Saúde

Voltando para a casa dos pais… ajustes e reencontro!

Dominique - Casa dos Pais
Filhos saem de casa por diversos motivos. Porque se casam, porque vão morar sozinhos, porque querem. E também por diversos outros motivos resolvem retornar à casa dos pais: situação financeira precária, divórcio e reorganização da vida, questões emocionais e busca de suporte são alguns exemplos.

A grande arte desse reencontro entre pais e filhos é ajustar a nova convivência que exige adaptações de ambos os lados. Seja temporária ou permanente, é imprescindível que haja respeito e empatia. Todos mudaram durante o tempo em que não viveram juntos, naturalmente. As experiências nos agregam bagagem afetiva e cultural que podem modificar nossa visão do mundo e dos relacionamentos. Evoluímos e fazemos escolhas diferentes do que fazíamos tempos atrás. Os pais envelhecem e já não tem o mesmo ritmo de vida que tinham. Os filhos se desenvolveram, cresceram. Tudo mudou.

Os pais criam seus filhos para que sejam autônomos e independentes, certo? Não, nem sempre. Muitas vezes, inconscientemente, os pais podem desejar que os filhos sempre dependam deles. Isso ocorre por receio de serem esquecidos, medo da solidão e do desamparo da velhice. Nesses casos, os pais podem apreciar a volta dos filhos sem se darem conta dos reais motivos desse retorno, reforçando para que permaneçam.

Um filho pode desejar ficar ou voltar para a casa dos pais por receio de enfrentar o mundo com as próprias pernas. Sair de casa implica em se sustentar financeira e emocionalmente e muitos não se sentem capazes e preparados para isso.

Retornar pode ser acolhedor ou desconfortável, e dependendo de como pais e filhos se comportam, o convívio pode ou não ser saudável. A retomada do convívio pode ser de grande ajuda para uma parte ou outra, seja porque os pais precisam de cuidados ou porque os filhos é que precisam de apoio. O relacionamento pode amadurecer, ter espaço para resolver antigos problemas e criar afeto, compreensão e empatia nessa nova etapa da vida.

O problema é quando a relação se desgasta, os filhos se apoiam nos pais e não se desenvolvem para retomar a vida ou os pais se ligam aos filhos, criando uma dependência destrutiva. É preciso entender os motivos que estão conduzindo a esse retorno, pois quando entendemos e tomamos consciência de nossas ações, tudo se torna mais claro e objetivo. Por exemplo, uma pessoa deseja trabalhar com uma nova profissão, mas para isso precisa começar com um salário menor. Voltar para a casa dos pais significa então uma economia dos gastos, até que o novo campo profissional renda frutos e permita que a pessoa retome a vida.

Não creio que voltar para a casa dos pais seja algo vergonhoso ou problemático. Estigmatizar alguém que volta para a casa dos pais é reducionista. A maioria das linhas psicológicas e religiosas ressaltam os desafios da convivência entre as pessoas. É no encontro com o outro que nos percebemos e nos ajustamos.

Toda convivência precisa de regras para funcionar bem e esclarecer os limites e as expectativas de cada um (seja com relação às tarefas de casa, com os gastos, até horários e espaço físico e emocional de cada um) é essencial. Além disso, manter o diálogo, o canal de comunicação para os ajustes também é importante para que os combinados entre as pessoas sejam revistos e adequados conforme a vida evolui.

Conflitos vão surgir quando as pessoas não conseguirem se comunicar, não respeitarem os limites da vida do outro, tornando o convívio difícil e pouco esclarecido. É necessário, acima de tudo, compreender os motivos e disposições que levaram a isso, a qualidade do relacionamento que estabelecem e o acordo feito. Sem julgamentos, com respeito às escolhas de cada um.

Voltar para a casa dos pais não e fácil para os pais nem para os filhos, o que você acha desta situação?

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Histórias da Praia 1 – Amigas na reunião de condomínio

Alcione Aparecida Messa

Psicóloga, Professora Universitária e Mediadora de Conflitos. Doutora em Ciências. Curiosa desde sempre, interessada na beleza e na dor do ser humano. E-mail: alcioneam@hotmail.com

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Nossos filhos, nossos sonhos? E se as escolhas deles forem diferentes das nossas?

Dominique - Filhos
Muitas mulheres idealizam e imaginam que seus filhos irão fazer escolhas perfeitas que elas consideram adequadas e aceitas socialmente. E esquecem do detalhe mais importante: o fato de que os filhos tem seus caminhos e motivos próprios. E acabam fazendo escolhas que nem sempre correspondem aos projetos dos pais….

Desde cedo os filhos vão internalizando aprendizados, regras, valores e significados extraídos da convivência com a família, amigos, da inserção nos grupos, na escola e com as diversas experiências da vida. Esse repertório é único…basta imaginar que dois filhos, que cresceram e viveram na mesma família, passaram pelas mesmas situações e, mesmo assim, são diferentes na sua forma de ser, agir e ver o mundo. Nossa história de vida e nossos aprendizados são elementos essenciais na forma como decidimos viver.

A relação entre pais, mães e filhos atravessa constantes reformulações ao longo da vida. Os pequenos se limitam a fazer escolhas em algumas esferas da vida e, na maior parte das vezes, são direcionados pelos pais. As crianças se tornam jovens e querem alçar voos com maior independência, arriscar, tomar decisões. Nessa fase, muitos já decidem suas carreiras profissionais, descobrem como desejam se comportar afetivamente e sexualmente, e fazem outras tantas escolhas importantes que podem perdurar vida afora.

Os pais precisam encontrar o sábio equilíbrio entre apoiar e impulsionar os filhos para a autonomia. Essa é uma arte que requer desprendimento, principalmente para compreender que não controlamos tudo, que nossos filhos se tornaram ou se tornarão seres únicos, adultos e independentes (que bom!) e irão fazer escolhas próprias que podem não corresponder ao que a mãe considera certo ou que seja o melhor caminho a ser seguido.

Deve-se confiar nas sementes lançadas na criação dos filhos, acreditando na capacidade de desenvolvimento deles em gerenciar a própria existência. Mesmo que se discorde das escolhas dos filhos, é necessário respeitá-las, pois somente o próprio indivíduo é capaz de avaliar a melhor forma de viver o seu dia-a-dia.

Obviamente que isso se torna muito mais preocupante quando os filhos fazem escolhas destrutivas como o uso de drogas, cometimentos de crimes e outras questões mais graves que necessitam atenção específica e especializada. Tais condutas podem significar que não estão conseguindo conduzir suas vidas com equilíbrio e responsabilidade. Ainda assim, escolhas foram feitas. E as mudanças vão depender de esforço e da força de vontade da própria pessoa para que aconteçam.

Considerar os filhos como extensão dos próprios sonhos pode ser frustrante; torna-se essencial que possamos olhar para as pessoas e aceitá-las como são e desejam ser. Os filhos crescem, evoluem e devem trilhar caminhos próprios e de bem (entendendo que há diversos bons caminhos) para que sejam autônomos e felizes. Cabe às mães refazerem seus projetos, remanejar suas expectativas e seguirem em frente com paz no coração.

Para algumas mulheres talvez esse seja um ponto difícil. A escolha de como os filhos querem viver. E os sonhos dela? E se ela é louca para ser avó e esse filho(a) não quer ter filhos? E se ela sonha com um filho(a) médico(a) e ele(a) decide ser músico(a)? Muitos conflitos surgem nessa hora, porque todos querem ser contemplados nos seus anseios.

Mas se o nosso sonho depende do outro, como podemos decidir sobre ele? Como obrigar os filhos a terem filhos se não querem? Como obrigá-los a estudar medicina se isso os tornará infelizes?

Em algum momento dessa trajetória, os filhos também tiveram que lidar com suas idealizações sobre seus pais. Os filhos também desejaram que os pais fossem diferentes ou fizessem coisas que não fizeram. Relacionamentos são vias de mão dupla…os filhos também tiveram que lidar com os pais que seus pais nunca foram.

A vida é feita de realizações e frustrações. Lidar com a frustração de um sonho não realizado pode ser doloroso, mas é extremamente importante e pode conduzir ao amadurecimento.

A energia emocional ligada ao que não foi realizado conforme idealizamos fica presa, impedindo que outros projetos e sonhos possam surgir e tomar forma. Quando nos desprendemos e superamos, passamos a enxergar novas possibilidades, a respeitar o movimento da vida. A ressignificação abre os caminhos: Quem deseja ser avó pode exercer esse papel com outras crianças da família ou filhos de amigos e que tal assistir a um recital do filho músico? Pode ser divertido descobrir novas afinidades e caminhos!

Como você lidou essa questão com os seus filhos? Conta para mim!

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Alcione Aparecida Messa

Psicóloga, Professora Universitária e Mediadora de Conflitos. Doutora em Ciências. Curiosa desde sempre, interessada na beleza e na dor do ser humano. E-mail: alcioneam@hotmail.com

4 Comentários
  1. É muito dificil conviver com esse conflito,entender que os filhos têm vontade própria e vão fazer suas escolhas é assustador, e quando entendemos que não temos controle sobre isso e os vemos trilhando um caminho contrário ao que ensinos vem a frustração e lidar com essa frustração é como um câncer, vai matando devagarinho.
    1. Oi. Boa noite. Criei meus filhos até uma certa idade, mostrando a eles as consequências entre escolher o certo é o errado é nesse meio conduzindo- os com a palavra de Deus. Minha filha é inteligente, educada,consumista. Tem um bom coração. O que estou engolindo é a opção sexual que ela escolheu que faz a gente ficar em desarmonia. Meu filho trabalhos, rígido, namorador e vive achando que vai ser rico. Ele na parte reliosa aceita oração acredita na Bíblia. O que eu peço no pé dele pata respeitar e amar com verdade a namorada e não ficando com mais. Escolha uma e ama- la e respeita-,,lá, Se não vai colher o que plantou.

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Ainda com a ressaca de Carnaval? Conheça algumas receitas antirressaca

Dominique - Ressaca
Seja pós Carnaval ou qualquer outra ocasião, ninguém merece ter ressaca. Para você que às vezes passa do ponto e tem certeza que vai morrer no dia seguinte, separei algumas receitas supersimples e práticas para ajudar a se recuperar e ficar prontinha para outra.

Então, vamos a elas, lembrando que estamos curando os sintomas da ressaca física. A ressaca moral é um pouquinho mais complicada para tratar, podemos falar sobre isso em outro texto, combinado? Então juízo, mas não muito, e continua valendo o conselho, se beber não dirija!

Chá de gengibre

Dominique - Ressaca

O gengibre é conhecido como um dos melhores alimentos para combater a ressaca. Ele faz com que o álcool seja eliminado pelo organismo mais rapidamente por conta da sua ação anti-inflamatória e desintoxicante.

Ingredientes:

10 gramas de gengibre
750 ml de água

Modo de fazer:

Corte o gengibre e coloque-o com a água em uma panela. Deixe fervendo por 15 minutos e, depois de morno, coe e beba ao longo do dia. Para deixar o gosto mais agradável, adoce com mel.

Suco de fruta

Dominique - Ressaca

Todo suco de fruta ajuda a combater a ressaca. Apesar disso, os sucos mais indicados são: abacaxi, laranja, manga, abacate, banana, melancia e melão. Separamos para você uma receita com três frutas que vão ajudar nesse momento.

Ingredientes:

suco de 1 limão

suco de 2 laranjas

1 fatia de melão

Modo de fazer:

Bata tudo no liquidificador e adicione um pouco de água, se achar necessário. O melão ajuda na hidratação, enquanto o limão limpa o seu organismo e a laranja desempenha ação antioxidante.

Salada de folhas com tiras de frango e gomos de laranja

Dominique - Ressaca

Se você prefere comer alguma coisa a beber, essa receita vai ajudá-la a melhorar e ficar pronta para outra.

Ingredientes:

100 g de mix de folhas (agrião, rúcula, alface roxa, alface mimosa e espinafre)
10 ml de aceto balsâmico
10 ml de azeite extravirgem
25 g de gomos de laranja
50 g de filé de frango cozido
Sal a gosto

Modo de fazer:

Corte o filé de frango cozido em tiras. Misture todos as folhas, cubra com os gomos da laranja e as tiras de frango. Tempere com sal e sirva com o molho preparado com vinagre balsâmico e azeite extravirgem.

Vitamina de mamão e leite desnatado

Dominique - Ressaca

Outra dica é fazer um vitamina leve de mamão.

Ingredientes:

1 fatia de mamão
1 copo de leite desnatado
4 cubos de gelo picado
um pouco de canela em pó

Modo de fazer:

Misture todos esses ingredientes, com exceção da canela, que deve ser adicionada no final. Divida em doses iguais e tome durante o dia até que os sintomas desapareçam.

Suco de tomate

Dominique - Ressaca

Suco de tomate é ótimo curar a ressaca. Você vai precisar de:

Ingredientes:

4 tomates maduros
½ xícara (chá) de água (pode ser gelada)
Folhas de manjericão
Suco de um limão
Molho de pimenta a gosto (opcional)
1 pitada de sal

Modo de fazer:

Lave os tomates, corte-os e retire as sementes. Bata-os bem no liquidificador junto com os outros ingredientes. Coe e está pronto! Pode ser bebido em temperatura natural, gelado ou, se preferir, adicione gelo.

Bloody Mary

Dominique - Ressaca

Se você é adepta da técnica de tomar o que te deu ressaca no dia anterior, faça um Bloody Mary com vodca. Caso não tenha a receita em mãos aqui vai uma para você.

Ingredientes:

2 colheres (chá) de suco de limão
2 colheres (café) de molho inglês
500 ml de suco de tomates *receita acima
8 gotas de tabasco (molho de pimenta)
Pimenta-do-reino (a gosto)
2 doses de vodca
Cubos de gelo
Sal a gosto

Modo de fazer:

Em um copo misture a vodca, o molho inglês, o suco de limão, o tabasco, o sal e a pimenta-do-reino. Acrescente o suco de tomate (veja na receita anterior) gelado e misture. Coloque os cubos de gelo e pronto!

Café da manhã

Dominique - Ressaca

Na hora do café da manhã, prefira alimentos ricos em carboidratos como os cereais integrais e pães, pois aumentam gradualmente os níveis da sua glicose. Adicione uma colher de mel que ajudará seu corpo a metabolizar o álcool mais rápido. Só coma alimentos leves e moderados durante o dia, como as sopas.

Água de coco

Dominique - Ressaca

Refresca e ajuda a dar aquela hidratada que o corpo precisa e que o coco oferece. Nem sempre temos à mão ou temos condições físicas, diante da ressaca, para chegar à barraca da praia ou ao supermercado mais próximo para comprar. Por isso, conselho de amiga, tenha sempre na geladeira uma garrafinha para os primeiros socorros.

Água

Dominique - Ressaca

O álcool consumido em excesso provoca desidratação, por isso é natural que a água seja uma forma de curar a ressaca.

Na verdade, se você ingerir bastante água enquanto bebe álcool, já vai diminuir a desidratação e minimizar os sintomas da ressaca.

Muitas pessoas acham que a água de nascente, por ser alcalina, ou a água mineral, funcionam melhor do que a simples água da torneira. Isto se dá porque a alcalinidade neutraliza efetivamente a acidez no estômago, mas vale qualquer água, desde que filtrada, né?

E você? Tem alguma receita tiro e queda para ressaca?

Leia Mais:

Gente sem tempero não tem graça – sai prá lá
Nutrição funcional – Uma excelente arma para driblar os sintomas da Maspassa…a danada da menopausa

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Nutrição funcional – Uma excelente arma para driblar os sintomas da Maspassa…a danada da menopausa

Dominique - maspassa

Você já ouviu falar em Nutrição Funcional? Pode ser uma excelente ferramenta para combater os sintomas da Maspassa.

A Nutrição Funcional analisa cada pessoa particularmente, pois cada indivíduo tem suas características, doenças e necessidades. Não é toda dieta que serve para todo mundo.

A anamnese inicial é acompanhada pela análise de exames que indicam se há excesso ou carência de nutrientes e os desequilíbrios nutricionais podem gerar inúmeras doenças como diabete, fibromialgia, artrite, obesidade, depressão, osteoporose entre várias outras, além de agravar sobremaneira os sintomas da menopausa.

A chef Carol Ribas é uma apaixonada pela cozinha e vem desenvolvendo receitas fantásticas em conjunto com uma nutricionista funcional. Pensando em nós, Dominiques, a Carol fez uma pesquisa para elaborar pratos fáceis e gostosos que ajudam a combater os fogachos, a insônia, a fadiga, a depressão que a tão temida menopausa traz para a maioria das mulheres.

Agora ninguém nos segura! Prepare-se para as primeiras deliciosas receitas de muitas, receitas antimenopausa para  aliviar os sintomas da Maspassa!

Dominique - Maspassa

Granola salgada

1 xícara de chá de aveia em flocos grossos
1/2 xicara de chá de nozes
1/2 xicara de chá de amêndoas
1/2 xicara de chá de castanha do Pará
1/2 xicara de chá de castanha de caju
1/2 xicara de chá de semente de abóbora
1/2 xicara de chá de semente de girassol
1/2 xicara de chá linhaça
2 colheres de sopa de gergelim branco torrado
2 colheres de sopa de gergelim preto torrado
2 colheres de sopa de levedura de cerveja
1 colher de chá de sal
1/3 de xicara de chá de azeite
Páprica picante a gosto
Curcuma a gosto

Modo de Fazer

Misture todo os ingredientes, coloque numa assadeira e leve ao forno a 180 graus por 30 minutos, mexendo a cada 10 min para não queimar. Armazenar em potes vedados por até 30 dias. Pode ser usadas para acompanhar saladas, sopas ou como preferir.

Dominique - Maspassa

Sardinha Mediterrânea

10 sardinhas limpas
5 dentes de alho
1 limão siciliano
1 pimenta vermelha fresca
1 maço de salsinha
Azeite e sal a gosto

Modo de Fazer

Coloque as sardinhas na assadeira com a pele para baixo, tempere com sal, raspas da casca do limão, a pimenta cortada em roledas, salsinha picada bem fininha, por último esprema o limão e regue com azeite. 10 minutos de forno a 200 graus e está pronto!

A sardinha é um peixe barato e rico em Ômega 3, um ótimo substituto para variar o consumo de salmão que muitas vezes é de cativeiro, alimentado com ração colorida e não tão saudável quanto se pensa.

Dominique - Maspassa

Sorvete de banana, cacau e amêndoas crocantes

2 bananas picadas em rodelas congeladas
1 colher de sopa de cacau 100%
1 colher de sopa de mel (opcional)
1 colher de sopa amêndoas em lascas

Modo de Fazer

Coloque as amêndoas numa frigideira em fogo baixo sempre mexendo ate ficarem douradas e reserve. Elas ficam crocantes depois que esfriam.

Coloque no processador as bananas, o cacau e o mel. Bata até formar um creme bem homogêneo. Coloque num pote de plástico e volte ao freezer por 10 minutos para firmar.
Sirva com as amêndoas e nibs de cacau.

Quer forma mais gostosa para aliviar os sintomas da maspassa? Eu estou louca para fazer! e você?

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Carol Ribas

Sempre fui apaixonada por cozinha. Com o nascimento da minha filha, buscando unir qualidade de vida e satisfação profissional, deixei o mundo corporativo para realizar um sonho. E assim nasceu o @carolnacozinha, onde compartilho as receitas que faço para mais de 18 mil seguidores. Ao longo destes anos, com base em pesquisa, estudo e muita criatividade, desenvolvi receitas exclusivas e uma linha de produtos artesanais, sem açúcar refinado e sem conservantes. Criei um buffet com cardápio saudável e colorido para festas e eventos. Faço consultoria de cardápio em parceria com uma nutricionista. Também participo de eventos como chef convidada e ministro aulas particulares e em grupo. 

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Amor em mechas – Um ato de solidariedade entre as mulheres

Dominique - Amor em Mechas
Como toda a semana, estava eu no cabeleireiro fazendo a mão, quando vi uma moça sentada na cadeira em frente raspando a cabeça. Era uma Dominique. Cena forte.

Minha manicure contou que ela estava começando a se submeter a quimioterapia para combater um câncer que surgiu do nada e, antes que começasse a cair, resolveu raspar. A decisão, porém, só foi tomada, porque ganhou uma peruca feita com cabelos naturais pelo Projeto Amor em Mechas.

Quase cai da cadeira quando soube quanto custa uma uma peruca de cabelo natural? Você tem noção? Cerca de R$ 3.000,00!

Lá mesmo tive a oportunidade de conhecer a Debora Pieretti, idealizadora do projeto que começou em março de 2017 e que até agora já conseguiu doar 349 perucas.

Aos 45 anos, ela descobriu um câncer e iniciou seu tratamento. Logo nas primeiras sessões, perdeu seu cabelo, mas na época, sua empresa não estava bem e arcar com uma despesa de R$ 3.000,00 para adquirir uma peruca não era viável.

Então, como uma boa Dominique, bola pra frente que atrás vem gente! Até que um amigo a presenteou com uma peruca.

Debora comentou que não tinha noção de quão baixa estava sua autoestima. Ao se enxergar com cabelos, em frente ao espelho, abriu um sorriso há tempos adormecido e, a partir daquele momento, sua energia mudou completamente.

Depois de viver este drama na própria pele, ela lançou o projeto Amor em Mechas com o  objetivo de promover a solidariedade entre mulheres, incentivando as que estejam dispostas a doar suas mechas para a confecção de perucas a serem fornecidas para pacientes em tratamento quimioterápico ou com alopecia.

Para fazer uma peruca são necessários 8 metros de cabelo e para doar uma mecha é muito mais simples do que eu imaginava. Qualquer um pode, desde que tenha no mínimo 15 cm de comprimento, inclusive quem tem química.

Dominique - Amor em Mechas

Como fazer:

1 – Os cabelos precisam estar limpos e secos.

2 – O cabelo deve medir no mínimo 15 cm.

Separe o cabelo de forma que a mecha possa ser retirada do meio da cabeça (ninguém vai perceber e não afeta o corte).

3 – Amarre firme com um elástico os cabelos.

4 – Corte em cima do elástico, deixando um espaço de 1 cm entre o elástico e o corte.

5 – Coloque os cabelos em um saco plástico.

Como entregar a mecha:

1 – Envie para a Caixa Postal 78.953, CEP: 05412-972

2 – Deposite em uma urna mais próxima. Veja aqui os pontos de coleta.

A gente pode mudar a vida de alguém, principalmente de quem está passando por um desafio desta magnitude. Que tal? Eu doei uma mecha!

[fve]https://youtu.be/oX6bDz7VgQs[/fve]

Se você tiver perucas ou lenços que possa doar, entre em contato com alguma dessas instituições:

Pérola Byngton e Instituto do Câncer de SP
Grupo Rosa e Amor
Banco de Lenços
Lenços que Unem

Se você precisar receber uma peruca, conheça outras instituições que também prestam este serviço:

ONG Cabelegria
Laço Rosa

Gostou da iniciativa da Debora? Conheça mais sobre o projeto Amor em Mechas aqui.

Leia Mais:

Surpreendente! A minha filha de 15 anos também é uma Dominique!
Amiga pra valer é tão gostoso quanto café com leite

5 Comentários
  1. BOM dia eu gostaria muito de ganhar uma peruca pois estou careca,frequento o perseverança e lá encontrei a Vânia e ela mim pergonte vc quer uma peruca eu disse claro sou muito vaidosa e estou enfrentando uma fase da vida muito difícil pela segunda vez estou fazendo quimioterapia já são três anos de muito sofrimento, tinha cabelos lindos e pela segunda vez estou sem não é fácil.entao a Vânia disse procure minha amiga Débora que ela vai te ajudar.eu fiquei muito feliz .

    1. Eu quero agradecer a todos vocês pelo o que fizeram por mim estou muito feliz por ter ganhado o kit do amor e mechas não tenho palavras para lhe agradecer a todos vocês do amor e mechas que Deus abençoe muito vocês e que Deus continue trabalhando na vida de cada um de vocês e que sempre devemos manter sempre a esperança que Deus colocar pessoas boas em nossos caminhos para nós ajudar na hora de nossas dificuldades e aprovações que Deus continue abençoando vocês para levar sempre essa alegria que eu estou sentindo agora para outras pessoas Deus abençoe a todos

  2. Ótima idéia! Parabéns! Sempre fui vaidosa e os cabelos sempre foram a grande preocupação pq eles eram muito rebeldes Ja cheguei a usar peruca por vaidade. Na época das Perucas Kanekalon.Muito bonitinha, porem sintética, curtinha. Me arrumava rapididinho. Concordo plenamente com a idéia. Tenho certeza q toda Dominique ficará muito feliz. Pretendo doar. Vou medir meu cabelo para ver se ja atinge os 15cm. Ficarei muito feliz em poder participar do AMOR EM MECHAS. PARABÉNS mais uma vez!

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Recordar é viver? Nem sempre o passado foi tão bom assim

Dominique - Recordar
Constantemente ouço comentários de que as coisas atualmente estão difíceis. Seja no aspecto financeiro quanto social ou das coisas do mundo: que as pessoas não interagem mais como antigamente, que as músicas eram melhores, que as brincadeiras eram mais divertidas, enfim….que o mundo era um lugar melhor. Recordar é uma forma de nostalgia comum, que nos faz ressaltar o valor daquilo que vivemos e também lamentar o tempo que passou e as mudanças que aconteceram.

Será que é assim mesmo? Será que o passado era melhor ou nos tornamos saudosistas e pessimistas? O fato de atravessarmos tempos mais áridos e instáveis pode abrir brecha para pensarmos nos momentos mais realizados da vida, é verdade.

É essencial percebermos que não temos controle sobre muitos acontecimentos, como perdas e doenças; os imprevistos fazem parte e exigem adaptação e resiliência. Mas existe uma parcela de acontecimentos e eventos que contam com nosso empenho, nossa participação especial, como protagonistas e realizadores.

Recordar é viver até certo ponto. Quando recordamos e vivenciamos momentos passados, acessamos nossa bagagem de experiências. Qual o valor e o peso da recordação? Parece que ao fazermos esse passeio pelo passado, muitas experiências podem ficar supervalorizadas. Mesmo que percebamos que as coisas estavam melhores, será que o fato de achar que o melhor da vida já passou não é uma forma de sabotagem?

O que foi legal no passado pode ser colorido com cores bem intensas e no presente se tornar “bacanérrimo” por um movimento psicológico de atribuir qualidades especiais à lembrança do momento vivido. Dessa forma, as lembranças adquirem mais brilho. Sabe aquele relacionamento que nem foi tão especial, mas ao recordar da relação e da pessoa, parece que tudo foi mágico? Muito mais porque “temperamos” a lembrança do que pelo relacionamento em si.

Se as coisas mais legais já passaram e já foram vividas, porque me esforçar ou me engajar em coisas novas e em experiências “que já não são tão boas” como já foram no passado? A zona de conforto ajuda a criar o discurso que a sustenta. E aí o passado te prende, te faz refém e te ilude. Ficar preso ao passado é como desinvestir da vida, daquilo que ainda pode ser construído para o futuro.

Os processos terapêuticos de diversas linhas trabalham no sentido do resgate da história de vida, ressignificação e despertar de possibilidades. Revisitar o passado e o peso que se dá a ele constitui um valioso trabalho no sentido da evolução pessoal.

O outro extremo de valorizar pouco o passado parece não ajudar a assimilar o significado e o aprendizado que cada momento teve, e que, consequentemente, nos prepara para as vivências futuras. E aí repetimos padrões de comportamento e funcionamento distorcidos que nos conduzem às mesmas escolhas que não nos fazem felizes.

Ser feliz, ter satisfação e realizar os próprios desejos requer energia investida. E essa energia emocional não pode estar presa ao passado… Deve fluir pela vida, pelas escolhas e pelo rumo que devemos dar ao que queremos que seja bom, para que daqui a alguns anos possamos olhar para esse momento e perceber o quanto ele também foi legal!

É necessário tirar proveito das experiências vividas. Aceitando que o passado é uma lembrança e não um momento real e atual. E assim curtir as lembranças, aprender com os erros e voltar ao presente!

Recordar é bom demais, mas não devemos nos prender ao passado, não acha?

Leia Mais:

Minha filha de 15 anos é uma Dominique!
50 anos em 5 – A emocionante história de uma Dominique

Alcione Aparecida Messa

Psicóloga, Professora Universitária e Mediadora de Conflitos. Doutora em Ciências. Curiosa desde sempre, interessada na beleza e na dor do ser humano. E-mail: alcioneam@hotmail.com

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Tratar sua coluna pode ser mais fácil do que imagina. Entenda!

Dominique - Coluna
DOR NA COLUNA NÃO É PARA DOMINIQUES

Para homens e mulheres, de todas as idades, vem sendo cada mais frequentes as dores nas colunas lombar e cervical. Infelizmente, o maior número de queixas é de Dominiques, mas isso não significa decadência.

Conversamos com um neurologista, Dr. José Antonio Ribeiro, que entende do assunto e que enche de esperança qualquer ser que sofra de problemas na coluna, o mal do século.

Com olhar tranquilo e, ao mesmo tempo, firme passa segurança em suas explicações.

Ele diz que o nosso corpo, DE TODOS NÓS, homens e mulheres, passa a degenerar a partir dos 40 anos, mas isso não significa em hipótese alguma entrar em estado de putrefação, não estamos ladeira abaixo.

Segundo Dr. José, a dor em coluna vertebral é um dos sintomas mais comuns que fazem o paciente procurar o médico. Suas causas, muitas vezes, são desconhecidas e, na maioria dos casos, existe uma melhora espontânea.

É importante evitar a sobrecarga na coluna, cada vez mais difícil pelos usos e costumes da vida moderna, sendo o sedentarismo a principal causa do aparecimento da dor.

Quando o sintoma tem duração maior do que três meses considera-se como dor crônica e, neste caso, a dificuldade no tratamento é maior.

O que pretende-se na prevenção dessas dores é o fortalecimento da musculatura já que é o que sustenta a coluna. Assim atividades físicas aeróbicas ou não, como alongamentos e relaxamento muscular, são muito úteis nesta profilaxia.

O tratamento da dor relacionada à coluna, depois de um diagnóstico bem feito através de exame clínico e paraclínico (exames de imagem e de função neurológica e muscular como a eletromiografia, por exemplo), deve ser considerado em diversos “degraus”, do menos invasivo ao mais invasivo:

1 – Tratamento medicamentoso: compreende o uso de analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares. Este é um tratamento para uso ocasional já que há complicações decorrentes dele quando torna-se habitual, como por exemplo alterações da função renal, aparelho digestivo, entre outros.

2 – Tratamento fisioterápico e adjuvantes: aqui temos uma vasta gama de opções. Os mais comuns são:

a) Tratamento fisioterápico clássico que envolve o uso de aparelhos geradores, como ultrassom, ondas curtas, raios infravermelhos, entre outros.

b) Acupuntura, Shiatsu, Pilates, RPG, osteopatia, entre outros.

c) Infiltrações através de bloqueios de nervos que se faz com injeção de anestésicos e anti-inflamatórios.

d) Uso da radiofrequência, um tipo de onda eletromagnética que gera calor, provocando a disfunção ou lesão de ramos nervosos que estão provocando o quadro doloroso. Este procedimento requer internação hospitalar e uso da radioscopia que se faz em ambiente de centro cirúrgico com o paciente submetido à anestesia local e sedação.

e) Tratamento cirúrgico quando nenhum dos “degraus” anteriores surtiram efeito desejado.

Com todas estas informações, nasce para todas as Dominiques uma forte esperança de eliminar o desconforto na coluna, mas como tudo na vida, requer dedicação e disciplina.

Uma coisa é certa, remédio em excesso é a pior saída. Tomado em demasia, além de não combater a dor, prejudica e muito outros órgãos.

A saída para quem sofre com problemas na coluna é sair do sedentarismo!

Dominiques, ladeira acima, isso sim.

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Tortura masculina – a vingança de quem faz mamografia

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Tortura masculina – a vingança de quem faz mamografia


Antes de começar a discorrer sobre minha indignação, quero deixar mais que claro que devemos agradecer todo santo dia a existência da mamografia.

Amigas e parentes, estão todas firmes e fortes, justamente porque se submeteram ao exame e detectaram a tempo a existência de qualquer anormalidade. Eu faço sagradamente há 11 anos.

Feito isso, posso dar vazão ao meu desabafo.

Hei de descobrir um dos maiores mistérios no quesito saúde feminina.

Por que ainda não inventaram um método menos doloroso para a realização da mamografia? O povo ainda tem a coragem de classificá-lo como não invasivo.

Ainda que tenha várias amigas que quase não sentem nada, para mim é uma tortura, sou extremamente sensível a dor.

A medicina é tão avançada. Doenças são descobertas prematuramente através de exames supersofisticados. O Pet Scan faz um mapa minucioso do corpo inteiro identificando qualquer microimagem. Jesus, como até agora nada substitui a mamografia? Aí tem.

Confesso que sou desleixada, só corro atrás de um médico quando a água bate no nariz. A única coisa que não abro mão é ir ao ginecologista todo mês de fevereiro e fazer os exames de controle. Ele é quem me faz lembrar que o Carnaval está chegando. Muito mais do que as intermináveis chamadas da Globeleza.

Sofro por antecipação. Pesadelos com 3 meses de antecedência. Risco as datas do calendário como se estivesse na cela de uma prisão contando os dias para minha liberdade, neste caso ao contrário, quanto falta para minha agonia.

Entra ano e sai ano é o mesmo drama. Já fiz em todos os laboratórios possíveis e imagináveis, numa busca implacável por um lugar que seja menos traumático para fazer o raio do exame. Ainda não encontrei. Provavelmente o problema seja euzinha e minha sensibilidade à flor da pele.

Sam Shapiro, Strax Philip e Venet Louis criaram a mamografia em 1966. Há 45 anos, vem se comprazendo com a tortura feminina. Tinha certeza que eram homens. Os mais sádicos da espécie. Devem ter sido abandonados por Dominiques e, como vingança, definiram que a partir dos 40 temos que sofrer.

Uma outra possibilidade que não deve ser descartada é uma revolta insaciável gerada após o exame de próstata. Quiseram dar o troco. Injustamente, o exame de toque dura três segundos, não dói nadica e, portanto, nem chega perto do sofrimento mamário.

Nesta encarnação não será possível, mas na próxima serei pesquisadora, médica, cientista ou seja lá o que for. Inventarei com requintes de detalhes o exame mais fiel para detectar câncer de próstata – a Sacografia. O indivíduo também terá que fazer uma vez ao ano. Garanto que a cada 12 meses será uma experiência memorável.

O mocinho chegará ao laboratório e terá que colocar o dito cujo num equipamento diabólico em formato do salto Luiz XV. O treco vai baixando no seu membro até esmagá-lo completamente. Quando estiver com a espessura de uma folha de papel sulfite, após 30 segundos, a enfermeira fala secamente:

– Pare de respirar.

Ele grita:

– Como? Eu não estou respirando há uma eternidade, minha filha.

Ela diz já sem paciência alguma:

– Só mais um pouco.

O saltinho básico Luiz XV é comprimido mais um pouco e o bonitinho já está fino como um fio de cabelo.

Ufa, chegou ao fim. Que nada. A enfermeira retorna ao recinto com os olhos vibrando de emoção:

– Ainda não ficou bom. Vamos repetir algumas imagens.

Agora coloca um salto plataforma em cima do ser já encolhido de tanto pavor e aperta mais um pouquinho.

A vingança será maligna!

Fiz mais de 11 mamografias na vida. Conto todas, experiências únicas. Hoje foi diferente, a enfermeira foi gentil, conversou sobre os assuntos mais diversos e sua simpatia transformou o sofrimento angustiante em algo mais suportável. Prefiro assim, dor com gentileza.

Não se esqueça: mamografia é um bem necessário à sua saúde!

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Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

6 Comentários
  1. É, Margot, eu tb sofro muito com esse exame e, hoje, confesso que saí atordoada com tanta dor. Tanto que ao chegar em casa, meio trêmula e ainda com os olhos lacrimejando, coloquei no Google assim: “tortura mamografia” e caí no seu texto. Eu tb estava aqui pensando: “esse aparelho só pode ter sido criado por homens!!” E sem qualquer pesquisa voltada para UX. Concordei com todos os pensamentos que vc expôs. Como pode, até agora, não terem criado algo menos invasivo, dolorido e menos humilhante?!

  2. Kkkkkk, adorei o bife tb! Muito boa! Mas o fato é que as estatísticas nos convencem… a mamografia realizada anualmente vem despencando o índice do câncer da mama em aproximados 35% a cada ano e progressivamente. Esse número supera qq aperto Dominiques queridas!!

  3. Faço há b m mais tempo que vc…mas sou desencanada. Já que tem que ser, que seja! Me preparo psicologicamente e mando ver! Passa né ?!
    Mas a única vez que meu marido perguntou “mas dói tanto assim?” Fiquei p… e falei para ele: imagina alguém pegar seu saco e apertar até ele virar um bife…pronto, e o tanto que dói!

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A menopausa pode representar uma fase de reposicionamento pessoal

Dominique - Menopausa

Todas as mulheres que alcançam a idade entre 45 e 55 anos, se tudo der certo, vivenciarão a menopausa,  o fim dos ciclos menstruais. É o evento mais marcante da fase de transição do período reprodutivo para o não reprodutivo.

Há uma enorme variação das vivências femininas em relação à menopausa, indicando que não é apenas a queda na produção dos hormônios ovarianos a causa de tantas mudanças. Diferenças culturais, sociais, psicológicas e biológicas influenciam imensamente como essa experiência será vivida, tornando-a única.

Vivemos numa sociedade que idolatra a juventude como se fosse uma qualidade e espreme as mulheres em padrões estritos de beleza. Esse padrão cultural é excludente e perverso. Há beleza longe das capas de revista.

A experiência das mulheres da família e de outras mulheres próximas tem papel importante ao moldar nossas expectativas antes da chegada da menopausa. Damos muita atenção ao discurso recheado de sintomas pavorosos, sem humor, um monstro que nos causa medo.

Existe uma medicalização dessa fase, como se fosse doença a ser tratada. Até mesmo o nível socioeconômico, o acesso à informação, a troca de ideias é capaz de alterar a percepção dessa fase, aprofundando aspectos negativos e perdas, sem enxergar outros aspectos.

A menopausa pode representar uma fase de reposicionamento pessoal. Época de rever papéis, valores fundamentais, refutar escolhas anteriores, acolher seus erros e fraquezas. Ficar confortável consigo mesma.

Estivemos ocupadas durante anos estudando, trabalhando, cuidando de filhos, correndo atrás de objetivos profissionais, financeiros, amorosos… Agora vamos continuar fazendo tudo isso, se quisermos, mas em paz.

A possibilidade de um mergulho interno vai ajudar a compreender que os sintomas estão de passagem, que envelhecer é inexorável, que começa quando nascemos e que podemos sim nos tornar uma mulher mais confiante, mais interessante, mais feliz. Por que não?

Somos muito mais que hormônios, não acha?
Doutora Cynthia M. A. Brandão

Endocrinologista, 58 anos.

6 Comentários
  1. Aos 52 anos, confesso que tenho um certo temor da famigerada “MENO”… acho até que já sinto uma brisa dela por aqui… ressecamento (que um gelzinho maravilhoso resolve), queda de libido (que um parceiro maravilhoso entende e resolve, por que quando acontece, é bom e nos satisfaz… embora as acrobacias de antes já exijam um Torsilax…. kkkk), alguma irritação, principalmente com louça na pia e sapatos espalhados (que a bagunça com o neto e um sorvete resolvem), calores (bem… eu vivo em Manaus, então não dá pra saber o que é clima e o que é climatério…. kkkkk).

    De resto, tento não me preocupar muito e embora tendo a família constituída e esteja feliz com isso, penso que o fato de não menstruar vai me trazer uma certa impotência… enfim, sigo trabalhando e fazendo o que sempre fiz, apesar das rugas, da barriguinha saliente, do cansaço nas pernas.

    Só o tempo dirá o que a “MENO” fará comigo. Por enquanto, estamos em harmonia e temos um pacto: ela não me maltrata e eu não falo mal dela. Simples assim….

    Espero! 😉

      1. Saber aproveitar as oportunidades é tudo!
        Há umas três semanas, me peguei fazendo algo que eu não fazia há quase 20 anos: andar de bicicleta. A oportunidade da vez se chama “NETO” e eu quero estar bem pra aguentar o pique dele…
        Inclusive, voltei a estudar (uma nova especialização) e estou alicerçando um mestrado… quem sabe fora do País?!
        A menopausa vai ter que correr muito atrás de mim…. ela vai chegar, é certo…. mas não vai me encontrar parada!

  2. Acho . Sinceramente estou passando muito bem .Sempre trabalhei muito Levei uma vida super agitada e a menopausa veio para mim como se fosse um slow down , hora de ir diminuindo , colher os frutos , aproveitar mais , pensar mais em mim . Estou curtindo De verdade !Por essa razão eu adorei o texto !!
    Minhas filhas estão preocupadas q eu era super Patricinha e estou virando alternativa kkkk

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Ganhei com o Yoga algo misterioso e inatingível!

Dominique - Yoga
Eu sempre fui muito ansiosa e a ansiedade me atrapalhava muito a vida em todos os sentidos. Sentia que queria TUDO ao mesmo tempo e acabava não absorvendo nada das experiências que a vida me trazia. Eu era ávida de conhecimento e achava que tinha que acelerar para dar tempo de adquirir tudo integralmente. Até que experimentei respirar no Yoga.

Foi um divisor de águas! Parecia que eu tinha ficado mais lenta e, por conta disso, o mundo também estava lento. Comecei a perceber que assimilava muito mais informações e tinha mais tempo para tudo que estava buscando. Eu me apaixonei pela filosofia do Yoga.

No início, eu tinha muita energia e comecei com Ashtanga Yoga. Uma prática bem intensa, cheia de fogo interno, para quem gosta de suar, superação e fluidez. Sempre amei trabalhos de corpo. Fui bailarina, atleta de natação e de esportes radicais quando apresentei programas de TV.

Naquela época, causei várias lesões graves em meu corpo, ficando com um joelho sem ligamentos cruzados e lesões na coluna cervical e lombar. Em um acidente em alto mar, eu quase fiquei tetraplégica com lesão grave de medula. Fui diagnosticada por cinco médicos que me proibiram de fazer esportes e Yoga.

Uma voz sábia me dizia que eu tinha que praticar Yoga e logo apareceu um método perfeito para corpos lesionado. Eu me formei em Iyengar Yoga, usando o meu próprio corpo como laboratório. Resultado: lesões curadas. A sensação de bem estar e a ausência de dor, um raro estado, me levaram ao nirvana.

Assim é quando o Yoga entra em nossa vida. Muda tudo para o melhor, mesmo que para isto seja preciso encarar os demônios internos. E não para por aí. O Yoga vai se transformando dentro da gente. Já pratiquei também Yoga Gravitacional, um belíssimo trabalho de cor (força central do corpo) para corpos lesionados.

Hoje, após 28 anos de Yoga, pratico e leciono Yoga Livre e Yoga Terapia. Sei que esta filosofia nos prepara para tudo na vida. Educa o ego, nossa criança ferida, e nos mostra não só através das ásanas (posturas), mas através da respiração, por onde devemos caminhar. Tomamos consciência de nossa Alma Pura, sem as máscaras que nos obrigam a nos escondermos até de nós mesmos. Yoga traz a coisa mais misteriosa e inatingível, que é o EU verdadeiro à tona.

Literalmente o Yoga nos conduz à plenitude do ser terreno e celestial. Indico a todas as Dominiques que desejam um mergulho dentro de si.

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Daniela Barbyeri Barbyeri

Daniela Cecato Barbyeri é atriz e sócia do espaço Era de Aquário, aqui em São Paulo, e do retiro Sálvia Alma, em Monte Alegre do Sul. Ela também dá aula personal. Contato: (11) 97306-2007

2 Comentários
  1. Daniela, seu depoimento me estimulou pra tentar a yoga como terapia para dores na lombar e joelhos. Poderia me passar telefone e endereço de contato. Obrigada.
    Patricia.

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