Tag: mulher

8 em Istambul, Ethos ou Bir Başkadır

Mini-série Turca espetacular no Netflix.

8 em Istambul, é o nome dado no Brasil, Ethos em inglês e em Portugal, e Bir Başkadır no próprio idioma turco.

O título dado para o Brasil, refere-se aos 8 personagens envolvidos na série, porém confesso que demorei muito tempo até fazer essa ligação.

Ethos, palavra grega que significa o modo de ser, o caráter e originou a palavra ética. Esse título, já traz bem mais complexidade, o Ethos religioso que é o “caráter moral”, é usado para descrever o conjunto de hábitos ou crenças que definem uma comunidade ou nação.

O tradutor já foi bem menos preguiçoso aqui do que no nosso querido Brasil.

Digo isso, porque depois de assistir a mini-série, fui pesquisar a tradução do título em turco para o português, e descobri, se não me falham as fontes, que Bir Başkadır é um dito popular que significa que algo ou alguém é único, não havendo no mundo nada comparável – sempre com sentido positivo. Sem dúvida, esse é o melhor título para essa obra que fala de 8 vidas únicas, com realidades e mentalidades diferentes apesar de serem todas de uma mesma etnia: a turca.

O primeiro episódio começa com Meryem, uma jovem toda coberta de acordo com os costumes da religião muçulmana, no consultório de uma moderna a até um tanto pedante psiquiatra que atende um hospital público. A jovem foi direcionada para tratamento com a Dra Peri, pois nenhum problema clínico justificou seus desmaios repentinos

Meryem, com apenas seu lindo rostinho a mostra, é uma expressiva e inteligente jovem de pouca instrução, religiosa. Mora na área rural e periférica de Istambul, na casa com seu irmão mais velho que é super autoritário. Moram junto, os sobrinhos e a cunhada que vive uma perigosa depressão.

A série traz em seu subtexto grandes reflexões sobre preconceitos de toda sorte, machismo estrutural, polarização de uma sociedade que vive em extremos. Interessantíssimo seja para turcos, seja para brasileiros.

Apesar da trama se mover lentamente e a cinematografia lembrar um filme de arte, está longe de ser uma série chata ou enfadonha. Talvez não seja daquelas que maratonamos, até porque tenho certeza, você vai parar para refletir entre um episódio e outro.  

As questões psicológicas permeiam todos os personagens com amarrações muito interessante.

Talvez seja a humanidade e a empatia palpável com que Ethos (obviamente, prefiro esse título a 8 em Istambul) trata seus personagens que fizeram da série um fenômeno. Em um momento de intensa polarização social e desconfiança mútua em muitos eixos da nossa sociedade, a série imagina um modo diferente de vivermos juntos. É como se o Ethos nos colocasse a todos no consultório do terapeuta.

Vale a pena conferir, e insista ainda que no começo ache muito devagar.

Leia também:

Borgen – A série que ajuda a entender como se faz a boa política.

8 em Istambul tem em comum com a série dinamarquesa Borgen , o protagonismo feminino, a política mais ou menos explícita e muitos conflitos pessoais. Ahhh, Tem mais uma! Não conseguimos entender uma única palavra nem de uma, nem de outra série já que ambas estão com o som original.

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

3 Comentários
  1. Achei uma pena a série não ter tido uma segunda temporada. Faz resenha da série A Atriz, está disponível na Star Plus, por favor????
  2. Oi Dominique, só queria esclarecer que na maioria das vezes não é o tradutor que escolhe os títulos dos livros e das séries, essa é sempre uma escolha comercial, para algo que chame mais a atenção e que “VENDA” mais. Por exemplo, o que vende mais “O som da música” ou “A noviça rebelde”?O primeiro titulo seria a tradução mais literal do filme “The sound of music”… Enfim, só queria dizer mesmo que “preguiçoso” não seria a melhor forma de descrever o tradutor, que nessa horas é meio que impotente. Abraço…

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A música que entrará na trilha sonora de minha vida em 2017. Sabe qual?

Eliane - MúsicaMúsicas da minha vida.

Não sei se por uma questão cultural, nacional, social, familiar, de descendência, de ascendência ou uma questão minha mesmo, sempre fui adepta do “homem dominante”.

Ou sempre acreditei que os homens trabalhavam melhor.
Eles e eu, claro.

Por arrogância, prepotência e ignorância, sempre achei que só a “força” masculina combinaria e coexistiria com minha competência.

Comecei minha vida profissional no mercado financeiro. Depois fui para o incipiente e iniciante mercado de tecnologia passando antes pelo setor exportação de frutas.
Note que ambientes predominantemente masculinos.

– Atividade importante é no masculino, certo? Então é pra lá que eu vou – pensava eu.

Nunca me senti menos que um homem.
Ou talvez sabedora da abissal diferença, nunca tenha sequer me comparado e sim me juntado a eles.

Usei o que o feminino me deu de graça. Cabelos compridos e adornos lato senso.
Tenho que confessar que sempre houve de minha parte um certo desprezo pelo feminino e suas atribuições.
Talvez tenha sido apenas defesa. Defesa por estar em um mundo que reconhecia apenas o “O” como significante e significativo.
Nem por isso deixei de casar, ter filhos, etc… ou até mesmo justamente por isso.

E finalmente amadurecemos.
Uma palavra que não gosto. Mas que explica o que acontece quando deixamos de crer e passamos a saber. (A fé religiosa é outra coisa).

Não é da noite para o dia.
No meu caso não foi lendo. Não foi em sala de aula. Foi vivendo.
Foi passando por coisas e conhecendo pessoas e suas atitudes. Homens e mulheres. Tanto faz.
Tanto faz hoje.

Aconteceu quando de repente, de um dia para o outro, do dia para noite, fiz 50 anos.
Foi quando se deu uma revolução de minha vida!
Revolução talvez não seja a palavra. Mudança, revelação,  transformação. Sei lá.
Peguei-me olhando para questões tão diferentes em meu hermético mundo de ternos e gravatas.

Comecei a escrever. A refletir. A empatizar. A solidarizar. A respeitar. A entender.
Sabe com quem?
Yes, darling, com a Mulher!

E assim nasceu Dominique.
Mexendo com minha cabeça, com meu sangue, com minha espinha dorsal.
Entrei de corpo e alma no universo feminino.
Quase que como um pedido de perdão, ela veio com uma enorme necessidade de não ser só minha.
Mais que um projeto, Dominique é uma causa em minha vida. Justo eu…

Mas não foi só isso.

Quis a vida que há 3 anos eu fosse sentar em torno de uma mesa com outras 15 mulheres.
Em volta daquela mesa, antes de nós, sentaram outras 16 mulheres. E antes delas, outras e outras.
Há quase 100 anos, mulheres fundaram e fizeram crescer uma obra filantrópica maravilhosa.
E ironicamente tudo isso aconteceu sem minha participação!
Elas existiram antes de mim! E fizeram um trabalho muito melhor do que eu faço hoje.
Ora, vejam só..
Mulheres todas elas. No século passado.

De repente, de um dia para o outro, do dia para noite, meu horizonte e meu entorno totalmente orientados para o masculino voltaram-se para ELA. Para ELAS.

E aqui, começo a explicar o porque da música neste texto.

Todo ano, ou quase todo, escolho uma música para fazer parte da trilha sonora da minha vida.
2017 estava sem música e, provavelmente, passaria em branco até novembro quando assisti de uma só tacada o seriado Big Little Lies e me apaixonei pelos 7 episódios, pela história, pelos personagens, pela edição e pela música.

No último episódio, ao escutar a voz de Michael Kiwanuka nos créditos de abertura tive a certeza que esta seria a música de meu ano. (Escute e veja no final do texto)

Entendi que as 5 mulheres eram pedaços de mim. Identifico-me com todas as personagens.

Renata e sua masculina competência. E sua agressividade infantil.

A apaixonada Madeline. Cheia de energia de vida.

Jane e seus medos. E sua superação.

Celeste manipulando quando se deixa submeter.

Até mesmo com a Bonnie, riponga alternativa. Sim, no caso, é ela meu lado saudável. A parte boa de mim que mata minha toxidade.

Adorei o título do seriado Big Little Lies. A música na verdade se chama Cold Little Heart. Mas isso é o de menos. A música só me pegou tanto porque a história falou fundo e alto em mim.

História de mulheres. Sobre mulheres. Sobre eu e você.
E ficou a certeza de que precisamos ser solidárias antes de rivais.
Precisamos ser colegas. Companheiras.
Precisamos uma das outras mais do que nunca.

E para isso, no meu caso, tenho que dar créditos à minha maturidade que desrespeitou meus preconceitos, desautorizou meus credos e colocou lentes em meus olhos para que pudesse ver o que não conseguia sentir.

 

Agora me conta, tem alguma música que representa o seu 2017?

Leia Mais:

Sabe qual foi meu desejo na gravidez? Uma música!

QUIZ! MÚSICAS DE SERIADOS. Vamos ver quntas músicas você acerta?

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

6 Comentários
  1. I don’t think the title of your article matches the content lol. Just kidding, mainly because I had some doubts after reading the article. https://accounts.binance.bh/zh-CN/register?ref=DCKLL1YD

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Papo de mulher! Vamos falar de laser íntimo e rejuvenescimento?

Dominique - Laser
Meninas, chegou a hora! Não foi nem uma, nem duas Dominiques. Várias me pediram para falar sobre Laser íntimo. Nunca é fácil falar sobre sexo e sexualidade. Não sei bem porque. A simples palavra Vagina, já constrange. Genteeee! Que bobagem! Somos todas mulheres adultas e sabidas.

E a medicina avança a passos largos para nosso bem estar. Não podemos ficar desinformadas por vergonha. Então resolvi contar o que é e quais são os benefícios do Laser íntimo que vem sendo chamado de Laser do Desejo!

Como não sou especialista, fui falar com quem entende e conversei com dois ginecologistas. Isso 2. Por que dois? Quis conversar com um homem e com uma mulher. Acho que me senti mais à vontade com uma mocinha na sala para fazer as perguntas que fiz.

Mas meninas, atenção, não tenho o menor problema em fazer qualquer procedimento com um DR. kkkk!

Vamos lá?

Conversei Com o Dr. Alexandre Pupo Nogueira e a Dra. Mariana Sadalla.

Dominique – Já ouvi falar de laser para o rosto. Aliás já fiz até alguns. Mas o íntimo pra mim é novidade. Para que serve?

Dra. Mariana – Dominique, o princípio do Laser íntimo é o mesmo do facial, ou seja, melhorar o tônus vaginal em um procedimento não invasivo.

Dominique – Então tem uma função estética?

Dr. Alexandre – Este é um dos benefícios do laser. Mas existem outros muito significativos. A mulher na pré e pós-menopausa sofre demasiadamente com alguns sintomas muito chatos como ressecamento, fragilidade e perda da elasticidade da mucosa vaginal. O laser, recupera o colágeno, assim como no rosto, devolvendo elasticidade, umidade além de um aspecto jovem da vulva e da vagina.

Dra Mariana – Nós, Dominiques, namoramos, trabalhamos, nos exercitamos, muitas de nós ainda com filhos em idade escolar, porém os hormônios nem sempre nos acompanham.

Dominique – Então, as dores na relação…

Dr. Alexandre – Elas amenizam senão acabam após três sessões de laser. Mas existe ainda um benefício talvez tão importante ou mais. Algumas mulheres sofrem absurdamente com pequenos escapes de urina ou o que chamamos de incontinência urinária. O tratamento ameniza ou até mesmo elimina este desconforto dependendo do caso.

Dra. Mariana – A mulher recupera a autoestima em vários sentidos. Ela se fortalece. Nesta idade, precisamos nos fortalecer e principalmente nos gostar.

Dominique – E dói?

Dr. Alexandre – Não! O laser é feito em consultório, com anestesia local e dura menos de 30 minutos. Minhas pacientes relatam um leve desconforto, mas nada demais.

Dominique – Uma sessão é suficiente?

Dra. Mariana – Não, são três sessões. Uma por mês ao longo de três meses.

 

MÉDICOS
Dra. Mariana de Andrade Sadalla
Ginecologista – Obstetra

Dr Alexandre Pupo Nogueira
Ginecologista • Mastologista • Obstetra
Diretor Clínico da Clínica Prof Dr Jorge Souen

Leia mais:

Você acha que a menopausa tem lado bom? Tem sim!
Quando eu crescer e envelhecer pra valer, quero ir para um asilo!

33 Comentários
    1. Vera boa tarde! Vamos dar uma pesquisada em médicos aí em Foz pra te informar!
      Renata, a grande maioria das pacientes que fizeram as 3 sessões tanto no HC aqui em SP , como na nossa Clínica , tiveram resultados super positivos. Após as 3 primeiras sessões com intervalo de 1 mês entre elas, as pacientes fazem apenas uma sessão anual para manutenção. E como falei, as respostas têm sido ótimas!

  1. Boa tarde Dominiques!
    Neusa, desculpe a demora do retorno mas lancei sua pergunta pra equipe e os médicos não conhecem nenhum ginecologista que faça o laser íntimo na região do ABC..aguardei um tempo pra eles darem uma pesquisada mas realmente não encontraram nenhum colega aí do ABC.
    Marília,o procedimento dura em média 30 minutos, super tranquilo. São 3 sessões com intervalos de 30 dias e depois disso os médicos recomendam 1 sessão anual como manutenção.
    Preços são tratados direto na Clínica com a administração! Fique à vontade, as recepcionistas tiram suas dúvidas!

    1. Andrea Maria, gostaria de saber qual foi sua experiência pessoal em relação a elasticidade e lubrificação. Na primeira sessão sentiu melhora? Grata.
      Renata

  2. Marilia, muito provavelmente deve ter em Goiânia sim. O sucesso do laser íntimo está sendo cada vez mais reconhecido e portanto vcs já devem tê-lo por aí…como mencionamos, a melhor pessoa para te indicar o local e profissional adequados em sua cidade é seu ginecologista de confiança, de Goiânia mesmo. Sempre reforçando que o procedimento deve ser realizado por um ginecologista, isto é imprescindível. Caso ele não saiba, posso pesquisar pra vc! Trabalho na área..bjs

    1. Andréa, o laser íntimo engloba outras necessidades referente ao crescimento dos lábios e estética vaginal como um todo? No uso continuo de hormônios percebi o crescimento desproporcional de ambos os lábios e flacidez. Seria feito com o mesmo médico ginecologista?

  3. Carmen e Virgínia , segundo os médicos da nossa equipe, o ideal é que cada paciente se informe diretamente com seu ginecologista de confiança e de seu estado, sobre o local onde fazer o procedimento. Na opinião deles, é muito importante que um ginecologista acompanhe o procedimento e indique com real conhecimento e vivência tanto o local quanto o médico ginecologista que realizará o laser, caso ele mesmo não o faça.
    Fora da capital ,eles ainda não acompanharam nenhum resultado para que pudessem fazer alguma indicação pontual. Só realmente recomendam a presença e a orientação de um ginecologista.

  4. Para a matéria estar mais completa poderia constar de que cidade são os profissionais e indicações de clínicas e/ou consultórios em outras capitais que realizam o tratamento .Facilitaria, grandemente….

    1. Carmen, tudo bem? Ambos os profissionais são de São Paulo/Capital. São médicos da Clínica Prof.Jorge Souen.Como trabalho na parte administrativa da Clínica posso checar indicações em outras cidades com a equipe. Respondo aqui logo mais, abs!

  5. Débora, pode sim. O Dr. Alexandre vai te responder com mais detalhes.
    A orientação que recebemos na Clínica é que a paciente só não pode realizar o procedimento caso esteja apresentando alguma alteração no resultado do Papa Nicolaou na ocasião.

  6. Lúcia, bom dia!!
    Trabalho na área médica, especialmente na ginecológica.
    Em nossa clínica o laser é feito por ginecologistas, obrigatoriamente. Cada ginecologista faz o procedimento em suas pacientes.

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Namorei meu personal trainer mais jovem e foi incrível

Algumas mulheres preferem namorar com homens mais velhos. Dizem que têm mais maturidade, dedicam-se mais a relação e é com eles que aprendem muitas coisas, mas a recíproca é verdadeira. Eu garanto: namorar um homem mais jovem é tudo de bom!

Tudo começou quando eu decidi levar a sério uma rotina de academia e contratei um personal trainer para me ajudar nessa missão.  Foi um belo estímulo para incluir a atividade física no meu dia a dia e também para a minha autoestima.

Até aquele momento nunca tinha me passado pela cabeça sair com alguém tão mais jovem: 25 anos a menos que eu.  Muito menos engatar um caso com alguém com quem tivesse relação de trabalho. Porque é assim que eu via a contratação desse tipo de serviço. Simplesmente profissional.  

Eis que todas as minhas teorias caíram por terra ao conhecer M. Lindo, loiro, olhos azuis, 1.90m de pura gostosura e super dedicado. Isso sim é estímulo para treinar!

Eu contava as horas para chegar segundas, quartas e sextas-feiras, quando eu tinha hora marcada com ele.

Até que um dia eu bati o carro e não tinha como ir pra academia (daquelas desculpas que criamos para nos sabotar, lógico). Então ele disse que me pegaria em casa meia hora antes do horário da aula. Para não perder o ritmo. Foi assim que aprendeu onde eu morava e passou muito tempo frequentando o lugar…

Numa dessas caronas, ele pediu para subir para usar o banheiro ou algo assim. E aí não tive como escapar. M. me pegou de jeito e me deu um beijo cinematográfico. Cheguei a perder o fôlego e fiquei meio sem reação, mas quer saber? Decidi deixar a vida me levar, afinal qual o problema ?

Era um tesão louco quando ele me alongava no final do treino. E cada série de exercício eu queria me esforçar mais. Nunca antes na história desse país eu havia tido tanto resultado numa academia.

E estava feliz com a prorrogação dos treinos para minha cama. Nessas ocasiões, muitas vezes, quem deu as lições fui eu!

Diante dessa aventura que durou pouco mais de um ano, posso enumerar algumas razões para namorar um homem mais novo:

São mais divertidos

São mais otimistas, abertos a novas coisas e, normalmente, sentem-se menos amargurados com a vida, por isso terá encontros mais felizes em vez de ter de ouvir discursos entediantes sobre a vida

Não acham que sabem tudo

Ao contrário dos homens mais velhos, os mais novos não acham que têm o direito de dar lições sobre tudo e todos;

Um bom corpo

Não é necessário fazer qualquer descrição neste ponto…

Muito sexo

Não têm medo de experimentar coisas novas… E, em muitos casos, possuem uma preparação física invejável. Isso pode influenciar (e muito) a vida sexual;

São mais flexíveis

Ainda não têm uma opinião formada sobre tudo e todos, por isso são mais abertos aos argumentos dos outros;

Fazem você sentir-se mais nova

Levam você a restaurantes e discotecas novas, apresentam  músicas e filmes novos e fazem com que tenha vontade de continuar na juventude;

Têm amigos lindos de morrer

Faça o que quiser com esta informação…

Têm menos ‘bagagem’

Sem filhos, sem ex-mulheres, sem preocupações;

São mais românticos

Como são mais novos, existe uma maior probabilidade de terem menos dinheiro que os homens mais velhos, por isso arranjam formas mais criativas (e românticas) de impressionarem as mulheres de quem gostam.

 

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Vestido – CURTO x LONGO

Dominique - Vestido
E chega uma fase na vida que amiga é mais importante que o marido.

Tá bom. Exagerei. Mas é quase.

É que tem coisas que só com uma amiga.

Você consegue imaginar seu marido te ajudando a decidir se você deve ir de longo ou curto naquele casamento?

Não, né?

Mas pra isso você tem amiga.

Você liga pra ela conta seu drama e ela fica realmente preocupada.

Pensa no seu problema sempre que tiver um tempo.

Vai te ligar umas 10 vezes pra dizer os prós e contras do longo.

Vai na tua casa pra ver como os vestidos estão caindo em você, além de levar quase todo o armário dela para você experimentar.

Vai largar tudo no sábado para ir procurar com você “a roupa”.

Que marido faz isso?

Pior. No dia da festa, depois dele reclamar e chiar que não entende o que você fica fazendo uma tarde inteirinha no salão, olha pra você prontinha, linda e maravilhosa e pergunta se seu sapato é novo.! Aff!

– Não querido… A única coisa que não é novo aqui é justamente o sapato.

Mas é pra isso que você tem amiga.

Nessa altura, você já mandou umas 10 selfies para ela e ela já levantou sua autoestima à enésima potência.

Tks Best friend.

Ah! Você quer saber se fui de longo ou de curto, né?

Pois então…

Aqui algumas dicas de uma daquelas amigas que toda mulher deveria ter:

– Se for convidada, opte sempre pelo curto.

– Longo apenas se o convite sugerir traje black ou longo explicitamente.

– O vestido curto é muito versátil, pode ser usado em diversas ocasiões dependendo dos acessórios.

– Vestido curto para uma Dominique significa comprimento na altura do joelho, um pouquinho acima (pouquinho, hein), um pouco abaixo, dependendo do estado de suas pernocas.

– O grande segredo é mostrar o que temos de melhor. Por exemplo, valorizar o colo com um decote bacana.

Ah! Não tenha preguiça na hora de experimentar. Experimente muitos! É assim mesmo. Não acertamos de primeira. Nem de segunda. Nem de…

Mas de repente, você veste um que pimmmm!  Você achou aquele vestido que te deixou com um colo lindíssimo, cintura fina, costas alinhadas, sem barriga e com o bumbum arrebitado!

Se o vestido não for tudo isso, é quase tudo isso. Tá bom!

Leia Mais:

Independência Financeira – A rota para a liberdade
A Lua, Santinho… Finalmente, a Lua.

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

1 Comentário
  1. Muito bom.
    Me foquei no detalhe acima do joelho pois não me adapto com abaixo do.
    Respeitando cada um com seu estilo e e de bem com o que está usando.
    Valeu a dica.bjs

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E aí – Alto padrão é um elogio ou desqualificação?

Dominique - Alto Padrão
Sabe aquela história de executivos que perdem o emprego aos 50 anos e não conseguem se recolocar o mercado de trabalho simplesmente porque são muito qualificados?
Não são poucos os casos. Tenho vários bem próximos a mim inclusive. E acontece com mulheres e homens. A tendência, se a conduta das empresas não mudar, é que o número de desempregados superexperientes aumente muito já que a longevidade está cada vez maior.

O que causa mais estranheza é que o mercado precisa de profissionais experientes, que resolvam e não caiam de quatro diante da primeira crise, que tenha embasamento, equilíbrio e discernimento, certo? Mas esta pessoa custa e as empresas não estão dispostas a pagar.

Muitos destes profissionais, ciente de que os boletos batem à sua porta todo santo dia implacavelmente, estão sim dispostos a ganhar menos, não raro, muito menos. Pouquíssimos conseguem um emprego mesmo para receber um terço do salário que ganhavam.

E o discurso é quase sempre o mesmo, o empregador não tem coragem de oferecer um salário tão baixo para um profissional experiente. Acreditam que ninguém aceitaria uma proposta tão indecorosa.

Fazendo um paralelo, a situação é a mesma para várias das Dominiques que pensam em começar de novo no quesito relacionamento.

Fala a verdade, na altura do campeonato, somos mais exigentes e menos tolerantes. Acho que preferimos menos em quantidade, mas com mais qualidade. Daí o nível de exigência ser mais apurado.

O que temos de mais precioso na vida agora é o tempo. Para que perder um só segundo que seja com quem ou com o que não vale a pena? Nem a pau Juvenal! Mas, muitas de nós, estão dispostas a recomeçar e não é por carência não!

Claro que só posso falar por mim. Adoro namorar. Andar de mãos dadas, fazer amor, morrer de rir e até ter uma pitadinha de ciúme tenho um pouco saudade de ter. Mas não é com qualquer um. Tem rolar química. Rolar papo. Pelo amor do santo padre ter que explicar a piada.

Depois de acabar com um namorado, entrei num app de relacionamento, destes que rastream por GPS quem cruzou o seu caminho.

Deu match com vários caras, mas com poucos a conversa desenrolou. Aliás, o papo, depois da foto, é o primeiro filtro para mim. Dependendo do andar da carruagem, a coisa acaba nos primeiros parágrafos.

Não conheci nenhum amor, não tive nenhuma paixão, mas conheci alguns homens educados e divertidos.

Escutei de três homens, preste atenção, três, que sou qualificada demais. Você deve estar pensando que eu me acho a última Coca-Cola gelada do deserto. Não, garanto a você, que eu não me acho.

Para tentar decifrar a colocação, fui a fundo na conversa. Um deles tentou me explicar:
– Você tem nível.
– Não entendi, como assim?
– Você demonstra ser independente financeiramente, articulada, parece ser bem resolvida, sabe se vestir, bonita. Seu padrão é muito alto.
– Continuo não entendendo. Tenho centenas de amigas assim, isso não é um diferencial!
– É sim. Seu padrão é acima da média nos app, logo você deve ser muito exigente. A maioria dos homens não procura mulher assim.
– E o que eles buscam?
– A maioria que está nos aplicativos busca sexo e você não se encaixa nos parâmetros.
– Quem disse que eu não gosto de sexo, meu filho? De onde você tirou isso?
– Não falei que você não gosta de sexo. Mas com você não dá para ser só sexo. Você vem junto com aquele caminhão de coisas que os homens não querem, isso sem falar que acompanhar você não deve ser nada fácil.

Enfiei minha viola no saco e fui embora.

Em tempo, vale aqui uma ressalva, tenho alguns amigos, poucos, que estão firmes em relacionamentos que começaram através de aplicativos, logo há exceções.
Por um tempo fiquei pensando no teor surreal da conversa. Ter ou ser de um alto padrão é um elogio ou uma desqualificação?
20 dias foram suficientes para eu bloquear meu perfil.
E vamos que vamos!

E ai? Para você ser considerada alto padrão e elogio desqualificação? Diz para mim.

Leia Mais:

Dia de São Longuinho – Quem nunca deu três pulinhos?
Tom & Jerry & Lewis – Deliciosas lembranças daqueles sábados

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Quem disse que roupa tem que ser branca no Reveillon?

Dominique - Reveillon
Quem disse que a gente tem que passar o fim de ano vestida de branco? Que decreto foi este para o Reveillon?

E se eu quiser passar de azul, que adoro? De laranja que eu acho o cúmulo da alegria? De verde para parecer um coqueiro já que tenho pernas compridas? Sem contar que como a maioria das Dominiques, transpiro esperança.

Ser Dominique tem um monte de vantagens, usamos aquilo que gostamos, aquilo que nos caia bem, seja Reveillon, Páscoa, Natal, Halloween, Dia de Cosme e Damião…

Então, para facilitar nossa vida, fizemos uma pesquisa sobre o que cada cor transmite o ano todo, não só no Reveillon. Pedimos um help para a estilista Renana Piemonte e ela separou diversos modelos bacanudos para encerrar o ano no melhor estilo Dominique de ser!

Alguns mais despojados, outros mais requintados caso você decida ir a uma festa mais chique, vai que…

O mais importante é estar de bem com a vida, sozinha ou acompanhada, elevar a vibração, quem sabe fazer uma oração, sintonizar com o universo, ficar em paz e agradecer, sem dúvida, gratidão é o melhor sentimento para esta data!

Você pode fazer isso vestida com o modelo da cor que você gostar, não porque alguém decretou isso ou aquilo!

Vamos lá:

AZUL remete à tranquilidade, serenidade e harmonia – Acho que todas nós precisamos e queremos, concorda? Os signos associados à cor azul são Aquário, Libra, Sagitário e Peixes.

Dominique - Reveillon

VERDE remete à esperança, liberdade, saúde e vitalidade, simboliza a natureza, o dinheiro e a juventude. Ai ai ai, din din não é nada mal, não acha? Está associada aos signos de Touro, Libra, Virgem. Os tons mais escuros estão associados ao signo de Capricórnio e os tons mais claros aos signos de Aquários e Peixes.

Dominique - Reveillon

AMARELO remete à luz, calor, descontração, otimismo e alegria. O amarelo simboliza o sol, o verão, a prosperidade e a felicidade. O amarelo é a cor dos signos de Gêmeos, Touro e Virgem. O signo de Leão está associado ao amarelo-ouro. Lembro ainda que o DOURADO representa riqueza, dinheiro e ouro.

Dominique - Reveillon

LARANJA remete à alegria, vitalidade, prosperidade e sucesso. É uma cor forte e associada ao signo de Leão.

Dominique - Reveillon

ROSA remete ao romantismo, ternura, ingenuidade e está culturalmente associada ao universo feminino. A cor rosa é associada ao signo de Libra.

Dominique - Reveillon

VERMELHO remete à paixão, energia e excitação. O vermelho está associado aos signos de Áries e Escorpião.

Dominique - Reveillon

CINZA remete à conforto, segurança e simplicidade, neutralidade, elegância, sofisticação e ausência de emoção. Nenhum signo está associado.

Dominique - Reveillon

BRANCO remete à paz, pureza e limpeza. O signo de Câncer está associado à cor branca.

Dominique - Reveillon

PRETO remete ao respeito, morte, isolamento, medo, solidão. Acho que aí é demais, usar preto no Reveillon. Mas se você for uma Dominique que não está nem aí para os significados das cores e, principalmente, para o que os demais com língua comprida falam. Manda bala!

Dominique - Reveillon

E se você quiser misturar várias cores, você pode! Você é Dominique. Aqui estão algumas sugestões:

Dominique - Reveillon
O importante não é a cor e sim como você vai comemorar o Reveillon. Aproveite a festa!

Você também pode se inspirar em alguns modelos bacanudos nas pastas do Pinterest da Dominique.

Leia mais:

Hora de guardar as roupas de inverno e apostar nas cores
Roupas lindas e chiquérrimas feitas de Chita

Renata Piemonte

50 anos, mãe de 3, empreendedora e que trabalha com moda há quase 30 anos. Hoje com a marca PIE, confecção de roupas para mulheres modernas e poderosas. Tem como objetivo proporcionar mais conforto, beleza e confiança. As roupas da PIE são desenvolvidas com primor e carinho para essa mulher que pode tudo e desbrava o mundo!

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Sorrirei

Tomei uma séria decisão. A partir de agora, vou sorrir sempre!
[fve]https://youtu.be/OeTHUCxv4o8[/fve]
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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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A publicidade não fala com as Dominiques. Por quê?

Dominique - Publicidade

Definitivamente a publicidade não fala conosco, Dominiques!

Ahhh… Claro que fala! Tem aquela publicidade do creme contra rugas.

As empresas que fabricam e anunciam esses produtos mágicos de rejuvenescimento também fabricam perfumes, maquiagem, produtos pra cabelo. Mas parece que nós não nos maquiamos. Nós não nos perfumamos.  Nós não lavamos cabelo. Nós só envelhecemos.

A diversidade que eles tanto pregam, LGBT, diversidade racial, igualdade de gêneros e outras, não incluí Dominiques. 

Mas já que é para falar de cremes e rejuvenescimento, falemos. Sobre eles. Prometo que não vou ser panfletária. Vou fazer gracinha, tá?

Nada contra. Nada contra quem usa. Nada contra quem não usa.

O que sempre me incomodou é o tal “rejuvenescimento”. Eu NÃO quero REJUVENESCER!
Quero saber envelhecer . Aliás, envelheço desde o dia que nasci. Você também. Sério.

Tem pessoas que já me confessaram não estão encarando bem o espelho e o envelhecimento.
Morro de pena. De verdade. Porque não há muito o que fazer.
Quem sabe, talvez, tratamentos cosméticos e plásticas.
Mas estes são apenas paliativos para a imagem e o reflexo. E temporários. Efêmeros. Com um custo altíssimo.
Não. Não estou falando de dinheiro.

É duro ver no espelho minha coxa em babados??  PQP, claro que é!

Vou pra musculação xingando e com a certeza que no máximo estarei com a consciência tranquila quando usar maiô na praia. Fiz meu melhor! A perna continuará em babados. E a da maioria das minhas amigas também.

É… Cést la vie!!

Mas garanto!
Ninguém discute um texto de Julio Cortázar como eu.
Ninguém faz um moqueca como minha amiga da casa ao lado.
Ninguém tem um papo tão delicioso como a amiga da casa da frente.

E tomar caipirinha comendo um petisquinho (frito de preferência) com elas na praia, tomando um solzinho, falando quilos de bobagens, não tem preço.

De vez em quando até passa na nossa frente uma daquelas mulheres lá de cima que falei. Num biquíni pequenino. Com um chapéu maior que nosso guarda-sol. Corpaço. Inveja? Talvez. Por segundos.

Mas aí eu penso no que ela fez, ou pior, no que ela deixou de fazer em nome do corpaço e do espelho.
Bom, a inveja continua.
Mas como o bolinho de arroz muito mais aliviada e ainda coloco um tabasquinho.

Dominique - Publicidade

Leia mais:

A casinha do armário e os segredos de uma lembrança
Qualidades ou defeitos? Minha lista dos tipos de homens

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Voltando de viagem

Voltando de viagem.
Fim da semaninha de férias.
Olha a dica pras “colegas”!

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=ygOjwT5OAz0[/fve]

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

1 Comentário
  1. As vezes é chato mesmo, pior ainda se a viagem é pra praia grande no litoral Paulista. … mas e se esta viagem for o sonho realizado de ano novo? Um pouquinho de empatia pelo óbvio do próximo cai bem né. …

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