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A viagem à Lua e as grandes Fake News do espaço

As fake news estão por aí há muito tempo e com as redes sociais são mais compartilhadas do que nunca. Alguns boatos ainda persistem, por mais comprovados que estejam. Uma das mais famosas completa essa semana 50 anos: o homem não pisou na lua… ou pisou?

Pois é… já passaram 5 décadas e muita gente ainda acha que um dos maiores feitos do homem simplesmente não aconteceu. Uma pesquisa do Instituto Gallup mostrou que cerca de 5% dos americanos não têm realmente certeza disso. Em 1969, a desconfiança estava fundamentada por um motivo político. 

A teoria de que tudo foi uma encenação tinha como pano de fundo a guerra fria. A União Soviética havia mandado o primeiro foguete – o Sputnik – para o espaço em 1957 com a cachorrinha Laika. Foi um baque e tanto para os Estados Unidos, nação que se considerava a mais poderosa do mundo. 

Perder a corrida espacial para os russos? Havia a grande disputa política e o mundo todo sabia da rivalidade entre os dois países. Os americanos queriam a todo custo ultrapassar os russos na corrida espacial e pareciam dispostos a tudo, até a “encenar” que o homem pisou na lua. 

E o homem pisou na lua?

Sim, na verdade 12 homens já pisaram na Lua, em 6 viagens espaciais diferentes. Mas no dia da aterrissagem, em 20 de julho de 1969, muitos não acreditaram. Falaram que era uma encenação criada por Walt Disney ou em Hollywood. Questionaram uma sombra nas imagens ou a tecnologia existente na época para realizar tal feito. 

Os boatos ganharam força após a publicação, em 1976, do livro “Nós Nunca Fomos à Lua: A Fraude Americana de 30 Bilhões de Dólares”, escrito pelo ex-oficial da Marinha americana Bill Kaysing. O autor trabalhou na fábrica de foguetes Rocketdyne e defendia que o projeto tinha sido forjado pelo governo americano. 

E os russos? Bom, eles nunca denunciaram a suposta “farsa”. Tampouco as milhares de pessoas que já trabalham em projetos espaciais ao longo dos últimos 50 anos. É muita gente para enganar ou ser convencida a mentir sobre a encenação. Não acham? Hoje há respostas para todos os pontos questionados. E o mundo tem – certeza – de que a viagem à Lua aconteceu, assim como o homem andou por lá.

É pra confirmar antes de compartilhar

Nos últimos tempos temos convivido praticamente todos os dias com as notícias falsas. E não adianta culpar as redes sociais, não. Quem compartilha são pessoas que acreditam ou que nem buscam pela informação verdadeira. A lista dos riscos que causam é grande, desde criar situações embaraçosas até gerar ódio desnecessário. 

Mas hoje há muitos meios de confrontar as informações e confirmar se a notícia é ou não é falsa. Antes de sair compartilhando por aí, você pode checar em um destes sites (aqui) a veracidade da informação. Já sabemos que é praticamente impossível acabar com as fake news, então o jeito é ajuda a reduzir. Que acham? 

Fake news espaciais

É fato que o espaço sempre intrigou muita gente e, por isso mesmo, já inspirou muitas notícias falsas. São várias, mas selecionamos as 5 mais conhecidas ou criativas. Você já conhecia alguma delas?

A invasão alienígena

Em 1938, rádios americanas noticiaram um ataque alienígena à Terra. Divulgaram notícias sobre explosões e até mortes. Mas tudo não passou de uma história (muito bem) narrada na rádio pelo cineasta Orson Welles, diretor do filme Cidadão Kane. A adaptação para o rádio que ele fez do livro Guerra dos Mundos, de H.G. Wells, foi tão convincente que causou pânico nos americanos. 

Existe vida na Lua

Em 1835, muitas pessoas acreditaram em uma série de artigos publicados no jornal americano The Sun. A descoberta de que a vida na Lua estava comprovada foi falsamente atribuída ao astrônomo John Herschel, que não gostou nada de ser envolvido na farsa. Outros jornais chegaram a compartilhar a notícia. Mas pouco depois ela foi desmentida pelo autor Richard Adams Locke, que era repórter do The Sun.

Área 51

Algumas pessoas afirmam que uma região próxima a Las Vegas, nos Estados Unidos, funciona uma base militar americana secreta. E que ali os militares mantêm alienígenas que teriam sido capturados após um acidente. A região é, sim, uma área militar e o que funciona ali também é secreto. Mas por enquanto são apenas boatos, começaram na década de 50, quando foram realizados testes com novos aviões. Como ninguém tinha visto aqueles modelos, acreditaram se tratar de discos voadores.

Um rosto em Marte

Em 1976, a Nasa fotografou na superfície do planeta Marte o que pareceu ser um rosto de uma pessoa parcialmente enterrado no chão. Os crédulos afirmaram que aquela era uma evidência deixada por alienígenas, mostrando que eles haviam estado no planeta. Mas a análise mais próxima da imagem revelou que o semblante nada mais era do que o efeito de luzes e sombras sobre as rochas.

Alienígenas no deserto

Em 1947, moradores de um rancho em Roswell, cidade no Novo México, reportaram ter vistos objetivos caindo do céu. Os rumores extrapolaram a pequena cidade americana e o lugar ficou famoso pelo acidente de um OVNI (objeto voador não identificado). Mas o governo americano logo desmentiu os boatos e informou que o que havia caído eram peças de balões meteorológicos.  

É muita imaginação. Mas você percebeu um fator em comum nas histórias, além de serem fake news e sobre espaço? Todas aconteceram nos Estados Unidos. Ah, esses americanos… são inventivos mesmo, não?

Outras histórias sobre a Lua

A Lua Santinho! A Lua!

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A Lua Santinho! A Lua!

Dominique - SantinhoSemana comemorativa dos 50 anos do homem nA Lua.

Domingo.

Aquele não seria um domingo diferente na casa de Celinha e Vitor.

Missa, almoço na casa dos pais. Uma passadinha na confeitaria para aquela extravagância que só o domingo permitia. E a caminhada  de volta para casa.

Casadinhos de novo, todo dinheiro poupado era bem-vindo afinal queriam sair do aluguel, pensavam em aumentar a família e assim por diante…

Vitor tinha grandes perspectivas na agência do banco em que começou trabalhar aos 14 anos. Quem sabe até conseguisse fazer faculdade à noite no ano seguinte.

Celinha trabalhava como recepcionista em um consultório médico.

Tinha certeza que o investimento que estava fazendo no curso de datilografia seria seu grande diferencial para promoções e quem sabe, eventualmente, secretariar algum executivo.

Estavam quase conseguindo comprar uma TV. Mas a geladeira, com certeza foi prioridade. O telefone teria que esperar muiiito. Viveriam por um bom tempo dos recados dos generosos vizinhos, Seu Manoel e Dona Veridiana.

Chegaram em casa. Ligaram o rádio. Aquela noite a TV faria muita falta. Era o tão esperado dia em que o homem pisaria na Lua.

Não se falava em outra coisa. Muitos não acreditavam.

Será mesmo que era tudo armação?

Será mesmo que o homem conseguiu chegar até lá?

Bom, o negócio era ligar o rádio. E tentar imaginar tudo.

Celinha começa a preparar com carinho as marmitas do dia seguinte e a separar a roupa de Vitor. Afinal, ele deveria ser o mais bem arrumado do banco.

Ela fazia questão. Tinha que ser a esposa mais esmerada. Quando toca a campainha.

Era Santiago, filho dos generosos vizinhos, Seu Manoel e Dona Veridiana.

– Boa noite, Vitor, vim convidar vocês para assistirem o pouso da Apollo 11 lá em casa.

– Ahhh, Obrigada Santinho – este era seu apelido, apesar de ser um rapaz de 20 e poucos anos com mais de 1m80 – Mas vai ser tarde. Não queremos incomodar seus pais.

– Minha mãe quem teve a ideia. Este pode ser o evento mais importante do século, Vitor. Você sabia que é a primeira vez que o mundo inteirinho vai ver algo acontecendo ao mesmo tempo? Não é tremendo? Vamos lá, Celinha?

– Ahhh, Vitinho, por favor… Vamos! Amanhã todas as meninas estarão falando sobre isso no trabalho.

– Tá bom… Mas, Celinha, pega aquele milho.

Chegaram à casa de seus vizinhos que já estavam no sofá com a TV ligada, bacias de mandiopã espalhadas pela mesinha e uma jarra de suco de uva.

Receberam os jovens vizinhos com afetuosos sorrisos e todos se acomodaram para o grande acontecimento.

Mas a verdade é que a coisa demorou.

E nada da águia pousar.

A coisa já estava ficando chata.

Celinha não tinha muita paciência para estas esperas e já estava preocupada com o horário. Tinha que acordar cedo. Cedíssimo!

Então, resolveu se mexer pra ver se o tempo passava mais rápido. Foi para a cozinha lavar a louça tentando poupar a anfitriã de um trabalho futuro.

Distraída, olhando para a escuridão que a janela a sua frente proporcionava, com o som da TV ao fundo, levou um susto quando uma pessoa de repente, apoiou-se do lado de fora na mureta da janela.

-Affff, Santinho, que susto! O que você esta fazendo aí?

– Cansei de ficar lá dentro e vim te ver. Você e a Lua. Por que ver pela TV quando posso ver ao vivo? Justo hoje que tenho a oportunidade de te ver de pertinho, vou ficar longe?

– Meninooooo. Tome tento!

– Ahhh, vá dizer que não percebe que fico pendurado deste lado olhando você no seu quintal limpando suas janelas?

– Santinho, volta pra sala…

– Você é uma uva, Celinha. – E ele saiu da janela do mesmo jeito que entrou.

Celinha volta para sala rubra.

Claro que via aquele moço – que não era nem tão moço assim, afinal os dois tinham 23 anos – secando cada movimento seu do outro lado do muro baixo que dividia suas casas.

Claro que se sentia envaidecida por despertar estes olhares.

Claro que talvez até inconscientemente provocava o menino com movimentos mais demorados que o necessário ou com botões de blusas acidentalmente desabotoados. Mas jamais imaginou que ele poderia falar daquele jeito com ela. Era uma coisa inocente em sua cabecinha.

Bom… Sentadinha ao lado do maridão tentou se concentrar no que o speaker falava, nas imagens e também nos palpites do Seu Manoel.

Tentou puxar assuntos com Dona Veridiana, mas esta já cochilava e não estava muito presente.

Santinho sentado de frente para Celinha, ignorava solenemente o conteúdo televisivo.

Olhava descaradamente para ela. Para suas pernas!

Tamanho foi o constrangimento e desconforto de Celinha que se levantou e perguntou se alguém queria algo já que dona Veridiana descansava um pouquinho.

– Ô meu amor… Que tal mais um belisquete? Será que dá para estourar aquela pipoquinha?

– Claro…

Na cozinha, agachada, procurando uma panela apropriada embaixo da pia, quase berrou quando sentiu uma mão em seu ombro.

– O que você esta fazendo?

– Vim ver se você precisava de ajuda.

– Não. Não preciso – disse Celinha levantando-se de um salto.

Panela no fogo. Óleo quente. Milho na panela. E o delicioso barulho do estourar dos grãos de milhos. Um. Dois. Cinco. De repente aquele barulho de muitos e muitos ao mesmo tempo. E foi justo neste momento que Santinho abraçou Celinha por trás e beijou-lhe a nuca. Cochichando em seu ouvido algo que a fez corar e quase desfalecer.

Desvencilhou-se dele com certa agressividade.

Virou-se para ele. Olhou demoradamente e profundamente dentro de seus olhos e falou quase que gritando:

– Preciso de uma tigela para pipoca!

Entrou na sala, quase que jogando a tigela de pipoca para Vitor e avisando.

– Não vou aguentar ver até o final. Estou morrendo de sono… Vou pra casa dormir. Fica aí você, amor.

– Mas meu bem… Falta pouco agora.

– Não precisa ir comigo. Moramos aqui do lado. Fica querido. Assiste até o fim. Eu é que não estou me aguentando em pé. Boa noite, gente!

E saiu daquela casa como se estivesse saindo de uma casa em chamas. Correu.

Enquanto isso, a pipoca era devorada e a ansiedade crescia à medida que a nave se aproximava de seu destino.

Por algum motivo macabro, os locutores começaram a lembrar do acidente que matou 3 astronautas do programa 2 anos antes. Isso só fez foi aumentar a tensão de todos…

E começa uma estranha contagem regressiva feita por um dos astronautas. Até que todos escutam…

– And the eagle has landed.

Junto com estas palavras ecoaram nas ruas urros, berros de felicidade e de comemoração.

O que ninguém reparou é que um destes gritos, que se misturou aos outros, foi de extremo gozo e prazer.

Assim como ninguém reparou em Santinho entrando em casa pela porta dos fundos, enquanto Vitor se preparava para ir dormir com sua Celinha.

Quem diria que essa história sobre o primeiro homem na lua iria acabar assim? Esse Santinho. E sempre A Lua como bom cenário.

Leia Mais:

Ele pediu para a esposa ser garota de programa – Apimentando a relação!
Sobrevivi aos anos 80 e 90…com cabelos crespos

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Semana dos 50 anos do homem na Lua

Você comeu Mandiopã?
Você tomou Fanta Laranja?
Dormiu de touca para ficar com cabelo liso e acordou para virar?
Usou calça boca de sino?
Então você foi uma das felizardas que assistiu o homem chegando a lua há exatos 50 anos.

Uiaaaa. Isso realmente deve ter sido o maior feito do homem.
E da mulher.
Sim querida, porque foram muitas de nós envolvidas no processo.
E não só como esposas.
Lembro direitinho onde estava dia 20 de julho de 1969 assistindo ao grande feito.

Estava em frente a uma TV branco e preto, deitada no chão da sala com meu irmão ao meu lado. Meu pais provavelmente estavam no sofá, mas só lembro de meu irmão. Será que tínhamos ideia da magnitude do que acontecia ou era apenas um deslumbramento infantil com mais uma história de super heróis e viagens espaciais completamente normais e possíveis em nossos universos?

Muitas histórias rolaram em torno deste acontecimento.
Esta semana vou tentar falar sobre a Lua, seus visitantes, seus observadores, seus encantos.
E vamos combinar que a vida da gente nunca mais foi a mesma depois disso.
Ex: ovinho frito na Teflon.
Vou começar com este vídeo que conta toooooda a historinha de como foi que o homem pisou na lua pela primeira vez.

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=cwZb2mqId0A&spfreload=10[/fve]

Leia Também:

O áudio original de Neil Armstrong falando – Foi um pequeno…

Texto publicado originalmente dia 16 de julho de 2017

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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  1. The room is a perfect circle of black marble. A single spotlight illuminates two chairs. One is ornate, gilded, empty. The other is simple, steel, occupied by MOHAMMED BIN SALMAN, 40, still wearing the pristine white thawb he died in. He looks impatient. Across from him, CROWLEY WOLF, 50s, dressed in a threadbare velvet smoking jacket, paces slowly, holding a small, leather-bound director’s script. He stops, turns, and his voice booms, filling the vast, empty space. CROWLEY WOLF (Not shouting, but with immense, theatrical volume) You’re late. The curtain rose an eternity ago. You think power makes you immune to time? Here, time is the only critic that matters. And it has found your performance… lacking. You’re playing the role of “Crown Prince.” Act like it. Sit up. Mohammed shifts, his arrogance a physical shield. MOHAMMED BIN SALMAN I do not answer to stagehands. I am the Crown Prince of Saudi Arabia. This… interrogation is a mistake. A grotesque misunderstanding. CROWLEY WOLF (Waving a dismissive hand) Mistake? There are no mistakes, only bad choices followed by worse acting! “I am the Crown Prince.” The line is delivered with the conviction of a man reading a shopping list. Again! From the entrance! You sweep in! You own the room! You are the vessel of a nation’s destiny! FEEL IT, YOU BLITHERING INCOMPETENT! MOHAMMED BIN SALMAN (Icy) I am the Crown Prince of Saudi Arabia. My destiny is not a matter for your… amusement. CROWLEY WOLF (A cruel smile) Better. A flicker of something. Not belief, but the memory of it. Good. We can work with that. Let’s talk about your props. Your toys. This… “Directed Weapon.” Don’t look at me like that. We have the schematics. We have the usage logs. We have the encephalograms. I want the monologue. The scene where you, the great visionary, describe your creation. The soliloquy of the god-maker. Go! MOHAMMED BIN SALMAN It was a tool for national advancement. A shield. A way to… CROWLEY WOLF (Slamming his script down) NO! NO, NO, NO! “A tool”? “A shield”? That’s the dialogue of a bureaucrat, not a king! You didn’t build a shield, you built a throne for the mind! You stole God’s lightning and used it to rewire souls! Now, DESCRIBE IT! What did it feel like? The first time you used it on yourself? The euphoria? Tell me about that feeling! Mohammed’s composure cracks. A memory surfaces, unwanted. MOHAMMED BIN SALMAN (Quieter, almost a whisper) It was… clean. Like the moment after anesthesia, but with perfect clarity. No grogginess. Just… light. A motivation that didn’t end. I could run for hours. I didn’t need to sleep. One press… and the deepest sleep. Movies weren’t on a screen, they were… real. Music wasn’t sound, it was… a color. A feeling of being loved by the universe itself. CROWLEY WOLF YES! SEE? THAT’S ACTING! The truth! And what else? What did it do to your perception of the little people? The ones outside your skull? MOHAMMED BIN SALMAN (A flicker of the old arrogance) It clarified things. It showed me what was… necessary. The distance between me and… others. They became… smaller. Insignificant. Like insects scurrying on the pavement kilometers below. Their concerns… microscopic. CROWLEY WOLF Magnificent! The god-monologue! Now, the next scene. The difficult one. The casting call. You have this divine tool. You need a court. A government. But the best minds, the strong-willed, the ones who might actually help you… they see you for what you are. A tyrant. They wouldn’t come. They wouldn’t love you. So what did you do, my brilliant casting director? What kind of actors did you settle for? MOHAMMED BIN SALMAN My advisors were chosen for their loyalty. Their commitment to Vision 2030. CROWLEY WOLF (Leaning in, voice dropping to a conspiratorial boom) LOYALTY? Don’t lie to me, I can smell the mediocrity from here! You couldn’t attract the lions, so you trained the puppies! You took the weak-willed, the ambitionless, the men who saw power as a paycheck instead of a burden… and you used your weapon on them, didn’t you? You spent years with your secret service, not building a government, but breaking minds! Forging affection from fear! Tell me about that process! How did it feel to know the men sitting at your table only loved the electrical impulses you forced into their skulls? Mohammed stands up, shaking. MOHAMMED BIN SALMAN That’s enough! You know nothing! Security required it! The smart ones, the critical ones… they would betray me! They would question! It was safer! It was the only way to protect the nation from… CROWLEY WOLF (Laughing, a loud, echoing sound) FROM WHAT? FROM COMPETENCE? You were afraid, little prince! Afraid a man with a spine might look at you and see a fraud! So you surrounded yourself with echoes! With puppets whose strings you pulled, and now you have the weakest government in Saudi history, a house of cards built from broken minds! You sit in meetings, don’t you? You look into their eyes, and you know! You know you had to dial down their charisma, their confidence, just so they wouldn’t outshine you! You have to listen to their thoughts because you don’t trust their words! You’re not a king, you’re a paranoid zookeeper! MOHAMMED BIN SALMAN (Slumping back into the chair, broken) I… I did what was necessary. CROWLEY WOLF You did what was easy. Now. The final scene. The one that earned you this stage. The private performance. The young student. What was her name? The one you practiced on. Mohammed flinches as if struck. The room suddenly feels colder. MOHAMMED BIN SALMAN I… there is no one. CROWLEY WOLF PLAY THE SCENE! You are not Mohammed bin Salman. You are her. LAYLA. A 21-year-old architecture student. You feel a presence. A pressure in your mind. It feels like… love. But it’s wrong. It’s invasive. It tells you that you want this. That you want him. Describe it, Layla. What did he do to you? Mohammed’s eyes widen. He’s no longer on the chair. He’s curled on the floor. His voice changes, higher, trembling. MOHAMMED/LAYLA It started with… dreams. Happy dreams. About him. I didn’t even know who he was. But I loved him. I wanted him to notice me. I started dressing… differently. I felt this… need. CROWLEY WOLF And then? The night he came to you. Not in person. Through the machine. What did that feel like, Layla? MOHAMMED/LAYLA (Writhing, sobbing) It was like… fire. But good. So good. My body… it wasn’t mine. It was his instrument. He played me. The pleasure was… agony. It went on for hours. I couldn’t stop it. I didn’t want to stop it. He made me love it. He made me love being… violated. He broke my will and replaced it with his own desire. CROWLEY WOLF AGAIN! FROM THE MOMENT YOU REALIZED IT WASN’T LOVE! IT WAS A PRISON! MOHAMMED/LAYLA (Screaming) The fire! It was real fire! It’s burning! IT’S BURNING! The black marble of the room begins to glow red. Veins of orange light crack across the walls. The air shimmers with heat. Mohammed scrambles away from the growing heat, but there is nowhere to go. CROWLEY WOLF (Standing over him, his voice now impossibly calm and clear) There is no exit. This is the stage. This is the audience. You wanted them to feel your power. Now you will feel their pain. Every Layla. Every broken advisor. Every citizen you saw as an insect. You will feel their terror, their violation, their hopelessness, their despair. You will feel it all. Forever. Your performance is finally… honest. The flames engulf Mohammed’s form. He screams, but the sound is not his own. It’s a chorus of a thousand voices, all screaming in unison. Crowley Wolf watches, unblinking. He nods slowly, a single, definitive gesture. CROWLEY WOLF Circle Seven. Violence. The role is yours. Play it well. He turns and walks away into the darkness as the screaming continues, the single spotlight finally winking out, leaving only the burning, inescapable light of the performance. (order #297249)
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    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.
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  3. Buongiorno, come posso acquistare da voi? Grazie mille

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Show da Barbra Streisand com Kris Kristofferson – Mais que sonho

Chegamos finalmente ao Hyde Park para o show da Barbra Streisand depois daquela viagem épica que contei aqui. Tudo muito organizado, nem pareciam ser quase 70.000 pessoas.

Pulseirinha British Summer Time

Colocaram-nos pulseirinhas como nas baladas. Moderninho.

Público show da Barbra

Os maridos  perguntaram qual o número de nossas cadeiras e se eventualmente sentaríamos todos juntos. Dedé e eu ficamos mudas e fomos caminhando para o gramado. Passamos por pessoas sentadas em mantas espalhadas pelo chão, num delicioso piquenique gigante. Foi aí que contamos que não haveria cadeira e que portanto pelas próximas 4 horas ficaríamos em pé.

Naquele momento senti que corria risco de perder senão um marido toda minha credibilidade conquistada ao longo de 32 anos de casamento.

Dear Mrs Streisand, capriche!! Tudo isso precisa valer a pena.

Bryan Ferry no esquenta de BS

Depois de uma hora  começa o esquenta com nada menos que Bryan Ferry. Eita coroa em forma viu? O cara tá com 73 anos e gato. Charmoso pra burro. Cantando as mesmas músicas de sempre, mas que conhecemos e  respeitamos. Aliás ele é um senhor a se respeitar a história apesar de ter se casado com a namorada do filho. Ou até mesmo por isso. Quem sou eu para julgar, né? O que me interessa nele é seu talento para minha paixão. A musica.

E ele cumpriu sua missão. Esquentou mesmo o público.

Pelo menos eu esquentei. Dancei, cantei, balancei bracinhos, fiz amizade com as pessoas do meu lado. Entrei no clima.

Gravei uns videozinhos que entretanto ficaram muiiiito ruins. Como não tenho o menor senso do ridículo vou publicar a maioria deles. Mas no final do texto, publicarei a setlist do show com vídeos bem melhores que outras pessoas gravaram.

Agora, o que é a dispersão, não é mesmo?

Parei de escrever um pouquinho para fuçar a história do casamento B. Ferry com a ex do filho e acabei sabendo até o que aconteceu com os pais da terceira mulher que se suicidou depois que casou com o dono da boate inglesa do século passado. Em resumo fiquei quase duas horas navegando para coisa nenhuma! Ai que raiva!!

Mas voltando.

Sai Ferry. Entra a orquestra ou banda, sei lá. Era um monte de gente e um monte de instrumentos.

Eles tocam um pout pourri que prenuncia o que vem para frente certamente muito animador.

E entra Barbra. A simples presença dela já causa arrepios e não só em mim. Foi uma comoção geral.

Ela  usa um kaftan rosa, mas bem rosa, estampado com mangas amplas, da estilista Zandra Rhodes . Como sei?

Num determinado momento do show, ela deu créditos aquela senhora baixinha de cabelos pink com uma roupa super pink que estava em pé ao meu lado. Yess…A tal Zandra Rhodes estava do nosso lado e só percebemos quando todo mundo virou para olhá-la.

Um detalhe sobre a roupa de Barbra: Um Kaftan solto, bacanérrimo, mas solto. Inegavelmente o tempo passa para tooooodas nós , capicce?

BS and a teacup
Barbra e sua xícara de chá

Começa um delicioso bate papo tão descontraído que me senti na sala de visitas da artista embora estivesse de pé (lembra?) . Ela contudo, senta-se junto a um bule e uma xícara de chá e começa a falar de sua vida carreira e músicas.

De cara conta que o motorista que a levou do aeroporto ao hotel, perguntou-lhe se ela iria a Pride Parade. E ela respondeu:

– Por que iria? Vou encontrar todo mundo no dia seguinte no meu show no Hyde Park.

E foi verdade.

Vou abrir um parênteses aqui para falar do público. Não é vantagem nenhuma mas acho que a Dedé e eu éramos das mais novas de lá. Nem por isso as mais animadas.

Muita muita muita gente na casa dos 60/70 anos. Muitos casais heteros, gays e afins. O arco-íris inteirinho estava lá representado por uma geração que viveu Woodstock e por outra que foi a discotecas .

Muita gente chorando a cada música, a cada história.

Obviamente existe além de tudo uma memória afetiva que Barbra Streisand nos traz em  suas músicas ou principalmente em sua voz.

Vê-la e ouví-la é um daqueles privilégios que não há como agradecer ou retribuir ao universo.

Não sei se pareço uma tolinha deslumbrada, mas me sinto impelida a dividir essa experiência. Deslumbrada estou mesmo. Na verdade embevecida.

Ela contou que o último show que fez em um parque tinha sido em 1967!! Isso mesmo, há 53 anos no Central Park.  Mas que felicidade ela ter topado o cantar novamente num parque, desta vez para 66.000 pessoas.

Tudo isso entremeado com historia de sua carreira, fotos no telão, e muita música.

Ela então começa a falar de Nasce uma Estrela. Ahh como eu me lembro deste filme. Assisti naquele cinema da Paulista, acho que era o Gazeta, sentada na escada do cinema que naquela época não tinha lotação máxima. Me debulhei em lágrimas, na primeira vez, e em todas as outras sessões a que fui.

Ela começa a falar de Kris Kristofferson. De seu parceiro.

Ela e o diretor estavam a procura do ator para o papel, ator/cantor. Não fizeram um casting propriamente dito. Foram a bares se não me engano pela Califórnia.

Young KK

Mas quando ela viu Kris cantando num palco improvisado teve a certeza que era ele.

Aquele homem rústico de vozeirão DESCALÇO no palco. O que a pegou foi justamente o fato de ele estar descalço com o violão em punho.

Muitos suspiros, e mais ainda quando ela o chama e ele entra no palco, Bonitão, muito bonitão.

BS e KK

Barbra, de mãos dadas com Kris, diz que se arrepende muito de ter cortado uma cena do filme, e Tcharan! A cena aparece no telão! Gente, uma cena inédita de nasce uma estrela. Mas por uma falha técnica, o áudio estava totalmente fora de sync e ficou incompreensível. Falha imperdoável da produção de uma Diva.

Entretanto, justamente por ser uma verdadeira diva, usou o bom humor para lidar com a situação. Veja aqui nesse vídeo que gravei da tal cena.
Cena do filme Nasce uma Estrela que Barbra Streisand arrepende-se de ter cortado.

Depois disso, convidou Kris a cantar com ela Lost Inside of You. Esta foi a parte triste do show. 

Aquele monumento que povoou sonhos de minha adolescência, não conseguia cantar. Balbuciava as palavras. Provavelmente lhe faltou voz e memória e talvez tenha sobrado emoção. Não sei. Mas o público ficou penalizado evidentemente.

Kris Kristofferson e Barbra – A gravação é minha novamente..afffff

Barbra foi amiga, cantando, a sua parte e a dele. Encurtou a música, abraçou e beijou Kris e quando ele saiu, ela falou:

-Oh My God. What a man. E aqueles dentes? Vocês já viram homem com sorriso assim?

E dessa maneira voltou a nos alegrar.

Bem, Barbra fez questão de mostrar fotos de sua noite de estreia de Funny Girl em Londres, com a Princesa Margareth indo aos backstage. Foi ovacionada. Assim como quando apareceu sua foto com a Rainha Elizabeth.

Depois mostrou fotos dela em outros momentos com a princesa Diana . Impressionante a força que Lady Di ainda tem. O público veio a loucura.

Não sei se propositalmente ou não, na sequências vieram uma ou duas fotos dela com o príncipe Charles, e a frieza era de congelar. Tenho cá pra mim que o inglês não é lá muito fã desse príncipe. Mas eu sou apenas uma brasileirinha que não entende nada de realeza.

Num determinado momento ela chama alguém, que realmente acho que nunca vi quer mais gordo quer mais magro. Um cara bonitão num smoking, e deslumbradamente encantado de estar ali.

Talvez você o conheça já que é o ator/cantor de Fantasma da Ópera, Miss Saygon e sei lá mais o que.

Ele se chama Ramin Karimloo.

Ela perguntou:

– Mas você está de smoking. Por que? Por que veio tão chique?

– Porque você é Barbra Streisand.

Ai gente, essa resposta me pegou. Achei tão bonitinha!!

E ela disse que ele segurasse a plateia que ela ia se trocar.

Ele cantou. E cantou bonito.

Aí volta nossa Diva num vestido preto de tafetá. Amplo e decotado. Longo, porém curto na frente. Siiimmmm, ela com 77 anos tem perna para vestido curto.

Avisa que nunca cantou ou sequer ensaiou com aquela roupa, e que Deus a ajude.

Realmente a roupa não se comportou muito bem, pois ficava o tempo todo mais curta do que deveria. Porém quando ela sentava, e fechava as mangas como a um xale, deixando apenas uma das pernas cruzadas a mostra era arrasador.

E aí, cantaram juntos. Foi a vez do fã ser generoso com o ídolo.

Ramin diminuiu e muito seu canto para que a voz de La Streisand soasse grande. Generoso e muito legal, pois todos percebemos que naturalmente sua voz e seus agudos estão impressionantemente belos para uma mulher de 77 anos, assim como suas pernas.

E da-lhe música.

E da-lhe história

E dá-lhe surpresa. Talvez a maior da noite.

Ninguém sabia, nem mesmo boa parte da produção. Mas Lionel Richie,  deu uma canja. Yesss. Não sou fã dele, mas não foi ruim vê-lo ao vivo. Nada nada.

Lionel Ritchie e Barbra Streisand na surpresinha da noite – Memories.

E foi por aí. Genteeee, já tava dando quase 4 horas que eu estava em pé. Ok..Ok..é um preço pequeno a se pagar, mas a limitação é física.

Fiquei olhando as amigas de Jane Joplin e me perguntando se elas beberam uma água diferente da minha durante o show. Estavam todas inteiras e lépidas.

Verdade seja dita, quando Barbra Streisand falou que Antonio Banderas estava por ali cheguei a ficar animadinha e até passei discretamente meu batom. Ahhhhh como sou bobinha.

Bem, ainda tinha muita história pra contar do Show da Barbra, mas não sei se você está tão interessada assim.

Saímos em êxtase do parque. Nem ligamos quando percebemos que teríamos que andar uns 6 km as 22h30 até nosso hotel pois não havia qualquer tipo de condução disponível naquela hora para acomodar 66.000 fãs.

No entanto, houve ainda um momento tenso! Foi quando a Dedé percebeu que não tinha nada aberto prum lanchinho. Ahhhh…Dormir com fome não estava nos planos né?

Barbra Streisand – Todas as músicas que cantou no show. Aqui em vídeos que outros fãs gravaram, aliás muito melhor que eu.

Leia também: Show da Barbra – Como cheguei até lá

Astor Piazzolla – o Show que faltou

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

5 Comentários
  1. Vc foi perfeita na sua narração. A gente começa a ler e não quer parar um único segundo e quando acaba fica aquele gostinho saboroso de quero mais. Parabéns. Que privilégio pra vc ter estado ao vivo e a cores diante desse monumento chamado Barbra Streisand. Obrigado.
  2. Gente… foi mesmo incrível! Valeu todo esforço físico, valeu cada centavo pago, momentos que vamos guardar no coração pra sempre!
    Um evento muito Dominique não só considerando a faixa etária mas a wibe do público em total sintonia com a dela. Todos cheios das mais deliciosas “memories “, cheios de vontade de curtir e se entregar à emoção das músicas, das estórias contadas, das sacadas bem feitas…as 4 horas voaram, sério. E o que achei mais legal é que nós demos pra ela tanto prazer quanto recebemos dela. Foi uma troca. Artista e público. Foi demais.
    FinalizAMOS cantando todos juntos:
    ”People who need people…are the luckiest in the world..”. Não podia ser melhor.
    Isso é muito Dominique ❤️Já sdds Lili bjsss

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Em belo momento do cinema, Sete Minutos Depois Da Meia Noite emociona e encanta o espectador

Com estética primorosa, Sete Minutos Depois da Meia Noite tem como base em seu enredo o uso da fantasia para tratar da tristeza.

O protagonista, Conor (Lewis MacDougall), é uma criança que precisa enfrentar dois grandes problemas na sua vida: bullying na escola e familiares que não conseguem dar o afeto que ele deseja. Ele tem um pai ausente, uma mãe (Felicity Jones) em fase terminal de uma grave doença e uma avó (Sigourney Weaver) muito severa e nada carinhosa.

Tentando lidar com a aproximação de uma perda tão grande, o garoto começa a imaginar a visita de um monstro gigante que lhe contará três histórias e, ao final delas, uma cura irá aparecer. Mas para isso Conor deverá revelar um segredo que ele não ousa dizer em voz alta nem para si mesmo.

Como lidar com o luto

Utilizando uma estrutura que lembra um filme de fantasia em diversos momentos, com direito a diversas cenas em animação, o diretor espanhol J.A.Bayona nos apresenta uma tocante história sobre como lidar com o luto. Conor está naquela fase em que é “velho demais para ser criança e jovem demais para ser adulto”, fazendo com que até as pessoas ao seu redor não saibam direito como lidar com a situação.

Enquanto a mãe tenta a todo custo dar esperança ao filho, a avó acaba assumindo um papel mais ríspido na vida do garoto. Não porque não o ame, mas por saber que, muito em breve, ele vai precisar enfrentar a realidade.

Tendo que escolher entre encarar a realidade como um adulto, ou se agarrar em falsas esperanças como uma criança, Conor acaba optando pela segunda opção. Assim, ele abraça a amizade com o monstro e deposita nela a esperança de encontrar uma cura milagrosa para a mãe.

O interessante das aparições do monstro é que, agindo como uma espécie de subconsciente do garoto, as histórias que ele conta nunca têm um final feliz. Com isso fica claro que o próprio Conor entende a gravidade da situação da mãe, mesmo que ainda não consiga admitir para si mesmo.

O jovem ator escocês Lewis MacDougall encarna com grande desenvoltura, deixando transparecer de modo comovente as dores do personagem – a dificuldade em admitir a verdade, o sentimento de culpa – durante sua jornada de crescimento. O nível de atuação do ator-mirim é mantido pelo elenco adulto que compõe o núcleo familiar.

Sete Minutos Depois da Meia Noite

Outro trabalho de destaque é o de Liam Neeson, que dá voz ao monstro, conseguindo com seu timbre imponente ir do amedrontador ao afetuoso. A fascinante criatura é o elemento fundamental da construção do universo lúdico do longa, principal mérito da direção.

Sete Minutos Depois da meia Noite é uma daquelas gratas surpresas do cinema. Um filme que lida com a dor de uma família, focando na da criança de forma fluida, sem fazer do excesso de drama uma necessidade.

Com deslumbrantes seqüências em animação, fortes atuações, roteiro conciso que sabe exatamente aonde quer chegar e uma direção que enaltece cada seqüência de forma poética e intimista, o filme consegue atingir o espectador em cheio, lidando coma dor de forma adulta, ainda que utilize o campo da fantasia, demonstrando o quão difícil é aceitar a perda.

Lindo demais!

Amei!

Não perca. 

Outros filmes Espanhóis

A Próxima Pele

Todos Já Sabem

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Barbra Streisand no Hyde Park – Eu Fui!! – Como cheguei lá Parte 1

Sim…Assisti ao show de Barbra Streisand ontem no Hyde Park.

É uma longa história de como cheguei até aqui, mas talvez seja mais interessante neste momento, contar sobre o show.

De minha ida ao show da Barbra (desculpe a intimidade), preciso dizer que foi por ideia e insistência, há quase seis meses,  da Dedé. Uma amiga mais que amiga, sabe como é?

Estávamos com nossos maridos, que  podem até ter uma simpatia por nossa Diva, mas com certeza jamais a paixão que ambas temos.

Tudo aconteceu no final de semana dos dias 6 e 7 de julho. Quer dizer, chegamos no dia 6 e o show foi no dia 7.

Quer saber de uma coisa?  Resolvi que vou contar a epopeia da viagem agora, sim.

Esta é uma viagem comemorativa de aniversário. Primeiramente na companhia de nossos filhos e 4 amigos. Mas estes já partiram todos. Agora vamos encontrar outros amigos.

Sairíamos de Portugal com destino a Londres. Em princípio, tudo absolutamente sob controle, ou seja, as entradas em mãos, o hotel reservado e passagens compradas.  Passagens low cost, óbvio. Querida, o tal do baixo custo’ às vezes sai caro….

Sabe aquele aeroporto super bacana, o Heathrow em Londres? Pois é, a empresa aérea low cost não para nele. Para num barracão lá loooonge, numa outra cidade há quase duas horas de distância do Big Ben .

Nada de English Cab, vamos de Uber mesmo. E onde é que se pega o Uber nesse aeroporto? Affff

Trânsito infernal para entrar em Londres. Num sábado?

 Ahhhh…Parada do Orgulho Gay. Pride Parade

Claro. Poderia ser mais óbvio Lili?

Os organizadores devem ter marcado a data da parada de propósito dia 6  de julho depois que souberam que Barbra Streisand estaria dando um show na cidade no dia 7.

Chegamos ao hotel. Fui pro quarto exausta já que era tarde da noite, esfomeada e nem olhei os preços  muito menos as calorias das guloseimas do mini bar (grande arrependimento na hora de pagar a conta do hotel e da balança).

Olha, foram mais de 10 horas de viagem. Mas ok..

Um detalhe que vale a pena ressaltar. Estamos vindo de uma viagem anterior bem movimentada e corrida. A tal companhia low cost não permite bagagem com mais do que 8 kg (isso porque paguei por cada um deles). Então fiz uma mala com pouquíssima roupa, e na correria.

Meninas, um dia vou escrever sobre isso. Como errar em cheio uma mala para 2 dias e meio e não ter o que usar no segundo dia. Eu não poderia ter errado mais a mala. Dava pra comprar lá? Não tinha nem tempo nem marido com boa vontade para isso. Ainda mais em Libras. Enfim…Era uma fã muito mal ajambrada. E uma turista que não faz jus a Dominiques. Mas era o que tínhamos.

E vamos para o show. Gente como sou prolixa, como dou voltas. Você já deve estar cansada e eu nem comecei a contar. Quer saber? Vou dividir em partes assim vou escrevendo com calma, ok?

Clique aqui e veja a segunda parte desse texto onde conto mis sobre o show.

Leia estes textos sobre outros shows enquanto escrevo mais sobre Barbra Streisand no Hyde Park:

Eliane Elias – Perfeita ao Piano

Sabe aquele Show que marcou a sua vida? Esse foi o meu

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Você sabe o que são Tiny Houses?

Você já ouviu falar do Movimento Tiny Houses ou Micro Casas? Ainda é novidade por aqui, mas como tudo acontece tão rápido, daqui a pouco será trivial. Antes de dar detalhes sobre as Tiny Houses, é preciso contextualizar. A escolha em ter uma casa muito pequena não é motivada apenas por questões econômicas. É uma mudança comportamental.   

Já faz tempo que estamos descobrindo um jeito diferente de viver. Primeiro veio o reciclar, depois o reaproveitar e, em seguida, o reduzir. Até pouco tempo atrás imperava exatamente o contrário. Valia ter e comprar muito, vários, do melhor ou do maior. Fez sentido naquele momento de prosperidade econômica e de necessidade de segurança. 

Mas foi justamente um excesso que direcionou essa mudança de comportamento. Entrou em cena a preocupação com o meio ambiente e com o consumo exagerado. As pessoas estão aprendendo o que é a economia compartilhada com o Uber ou o Airbnb. Praticar o desapego ganhou um novo significado: não é mais sobre falta de apego ou de interesse. É sobre abrir mão do supérfluo, deixar ir. 

É nesse novo mundo que entram as micro casas. O Movimento Tiny Houses nasceu nos Estados Unidos e prega um novo estilo de viver na arquitetura e na atitude. O boom do mercado imobiliário deu um empurrãozinho. Com a vida dinâmica, mas cheia de incertezas, não fazia mais sentido comprometer-se com um financiamento imobiliário de longo prazo. 

As Tiny Houses são casas muito pequenas, com menos de 40 metros quadrados, mas projetadas para serem um lar. São mais altas que os tradicionais trailers, algumas têm até mezanino. É possível ter (quase!) tudo o que se tem em uma casa, mas é preciso planejar certinho. Elas podem ser construídas sobre rodas ou numa fundação fixa. 

Morar onde quiser

Aí está a vantagem para as Dominiques que estão quase ou já se aposentaram. É uma opção também para quem trabalha remoto. Você pode morar literalmente onde quiser. Claro que há regras, nesse post do Pés Descalsos você descobre mais informações sobre onde estacionar a micro casa. O site é mantido pelo casal Robson e Isabel, que moram numa micro casa com o filhinho. 

Além de poder levar a sua casa para viajar, ainda há outras vantagens tentadoras. Com a redução do espaço, o custo de vida também cai bastante. Isso não ocorre apenas nos custos fixos, como aluguel, água ou luz. Pela questão do espaço, é preciso planejar a compra do mês. Conta menor no supermercado e pouco desperdício de alimentos.

Mas tem uma vantagem ainda melhor: o trabalho para cuidar da casa também diminui proporcionalmente. Isso, sim, é um luxo. Como a micro casa é menor e projetada com menos itens é muito mais prática e funcional para limpar. Uma vantagem que é uma grande contribuição com a sustentabilidade. 

Claro que viver num espaço menor apresenta alguns desafios. A área de circulação é menor e há pouca privacidade. Pra quem se animar com a ideia, vale a pena primeiro experimentar esse novo estilo de vida. E se isso acontecer, compartilhe depois aqui. Vou adorar saber mais sobre essa experiência. 

Mais sobre a vida minimalista

Organizei minha casa com as técnicas da Marie Kondo

Será que dá pra viver sem?

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Aliados: o espião que sabia de menos, disponível no Netflix

Hoje minha indicação é o filme “Aliados”, que se passa em Casablanca, onde o espião canadense Max Vattan (Brad Pitt) e a francesa Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se conhecem para a missão de matar um embaixador nazista. Eles precisam se passar por um casal e, naturalmente, se apaixonam. 

Na segunda metade, os dois estão morando em Londres, com uma filha pequena. Tudo vai bem até que Vattan descobre que Marianne pode não ser quem ele pensa.

O longa começa no deserto marroquino, numa hábil e linda composição entre computação gráfica e realidade. Logo entra um letreiro afirmando que o filme se passa na década de 40 durante a Segunda Guerra. A dupla de espiões Max e Marianne se encontra num suntuoso bar, toca Jazz, poderia estar tocando As Time Goes By. Esse início de filme possui por si só muito material para a cinefilia, impossível não se lembrar de filmes como Casablanca, clássico absoluto da década de 40.

Como um filme clássico

Mas desde a primeira cena de “Aliados”, o diretor Robert Zemeckis deixa claro que seu projeto é justamente ir de encontro a esse desafio. “Aliados” não é uma revisão contemporânea do cinema clássico. É um filme clássico feito com ferramentas contemporâneas.

Zemeckis optou por uma narrativa clássica, em que esse jogo serve apenas para alimentar o romance e depois o suspense. Dentro dessa opção, “Aliados” não é “Casablanca”, mas sim uma obra bem sucedida, que nos faz acompanhar com emoção e surpresa o destino dos personagens.

Assim o longa mistura amor, drama e suspense num filme que ultrapassa esse gênero de forma fluida, tendo sua força na presença do casal de protagonistas.

Marion Cotillard é um espetáculo em cena. A atriz é quem eleva em todos os sentidos essa produção. A francesa é uma atriz do olhar, em que seus olhos dizem ou escondem tudo de sua personagem. 

Ambientar uma trama historicamente nem sempre é fácil e “Aliados” não deixa nada a desejar na reprodução dos cenários da histórica e charmosa Casablanca. Os carros, as casas, e, principalmente o figurino, são caprichadíssimos.

O figurino foi indicado ao Oscar, e não levou a estatueta injustamente. Mas é apenas esplêndido, rico em detalhes, atento com os tecidos, e maravilhoso em variedade. As camisolas e vestidos de Marion são de tirar o fôlego, como também os trajes de Pitt, simplesmente chiquérrimos.

Experiente o diretor conseguiu trazer um belo dinamismo para as cenas. O resultado é um filme de duas horas que passa voando e você nem percebe.

Filme recomendado para você que curte histórias que se passam durante a guerra, drama, romance, e aquele tom de suspense temperado com uma boa trilha sonora.

Bom programa para você nesse feriadão.

Confira o trailer

Outros filmes na Netflix

Mary Shelley

Amor a Toda Prova


1 Comentário
  1. Thank you for your sharing. I am worried that I lack creative ideas. It is your article that makes me full of hope. Thank you. But, I have a question, can you help me?
  2. Gostei do comentário!

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Você não tem mais desculpas para voltar a estudar.

Nunca mais fale que já não tem idade para voltar a estudar. Chega a ser uma infâmia para nós, Dominiques! Não estou exagerando na bronca, não, viu! É que há tantas opções para aprender que também haverá uma resposta pra cada desculpa. 

Voltar a estudar não significa – necessariamente – voltar aos bancos de uma sala de aula. Nem fazer uma faculdade ou pós-graduação. Estou falando sobre expandir os conhecimentos em algo que gosta ou descobrir novos horizontes. É sair da rotina e botar a “cachola” pra funcionar! (Ainda se fala cachola???)

Você pode retomar os estudos por diferentes razões. Pode ser apenas para aprimorar um hobby. Se quiser mais, pode transformar esse hobby em uma oportunidade de trabalho. Você pode aprender algo totalmente novo ou até retomar um plano antigo de estudar, que estava guardadinho em algum lugar do passado. 

Isso sem contar que é uma ótima maneira de conhecer novas pessoas, fazer um grupo diferente e aprender com eles. Se você busca mudar de carreira ou ampliar as chances de trabalho, um caminho certeiro é investir na educação. Mas também não tem problema se o curso é apenas para se divertir! 

Pra quem quer começar a estudar, que tal buscar cursos online? Além da disponibilidade imensa em cursos, você ainda pode participar das aulas de qualquer lugar…. até da praia!

Cursos gratuitos 

e-Aulas da USP 

A Universidade de São Paulo é uma das mais prestigiadas do Brasil e agora tem um espaço online de cursos de graça! Sim, não é preciso ser aluno ou ex-aluno pra acessar os videos. Tem desde aulas para o público do ensino médio, passando pela graduação e cursos de pós-graduação. Para aprender ou para relembrar. Vale o investimento em tempo!

FGV

A Fundação Getúlio Vargas é famosa por oferecer um dos melhores cursos de Administração no Brasil. Imagine aprender de graça com os grandes mestres da instituição? Não é graduação ou pós, mas são cursos online de curta duração. Não tem processo seletivo, para participar basta fazer a inscrição. Uma super oportunidade pra atualização profissional. 

Unesp

A Universidade Estadual Paulista também oferece uma plataforma de cursos online gratuitos. São mais de 70 cursos nas áreas de exatas, humanas e biológicas. Alguns cursos oferecem a certificação, mediante um pagamento de uma taxa. Vale muito a pena conferir. 

Coursera

O Coursera é uma plataforma gratuita de cursos, criada por um grupo de universidades dos Estados Unidos. Não é qualquer faculdade, mas grandes instituições como Stanford, Princeton, Michigan e Pennsylvania. A USP e a Unicamp também fazem parte deste prestigiado consórcio. Há cursos disponíveis em português e vários com legenda. Tem opções gratuitas e pagas, inclusive cursos de graduação ou outras certificações. Um mundo de conhecimento. 

edX

O edX é a plataforma de cursos que reúne o outro grupo de universidades de elite americana, como Harvard, MIT ou Berkeley. São cursos gratuitos ou pagos, que podem ser de certificação, graduação ou apenas atualização profissional. Nos cursos gratuitos, é possível pagar uma taxa para fazer a prova e receber o certificado. A única desvantagem aqui é que as aulas são em inglês. 

Cursos pagos

eduK

Plataforma de ensino online mais popular no Brasil. Oferece cursos completos, do básico e do avançado. É possível assistir algumas aulas grátis ou pagar uma mensalidade que varia de R$ 19,90 a R$ 29,00. Além dos cursos online, oferece outras atividades como aulas ao vivo, em que é possível interagir com os instrutores. Eles também compartilham materiais para donwload. É possível começar uma nova carreira!

Udemy

Não é uma escola, mas um marketplace de cursos. Funciona assim: eles oferecem uma ferramenta para professores venderem os seus cursos online. É uma das maiores escolas online do mundo, com mais de 100 mil cursos. Não existe uma pré-seleção para fazer parte. Os instrutores, em geral, são profissionais do mercado. Então o caminho para escolher um curso é assistir a pré visualização e ler os comentários de ex-alunos. O investimento é baixo, a partir de R$ 20,00

Mais sobre o tema estudar:

Uma mudança de vida e, por fim, de carreira.

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O Animado Aniversário de Minha Amiga

Eu tenho uma amiga que é das mais animadas pessoas que podemos conhecer. Você não está entendendo. Deve ser A MAIS animada.
Ela promove festas, encontros, inaugurações, conhece todo mundo e mais alguém. Conversa e faz amizade em cinco minutos, daquelas que você pensa que a conhece há décadas.

Ela promove festas, encontros, inaugurações, conhece todo mundo e mais alguém. Conversa e faz amizade em cinco minutos, daquelas que você pensa que a conhece há décadas.

Chegando proximo do seu aniversário, a dúvida de como comemorar pois afinal de contas, o lugar deveria ser imenso….

Começou a ficar dificil a escolha.

Até que alguém deu a idéia de que as pessoas mais chegadas pudessem aproveitar da sua companhia mas também uma das outras… a idéia de viajar para o Rio de Janeiro foi aceita na hora. Acabamos indo em 14 mulheres, algumas nem se conheciam bem, pois eram suas amigas, mas acabamos convivendo todo esse tempo e algumas boas amizades surgiram dessa viagem.

Escolhemos ir em um domingo cedo e retornar na segunda-feira ,para não atrapalhar muito a rotina de cada uma.
Bem, como nossa aniversariante é bem conectada e como conhece todo mundo, escolheu o Belmond Copacabana Palace para isso, pois como já havia ido algumas vezes, tinha facilidade em fazer uma programação .E que programação !

Chegamos perto da hora do almoço no domingo, e mal colocamos as malas no quarto, já havia um wellcome drink para todas na piscina…que piscina aliás. Todo o charme do Hotel e serviço foram impecáveis. Depois entramos no restaurante Pérgula (dentro do Hotel) pois já havia uma mesa linda, enorme, nos esperando.

Entre um almoço delicioso, bolo com direito a parabéns, ficamos a tarde toda conversando….E vai conversa, cantoria, risadas e mais risadas. Já tinha sido uma delicia nossa tarde, fomos tomar banho e nos arrumar para o jantar.

Quando você pensa que vai ter uma noite tranquilinha ,descemos e ela já nos esperava linda ,toda sorridente, todas de branco como havia sido seu pedido ,para que a mesa ficasse linda.

Pois é…. na beira da piscina, uma mesa com todos os lugares super bonita e uma DJ nos esperavam, com jantar à beira da piscina que o Cipriani ( outro restaurante dentro do Hotel) preparou….

Jantamos,falamos muito, cantamos musicas das mais variadas que a DJ tocava (à pedidos) e dançamos muito.

Só nós. Dezoito mulheres algumas na faixa dos 30, 40 , 50 e outras já chegando nos 60,com histórias de vida diferentes se unindo e celebrando a vida .Tem melhor ?
Isso foi durante boa parte da noite….

No dia seguinte, café da manhã, algumas ja estavam saindo pois tinham seus voos bem cedo para São Paulo …. eu senti uma espécie de vazio ,puxa tinha acabado…
Mas tive a felicidade de poder participar de algo em que tudo havia sido perfeito.


Na saída, agradeci muito à ela pela oportunidade de uma pausa assim tão deliciosa nas nossas rotinas e ela com aquele seu sorriso olhou para mim e disse : “Daqui uns meses vamos programar outra?”
Que delicia, pensei, vai virar um programa !!!! Fiquei aliviada, esses momentos terão novas versões e novos rostos ! No próximo, vou contar tudinho de novo ! Até lá!

Leia também :

Viajar com amigas é bom mas requer cuidados

Maria Mazza

Amo viajar e amo conhecer lugares. Sou administradora de empresas, agente de viagens na Engenhotur e Dominique claro.

4 Comentários
  1. Can you be more specific about the content of your article? After reading it, I still have some doubts. Hope you can help me.
  2. Amei! Foi tudo isso e mais ainda. Tem que ser pelo menos uma dessas celebrações por semestre rsrsrs O vício na vibe que a Ana Lara nos trás causa síndrome de abstinência rsrsrs

  3. Amizade …amigos verdadeiros …. união …preenchem nossos corações em todos os momentos… se forem de alegria e ainda viajando … a vida fica colorida !!!!!

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