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Vestir-se bem para fazer home office faz muito bem: 10 looks para inspirar!

Há alguns anos eu divido meu tempo entre escritório e home office. Eu consigo me concentrar e o rendimento do meu trabalho é maior quando fico em casa para escrever os textos para Dominique. Eu já tinha uma rotina de acordar, fazer exercícios, tomar banho e me vestir para trabalhar em casa. Mas agora que estou apenas fazendo home office, esse ritual está mais importante do que nunca. 

Em parte porque tenho reuniões online e preciso cuidar da minha imagem pessoal. Já falamos aqui sobre a forma como nos apresentamos é nosso primeiro discurso. Mas confesso que neste momento é menos pela estética e mais pela nossa qualidade de vida (e sanidade!). Nestes tempos mais tristes, cada atitude será importante para não nos deixar abater. 

Descobri no site Vestindo Autoestima, da consultora de moda Priscila Citera, que existe na psicologia a teoria da Cognição Indumentária, que trata sobre o efeito das roupas no nosso comportamento e na nossa cognição. A Priscila também é psicóloga e explicou que a roupa afeta as nossas habilidades cognitivas como por exemplo comportamento, sensação e pensamento. 

Dicas para escolher os looks do home office

Antes de mostrar a minha seleção de roupas para trabalhar de casa, quero fazer algumas recomendações. É super importante passar a mensagem de que estamos trabalhando e não de folga, além de escolher um look apropriado para cada profissão. Depois muitas experimentações, tenho algumas dicas para compartilhar:

  • tomar um banho faz diferença, sim! Além de ajudar a acordar, é uma atitude simbólica de começar o dia. Passo até perfume;
  • não faço um make completo, mas eu passo o básico da maquiagem. Vai que alguém marca em cima da hora um call? Passo um bom hidratante e um protetor no rosto. Sim! A luz também tem raios que prejudicam na nossa pele. Prefiro um batom mais neutro, em tons de nude, mas que apareça na tela;
  • não exagero nos acessórios, mas gosto de colocar um brinco mais delicado e até uma correntinha com pingente;
  • evito usar jeans porque apertam um pouco. Prefiro as peças em algodão e mais confortáveis;
  • evito colocar peças 100% poliéster, principalmente nos dias quentes;
  • prefiro usar peças de tecido plano, em vez de malha, porque tem um caimento melhor;
  • a cor faz toda a diferença na tela, durante os calls. Nunca uso listras ou xadrez porque causam um efeito na pessoa que está me vendo do outro lado da tela; 
  • não uso decote mais profundo e regata. Evita a preocupação de estar aparecendo a alça do sutiã ou ficar inapropriado;
  • resistir ao máximo a tentação de ficar de pijamas ou colocar aquela roupa “tipo hoje é dia de faxina”;
  • escolho até os sapatos. Evito ficar de chinelos de dedo. Prefiro usar uma sapatilha confortável.

Loungewear

Você já deve ter ouvido o nome Loungewear, né? É um conceito de moda comum no exterior e que está ganhando cada vez mais espaço por aqui. São roupas feitas com algodão fino e macio, super confortáveis e perfeitas para serem usadas em casa durante o home office. 

Até mesmo algumas grifes de luxo têm sua coleção de Loungewear. Algumas marcas criam roupas para ficar em casa e para dormir. São mais esportivas, mas são apropriadas para a minha profissão. Não sei se uma advogada ficaria bem fazendo um call com uma roupa loungewear, mas acredito que para diversas outras profissionais é possível sim. 

Minha seleção de 10 peças para inspirar

Sempre busco ideias de looks confortáveis, mas que eu me sinta bonita e elegante. Adoro pesquisa no Pinterest. Muitas vezes eu tenho as peças, só saber compor. Fico bem para trabalhar, fazer uma reunião online e, até, se precisar dar uma saidinha rápida de casa. Tenho evitado ao máximo, mas às vezes preciso ir ao supermercado ou farmácia, né.

41 Comentários
  1. Adorei onde encontrar está roupa?
        1. Maria Cândida Mendonça disse:
          Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.
          Adorei como posso encontrar estas roupa
  2. Adorei as dicas usaria todas, as três primeiras fotos então me identifiquei totalmente. ótimo post para descontrair um pouco e pensar que mesmo em casa nossa imagem deve manter nossa postura de trabalho.

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Uma receita saudável de granola

Eu sempre ouvi falar muito bem sobre a granola. Médicos e nutricionistas propagam os benefícios para a saúde. Já quem consome adiciona ainda mais vantagens como ser saborosa ou mesmo versátil, pois é possível combinar com diferentes alimentos. Mas eu levei muito tempo até adicionar a granola no meu dia a dia por alguns motivos. 

A granola é uma mistura de cereais, grãos integrais, frutas secas e oleaginosas. Também pode conter mel ou açúcar. É um alimento que reúne uma boa quantidade de nutrientes bons para nossa saúde e o funcionamento do organismo. Uma porção pequena de granola pode conter carboidratos bons, vitaminas, minerais e gorduras. 

Mas eu nunca gostei da versão comercial, que a gente compra no supermercado. Como qualquer alimento industrializado, a gente sempre fica em dúvida se é mesmo tão saudável assim. Pode realmente não ser, dependendo da quantidade que tiver de gordura (saturadas ou trans), açúcar, sódio ou conservantes. Também não gosto de alimentos muito doces. 

Uma receita especial

Comentei sobre as minhas restrições com uma nutricionista, que compartilhou uma receita de granola muito fácil de fazer. Claro que fiz as minhas adaptações. Reduzi bastante a quantidade de açúcar. Eu me empolguei, quase comprei toda a loja de produtos naturais!

Olha só os ingredientes que eu escolhi. Você vai ver que a maioria deles usei apenas meia xícara, ou cerca de 50 gramas. Apenas a aveia em flocos que adicionei um pouco a mais, quase 2 xícaras inteiras. 

É preciso colocar um pouco de óleo para aglutinar tudo. Escolhi o óleo de coco. Foi a primeira vez que optei por esse ingrediente e, por mais que a vendedora tenha me “vendido” que não tem sabor de coco, eu achei que deixou um resquício pequeno sim. Usei frutas mais azedinhas, que eu amo, então adicionei apenas um pouquinho de mel para dar tom adocicado, mas não ficar açucarado demais. 

Modo de fazer

Depois de misturar tudo em um recipiente de plástico, adicionei o óleo de coco e o mel. Não ficou tão grudado assim, mas ok. Passei tudo de novo para uma forma para ir ao forno. Usei a temperatura média, que pode variar de fogão pra fogão. Não pode ser muito quente, tá. Ficou mais ou menos 20 minutos, porque eu não queria que ficasse torrado demais. 

Depois de torrado, deixei esfriar e só então misturei as frutas. Coloquei num pote plástico do tipo farinheira, para facilitar despejar. Essa minha receita deu mais ou menos uns 800 gramas de granola. Estou adorando. Muitas vezes como antes de ir para a academia ou no final da tarde, para dar aquela segurada na fome! Sabe que muitas vezes não fico com vontade de jantar?

Mais sobre Comida Light

O livro de receitas das Dominiques

Um lanchinho para chamar de seu

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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9 receitas deliciosas de sopa para esquentar no inverno

Dominique - Sopas

Muitas pessoas fazem boca torta quando se fala em sopa, pensam que é comida para doente. Mas tem tanta sopa supergostosa, saborosa e nutritiva que é uma bobagem associar sopa e chá à doença. Muito ao contrário, se você usar a criatividade, as sopas podem ser extremamente saudáveis, além  de serem uma refeição completa.

Pesquisei uma série de receitas e testei algumas, você não acredita no sucesso que fizeram!

E, ainda, coloquei minha imaginação em ebulição e acrescentei em algumas delas ingredientes que não faziam parte da lista. Ficaram ótimos.

Sem falar no inverno que está chegando (a Maspassa agradece!).

Espero que você goste.

Dominique - Creme de mandioquinha com carne seca

Creme de mandioquinha com carne seca

Ingredientes:

1kg de mandioquinha em pedaços
Sal e pimenta-do-reino a gosto
1 vidro de leite de côco (200ml)
1 cubo de caldo de legumes
2 colheres (sopa) de manteiga
1 cebola picada
500g de carne-seca dessalgada, cozida e desfiada
1 caixa de creme de leite (200g)
Cebolinha picada para polvilhar

Método tradicional para dessalgar a carne seca:

Pegue a carne seca (não é o charque), lave em água corrente, corte em cubos, coloque água (5 xícaras para 500 gramas), cubra com papel filme e deixe de molho por 24 horas.

No dia seguinte, tire a água que ficou de molho, coloque a carne em uma panela de pressão, cubra com água e deixe por 10 minutos até a pressão subir. Escorra a água da panela, coloque 3 xícaras de água com a carne e volte a panela para o fogo, deixando 10 minutos após subir a pressão.

Retire a panela do fogo, guarde a água para outras receitas e coloque os cubos da carne em uma batedeira ou liquidificador para ficar desfiada.

Método rápido para dessalgar a carne seca:

Coloque os cubos de carne em uma panela, cubra com água fria e acrescente duas colheres de sopa de sal. Leve ao fogo algo. Quando começar a formar bolhas na água e subir uma espuma branca, desligue o fogo. Mexa bem, retire a carne e jogue fora a água.

Modo de fazer o creme de mandioquinha com carne seca

Cozinhe a mandioquinha em água e sal até amaciar. Deixe amornar e bata metade no liquidificador com a própria água do cozimento. Junte o leite de côco e o caldo de legumes por 2 minutos. Reserve.

Em fogo médio, aqueça uma panela com a manteiga e frite a cebola até murchar. Junte a carne e refogue por 3 minutos.

Separe um pouco da carne para decorar. Despeje a mandioquinha batida e a restante sem bater na panela e cozinhe até ferver. Misture o creme de leite, sal, pimenta e desligue. Transfira para sopeiras, decore com a carne desfiada e polvilhe com cebolinha.

Dominique - Sopa de mandioquinha com carne

Sopa de mandioquinha com músculo

Ingredientes:

350g de músculo ou paleta em cubos pequenos
2 colheres (sopa) de azeite
1 litro de água
1 folha de louro
3 xícaras (chá) de mandioquinha em cubos
2 xícaras de cenoura em rodelas
Sal
Pimenta
1 cebola grande picadinha
2 dentes de alho picados
Cebolinha.

Modo de fazer sopa de mandioquinha com músculo:

Aqueça o azeite, coloque a carne temperada com sal e deixe dourar. Acrescente a cebola e o alho, refogue. Adicione o louro, a mandioquinha, cenoura e tempere com sal e pimenta. Cubra com água e deixe cozinhar. Finalize com a cebolinha.

Dominique - Sopa de Feijão

Sopa de grão de bico com linguiça

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de grão de bico
4 colheres (sopa) de azeite
300g de linguiça toscana aferventada em rodelas
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 talo de salsão picado
1 colher (café) de cominho em pó
1 tomate picado
2 litros de água
1 cubo de caldo de carne
2 batatas em cubos
1 cenoura em rodelas
Sal, cheiro-verde picado, páprica picante e noz-moscada ralada a gosto

Modo de fazer:

Deixe o grão de bico de molho por 3 horas. Escorra e reserve.

Em uma panela de pressão, em fogo médio, aqueça o azeite e frite a linguiça até dourar. Retire e reserve.

Na mesma panela, refogue a cebola, o alho, o salsão, o cominho e o tomate por 3 minutos.

Junte a água, o caldo de carne, o grão-de-bico escorrido, tampe e cozinhe, em fogo baixo, por 15 minutos, após iniciada a pressão. Desligue, deixe a pressão sair naturalmente e abra a panela. Retire metade do grão de bico com o caldo do cozimento, reservando um pouco para decorar e bata no liquidificador até ficar cremoso. Reserve.

Volte a panela ao fogo médio e cozinhe os legumes, o caldo batido, sal, páprica e noz-moscada até a batata e a cenoura amaciarem.

Desligue e acrescente a calabresa e o grão-de-bico reservados. Polvilhe com cheiro-verde.

Dominique - Sopa de Legumes

Sopa de legumes

Ingredientes: 

2 batatas grandes em cubos
6 xícaras (chá) de caldo de legumes
1 xícara (chá) de vinho branco seco
250 g de cogumelos frescos
2 dentes de alho amassados
4 colheres (sopa) de azeite
Salsa
Sal
pimenta do reino
noz moscada
1 cebola em cubos

Modo de fazer:

Refogue o alho e a batata. Cozinhe no caldo de legumes com um pouco de sal e depois bata no liquidificador.

Refogue a cebola, acrescente os cogumelos e o vinho branco. Deixe evaporar. Tempere com sal, pimenta e noz moscada. Junte com a batata batida e finalize com salsa picada.

Dominique - Sopa de Feijão

Sopa de feijão

Ingredientes: 

300 g de feijão (tipo carioca)
2 litros de água quente
3 colheres de sopa de azeite
1 cebola média cortada em cubos pequenos
1 dente de alho grande picado
200 g de carne magra (tipo músculo) cortada em cubos pequenos
½ cenoura cortada em cubos pequenos
½ chuchu cortado em cubos pequeno
½ abobrinha (tipo brasileira) cortada em cubos pequenos
Sal
Salsa

Modo de fazer: 

Deixe o feijão de molho em 1 litro de água quente por 30 minutos. Despeje o feijão com a água em uma panela de pressão, acrescente mais 1 litro de água quente e deixe cozinhar por aproximadamente 35 minutos ou até que esteja bem cozido.

No liquidificador bata metade dos grãos, volte para a panela e reserve.

Em outra panela, aqueça o azeite, doure a cebola e o alho, acrescente a carne e cozinhe por 15 minutos. Em seguida cozinhe os legumes até ficarem macios. Acrescente a carne com os legumes cozidos ao feijão, adicione o sal, misture e deixe ferver. Finalize com salsa picada.

Dominique - Sopa com omelete

Sopa com omelete

Ingredientes:

2 colheres (sopa) de azeite de oliva
100 gramas de bacon picado
1 cebola pequena
2 tomate sem pele e sem sementes cortado em cubos
1 cenoura cortada em cubos
300 gramas de mandioquinha cortada em cubos
2 talos de salsão (ou aipo) cortados em pedaços
750 caldo de legumes
3 ovo
2 colheres (sopa) de leite
1 colher (chá) de margarina
150 gramas de macarrão para sopa cozido
1 colher (sopa) de salsa (ou salsinha) picada
sal a gosto
pimenta-do-reino a gosto

Modo de fazer:

Em uma panela aqueça o azeite e doure o bacon. Retire o bacon e reserve.

Na mesma panela refogue a cebola e o tomate. Junte a cenoura, a mandioquinha, o salsão e aos poucos acrescente o caldo de legumes fervente e cozinhe até os legumes ficarem bem macios.

Bata os ovos com o leite, o sal e a pimenta. Em uma frigideira grande e antiaderente aqueça margarina e faça a omelete fina. Deixe dourar dos dois lados e corte em pedaços.

Sirva a sopa bem quente com o macarrão e os pedaços da omelete.

Salpique a salsa e o bacon reservado.

Dominique - Caldo de Milho

Caldo de milho

Ingredientes:

5 espigas de milho
1 unidade de gengibre com 7 cm aproximadamente
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 colher (sopa) de cebola ralada
2 xícaras (chá) de leite quente
sal a gosto
noz moscada a gosto 

Modo de preparo:

Descasque e rale o gengibre, depois reserve. Cozinhe o milho em água com sal até que fique macio.

Com uma faca, corte o milho das espigas e bata no liquidificador com 1/2 xícara (chá) da água do cozimento.

Aqueça o azeite e refogue a cebola até ficar transparente e junte o gengibre.

Adicione o milho, mexa e acrescente o leite. Cozinhe até engrossar.

Tempere com o sal e a noz moscada e sirva imediatamente.

Dominique - Sopa de tomate com maça e curry

Sopa de tomate, maçã e curry

Ingredientes:

1 kg de tomate maduro
1/2 colher (chá) de curry (ou caril)
2 unidades de maçã grandes
200 ml de creme de leite light ou iogurte desnatado
5 pitadas de sal

Modo de fazer:

Em uma panela, coloque o caldo de legumes, o tomate e o curry deixando cozinhar.

Retire da panela, bata no liquidificador e passe por uma peneira. Retorne para a panela, acrescente o creme de leite light e o sal.

Sirva em tigelinhas decorando com um cubo de maçã espetada em palito longo. Fica um charme!

Dominique - Sopa de Carne

Sopa de carne

Ingredientes:

500 gramas de músculo
5 tomates sem pele
4 colheres de manteiga
Azeite
Pimenta
Sal
Cebola
Queijo ralado

Modo de fazer:

Faça um refogado com os tomates e a carne no azeite. Acrescente 2 litros de água, sal, pimenta e deixe ferver até a carne ficar macia. Acrescente a manteiga e mexa bem. Sirva quente e rale o queijo na hora (dá muito mais sabor).

Você conhece alguma receita de sopa perfeita para o inverno? Coloca nos comentários!

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1 Comentário

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Que cores combinam com cabelos brancos?

Encontrar as roupas e as cores que combinam com a gente, o nosso corpo e o estilo de vida é um desafio e tanto. De certa forma, é o que nos define esteticamente. Nós, Dominiques, demoramos um tempo para identificar. Acima de tudo, hoje em dia, já sabemos o que nos cai bem e nos deixa confortável. 

Talvez você tenha tido ajuda de um personal stylist. Muitas vezes se aventurou pelas lojas. Frequentemente errou compras. Sempre folheou revista de moda. Tudo isso para chegar a um resultado que agora te agrada. Tudo certo. 

Mas…. agora você passou dos 50 anos e adotou os cabelos brancos. Um novo estilo… Com o envelhecimento, o tom da nossa pele muda bastante sem aquele rosado característico da juventude. Os cabelos brancos também são diferente. E agora? As cores que você determinou para o seu estilo continuam funcionando com um novo tom de cabelo e pele? 

Renovação Technicolor

É, Dominique, talvez uma pequena atualização seja necessária. Mas nada de seguir regras muito rígidas. Longe disso, até porque o gradiente de cores é quase infinito. Ainda assim, tenho a certeza que vários tons vão combinar e você já tem peças no seu guarda-roupas pra compor o novo estilo. Portanto, a dica aqui é rever a sua paleta de cores para selecionar aquelas que nos deixam mais bonita com os novos cabelos brancos.

Recentemente, descobri o termo Coloração Pessoal, que é a análise das cores naturais do nosso tom de pele, olhos e cabelos. Quando usamos as cores certas, a combinação pode certamente iluminar o rosto e até suavizar os traços. Por outro lado, as cores erradas podem nos deixar mais abatidas e até mais velhas! Você conhecia? 

As cores das 4 estações

Uma dos métodos mais conhecidos para achar sua cor pessoa foi desenvolvido pela psicóloga Carole Jackson, nos anos 80, autora do livro “Colour Me Beautiful“. Ela desenvolveu a técnica das 4 estações, que determina qual é a paleta ideal para grupos de pessoas. 

É um pouco mais complexo do que isso, tá, mas resumindo as quatro estações da natureza são usadas para organizar e combinar diversas cores. Ao identificar a sua estação, você encontrará a paleta que combina melhor com a sua coloração natural. A descrição de cada uma delas é: 

  • verão: puro, claro e suave
  • inverno: puro, intenso e profundo
  • primavera: pura, clara e intensa
  • outono: puro, suave e profundo

Acho que essa imagem pode ajudar a visualizar o método:

O ideal é que a análise da sua colorimetria seja feita por um profissional, um especialista em moda. Ele fará a análise considerando rosto, olhos, sobrancelha e até mãos e pés. Além do tom, também é feita uma avaliação do subtom, ou seja, o que define a nossa pele como fria, neutra ou quente. 

Para te inspirar, resolvi fazer uma busca de looks em Dominiques com os cabelos brancos. Se você já adotou o branco, verá como a combinação correta das cores tem o poder de te deixar radiante. E para as mulheres que ainda estão com dúvidas, a seleção pode ajudar a visualizar que é possível valorizar seus pontos positivos, sem parecer mais velha. 

Seleção de looks

Escolhi uma paleta bem colorida para as roupas. Mas tenho de revelar que eu não sou adepta ao visual colorido. Tempos atrás, arrumando meu armário, me dei conta surpreendentemente de que tinha muitas peças preto, branco e azul! A partir daí eu comecei a variar as cores. Estou adorando!

Azul
Amarelo
Bege
Laranja
Rosa
Verde
Vermelho
P&B

Mas vale a pena mostrar também que podemos ficar incríveis usando apenas preto e branco!

Qual cor combina com qual cor?

Também achei no site The Whoot essa diagrama para combinar cores complementares. Achei bem útil!!!

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Ponchos – olha só que coisa legal

Roupas legais para fazer home office

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

10 Comentários
  1. Boa tarde. Muito úteis às suas sugestões. Muito Obrigada. Saúde e bom trabalho. Peço desculpa, mas apenas hoje conheci o seu trabalho e nunca mandei, como é lógica, qualquer comentário anteriormente.

    1. Adorei tudo, estou sempre acompanhado tudo sobre moda por aqui.
      Quando vou me arrumar eu ficava em dúvida como combinar as cores e acessórios mais agora estou me organizando com essas dicas aqui ,já tenho 61 anos e estou adorando ver as modelos mulheres maduras é muito bom pra se inspirar e se com elegância

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Machado de Assis – Ironias à parte

Estou lendo um livro de contos de Machado de Assis. É um daqueles livros que eu tento economizar para não acabar. Seu texto impressiona por vários motivos, mas principalmente porque é de uma atualidade contundente.

Existe em seus contos, sem exceção, uma dramaticidade irônica ou por vezes uma ironia dramática. Sim, sim, são coisas diferentes, entretanto, sutilezas e entrelinhas tornam os desfechos magníficos, sem falar das expressões bordadas que fazem pensar até o mais distraído dos leitores. Quer ver um exemplo?

“A vida é uma enorme loteria; os prêmios são poucos, os malogrados inúmeros, e com os suspiros de uma geração é que se amassam as esperanças de outra.”

Do conto, Teoria do Medalhão, um de meus preferidos até agora.

Injusto dizer isso, uma vez que amei A Cartomante, A Chinela Turca, Mariana, Cantiga de Esponsais e olha que estou no começo do livro.

A ironia contida em Teoria do Medalhão é sublime, coisa digna de mestre. Fiquei pensando para quem e por que Machado de Assis escreveu aquela cutucada. Seja quem for, deve ter atingido o fígado.

Trata-se de um pai a aconselhar seu filho, que completa 21 anos, profissionalmente. Segundo o discurso paterno, para se tornar um medalhão (pessoa de destaque), o filho deveria renunciar à possibilidade de ter ideias próprias evitando qualquer atividade que propiciasse o movimento independente do intelecto. Sempre usar frases feitas do mesmo modo que pensamentos já consolidados. Nunca, em tempo algum, causar estranheza em suas falas para que jamais fosse destacado pelo diferente.

“Longe de inventar um ‘Tratado científico da criação dos carneiros’, compra um carneiro e dá-o aos amigos sob a forma de um jantar, cuja notícia não pode ser indiferente aos seus concidadãos.”

Machado de Assis, provavelmente, fala aqui de políticos ou até mesmo de figuras da sociedade, que aquiescem mudas, sem nunca se posicionarem inclusive diante do inescrupuloso. Aponta, com sua ironia impar, a mediocridade reinante no século XIX. Que bom que estamos no século XXI, né?

Ainda na mesma década, do mesmo século, apenas 3 anos depois, o autor escreve A Cartomante, um conto de humor cáustico, com final imprevisível com um narrador sutilmente manipulador.

A história começa com Rita contando a seu amado, Camilo, que esteve em uma Cartomante. A primeira coisa adivinhada, era que existia um bem-querer, mas que havia também por parte dela o medo de ser esquecida. Garantiu-lhe a vidente que isso não aconteceria.

Camilo, apaixonado, riu muito da ingenuidade de sua amada, mostrando-se totalmente cético em relação a esse tipo de recurso.

Rita é casada, porém, não com Camilo, mas com Villela, portanto, é um caso de adultério e para piorar, os homens são amigos próximos o que só deixa a trama mais dramática.

Um dia, Camilo recebe bilhete do amigo/marido para que fosse a seu encontro com urgência. Camilo sabia. Camilo tinha certeza de que uma tragédia se avizinhava, contudo, no caminho, ao passar pela casa da tal cartomante, resolveu parar e contrariando sua razão e por puro desespero foi consultar-se.

A mulher fez seu trabalho com esmero, e falou o que o cliente queria ouvir, restaurando-lhe a desejada segurança de que tudo estava bem.

Mas não estava. Seus instintos primários estavam certos. A Cartomante era uma grande picareta e seu affair havia sido descoberto.

Morreu ele, morreu Rita.

Isso a vidente não previu. Sabe por quê? Porque ela só consegue ver o que contamos para ela.

Isso valeu para os séculos XIX, XX e continua valendo em XXI, cada vez mais.

Você chegou a ler um texto sobre esse assunto que escrevi há muito tempo?

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Faça 15 minutos de meditação diária e sinta os resultados

Dominique - Meditação

Não sei se é bom porque virou moda ou se virou moda porque é bom demais, mas o mundo todo aconselha a meditar. O médico, o psicólogo, a vizinha, o padeiro, até o japonês do pastel da feira outro dia me deu uma dica de meditação.

Nós, Dominiques, somos ligadas no 220v, assobiamos, chupamos cana, descendo escada, mascando chiclete, de salto alto, passando batom. Por que, raios, é uma dificuldade tão grande meditar?

Simplesmente porque não estamos acostumadas a parar. Nosso cérebro, ao contrário dos homens, pensa em milhões de coisas ao mesmo tempo.

Eu me vi numa sinuca de bico, dor e ansiedade, nenhum remédio mais fazendo efeito. Nem os tratamentos alternativos foram bem sucedidos.

Quando o mundo todo fala e você não escuta, quem está errado? Pois é. Definitivamente achava uma balela essa coisa de meditação. Só para gente zen, vegetariana e com tempo sobrando. Santa ignorância!

Criei coragem. Baixei um app gratuito, há centenas deles, com meditação guiada. Este, em especial, é da Arte de Viver, uma filosofia de vida liderada por Sri Ravi Shankar, um indiano superfofo, líder humanitário, mestre espiritual e embaixador da paz.  Ele prega uma sociedade livre de estresse e de violência e, com isso, vem unindo milhões de pessoas em todo o mundo através de projetos de serviço social e também de cursos da Arte de Viver.

Há dois anos fiz um curso, Hapiness, e pude conhecer melhor os benefícios da meditação, da yoga e de uma alimentação saudável.

Também neste lugar, conheci pessoas de  todas as idades buscando um pouco mais de serenidade e paz no meio deste caos urbano que vivemos. Pesquisei bastante antes de ir sobre viver a vida com mais propósito, alegria e tranquilidade.

Por que meditação guiada? Porque se depender da minha pessoa, passados os primeiros 60 segundos, vou fazer a lista de supermercado, a agenda de amanhã e depois de amanhã, lista de aniversários, relacionar as roupas para mandar para a costureira, ter uma ideia de um novo projeto e ai então a meditação já foi por água abaixo.

Como é difícil não pensar em nada! Mas depois que a gente consegue não tem dinheiro que pague. Imagine você conseguir simplesmente não se preocupar com nadica por alguns instantes.

Tanto faz se está sol ou chovendo, frio ou calor, se estou atrasada, se acabou o leite, se não entreguei aquele relatório, se a fatura do cartão de crédito chegou, mas o pagamento ainda não, se o Temer roubou, se o Lula roubou, se o Aécio roubou… Mas se o Papa Francisco roubou, eu me mato. É o único ser em quem confio de olhos fechados.

O tempo da meditação é só seu e ali não cabe nenhum pensamento ou preocupação. Parece fácil? Nada, mas é possível, desde que você leve a ferro e fogo.

Não consigo fazer a meditação sentada, minhas hérnias de disco na lombar não permitem. Faço deitada, mas presto bem atenção nas orientações do meu mestre guru. Quando surge um pensamento, faço como um controle remoto, aperto o botão e o deixo passar. É só não prestar atenção no infeliz (mesmo que seja um pensamento bom), naquele momento NÃO PODE PENSAR. No começo é bem estranho, depois entra no automático.

O principal para entrar na vibe é realmente fazer a tal respiração. É impressionante como prestar atenção ao inspirar e expirar fundo realmente baixa a adrenalina. Depois é só seguir as orientações do Guia.

Tá e daí? Que diferença a meditação faz na vida?

Notei depois de algum tempo que não perdi mais o sono, que presto mais atenção em coisas que antes passavam batido, que perco a paciência muito menos e, a melhor de todas para mim, as enxaquecas diminuíram em intensidade e frequência.

Não preciso ir a um parque, à beira de um rio, praça, montanha. Faço no meu quarto, mas é claro que se tiver oportunidade de fazer em frente ao mar vai ser magnífico, já fiz e realmente é uma sensação difícil de descrever.

Separei aqui alguns apps de meditação gratuitos. Abra, veja e teste. Veja qual você melhor se adapta e não desista na primeira tentativa, insista, os benefícios realmente são grandes e valem a pena.

  • Sattva
  • Medita!
  • Calm
  • 5 minutos – Eu medito
Se você nunca meditou, faça um teste e depois me conte o que achou!
9 Comentários
  1. Comecei a meditar há 4 meses e acho sensacional .
    Sou super agitada e nunca pensei que fosse gostar tanto e me fazer tao bem .
    Sinto uma melhora enorme na minha qualidade de vida .
    Recomendo fortemente a pratica da meditação ,

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Passei o Carnaval de 2020 no Brasil. Eu e o Corona.

Como ficar longe do Carnaval carioca?

Depois que você o conhece, não existe lugar no mundo que queria estar em fevereiro que não seja nos arredores da Sapucaí. Não, ninguém vive por 25 anos no Rio de Janeiro impunemente. Falei isso no texto anterior quando expliquei que voltei a morar em Portugal recentemente.

O plano perfeito: fugir do frio europeu dessa época do ano, aproveitar o verão brasileiro, ver os meus filhos, os meus amigos, os meus lugares prediletos, enfim, esganar a saudade até matá-la e ainda de quebra, pular o Carnaval de 2020. Obviamente para fazer tudo isso nada menos do que 30 dias, ou seja, fevereiro e ainda alguns dias de março.

Ter deixado o meu apezinho em Ipanema, ajuda muito a esticar as minhas temporadas em Terra Brasilis.

Lá fui eu no voo das 10h da manhã da minha querida TAP. Adoro voos diurnos. Assisto todos os filmes que estou atrasada, já que não durmo mesmo, e quando chego no destino ainda tenho a noite inteira para descansar. É colega, foi-se o tempo….

Bem, tudo lindo maravilhoso e como dizem, tudo de bom nesse país tropical abençoado por Deus.

Chegavam notícias de uma distante Itália tomada pelo COVID-19, mas no Brasil era tudo samba, choro e futebol.

Desfiles, blocos, bailes, trios elétricos. Teve de tudo. Lindo. Lindo. Águias de Ouro ganhou o desfile em São Paulo e Viradouro no Rio. Claro que eu estava na arquibancada sambando, pulando, nos 2 dias de desfile, na apuração quarta-feira torcendo para a Grande Rio (verde/vermelho, minha gente), assim como no desfile das campeãs no sábado seguinte. Quando digo que amo Carnaval, acredite!

E passou o Carnaval de 2020.

Menina, uns dias depois na semana seguinte, acordei toda dolorida. Culpei as minhas 5 décadas e tralalá e a vida mansa que andava a levar em Cascais. Tomei um relaxante muscular e fui para praia.

O Mate e o biscoito Globo não caíram bem. Bateu aquele enjoo chato, mas como ir embora justo agora que todo o mundo tinha chegado? Rio 40 Graus. Aguenta Barbara… Faça jus a seu nome!

Troquei o mate pelas caipirinhas e o enjoo foi melhorando. Ou a tontura aumentando. Sei lá.

Cheguei em casa me sentindo quente. Ahhhh não! Todos esses anos morando no Rio e vou ter febre de sol? Isso é coisa de principiante!

Descansei aquela tarde toda e fui tomar um choppinho com a turma ignorando o meu mal-estar.

Lá no boteco, soubemos do primeiro caso de COVID diagnosticado no Brasil, e coincidentemente no mesmo dia do primeiro em Portugal também. Estava tranquila em ambos os casos, pois foram em São Paulo e no Porto. So far away from Ipanema, right?

Voltei para o meu ap. e tive uma noite do cão. Minha febre voltou. Uma tosse chata e um mal-estar medonho.

Sim, inegavelmente eu estava com o tal COVID19, corona ou o raioqueoparta. Acontece que essa não era uma possibilidade para mim naquele instante, por não reconhecer os sintomas, já que por ser tudo muito recente, a divulgação de prevenção e dos cuidados ainda estava por acontecer. Eu simplesmente não tinha como saber. Quando liguei para o meu filho, alguns dias depois, já mal conseguia respirar.

Fui internada as pressas na UTI. Os protocolos eram inexistentes, até porque, infelizmente, fui a primeira pessoa no Rio a ser entubada, acredita?

Ninguém fuma por 30 anos impunemente e isso sem dúvida, deve ter contribuído para ter tido aquela pneumonia tão agressiva. A falta de ar e a sensação de asfixia são aterrorizantes assim como passar por tudo isso sozinha num leito de UTI. Mesmo sedada a maior parte do tempo sobrou medo e solidão. Os médicos e enfermeiros, apesar de atenciosos, não conseguiam esconder o medo quando se aproximavam. Era tudo muito novo, e ninguém esperava encontrar aquele vírus logo após o Carnaval de 2020.

Vou poupar-lhe dos detalhes desse horror, mas foram quase 20 dias de hospital. Para você ter uma ideia da luta que travei contra o vírus, perdi quase 8 quilos nesse tempo internada.

Sabe quando na minha vida consegui perder 5 quilos que fossem, em 20 dias? Nem no auge das minhas paixões e muito menos das desilusões.

Fato é que quase morri. Saí do hospital ainda precisando de cuidados e assim sendo, desmarquei o meu voo de volta que seria dia 15 de março.

Assim que eu desmarquei, Portugal entrou em estado de calamidade, ou seja, fechou as fronteiras e cancelou todos os voos.

Bem, o que não tem remédio, remediado está. No Brasil fui ficando, tratando de recuperar-me a esperar pelo momento de voltar.

O começo do confinamento foi muito conturbado por conta da minha doença e recuperação de maneira que só comecei a sentir o isolamento de fato, no final de abril.

Abril. Maio. Junho.

Chega, né? Tá bom! Queria voltar para Portugal, pois lá, no começo de junho, eles começaram a voltar ao normal. Fizeram por merecer e já estavam liberados e livres. Ou quase.

Enquanto isso, a coisa no Brasil só piorava.

A TV brasileira fazia questão de contar os seus mortos dentro da minha sala de estar. Muito triste. Essa mesma TV esfregava na minha cara a incompetência e mau-caratismo do ser humano. Desolador. Um enorme desencontro de informações e uma enorme aflição por conta de um total desgoverno.

Confesso que já estava a beirar a depressão, e também, não é para menos com tudo que já tinha passado até ali.

Então comecei a procurar ocupação. Fiz cursos, pães, novenas, lives, meetings, músicas, dei ordem em armário e o resto até que me dei conta da minha imunidade.

Se teve algo de bom nesse episódio todo, foi o fato de eu já estar imunizada. Realmente não sei se valeu o preço altíssimo que paguei, mas uma vez pago, ser livre para poder ir e vir e não sentir aquele medo que paralisa é catártico.

Comecei com caminhadas pelo calçadão e inscrevi-me para possíveis trabalhos voluntários em hospitais, os quais fui chamada para um ou dois apenas. Passei eu mesma a fazer as minhas compras no mercado com visitas diárias a padaria.

Foi aí que os telefonemas começaram. Muitas amigas, mas muitas mesmo, ligaram para avisar que esse vírus poderia ser contraído por mais de uma vez. Insistiam que nada garantia que eu estava imune.

Aquela preocupação em massa intrigou-me demais. Infelizmente, pior que isso, começou a incomodar, pois, sutilmente, passaram a me controlar.

Na-na-ni-na-não! Aqui não violão!

Percebi que tinha a turma da dor de cotovelo, e para essa um abraço!!

Mas tinha outro povo que estava tão apavorado, mas num grau tão grande de histeria que realmente acreditava contra todas as evidências, que eu deveria ficar em casa trancada, mesmo estando imune. A esses, perguntei quando, na opinião deles, estaríamos liberados. Silêncio.

Tenho cá para mim, minhas teorias a respeito, entretanto, todas polêmicas demais para esse Brasil polarizado, ainda mais se for eu, uma portuguesa, a dizê-las.

Foi aí que a TAP, a minha querida TAP confirmou o meu voo de volta para o dia 23 de junho. Ahhhh, que felicidade. Eu acho.

Finalmente o Carnaval de 2020 chegaria ao fim.

Arrumei as minhas coisas numa ansiedade infantil. Ameacei fazer um bota-fora só para colocar terror na mulherada, mas acabei por despedir-me por telefone mesmo só daqueles que tinha certeza não me alertariam para o risco de eu entrar num avião.

Continua…Vai ter outro texto só para contar como foi meu regresso. Ou você pensa que foi fácil?

Leia Também:

Por que Barbara Godinho decidiu voltar para a sua Terra Natal?

Barbara Godinho

Sou uma Portuguesa meio tropicalizada. Moro em Lisboa, já fui curadora de museu e exposições. Hoje trabalho com turismo. Apaixonei-me pelo projeto Dominique e cá estou a colaborar.

1 Comentário
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    hmgy83
  2. Texto maravilhoso! Me identifiquei em gênero, número e grau. Também sou Covid Free! Não passei, graças a Deus, por suas agruras de internação, muito menos UTI. Mas posso imaginar seu sofrimento. Agora, quanto à cobrança, inspeção dos outros e a raiva em todoS quererem me cobrar o tal “fica em cada”, aff! Ninguém merece! Pelo nos não merecemos, né? Viva a imunidade! Fui, peguei e venci!!
    Beijo, Barbara e Passeie Bastante!

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Voltar a Minha Terra Natal

Faz tempo que não escrevo para Dominique. É capaz que nem lembre mais de mim, aquela portuguesa tropicalizada que casou com um brasileiro do Leblon.

Bem, como disse em outro texto que escrevi, por conta de um casamento de mais de 2 décadas, falo um português bem brasileiro além de outros detalhes.

Depois de 25 anos morando no Brasil, os filhos cresceram, o casamento acabou e não vi mais sentido em continuar longe da minha terra natal. Não necessariamente nessa ordem.

Resolvi voltar para Portugal, onde estavam parte da minha família e amigos de infância.

Claro que ao longo desses anos todos que morei no Brasil, visitei Portugal com uma certa frequência, não a desejada, mas a possível quando se está a criar filhos e fazendo a vida. Mesmo quando passávamos grandes temporadas, um mês ou mais, parecia ser apenas uma breve passagem. Pouco a pouco passei a ser turista no lugar em que nasci.

Não digo que foi fácil ficar tão longe dos meus por tanto tempo, mas também não foi uma tragédia, até porque eu que escolhi essa vida de expatriada, por assim dizer. Sendo que fui muito bem recebida pela família do meu ex, sem nunca esquecer que era família DELE e que no final das contas sangue sempre fala mais alto.

Fiz amigas e algumas super amigas de quem jamais me separarei mesmo com um oceano de distância, entretanto, reconheço, que mesmo com todas as mais modernas ferramentas de comunicação, o bom mesmo é o tête a tête sendo que alguns assuntos só mesmo se pudermos cochichar, sabe como é?

Entre os muitos motivos para meu regresso talvez o mais importante seja minha mãe, que, apesar da estupenda saúde, já passa dos 80 anos e não suportaria a dor que passei por estar longe quando o meu pai faleceu. Está na hora de ajudar os meus irmãos nesse sentido.

De mais a mais, parece que quando envelhecemos começamos a querer ficar perto de nossas lembranças mais longínquas para que elas não esmaeçam ou até mesmo desapareçam nas falhas de nossas memórias.

Como foi minha volta a minha terra natal? Mais difícil do que imaginei.

Bem, não é só desligar um botão e ligar outro.

Partidas são partidas e recomeços, geralmente, são edificantes, todavia, esse bom sentimento vai surgir apenas no final do processo, quando já conseguimos ver o tal “recomeço” com distanciamento histórico.

Para tentar sofrer menos, resolvi que não cortaria totalmente os vínculos com o Rio de Janeiro. Como se isso fosse possível para quem tem 2 filhos cariocas! Decidi manter um pequenino flat na cidade maravilhosa.

Procurei morada perto do conselho onde nasci e cresci. Agora, ninguém vive na Cidade Maravilhosa por 25 anos impunemente, de maneira que morar perto da orla, mais que um luxo, tornou-se uma necessidade. Assim sendo, mudei-me para Cascais, onde fui generosamente acolhida e não me arrependo uma vírgula da minha escolha.

Tal e qual, ninguém fica longe de Portugal por 25 anos impunemente. As diferenças culturais assimiladas por mim, se faziam notar a todo instante.

Só para ilustrar: nunca perdi o meu sotaque lusitano, sendo que em qualquer lugar que chegasse no Brasil, a primeira coisa que sempre ouvi foi a inevitável pergunta acompanhada de um simpático sorriso – É portuguesa? Ora pois! Sim, sou. Como adivinhou? – brincava eu de maneira coquete.

Agora pasme! No meu regresso a terra natal, qual não é meu espanto quando vejo que os meus conterrâneos julgam-me brasileira justamente pelo meu sotaque. Como assim? Exatamente!

No Brasil sou considerada portuguesa e em Portugal acreditam que sou brasileira. Como disse, esse é o preço a pagar por “abandonar” não um, mas dois países ao longo da minha vida.

Quando casei e finquei pé no Rio, uma das coisas que mais senti falta eram de referências.

As mulheres com quem lá convivi conheciam-se da vida toda, e faziam questão de mencionar o passado, aquele que justamente eu não fazia parte, a cada 5 minutos. O pediatra das crianças era o pediatra que outrora tinha sido delas. Chamavam as mães uma das outras de tia, apesar de não terem laços sanguíneos algum. Passaram férias juntas em Búzios, Angra e Cabo Frio. Morriam de rir ao relembrar o Circo Voador e os seus shows na década de 80. Sentia-me uma alienígena.

Com o tempo, construí as minhas próprias memórias, virei tia de amigos dos meus filhos e acabei por conhecer o Circo voador. Foram muitos bons momentos e outros nem tanto, aliás como a vida deve ser.

A minha adaptação ao meu velho novo mundo lusitano correu bem apesar de um pouco solitária no princípio, afinal a vida de todos e de tudo que eu conhecia não tinha parado por 25 anos a minha espera. Por fim, tudo deu certo, já estou climatizada e completamente inserida. Sinto-me pertencente novamente.

Como o meu trabalho é e sempre foi remoto, posso passar temporadas no Brasil quando a saudade aperta assim tenho a ilusão de ter sempre o melhor dos dois mundos.

Penso que sou uma pessoa muito feliz com essa vida que escolhi, pois, sofro para ir, e mais ainda para voltar. Isso só pode significar que sou muito feliz em ambas as minhas pátrias, na terra natal e na terra escolhida. Sou uma grande privilegiada.

Bem, a história que ia contar aqui era outra, mas acabei numa digressão sem fim e o meu último Carnaval no Brasil vai ficar para o próximo texto. Assim pelo menos comprometo-me a escrever semana que vem, tá?

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Novos Amigos? Na minha idade?

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Barbara Godinho

Sou uma Portuguesa meio tropicalizada. Moro em Lisboa, já fui curadora de museu e exposições. Hoje trabalho com turismo. Apaixonei-me pelo projeto Dominique e cá estou a colaborar.

2 Comentários
  1. Bom conhecer a sua história. Me dá um pouco de alento. Só que fiz o caminho inverso e resolvi vir envelhecer num lugar sobre o qual não tenho memórias. Estou a tentar construí-las. Assim, vou seguindo por cá.

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Os signos e as suas malas de viagem

Quando escrevi sobre as viagens e signos, a receptividade foi muito grande! Foi aí que algumas pessoas me incentivaram a escrever como seriam as malas de cada signo. Por isso, pensei que seria algo realmente divertido de pesquisar, além pensar em uma série de pessoas conhecidas e seus comportamentos na hora de fazer as suas malas (inclusive eu).

Áries

O ariano é capaz de viajar de um dia para o outro. Fazer uma mala não é um problema para ele. Os arianos têm uma mente tão bem estruturada e sabem perfeitamente o que colocar para cada dia, para cada ocasião e certamente não esquecerão nada. Eles são como um computador. Uma camisa e um suéter para cada par de calças, 2 sapatos, uma capa de chuva para o caso de chover, ingressos comprados para uma visita ou um show, a câmera, a seleção de restaurantes da região e os amigos da região aconselhados a visitá-los e jantar com eles.

Touro

Touro precisa de um pouco de preparação. Que horas será a viagem? Opa preguiça! O que eu coloco na mala? Então, para não esquecer nada, eles colocam tudo e produzem uma enorme mala de fim de semana. Mas, se chover… se estiver frio… se estiver quente … Quebrar a rotina do taurino é um trabalho. Eles preferem viagens organizadas com calma, para ter tempo para se empolgar. Sua mala é quente, com roupas e sapatos confortáveis.

Gêmeos

Gêmeos não têm problema em improvisar uma viagem. Eles podem sair em uma hora (seriam melhor duas horas). Os geminianos colocam em uma mala uma camiseta para cada dia, blusas, sapatos que combinam com tudo, um maiô, um carregador de celular, uma boa câmera, nadadeiras e óculos para mergulho ou botas, um livro ou o tablet …. Para eles, no fundo, o importante é viajar! O problema é que muitas vezes colocam coisas a mais e, em outras, a menos na mala…. e não é difícil desfazerem e fazerem a mala novamente para se certificar do que colocaram já que podem mudar uma ou várias vezes de ideia.

Câncer

Os cancerianos não gostam de improvisar. Eles têm que pensar se o local combina com eles, a hora, o que poderiam visitar, o que colocariam na mala… É claro que precisam de uma semana para preparar tudo, no mínimo. Eles não sabem como fazer uma mala pequena, por isso é sempre enorme. Conjuntos completos são feitos para o dia e a noite (o que não é o mesmo). Um sapato diferente para cada modelo, acessórios… Eles fazem as malas uma semana antes para ver se falta alguma coisa… e são muito “limpimhos”, levam seus sabonetes, cremes, etc….

Leão

Os Leoninos estão sempre com a mala pronta. Eles são capazes de partir em 4 horas. Podem fazer uma lista de tudo o que acham que precisam e depois colocam tudo nas malas às pressas. Por isso, levam várias combinações, sapatos, acessórios, protetor solar, um livro ou tablet, uma câmera, um guarda-chuva, um maiô, um carregador, remédios… Sempre malas grandes, porque odeiam não se vestir adequadamente para todas as ocasiões. Se eles perdem alguma coisa, obviamente compram. Se for uma viagem programada, a mala estará pronta no dia anterior .

Virgem

Os virginianos não sabem improvisar, mas a mala é pequena. As viagens devem ser planejadas com antecedência por vários motivos. Eles entram no clima, para ter uma ideia exata do que colocar na mala. Eles fazem listas exaustivas de tudo o que precisam e o que nunca esquecem são as roupas esportivas, de banho, tênis, livros, músicas, carregadores, tablets, ferros, agulhas e crianças… 2 dias antes terão a mala pronta, mas ainda vão dar uma última olhadinha para ver se não falta nada.

Libra

Os Librianos e suas malas… Porque existem várias malas… Elas precisam ser programadas! Eles fazem sets completos para cada dia e para cada noite, com acessórios (inclusive o chapéu)… É exagerada, mas sempre impecável e se esquecer de algo… seria um drama, porque eles não podem sair se não estiverem impecáveis. Eles não sabem improvisar, pelo menos 1 semana antes, o normal seria 1 mês antes. O libriano precisa saber exatamente quais atividades fará, para não esquecer detalhes de cada conjunto que levará. Eles viajam com a farmácia nas costas, o guarda-chuva, as luvas para não danificar as mãos, os vários cremes… De qualquer forma, eles precisam de muito tempo para arrumar as malas.

Escorpião

Os escorpianos podem improvisar uma viagem com dois dias de antecedência, mas a mala será importante. Apesar de práticos, não querem que falte nada nela. Não costumam levar malas pesadas e sempre usarão cadeados, são meio desconfiados. Adoram ir para lugares com natureza e como a música sempre é sua companheira, levam seus fones de ouvido, um item indispensável.

Sagitário

Os sagitarianos estão entre os mais rápidos. Com apenas 1 hora antes, eles pegam uma mochila e organizam com 2 camisetas e 4 cuecas, a escova de dentes, o livro, fones de ouvido, tênis, o violão, roupa esportiva (dependendo de onde vão escolhem entre neve e mar)… Eles não levam muita coisa… Com seu sorriso bonito e boa energia resolvem tudo. Ficam muito animados para conhecer novos lugares e, durante a viagem, ficam on-line e veem os lugares que não devem ser perdidos, mas estão sempre em movimento.

Capricórnio

Os capricornianos gostam de viajar, mas planejam por meses, estudam o local, possíveis visitas, possíveis hotéis… e quando decidem, organizam e definem a data. “Suas malas” são iniciadas dois dias antes e não faltam detalhes: tudo bem organizado, para o frio, o calor, a chuva, tudo bem harmonizado. Não se esquecem da farmácia, do secador de cabelo, de todos os cremes, da câmera e do plano de viagem bem planejado com seu itinerário, além das passagens compradas… tem passagens para tudo!

Aquário

Os aquarianos podem improvisar uma viagem de um dia para o outro. Eles têm tudo organizado, são muito práticos. Sua mala é pequena, simplificada e com uma ou duas cores fáceis de combinar entre elas. Normalmente levam apenas o necessário e tentam se sentir confortáveis. Alguns sapatos para tudo. Esporte e vida saudável são importantes para eles. Eles vão para um hotel com academia, para poder ir às 8:00 da manhã. Buscam ter tempo para fazer tudo. Tênis, shorts e um par de camisas apanhados na última hora. As visitas são sempre agendadas, tudo bem planejado e com bom humor.

Peixes

Para peixes custa muito organizar a mala, às vezes com roupa de mais, outras com itens de menos. Como são difíceis de “focar” acabam colocando coisas desnecessárias, “caso” precisem na viagem. Levam secador, cremes, shampoos com receio de não ter no local , exageram muitas vezes na quantidade pois como são um pouco desorganizados, não combinam as roupas e outros acessórios para os dias da viagem. Então, acabam não pensando muito e só vão colocando kkkkk… Porém, fones de ouvido, máquina fotográfica jamais são esquecidos. Eles gostam muito de recordações.

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E agora, como vamos viajar?

Maria Mazza

Amo viajar e amo conhecer lugares. Sou administradora de empresas, agente de viagens na Engenhotur e Dominique claro.

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Que tal experimentar esses drinks feitos à base de bebidas legitimamente brasileiras

Este dias eu li que o isolamento social imposto pela pandemia está relacionado ao aumento do consumo de álcool. E não cresceu só no Brasil não. Você acredita que já colocaram até apelido: “quarentinis” ou os drinks da quarentena. Por aqui não há exageros, mas tenho tomado ótimos vinhos com a curadoria da minha amiga Patricia Brentzel.

A Pat é sommelière e conhece muuuuito de vinho. Além de recomendar os melhores vinhos, ela sempre me incentiva a experimentar novas uvas ou marcas. É ótimo porque faço cada descoberta com ela que às cegas não compraria.

Ela continua firme e forte nesse período de isolamento social e criou a campanha Beba Bem em Casa. A Pat garimpa os melhores vinhos, compartilha as novidades pelas redes sociais e quem compra recebe o produto em casa.

Além do universo do vinho, a Pat conhece e tem várias dicas bacanas sobre outras bebidas. Estes dias eu a vi compartilhando ideias incríveis para drinks. Foi aí que eu pedi a ela para desenvolver o drink Dominique, especial para nós. Ela topou o desafio, mas não criou apenas um, enviou 9 receitas de drinks para agradar a todos os gostos das Dominiques. E tem mais: algumas bebidas são legitimamente brasileiras (e não é cachaça)!

Dominique Hip Drink

O Dominique Hip Drink é feito com Gin. Já falei várias vezes aqui o quanto adoro essa bebida. A tônica traz uma leveza, então não fica um drink tão forte. Adorei o toque final do anis estrelado.

  • 50ml de Gin
  • 20ml de Curaçau Blue
  • 30ml de xarope de açúcar (opcional)
  • tônica
  • gelo
  • 1 ou 2 anis estrelado para decorar

Kiro

Eu não conhecia o Kiro, que é um switchel brasileiro. É uma bebida não alcoólica à base de gengibre, mel, vinagre de maçã e água. É super versátil porque podemos criar drinks sem álcool. Seguem duas receitas:

Kiro Paixão (não alcoólico)

  • 250ml de kiro
  • 1 colher de polpa de maracujá
  • 1 raminho de hortelã
  • gelo

Kiro & Jack

  • 200ml de kiro
  • 50ml de jack daniel´s
  • 1 rodela de laranja bahia
  • gelo

Quetzalli

Outra bebida que eu desconhecia. O Quetzalli é um cocktail já engarrafado, feito com tequila, maracujá, limão e calda de agave. O agave é uma planta nativa do México, extraído de um cacto. Dizem que o xarope de agave adoça como o mel e tem baixo índice glicêmico. Mas é pra ir com calma, porque engorda!

Quetzalli Cafezin

  • 50ml de Quetzalli
  • 30ml de café
  • 10ml de cointreau
  • gelo

Quetzalli Margarida (releitura da Margarita)

  • 100ml de Quetzalli
  • 30ml de suco de limão
  • 30ml de cointreau
  • gelo

TiiV

O TiiV é uma vodka orgânica brasileira, multi-destilada e filtrada, produzido a partir do álcool neutro da cana-de-açúcar. Tão forte quando a vodka tradicional, tem um sabor todo especial. Só provando mesmo para conferir.

Blood Mary

  • 50ml de Tiiv
  • 150ml de suco de tomate
  • molho inglês e tabasco à gosto
  • gelo
  • sal para fazer a borda do copo

Moscow Mule

  • 50ml de Tiiv
  • 20ml de suco de limão
  • 20ml de xarope de açúcar (opcional)
  • ginger beer
  • gelo
  • hortelã para decorar

Virgulino Ferreira

Virgulino Ferreira é uma bebida é feita a partir da fermentação de jabuticabas e fortificada com cachaça. O vermute tradicional, que é à base de vinho, foi a inspiração. Na nossa versão, a uva deu lugar à jabuticaba. É delicioso!

VF Tonic

  • 50ml de VF
  • tônica
  • rodela de laranja
  • cravo (opcional)
  • gelo

VF Negroni

  • 50ml de gin
  • 50ml de Campari
  • 50ml de VF
  • 1 rodela de laranja
  • gelo

Qual deles você gostou mais?

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