Envolvimento

Como é chato conviver com um chato, a pior espécie de mala sem alça

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Poucas coisas são mais irritantes que um ser chato. Um criminoso pode-se tacar no xilindró e jogar a chave fora. Quanto a um chefe ruim, existe sempre a chance de mudar de setor ou mesmo de emprego. Para um casamento acabado há o divórcio. Enfim, dá-se um jeito. Mas um chato é outra história. Geralmente longa, cansativa e… chata!

Existem vários tipos de chatos, e todos invariavelmente falam pelos cotovelos. O modelo de chato mais frequente é o engraçadinho. Ele sempre faz uma graçola absolutamente inadequada, no lugar errado, na hora errada e, obviamente, sem graça alguma.

Para tudo, rigorosamente tudo, ele tem de fazer uma, e quase sempre no final. Sim, porque chato engraçadinho fica à espreita de uma deixa, maquinando diversas piadinhas para fechar o papo com chave de ouro. Se são três pessoas juntas, o chato engraçadinho será geralmente o terceiro a falar – se conseguir não interromper a conversa antes. Os outros dois se entreolham, tipo “que mala!” , só que, ao perceber neles um sorrisinho polido, o chato engraçadinho acha que a sua piada abafou.Dominique - txt Chato

Pior é quando o chato é bonzinho. Não existe chato pior que o gente boa. Porque o chato mala, a gente despacha, sem dó nem piedade, mas o chato bonzinho é um inferno!

Como lidar com uma pessoa de boa índole, solícita, de valores e princípios admiráveis que simplesmente não se dá conta do momento em que deve parar de, por exemplo, explicar?

Explica, termina e, coisa de cinco segundos depois, quando a gente pensa que se livrou, o chato gente boa tem sempre de um a quatro adendos, o que ele julga ser importante pacas.

Chatos explicam tudo, querem saber tudo, sempre, em detalhes, usam exemplos, lançam mão de episódios pessoais que não interessam a ninguém, e falam, falam muito, sem ponto de edição.

Um chato lendo isso ia querer saber o que é “ponto de edição.” E se, por ventura, não entendesse a resposta, mas deduzisse, iria deduzir errado só para aniquilar o interlocutor, com mais detalhes.

O chato sabichão é o mais normal. Por isso, muitas vezes ele vive camuflado como não-chato, o que definitivamente não é. Senão vejamos , se alguém contar uma história absolutamente inédita, que ocorreu quando a pessoa estava sozinha, no seu quarto, dez segundos antes, o chato sabichão comentará “eu sei!” Aliás, o comentário standard do chato sabichão é o “eu sei ” e correlatos.

Sobre o sabor particular de uma receita de família, que a sua avó criou e só passou em segredo no leito de morte para sua mãe, que no leito de morte dela passou para você. “Ah, essa eu já fiz”, comenta o chato sabichão. E você nem precisa estar se dirigindo a ele, basta que o chato esteja por perto.

Chatos escutam bem, ouvem tudo e são desembaraçados, entram na conversa dos outros sem ser chamados. Serem participativos é uma de suas principais características. Chato que é chato quer sempre ser agradável, por isso interrompe com desfaçatez quaisquer raciocínios.

Dominique - txt Chato

O chato virtual é diferente. Uma vez que alguém torna público qualquer pensamento, o chato tem liberdade para manifestar sua chatice por completo. E quando alguém posta, via de regra sabe que o chato, cedo ou tarde, virá. E, claro, comentará, independentemente do conteúdo.

E, para complicar, surgiu no século 21 uma variação do chato virtual: o Google-chato. Ele não sobrevive off-line, e pouco importa se interage com um migué ou com um prêmio Nobel: o Google-chato no meio de um colóquio encontrará numa Wikipedia da vida alguma informação que só ele detém, na altura.

Há exceções, mas em geral um chato virtual é previsível. Ele oferece ideias, emoções, informações, que no entanto , vindas de um chato, soam inutilidade.

Um chato qualquer nada mais é que um vendedor, ele precisa que você “compre” a chatice dele.

O chato do contra, não. Esse costuma ser mal-humorado, tipo dono da verdade, e não tem o menor interesse em vender nada tampouco parecer simpático. Há quase sempre um “depende” na fala de um chato do contra. Assim ele entra na conversa para apresentar um ponto de vista inalcançável aos reles mortais: o dele. O céu é azul, mas o chato do contra dirá “depende” e fará ene malabarismos com a Escala Pantone, citará Stephen Hawking e – na cabeça dele – provará que o céu é amarelo.

Como todo chato, o do contra tem excelente memória, principalmente em relação à datas, fatos históricos e conhecimentos gerais. Não que seja necessariamente culto, mas o chato do contra investe em informação para ter o que ele acredita ser a última palavra.

Tem também o chato teimoso, que não requer grandes definições, uma vez que todo teimoso é chato.

Por não esticar muito, vale destacar ligeiro o chato pegajoso e o onomatopeico. O primeiro, não consegue interagir com ninguém sem tocar na pessoa. Em geral ele cutuca, mas às vezes o chato pega mesmo, questionando: ouviu? Todos os chatos usam muito “tá ouvindo?”, “não é?”, “entende?”, dando aos demais a clara impressão que são surdos ou imbecís.

O segundo, usa a tática do barulho repetitivo. Ou tamborilam com as mãos, ou assobiam, outros estalam dedos, enfim: emitem sons desnecessários e invariavelmente desagradáveis. Chatos onomatopeicos são possivelmente os mais difíceis de combater, uma vez que não usam o cérebro, é puro instinto.

O mais dramático nos chatos é eles não terem sequer ideia do quão chatos são, ainda que na maioria das vezes sejam de fato simpáticos e/ou inteligentes! Até porque os que se dizem chatos, não costumam o ser – cricas talvez, o que é uma derivação do chato genuíno.

Dominique - txt Chato

Chatos são pessoas que qualquer um corre o risco de encontrar. Eles estão por toda parte.

Por isso é importante identificar as características de um chato, para evitar ser um deles.

Lembrando que aqui só relatei os principais.

E que, às vezes, o mesmo chato se enquadra em mais de uma categoria.

Ah, só mais uma coisinha: há outros tipos que não mencionei para não parecer chata…

Leia mais:

O dia que ela viu a lua sem entrar na Apollo 11 – Um conto bem picante

Ela se casou por causa de speeding date

1 Comentário
  1. Que perigo ! Eu me identifiquei com todos os tipos … Mas só de vez em quando , entende? Ah ! Kkkk foi engraçado , não foi ? Beijinhos !

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Mulherões, é assim que mulheres se descobrem ao posarem para um ensaio

Conheço muitas mulheres que são mulherões, mas que detestam aparecer em fotos. Outras que acreditam que o tempo bom já passou e que não devem mais ter imagens registradas.

Dominique - Fotos
Umas tiram fotos só do rosto, do corpo nem pensar. Por que temos ideias tão distorcidas de nós mesmas?

Só que justamente uma sessão de fotos vem transformando a vida de muitas mulheres e para melhor! Quem diria?

Conversei com a fotógrafa Chris Day, uma Dominique linda e superativa, que foi modelo e trabalhou em publicidade.

Em 2001, fez um estágio no jornal New York Post e presenciou os ataques terroristas, gerando palestras, exposições e um livro.

Em 2009, lançou seu segundo livro, “Europa”, com imagens em preto e branco de alguns países europeus, comercializadas em ampliações fine art para decoração e colecionadores.

Chris Day vem desenvolvendo o projeto “O Sagrado Feminino”, tema hoje que é seu foco fotográfico.

De modelo à fotógrafa, Chris se apaixonou pelas possibilidades da imagem no universo feminino.

Dominique - Fotos

Ela capta imagens de mulheres e suas fases, momentos, dores e desafios, sua espiritualidade e força, suas diferenças…tão iguais em seu studio.

Ser mulher é fazer parte da criação, ser guardiã da família e da espiritualidade, ser mulher.

É ser Mãe de todos, amando incondicionalmente, exercitando a compaixão e justiça.

Ser mulher é exaltar o Sagrado em todos nós!

Não só suas curvas e texturas, como o encantamento, tão difícil de registrar num primeiro momento.

Sim, num primeiro momento, porque na primeira conversa com a modelo/cliente, Chris tem a oportunidade de captar sua audácia, timidez, força ou sensualidade em cada um de seus movimentos, gestos, palavras…ferramentas que usa durante o ensaio fotográfico.

Esta conversa cria o vínculo de confiança, porque o ensaio “acontece” na medida da entrega, dela e da modelo, seja um ensaio ou um retrato.

A magia acontece quando fotógrafa e modelo entregam seus corações ao momento, quando a mulher se desnuda de seus desejos, medos, preconceitos, estando vestida ou não.

E a mágica está ali, fica registrada para sempre, na imagem e na memória.

A transformação acontece, a experiência registra a beleza, o amor próprio, o “se dar o direito de”.

Não é pouco dizer que a transformação acontece, que a mulher entende que deve ter mais momentos só para ela, que merece sentir-se bonita, cuidada, especial.

Ela vai crescendo à medida que vai apoderando-se do que muitas vezes deixou lá atrás, sua sensualidade, sorriso solto, sua melhor parte, o prazer de estar fazendo algo só para ela.

Estas mulheres percebem, muitas pela primeira vez, o quanto são verdadeiros mulherões.

A transformação acontece em ambos os lados.

Chris e sua irmã, Vanessa Ornelas, maquiadora e produtora, se envolvem de tal forma, que a emoção toma conta ao ver a modelo feliz, inteira, dona de si.

Algo acontece em meio a sombras, batons, flashes, lentes e câmera, saltos agulha e taças de champagne.

Chris é inserida numa dimensão à parte, como num sonho, realizada e feliz por estar contribuindo com seu trabalho para o reencontro de mulheres consigo mesmas.

Modelos, clientes queridas, que tornam-se amigas e cúmplices, no resgate do profundo

“Sagrado Feminino” e se dão conta que são mulherões com M maiúsculo.

Dominique - Fotos

Não é raro depois de verem suas fotos ou books prontos, as modelos/clientes entrarem em prantos.

Não se reconhecem, não acreditam que são “mulherões” que esbanjam sensualidade e charme.

Também não é raro que estes books sejam um ponto de virada para muitas destas mulheres.

Algumas se separam.

Para outras seus companheiros passaram a vê-las de outra forma, reacendendo a chama do relacionamento.

Outras mudam até de carreira.

É muito mais que uma sessão de fotos, sensual ou não.

É uma porta que se abre rumo ao desconhecido com infinitas possibilidades de se amar mais e acreditar mais em si mesma.

 

Fotos são um retrato da alma não acha? Que tal fazer uma sessão dessas e descobrir que você é um desses mulherões?

Leia Mais:

 

Liberdade foi o presente que ganhei de 50 anos.
Papo de mulher! Vamos falar de laser íntimo e rejuvenescimento?
Os 50 trazem de tudo, mas nada como a sensatez e a ousadia!

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Ela se casou por causa de um speed dating!

Dominique - Speed dating
A minha amiga Andrea não participou de um speed dating. E nem eu.
Naquela noite, nós estávamos comemorando o meu 40º aniversário.
Chamei vários amigos em um bar aqui em São Paulo.
Era um bar pequeno e eu reservei a área externa.
Achei que o bar funcionaria normalmente na parte interna e no quintal. Casais, amigos, pessoas circulando… Mas não!
Naquele dia, o salão estava sendo usado para um evento chamado speed dating.
Eu (e a maioria dos meus amigos) só tinha visto isso em filmes.

Pra quem não conhece, speed dating é um evento organizado para apresentar pessoas que não se conhecem, mas têm algo em comum. A rapidez, como diz o nome speed, está no formato como tudo acontece. Num dia, 15 casais vão se conhecer por meio de conversas superrápidas, de 4 minutos em média. Após este tempo, um sino toca e as pessoas mudam de mesa. Tudo coordenado!

Naquele dia, enquanto as mulheres permaneciam sentadas, os homens trocavam de mesa e de bate-papo após os 4 minutos. Pode até parecer pouco tempo, mas os organizadores do evento atestam que 3 minutinhos já bastam para saber se rolou ou não uma química entre um casal. Agora faça as contas…em 1 hora qualquer um dos participantes têm 15 chances de conhecer alguém que valha a pena!

Posso dizer que a minha festa de aniversário foi muito divertida. Como o salão era todo envidraçado, nós acompanhamos várias conversas do speed dating. Fizemos apostas, torcemos muito para dar certo para vários deles. Também conversamos muito sobre novas meios de conhecer pessoas bacanas.

E é aí que começa a história da minha amiga Andrea. Ela é dois anos mais nova do que eu e já estava solteira fazia algum tempo. Queria conhecer alguém, mas não sabia onde ir. Nunca tinha pensado em usar a internet ou participar de eventos pra conhecer alguém. Na verdade, ela me confessou que tinha um certo receio. Dirigindo de volta pra casa, ela repensou sobre isso. Por que não experimentar, não tentar? Se nunca fez, não sabe se vai dar certo.

Pode parecer história de filme. Mas foi verdade. Chegando em casa ela se cadastrou no site de relacionamentos Par Perfeito. Sim, naquela mesma noite. Depois, ela se arrependeu. Tentou se descadastrar, mas o mês já estava pago. Uns dois dias depois, uma paquera aconteceu. E foi assim que a minha amiga conheceu o Marcus, com quem ela se casou 4 anos depois.

Adoro essa história. Ela não participou do speed dating, mas se dispôs a tentar algo de novo. Hoje em dia, são várias as opções pra diversificar o círculo de conhecidos e, se der sorte, conhecer alguém legal. Já escrevi aqui sobre apps e sites de relacionamento. Vale a pena tentar.

O Speed Dating Brasil é outra forma e diferente das antigas agências de encontros. Eles promovem encontros em São Paulo, Campinas, Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Também organizam festas e viagens. Alguns eventos são temáticos e todos mostram a idade dos participantes. Um dos encontros é chamado Elas Gostam dos Mais Novos, com a participação de mulheres entre 37 e 53 anos e homens entre 28 e 40 anos.

Você já tinha ouvido falar do speed dating? Se sim, conta para mim conta como foi!

Leia Mais:

12 dicas para lidar com os calores da maspassa, a maledeta da menopausa
E agora, José? Somos eu e tu e tu e eu

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Ju Junqueira

Jornalista que trabalha com internet há 20 anos. Divide o tempo entre as inovações tecnológicas e os trabalhos manuais no estilo Do It Yourself. Descobriu que é melhor que fazer meditação.

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Casada sim, cega não – Sou comprometida, mas não estou morta!

Dominique - Cega
Quem nunca olhou para o lado, por pura curiosidade, que atire a primeira pedra, o primeiro brinco, o primeiro salto, a primeira bolsa.

Somos fiéis, leais, longe de ser santas, mas uma olhadinha singela faz parte do show, afinal que mal faz? Olhar não tira pedaço…que pena.

Às vezes, não é só a beleza estonteante daquele homem sentado justamente atrás do seu marido no restaurante o que mais chama a atenção, mas o charme irresistível dele cada vez que leva a taça de vinho à boca, ai…e que boca.

E aquela camisa branca maravilhosa contrastando com o bronzeado da pele? A calça jeans  despojada, o sapato sem meia que pouquíssimos sabem usar. Ai Jesus me abana!

Amo homens com barba. Não aquela barba de um dia, tipo o cara tá tão gripado que nem a barba fez. Mas aquela barba levemente displicente que deixa o dito cujo com cara de mau (não confunda com sujo, pelamor!) e que quando roça no pescoço, ai meu Deus, me dá um frenesi. Sei lá o porquê parece que caras assim tem pegada.

Talvez porque meu marido nunca tenha usado barba, embora eu tenha pedido inúmeras vezes. A desculpa sempre era – tenho falhas na barba, dá trabalho, os pelos encravam…ah tem algo que acaba mais com tesão do que falar em pelo encravado?

Com o tempo a gente vai perdendo o macete da paquera. Que delícia a arte da sedução, uma espécie de dança do acasalamento. Olhares furtivos. Uma frase solta aqui, outra acolá. Mas é como andar de bicicleta. No começo até dá umas pisadas na bola, mas depois…vai longe e como vai.

Como mulheres sérias, recatadas e quase do lar, adoramos pensar ao menos numa fantasia, concordam? É só fantasia, não faz mal a ninguém. Não vamos realizar mesmo, mas sonhar? Não custa nada e pode até dar uma apimentada e tanto na relação, quem sabe!?

Já aconteceu de ser paquerada pelo amigo do meu marido numa reunião de casais. Foi sutil, até porque esse cidadão de bobo não tem nada, mas os olhares, rápidos e sorrateiros, entregavam o jogo. Um elogio inocente – nossa, nunca te vi tão bonita!, um apertãozinho no queixo para brincar com você, um abraço um pouco mais longo.

No começo, achei que eu estava vendo peruca em ovo, mas depois da terceira taça de champagne, comecei a curtir muito e minha autoestima foi para as nuvens.

Acabou ai. Nada que tenha comprometido. Nenhum deslize, nem mão boba.

Soube de marido que até gosta quando a mulher é paquerada e adoro alardear aos quatro cantos que é ele quem está com ela, o grande vencedor. No meu caso nada disso rolou, porque minha cara metade era a pessoa mais desligada do universo.

E quer saber, adorei, minha autoestima foi lá no céu. Cega jamais!

Leia Mais:

Piloto de avião Tereza Paz e uma verdadeira Dominique com asas!
Quiz Anos 80 – A época que deixou saudade para nossa geração

5 Comentários
  1. A mulher me olhou..

    Já peço o Telefone..e depois vou pro Motel..

    Se um Homem me olha… Significa.. que me achou bonito e ele É GAY… ou a Mulher dele…olhou pra min..
    KKKKKKKKKKKKKK
    É a vida.. toda mulher olhou praticamente está dando em cima……onde quer que você anda e chega..
    Sempre a MULHER vai olhar o que gostar.. não há como negar…..

  2. Concordo ! Melhora nossa auto estima e o desejo de nossos maridos por nós !!! Vamos combinar que ,é bem difícil manter o desejo ( desejo mesmo ) em relações muito longas …

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Não faça gol contra – Dominiques não divulgam fake news

Dominique - Fake News
Como não fazer gol contra, como não fazer o tiro sair pela culatra e como fazer para a sua ideologia não cair no descrédito sendo um joguete de Fake News. Passo a Passo.

Este texto é dedicado a você que levanta bandeiras com fervor, que acredita que está do lado de “pessoas do bem” e que pensa que combate o lado “do mal”!

Seu cérebro tende a buscar notícias que combinem com seu “estilo ideológico”. Sendo assim você segue blogueiras que tem um “estilo fashion” que você curte e se identifica.

Pois bem, você sabe os motivos do fake news? Além de conseguir curtidas no tal blog fake, estas notícias são criadas por duas razões básicas, em termos ideológicos, que estão muito distantes daquilo que você acredita, ideologicamente falando:

1 – A notícia falsa é usada para que você a compartilhe. Então, em seguida, ela é desmentida e você e sua causa caem na incredulidade e sua bandeira fica desmoralizada. Você perde a razão, que supõe que tenha, e que queira convencer seus vizinhos a vestirem sua camisa.

Estas notícias, que você fica contente em ler e em compartilhar, são armadilhas fabricadas justamente pelo seu suposto inimigo. Ele mesmo inventa a calúnia e posta. Você compartilha. A notícia será automaticamente desmentida em questão de horas. Você fica com cara de tacho, tendo caído feito pato na manobra do seu inimigo ideológico.

2 – A notícia falsa é utilizada para desmoralizar o suposto oponente. Vai que cola. E costuma colar pelo que se vê. Mas se você realmente acredita na sua “causa”, não precisa de mentiras, certo? Concluo que você possua argumentos sem a necessidade de apelar ou de fazer o mesmo que tanto condena a mídia: manipular.

Além disso, a notícia falsa é usada para que você compartilhe para que outros façam o mesmo e o blog ou site que publicou a lorota ganha likes e ganha dinheiro com seus clicks, por algumas horas, até a notícia ser desmentida. Você trabalha de graça e gera lucro para o site que não está nem aí com suas verdades e opções ideológicas.

Portanto, ao ler algo que lhe agrade profundamente e que sinta um enorme desejo de curtir ou compartilhar em sua página, verifique antes a veracidade da notícia. Cheque o nome do site/blog, dê um Google para checar se a notícia saiu em mídia de grande circulação, conhecidas e oficiais.

Investigue, pesquise, pondere, reflita. Não compartilhe!! Ao compartilhar, você enfraquece a sua própria bandeira!

Não me importa qual seja a sua, mas me incomoda tanta gente se deixar enganar desta forma.

Dominique também é de utilidade pública! Todas contra o Fake News!

Cynthia Camargo é autora do e-book “#paris – vivências”. Faça download já!

Leia Mais:

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Traição e aprendizado – É sim uma relação possível!

Cynthia Camargo
Cynthia Camargo

Formada em Comunicação Social pela ESPM (tendo passeado também pela FAAP, UnB e ECA), abriu as asas quando foi morar em Brasilia, Los Angeles e depois Paris. Foi PR do Moulin Rouge e da Printemps na capital francesa. Autora do livro Paris Legal, ed. Best Seller e do e-book Paris Vivências, leva grupos a Paris há 20 anos ao lado do mestre historiador João Braga. Cynthia também promove encontros culturais em São Paulo.

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