, May Macarons, Fatto Manu, Carol Noel, Perrier Jouet, Corvo, Santa Festa, Fleur de Sucre, Gift Chic,  Cleo Aidar e Credit Suisse.

Leia mais:

A grande e variada lista de amigas de uma Dominique
Quando eu crescer e envelhecer pra valer, quero ir para um asilo!

9 Comentários
  1. Descobri vocês !!!! e quanto mais vejo o site, assisto aos comentários, leio os textos me reconheço uma DOMINIQUE. Tb me senti diferenciada na infância e adolescência como Constanza fala na entrevista (graças a Deus), tb me sinto muito mãe mesmo não tendo filhos….queria muito participar de um encontro de vcs. Estou sonhando em ter um leque!!!

  2. Primeiramente, obrigada pela parte Dominique que me toca!
    Quando será o próximo encontro? Achei importante todas as colocações ,inclusive as inadequadas rsrsr do tipo nada Dominique,do tipo ” não se separem ! Os filhos vão sofrer muito…”
    Acho que essas são as pessoas que mais precisam ler ,e ouvir o que as Dominiques tem a dizer…Aguardo ansiosa!
    Lygia Durand

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Separação e recomeço por Consuelo Blocker – FINAL

O tema de hoje é separação e recomeço!

Você assistiu o vídeo anterior? Consuelo falou sobre como lida com o corpo.

No vídeo de hoje Consuelo fala sobre:

  • Vida após a separação
  • Namoro digital
  • Recomeço
  • Novos relacionamentos

[fve]https://youtu.be/g8cjePlVZAw[/fve]

Separação não é o fim. O recomeço pode ser melhor do que você imagina!

Leia mais:

A publicidade não fala com as Dominiques. Por quê?
Ao procurar um novo amor, é preciso paquerar-se também!

1 Comentário
  1. skapa ett binance-konto disse:
    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.
    Can you be more specific about the content of your article? After reading it, I still have some doubts. Hope you can help me.
  2. Your point of view caught my eye and was very interesting. Thanks. I have a question for you.
  3. Adorei!! Muitas são as semelhanças entre a história da Consuelo e a minha e, claro, de muitas outras mulheres…
    Tb encontrei um grande amor e vivemos em casa separadas… temos filhos: ele, os dele; eu, os meus. Quando estamos juntos, estamos sempre no melhor lugar do mundo! Valeu tudo o que não gostei de viver!
    Consuelo brilhou, como sempre!!

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Relação com o corpo após os 50 para Consuelo Blocker! – PARTE 2

O tema de hoje é corpo!

No vídeo, Consuelo fala sobre:

  • como lidar com o corpo e suas imperfeições
  • Será que é preciso perfeição?

[fve]https://youtu.be/ItlQomuKYJY[/fve]

O próximo será sobre relacionamento.

Na semana passada  Consuelo falou sobre “O que é ser uma Dominique”.

Está muito bacana. Se você ainda não assistiu, clica no link.

Agora vem cá, como você se relaciona com seu corpo? Conta para mim!

Já se pré-inscreveu para o nosso evento no dia 05/12? clique aqui e saiba mais.

Leia mais:

A publicidade não fala com as Dominiques. Por quê?
Já ouviu falar da expressão “Presente de Grego”? Entenda!

2 Comentários

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O que é ser uma Dominique para Consuelo Blocker! – PARTE 1

Convidei minha grande amiga Consuelo Blocker para participar do primeiro Dominique pergunta e falar um pouco sobre alguns temas que nos rodeiam no dia a dia.

Óbvio que você sabe quem ela é, né?

Consuelo é uma inspiração para muitas de nós. Mora na Itália, viaja para diversos países, garimpa tendências e compartilha tudo no consueloblog para seus milhares de seguidores.

Dividi as respostas dela em 4 temas e postarei um vídeo por semana no portal.

Nessa primeira parte ela falará sobre:

  • Relação com o tempo
  • Como é ser uma Dominique
  • Dominique no Brasil X Europa.

Assista:

[fve]https://youtu.be/jvvZctUNaV0[/fve]

No próximo vídeo, Consuelo Blocker falará sobre CORPO. NÃO PERCA!

Já se pré-inscreveu para o evento “O que é ser Dominique? por Consuelo Blocker”? está esperando o que? clique aqui!

Leia mais:

Ao procurar um novo amor, é preciso paquerar-se também!
Caminho de Santiago: uma viagem surpreendente!

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Primeiro Encontro entre Dominiques e Consuelo Blocker – não perca!

Dominiques
Somos Todas Dominiques!

Nós somos conectadas, independentes, cheias de opinião, trazemos em nossa experiência de vida histórias de superação e descoberta. Somos cheias de atitude e fazemos acontecer.

Estamos dispostas a recomeçar, pessoal e profissionalmente e estamos perdendo cada vez mais medo com o passar do tempo, afinal já passamos pela maior parte das inevitabilidades da vida.

Somos o que nunca foram antes de nós!

Pela primeira vez um dos diversos rostos de todas as Dominiques, em sua mais completa tradução, em um encontro cheio de charme!

No dia 05 de dezembro, acontecerá um bate-papo com a Consuelo Blocker sobre o que é ser uma Dominique e suas paixões, entre elas, joie de vivre, saúde, amor, relacionamentos, hormônios, filhos, trabalho e muito mais!

Consuelo Blocker é uma capricorniana tagarela que adora compartilhar ideias, suas paixões são os filhos e comportamento. Moda entra nisto. Mora na Itália e viaja muito a Paris, Londres, Milão, Belo Horizonte e São Paulo, garimpando tendências e buscando maravilhas. Mas como tudo é perto na Europa, St. Tropez, Forte dei Marmi, Barcelona, Grécia, Turquia, Ibiza também são alvos de sua câmera. Suas redes sociais tem milhares de seguidores. Ah, é filha da Costanza Pascolato.

Um espaço perfeito para trocar ideias, fazer perguntas, dividir experiências. Uma tarde deliciosa recepcionada com champagne para já entrar no clima, ocasião perfeita para encontrar várias Dominiques e se divertir demais.

O que é ser uma Dominique? por Consuelo Blocker
Dia 5 de Dezembro das 15h30 às 19h30
MIT Point – JK Iguatemi
Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi – São Paulo

Programação:
15h30 – Welcome drink
16h00 – Apresentação do Universo Dominique
16h30 – Como é ser uma Dominique? por Consuelo Blocker
17h30 – Bate-papo – perguntas, respostas, troca de ideias
18h15 – Happy Hour

Nós, Dominiques, esperamos por sua presença.

Faça sua pré-inscrição ao lado. As vagas são limitadas!
www.dominique.com.br/evento

Leia mais:

Infalível método para fugir dos compromissos chatos – Super 3S
Se você nunca fez um piquenique, chegou a hora!

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Feriado só com mulheres? Nossa Senhora Aparecida que me salve!


Dei minha palavra no ano passado que levaria minha filha e suas amigas para Maresias no feriado de Nossa Senhora Aparecida.

Uma amiga, Madre Marisa de Calcutá, relembrou da minha declaração e como palavra é dívida. Lá fui eu.

Nunca fui chegada a programas de índio. Caio vez por outra numa roubada, raras vezes consciente de onde estou me enfiando. Neste feriado eu sabia, não posso alegar ingenuidade, muito menos ignorância.

11 garotas. 2 mães abnegadas. Uma no papel de mocinha (linda e paciente). A outra, o bandido (eu, nem tão linda, nem tolerante).

Tirei meu passaporte na FUNAI, resgatei o kit indígena inflável – cocar, tacapi, arco e flecha – e demos início aos preparativos.

O principal era estabelecer regras para um convívio pacífico entre 13 pessoas durante quatro longos dias. Duas delas foram inegociáveis e deram certo – sem bebida alcoólica em exagero (nada de PT) e hora de buscar no ponto de encontro – até quatro da manhã – previamente combinados, todas estavam no local. Bonitinhas.

Não demorou para descobrir que seria uma missão impossível colocar as garotas e suas malas nos três carros. Se elas pegaram recuperação em Física, este feriado foi o melhor método de ensino – dois corpos não ocupam o mesmo lugar ao mesmo tempo.

Alugamos uma van para levar as amostras de peruas e as duas mães, relativamente responsáveis, cada uma em seu carro, pegaram a estrada com quilos de malas lotados com os mais variados modelitos para os passeios da tarde e as baladas noturnas, fora cobertor, lençol, toalhas e bichos de pelúcia. Sim, bichos de pelúcia.

Duas horas e meia para sair de São Paulo em meio a uma tempestade, somados ao tempo de estrada, sete horas e meia depois chegamos à casa alugada, carinhosamente apelidada de cafofo.

Dividimos os quartos antes da viagem para evitar confusão. Ledo engano. Chegaram, mudaram tudo e fizeram de um dos aposentos um grande closet. Claro que depende do ponto de vista denominar o local como um closet, está mais para muquifo.

Para chegar à minha cama calcei nestes 4 dias uma galocha com o intuito de me proteger de qualquer picada naquela zona, cobra seria uma das melhores surpresas.

No chão do quarto tinha comida, sapatos cheios de areia, roupas do dia, da noite, pijamas, celulares, secadores de cabelo, chapinhas, pares de meia descombinados, papéis de bala, chocolate e até açúcar cristal (bom para esfoliar a pele).

Algumas decidiram ter menos trabalho e eliminaram a possibilidade de dormir com lençol. Para que mesmo? Vamos dormir direto no colchão. Afinal, nem conhecem quem dormiu antes.

Chovia a rodo nos dois primeiros dias. Frio para praia, 15 graus. A sensação térmica era mais baixa. O ponto alto era a escolha da roupa para passear à noite ou para a balada. Confesso que não entendo muito sair de São Paulo, a cidade das baladas, para ir para outra balada na praia.

Cada moçoila levou dezenas de opções de vestidos “papa nicolau” – tão curtos que facilitam o exame. Nenhuma usou sua própria indumentária, mas todas com vestidos ou saias curtíssimas, camiseta regata, salto alto e jaqueta de couro. Perfeito para Maresias. E não são só as 11. Todas na cidade. E quando falo todas, imagine trio elétrico no Carnaval em Salvador. Todos de São Paulo marcaram presença na cidade bucólica.

Todo mundo conhece todo mundo. É um Facebook físico. Encontraram alguns amigos hospedados num local com uma frase esculpida em madeira, MALOKA. Nesta simpática casinha estavam hospedados apenas 16 garotos. Um mimo.

Nos quatro dias foi consumido mais de meio tanque de gasolina para trajetos curtos – da nossa casa até o centro da cidade são aproximadamente dois quilômetros. Foram tantas idas e vindas que perdi a conta.

Paguei minha língua. Sou a rainha da segurança no que se refere à locomoção. Ninguém anda sem cinto de segurança no meu carro. Numa das voltas, felizmente à tarde, uma comoção geral se instalou em plena praia com uma chuva torrencial acabando com a chapinha de todas. Todas precisavam voltar para casa para pegar o dinheiro da balada e dar na mão do promoter, afinal ele é o cara. Para evitar o vai e volta, fizemos uma vaquinha e conseguimos levantar o montante.

Sono e fome me fizeram abrir mão de parte dos meus valores e coloquei 13, apenas 13, no carro. Duas foram deitadas no porta-malas no estilo sequestradas, uma delas com 1 metro e 80. Sete no banco de trás e três no banco do passageiro. Isso por si só já era surreal até que uma digníssima teve a ideia de colocar no último volume um funk lindo, uma poesia digna de Vinícius de Moraes, intitulado Vida Loka.

Resolveram na tarde do último dia ficar um pouco em casa para caprichar no visual da noite que seria inesquecível. Sentadas, uma em cima da outra, assistiram por horas um programa que compete pelo primeiro lugar do pior da TV aberta.

Dormi muito pouco, sai da minha dieta, comi mal, mas valeu cada segundo. Ver a cara de felicidade delas foi divertidíssimo. Um final de semana com uma alegria indígena absolutamente inesquecível.

No fim das contas, o feriado foi um tanto quanto divertido…

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A vida sem internet era muito mais divertida, não acha?
Pratique o bem que a vida pode te retribuir também

Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

3 Comentários

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Mulheres que mandam bem – De Matemática à Florista

Banner_FLoresMatematicaA história de Maria Aparecida Lourenço serve de inspiração para nós, Dominiques.

Formada em Matemátia pela UERJ, começou a trabalhar na Coca-Cola em 83 no Rio de Janeiro, onde ficou por 10 anos. A empresa investiu em sua carreira subsidiando um MBA em Wharton School in Business e curso de Tecnologia em Harvard.

Buscando novos desafios, foi para São Paulo para trabalhar na Shell, depois na La Roche e Philip Morris.

Como muitas Dominiques, Maria Aparecida tinha uma vida de executiva no mais alto grau, workaholic assumidéssima. Até que em 2001 teve uma apendicite suporada.

Três meses internada. Isso mesmo, 90 dias no hospital. Há quem diga que foi o acaso, má alimentação, mas todos sabem que a exigência profissional teve uma enorme parcela de contribuição.

Neste período “sabático” forçado, ela e seu marido avaliaram a relação custo x benefício, carreira x qualidade de vida.

Quando recebeu alta, seu marido decidiu construir uma floricultura e deu de presente para Maria Aparecida, uma oportunidade para se recuperar e adquirir um novo estilo de vida.

Maria-Florista

Hoje, a executiva é uma florista requisitada que atende eventos para 8 a 800 pessoas em residências, clubes, buffets, Jockey. Seus arranjos são simplesmente maravilhosos.

Aprofundou-se em cromoterapia floral e flores pela história da arte. Esteve em Paris com Jeff Leatham e em Nova York com o florista Preston Bailey.                        

A história das flores está no DNA da família. Uma parte de Jacarepaguá era a Fazenda de Flores de seus avós paternos. Herdou de seu pai e também de seu tio Jorge Lourenço, que atuava em grandes e sofisticados eventos, o encanto e conhecimento de flores.

Maria Aparecida viaja sempre pelo mundo para se atualizar e buscar referências.

Trocar um salário de 2 dígitos, fora os benefícios e status por uma retirada, nem sempre certa, de um dígito não foi uma decisão fácil. Os compromissos financeiros precisam ser revistos e abrir mão de algumas coisas foi necessário.

Mas valeu cada pétala!

E para Maria Aparecida o importante é  manter a “espinha ereta e o coração tranquilo.”

Se quiser conhecer mais sobre o trabalho da Maria Aparecida:                                              Rua Amelia Correia Fontes Guimarães, 592 – Morumbi

 

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Onde estão as mulheres nerds na tecnologia?

7 Comentários
  1. Muito bom.
    É a pura realidade. Artigo muito bem escrito e fiel à trajetória da vida de Aparecida. Saibam que assim ela é muito feliz e seus arranjos espelham esta alegria e propagam como pólen a sabedoria da simplicidade e do valor da vida com flores

    Parabéns minha irmã.

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