Tag: Fantasia

O que uma Dominique faz no Carnaval? Bom eu já fiz um monte de coisa!

Hummm Carnaval…Não sei você? Mas eu já fiz de tudo um tanto!

– Já assisti ao desfile de escola de samba na avenida.
– Já fiquei em casa cuidando de filho pequeno e vendo desfile pela TV.
– Já viajei.
– Já peguei trânsitos homéricos na estrada.
– Já fiquei.
– Já curti a cidade vazia.
– Já fiz bate e volta pro Rio.
– Já fui dormir cedo.
– Já fui pra um spa.
– Já fui pra retiro espiritual.
– Já desfilei em escola de samba.
– Já sai em bloquinhos.
– Já fui a baile no interior.
– Já namorei.
– Já me apaixonei e desapaixonei em 4 dias.
– Já fui atrás do trio elétrico.
– Já fiquei torrando na praia.
– Já fiquei torrando na piscina do prédio.
– Já fui confundida com travesti.
– Já fui beijada por um estranho…aiQdelía!
– Já fui para uma ilha deserta. Acompanhada.
– Já me fantasiei.
– Já usei pijama todos os dias.
– Já entrei em megaroubadas viajando em bando.
– Já fiquei trabalhando os 4 dias para entregar um projeto.

Não nesta ordem, necessariamente.
Aliás, quem nunca, né? E o que isso quer dizer? Nada.
Só que temos Carnaval todo ano e, com 52 anos, tive 52 feriados prolongados para fazer alguma coisa.
E o que temos para este? Hummmm…O céu é o limite.
A tranquilidade de saber que o que vier vai fazer parte de mais um Carnaval da minha história.
Seja sal, seja açúcar.
Seja água, seja fogo.
Seja sono, seja baile.
Seja confete, seja serpentina.

E você? O que já fez no Carnaval?

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Em belo momento do cinema, Sete Minutos Depois Da Meia Noite emociona e encanta o espectador

Com estética primorosa, Sete Minutos Depois da Meia Noite tem como base em seu enredo o uso da fantasia para tratar da tristeza.

O protagonista, Conor (Lewis MacDougall), é uma criança que precisa enfrentar dois grandes problemas na sua vida: bullying na escola e familiares que não conseguem dar o afeto que ele deseja. Ele tem um pai ausente, uma mãe (Felicity Jones) em fase terminal de uma grave doença e uma avó (Sigourney Weaver) muito severa e nada carinhosa.

Tentando lidar com a aproximação de uma perda tão grande, o garoto começa a imaginar a visita de um monstro gigante que lhe contará três histórias e, ao final delas, uma cura irá aparecer. Mas para isso Conor deverá revelar um segredo que ele não ousa dizer em voz alta nem para si mesmo.

Como lidar com o luto

Utilizando uma estrutura que lembra um filme de fantasia em diversos momentos, com direito a diversas cenas em animação, o diretor espanhol J.A.Bayona nos apresenta uma tocante história sobre como lidar com o luto. Conor está naquela fase em que é “velho demais para ser criança e jovem demais para ser adulto”, fazendo com que até as pessoas ao seu redor não saibam direito como lidar com a situação.

Enquanto a mãe tenta a todo custo dar esperança ao filho, a avó acaba assumindo um papel mais ríspido na vida do garoto. Não porque não o ame, mas por saber que, muito em breve, ele vai precisar enfrentar a realidade.

Tendo que escolher entre encarar a realidade como um adulto, ou se agarrar em falsas esperanças como uma criança, Conor acaba optando pela segunda opção. Assim, ele abraça a amizade com o monstro e deposita nela a esperança de encontrar uma cura milagrosa para a mãe.

O interessante das aparições do monstro é que, agindo como uma espécie de subconsciente do garoto, as histórias que ele conta nunca têm um final feliz. Com isso fica claro que o próprio Conor entende a gravidade da situação da mãe, mesmo que ainda não consiga admitir para si mesmo.

O jovem ator escocês Lewis MacDougall encarna com grande desenvoltura, deixando transparecer de modo comovente as dores do personagem – a dificuldade em admitir a verdade, o sentimento de culpa – durante sua jornada de crescimento. O nível de atuação do ator-mirim é mantido pelo elenco adulto que compõe o núcleo familiar.

Sete Minutos Depois da Meia Noite

Outro trabalho de destaque é o de Liam Neeson, que dá voz ao monstro, conseguindo com seu timbre imponente ir do amedrontador ao afetuoso. A fascinante criatura é o elemento fundamental da construção do universo lúdico do longa, principal mérito da direção.

Sete Minutos Depois da meia Noite é uma daquelas gratas surpresas do cinema. Um filme que lida com a dor de uma família, focando na da criança de forma fluida, sem fazer do excesso de drama uma necessidade.

Com deslumbrantes seqüências em animação, fortes atuações, roteiro conciso que sabe exatamente aonde quer chegar e uma direção que enaltece cada seqüência de forma poética e intimista, o filme consegue atingir o espectador em cheio, lidando coma dor de forma adulta, ainda que utilize o campo da fantasia, demonstrando o quão difícil é aceitar a perda.

Lindo demais!

Amei!

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5 ideias para (se) divertir as crianças da casa no Carnaval

A brincadeira ao som das marchinhas de Carnaval das matinês é diversão garantida para quem tem criança na família. E a festa pode começar em casa, na escolha e até na confecção da própria da fantasia. Tudo vai depender da habilidade. Melhor, da criatividade!

Mas o importante mesmo é curtir esse momento gostoso de levar o filho ou o neto para curtir a folia. Afinal, eles crescem tão rápido, que logo logo vão querer sair sem a gente. Bem sei!

Gente, tem cada coisa fofa! Eu separei as minhas queridinhas, claro…

Bonequinha de luxo

Puro glamour essa “divinha” do cinema.  Praticamente uma mini Audrey Hepburn. Acho que o cinema é sempre uma inspiração pra gente buscar ideias. E dá pra improvisar em casa com uma saia de tule. Só não pode ter dó de emprestar seus acessórios pra criança, certo?!

Tal mãe, tal filha

A tendência “Tal mãe, tal filha” ficou conhecida há alguns anos depois de várias celebridades americanas e brasileiras adotarem a moda de se vestir com as mesmas cores, estampas ou modelagens que vestiam suas filhas.

E porque não adotá-la também no Carnaval? Olha essa fantasia de mexicana? Eu amei!

Dá pra gente fazer junto com a criança as tiaras com flores de plástico a la Frida Kahlo e improvisar com roupas do armário. Eu falei sobre arranjos de cabelo no Vou cair de cabeça no Carnaval.

Super poderes para todos

Talvez seja a preferida da criançada e está sempre presente nas brincadeiras, né? O que seria da nossa infância sem os poderes desses super-heróis. As capas são as opções mais fáceis e servem para meninos e meninas. Mas se quiser ousar, olha essa versão feminina de Batman e Robin!

Não há limite para a imaginação

Quase toda menina faz ou fez balé e tem aquela roupinha no armário que dá para adaptar e transformar numa linda fada. As asas podem ser feitas com diversos materiais, inclusive, reciclado.

Aí a gente aproveita a experiência para unir o útil ao agradável e dar uma boa aula de educação ambiental. Essa aqui é de sobra de tecido.


Com seu melhor amigo

Aqui até o pet entra na farra! Não ficou uma graça? Que tal pensar numa composição em que a família toda, inclusive o animal de estimação faça parte? Não é bacana?

E quem sabe não pinta um concurso de fantasia pra participar na matinê? Já pensou? Quem aí se anima!

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Ele pediu para a esposa ser garota de programa – Apimentando a relação!

Dominique - fantasia

Apimentar a relação após muitos anos de casado não é para fracos.

Tarefa árdua, haja imaginação, a não ser que exista, lá no fundinho, uma fantasia “daquelas” que há tempos resiste, embora esquecida (ou escondida na esperança de algum dia ser realizada), mas pode acender aquele fogo dos velhos tempos que a rotina apagou.

Ahh… a rotina, sempre ela. O que acontece com a gente depois que os rebentos chegam?

Não existe nada de sexy em lavar mamadeiras, trocar fraldas, pagar escola, aulas de natação, balé, judô. Intermináveis festas infantis, fim de semana sim e no outro também, baladinhas e baladonas, que não são nada sensuais.

Mas a gente descobre que um dia isto acaba. Yes, darling, isso tem fim!

E agora? Tempo sobrando para finalmente transar de porta aberta. Por que não na pia, na mesa do escritório, no sofá da sala, na varanda? Hummm… na varanda é tão excitante.

Será que depois de tantos anos ainda sei como fazer? Claro que lembro, é que nem andar de bicicleta, só que agora não mais com a marcha 1 ou 2 marchas, mas 9, 10…

Foi nesse ambiente que Jorge e Ana, casados há 28 anos, um casal de filhos já adultos e independentes, descobrem que a fantasia que rolava lá no começo do casamento ainda existia, firme e forte. Estava lá, inerte como a Bela Adormecida, pronta para despertar.

E isto aconteceu depois de um beijo com “aquela” pegada e alguma imaginação que trouxe à cena aquele velho desejo escondido debaixo de 7 palmos de rotina.

Ele sempre sonhou em pegar uma garota de programa. Cheio de pudores, recatado e do lar, nunca ousou. Depois que Ana surgiu na sua vida então nunca mais sequer pensou na possibilidade. Jorge compartilhou com a companheira a ousada fantasia. Depois de alguns anos, Ana também passou a alimentar o tal desejo, nada convencional. É bom frisar que a fantasia não era com qualquer mocinha da vida fácil, era com Ana no lugar da tal mocinha.

Por que não? Quem vai julgar? Filhos criados, contas pagas, ainda juntos e felizes: por que não? É prá já!

Sim, a Ana, moça recatada e do lar, tirou toda a roupa: TODA! Ficou nua em pelo e vestiu apenas um casaco de vison (falso para não ser presa pela polícia ambiental) e acompanhada por um maravilhoso par de sapatos Chanel, salto 15, vermelho carmim.

Estava absolutamente deslumbrante e GOSTOSA.

O combinado era Jorge deixar Ana em uma esquina, dar a volta no quarteirão e passar na frente da linda moça, parar o carro, negociar o preço e ir para um motel. O máximo, vai!?

E assim fizeram.

Na sexta-feira à noite, lá foram eles para a avenida do Jockey Clube de São Paulo, um conhecido ponto de encontro das meninas de vida fácil (que não é nada fácil) da cidade.

Jorge deixa Ana, engata a primeira e vai dar a voltinha. Ela, linda e fantástica, fica lá na calçada. O que ele não imaginaria é que essa volta, de apenas 1 quilômetro, um mísero quilômetro, transformaria sua noite na mais surreal de toda a sua vida.

Jorge volta ao ponto de encontro, não mais que 5 minutos depois de deixá-la. Cadê a Ana? Tomou Doril! Ela simplesmente desapareceu. Ele, olha de um lado, olha de outro, procura e se desespera. Pela sua cabeça ainda passa uma centelha de culpa e ele pensa que ela encarnou a fantasia muito além do programado, vestiu o personagem e caiu na noite.

Confuso e à beira de um ataque de pânico percebe um alvoroço na rua mais adiante. Ao se aproximar, vê polícias em ação. Não é que a polícia resolveu justamente naquele dia fazer uma batida na famigerada rua e levar todo mundo em cana, incluindo, é claro, a Ana!

Vestida com seu casaco de vison falso e seu Chanel, verdadeiro,ela e todas as meninas da calçada foram parar na delegacia. Como explicar que focinho de porco não é tomada?

Ana tentava em vão explicar para o delegado:

– Eu não sou garota de programa, sou casada.

Ele rosna:
– E quem disse que você é solteira?

Ela retruca:

– Sou casada, não sou garota de programa. Tenho filhos! O senhor não vai acreditar, mas isso é apenas uma fantasia erótica! Sabe, um tipo de fetiche?

O delegado tira os óculos, mede Ana de cima a baixo e calmamente diz:

– Se a senhora é moça de fino trato, eu sou o Papai Noel. Prazer, também sou conhecido como Santa Claus e vim da Lapônia. Faça-me o favor minha senhora, tenha calma, sossegue e me poupe das suas desculpas. Conversa com suas amiguinhas aí, todas tem uma história para contar!

O desespero tomou conta de Ana que amaldiçoou a hora que topou a brincadeira. De repente, uma sensação de alívio a toma… Jorge entra afobado na delegacia, e ela, em surto e grita:

– Pronto! Pronto! Meu marido chegou, olha o Jorge ai…

Pensa que acabou? Não, tem um detalhe fundamental: como provar quem são eles e que são casados? Quem em sã consciência anda com uma cópia da certidão de casamento na carteira? Tirando meu ex-marido, ninguém! O pior é que Ana estava sem qualquer identificação.

A confusão é grande. As explicações desesperadas do marido só aumentam a balbúrdia. O o delegado perde a paciência de vez. Olha para Jorge, o mede igualmente, e pronuncia:

– Casados? Aham… Pera lá, então posso concluir que o senhor é o cafetão dela!

Bom, o que já estava ruim podia, sim, ficar pior e ficou. O delegado, estressado, não vacilou e mandou os dois para o xadrez. Ana, só para lembrar, estava apenas com o casaco do corpo e os sapatos.

A situação bizarra não ia acabar bem e deixando os pudores de lado, contando com o bom senso do delegado, Ana não vê outra saída, exceto ligar para sua amiga advogada às 3 horas da manhã.

Ela narra todo o episódio e pede um help para tirá-los de lá. Esta história rendeu e rende muitas risadas. Contudo, na hora ninguém achou nada divertido. Jorge e Ana nunca mais esqueceram daquela noite, que se não foi a mais caliente como o planejado, certamente foi a mais surreal da vida do casal!

Quem diria que a ousada fantasia de garota de programa acabaria assim.

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Sobrevivi aos anos 80 e 90…com cabelos crespos
Fiz um vídeo com frases para refletir e espalhar por aí! Vem ver!

Marot Gandolfi
Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

4 Comentários
  1. não dei a mesma sorte, fui abordadas por quatro pm, não teve conversa, me comeram até enjoar.. ligaram pro meu marido. Me levaram pra nossa casa, fui entregue na porta do nosso apartamento nua e com 40 reais na mão, cada um me pagou 10 reais.

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Casada sim, cega não – Sou comprometida, mas não estou morta!

Dominique - Cega
Quem nunca olhou para o lado, por pura curiosidade, que atire a primeira pedra, o primeiro brinco, o primeiro salto, a primeira bolsa.

Somos fiéis, leais, longe de ser santas, mas uma olhadinha singela faz parte do show, afinal que mal faz? Olhar não tira pedaço…que pena.

Às vezes, não é só a beleza estonteante daquele homem sentado justamente atrás do seu marido no restaurante o que mais chama a atenção, mas o charme irresistível dele cada vez que leva a taça de vinho à boca, ai…e que boca.

E aquela camisa branca maravilhosa contrastando com o bronzeado da pele? A calça jeans  despojada, o sapato sem meia que pouquíssimos sabem usar. Ai Jesus me abana!

Amo homens com barba. Não aquela barba de um dia, tipo o cara tá tão gripado que nem a barba fez. Mas aquela barba levemente displicente que deixa o dito cujo com cara de mau (não confunda com sujo, pelamor!) e que quando roça no pescoço, ai meu Deus, me dá um frenesi. Sei lá o porquê parece que caras assim tem pegada.

Talvez porque meu marido nunca tenha usado barba, embora eu tenha pedido inúmeras vezes. A desculpa sempre era – tenho falhas na barba, dá trabalho, os pelos encravam…ah tem algo que acaba mais com tesão do que falar em pelo encravado?

Com o tempo a gente vai perdendo o macete da paquera. Que delícia a arte da sedução, uma espécie de dança do acasalamento. Olhares furtivos. Uma frase solta aqui, outra acolá. Mas é como andar de bicicleta. No começo até dá umas pisadas na bola, mas depois…vai longe e como vai.

Como mulheres sérias, recatadas e quase do lar, adoramos pensar ao menos numa fantasia, concordam? É só fantasia, não faz mal a ninguém. Não vamos realizar mesmo, mas sonhar? Não custa nada e pode até dar uma apimentada e tanto na relação, quem sabe!?

Já aconteceu de ser paquerada pelo amigo do meu marido numa reunião de casais. Foi sutil, até porque esse cidadão de bobo não tem nada, mas os olhares, rápidos e sorrateiros, entregavam o jogo. Um elogio inocente – nossa, nunca te vi tão bonita!, um apertãozinho no queixo para brincar com você, um abraço um pouco mais longo.

No começo, achei que eu estava vendo peruca em ovo, mas depois da terceira taça de champagne, comecei a curtir muito e minha autoestima foi para as nuvens.

Acabou ai. Nada que tenha comprometido. Nenhum deslize, nem mão boba.

Soube de marido que até gosta quando a mulher é paquerada e adoro alardear aos quatro cantos que é ele quem está com ela, o grande vencedor. No meu caso nada disso rolou, porque minha cara metade era a pessoa mais desligada do universo.

E quer saber, adorei, minha autoestima foi lá no céu. Cega jamais!

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5 Comentários
  1. A mulher me olhou..

    Já peço o Telefone..e depois vou pro Motel..

    Se um Homem me olha… Significa.. que me achou bonito e ele É GAY… ou a Mulher dele…olhou pra min..
    KKKKKKKKKKKKKK
    É a vida.. toda mulher olhou praticamente está dando em cima……onde quer que você anda e chega..
    Sempre a MULHER vai olhar o que gostar.. não há como negar…..

  2. Concordo ! Melhora nossa auto estima e o desejo de nossos maridos por nós !!! Vamos combinar que ,é bem difícil manter o desejo ( desejo mesmo ) em relações muito longas …

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