Destaque

Bohemian Rhapsody envolve e emociona os amantes da icônica banda Queen

Na 72ª edição do Bafta, maior premiação do cinema britânico, a biografia de Freddie Mercury, Bohemian Rhapsody, acabou levando duas das prezadas máscaras douradas da noite.

Rami Malek subiu ao palco para receber o prêmio de melhor ator protagonista e o filme de Bryan Singer – que recentemente foi acusado de agressão sexual e que foi demitido das filmagens antes do final – levou também o prêmio de melhor som.

Bohemian Rhapsody, conta como Freddie Mercury (Rami Malek) e seus companheiros Bryan May, Roger Taylor e John Deacon mudam o mundo da música para sempre ao formar a banda Queen durante a década de 70. Porém, quando o estilo de vida extravagante de Mercury começa a sair do controle, a banda tem que enfrentar o desafio de conciliar a fama e o sucesso com suas vidas pessoais cada vez mais complicadas. 

Os dramas pessoais de Mercury são o fio condutor da história, que deixa muito claro desde o início a sexualidade do cantor, mas se furta de explorar o personagem além daquela básica jornada do herói incompreendido.

Apesar de inspirada em uma história real, a trama do longa não é um retrato fiel dos fatos.

O cantor nasceu Farrokh Bulsara, em 1945, no Zanzibar, antigo protetorado inglês na África. Na escola era chamado de “Freddie” pelos amigos, apelido que adotou como nome artístico anos mais tarde. Durante as décadas de 1970 e 1980, o cantor escreveu uma quantidade enorme de hits.

O roteiro escrito por Anthony MacCarten mostra a união dos quatro membros do Queen e, com o passar dos anos, mostra além das intrigas entre eles, a criação de sucessos como “We Will Rock You” e “Love of My Life”.

A performance de Rami Malek segue o padrão do filme ao prestar homenagem sem o compromisso de buscar identidade. Ele, assim como os outros três membros, evocam o visual de forma perfeita e até os trejeitos físicos de cada um.

Malek aproveita todos os gestos que definiram Mercury para fazer a melhor imitação possível. Ao optar por dublar as performances (outra boa escolha, tendo em vista quão particular é a voz de Mercury), Malek foca mais no físico, que lembra a figura de Freddie, mas não emociona a ponto de criar empatia com o personagem. 

Mary Austin foi o grande amor de Mercury.

Nos anos 70, era vendedora da Biba, uma famosa butique da efervescente Londres, e Freddie, um cliente habitual. Como no filme, o casal logo engatou um romance e foi morar junto. Mary chegou, inclusive, a sustentar o músico durante um período. Embora o relacionamento tenha chegado ao fim em 1976, quando Mercury assumiu sua sexualidade, Freddie e Mary continuaram amigos até a morte do músico. Mercury deixou para ela metade de sua fortuna, os direitos autorais de toda sua obra e sua mansão em Kensington (avaliada em 94,5 milhões de reais), onde vive até hoje. 

Como biografia de um artista completo e irreverente, o filme acerta no tom, mesmo não aprofundando seu conteúdo.

A trilha sonora é garantia de qualidade, e o que o filme faz e muito bem é aproveitar seu lado musical, tanto quanto a reprodução de grandes momentos do grupo, como o memorável show em Wimbley durante o Live Aid.

É impossível não vibrar com as músicas ao longo do filme. Os clássicos do Queen estão ali e para qualquer curioso é interessante ver os bastidores de um grupo tão icônico.

Uma diversão sem compromisso e, assim como qualquer bom entretenimento, o Queen é muito mais que isso.


Leia mais: Gente que não vive sem música

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Como escolher as plantas perfeitas para sua primeira horta em casa

Vasos de plantas ou jardineiras com temperos são perfeitos para fazer sua primeira horta em casa, seja para decoração ou para o uso no dia a dia. Eles são ideais para quem – como eu – não tem muita intimidade com o cultivo. E o melhor: não precisa ter espaço grande.

Depois de uma série de fracassos já vou logo avisando que a forma mais fácil de começar é plantando temperos para cozinhar. Porque são ervas bem comuns, fáceis de encontrar e cujo trato é mais simples. Ou seja, não requer grandes habilidades de uma jardineira de primeira viagem.

Se você tem dúvidas sobre o que plantar na horta em casa, eu te conto os segredinhos das minhas cobaias. Eu selecionei as mais comuns para esse tipo de cultivo e que podem servir de ponto de partida para um futuro jardim repleto de plantas de todos os tipos!

Manjericão

O manjericão é uma planta muito versátil, utilizada em diversos pratos e muito comum em algumas regiões do Brasil. Ele se adapta muito bem a climas mais quentes e gosta de bastante sol. Para mantê-lo em casa, é preciso regá-lo constante e moderadamente. Uma dica importante: as flores do manjericão “roubam” a força da planta e devem ser cortadas.

Alecrim

De origem mediterrânea, o alecrim é uma planta rústica e que vive muito bem em climas quentes e terrenos mais arenosos. Na horta em casa, ele não precisa de água em abundância para viver e é bem resistente. É comumente utilizado em preparos de carnes e é um coringa na horta da cozinha.

Hortelã

Erva extremamente aromática que vive bem em áreas com um pouco menos de sol, é uma ótima opção para a horta em casa. Sua raiz, que se espalha rapidamente, e seu aroma forte podem prejudicar o crescimento de outras plantas. Sendo assim, o ideal é que a hortelã seja plantada em um vaso ou espaço separado de outras plantas.

Orégano

Orégano lembra… pizza! Mas este tempero também dá um toque especial a assados e molhos. Para a horta em casa, é bom saber que ele adapta-se muito bem a climas mais amenos, mas não abre mão do sol. Assim como o manjericão, o orégano gosta de regas moderadas e constantes.

Pimenta

A culinária brasileira é recheada de diversas preparações utilizando a pimenta. A infinidade de espécies também permite que você tenha uma horta na cozinha só de pimentas. Cá entre nós, bom para espantar o mau olhado. A pimenta também precisa de um espaço isolado na horta em casa, pois ela também pode prejudicar o desenvolvimento de espécies mais frágeis e que estejam ao seu lado.

Salsa

Outro tempero muito comum na culinária brasileira é a salsa, que gosta de climas mais amenos e suporta bem ambientes com menos sol em que haja um pouco de sombra. Então, tenha em mente que a salsa gosta de solos com boa drenagem e irrigação constante.


E então? O que achou? Pronta para botar as mãos na terra?

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Green Book – Road Movie divertido, que emociona e faz pensar

Concorrendo ao Oscar de 2019, nas categorias: de Melhor Filme, Ator, Ator Coadjuvante, Roteiro Original, e Edição, o longa Green Book é sem dúvida um dos grandes favoritos.

Baseado em uma história real, Green Book tem no título uma referência a um livro que apontava hotéis e restaurantes no sul dos Estados Unidos que aceitavam afro-americanos.

Era uma divisão bem rígida: se um negro entrasse em um estabelecimento para brancos, ele seria no mínimo humilhado.

E foi usando o velho livro para guiá-los aos poucos estabelecimentos da região que eram seguros para os afro-americanos.

O sucesso de Green Book é deve-se às interpretações de Mortensen e Ali. A dinâmica da dupla ganha não só valor de entretenimento como profundidade.

Mortensen vive um personagem cheio de dilemas internos, cuja jornada de redenção é um deleite de se assistir. Ele começa o filme como um carrancudo macho-alfa racista e vai se transformando em uma pessoa cujos preconceitos e paradigmas vão sendo quebrados aos poucos.

Há doçura na sua ignorância, o que aos poucos vai encantando o pianista e o espectador.

Essa transformação é abraçada com unhas e dentes pelo ator. Ele está estupendo, na melhor atuação de sua carreira, com sotaque italiano e os vinte quilos a mais conquistados para dar veracidade ao papel.

Já Mahershala Ali percorre um caminho inverso, desconstruindo Don Shirley ao longo de 2h10minutos. Ele começa arrogante por não se encaixar nas expectativas da sociedade para um homem com seu talento e sua cor. Seu pedestal é sua defesa. Desce de lá quando aceita a si mesmo.
A química entre os dois atores é essencial nessa dinâmica, da qual Farrelly extrai um humor simples e certeiro.

O ser humano é complexo, mas seus desejos são simples – amor, reconhecimento, aceitação . E é aí que os dois encontram o caminho em comum para uma evolução que precisa ser
individual para ser tornar coletiva. Uma sociedade é conseqüência dos seus indivíduos, diz o filme nas entrelinhas.

A mensagem é alta e clara, mostrando como os negros sofreram– e sofrem – com o preconceito até hoje, e isso é sempre mostrado de maneira tocante. É na superação desses eventos que o filme consegue manter o sorriso no rosto do espectador, com um humor extremamente inteligente e irreverente usado pelos roteiristas.
Ao lado do diretor de fotografia, Farrely traz imagens belíssimas e transições sensacionais, deixando o longa com cara de filme de arte – na medida ideal para que a produção se destaque no Oscar 2019, com a promessa de levar várias estatuetas.
Sensível, perspicaz, dramático e repleto de tiradas irônicas e
hilárias, Green Book-O Guia é aposta certa.

Veja Também :

A Esposa

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Estou me tornando a minha mãe. E tenho orgulho disso!

Eu não sei ao certo quando isso aconteceu. O momento em que me tornei a minha mãe. É claro que não foi uma transformação completa, mas quando me olho no espelho vejo muito dela. Não estou falando de aparência não, embora tenha herdado muitos traços também. Falo de atitude, comportamento mesmo. E sabe que não me importo mais.

Sabe por quê? Pensando bem, se ela não fosse como é eu não seria quem eu sou.

Ficou mais fácil perceber isso hoje com meus filhos. Um deles, por exemplo, chegou em casa outro dia com uma tatuagem. Coisa que eu abomino. Não é que me peguei pensando em mil estratégias de retaliação?

– Ahhh, mas ele precisa aprender!

Olha eu aí sendo igualzinha a minha mãe. Seria exatamente o que ela faria comigo. Só que as coisas mudam. Os tempos são outros e hoje talvez ela até tivesse uma atitude diferente. Então resolvi pegar leve com meu filho.

Mas tem coisas que não mudam mesmo. De jeito nenhum.  Nunquinha. Claro que pego um pouco mais leve, dou uma risadinha e pronto.

Esses dias me peguei pensando em quais atitudes eu me pareço mais com a minha mãe. Não achei uma só não, mas uma lista de comportamentos que provam que estou igualzinha a ela. Quer ver?

# A louca da localização

Peço pros amigos mandarem mensagem quando chegam em casa. E pros filhos também! Bendito Whatsapp, né gente? Imagina ter de ficar ligando pra todo mundo pra ter algum sinal de vida? Porque era assim na época da mamãe…

# Vai sempre fazer frio

Digo pra todo mundo levar uma blusa pra sair. Todo mundo mesmo! Virou meio mania, sabe? Outro dia o filho de uma amiga ia pra balada e me peguei recomendando ao garoto levar um casaco… Oh my God!

# Ai minhas manias…

Tenho hábitos estranhos como separar duas buchas para lavar louças: uma delas só para os copos. E deixo isso anotado para quem quiser ver. Não ouse misturar as duas. Tenho a impressão de que o copo não ficará bem limpo. TOC? Que seja!

# Gentileza gera gentileza

Não me conformo com falta de gentileza.Taí uma coisa que não faço questão de mudar. Tem de ser gentil sim! Seja homem ou mulher. Minha mãe sempre prezou pelas pequenas gentilezas como abrir a porta do carro pra ela. E eu também.

# Mas quem é mesmo?

Troco nomes. Eu sei que isso é imperdoável, mas não é por mal. E os nomes nem costumam ser parecidos. Chamo Marta de Solange e assim por diante. Não sei de onde tiro isso. Cismo que a pessoa tem cara de Marta mesmo chamando Solange e aí lascou-se.

# Sem memória

Repito a mesma história um monte de vezes. Repito e repito e repito. Sempre como se fosse a primeira vez. E fico surpresa quando o ouvinte não faz cara de surpresa. Por que será, né?

# Pra sempre bebês

Faço a receita de bolo preferida dos meus filhos (e muitas outras coisas para agradá-los), mas não quero que sejam mimados. Tento ser dura, mas muitas vezes eu não me aguento. Será que sou eu que estrago os meninos? 🙂

# É filho de quem?

Pergunto o sobrenome. Se eu conheço alguém, logo quero saber o nome completo e a cidade onde nasceu. Se somos da mesma cidade, já tento logo descobrir se temos alguém conhecido em comum. Com os amigos dos meus filhos é a mesma coisa.

E vocês? Já pararam pra pensar quais são suas semelhanças com as mães de vocês? Conta aqui pra mim.

Leia mais sobre mães em De mãe para filha: viver e ser feliz.

1 Comentário

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

A Esposa – Indicado ao Oscar

Com atuação sublime de Glenn Close, “A Esposa” torna-se um filme imperdível.

Há menos de um mês para a cerimônia de premiação do Oscar 2019, dia 24 de fevereiro, escolhi para comentar hoje, entre os indicados, A Esposa. O filme está concorrendo na categoria de Melhor Atriz Drama.

O longa, dirigido pelo sueco Björn Runge foi baseado no livro de Meg Wolitzer e tem roteiro maduro de Jane Anderson. Vem colocando o nome de Glenn Close nos holofotes, e depois do último Globo de Ouro (em que venceu na categoria de Melhor Atriz Drama), Close finalmente surge como a grande favorita ao Oscar. Close faz por merecer e entrega uma das performances interiorizadas mais soberbas dos últimos anos.

Na trama a atriz vive Joan, fiel esposa de um erudito escritor – Joe, papel de Jonathan Pryce. Quando o sujeito recebe seu tão almejado prêmio Nobel da Literatura, cabe à escudeira seguir a seu lado para receber as honrarias na Suécia. Nesta jornada, o roteiro vai revelando aos poucos, mais sobre quem são verdadeiramente essas pessoas além de marido e mulher vivendo felizes para sempre – e para que tudo se esclareça, flashbacks sobre o início do relacionamento na juventude também entram em cena. De forma inteligente, estas peças se encaixam e montam toda a base para que recapitulemos com outros olhos tudo o que vimos até então.

No longa a primeira etapa age como um drama comportamental, descortinando um relacionamento de décadas. Na segunda percebemos o conflito e que algo está errado. E na terceira, as incríveis revelações e grandes surpresas.

No filme descobrimos que ser a esposa de um renomado escritor pode ser uma tarefa muito mais árdua. Ela cuida de seu marido e o acompanha em diversas incursões conseqüentes a seu sucesso.

Joan carrega em seus ombros a responsabilidade de manter o equilíbrio em família.

Ela cuida de seu marido e o acompanha em diversas incursões conseqüentes a seu sucesso.

Joan carrega em seus ombros a responsabilidade de manter o equilíbrio em família.

Ela serve a Joe como uma secretária além de manter-se de olho na saúde de seu marido. Por sua vez, é justamente o seu olhar que carrega a melancolia de quem deixou há muito a plenitude e a felicidade em prol do auto sacrifício.

Björn Runge comanda a empreitada da esposa de um homem mundialmente reconhecido por suas obras literárias. Mas sabe de seus defeitos. Aliás, é justamente por este lado que o conhecemos. Sempre cativante e gentil, não compreende sua esposa. além do filho David, aspirante a escritor. E quando a família viaja à Estocolmo para que o homenageado receba seu prêmio, é possível perceber a fragilidade de Joe perante o assédio de um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia, interferindo, inclusive, na harmonia da família.

“A Esposa” encara de frente a questão do machismo e da perenidade dos relacionamentos na terceira idade.

“A Esposa” é melancólico e representativo. E sim, trata de abuso passivo de uma forma digna a ser discutida. Dá voz e empodera a mulher, mesmo que tenha passado a vida inerte. Mas igualmente é humano e emotivo, chegando a causar aquele famoso nó na garganta em seu encerramento.

Um ótimo entretenimento!!!

Depois conta para mim se você gostou!

https://youtu.be/E85Na4qPh_c

3 Comentários

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Repetir roupas, upcycling e o lowsumerism!

Adoro quando alguém famoso repete uma roupa. Sério! Dou até aquele sorrisinho de canto de boca. E não consigo conter o pensamento: “Tá vendo, ela também!”. É que a vida inteira eu escutei comentários sobre a elegância de alguém e o fato de ela não repetir uma roupa. Nunca entendi direito essa relação entre elegância e desperdício. Ou tem?

Ok, ok. Sei que o comentário não se refere apenas ao estilo, mas ao poder aquisitivo de poder comprar novas roupas para cada ocasião. Mas continuava achando um desperdício, kkkk. Primeiro de looks, segundo de dinheiro.

E agora repetir está na moda. E eu estou adorando vivenciar essa mudança de comportamento. Várias mulheres elegantes estão aí pra mostrar que usar várias vezes a mesma roupa não tem problema nenhum.  

E tem mais novidades sobre esse assunto. Vocês já ouviram falar no termo Upcycling? É a reutilização criativa de materiais para transformá-los em novos produtos de melhor qualidade e/ou valor. É diferente de reciclar (downcycling, em inglês), que é reaproveitar, mas transformando em algo de menor qualidade.

É mais ou menos assim. Tem aquela blusa que você gosta, mas já cansou um pouco. Tem aquelas bijuterias que passaram um pouco de moda, mas as pedras são lindas. Upcycling é você bordar a blusa, transformando em uma roupa de noite, por exemplo. Se precisar, vale até tingir o tecido!

Aliás, eu sempre adorei roupas reformadas. Não que eu saiba fazer, porque nem sei costurar uma barra de calças. Mas admiro que tem criatividade de cortar daqui, puxar dali e transformar algo em um produto ainda mais bacana. Taí uma coisa que eu gostaria de aprender um dia.

Consumir menos

Além de upcycling, as novas tendências de moda passam por outros conceitos, que não são apenas os de estilo. Duas delas são bem interessantes: “lowsumerism” e o “slow fashion”. Hoje em dia, as pessoas não estão consumindo, mas são consumistas ao extremo, comprando muito mais do que necessitam.

O conceito do lowsumerism não é apenas consumir menos, mas consumir de forma consciente e equilibrada. O slow fashion é um movimento que se contrapõem ao fast fashion do mercado de moda atual. Bem resumido, é valorizar como e com que material as roupas são produzidas, consumindo também com consciência social.

Nem bem conheci e já gostei. Vamos combinar, né, esse processo atual de extrair, produzir e descartar precisa ter um limite. O meio ambiente não deve aguentar muito mais essa extração desordenada. Sem contar os problemas relacionados ao trabalho escravo.

Mas voltando às roupas repetidas, eu postei no Instagram uma série de fotos com celebridades usando a mesma roupa em ocasiões diferentes. Fala se é ou não é chique?

Anna Wintour
Susan Sarandon
Helen Mirren
Cate Blanchett
Rita Moreno
Michelle Obama
Kate Middleton
4 Comentários
  1. Muito bem!!! Também não vejo problema em repetir o modelito, principalmente se é bonito e estiloso. Remodelar também faz todo sentido. Parabéns aos looks da Kate Middleton e da Cate Blanchett. Elegantérrimas.

  2. Amei o post. Formei meu enteado há pouco e nao concebia a ideia de ter q fazer um vestido de festa q depois nao seria usado. Assim inspirada num look da Consuelo Blocker…que amooo.. essa dominique e sua estilista q entendeu perfeitamente a ideia fizeram uma roupa e acessorios lindos que serao usados em muitos momentos. Elegância e desperdício estao longe de serem sinônimos e reusar uma roupa que traz memórias de felicidade é inspirador.

  3. Amo quando isso acontece formei meu filho ha pouco e nao aceitava ter q fazer um vestido p ser usado somente naquela ocasiao, o q minha estilista entendeu perfeitamente, inspirada num look da Consuelo Blocker fizemos uma linda roupa com acessórios a qual será muito usada em outras ocasiões. Elegância e desperdício nao sao sinonomos ao contrario reusar aquela roupa que te lembra momentos de felicidade e alegria é inspirador.

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

México – Muitas opções em uma só viagem

Li o texto da Elzinha Lucchesi sobre o filme ROMA e me deu vontade de “emendar” o assunto, mas fiquei pensando por onde começar…O México é tão grande! São necessárias algumas viagens para conhecer um pouco apenas. E agora? Bem, Vamos por partes, né?

Você pode conhecer lindas praias, museus, festas inesquecíveis, locais históricos dos mais variados, cidades com turismo arqueológico ou seja, cada região tem suas particularidades .

Eu começaria pela capital mesmo até porque a maioria dos voos chegam lá. Sim, a Cidade do México é meio caótica com milhões de habitantes, mas a vida cultural da cidade é fantástica.

Quer ver? Vou te dar só para dar alguns números, : mais de 160 museus, 100 galerias de arte, mais de 30 teatros enfim…. acho que uns três dias são suficientes para ter uma idéia….

No bairro de Coyoacán , você pode visitar a casa que Frida Kahlo morava ! (com certeza ela era Dominique).

Casa de Frida Kahlo na Cidade do México

Se você como eu gosta de ruínas, templos e afins, a 40 minutos da Capital estão as Pirâmides de Teotihuacán que formavam um centro urbano da Mesoamerica pré-colombiana ( Patrimônio Mundial pela Unesco). Fica a dica.

E agora? Agora Vamos a la Playaaaaaa

Vamos relaxar na infinidade de praias que o México oferece. Yucatán e Quintana Roo, são onde encontramos aquelas praias do Caribe mexicano, como Cancún. Maravilhosa! Mar azul turquesa como nos filmes. Fique pelo
menos 5 dias relaxando.

Eles oferecem centenas de passeios, todos ótimos mas eu faria o que vai até Isla Mujeres. Fica cerca de 30 minutos de barco de Cancun. Lá era considerado o lugar sagrado da Deusa Maia Ixchel, que incorpora a mulher amorosa e a guerreira – (A Dominque na época Maia ?? kkkkk)

As praias de Isla Mujeres praias têm águas calmas e cristalinas, ótimas para mergulhar, praticar windsurfe, entre outros esportes aquáticos.

Isla Mujeres – Mar turquesa

E não menos bonitas e super charmosas, são Playa del Carmen e Tulum , lindíssimas e um pouco mais “relax”,com menos turistas que em Cancun. Em Tulum além das praias de areias branquíssimas, você ainda pode visitar ruínas Maias como o Castelo e o Templo de Los frescos, que tem escondida uma praia linda!  Imperdível.

A única ruína Maia a beira mar está em Tulum

Mas nós amamos praia não é mesmo? Então vamos lá, até porque Cozumel com sua praia Paradise Beach é considerada uma entre as dez mais bonitas do México. E lá você ainda pode mergulhar com golfinhos, olha só que sonho!

Acapulco já foi mais famosa mas perdeu seu posto para Cancun. Agora, as praias continuam lindas além de muitas opções de hotéis e resorts bem variados.

Puerto Vallarta, na costa do Pacífico também é uma das praias mais visitadas do México, bem próxima da Riviera Nayarit.

Agora, se você quer badalar e conhecer um local chique e mais exclusivo, vá para Los Cabos, na baja California.

Bem na ponta entre México e Estados Unidos, tornou-se uma região queridinha dos mais abastados onde o mar é o centro das atenções com diversas praias lindas, passeios de barcos e tudo de mais belo que o México pode oferecer.

Los Cabos – Sofisticada região no Pacífico

Como eu disse, difícil conhecer em uma viagem, e olha que tem muito mais! O que achou das dicas ? Ficou com alguma dúvida? Ou quer compartilhar alguma experiência? Vou adorar trocar ideias com você. Escreve aqui no campo de mensagem que eu respondo, tá? Beijinhos

Maria Mazza

Amo viajar e amo conhecer lugares. Sou administradora de empresas, agente de viagens na Engenhotur e Dominique claro.

1 Comentário
  1. O México é um destino incrível de viagem.
    Funciona para lua de mel, viagem com crianças ou até para jovens que buscam baladas.
    Fora as praias e as ruinas , os rios subterrâneos da península Yucatan são incríveis.
    Me deu vontade de voltar para conhecer Los Cabos e a Cidade do México.

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Dom Casmurro não existiria em tempos de redes sociais

Cheguei a uma conclusão. Dom Casmurro, um clássico da literatura universal, não existiria nos tempos modernos. Se o Machado de Assis tivesse um celular nas mãos a inspiração seria outra. Tenho uma certeza! O Bentinho nunca concederia o benefício da dúvida à Capitu se pudesse acessar a internet e vasculhar a sua vida no Facebook ou no Instagram. Com certeza alguma prova da traição estaria lá. Escancarada.

E vamos combinar que a fidelidade em tempos de Tinder é praticamente uma ilusão. Eu já fui uma dessas que na entressafra das relações amorosas vivia nos aplicativos de relacionamento. E não é que de vez em sempre eu encontrava o marido de certas conhecidas por lá?

Confesso que também já me envolvi com homem casado porque o cara conseguiu driblar além de mim, a esposa e umas tantas outras. Tudo ao mesmo tempo! Sempre com o mesmo modus operandi. É impressionante… Chega a ser uma arte essa enganação toda.

Checar para não se decepcionar

É por isso que sou uma “stalkeadora” assumida. Stalkear é uma gíria do idioma português, baseada na palavra inglesa stalker, que significa literalmente perseguidor.

A palavra costuma ser usada para se referir ao ato de espionar ou perseguir as atividades de determinada pessoa nas redes. O que você consegue descobrir por ali cruzando dados é assustador.

Aí eu te pergunto: até que ponto uma traição virtual pode ser considerada infidelidade? Pra mim, traição é traição! A intenção faz o ladrão. É desleal com o outro! Seja no mundo real ou no virtual.

Santo de casa não faz milagre?

Eu tenho uma amiga que sempre foi fria com o marido porque ele tinha um sério problema em se estabilizar no trabalho e vivia pulando de emprego em emprego. O cara até foi pra terapia. A gente achava que era o jeitão dela. Até que o marido descobriu pela redes sociais uma outra versão da pessoa.

Ela se envolveu com um colega do trabalho e era super carinhosa com ele. Se preocupava até se ele alimentava ou não, coisa que nunca tinha feito com o próprio marido.

Resumo da história: ela desabafou com a gente chorando que não rolou nada de mais forte, apenas uns beijos. O cara era casado também. Tinha uma esposa bonita e filhos.

E vocês o que acham? Há limites para as relações virtuais?

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Uma diferente exposição em Lisboa

Já gostei de Carnaval. Nunca muito mas o suficiente para pelo menos esperar pelo feriado. Hoje em dia, tenho pavor de tudo que se refere a Carnaval. Moro em São Paulo e acredito que bloquinhos possam ser bons para foliões porém para o comércio, para quem trabalha, quem se locomove, quem tem mais de 50 anos não é nada divertido. Pelo menos não para mim

-Ahhh Dominique, para com isso. São só 4 dias por ano! – diriam alguns.

Mas não!! Não são só 4 dias. São semanas!!! Com o pré, o durante, e acredite, o pós.

Portanto sempre que surge uma oportunidade, tento fugir do ziriguidum. E olha só que coisa impressionante! Não é que a tal oportunidade sempre aparece?

Esse ano vim trabalhar em Portugal num encontro de Produtores. É verdade!! O pior é que é verdade. Trabalhei! Porém nem só de trabalho vive uma Dominique, certo?

Aí, uma amiga me chamou para irmos a uma galeria em Lisboa. Nem ouvi direito o que era e aceitei o convite. Sou bem “facinha” para alguns tipos de programa, sabe?

E lá fomos nós para a tal Galeria Brisa enquanto no caminho minha amiga foi me contando um pouco do que se tratava e o que veríamos.

Uma ideia diferente. Achei muito criativo mas precisava ver para saber se aquilo realmente funcionaria.

A exposição traz uma editora carioca que faz livros de artistas com uma característica mega singular: cada exemplar constitui uma peça única, um original. E veja só a loucura pois nesses “livros objetos” trabalham dezenas de tipógrafos, impressores de gravuras ou serigrafias, marceneiros, artífices em acrílico ou aço, fabricantes de papéis artesanais, moldureiros, enfim profissionais de Portugal, Brasil e França.

Não tinha entendido direito o conceito até chegar na galeria Brisa. Foi quando percebi que na verdade eram obras de arte que tinham seu próprio livro . Ou vice versa. Baita ideia da Editora UQ!

Por exemplo, aqui você tem uma obra de Ferreira Gullar, sim ele mesmo o poeta, e o livro com poemas e outras obras dele. Tudo isso vem numa caixa personalizada bacanérrima.

Aqui vou mostrar uma foto para tentar dar uma visão da galeria. Mas claro que só um pedacinho né?

O interessante mesmo, é ver a obra na parede e poder folhear o o livro correspondente. Aqui abaixo, na obra de Daniel Mattar você pode perceber a dinâmica e como a exposição tem um caráter interativo.

Agora, o livro do Luiz Zerbini é uma coisa a parte. Capa de madeira, e seu interior com enormes surpresas a cada virada do que vou chamar de página, mas está longe de ser isso.


Não vou colocar todas as fotos aqui para não perder a graça, mas participam deste projeto: Pedro Cabrita Reis (PT), Luiz Zerbini (BR), Antonio Dias (BR), Daniel Mattar (BR), Roberto Magalhães (BR), Wanda Pimentel (BR), Ferreira Gullar (BR).

Se estiver ou for a Lisboa vale a pena visitar essa exposição. Eu amei!!

Brisa Galeria – De 21/02 a 23/03 
Rua Vitor Cordon, 44 Chiado


Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

8 Comentários
  1. Diminique querida! Obrigada pela linda materia da nossa Brisa Galeria, fiquei super feliz por nos prestigiar.
    Aos seus leitores obrigada pelo interesse, tenho postado no nosso instagram @brisagaleria um pouco da nossa exposição e será um prazer recebe-los, para quem estiver em Lisboa.
    Nosso site é http://www.brisagaleria.com e meu email para qualquer informação é bebelmoraes@brisagaleria.com
    Um beijinho
    Bebel Moraes / Brisa Galeria

  2. O que desejo e que a data da exposição seja ampliada. Estou indo no dia 10 de abril passar todo o ano e ficarei triste se não conseguir ver admirar e quem sabe..

    Adquirir uma destas obras de arte.
    Obrigada pela informação.

    1. Olá Alzira, vamos adorar recebe-la na nossa galeria, em Abril já estaremos com uma nova exposição, mas terei grande prazer em te apresentar as obras que estão nessa exposição e tambem as novas.
      Nos procure quando chegar
      Beijinhos
      Bebel Moraes / Brisa Galeria

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Diga adeus aos alimentos sabotadores de dietas

Como tudo na vida da gente, o sucesso ou fracasso de uma dieta está diretamente ligado ao seu planejamento. Não adianta deixar pra escolher o que comer na hora H. Eu custei a aprender, mas agora já vou ao supermercado com a lista da semana. Não compro nada a mais e nem a menos. Tirei todos os sabotadores da minha dieta da despensa e só compro o planejado para as refeições daqueles sete dias. Explico: adotei o cardápio semanal justamente para conseguir comer alimentos mais frescos e, portanto, mais saudáveis.

O começo é difícil.

Não vou negar! As tentações parecem que pulam no carrinho… Já perceberam? Nessa hora, a bendita listinha ajuda muito. E se tem uma coisa que aprendi é que existem alimentos que nunca, mas nuuuunca mesmo, vão constar nessa lista se eu quiser controlar o peso e manter a qualidade de vida.

Raros são os cardápios de dieta que não incluem alimentos considerados “light” como queijo branco e torradas. Mas a verdade é que eles, muitas vezes, não ajudam a emagrecer e, pior, acabam engordando. Por causa da fama de leves, quando consumidos em exagero, se tornam nossos piores inimigos.

A falta de atenção à qualidade dos produtos – escolhidos apenas em função de seu valor calórico – também pode prejudicar. A saída é prestar atenção aos benefícios de suas fórmulas. Por isso, aprendi a ler rótulos. Alimentos nutritivos fazem o metabolismo trabalhar. Os pobres em nutrientes não o ativam, ou seja, não estimulam a queima de gordura.

Ah, quase ia me esquecendo…  Já ouviu falar em índice glicêmico? É aquele que representa o tempo que os carboidratos levam para se transformarem em glicose no corpo. Esses contam muito. Itens com alto índice, como arroz branco e biscoitos, transformam-se rapidamente em açúcar, além de não saciarem a fome e retardarem a queima de gordura.

Já alimentos integrais com grãos e fibras são absorvidos mais lentamente e, por isso, aceleram o metabolismo. E são recomendados mesmo que sejam mais calóricos. Mas então eu vou comer o mais calórico? Vai, sim!

Eu sei! Eu sei! Parece complicado, mas tudo é questão de hábito. Como o início dessa saga requer algum jogo de cintura, fiz uma lista daquilo que está eternamente vetado na minha despensa. Espero que ajude!

Bolacha

Ou biscoito, como dizem os cariocas. Tem muita gordura – que é responsável por seu aspecto crocante, aliás –, item carente de vitaminas e fibras. Por não promover saciedade, é difícil comer uma só.

Doces dietéticos

Indicados para diabéticos, chocolates, bolos e cookies diet recebem esse nome porque não têm açúcar. Comumente associados ao emagrecimento, são ricos em calorias – por vezes, até em maior quantidade do que a versão original.

Refrigerantes zero e sucos industrializados

Refrigerantes com zero caloria têm cafeína em excesso, que inibe a absorção de cálcio e ferro, essenciais para o organismo. Outra desvantagem são os adoçantes artificiais, responsáveis pela retenção de líquidos e pelo aumento da pressão sanguínea.

É muito comum as pessoas trocarem o refrigerante por sucos industrializados (sucos de caixa ou em pó) achando que eles são mais saudáveis. Porém eles também possuem quantidades muito elevadas de açúcar, corantes, aromatizantes e todos aqueles ingredientes do mal. Sempre dê prioridade a própria fruta!

Queijo branco

Assim como os amarelos, o queijo branco é um falso aliado da balança, pois tem muito sódio e gorduras saturadas, que fazem mal ao coração e provocam inchaço. Seu valor energético também não é econômico: cada fatia tem quase 70 calorias, apenas 30% menos do que a mesma quantidade de mussarela, que soma cerca de 100.

Como alternativa, vale experimentar queijos tipo cottage e ricota. Ambos têm baixo teor de gordura e sódio e são ricos em cálcio, importante para o fortalecimento dos ossos.

Granola

Ela não é tão saudável como parece. A granola é calórica, pois normalmente é preparada com um melado de açúcar mascavo. Em uma porção há 192 calorias, em média. Procure substituí-la por um mix de aveia, amaranto, quinua e linhaça, sem adição de açúcar.

Barra de cereal

É verdade que barrinhas de cereal são práticas para levar na bolsa ou guardar na gaveta do escritório. Mas algumas, porém, são mais calóricas do que um tablete de chocolate e escondem óleos hidrogenados, gordura e açúcar. Eu como, mas faço as minhas em casa, como já escrevi aqui: Um lanchinho pra chamar de seu.

Comida congelada

Fáceis e rápidas de preparar, mas nem por isso saudáveis. Embora possam ser uma ajuda quando há pouco tempo para cozinhar, não são uma boa escolha para quem quer perder ou controlar o peso. Normalmente, as refeições pré-feitas contém açúcar, sal e gordura em excesso para dar sabor. Portanto, tudo aquilo de que não precisamos. Algumas delas têm, ainda, emulsionantes e corantes que garantem o bom aspeto da refeição durante a validade.

Molho para salada

Comer um prato de salada nas refeições, antes de proteínas como carne ou frango, ajuda a controlar o apetite e a ingerir menos comida. No entanto, alguns molhos, em especial os industrializados, levam ingredientes supercalóricos como óleos, queijos e creme de leite. Como consequência, a salada, normalmente com 100 calorias, chega a ter mais de 300 com as finalizações.

Petiscos naturais

Ricos em nutrientes, petiscos “naturebas” como frutas secas e grãos podem – e devem – ser consumidos. A quantidade é que merece atenção, uma vez que o alimento perde água durante o processo de fabricação, o que torna maior a sua concentração de açúcar. O mesmo acontece com a soja crocante.

Embora riquíssima em proteínas vegetais e fibras, possui alto valor calórico (250 calorias para meia xícara de chá) e muito sal. Esse excesso de sódio, além de desencadear problemas cardiovasculares, gera inchaço no corpo e acentua a celulite.  

Deus me livre! É muita informação. Que tal se desafiar por um mês e depois compartilhar aqui como foi a experiência? É errando que se aprende!  Bora lá?

Seja a primeira a comentar

Comentar

Your email address will not be published.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>