Tag: Personalidade

Você gosta do seu nome? Ele combina com você?

Dominique - Nome
Da Rosa, da Violeta…O nome da gente é de uma importância impressionante. Ahhhh, você tá falando que não por que você não se chama Magenta. Tá bom, nem eu.

Muito já se falou de como o nome é determinante na vida da pessoa. Algumas, como diz o Zé Simão, são inclusive predestinadas.

– Ludmila: fala verdade, Ludmila nasceu pra ser princesa!
– Você conhece alguma Alessandra feia?
– Ou Melissa velha?

Não vou falar aqui de quanto os nomes podem influenciar na personalidade do meliante.
Vou contar algumas historinhas que vivi ao longo destes anos com amigas e nem tão amigas assim.

Uma vez, combinamos de almoçar 4 amigas. Fui a última a chegar e ficamos alguns minutos esperando por uma mesa. Foi quando ouvi chamarem por Sandra. E minha amiga Odete levantou. Olhei com cara de interrogação.
E ela:
– Vamos, somos nós.
Vendo que eu continuava sentada, ela me pergunta:
– Você acha mesmo que daria o nome Odete num restaurante bacana como esse? Para essa mocinha nesta saia curtíssima dizer em voz alta Odeeeeteeee??? JAMAIS. Sandra somos nós!
– Claro, Odete, claro…

Outra…
Já reparou a confusão que fazem com nomes que acabam com E ou com A?
Viviane/a
Cristiane/a
Gisele/a
Liliane/a
Matilde/a
Michele/a
Rosane/a
Mariane/a
Rosário/a
Enfim, ôô drama pra lembrar, né?

Juro, a Gisele tem muita cara de Gisela. Não é? E não sei com você…Mas comigo, se chamo errado uma vez, é pra sempre!

Outro dia, num encontro mais formal, fui apresentada à Liliana. Mulher séria, falávamos de trabalho. Na terceira vez que perguntei Liliana ou Liliane, escuto.
– Tanto faz.
– Como assim?
– Tanto faz, querida. Se você não conseguiu guardar meu nome até agora, nunca mais guardará. Portanto atenderei Liliana ou Liliane! Mas vamos adiante! O projeto!

Ooooo inferno, viu? Vergonha monstro. Entendi o recado.

Então, neste dia, desenvolvi uma técnica. Fico íntima! Isso! Fico íntima já na apresentação.
Vivi, Cris, Mi, Ro, Gi, Li, Lili, Ma, etc… Sem medo de ser feliz.
Até hoje, nunca ninguém reclamou deste ocasional e oportuno carinho.

E você tem alguma história com seu nome?

Leia mais:

O dia em que percebi o primeiro último dia da minha vida
Mentira do bem – 3 mentiras que contei para não fazer mal a ninguém

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

18 Comentários
  1. ahahaha…hilário os comentários e o post, mas nenhum chega oas pés de meu nome. Me chamo Janeisa Maria Steinbach Tomás. O Tomás é por casamento e casamento com um português. Pois é, sou Janeisa, porque minha mãe criativa do jeito que é escolheu a letra “J” para nomear os filhos Jane, João Luiz e Janine e aí quando chegou minha vez, deve ter jogado as letras do alfabeto para cima e conforme caíram, formaram o meu nome. Brincadeira à parte, já lutei muito contra mal entendidos. As pessoas não entendem nem ao primeiro som. Teimam em colocar um acento agudo na letra “i”, ou então querem colocar um diminuitivo e me chamar de Jane (não dá porque já tenho minha irmã) e assim entro em luta linguística a vida toda com esta criatividade em demasia de minha mãe. Fazer o que? C’est la vie!

  2. Me chamo José e tenho 30 anos. Sempre ouvi as pessoas chamando nos eventos ou pra fazer exame Sr. José qdo levanto eles questionam se sou eu mesmo. Qdo criança era raro encontrar outro José na mesma geração. Tenho sobrenome gringo que cada um pronúncia de um jeito, então cada um me chama de um jeito, amigos, família, trabalho cada um escolheu um sobrenome do 3 que tenho além dos que me chamam de Ze rs … acabei tendo que aceitar e ser feliz assim…rsrs

  3. Meu nome é Amélia, em homenagem a minha avó…Nunca conheci uma Amélia criança..rss. ..Não gosto muito do meu nome, me chamam de “Mel”…E acho uma tremenda falta de imaginação, sempre que conheço alguém, ouvir: “ahh, vc que é a mulher de verdade??” E cantam a música….

  4. Meu nome é Rosa, herdei de minha avó…Rosa Tania, assinado pela minha mãe…um nome único, nunca conheci outra Rosa Tânia…é a minha marca! Rosa é um nome poético, sensível e forte como eu. Um nome curto, sonoro, um sussurro! Adoro quando meu apaixonado fala ao meu ouvido, Rosa! Um nome universal, existe em muitos idiomas. Gosto dele falado no Inglês, onde o R é marcado, no Sueco o S é duplo, no italiano é uma paixão…rsrsrsrs!

  5. Meu nome é sueli de Fatima Leda….muitos me chamam de Li…Su…Leda..morei na Italia cinco anos eles nuncam conseguiram pronunciar Sueli..me chamamavam Suelen…ate me acostumei e gostava muito …voltei para o Brasil sueli era estranho para mim ..mas tudo bem….conheci Peter Americano que hoje é meu esposo incrivel suellen voltou pra ficar na America tambem a pronuncia Sueli impossivel…sempre a pergunta que vem aos meus ouvidos “”Seus pais assistiam o seriado “Dallas”haha…enfim…gosto de Sueli ..curto muito Suellen…na minha profissão fui conhecida como Leda…e assim virou uma curtição…se voce observar estou como Faty…vem de Fatima…Uma Aventura….abraços Meninas !!!!!

  6. Conheci uma “Deolinda” … em homenagem a uma tia e a enfermeira que ajudou no parto !!! Quando apresentada dizia : MEU NOME É DEOLINDA… mas não sou de Olinda!!!

  7. Me chamo Maria Dulcínia e segundo meu pai foi em homenagem a Enfermeira que fez meu parto (Puxa!!! Não podia ter sido uma Sandra,Márcia,Regina…rs).Sempre achei que era Maria Dulcinéia,mas ok…Depois de muito tempo conheci algumas Dulcínias- deve ter mais umas 2 no mundo…kkkkk.Nunca acertam meu nome fica sendo:Dulcinéia,Dulcina,Dulcinda e por aí vai.Não gostava de meu nome até que com uns 40 anos (tenho 59),um colega de trabalho falou que era legal.. .diferente…que tinha personalidade,etc.e só me chamava de Dulcínia (quase todo mundo me chama de Dulce),então assumi e agora gosto.Depois que “assumi”muita gente tem de chamado de Dulcínia naturalmente,sem errar.Freud deve explicar…rs…

    1. Que ideia legal do seu pai de homenagear a enfermeira, Dulcínia e um nome lindo! As pessoas devem ter pararam de errar por perceber que você tinha orgulho do seu nome.

  8. Meu problema não é o nome e sim o sobrenome: Paes.Escrevem Paz,Pais, Pás e até Pães. Já vou logo soletrando.

  9. Adoro meu nome mas ninguém entende de primeira: Milian. Qdo me perguntam o meu nome e eu respondo: é Milian. As pessoas entendem Emília. Ou então: como é seu nome? Milian. Ahmmmm? Aí tenho que soletrar letra por letra, kkkkk. Ou:ahhh, Miriam. Não. MILIAN.E assim vai. Amo meu nome pq é diferente e eu adoro ser diferente!!!!

  10. Meu nome é Egle! Dá para alguém entender de primeira? Sempre tenho que repetir ou até soletrar! Mas acho que tenho muita cara de Egle!

  11. Kkkkkkk Adorei o post! Hilário! Me chamo Elisabeth e gosto muito do meu nome. Minha mãe contava que era pra ser Rosemeire… Ufa! Ainda bem que meu pai mudou de ideia na hora de registrar. Sou a caçula de seis irmãos, e os cinco que chegaram antes de mim, tem nomes começados com E ou H, Eliana, Eladir, Herbert, Herter, Heloisa e quando eu tinha cheguei, pra fechar com chave de ouro, papai colocou EliSabetH, que começa com E e termina com H! Interessante isso! Quero ressaltar que não tenho nada contra o nome Rosemeire, mas gosto mais de Elisabeth, pois Beth, Betinha, Lis, Elis soam muito melhor aos ouvidos do que Rose, Rosinha ou Meire! Concorda? Beeeijo, Dominique! ! !

  12. Izildinha é meu nome.
    Izilda Zilda me soam totalmente estranho.
    As pessoas pensam q estou querendo ser íntima me apresentando pelo apelido MAS NÃO É APELIDO! É o meu nome…
    Para algumas mostro o RG. Na infância sofria, agora não me importo. Apesar de que ter um nome no diminutivo…

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Processo de transformação para assumir os cabelos brancos

Dominique - Cabelos brancos
Temos visto cada vez mais mulheres assumirem os cabelos brancos, uma atitude muito ousada para um país como o nosso que cultua a perfeição e juventude eternas.

Há que se ter estilo, não é para qualquer uma, ninguém quer ter uma aparência desleixada, mas para algumas Dominiques fica o cúmulo do charme, ah como fica!

Frequentemente recebemos inúmeros pedidos de nossas seguidoras em busca de informações para assumir as madeixas brancas, como fazer, como conviver com a sociedade durante o processo e como manter-se com a aparência jovem.

Conversamos com a fotógrafa Elizabeth Fergie que há dois anos teve coragem e tomou a decisão de parar de pintar seus cabelos escuros.

Foi um tratado que exigiu estudo, dedicação e ousadia, mas que valeu cada minuto, tanto pelo maravilhoso resultado, quanto pela liberdade conquistada.

Ela compartilhou com a gente sua experiência durante o processo e deu algumas dicas fantásticas que ninguém nos conta e, normalmente, só descobrimos quando estamos passando pelo perrengue.

Quando ela finalmente decidiu não pintar mais os cabelos e a raiz branca começou a aparecer, passou a se maquiar todo santo dia, usar roupas escuras, aposentou as estampadas, principalmente as de bicho, afinal segundo ela, gambá não combina com leopardo. Só com estas mudanças já começou a se sentir renovada.

Elizabeth fazia selfies diariamente para se convencer que foi a melhor decisão do mundo. Ela acha que pagou um mico e tanto de bobeira!

No meio do caminho deixou de se importar com que os outros pensavam. Foi libertador.

Elizabeth diz em alto e bom som “Parei de tirar selfie, já não tinha mais insegurança. Sou uma belíssima mulher com cabelos brancos. A cor das minhas madeixas não me fez ficar mais velha, mas muito mais esperta”.

Não é porque se tem olhos claros que o cabelo branco fica um charme. É a paixão por dentro e a autoestima elevada que fazem você se sentir bem com ou sem cabelos brancos, pretos, ruivos, loiros.

Todas as manhãs, ela levanta da cama, coloca os ombros para trás, ergue a cabeça e encara a vida com alegria. Para a fotógrafa, a cor do cabelo não tem nada a ver com ser velha. É simplesmente a cor do cabelo e mais nada. Dominiques concordam!

Uma dica bem legal da Elizabeth para quem decidiu se libertar e assumir os cabelos brancos é, entre duas ou três tingidas, colocar apenas tonalizante. À medida que o tempo passa, os cabelos vão desbotando e aparece um efeito degradê.

“Foi a melhor coisa que eu fiz para mim mesma até agora”, diz Elizabeth. E continua, “deixar os cabelos brancos é difícil, mas o retorno é maravilhoso. Deixei de ir ao cabeleireiro a cada 15 dias, poupei tempo e dinheiro, mas o ganho é muito maior que isso”.

Para ela, não ter cabelos pintados, ter rugas, não significam que você não é jovem. Ser jovem é uma questão de atitude. Que adianta ter 30 anos e ter uma atitude de velha? Ser velha é não se reinventar, recusar-se a sair da área de conforto, não mudar.

Ela aprendeu a se valorizar mais, a ter o incrível dom da paciência. Decidir assumir os cabelos brancos leva tempo para chegar ao resultado final.

Agora, Elizabeth desfila com orgulho seus lindos cabelos brancos e suas rugas, poucas diga-se de passagem, porque eles são a prova de que ela passou pela vida.

Não é raro, muitas mulheres dizerem que tem inveja dela, pois é difícil ter tanta muita determinação. Elizabeth retruca “tem sim, a mulher é poderosa demais! Ela pode tudo! É criadora da vida!”

Ter cabelo ou não, cacheado ou liso, branco, colorido, cinza, marrom, não interessa. Você não é o cabelo, o que importa é o que está dentro, a mulher forte.

Quem não quer ser eternamente jovem? Mas a juventude vai muito além da cor do cabelo, é um estado de espírito.

Como parar de tingir? Tendo confiança. Basta querer. Cortar, deixar ou fazer mechas, tanto faz, o importante é o primeiro passo.

A Elizabeth se inspirou em Carmen Dell’Orefice que tem mais de 80 anos e Sara Harris, editora da Vogue em Londres que nunca tingiu o cabelo. Todas maravilhosas! Veja as fotos abaixo.

Dominique - Cabelos

A fotógrafa assume que é fã de si mesmo e agora as Dominiques também são suas fãs. Que mulher linda, por fora e por dentro!

Veja o processo da transformação da Elizabeth para deixar os cabelos brancos:

Leia mais:

A vida está complicada? Então vamos falar de cabelo…
Será o fim da guerra dos cosméticos contra a idade?

14 Comentários
  1. Entrei no salão no dia 11 de Setembro 2015 (a data foi pura coincidência) decidida:
    -“Cristina, tira toda tinta do meu cabelo!”
    -“Como ?? tirar toda tinta??” (espanto)
    -“Descolore…põe ele branco!”
    E assim foi. Esperar pelo processo com o cabelo de duas cores para mim era impensável.
    O cabelo teve todos os sintomas de um cabelo descolorido, fui cortando a medida que ia crescendo. Agora tenho todo o cabelo natural…tinha 52 anos quando fiz, levou 2 anos para meu cabelo ficar como da “Sarah Harris” produtora de moda da revista VOUGUE UK ( a mulher de cabelos compridos da foto acima) alias, ela foi a minha inspiração. Só posso dizer que foi LIBERTADOR!! não consigo mais me ver com cabelos pintados. Todo aquele sofrimento e trabalho de 15 em 15 dias…não quero mais!!
    Meu marido foi quem pediu para que eu pensasse no assunto…ele acha super elegante e charmosos o cabelo natural…ele nunca gostou de me ver com cabelos pintados e maquilhagem…”os homens são mesmo estranhos”!! =D
    A pouco tempo fui ao Brasil, pela primeira vez com cabelos brancos, chegavam a me parar na rua para saber onde tinha feito a pintura do meu cabelo. Quando eu dizia que era a cor totalmente natural ficavam espantadas e diziam…- “Vou deixar o meu ficar branco também!
    Não tenham medo, não é o cabelo branco que nos envelhece…é o psicológico.
    Sem ser ofensiva, mas muitas vezes vejo mulheres na rua que de costas parecem meninas de 20 anos mas quando viram de frente…é de assustar !!

  2. Eu radicalizei,matizei inteiro ficou cinza e deixei crescer,colocando um matizador sempre em tom assai ,foi crescendo e fui apagando as pontas e hj Ta completamente branco,feliz por me libertar da tinta.

  3. Eu nunca ouvi tanto elogiou como quando assumi os cabelos brancos. As mulheres diziam:Aí,queria ter sua coragem…eu respondia: como assim, coragem!!..é só um cabelo…e depois vc sempre pode voltar atrás se quiser. Mas percebi que é como aquele ditado: quando vc se assume, tudo conspira e a beleza vem junto!! Libertem-se!!

  4. Eu fiz luzes bcas e fui cortando aos poucos… c 6 meses cortei curto…um corte lindooo e agora estou totalmente grisalha!!! Não foi difícil não…

  5. Eu usei uns turbantes por 4 meses e depois cortei bem curtinho. Transformei minhas echarpes em turbantes, ficou um charme.

  6. Há 3 anos me libertei .
    Fiz o seguinte: descolori,cortei bem curtinho e fui ser feliz.
    Estou sempre arrumada e ficou bem charmoso o meu new look.

  7. Eu concordo com a Elisabeth em todos os pontos e pra mim também foi libertador. Só que eu fui radical: aproveitei que havia feito uma promessa de doar meu cabelo, após um ano de falecimento da minha mãe e, no corte para doação, passei a máquina 1. Hehehehehe Foi libertador nos dois sentidos: corte e cor.
    Também sofri muita pressão e sofro, mas detalhe: meu cabelo parou de enbranquecer. Acreditam? Mas estou feliz assim mesmo!

  8. Com que cordevo ter no cabelo pra começar o processo meu cabelo coloco coloração castanho medio

  9. “Uma dica bem legal da Elizabeth para quem decidiu se libertar e assumir os cabelos brancos é, entre duas ou três tingidas, colocar apenas tonalizante. À medida que o tempo passa, os cabelos vão desbotando e aparece um efeito degradê”
    Eu não entendi. Vocês disseram entre duas ou três tingidas. Mas para deixa-los brancos, tingir?
    Tenho muita vontade de parar de tingir o cabeli, mas tenho medo justamente fo processo.
    Socorro!

    1. Bia . Socorro mesmo.!!!!
      Nao tem soluçao perfeita . Eu usei uma tinta matizadora semipermanente porque desbota e fica com ese efeito ombre que eu achava maravilhoso.
      Pode tingir de loira platinada, mas estraga muito o cabelo. O simplesmente corta !!! Nao precisa ter medo . Nao doe!!! . O mas importante é ter determinação .

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Ambição

Não é sobre igualdade…

É sobre ser melhor no que eu tenho de diferente.

Dominique - Ambição

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