Tag: Aprender a namorar

Manual com dicas e cuidados para o relacionamento virtual

Parece até estranho ensinar uma mulher de mais de 50 anos alguma coisa. Mas quando se trata sobre relacionamento com outra pessoa, é preciso sim. Primeiro, porque se você está solteira novamente, deve ter passado vários anos casada. As coisas mudaram muito desde quando tínhamos 20 anos. Ao mesmo tempo, porque as paqueras agora começam num relacionamento virtual, coisa dos novos tempos.

Dominiques, antes de tudo temos de combinar uma coisa! Você não só pode, como deve investir nos relacionamentos virtuais. Não circulamos mais por tantos grupos assim, então não teremos mais muitos “amigos dos amigos” disponíveis para conhecermos. Depois porque a internet tem uma super, mega, vantagem! Com os aplicativos, conseguimos fazer uma boa seleção dos perfis que mais combinam com a gente. 

Vantagens do relacionamento online

Imagina só… vamos poupar um ou dois encontros antes de escutar aquela bobagem que desencoraja qualquer uma de continuar. Uma economia, hein. Não precisa investir logo de início no cabeleireiro ou na roupa nova! 

Outra vantagem do relacionamento virtual é que nós podemos começar o contato. Isso mesmo. Nada de ficar sentada em casa esperando o cara ligar. Você pode procurar os melhores partidos (ainda se fala isso?), dar aquela stalkeada no perfil (o modo tecnológico de dizer bisbilhotar!) e pronto. O próximo passo é dar um “match” e ele logo saberá que você curtiu o perfil. 

É a partir desse momento que o nosso guia vai te ajudar. É que se de um lado a internet simplifica e amplia as chances de conhecer outras pessoas, você pode cair em uma cilada. Trambiqueiros sempre existiram, mas no virtual fica difícil identificar os casados, os fakes ou os especialistas em enganar as mulheres.  

Primeiro, organizei o manual com dicas para você ter sucessos nos relacionamentos virtuais. Em seguida, fiz uma lista dos cuidados que você deve ter. Leia e boa sorte! Não se esqueça de voltar aqui para contar se deu certo!

Dicas para começar o relacionamento virtual

# 1 – Não fique aí parada esperando o homem certo para você. Vá a luta para buscar o seu par ideal. Nas configurações do seu perfil, invista em fazer os filtros de seleção. 

# 2 – Quando conhecer alguém, evite escrever muito. Menos é mais! Vá direto ao ponto dizendo algo assim: Seu perfil apareceu nos meus resultados de busca hoje. Eu acho que temos muito em comum. Gostaria de conversar e saber mais sobre você!. 

# 3 – Comece trocando mensagens e peça uma conversa em video. Se a outra pessoa negar, pode não ser um bom sinal! Aproveite para observar outras coisas sobre o comportamento. Lembre-se: você não precisa se relacionar com todas as pessoas que conversa.

# 4 – Você deve escolher o primeiro ponto de encontro. Não aceite encontrar alguém em um lugar que você está familiarizada. É até gentil da parte dele!

# 5 – Não crie expectativas. É difícil não imaginar o encontro ideal ou como você quer que seja a outra pessoa. Mas nada será como a realidade, amiga!

# 6 – Faça uma listinha, pode até ser apenas na sua cabeça, das principais perguntas que você gostaria de fazer. Tente extrair o máximo de informações que conseguir!

# 7 – Sexo no primeiro encontro? Se rolou química entre vocês, os hormônios vão ficar em polvorosa. Não há regras e nem certo ou errado, ok. Mas você só deve fazer o que você realmente quer. 

# 8 – Não precisa ficar ansiosa se vai rolar o segundo encontro. Você está no aplicativo para achar um relacionamento bacana. Não gaste tempo com quem você não curtiu muito. Se precisar, ajuste o seu perfil para melhorar a seleção.

Cuidados antes de começar o relacionamento virtual

#1 – Nada de relevar a sua identidade completa, falando onde trabalha ou mora. 

# 2 Se você estiver gostanto muito e quiser conversar mais ao longo do dia, você pode passar o seu telefone celular … e só! 

# 3 – Mas antes disso, tente fazer contato pelo Skype ou usando sua  webcam. É até bom para ver realmente quem está do outro lado da tela.

# 4 – Desconfie de quem é insistente e quer saber mais informações pessoais sobre você. 

# 5 –  Jamais… em hipótese nenhuma… nunca dê dinheiro, mesmo que vocês já tenham iniciado um relacionamento. Muitos trapaceiros conquistam primeiro para roubar depois. 

# 6 – Infelizmente homens casados também frequentam os sites e apps de relacionamento. Uma boa dica para investigar o estado civil é marcar almoço de domingo ou passeios sábado a tarde. 

# 7 – Você deve sempre proteger a sua identidade, mas pode bancar a detetive e tentar obter o máximo de informações sobre a pessoa. Apenas para certificar-se de que a pessoa é mesmo quem diz ser e não apresenta riscos. 

# 8 – Sempre avise amigos e família de um encontro. Se está na dúvida ou com receio, mas ainda assim quer tirar a prova, convide alguma amiga para ficar próximo. A segurança vem em primeiro lugar. 

Leia mais:

10 sites e apps de relacionamento

Sexo com Dominiques

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Com chip ou sem chip, coisas acontecem

Separação depois de 25 anos de casamento. Quem lembra como é namorar? Passa um ano e junto com a tristeza vem um esplendoroso sentimento de liberdade. A descoberta do que é viver sozinha. A alegria dá até vergonha. Afinal, era para continuar de coração partido, não é?

Chega o segundo ano. Aparece uma inquietação no corpo e uma certa melancolia no coração. O que será que dá dentro da gente?  Nunca mais aquele frio na barriga?

E surge a constatação de que é preciso reaprender a namorar.

A gente olha em volta e começa a prestar atenção nas histórias de quem encontrou o par perfeito no Par Perfeito.

Hum! Não vai dar. E a vergonha de se expor, a preocupação com a privacidade? E se alguém descobrir? Um dia, uma amiga experiente faz um comentário que desmistifica os receios. Vamos tentar.

Dizem que não se deve fazer nada na internet depois de três cervejas, mas quem segura? Lá estamos nós no site de encontros, cadastro feito, descrição bem escolhida, nada de foto. E começa a espera.

Surge um, surge o segundo, o terceiro. São poucos pra quem achava que haveria uma enxurrada de pretendentes na mesma situação. O primeiro é o que dá mais química.

São conversas intermináveis pelo sistema de mensagem (aquele que a Microsoft comprou, lembra?). As conversas sempre terminam com muita malícia. Oh! Céus, onde aprendemos a escrever assim.

Dois meses depois vem a proposta para um encontro cara a cara. Sensação de adolescente indo para o primeiro date. Que roupa usar? Clássica ou descolada? Está muito decotado? Escolher uma mais comprida? Cafezinho, happy hour ou jantar? Ir ou não no embalo?

Quer saber, dá tudo certo! Surge mais um e aparecem outros e vamos lá. O plano não era esse mesmo, reaprender a namorar? Quando vê, está administrando uma carteira de seis sujeitos. Uns, frequentes, outros aparecem de vez em quando, uns querem uma coisa, outros só ter uma companhia para dançar.

Sabe o mais legal dessas histórias? Conhecer pessoas fora do nosso círculo e descobrir que tem gente interessante em qualquer meio ou profissão.

De repente, a gente percebe que ficou esperta, aprendeu. Convidou? Tá aceito, sem problema, vamos conhecer. Pisou na bola, teve chilique? Tá fora.

Assim se passa quase um ano. Você nunca pensou que aprenderia a namorar sem se apaixonar e muito menos quebrar o coração. Isso é ficar? A vida corre despreocupada.

Um dia, vai à uma singela festa de aniversário de uma amiga. Domingo, chácara, feijoada, muita família, música. Nenhuma intenção extra.

Chega lá, você faz uma brincadeira inocente com um convidado. Ele dá bola. Daqui a pouco te puxa pra dançar. Não desgrudam o resto da festa. A conversa parece de amigos antigos (Velha infância). Troca de números, um beijo escondido.

E assim começa a história de duas pessoas, do jeito que a maioria dos namoros acontece há alguns séculos. Nenhum chip envolvido.

A moral da história também é velha conhecida – cabeça aberta e coração generoso são bons atrativos para a sorte no amor.

Ah, a Ju Junqueira fez uma lista esta semana dos apps e sites de relacionamento mais bacanas para uma Dominique. Você viu? Tá aqui.

Inês Godinho
Inês Godinho

Jornalista, brasileira, ciente das imperfeições e das maravilhas da vida. Contradições? Nada causa mais sofrimento do que um texto por começar e não há maior alegria que terminá-lo.

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