Tag: Sexo

Os fatores que contribuem na redução da libido, além da menopausa!

A menopausa causa uma série de mudanças no corpo da mulher em virtude das flutuações hormonais. Até mesmo as mais jovens, na pré-menopausa, podem sentir alguns sintomas. Uma das queixas mais comuns é a redução da libido. A diminuição do desejo sexual é, também, uma questão delicada e complexa. 

O mecanismo de atração da mulher é influenciado por fatores externos e psicológicos. A ginecologista Rita Dardes, que conversou recentemente conosco sobre reposição hormonal (aqui), explica que a libido não é influenciada apenas pelos hormônios. “A mulher funciona diferente. Em primeiro lugar, ela precisa ser aquecida e estar bem. Fatores externos influenciam muito”, destaca. 

A dra. Rita coordena o Ambulatório de Climatério da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde também é professora adjunta do Departamento de Ginecologia. Ela conta que o tema é recorrente e por vezes instiga uma conversa de mais de uma hora com suas pacientes. Também é essencial romper a vergonha de falar com a médica. 

A falta de desejo pode estar ligada à diminuição dos hormônios testosterona, estrogênio e progesterona. Hoje, há recursos modernos e mais seguros a fim de ajudar as mulheres a enfrentar essa fase. A dra. Rita explica que a reposição hormonal é o principal. 

Ela costuma utilizar a testosterona no tratamento de suas pacientes. O medicamento deve ser formulado e só pode ser utilizado se associado à terapia hormonal completa. Como a reposição não é recomendada a todas as mulheres, a ginecologista recomenda a conversa com o médico de confiança. 

Como enfrentar a queda na libido

“Mas não é verdade que o hormônio vai melhorar 100% o problema”, evidencia a ginecologista. Uma vez que a libido envolve fatores psicológicos, é fundamental entender o que mais está impactando na vida da paciente. 

A baixa libido pode estar relacionada a problemas no relacionamento, como por exemplo brigas constantes. Além disso, rotina estressante bem como pelas dificuldades materiais, como falta de trabalho ou dinheiro, também influenciam o bem-estar. 

Outras mulheres sofrem as consequências de problemas físicos, como a secura vaginal. O impacto na vida sexual é grande. Muitas mulheres sentem-se culpadas ou mesmo ficam com vergonha de dividir o problema com seus parceiros. Neste caso, o laser pode ser um aliado da paciente. Já falamos dele aqui

Antes de prescrever a reposição hormonal, a dra. Rita esclarece que é fundamental mostrar o impacto desses fatores externos. Algumas vezes, a recomendação é que a paciente mude o comportamento. “Ela pode apimentar o relacionamento com brinquedinhos, comprar uma lingerie nova ou trocar mensagens quentes com o parceiro”, sugere. 

Outra mudança que a mulher pode fazer está relacionada ainda ao seu estilo de vida. Dessa forma, a prática de exercícios físicos faz bem ao corpo e à cabeça. Cuidar-se também influencia na autoestima bem como no bem estar geral. Enfim, a menopausa é uma fase de transformação e pequenas adaptações pode fazer toda a diferença na vida da mulher.

Um estímulo para a vida sexual

Temperar a vida sexual já é um assunto corriqueiro por aqui. Qualquer Dominique sabe que a vida sexual pode não ser a mesma que o vivido anos antes. Do mesmo modo, também não é para o parceiro! Vale mesmo é deixar todos os tabus de lado e vivenciar coisas novas. Por que não, hein?

Você já ouviu falar sobre a Massagem Tântrica? Já falamos aqui que também é uma baita terapia alternativa bem como pode melhorar o sexo. Topa tentar?

Quem gosta de apimentar a relação, contamos aqui a história de um casal que ousou muito para aquecer o fogo dos velhos tempos. Você não vai acreditar na aventura que eles criaram. 

Você já experimentou usar um brinquedinho para apimentar o relacionamento? Contamos aqui as aventuras de três Dominiques em sua primeira visita a uma Boutique Sensual. Uma história imperdível. 

Às vezes, um livro pode instigar a sua imaginação e ser bem estimulante. Já pensou em incluir a literatura erótica na sua rotina de leituras? Confira aqui os 10 melhores livros apimentadíssimo.

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Vou reduzir os vilões da libido do meu cardápio

Ovo de codorna, amendoim, ostras… Quem nunca ouviu falar daqueles alimentos que mantêm a chama da libido acesa? Agora, eu nunca tinha ouvido falar em alimentos que derrubam a libido. Por isso, vou rever minha alimentação e tentar reduzir alguns itens que podem cortar o tesão.  

Peraí! Não se trata de parar de consumi-los. Nunca deixaria de curtir um jantar especial  a dois por conta disso! Mas a diferença entre poção mágica e veneno é a quantidade.

Eu tenho cá pra mim que nada em excesso pode fazer bem. Acho que o segredo de tudo está na moderação.

É chato ser moderada? É. Mas não vale a pena para apimentar uma noite especial?

Ééé, porque a gente pode dar um empurrãozinho para melhorar o desempenho sexual (do casal) cuidando do que ingerimos nas nossas refeições.

Como eu disse, e seeeempre repito, o segredo de tudo está na moderação. Porque comer muito, seja o que for, provoca sonolência e adormece o corpo.

Também não é bom beber, pois álcool causa desidratação, o que reduz o volume do sangue e aumenta o nível de angiotensina, hormônio associado a disfunções sexuais.

Para a mulher sentir desejo é preciso ter uma boa concentração de serotonina. E alguns alimentos contribuem para sua produção.

Anota aí quais são!

Entre os alimentos que ajudam a aumentar o fogo estão abacate, alho, alecrim, amêndoas, aspargos, aipo, banana, canela, catuaba, chocolate (desde que amargo), folhas verdes, gengibre, kiwi, laranja, mel, morango, peixe, pimenta e baunilha.

Também fiz uma lista daqueles que podem ser reduzidos no dia a dia e categoricamente eliminados na grande noite porque reduzem o apetite sexual.  De modo geral, alteram os níveis de substâncias como glicose e colesterol, interferindo na disposição sexual, no sangue ou ao desviar o fluxo sanguíneo para auxiliar na digestão.

Confere os proibidões!

#Frituras

Os alimentos fritos e ricos em gordura e sal não só vão te deixar letárgica, como podem matar a libido. São difíceis de serem digeridas e a circulação inadequada do sangue diminui a vascularização das zonas erógenas.

#Álcool

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Até uma taça de vinho pode ser benéfico para a libido feminina. Se passar disso pode provocar o efeito contrário. Isso porque altera os níveis da glicose e interfere diretamente na disposição sexual, já que há menor irrigação sanguínea na região genital.

#Legumes, brócolis, repolho ou couve-flor

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Esses alimentos contêm açúcares que são semelhantes aos do feijão e, para digeri-los, o corpo precisa usar bactérias que liberam metano, causando inchaço, cólicas abdominais e gases.

#Laticínios

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Provocam inchaços, gases e podem afetar a produção natural de hormônios femininos e masculinos.

#Café

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O consumo de café em grandes quantidades pode ser prejudicial para a saúde das glândulas suprarrenais, que produzem hormônios do estresse. Lembra que o apetite sexual da mulher depende do bom funcionamento da serotonina, que na prática é a responsável pelo nosso prazer e bem-estar.

#Adoçantes artificiais

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Esses produtos podem inibir a produção de serotonina e provocar dores de cabeça, depressão, ansiedade, insônia e redução do desejo sexual.

#Glutamato monossódico

Aditivo muito usado para realçar o sabor dos alimentos, principalmente dos industrializados, pode provocar depressão, dores de cabeça e problemas cognitivos que refletem na satisfação sexual.

E então, bora fazer o teste?

Leia também Diga adeus aos alimentos sabotadores da dieta.

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Massagem tântrica para melhorar o sexo

Eu preciso compartilhar um segredo com vocês. Participei de um workshop de massagem tântrica e apesar da vergonha inicial foi incrível! Eu já conhecia a prática há alguns anos, mas nunca me senti à vontade para fazer um treinamento.

Dar esse primeiro passo não foi nada fácil, pois é uma experiência que exige coragem. O primeiro exercício é só encarar o parceiro: olho no olho, sabem?

Em busca de conexão

Gente! Eu senti vergonha, fiquei ansiosa e até tive um pouco de medo do poderia acontecer dali pra frente. Mas, conforme fui relaxando, houve uma conexão sensacional com meu parceiro.

Eu fui com meu namorado, mas não é preciso ter um par para se matricular. Aliás, vi participantes sozinhos que encontraram um par no próprio curso.

Pra quem nunca ouviu falar, o tantra é uma filosofia hindu. Então, envolve muito mais do que sexo. Prega que o corpo é um meio para o autoconhecimento e que atua como uma ponte entre o planeta e o transcendental.  A finalidade é alcançar uma expansão sensorial, ligada ao desenvolvimento da espiritualidade. O sexo é só um complemento dessa vivência.

Diferença é o objetivo

De uma forma leiga e restrita, acho que a maior diferença entre a prática tântrica e o sexo tradicional é que não existe objetivo de ejacular. Não existe a pressão da ereção. O prazer está presente quando se é tocada em várias partes do corpo e não nos órgãos sexuais especificamente.

Agora, se prepara! O ritual completo é longo. Em vez de 15 minutos (às vezes nem isso!) em busca do orgasmo, gasta-se de 3 horas a 5 horas. Claro, que não dá pra fazer todo dia, né? Mas é possível usar algumas técnicas de massagens quando se faz amor.

E nem é preciso ser um expert para prolongar o prazer por meio do toque já que, na prática, o fim não é a penetração e, sim, o orgasmo intenso pelo corpo todo.

Benefícios após os 50

Vamos combinar que pra quem já passou dos 50 o sexo já ganha mesmo outra pegada por conta da redução dos benditos hormônios que derrubam a libido da gente. E não é diferente para eles. A ereção fica muito mais difícil.

Então, é nessa fase da vida que o sexo pode ser bem melhor! Justamente porque é feito (ou deveria) sem urgência e com menos repressão. Isso por si só já inclui regras do Tantra. Tá vendo como não é um bicho de sete cabeças?

Eu achei uma baita terapia alternativa porque ao liberar energia sexual minha autoestima foi lá pra cima. Me senti mais poderosa, não sei…

Além de ajudar emocionalmente, a prática melhorou meu processo fisiológico porque minha lubrificação foi incrível.

Eu também recomendo mentores sérios para se aprofundar na vivência. Mas existem cursos e locais onde se ensina ou é possível receber a massagem tântrica, essa mesma que estimula essas regiões nas quais se concentram as zonas erógenas do corpo.

Do que eu aprendi, destaco aqui algumas dicas para fazer em casa.

Sem pressa

Diminua todos os movimentos. Eu disse TODOS

Uma vez de cada

As massagens ou toques devem ser feitas primeiro em um dos parceiros e depois no outro. Nunca simultaneamente.

Concentração

O tal olho no olho é fundamental para criar intimidade. Se possível, mantenha o tempo todo.

Seu corpo é um templo

Celebre a troca de energia com respeito, amor e felicidade.

Ponta dos dedos

As carícias devem ser com as pontas dos dedos em movimentos leves e suaves. Há técnicas distintas para homens e mulheres, mas acho importante um instrutor explicar os exercícios mais íntimos.

Quem se anima a participar de um curso também?

3 Comentários

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O mundo é sexo! Sexo em Paris, então! Veja esta lista.

Banner_O mundo é sexoEu tenho um amigo, daqueles que temos desde a adolescência, onde a intimidade é tanta que podemos falar e conversar com pudor zero. Isso é tão bom e tão essencial na minha vida!

Bem, mas o tema não é sobre a amizade. Eu perguntei a ele o que ele havia achado de meu novo livro. Estava ansiosíssima, porque ele é daqueles que fala mesmo se for uma porcaria e, também, ele é uma das únicas pessoas que pode dizer isto sem que eu fique braba! Hahaha!

– James, o que você achou do livro?

– Falta sexo! O mundo é movido a sexo!

– …hummmm

É claro que, imediatamente, escrevi um capítulo inteiro sobre o tema! Quer saber? Eu ia falar se você quisesse saber para comprar o livro, mas, como uma Dominique simpática, vou postar aqui o tal capítulo, tá?

Paris é uma cidade que inspira romance, já muito sabido por motivos óbvios. Mas ela também inspira, e muito, o sexo! Porquoi pas?

A prostituição em Paris, por exemplo, está presente há 1.200 anos e, diferente dos dias de hoje, era muito mais importante. Prostitutas tornavam-se amantes fixas de reis, aristocratas e tinham um status quo bem mais interessante do que nos dias de hoje. Fato é que é uma das únicas profissões que subsistem, porque aquele meu amigo disse tudo: O mundo é sexo.

Obviamente nem todo mundo tem o costume ou hábito de pagar pelo serviço. Por isto, uma vez em Paris, longe dos olhos de conhecidos, entregue ao momento e a aventura, inspirado pelos cenários da cidade é natural que o corpo relaxe do estresse com menos rotina, pressão e ainda com menos expectativas e cobranças em um novo ambiente trazendo uma sensação de libertação. Aliado ao anonimato, liberdade e ao estímulo de um novo ambiente podemos ter certas sensações e impulsos, ne´est ce pas? Assim fica mais fácil a entrega a novos prazeres.

Bem, uma pesquisa publicada no jornal francês, Le Fígaro, feita com 2.007 parisienses acima dos 18 anos revela que: um a cada dois homens e uma a cada seis mulheres já fizeram sexo com mais de uma pessoa ao mesmo tempo; 68% dos entrevistados costumam ter uma noite de amor sem compromisso, contra 50% das mulheres; muitos disseram não saber nem ao menos o nome da pessoa com quem saiu.

Paris também é a cidade da infidelidade, onde 58% dos homens e 36% das mulheres admitiram já ter sido infiel ao cônjuge, sendo que alguns ainda admitem que são infiéis constantemente. A metade dos entrevistados admite já ter experimentado sexo sadomasoquista. Wow!!!

Interna_O mundo é sexoSeja você adepto, curioso ou debutante, eis uma listinha e um roteirinho básico na cidade da luz vermelha, que nunca dorme, além de aplicativos mais utilizados pelos adeptos.

Se for falar de um bairro, o mais libertino de todos não é mais Pigalle, e sim o Marais. Dizem que mais da metade dos bares tem um salão aos fundos onde o sexo rola livremente e gente de toda a Europa vem somente para isto.

Le Berveley – Cinema pornô com filmes em 35mm onde na maioria das vezes o público acaba interagindo. Li em algum lugar que era mais ou menos uma projeção em 3D (se é que me entende!). Diariamente das 10h às 22h. 14, rue de la Ville Neuve, 75002

Le Club 41 – Para os novatos e mais pudicos (mas nem tanto) dizem que devem ser iniciados em algo menos escandaloso. O Club 41 cobra 22 euros por um drinque, mas em compensação o sexo é free, com quem você quiser, a dois ou em grupo. Começa à meia-noite! 41, Rue Quincampoix, 75004

Le Keller – É preciso alertar que este clube é de sadomasoquistas, apesar de você não ser obrigado a nada e nem poder obrigar ninguém a fazer o que não quer, mas avisar sobre o que se trata se faz mais do que necessário. Não, não precisa levar seus instrumentos de tortura, porque eles são fornecidos lá mesmo. Só pedem que respeitem o dress code que é ultra sexy, roupas e calças de couro e tal… A entrada custa 10 a 13 euros com direito a uma cerveja. A diversão em questão é freeabre às 21h. 14, rue Keller – 75011

Les Chandelles – Swing Chique – Tudo começa em um jantar em casal e depois escolher as salas de festa e os quartos de amor. Tudo muito chique e bonito. Jantar excelente em sistema de buffet. Você pode fazer o que quiser desde que permita e que a outra pessoa ou outras também consintam. Se estiver sozinho ou sozinha terá que pagar 110 euros para entrar. Se for em casal somente pagarão pelo consumo. Começa às 22h30 e aos domingos a partir das 16h (tipo matiné!!!!).  1, rue Thérèse, 750011.

Folies Pigalle – Balada ao ritmo “tecno” a casa acolhe a todos: heteros, homos, travestis e afins e todo mundo se diverte junto a começar na noite anterior até ao meio-dia do dia seguinte! Ali dentro tudo pode acontecer! 1. place Pigalle – 75009

Digamos que está ali em Paris, sozinha, como não quer nada, mas querendo alguns bons momentos de aventura sem compromisso. Está jogada lá em sua cama de hotel e mexendo no seu celular… Só clicar e ver se tem alguém disponível (com o seu perfil) pensando na mesma coisa e decidir se você vai ou ele vem…  Prontinho! Tá arranjada uma festinha!

Happn – com 3 milhões de usuários e bem utilizado pelos franceses; também usado para “ménage à trois”!

YesforLov – Antes da festinha, não deixe de passar por esta loja diferente de tudo o que você já viu em termos de cremes e brinquedinhos!

American Dream – Agora, se o seu negócio é só mesmo divertir-se de forma picante, porém light, sem se comprometer, eu aconselho dar uma espiada na mistura de strip-tease feminino, masculino e outros e todo o tipo de performances entre um drinque e outro com boa comida Tex-Mex, Bar de Sushi e mais de mil metros de pura diversão! 21, Rue Daunou, 75002

Amiga, na boa, sai desse sofá enquanto há vida! Vamos?

Quer mais? Só no livro! Baixe agora mesmo!

Guia da Boa Viagem Paris Legal 

 

Leia mais:

Ele pediu para a espoca ser garota de programa – Apimentando a relação

E subimos ao paraíso – 2o andar da Boutique Sensual

 

 

Cynthia Camargo
Cynthia Camargo

Formada em Comunicação Social pela ESPM (tendo passeado também pela FAAP, UnB e ECA), abriu as asas quando foi morar em Brasilia, Los Angeles e depois Paris. Foi PR do Moulin Rouge e da Printemps na capital francesa. Autora do livro Paris Legal, ed. Best Seller e do e-book Paris Vivências, leva grupos a Paris há 20 anos ao lado do mestre historiador João Braga. Cynthia também promove encontros culturais em São Paulo.

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O OLIMPO EXISTE – ep.1


Casei, descasei.
Neste meio tempo, vivi uma vida inteira e tive 2 lindos filhos.
Segui todo o modelito.
Separada, comecei outra vida quase que do zero.
Tive meus romances.
Uns mais sérios, outros menos.. e assim fui levando.
Quando fiz 50 anos bateu aquela micro crise básica.
Sempre fui mignon, aparentando menos idade.
Isso ajuda.
Modéstia às favas, pode-se dizer que sou uma mulher bonita.
Gente, estou tentando compor o quadro, ok? Não me exibindo.

Mas não adianta. Mesmo com todos estes predicados a crise bate.
E numa destas noites de baixo astral, baixa autoestima, moral baixo por conta do baixo RG, uma amiga maluquetes (se você não tem deveria ter. JÁ!!) me ligou para sair.
Insistiu. Passou em casa. Ela me amolou tanto que eu concordei.

– Carlinha, nós vamos à uma balada!!
– Balada, Nena? Tá louca? Que preguiça. Vamos no de sempre, vai.
– Não!!!
Bom, chegamos na tal boate (kkkk, sou antiga)
Um aglomerado de gente na porta!!
– Nena será que aconteceu alguma coisa? Tá todo mundo do lado de fora?
– Afffff, Carlinha. Credo… Esse povo todo tá fora querendo entrar!!
– Vamos ficar na fila??? Tá louca? Vamos emboooraaa.
– Querida, aqui eu sou V.I.P. Fique tranquila.

Bom… deixamos o carro com o manobrista, passando à margem daquele monte de gente se empurrando. Entramos por uma porta lateral, onde um leão de chácara (ainda se fala assim??) prontamente abriu a porta com um enorme sorriso ao ver Nena.

Entramos num ambiente escuro. Música insuportavelmente alta. Bate-estaca, obviamente.
Nena grita no meu ouvido.
– Vamos pro CAMAROTEEEE.
Chegamos ao tal camarote que, na verdade, não passava de uma mesa isolada por aquelas fitas amarelas, sabe?
Já tinha umas 10 pessoas no “local do crime”. kkk
Nena começa a me apresentar.
Meus olhos já adaptados à escuridão começam a perceber onde e com quem estou.
Oh my God!!!
Xóveeeenssss
São todos xóvensssssss.
Ela me apresenta para duas meninas. Acho que Tati e Ju. Ou Ale e Gio,tanto faz.
Saias do tamanho de minha clutch e pernas compatíveis!!
Regata? Que nada. Sabe aqueles trapinhos de seda presos por fios que deixam as costas inteirinhas de fora?
Queridaaaa!!! Sutiã, pra que??????????
Aí, os meninos… Ro, Bru, Gui, Rafa, Dani..
Gente, todos eles quase da idade de meus filhos!!
NENAAAAAAAA!!! O que nos estamos fazendo aqui??????
Quando ia para o meu segundo berro de desespero, Nena me dá um copo de sei lá o que e diz:
– Bebe, minha querida. Bebe que tudo vai fazer mais sentido.

Era um drink. Bonito!! Colorido!!! Numa taça linda!!
Experimentei.
Uma delíciaaaaaaa

– Nena o que é isso? O que? Não consegui entender.
– Fala mais alto. GIM COM O QUE???

 

Bom, e foi assim que eu me apaixonei.
Eu estava apaixonada pelo tal Clover Club e suas amoras .
Hipnotizada pelo encarnado de seu drink, comecei a achar a música mais divertida.
Já não me soava tão irritante.
– Gennnteeee e não é que dá pra dançar esse negócio??
Nena chegou pertinho e falou no meu ouvido.
– Carlinha, a noite é sua. Seja a pessoa mais importante, mais bonita, mais desejável, mais desejada desta balada hoje. Nem que seja só para você.

É impressionante o que umas frutinhas vermelhas num drink podem fazer por nossa autoconfiança! Ou seria a clara de ovo?
Bom, fato é que o sorriso apareceu.
A música entrou em meus poros e eu dancei deliciosamente.
Sozinha.
Na verdade, muito bem acompanhada, comigo mesma.
E de meu segundo Clover Club drink, é claro! Cheio de amoras…

Eu não sei dizer ao certo o momento em que eu já não estava mais dançando sozinha.
Deus grego, manja?
1m80 pra mais.
Braços fortes, músculos definidos.
Rosto quadrado.
Nariz de homem, sabe como é?
E colega, cabelo!!!!
Muiiiiito Cabelo!!!
Dançamos muito.
Num determinado momento, aquele Adonis se aproximou e bem pertinho de meu ouvido, perguntou o meu nome.
– Maia. MAIA. – Resolvi brincar. Mesmo que eu comigo mesma em uma piadinha que só eu entenderia.
– Que nome bonito, Maia.
Resolvi também que não perguntaria o nome dele.

O tempo foi passando.
É impressionante a intimidade que a música confere a pessoas que escutam juntas, numa mesma sintonia, não?
Esta intimidade duplica ou triplica se esta música estiver sendo dançada.
Ou seria o álcool o responsável?
Ahh. Sei lá.
Tanto faz.
O fato é que naquela noite, naquela madrugada, Maia e Adonis formaram um casal.

Só naquela noite, eu sabia bem.
Quer dizer. Eu sabia mais ou menos.
– My God. O que eu estou fazendo? – Me perguntei diversas vezes
– Você está se divertindo muitoooooooo, respondia  Maia, meu alterego temporário.

Adonis segurava o meu corpo com a segurança de um Zeus.
Aiiii, como era bom isso.
Aquele toque.
Aquela pele.
Aquele cheiro.
Aquela força.

Naquela pista eu já tinha saído do comando fazia algum tempo.
Deixei-me conduzir na dança e madrugada afora.
Tive medo que alguém ouvisse meus pelos se levantando, arrepiados cada vez que Adonis respirava perto de meu pescoço.
Eu sentia a respiração dele. Estava ofegante muitas vezes.
Quando, enfim, fomos para a saída da boate, eu não ofereci nenhuma resistência.
Vi apenas a Nena piscando, para sinalizar que não esperaria por mim. Eu já tinha arrumado carona.

Daí pra frente, as coisas foram acontecendo como toda a naturalidade e simplicidade que o sexo de boa qualidade merece!!
As brincadeiras no carro.
A entrada no apartamento dele.
O começo.
As brincadeiras na cama.
As muiiitaaasss e deliciosas brincadeiras.
A visão do Olimpo.
O banho.
A volta ao Olimpooooooo.
Tudo com muita intimidade.
Inclusive o soninho nos braços de Adonis.

Acordei meio assustada, mas possuidora de 100% da minha memória recente.
Assustada, mas muitooo feliz.
Quando estava me levantando para pegar minhas coisas e chamar um Uber, ouvi:
– Por que a pressa? Ainda é tão cedo. Vem cá, gatinha.
– Ahhh, Adonis. Eu preciso ir pra casa. Não avisei ninguém…
– Posso fazer uma pergunta? Por que você me chamou de Adonis a noite toda? Este não é o meu nome.
– Ahh querido… Não foi por mal.
Dei um beijinho. Saí da cama e rapidamente me vesti. Não via a hora de ir embora.

Já sozinha no Uber, na segurança da minha solidão e meu silêncio, abri um largo sorriso de prazer pela noite vivida.
Consegui viver uma noite de sonhos.
Não perguntei o nome do meu Adonis.
Não perguntei nada, na verdade.
Desta maneira, evitei a pergunta seguinte.
Sem nomes. E, principalmente, sem idades.
Ao sair do Uber, propositalmente deixei lá o papel onde Paulo anotou seus telefones e contatos com beijos carinhosos para Maia – a Deusa grega da fertilidade.

Você quer saber o que aconteceu com Maia? Leia aqui o episódio 2

Mais Episódios da Série:

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

1 Comentário
  1. Gostei. Corajosa, há se eu tivesse metade da corage dela. Amei a história. . Parabéns Dominique de todas nós mulheres. …

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