Lída Baarová, disponível na Netflix, é uma daquelas histórias pouco conhecidas que merecem ser contadas e assistidas.
Especial para a TV alemã, o drama biográfico dirigido por Filip Renc, conta a história da atriz tcheca Lída Baarová, que dá o nome ao filme.
Por sentir que sua vocação profissional é a Arte Cênica, e no intuito de satisfazer o desejo da mãe – de vê-la brilhar diante das câmeras – Lída empenha-se em conseguir espaço no universo dramatúrgico.
Aos quase 20 anos e no auge de seus estudos no Conservatório de Praga, ela alcançou seu primeiro papel, mas partiu para a Alemanha em busca da notoriedade, já que não conseguia em seu país natal.
Sua trajetória rumo ao estrelato começa com sua viagem a Berlim para protagonizar ao lado do belo ator Gustav Fröhlich, com quem teve um romance. Foi uma das grandes atrizes européias entre as décadas de 1930 e 1950.
Totalmente focada nos seus sonhos, Baarová se dedica ao máximo para poder falar alemão sem sotaque, algo valioso visto que acabavam de sair do cinema mudo. Conquistou papéis importantes, e com a ascensão se deslumbra com Berlim, e com o sucesso, participando de grandes festas e muito luxo peculiar à alta sociedade. Em contrapartida ficou totalmente indiferente ao que acontecia na horrível Alemanha de Hitler.
O destino da jovem atriz, entretanto, muda depois de conhecer o Ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, um dos personagens mais sinistros da Segunda Guerra Mundial, na Alemanha Nazista, entre 1933 e 1945. O ministro de Hitler, apaixonado pela atriz tcheca, ajudou-a a subir na carreira e ser uma das mais promissoras atrizes da Alemanha.
O longa mostra uma pessoa que busca o sucesso a qualquer preço, que se apaixona pela personalidade, força, poder do Ministro, e que enxerga, na paixão dele por ela, a chance de conquistar mais espaço e mais popularidade. Torna-se visível como Lída estava completamente alienada ao mundo a sua volta.
O ministro alemão relacionou-se por pouco tempo com a atriz já que, após sua esposa descobrir a traição do marido e pedir para que Hitler interviesse, ele foi proibido pelo próprio ditador de ver sua amante.
Vetada para o elenco de diversos filmes alemães como retaliação do governo nazista, e excluída por considerável parte da população de seu país, Lída foi acusada de traição à nação pelo envolvimento com o nazista, e por isso sua vida social e carreira desmoronaram.
Lída teve uma vida difícil após a guerra, transitou na época entre o cinema italiano e alemão, mas quando estava na Tchecoslováquia era tratada como traidora por ter se envolvido com o ministro nazista.
Falando objetivamente, apesar de ser um filme muito interessante, poderia ser dada mais ênfase à relação de Lída Baarová e Joseph Goebbels. Inclusive acho que por ser o atrativo do filme vemos pouco disso na tela e realmente não conhecemos a fundo quem era Goebbels. Como amante extremamente apaixonado toda a relação deles é mostrada rápida demais e falta coragem, poderia ser mais forte.
Lída Baarová, que tinha sido convidada para trabalhar em Hollywood e simplesmente recusou por seu amor a Goebbels, disse no fim de sua vida, com sua presunção costumeira: “Eu poderia ter sido maior que Marlene Dietrich…”
Agora é só dar o play e assista no fim de semana!
Gostei muito ter conhecido a vida de Lída Baarová que é tão pouco conhecida.
Viajar sozinha é algo que estou fazendo há alguns anos, pois quando podia viajar ou tinha a oportunidade, estava sem companhia. Adoro viajar com mais pessoas, porém viajar sozinha tornou-se para mim algo muito especial e vou explicar por quê.
O fato de poder ir aos lugares que queremos conhecer, previamente anotados, torna-se real.
Ou seja, posso fazer o roteiro todo, com os lugares que quero conhecer, no meu ritmo. Seja rápido ou devagar, dependendo da disponibilidade de tempo, faço à minha maneira.
Se estou em um museu e determinada ala não me chama muito atenção simplesmente mudo e vou para outra que me interessa mais, sem discutir.
E se um determinado lugar realmente me fascina, posso ficar bem mais do que imaginado, pois só devo satisfação à mim.
Posso comer o que quero e na hora que quero.
Tem algo mais legal que parar para comer quando se está com fome, sem ficar preso a horários? Posso escolher o restaurante conforme meu gosto e “bolso” pessoal, comer rápido ou devagar, conforme minha vontade.
Posso dormir e acordar a hora que quero.
Idem à alimentação. O banheiro e quarto são meus. Ponto.
Bem, parece maravilhoso, mas obviamente tudo tem o lado oposto que é, muitas vezes, viajar sozinha não é tão bom quando, por exemplo, vê-se uma paisagem deslumbrante e não tem ninguém ao lado para dizer:
– Olha isso!
Ou quando você se vê diante de uma situação de conflito ou medo….
Para que isso não ocorra é preciso tomar uma série de cuidados.
Vou mencionar alguns itens que acho importante ressaltar e serve como uma lista para quem vai começar a viajar sozinha, principalmente sendo mulher.
Escolha um destino próximo
Para fazer sua estreia viajando sozinha, escolha uma cidade no seu próprio país ou onde a língua seja a mesma ou parecida, pois você precisará pedir informações a todo instante, então ficará menos envergonhada se falar e entender corretamente o que estão dizendo.
Além do mais, se tudo der errado e você odiar a experiência, fica mais fácil voltar.
Escolha um período de tempo razoável
Não pense em viajar sozinha por um mês se nunca fez isso. Por mais que goste de sua própria companhia, pode estranhar ficar sempre sozinha ou mesmo ter que conversar com pessoas estranhas o tempo todo.
Escolha o período de 1 semana a 10 dias, acho um bom termômetro. Se a experiência for boa, vá aumentando à medida que se acostuma.
Não carregue mais coisas do que suas duas mãos podem segurar
Nada pior do que ver aquelas cenas das pessoas sozinhas carregando malas, sacolas e ter que ficar parando a todo instante para descansar. Nada disso. Viajar sozinha tem que ser algo prazeroso, você não foi pagar promessa.
Algumas pessoas que cruzarem seu caminho podem ser gentis, mas a maioria, já tem suas próprias bagagens para carregar. Então não vacile.
Escolha lugares alegres, históricos ou cosmopolitas para uma primeiravez
Minha opinião é que para uma primeira vez, absolutamente sozinha, é prudente você escolher opções mais leves do que ir a um templo no Nepal, alguma cidade sagrada da Índia ou visitar uma aldeia de crianças na África.
Lembre-se que ao viajar sozinha podem aparecer sentimentos muito variados em contato com culturas muito diferentes ou muito mais “pobres” do que está acostumada.
Melhor ir a lugares onde, em alguns momentos, você possa se “misturar” com outras pessoas, às vezes, sentando ao lado num restaurante ou começando uma conversa numa fila de atração,etc… fica menos penoso para uma primeira vez.
Seu companheiro será seu celular ou laptop
Sim, esses itens serão seus companheiros para viajar sozinha. Por isso, escolher bem o lugar é fundamental, pois sem wi-fi ficará muito mais difícil, tanto para pesquisar informações bem como se “conectar” com familiares ou amigos. Isso faz toda a diferença em uma viagem. Melhor deixar para escalar algum monte quando estiver mais segura em viajar sem companhia.
Itens femininos
Preciso mencionar que em determinados lugares que visitamos, itens para nós básicos, como absorventes, OB, etc…. não são muito fáceis, então leve sem hesitar caso necessite usar durante o tempo de viagem.
Quanto a alisadores de cabelo, chapinhas etc…. escolha um deles, pois peso é algo imprescindível como já mencionamos.
Armário
Suas roupas devem ser versáteis, leves e fáceis de lavar, caso seja necessário. Mesmo que você viaje para Tailândia ou África você não precisa se vestir como Indiana Jones.
Use suas roupas confortáveis, porém pesquise o lugar para onde vai viajar e respeite também os costumes locais, veja se é necessário cobrir ombros e pernas (locais religiosos) e coloque um xale ou casaquinho para esses fins.
Idem para locais muito quentes, não esqueça de um chapéu para não se expor demais ao sol e depois ficar o restante da viagem parecendo um frango assado.
Da mesma maneira, apesar de você ser uma mulher corajosa, usar roupas condizentes com o local é também não se expor a situações “provocantes “ usando roupas “abusivas” em territórios mais masculinos. Isso chama-se precaução.
Locomoção dentro das cidades
Planejar sua viagem é além de tudo, se antecipar aos detalhes. Se locomover sozinha dentro de determinados lugares merece cuidado.
Quando for abordar um taxista e não gostar muito da fala dele, dê desculpa e não pegue esse táxi. Melhor do que ficar depois todo o trajeto preocupada ou achando que ele a está levando para outro caminho.
Dentro de um táxi ou ônibus, ao conversar com estranhos, não fique falando muito da sua viagem e mesmo que você pareça absolutamente uma estrangeira, sempre mencione uma prima que mora na cidade, pois intimida um pouco.
Fique sempre próxima a outros grupos de turistas, caso esteja em um ônibus ou mesmo visitando às atrações locais. Dá uma certa segurança.
Mas basicamente planeje antes de ir, atenção com os horários de abertura e fechamento das atrações, pois assim você pode traçar previamente o roteiro evitando chegar em locais já fechando ou que não abriram ainda.
Em locais que o metrô seja um pouco assustador tente ficar perto de grupos de mais turistas, pois mesclando-se você se torna menos vulnerável.
Paciência acima de tudo
Você deve ter em mente que em que algumas situações sua paciência será testada, algumas discussões acontecerão e você se sentirá sendo enganada algumas vezes…porém quando está em um país que não é o seu, deve-se ter calma e paciência. Você se sentirá provocada, mas tente sempre manter a calma e não entre em discussões desnecessárias.
Acho que com essas dicas você pode começar a esboçar sua primeira viagem by yourself. Logo iremos publicar em outro post mais dicas valiosas de viagem!
E não esqueça de nos contar como está a sua preparação! Queremos saber de tuuuuuuuudooooo.
Acho que está muito claro para nós, Dominiques. No Carnaval, nós só fazemos o que tivermos vontade. Inclusive, eu contei neste post aqui o quanto já aproveitei (e até descansei) neste mais de 50 anos de folia. Estes dias uma amiga fez outra recomendação: adicionar uma pitada de ousadia nestes dias já animados. Fiquei super curiosa para saber como é ter um carnaval assim… mais ousado!!!
Antes de prosseguir uma pergunta importante!
Você confirma ter mais de 18 anos para ler esse conteúdo?
SIM | NÃO
Não aguentei, Dominiques, tive de fazer essa piada! Acima de tudo eu acho importante avisar: o que você lerá a partir daqui é ousado, beeeeem ousado! Será por sua conta e risco, ok?
Muitas de nós sempre tivemos curiosidade para assistir ou ler sobre pornografia. Mas poucas assistiram. Tirando o preconceito que nos impediu por anos, eu acho que outro motivo desanimador era o fato de os filmes estarem repletos de clichês. Não eram sobre o olhar do casal para a relação, mas uma produção filmada apenas pelo ponto de vista masculino e sobre o que excitava os homens.
Mas, sem dúvida, a indústria do filme pornô mudou. Hoje temos a opção de assistir filmes com um teor mais erótico, além, é claro, mais ousadia e cenas explícitas. A maioria das produções é feita por mulheres, já que elas viram a oportunidade de explorar histórias sob o ponto de vista feminino.
Os resultados são produções diferentes em diversos aspectos. Um exemplo é a escolha dos atores. Inclusive, muitas diretoras privilegiam as pessoas comuns. Sim, gente como a gente, com barriguinha e fora dos padrões convencionais. A história tem uma parte importante no filme, incorporando referências do nosso dia a dia. Nada de ir direto para os “finalmentes”.
Aumento da audiência feminina
A audiência feminina sempre esteve presente. E agora chama a atenção. Um artigo da revista New York faz uma análise da pornografia no nosso tempo e traz dados sobre os acessos. Você imaginaria que as brasileiras representam 35% dos acessos do PornHub, o maior site pornô do mundo? Pois é… isso que a audiência feminina mundial é de 25%.
Acho que a gente teve uma boa ideia desta mudança com o sucesso da trilogia 50 Tons de Cinza. Eu particularmente não gostei… mas apenas assisti os filmes. Há alguma ousadia nas cenas e achei o ator lindo de morrer. Mas a história de uma moça virgem que encontra um homem lindo, rico, disponível e apaixonado não me convence! Nem na época dos romances Sabrina, viu!
Sendo mais explícito ou apenas sugestivo, eu bacana saber que temos a opção de assistir bons filmes pornôs, pensados e produzidos para nós. Além disso, pode ser um ótimo estímulo para o casamento. Que tal um pouco mais de ousadia entre vocês dois? De certa forma, eu também acho empoderador (detesto essa palavra!) retratar mulheres encarregadas de seus próprios corpos e desejos. Já passou da hora de isso acontecer, viu!
Encontrei três sites de filmes pornôs, dirigidos por diretoras mulheres. Todas elas têm a mesma proposta: uma produção que valoriza os desejos e vontades da mulher, sem estereótipos. São filmes e histórias que contrapõem os clichês do cinema pornô tradicional para adequá-los a uma visão feminina.
Não são sites eróticos, são filmes pornográficos, ou seja, mostram sexo explícito. Além disso, se você não se sentir a vontade de assistir agora, não tem problema nenhum! Por outro lado, você já sabe que quando quiser matar a curiosidade tem dica por aqui. Quem sabe?
Sites pornô para mulheres
O Sssh.com é um exemplo. O site, criado pela diretora de filmes canadense Angie Rowntree, considera a perspectiva da mulher nos filmes que produz. Ela se inspira nas fantasias e nos desejos compartilhados pelas próprias assinantes do site para criar. Desta forma, os filmes são apresentados da perspectiva feminina, com ênfase no prazer mútuo. O site é fechado para assinantes. No entanto, você pode pagar U$ 4,95 para um teste de dois dias.
Outra descoberta foi o site XConfessions, da diretora Erika Lust, uma das pioneiras do cinema pornô. Ela também escolhe as fantasias anônimas compartilhadas por seus seguidores e produz curta-metragens e filmes. Suas produções não mostram apenas como é o sexo, mas contam histórias sobre desejo e a interação do casal. O site também tem textos – ou confissões – para ler (em inglês). Das três dicas, esse site é o mais ousado deles.
O site Bright Desire é uma opção bacana para quem quer ousar vendo filmes pornôs, mas prefere cenas mais leves. Essa é a proposta da diretora, buscar inspiração nas fantasias enquanto entrega um filme que explora a conexão e a intimidade do casal. Além disso, escolhe atores parecidos conosco, com estilos e corpos comuns!
Foi uma amiga de uma amiga que apresentou Luíza Teixeira de Freitas, curadora de arte em Lisboa. Como é bom ter amigas queridas que têm outras amigas tão queridas quanto…
Bem..Ela, a Luíza, é uma simpática jovem brasileira que mora em Portugal desde sempre. Casada com português, não é de se admirar que seja bilingue. Fala perfeitamente o “brasileiro” e o luso português.
A uma semana da famosa exposição madrilenha ARCO, que é um tipo de SP_Arte, ArteRIO , etc. as galerias lisboetas estão todas em efervescente movimento. De empacotamento. Todas marcarão presença junto aos espanhóis. Mesmo com pressa e meio que na correria foram imensamente gentis conosco.
Acho que consideraram aquela turminha de mulheres um treino para o que vão passar no stand. Explicaram rapidamente o que tinham de mais importante, e aprofundaram-se apenas quando mostrávamos interesse.
Aqui a lista das galerias que visitamos e algumas obras que gostei.
Simpática galeria situada como o próprio nome diz, no bairro Madragoa.Um sobrado onde todos o recantos são aproveitados e onde você menos espera está uma instalação, uma foto, uma pequena escultura.
Fomos ver a exposição de Joanna Piotrowska polonesa nascida em 1985.
Na série de fotografias Enclosures, mostra o interior de jaulas, as do zoo, e outros objetos utilizados pelos animais em cativeiro, revelando a forte projeção do ser humano sobre o conceito de natureza, a intenção de domesticar disfarçada sob o aparente respeito pelo mundo selvagem, a perpetuação do exercício de domínio humano.
Joanna Piotrowska Stainless steel, double sided mirror II 2019
Situada em uma arborizada praça no bairro Príncipe Real, essa galeria com nome numérico, tem como objetivo promover a obra de artistas emergentes portugueses e internacionais, com propostas arrojadas que ilustram a diversidade da prática artística contemporânea.
Estão expondo as obras de Claire de Santa Coloma, artista argentina, nascida em 1983, cuja prática artística é baseada sobretudo na Escultura mas o seu trabalho também inclui desenhos e composições em papel.
O que mais gostei de suas obras é que todas foram feitas para tocar, mexer e interagir. Geralmente eu não consigo ver só com os olhos, teeeenho que tocar. Então foi o rio correndo pro mar..
Obra da artista Claire de Santa Coloma. A arte que podemos interagir.
Próxima a linda e icônica Basílica da Estrela, essa galeria traz uma exposição voltada a mulher.
Marinella Senatore, italiana nascida em 1977, é formada em música, artes plásticas e cinema. É uma artista multidisciplinar e sua arte é caracterizada por uma forte dimensão coletiva e participativa. O trabalho de Senatore une formas de resistência, cultura popular, dança e música, eventos de massa e ativismo, repensando a natureza política das formações coletivas fazendo seu público pensar em potenciais de mudanças sociais.
Numa primeira vista, pessoalmente, e sempre pessoalmente, não gostei da obra desta artista. Até me deparar com 5 desenhos (ou gravuras – não sei exatamente a técnica). Fiquei encantada com as formas femininas, todas sem rosto, mas em ação. Apesar da falta de identidade o que não faltava aquelas mulheres era atitude. Obviamente essa é uma interpretação minha. Gostaria de voltar a essa exposição para ver novamente as obras que inicialmente não gostei, com outro olhar.
Não é maravilhoso?Aqui uma visão geral da exposição
Acho que é a maior galeria de todas que visitamos. Isso em si não quer dizer muita coisa, porém quando os grandes espaços estão preenchidos com coisas que me fazem brilhar os olhos, passam a ser maiores ainda. Mais uma vez, essa é minha opinião pessoal, sempre pessoal. Não bastasse de cara ter me encantado com as cores vivas das obras expostas, gostei da galerista. Ahhh, mas isso é assunto para outro texto.
A exposição é de Mariana Gomes, Portuguesa do Faro, nascida em 1983, é artista plástica.
“Apesar das cores vibrantes e das formas/manchas trepidantes, estas pinturas, estão longe de serem inocentes. Pelo contrário, são ardilosas. Comportam-se como organismos vivos, autossuficientes, capazes de determinar a sua própria completude, com maior ou menor saturação de marcas e matéria. ” – Trecho de resenha do site Umbigo Magazine
As cores de Mariana Gomes me encantamNão eram só azuis. Mas amo todos os tons dessa cor.
Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.
O vencedor do Oscar de Melhor Documentário, em 2020, produzido pela empresa do casal Obama em parceria com a Netflix, Indústria Americana, mostra os conflitos entre culturas distintas dentro de uma fábrica comprada pelos chineses em Dayton, Ohio, nos Estados Unidos.
A tentativa de adaptação de duas culturas tão diferentes, rende um documentário intrigante e curioso.
Depois de relembrar rapidamente o fechamento de uma fábrica da General Motors em Dayton, na ressaca da crise de 2008, que provocou dimensões em massa, os diretores Julia Reichert e Steven Bognar registram a segunda vida da fábrica, entre 2015 e 2017, quando a companhia chinesa Fuyao, fabricante de vidros automotivos, ocupa a instalação e contrata americanos para fazer o serviço ao lado dos gerentes chineses.
Com total acesso as dependências da Fuyao Glass America, os diretores Julia Reichert e Steven Bognar, além de apresentarem os benefícios da integração sino-americana, também mostram a exploração exercida sobre seus funcionários. Se no começo os americanos estavam esperançosos e gratos pela empresa chinesa investir no local, recuperando parte dos empregos perdidos com o fechamento da General Motors, aos poucos começam a surgir reclamações, como o baixo salário – menos que na época da GM – e as condições estressantes de trabalho.
Além disso, chineses também são trazidos para trabalhar na linha de montagem da fabricante de vidros. É um modelo de cooperação, em que um trabalhador chinês atua com um norte-americano em uma estratégia de melhorar a integração e amizade entre dois povos.
O documentário também tenta humanizar todos os envolvidos. Há momentos em que os trabalhadores americanos e chineses tentam se conhecer. E com ajuda de produtores e tradutores chineses, os diretores também contam as histórias de operários chineses individuais, muito dos quais deixaram suas famílias na China para se mudarem para Dayton.
“Quisemos que o espectador pudesse se colocar no lugar tanto dos executivos quanto dos trabalhadores, dos chineses e dos americanos. Quisemos mostrar a realidade de patrões e empregados – sem julgamentos, para que você possa ter empatia por todos”.
Demorando a aparecer na tela, em função da escolha dos diretores em contar a história de forma linear, conforme os fatos vão acontecendo, o enredo central do longa “Indústria Americana”gira em torno de uma votação para decidir se Fuyao nos Estados Unidos deve ter um sindicato como representante dos funcionários. A tensão e os argumentos dos funcionários a favor da medida e a estratégia dos chineses contra traduzem bem o acirramento entre duas culturas tão diferentes.
A dupla de diretores transmite muito bem a idéia de que o trabalho não significa mais qualidade de vida: diversos trabalhadores multiplicam os cargos, porém não conseguem pagar o aluguel.
“Indústria Americana”é acima de tudo uma ótima oportunidade para entendermos melhor como a China está se transformando em uma usina de produtividade, no entanto, falta dar um passo atrás e se questionar sobre o mecanismo que permite esta forma crescente de exploração.
Um documentário muito interessante, nada cansativo, e se trata de um assunto extremamente atual.
Merecida a estatueta de Melhor Documentário do Oscar de 2020.
Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!
Fiquei perturbada quando percebi que sentia isso. Foi difícil reconhecer que tenho essa maldade dentro de mim.
E não é porque todo mundo tem que me sinto melhor.
Sim senhora. Você também sente Schadenfreude.
Assim como saudade que é uma palavra que supostamente só existe em português, Schadenfreude é uma palavra alemã de difícil tradução.
Literalmente quer dizer alegria ao dano, é um empréstimo da língua alemã para designar o sentimento de alegria ou satisfação perante o dano ou infortúnio de um terceiro.
Que coisa, né? Esses alemães!! Você com certeza acha que não sente isso. Imagine se vai ficar feliz em ver o outro se dar mal? Jamais!!
Deixa ver se eu consigo explicar.
Hummm, vejamos.
Você tem aquele almoço das amigas de infância que tanto gosta. Encontram-se com uma certa frequência, o suficiente para quererem continuar se vendo. A essa altura todas vocês já sabem que a convivência continua não é saudável para ninguém.
Vão chegando, uma a uma naquele restaurante do momento. Badaladíssimo.
Aí chega a Vivian. Na hora você percebe que ela engordou. Não 1 quilo ou 2, mas uns 5 ou 7. Afffffffffffff
Qual seu primeiro sentimento? De verdade? Lá no íntimo? Não minta!!!
Você pode sim se solidarizar quando ela se queixar. Provavelmente você dirá que nem percebeu que ela engordou. Ou que ela está exagerando. Mas teve uma ligeira sensação de prazer ao vê-la chegar mais gorda.
A sensação de que ela fracassou em alguma coisa, fez você sorrir internamente. Seja você magra ou gorda. Tanto faz.
Surpreendentemente o fracasso dos outros nos faz bem.
Podemos até tentar nos censurar. Censurar o pensamento, pois o sentimento é impossível.
É claro que não estou falando de catástrofes, isso não desejamos para ninguém (eu acho, pois aí já seria sadismo, né?).
Reconheceu-se? Pensa bem..
Tá bom. Esquece a amiga que engordou.
Você já deu risada das Vídeo Cassetadas do Faustão ou de alguma Pegadinha? Pronto. Foi um momento em que se sentiu feliz em não ser o outro. E isso é Schadenfreude. E Schadenfreude faz parte da “natureza humana”.
Melhor entender e reconhecer do que negar o sentimento.
Agora, não é porque reconheci, que gosto de sentí-lo e aposto que você também não. Fui procurar entender melhor esse sentimento tão complexo e vi que muito já se falou e já se escreveu sobre ele, veja só.
Me diverti muito quando li o que a historiadora de emoções britânica Tiffany Watt Smithescreveu sobre o desenho animado Os Simpsons em seu livro Schadenfreude—The Joy of Another’s Misfortune.
Homer Simpson torcia para que a loja de Ned Flanders, seu vizinho caretão, ficasse às moscas e ele fosse à falência, simplesmente para que não tivesse sucesso.
Porém Homer se arrependia da praga rogada antes que ela se concretizasse, atitude de que a autora do livro se aproveita para discutir até onde vai nosso desejo que o outro se “ferre ” realmente.
(Se nunca assistiu os Simpsons isso aqui não vai fazer o menos sentido. Então assista!!!)
Em outro texto li que esse sentimento remonta ao início das civilizações onde pequenos grupos lutavam uns contra os outros pelas sobrevivência em ambientes hostis. Daí o prazer em ver o dano alheio.
Nesse texto li ainda que a empatia também vem dessa mesma época, só que era sentida por membros de uma mesma turma pois para sobreviver, todos deveriam ser muito unidos e solidários e era aí que surgia a empatia que é a capacidade de se colocar no lugar do outro.
Agora vamos lá.
Sabemos que a Schadenfreude é coisa da Natureza humana.
Sabemos também que é um sentimento da idade da pedra.
Chegamos a conclusão que a Schadenfreude e a empatia são dois lados de uma mesma moeda pois ambos os sentimentos são maneiras de lidarmos com o sofrimento alheio.
Num mundo em evolução, onde conseguimos encarar de frente nossos piores “EUs” podemos tentar empatizar mais. Deve ser uma questão de treino. Imagine como sua amiga que engordou está se sentindo mal. Bem, na verdade você imagina, né? That is the point.
Mas como falei, talvez precisemos treinar.
Se não der nessa geração, talvez dê na próxima, ou na outra. Mas não podemos achar graça quando alguém se dá mal.
Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!
Bacana e corajoso abordar esse tema, confortante pra todos. Abordar abertamente é, na minha opinião, o início do exercício para começar a sentir menos..É a parte mais difícil de todo exercício, é o começar. É reconhecer, detectar, dar nome ao boi. Poxa, sentimos sim schadenfreude!!Todos nós.
Então, primeira etapa, ok.
Segunda, muito exercício e força de vontade pra queimar mais essa gordura !! Kkkk
É a vida, muito bom meninas,bjss
O que me faz mais feliz é que sempre estamos aprendendo assuntos novos. Jamais soube sobre a existência nem tão pouco escutado essa palavra e seu significado “schadenfreude”. Pensei… conclui que em alguns momentos da vida já senti “schadenfreude”. Aprender, refletir e se policiar… rsrs!!!!! Bjs!!!!!!!
Parece até estranho ensinar uma mulher de mais de 50 anos alguma coisa. Mas quando se trata sobre relacionamento com outra pessoa, é preciso sim. Primeiro, porque se você está solteira novamente, deve ter passado vários anos casada. As coisas mudaram muito desde quando tínhamos 20 anos. Ao mesmo tempo, porque as paqueras agora começam num relacionamento virtual, coisa dos novos tempos.
Dominiques, antes de tudo temos de combinar uma coisa! Você não só pode, como deve investir nos relacionamentos virtuais. Não circulamos mais por tantos grupos assim, então não teremos mais muitos “amigos dos amigos” disponíveis para conhecermos. Depois porque a internet tem uma super, mega, vantagem! Com os aplicativos, conseguimos fazer uma boa seleção dos perfis que mais combinam com a gente.
Vantagens do relacionamento online
Imagina só… vamos poupar um ou dois encontros antes de escutar aquela bobagem que desencoraja qualquer uma de continuar. Uma economia, hein. Não precisa investir logo de início no cabeleireiro ou na roupa nova!
Outra vantagem do relacionamento virtual é que nós podemos começar o contato. Isso mesmo. Nada de ficar sentada em casa esperando o cara ligar. Você pode procurar os melhores partidos (ainda se fala isso?), dar aquela stalkeada no perfil (o modo tecnológico de dizer bisbilhotar!) e pronto. O próximo passo é dar um “match” e ele logo saberá que você curtiu o perfil.
É a partir desse momento que o nosso guia vai te ajudar. É que se de um lado a internet simplifica e amplia as chances de conhecer outras pessoas, você pode cair em uma cilada. Trambiqueiros sempre existiram, mas no virtual fica difícil identificar os casados, os fakes ou os especialistas em enganar as mulheres.
Primeiro, organizei o manual com dicas para você ter sucessos nos relacionamentos virtuais. Em seguida, fiz uma lista dos cuidados que você deve ter. Leia e boa sorte! Não se esqueça de voltar aqui para contar se deu certo!
Dicas para começar o relacionamento virtual
# 1 – Não fique aí parada esperando o homem certo para você. Vá a luta para buscar o seu par ideal. Nas configurações do seu perfil, invista em fazer os filtros de seleção.
# 2 – Quando conhecer alguém, evite escrever muito. Menos é mais! Vá direto ao ponto dizendo algo assim: Seu perfil apareceu nos meus resultados de busca hoje. Eu acho que temos muito em comum. Gostaria de conversar e saber mais sobre você!.
# 3 – Comece trocando mensagens e peça uma conversa em video. Se a outra pessoa negar, pode não ser um bom sinal! Aproveite para observar outras coisas sobre o comportamento. Lembre-se: você não precisa se relacionar com todas as pessoas que conversa.
# 4 – Você deve escolher o primeiro ponto de encontro. Não aceite encontrar alguém em um lugar que você está familiarizada. É até gentil da parte dele!
# 5 – Não crie expectativas. É difícil não imaginar o encontro ideal ou como você quer que seja a outra pessoa. Mas nada será como a realidade, amiga!
# 6 – Faça uma listinha, pode até ser apenas na sua cabeça, das principais perguntas que você gostaria de fazer. Tente extrair o máximo de informações que conseguir!
# 7 – Sexo no primeiro encontro? Se rolou química entre vocês, os hormônios vão ficar em polvorosa. Não há regras e nem certo ou errado, ok. Mas você só deve fazer o que você realmente quer.
# 8 – Não precisa ficar ansiosa se vai rolar o segundo encontro. Você está no aplicativo para achar um relacionamento bacana. Não gaste tempo com quem você não curtiu muito. Se precisar, ajuste o seu perfil para melhorar a seleção.
Cuidados antes de começar o relacionamento virtual
#1 – Nada de relevar a sua identidade completa, falando onde trabalha ou mora.
# 2 Se você estiver gostanto muito e quiser conversar mais ao longo do dia, você pode passar o seu telefone celular … e só!
# 3 – Mas antes disso, tente fazer contato pelo Skype ou usando sua webcam. É até bom para ver realmente quem está do outro lado da tela.
# 4 – Desconfie de quem é insistente e quer saber mais informações pessoais sobre você.
# 5 – Jamais… em hipótese nenhuma… nunca dê dinheiro, mesmo que vocês já tenham iniciado um relacionamento. Muitos trapaceiros conquistam primeiro para roubar depois.
# 6 – Infelizmente homens casados também frequentam os sites e apps de relacionamento. Uma boa dica para investigar o estado civil é marcar almoço de domingo ou passeios sábado a tarde.
# 7 – Você deve sempre proteger a sua identidade, mas pode bancar a detetive e tentar obter o máximo de informações sobre a pessoa. Apenas para certificar-se de que a pessoa é mesmo quem diz ser e não apresenta riscos.
# 8 – Sempre avise amigos e família de um encontro. Se está na dúvida ou com receio, mas ainda assim quer tirar a prova, convide alguma amiga para ficar próximo. A segurança vem em primeiro lugar.
Hummm Carnaval…Não sei você? Mas eu já fiz de tudo um tanto!
– Já assisti ao desfile de escola de samba na avenida.
– Já fiquei em casa cuidando de filho pequeno e vendo desfile pela TV.
– Já viajei.
– Já peguei trânsitos homéricos na estrada.
– Já fiquei.
– Já curti a cidade vazia.
– Já fiz bate e volta pro Rio.
– Já fui dormir cedo.
– Já fui pra um spa.
– Já fui pra retiro espiritual.
– Já desfilei em escola de samba.
– Já sai em bloquinhos.
– Já fui a baile no interior.
– Já namorei.
– Já me apaixonei e desapaixonei em 4 dias.
– Já fui atrás do trio elétrico.
– Já fiquei torrando na praia.
– Já fiquei torrando na piscina do prédio.
– Já fui confundida com travesti.
– Já fui beijada por um estranho…aiQdelía!
– Já fui para uma ilha deserta. Acompanhada.
– Já me fantasiei.
– Já usei pijama todos os dias.
– Já entrei em megaroubadas viajando em bando.
– Já fiquei trabalhando os 4 dias para entregar um projeto.
Não nesta ordem, necessariamente.
Aliás, quem nunca, né? E o que isso quer dizer? Nada.
Só que temos Carnaval todo ano e, com 52 anos, tive 52 feriados prolongados para fazer alguma coisa.
E o que temos para este? Hummmm…O céu é o limite.
A tranquilidade de saber que o que vier vai fazer parte de mais um Carnaval da minha história.
Seja sal, seja açúcar.
Seja água, seja fogo.
Seja sono, seja baile.
Seja confete, seja serpentina.
Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!
Selecionado para a Mostra Un CertainRegard no festival de Cannes de 2018 e destaque da programação do Festival do Cinema Italiano no Brasil, “Euforia” é o tipo de filme que se aprofunda em seus personagens a partir das relações familiares vistas em cena.
“Euforia” é o segundo longa dirigido pela italiana Valeria Golino, uma das atrizes mais talentosas do cinema contemporâneo.
Valeria ampara bem suas ambições ao construir uma trama delicada que funciona muito bem.
Matteo (Ricardo Scarmacio) vive um personagem com bastante sensibilidade, é o filho perfeito, porém distante. Publicitário de sucesso, mora numa bela casa em Roma, tem muitos amigos e todos os luxos e conforto possível. Ettore (ValerioMastandrea), por outro lado, foi o que ficou na casa da família, no interior, e sempre levou uma vida mais acomodada. Professor casou cedo com a primeira namorada, e com ela teve um filho. Num primeiro momento é o mundo desse que começa a naufragar, quando recebe uma terrível notícia. Separado, morando com a mãe e com pouco tempo para cuidar da criança. Os dois, no entanto, são irmãos. E quando o caçula recebe a notícia sobre o que está acontecendo com o irmão mais velho, decide fazer tudo o que está ao seu alcance para ajudá-lo. Mesmo que aquilo que lhe é possível de imediato não faça muita diferença na vida do outro.
Desta forma, o grande potencial oferecido por seus personagens são as possibilidades de conflitos entre os irmãos devido às suas características pessoais. Ambos são figuras complexas, principalmente Matteo, contribuindo para a dúvida sobre como cada acontecimento irá ser interpretado por eles. A cada nova interação entre os irmãos, suas histórias são reveladas aos poucos para o público, preparando-o para um choque capaz de acontecer a qualquer momento, mas muito bem construído até o final do longa.
“Euforia” é acima de tudo, um conto sobre os tempos que vivemos. E se mesmo assim tais rótulos acabam sendo explorados – aquele com todos os bens materiais sofre de solidão e carência, assim como o que enfrenta uma luta diária para seguir adiante tem mais com o que lidar dentro de si do que passa ao seu redor – eles surgem como ferramentas para um discurso superior, de fraternidade e aceitação. São humanos, repletos de falhas e alegrias, tristezas e acertos. E será esse conjunto que fará do banal, algo acima do esperado. Um acerto de pequenos detalhes, que resulta em um conjunto maior do que a soma das suas partes.
Próximo ao desfecho a produção brilha, com a solução encontrada para o conflito dos irmãos.
Uma bela história sobre reconhecimento e aprendizado sobre a dor, utilizando como pano de fundo o relacionamento de irmãos com vidas distintas. Apesar de vidas conflitantes, ambos se querem bem acima de qualquer coisa.
Par o público mais aberto e disposto a prestar atenção, é suficiente para revelar incômodos e reflexões não tão fáceis assim, um feito notável do longa.
Com o perdão do trocadilho: mas esse ano quero cair de cabeça no carnaval. Não, não tô falando de entrar no meio dos blocos ou sair em alguma escola de samba. Mas de aproveitar a folia com amigos, num lugar gostoso e fantasiada. Sim, esse ano vou usar um acessório na cabeça. Grande, chamativo, quero atrair os olhares. Por que não?
Tem tanta ideia interessante e criativa que não sei por onde começar a minha escolha. Claro que a primeira coisa que fiz foi entrar no Pinterest para me inspirar! Fiz uma seleção dos meus acessórios prediletos.
E agora? Qual selecionar?
Eu adoro flores e gosto da ideia de uma tiara com um arranjo bem chamativo e colorido. O véu deu um charme a mais nesse look. Gosto, mas acho que a tiara de flores um pouco comum. Mas está na lista.
Frutas no melhor estilo Carmem Miranda. É colorido, é divertido. Dá para ousar, aplicando as frutas num turbante ou ser um pouquinho mais discreta, colocando em uma tiara. Estou dividida, gosto muito das duas opções.
Amo o mar e a ideia de me fantasiar usando conchas me agrada muito. Não é difícil de fazer essa tiara aqui, não! Basta combinar diversos tipos de conchinhas e montar uma composição bonita.
Achei chiquérrimo acessório com estrelas. Não sei direito se é uma tiara ou um casquete. Mas estou prontinha para representar o universo. E também não me parece difícil de fazer, não. Cortar as estrelas em papel e talvez prender em arames muito finos. Tá no meu top 3.
O visual ficou incrível. Parece um buquê, mas aqui são de pena branca artificial. De longe me faz lembrar as gypsophilas, plantas que adoro compor num arranjo de flores. Cada uma delas está presa em uma haste, encapada de um material dourado que traz ainda mais elegância ao look. Só nunca usaria com penas de verdade.
Cor, muita cor. Achei o máximo da irreverência esse acessório com pompons. As bolinhas são de lã ou tule, em diversos tamanhos. E para deixar ainda mais colorido, é só adicionar algumas bolinhas de plástico. Divertido!
Nunca gostei de borboletas decorando vasos de flor. Mas estou apaixonada por essa tiara com borboletas. Gostei dessa composição com apenas duas cores. Fica inusitado, mas com elegância.
Mais opções!
Só tinha pensado em acessórios para o cabelo, mas quando vi esse óculos decorado eu adorei. Se a festa for durante o dia, certamente estarei de óculos escuro. Posso pegar um bem velhinho em casa, que não uso mais. Daí é só soltar a criatividade na decoração.
Não estou certa se gostei ou não das viseiras decoradas com paetê. Prático para proteger do sol elas são. Mas parece parte de uma fantasia mais completa. Aqui ainda estou em dúvidas.
Não tinha pensado em usar brincos mais ousados e coloridos. Por isso achei algumas ideias bem interessantes. Basta prender o cabelo e colocar um brincão como esses aqui, com flores ou fitas de lantejoulas.
E você? Gostou de algum dos looks acima? Conta aqui a fantasia que gostaria de usar nesse carnaval.
Boa noite.
Vcs não têm roupas, digo fantasias? Fantasias de baiana, cigana, Colombina etc?
Só vi aqui acessórios.
Se eu quiser acessórios, como faço pra comprar?
Aguardo retorno e agradeço.