Tag: Pornô

Quer adicionar um pouco de ousadia no seu Carnaval? Tenho uma dica!

Acho que está muito claro para nós, Dominiques. No Carnaval, nós só fazemos o que tivermos vontade. Inclusive, eu contei neste post aqui o quanto já aproveitei (e até descansei) neste mais de 50 anos de folia. Estes dias uma amiga fez outra recomendação: adicionar uma pitada de ousadia nestes dias já animados. Fiquei super curiosa para saber como é ter um carnaval assim… mais ousado!!!

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Não aguentei, Dominiques, tive de fazer essa piada! Acima de tudo eu acho importante avisar: o que você lerá a partir daqui é ousado, beeeeem ousado! Será por sua conta e risco, ok?

Muitas de nós sempre tivemos curiosidade para assistir ou ler sobre pornografia. Mas poucas assistiram. Tirando o preconceito que nos impediu por anos, eu acho que outro motivo desanimador era o fato de os filmes estarem repletos de clichês. Não eram sobre o olhar do casal para a relação, mas uma produção filmada apenas pelo ponto de vista masculino e sobre o que excitava os homens. 

Mas, sem dúvida, a indústria do filme pornô mudou. Hoje temos a opção de assistir filmes com um teor mais erótico, além, é claro, mais ousadia e cenas explícitas. A maioria das produções é feita por mulheres, já que elas viram a oportunidade de explorar histórias sob o ponto de vista feminino. 

Os resultados são produções diferentes em diversos aspectos. Um exemplo é a escolha dos atores. Inclusive, muitas diretoras privilegiam as pessoas comuns. Sim, gente como a gente, com barriguinha e fora dos padrões convencionais. A história tem uma parte importante no filme, incorporando referências do nosso dia a dia. Nada de ir direto para os “finalmentes”. 

Aumento da audiência feminina

A audiência feminina sempre esteve presente. E agora chama a atenção. Um artigo da revista New York faz uma análise da pornografia no nosso tempo e traz dados sobre os acessos. Você imaginaria que as brasileiras representam 35% dos acessos do PornHub, o maior site pornô do mundo? Pois é… isso que a audiência feminina mundial é de 25%.

Acho que a gente teve uma boa ideia desta mudança com o sucesso da trilogia 50 Tons de Cinza. Eu particularmente não gostei… mas apenas assisti os filmes. Há alguma ousadia nas cenas e achei o ator lindo de morrer. Mas a história de uma moça virgem que encontra um homem lindo, rico, disponível e apaixonado não me convence! Nem na época dos romances Sabrina, viu!

Sendo mais explícito ou apenas sugestivo, eu bacana saber que temos a opção de assistir bons filmes pornôs, pensados e produzidos para nós. Além disso, pode ser um ótimo estímulo para o casamento. Que tal um pouco mais de ousadia entre vocês dois? De certa forma, eu também acho empoderador (detesto essa palavra!) retratar mulheres encarregadas de seus próprios corpos e desejos. Já passou da hora de isso acontecer, viu!

Encontrei três sites de filmes pornôs, dirigidos por diretoras mulheres. Todas elas têm a mesma proposta: uma produção que valoriza os desejos e vontades da mulher, sem estereótipos. São filmes e histórias que contrapõem os clichês do cinema pornô tradicional para adequá-los a uma visão feminina. 

Não são sites eróticos, são filmes pornográficos, ou seja, mostram sexo explícito. Além disso, se você não se sentir a vontade de assistir agora, não tem problema nenhum! Por outro lado, você já sabe que quando quiser matar a curiosidade tem dica por aqui. Quem sabe?

Sites pornô para mulheres

O Sssh.com  é um exemplo. O site, criado pela diretora de filmes canadense Angie Rowntree, considera a perspectiva da mulher nos filmes que produz. Ela se inspira nas fantasias e nos desejos compartilhados pelas próprias assinantes do site para criar. Desta forma, os filmes são apresentados da perspectiva feminina, com ênfase no prazer mútuo. O site é fechado para assinantes. No entanto, você pode pagar U$ 4,95 para um teste de dois dias. 

Outra descoberta foi o site XConfessions, da diretora Erika Lust, uma das pioneiras do cinema pornô. Ela também escolhe as fantasias anônimas compartilhadas por seus seguidores e produz curta-metragens e filmes. Suas produções não mostram apenas como é o sexo, mas contam histórias sobre desejo e a interação do casal. O site também tem textos – ou confissões – para ler (em inglês). Das três dicas, esse site é o mais ousado deles.

O site Bright Desire é uma opção bacana para quem quer ousar vendo filmes pornôs, mas prefere cenas mais leves. Essa é a proposta da diretora, buscar inspiração nas fantasias enquanto entrega um filme que explora a conexão e a intimidade do casal. Além disso, escolhe atores parecidos conosco, com estilos e corpos comuns!

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Soft porn para apimentar o relacionamento!

Dominique - Soft Porn
Eu não sei você, mas eu sempre tive interesse em ver e ler sobre sexo.
Só não tinha o que consumir. Apenas alguns poucos livros!
Lá nos anos 80, 90, eu achava que filme erótico era um produto exclusivamente masculino.
E, na verdade, eram sim.
Feitos no melhor estilo “direto ao que interessa”, sem nenhum erotismo ou algo a mais que fizesse despertar a minha vontade de assistir.
Isso sem contar as histórias clichês, “meio” bizarras e com personagens mais estranhos ainda.

O mercado era assim.
Tinham convencionado que a mulher não gosta de pornografia.
Que a gente prefere filmes mais sensíveis, mais romantismo.
De certa forma sim, mas uma coisa não inviabiliza a outra, certo?
A gente gosta de uma história bem contada e se vier com uma boa pitada de sexo – BEM PRODUZIDO – melhor ainda.

Muita coisa mudou e, nos últimos anos, nós mudamos.
Estamos falando mais abertamente sobre sexo, nossos desejos e vontades.
Também estamos mais confortáveis com a nossa vida sexual.
Há mais prazer e menos culpa… e julgamentos.

A indústria do cinema logo percebeu esta mudança.
Começou, então, a investir em um outro tipo de produção: o soft porn ou o pornô light.
Filmes com sexo – alguns com sexo explícito – mas sem perder a sensualidade.
As novas produções exploram as fantasias e o desejo das mulheres, mas sem se esquecer da estética e da boa história.
Há um cuidado com tudo, desde o roteiro, passando pela iluminação, a pose dos atores e até o cenário.

Mas nem todo filme é explícito.
Muitos deles apenas sugerem e fazem isso de uma forma muito mais aberta do que antigamente.
Um exemplo é a trilogia 50 Tons de Cinza, da britânica de 54 anos E.L. James.
Ela disse que escreveu os livros a partir das suas próprias fantasias….
O livro é muito mais detalhado do que a produção de Hollywood, que não mostrou assim… tão abertamente o relacionamento dos dois.
De qualquer maneira, a história erótica / sadomasoquista deu um up no relacionamento de muitos casais.

Quem está disposto a ousar um pouco mais há diversas opções de filmes produzidos para nós.
Uma diretora bem conhecida é a sueca Erika Lust. De cientista política, ela percebeu esta mudança no comportamento da mulher e abriu a sua própria produtora.
Os filmes dela, como muitas produções européias, são bem mais ousados.
Eu gosto, acho que algumas vezes estimula e outras inspira.

Acho que a liberdade que conquistamos nos dá o aval de experimentar novidades na nossa vida sexual.
Tenho certeza que nem tudo vai agradar a todas.
Talvez nem todos os companheiros estejam na mesma sintonia e dispostos a testar.
Mas quem tiver mais do que curiosidade, disposição, pode se divertir muito. E levar o relacionamento para um outro nível de intimidade.

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Ju Junqueira

Jornalista que trabalha com internet há 20 anos. Divide o tempo entre as inovações tecnológicas e os trabalhos manuais no estilo Do It Yourself. Descobriu que é melhor que fazer meditação.

2 Comentários
  1. Você sabe que eu também sempre tive vontade de assistir, mas fui casada com um cara que não curtia e eu ficava super sem graça.
    Depois que me divorciei namorei com um cara que gostava, mas eram cenas tão, na minha opinião claro, grotescas, só faltava sexo entre um anão albino e um camelo. Não conseguia ver graça naquilo, até tinha um pouco de repúdio.
    Agora, filmes com leves pitadas! Uau! Vou dar um exemplo bem besta, assistindo um episódio de House of Cards, tem uma cena que o cara faz sexo com a amante, mas ela está no telefone (com o pai) e nao pode demostrar nada, gemer, ou algo do tipo. Esta cena é demais, ao menos, para mim.
    Mas eu quero também alguns nomes de filmes soft!

    beijo

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