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Maquiagem para pele madura – nós, Dominiques – vídeo 2 – Visagismo

02 - Maquiagem_site_VisagismoContinuando a série de vídeos sobre maquiagem para pele madura, para nós Dominiques, hoje compartilho o segundo vídeo que fala sobre visagismo.

O visagismo é uma arte que fornece técnicas incríveis para criar uma imagem pessoal reforçando nossas qualidades. É impressionante como, quando bem feito, o resultado é espetacular.

Ilumina o rosto, afina o maxilar, nariz, testa e amplia o olhar. É mágico e fácil de fazer.

Desta vez, a maquiadora Vanessa de Ornelas explica passo a passo como fazer os contornos corretamente para chegar ao resultado esperado para quem tem pele madura, afinal precisamos atenuar os pontos fracos e ressaltar os pontos fortes.

Nós próximos vídeos, ela vai mostrar como fazer a maquiagem dia e para maquiagem noite especialmente para nós, Dominiques.

Acompanhe o trabalho da Vanessa, tem dicas incríveis, www.vanornelas.com.br

Depois me dia se você fez e o que achou do resultado.

Veja mais:

Maquiagem para pele madura – nós, Dominiques – vídeo 1 – Pele

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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Descobrindo os imensos prazeres de viajar sozinha

Banner_Viajar SozinhaViajar sozinha é algo que estou fazendo há alguns anos, pois quando podia viajar ou tinha a oportunidade, estava sem companhia. Adoro viajar com mais pessoas, porém viajar sozinha tornou-se para mim algo muito especial e vou explicar por quê.

O fato de poder ir aos lugares que queremos conhecer, previamente anotados, torna-se real.

Ou seja, posso fazer o roteiro todo, com os lugares que quero conhecer, no meu ritmo. Seja rápido ou devagar, dependendo da disponibilidade de tempo, faço à minha maneira.

Se estou em um museu e determinada ala não me chama muito atenção simplesmente mudo e vou para outra que me interessa mais, sem discutir.

E se um determinado lugar realmente me fascina, posso ficar bem mais do que imaginado, pois só devo satisfação à mim.

Posso comer o que quero e na hora que quero.

Tem algo mais legal que parar para comer quando se está com fome, sem ficar preso a horários? Posso escolher o restaurante conforme meu gosto e  “bolso” pessoal, comer rápido ou devagar, conforme minha vontade.

Posso dormir e acordar a hora que quero.

Idem à alimentação. O banheiro e quarto são meus. Ponto.

Bem, parece maravilhoso, mas obviamente tudo tem o lado oposto que é, muitas vezes, viajar sozinha não é tão bom quando, por exemplo, vê-se uma paisagem deslumbrante e não tem ninguém ao lado para dizer:

– Olha isso!

Ou quando você se vê diante de uma situação de conflito ou medo….

Para que isso não ocorra é preciso tomar uma série de cuidados.

Vou mencionar alguns itens que acho importante ressaltar e serve como uma lista para quem vai começar a viajar sozinha, principalmente sendo mulher.

Escolha um destino próximo

Para fazer sua estreia viajando sozinha, escolha  uma cidade no seu próprio país ou onde a língua seja a mesma ou parecida, pois você precisará pedir informações a todo instante, então  ficará menos envergonhada se falar e entender corretamente o que estão dizendo.

Além do mais, se tudo der errado e você odiar a experiência, fica mais fácil voltar.

Escolha um período de tempo razoável

Não pense em viajar sozinha por um mês se nunca fez isso. Por mais que goste de sua própria companhia, pode estranhar ficar sempre sozinha ou mesmo ter que conversar com pessoas estranhas o tempo todo.

Escolha o período  de 1 semana a 10 dias, acho um bom termômetro. Se a experiência for boa, vá aumentando à medida que se acostuma.

Não carregue mais coisas do que suas duas mãos podem segurar

Nada pior do que ver aquelas cenas das pessoas sozinhas carregando malas, sacolas e ter que ficar parando a todo instante para descansar. Nada disso. Viajar sozinha tem que ser algo prazeroso, você não foi  pagar promessa.

Algumas pessoas que cruzarem seu caminho podem ser gentis, mas a maioria, já tem suas próprias bagagens para carregar. Então não vacile.

Escolha lugares alegres, históricos ou cosmopolitas para uma primeira vez

Minha opinião é que para uma primeira vez, absolutamente sozinha, é prudente você escolher opções mais leves do que ir a um templo no Nepal, alguma cidade sagrada da Índia ou visitar uma aldeia de crianças na África.

Lembre-se que ao viajar sozinha podem aparecer sentimentos muito variados em contato com culturas muito diferentes ou muito mais “pobres” do que está acostumada.

Melhor ir a lugares onde, em alguns momentos, você possa se “misturar” com outras pessoas, às vezes, sentando ao lado num restaurante ou começando uma conversa numa fila de atração,etc… fica menos penoso para uma primeira vez.

Banner_Viajar SozinhaSeu companheiro será seu celular ou laptop

Sim, esses itens serão seus companheiros para viajar sozinha. Por isso, escolher bem o lugar é fundamental, pois sem wi-fi ficará muito mais difícil, tanto para pesquisar informações bem como se “conectar” com familiares ou amigos. Isso faz toda a diferença em uma viagem. Melhor deixar para escalar algum monte quando estiver mais segura em viajar sem companhia.

Itens femininos

Preciso mencionar que em determinados lugares que visitamos, itens para nós básicos, como absorventes, OB, etc…. não são muito fáceis, então leve sem hesitar caso necessite usar durante o tempo de viagem.

Quanto a alisadores de cabelo, chapinhas etc…. escolha um deles, pois peso é algo imprescindível como já mencionamos.

Armário

Suas roupas devem ser versáteis, leves e fáceis de lavar, caso seja necessário. Mesmo que você viaje para Tailândia ou África você não precisa se vestir como Indiana Jones.

Use suas roupas confortáveis, porém pesquise o lugar para onde vai viajar e respeite também os costumes locais, veja se é necessário cobrir ombros e pernas (locais religiosos) e coloque um xale ou casaquinho para esses fins.

Idem para locais muito quentes, não esqueça de um chapéu para não se expor demais ao sol e depois ficar o restante da viagem parecendo um frango assado.

Da mesma maneira, apesar de você ser uma mulher corajosa, usar roupas condizentes com o local é também não se expor a situações “provocantes “ usando roupas “abusivas” em territórios mais masculinos. Isso chama-se precaução.

Interna_Viajar Sozinha 2Locomoção dentro das cidades

Planejar sua viagem é além de tudo, se antecipar aos detalhes. Se locomover sozinha dentro de determinados lugares merece cuidado.

Quando for abordar um taxista e não gostar muito da fala dele, dê desculpa e não pegue esse táxi. Melhor do que ficar depois todo o trajeto preocupada ou achando que ele a está levando para outro caminho.

Dentro de um táxi ou ônibus, ao conversar com estranhos, não fique falando muito da sua viagem e mesmo que você pareça absolutamente uma estrangeira, sempre mencione uma prima que mora na cidade, pois intimida um pouco.

Fique sempre próxima a outros grupos de turistas, caso esteja em um ônibus ou mesmo visitando às atrações locais. Dá uma certa segurança.

Mas basicamente planeje antes de ir, atenção com os horários de abertura e fechamento das atrações, pois assim você pode traçar previamente o roteiro evitando chegar em locais já fechando ou que não abriram ainda.

Em locais que o metrô seja um pouco assustador tente ficar perto de grupos de mais turistas, pois mesclando-se você se torna menos vulnerável.

Paciência acima de tudo

Você deve ter em mente que em que algumas situações sua paciência será testada, algumas discussões acontecerão e você se sentirá sendo enganada algumas vezes…porém  quando está em um país que não é o seu, deve-se ter calma e paciência. Você se sentirá provocada, mas tente sempre manter a calma e não entre em discussões desnecessárias.

Acho que com essas dicas você pode começar a esboçar sua primeira viagem by yourself. Logo iremos publicar em outro post mais dicas valiosas de viagem!

E não esqueça de nos contar como está a sua preparação! Queremos saber de tuuuuuuuudooooo.

Leia mais:

North Eleuthera – Uma viagem à uma ilha paradisíaca 

A Rússia por uma Dominique! O País da Copa do Mundo – Capítulo I

Maria Mazza
Maria Mazza

Amo viajar e amo conhecer lugares. Sou administradora de empresas, agente de viagens na Engenhotur e Dominique claro.

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Fome de Poder – Um filme sobre a maior rede de fast food do mundo

Banner_fome_de_poderA verdadeira história por trás do sucesso da maior rede de fast food do mundo

Hoje minha dica é o filme, disponível na Netflix, Fome de Poder.

Fome de Poder tem um ritmo ágil, diálogos enxutos, atuações e um ótimo Michael Keaton no papel principal, mas sem dúvida, sensacional é a história real.

Fome de Poder explora a história da criação de uma das marcas mais famosas do mundo, o McDonald`s.

Dirigido pelo cineasta texano John Lee Hancock, o filme apresenta argumentos sólidos, mostrando todo o início da empresa pelos olhos do ambicioso Ray Kroc (Michael Keaton) que guia a trajetória da rede de lanchonetes.

Kroc foi o homem que criou o império do fast food, porém em cima da ideia da inovadora dos irmãos Dick e Maurice McDonald.

Quem já comeu um Big Mac deverá ficar curioso para conhecer a história.

Interna_fome-de-poderKroc (1902-1984) era um vendedor que percorria as lanchonetes emergentes da América, nos anos 1950, oferecendo novos equipamentos para facilitar a operação daqueles pontos de vendas de hamburger. Ao ser surpreendido por um pedido enorme dos misturadores de milk shake que vendia, quis saber mais sobre o desconhecido restaurante na Califórnia que teria demanda para tanto leite batido.

A perseverança de Kroc para entrar no negócio e com seu conhecimento do mercado, transformar o McDonald`s em uma rede de franquias esbarrou na pouca ambição dos McDonald. Eram veteranos no ramo muito satisfeitos com o sucesso local. Quando o obstinado Kroc consegue sua parte na iniciativa, o filme começa a contar em detalhes saborosos como ele vai espalhando as lojas pelo país, não sem enfrentar um milhão de problemas.

A tradução literal do título americano, “O Fundador”, vende o filme de um jeito e o título em português “Fome de Poder”, vende o filme de outro. Ambos corretíssimos, mas o foco está mesmo na disputa jurídica pela rede.

Ver os irmãos literalmente perderem sua criação para um empreendedor esfomeado por dinheiro e poder é uma premissa excelente para um bom filme.

Uma surpresa é a trilha sonora que consegue dar conta do triunfante para o sombrio – quando o sonho dos McDonald aos poucos se transforma no sonho de Kroc – com uma variação sutil de temas ao piano.

Michael Keaton vive mais uma vez o homem dúbio e empresta carisma e energia ao seu personagem impiedoso, vilão meticuloso que abre suas verdadeiras facetas conforme é atacado. Destrói os sonhos dos outros para alcançar status e sucesso. Keaton na pele desse conturbado Kroc demonstra mais uma vez sua qualidade como ator.

Vale a pena conferir essa história real e incrível!

Bom programa para você!

Tags: 2016, Cinema, Fome de Poder, Biografia, Drama, História, Estados Unidos da América, John Lee Hancock, Título Original, The Founder, Michael Keaton, Laura Dern, MacDonald´s, História Real, Netflix

 

Trailer:

Leia mais:

Como é chato conviver com um chato, a pior espécie de um mala sem alça.

Pizza! Hoje é dia da dela! Para você 10 deliciosas receitas.

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Tudo é uma questão de tempo

Se tem uma coisa que me irrita é quando alguém diz que o maior luxo na vida é ter tempo.

Na minha modesta opinião não ter tempo pra nada não quer dizer que você é uma pessoa bem-sucedida. Quer dizer que você não sabe lidar com ele.

A menos que você seja mãe de mais de cinco filhos, sem babá e com um marido que trabalha no turno da noite, eu diria que o tempo é administrado assim como o dinheiro. Aliás, tempo não é dinheiro. Taí outra frase que eu não gosto.

A nossa relação com o tempo durante a permanência nesse planeta é muito estranha.

Até a adolescência, quando você sabe que ainda tem uma vida inteira pela frente, rola aquela pressa de ficar mais velho. Se você perguntar para uma criança quantos anos ela tem ela não diz quatro. Ela diz “vou fazer cinco”. Se tem dezessete responde “vou fazer dezoito”.

Aí, depois que a criatura passa dos vinte, e eu diria que até os quarenta, ela vive em paz com o tempo. Estuda, se forma, vai à balada, começa a fazer sexo com qualidade, beija muito e, finalmente, começa a ganhar seu dinheiro.

Nesse período a gente acha que aquela pressa que te atormentava finalmente saiu de férias. Não, minha querida. Ela, assim como você, também cresceu, mudou e se transformou em ansiedade, que nada mais é que a pressa casada com o medo.

E toca correr pra fazer tudo o que se quer, inclusive a terapia.

Aí você chega aos cinquenta. Passa rapidinho, né? E nem vem com esse papinho furado de que hoje em dia os cinquenta são os trinta de anos atrás. Cinquenta é cinquenta. E é ótimo! Porque finalmente você se dá conta que a pressa, a ansiedade, o medo e tudo o mais que você discutiu com seu psiquiatra não tem mais a menor importância.

A vida é mesmo muito louca porque quanto mais tempo a gente tem mais a pressa nos domina. Afinal, quando somos jovens e temos muitos anos pela frente, o medo de não dar tempo é enorme. E, ao contrário, quando já vivemos meio século e nos resta menos tempo de vida, bate aquela calma do tipo “posso fazer amanhã o que teria que fazer hoje”.

E se nenhum profissional da psicoterapia, da neurociência ou mesmo um expert de física quântica sabe explicar esse fenômeno, eu sei.

Aos cinquenta a gente finalmente aperta aquele botãozinho mágico do “Foda-se” que aciona um superneurônio até então adormecido, que domina todos os outros que a essa altura já estão cansados de tanta correria, liberando seu cérebro para fazer o que quiser e quando quiser.

E por favor, nem pense em falar de “melhor idade” que isso, além de mentira, é coisa de idoso. E idoso, segundo a lei, é depois dos 60.
Portanto ainda falta muito tempo!
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Helena Perim

Escritora e roteirista, trabalhou como diretora de arte em canais de TV e produtoras, mas acabou trocando o desenho pela escrita. Hoje, é freelancer na criação e no desenvolvimento de projetos pra TV e Internet. Também é autora de 4 livros de humor, que falam de comportamento, turismo e moda.

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Dicas e sugestões para o seu look praia

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Maiô Lygia & Nanny

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Antes de tudo, vamos definir um princípio: não importa a idade, todas podem usar maiôs e biquinis. O mais importante para tomar a decisão é ter bom senso e autoconhecimento para sentir-se confiante, segura e feliz em suas escolhas.

Com o passar dos anos, nos tornamos mais sensíveis em aceitar as transformações naturais de nosso corpo, além de fazermos constantemente autocríticas à nossa imagem o que dificulta as nossas decisões.

Foque na parte do corpo que mais gosta em você e aprenda a curtir-se. Na dúvida, não compre qualquer modelo!

Se você se olhar no espelho e sentir que está confortável e bonita, vá em frente e aproveite os seus momentos de lazer com amigos e família. Não se esqueça do protetor solar, um aliado importante de sua saúde e beleza!

Enfim, são tantos os detalhes, e vamos aqui sintetizar em algumas dicas que vão ajudar nesta escolha do seu Look Praia. Veja as dicas da Lygia & Nanny para ilustrar e ajudar você a entender como podemos ficar chiques e arrasar na praia!

Seios

Para bustos grandes, escolha uma boa sustentação (sutiãs com aros) e decotes verticais (V) para valorizar o colo.

Cuidado com metais exagerados entre os seios – que chamem muita atenção ou que sejam muito abertos – deixando a dobra visíveis.

Maiôs com recortes abaixo do busto favorecem os seios e o colo. Para quem tem busto pequeno, o tomara-que-caia é totalmente permitido e charmoso, desde que… não se tenha flacidez.

Os bodies com decotes altos estão em alta e favorecem quem tem seios pequenos. Evite modelos que apertem e achatem os seios, como os maiôs básicos sem sustentação ou bojo.

Silhueta

Maiôs com recortes longitudinais e diagonais afinam e alongam o corpo. As cores lisas e escuras também favorecem e são sempre muito chics.

As costas denunciam a idade. Não deixe aparente as dobrinhas laterais. Prefira os maiôs com decotes mais fechados e que cubram esta região.

As cavas mais altas nas laterais alongam as pernas. Mas fuja de modelos de corpo curto, que ficam cavados na região das virilhas e se tornam um verdadeiro incômodo.

Se você estiver acima do peso, cobrir tudo também não é a melhor solução! Além de chamar mais atenção, você vai parecer antiquada.

Se optar por estampas, escolha as opções de fundo escuros, com padronagem abstrata ou grafismos, e bem discretos. Os maiôs lisos preto e azul marinho são muito bem-vindos. Opte por uma saída de praia de cor lisa sem transparência e ampla, mas nunca curta e nem estampada.

Para quem usa biquini, escolha um tamanho maior ao seu tamanho, pois assim não evidencia as gordurinhas indesejadas e você ficará mais confortável e à vontade.

Se estiver com uma barriguinha procure usar biquínis mais altos com tela modeladora ou drapeados na região abdominal. Evite as estampas grandes (big prints).

No caso de quadris maiores, prefira calcinhas médias que não apertem nas laterais. Não use modelos muito joviais, como os babadinhos ou cortininhas pequenos. Mesmo que você esteja em forma, não fica chique.

Super importante:

  • o maiô/biquini precisa vestir/encaixar e acomodar o seu corpo;
  • cuidado com certos modismos! Eles podem evidenciar aquilo que não te favorece!

Prefira:

  • tons neutros sofisticados. Marrom, preto, marinho (até um vermelho) podem realçar a feminilidade em mulheres que ainda mantêm a silhueta definida; Perceba quais cores valorizam o seu tom de pele;
  • estampas geométricas, longitudinais, diagonais, abstratas (mas discreto), florais estilizados, sempre em fundos escuros;
  • detalhes ou metais discretos, drapeados, forros com telas modeladoras e costuras diferenciadas;
  • cavas dos maiôs e biquinis maiores ou adequadas ao corpo;
  • saídas de praia estilo chemisier e pareôs longos, túnicas, pantalonas e vestidos longos;

Evite:

  • tons: neon, pastel, claro, metálico e tecidos com brilho;
  • estampas floral tropical ou romântica e animal prints;
  • detalhes como franjas, fendas, metais exagerados;
  • saídas de praia coladas ao corpo ou curtas, shorts, saídas de crochês com transparência;
  • deixar à mostra os seios nas laterais ou na parte inferior dos tops dos biquinis.

 

 

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Nanny Fry

Nanny Fry é estilista, sócia da Lygia e Nanny e entende como ninguém a diversidade do biotipo da mulher brasileira.

1 Comentário
  1. FICO SUPER FELIZ E HONRADA EM PARTICIPAR DESTE GRUPO DE MULHERES EXPERIENTES ONDE POSSO COMPARTILHAR UM POUQUINHO DA MINHA VIVENCIA NO SEGMENTO PRAIA. PARABÉNS A EQUIPE QUE ESTÁ CRIANDO MATÉRIAS RELACIONADAS AO NOSSO MOMENTO, COM A COORDENAÇÃO DE ALGUÉM QUE TEM PROFUNDIDADE NO QUE FAZ, ELIANE, EMPRESÁRIA E GRANDE AMIGA DOS MOMENTOS ESPECIAIS NA BARRA DO UNA. BEIJOS

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