Tag: Diversão

O mundo é sexo! Sexo em Paris, então! Veja esta lista.

Banner_O mundo é sexoEu tenho um amigo, daqueles que temos desde a adolescência, onde a intimidade é tanta que podemos falar e conversar com pudor zero. Isso é tão bom e tão essencial na minha vida!

Bem, mas o tema não é sobre a amizade. Eu perguntei a ele o que ele havia achado de meu novo livro. Estava ansiosíssima, porque ele é daqueles que fala mesmo se for uma porcaria e, também, ele é uma das únicas pessoas que pode dizer isto sem que eu fique braba! Hahaha!

– James, o que você achou do livro?

– Falta sexo! O mundo é movido a sexo!

– …hummmm

É claro que, imediatamente, escrevi um capítulo inteiro sobre o tema! Quer saber? Eu ia falar se você quisesse saber para comprar o livro, mas, como uma Dominique simpática, vou postar aqui o tal capítulo, tá?

Paris é uma cidade que inspira romance, já muito sabido por motivos óbvios. Mas ela também inspira, e muito, o sexo! Porquoi pas?

A prostituição em Paris, por exemplo, está presente há 1.200 anos e, diferente dos dias de hoje, era muito mais importante. Prostitutas tornavam-se amantes fixas de reis, aristocratas e tinham um status quo bem mais interessante do que nos dias de hoje. Fato é que é uma das únicas profissões que subsistem, porque aquele meu amigo disse tudo: O mundo é sexo.

Obviamente nem todo mundo tem o costume ou hábito de pagar pelo serviço. Por isto, uma vez em Paris, longe dos olhos de conhecidos, entregue ao momento e a aventura, inspirado pelos cenários da cidade é natural que o corpo relaxe do estresse com menos rotina, pressão e ainda com menos expectativas e cobranças em um novo ambiente trazendo uma sensação de libertação. Aliado ao anonimato, liberdade e ao estímulo de um novo ambiente podemos ter certas sensações e impulsos, ne´est ce pas? Assim fica mais fácil a entrega a novos prazeres.

Bem, uma pesquisa publicada no jornal francês, Le Fígaro, feita com 2.007 parisienses acima dos 18 anos revela que: um a cada dois homens e uma a cada seis mulheres já fizeram sexo com mais de uma pessoa ao mesmo tempo; 68% dos entrevistados costumam ter uma noite de amor sem compromisso, contra 50% das mulheres; muitos disseram não saber nem ao menos o nome da pessoa com quem saiu.

Paris também é a cidade da infidelidade, onde 58% dos homens e 36% das mulheres admitiram já ter sido infiel ao cônjuge, sendo que alguns ainda admitem que são infiéis constantemente. A metade dos entrevistados admite já ter experimentado sexo sadomasoquista. Wow!!!

Interna_O mundo é sexoSeja você adepto, curioso ou debutante, eis uma listinha e um roteirinho básico na cidade da luz vermelha, que nunca dorme, além de aplicativos mais utilizados pelos adeptos.

Se for falar de um bairro, o mais libertino de todos não é mais Pigalle, e sim o Marais. Dizem que mais da metade dos bares tem um salão aos fundos onde o sexo rola livremente e gente de toda a Europa vem somente para isto.

Le Berveley – Cinema pornô com filmes em 35mm onde na maioria das vezes o público acaba interagindo. Li em algum lugar que era mais ou menos uma projeção em 3D (se é que me entende!). Diariamente das 10h às 22h. 14, rue de la Ville Neuve, 75002

Le Club 41 – Para os novatos e mais pudicos (mas nem tanto) dizem que devem ser iniciados em algo menos escandaloso. O Club 41 cobra 22 euros por um drinque, mas em compensação o sexo é free, com quem você quiser, a dois ou em grupo. Começa à meia-noite! 41, Rue Quincampoix, 75004

Le Keller – É preciso alertar que este clube é de sadomasoquistas, apesar de você não ser obrigado a nada e nem poder obrigar ninguém a fazer o que não quer, mas avisar sobre o que se trata se faz mais do que necessário. Não, não precisa levar seus instrumentos de tortura, porque eles são fornecidos lá mesmo. Só pedem que respeitem o dress code que é ultra sexy, roupas e calças de couro e tal… A entrada custa 10 a 13 euros com direito a uma cerveja. A diversão em questão é freeabre às 21h. 14, rue Keller – 75011

Les Chandelles – Swing Chique – Tudo começa em um jantar em casal e depois escolher as salas de festa e os quartos de amor. Tudo muito chique e bonito. Jantar excelente em sistema de buffet. Você pode fazer o que quiser desde que permita e que a outra pessoa ou outras também consintam. Se estiver sozinho ou sozinha terá que pagar 110 euros para entrar. Se for em casal somente pagarão pelo consumo. Começa às 22h30 e aos domingos a partir das 16h (tipo matiné!!!!).  1, rue Thérèse, 750011.

Folies Pigalle – Balada ao ritmo “tecno” a casa acolhe a todos: heteros, homos, travestis e afins e todo mundo se diverte junto a começar na noite anterior até ao meio-dia do dia seguinte! Ali dentro tudo pode acontecer! 1. place Pigalle – 75009

Digamos que está ali em Paris, sozinha, como não quer nada, mas querendo alguns bons momentos de aventura sem compromisso. Está jogada lá em sua cama de hotel e mexendo no seu celular… Só clicar e ver se tem alguém disponível (com o seu perfil) pensando na mesma coisa e decidir se você vai ou ele vem…  Prontinho! Tá arranjada uma festinha!

Happn – com 3 milhões de usuários e bem utilizado pelos franceses; também usado para “ménage à trois”!

YesforLov – Antes da festinha, não deixe de passar por esta loja diferente de tudo o que você já viu em termos de cremes e brinquedinhos!

American Dream – Agora, se o seu negócio é só mesmo divertir-se de forma picante, porém light, sem se comprometer, eu aconselho dar uma espiada na mistura de strip-tease feminino, masculino e outros e todo o tipo de performances entre um drinque e outro com boa comida Tex-Mex, Bar de Sushi e mais de mil metros de pura diversão! 21, Rue Daunou, 75002

Amiga, na boa, sai desse sofá enquanto há vida! Vamos?

Quer mais? Só no livro! Baixe agora mesmo!

Guia da Boa Viagem Paris Legal 

 

Leia mais:

Ele pediu para a espoca ser garota de programa – Apimentando a relação

E subimos ao paraíso – 2o andar da Boutique Sensual

 

 

Cynthia Camargo
Cynthia Camargo

Formada em Comunicação Social pela ESPM (tendo passeado também pela FAAP, UnB e ECA), abriu as asas quando foi morar em Brasilia, Los Angeles e depois Paris. Foi PR do Moulin Rouge e da Printemps na capital francesa. Autora do livro Paris Legal, ed. Best Seller e do e-book Paris Vivências, leva grupos a Paris há 20 anos ao lado do mestre historiador João Braga. Cynthia também promove encontros culturais em São Paulo.

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Resposta de Dominique para Mr. Miles – A minha praia

Dominique - Mr. MilesQuerido Mr. Miles, você respondeu minha pergunta sobre a praia ! E no Estadãoooo!

Wow! Que demais! Estou me sentindo a tal. Toda prosa.

Para quem não leu, está aqui.

Mr. Miles, my dearest, não entendo porque esquivou-se de responder minha questão. Tenho certeza que não lhe falta vocabulário, muito menos passagens por praias “agradáveis”.  Suponho que se um dia tivermos mais intimidade, as palavras nos serão mais confortáveis.
Confesso que espero ansiosa este dia, mas enquanto ele não chega, vou aproveitar meu proeminente desembaraço para contar um pouquinho de mim.

Sempre gostei de praia.
Sempre preferi praia ao campo e montanha.

De criança e mocinha, frequentava uma praia lotada, cheia de gente. Cheia de amigas e amigos. E era isso que eu queria.
Eu acho. Também não conhecia outra coisa.
Meus pais nunca foram do tipo aventureiros de pegar o carro e ir para praias mais agrestes, mais rústicas, onde minha mãe não tivesse porque usar salto alto e meu pai não tivesse como ligar um ventilador.

Ahhhh estou sendo injusta com meu pai. Ele era sim, um aventureiro do jeito dele. Deixa eu te contar:

Não sei se sabe, mas Daddy era inglês, como você.  Veio para o Brasil na década de 60 para trabalhar e conheceu minha mãe, uma descendente de nobres nordestinos.

Como dizem por aí “não é o mais forte que sobrevive, mas o que melhor se adapta às mudanças”. E assim foi com meu pai. Rapidamente tropicalizou-se e passou a gostar de tudo que essa nossa brasilidade tem de mais exótico.
Você acredita que ela adorava o Guarujá? Você sabe onde é o Guarujá?

Pois bem, num remotíssimo passado era nosso destino de férias de verão.

A grande aventura era arrumar aquele monte de mala, sacolas, pacotes de todos nós no bagageiro do carro. Um exercício matemático que só mesmo um engenheiro conseguiria.

Aí, pegávamos a estrada, a Serra de Santos, cantando, com os vidros abertos, papai fumando um cigarro atrás do outro, com o bração pra fora.

Sempre que furava um pneu e não eram poucas as vezes, Daddy dizia que chegava a ser um prazer desmontar e montar todo o porta-malas para trocar o pneu ladeado por aquela Mata Atlântica com folhas enormes, perfumes, animais e insetos nunca jamais vistos.

Passada essa etapa, chegávamos em Santos, rumo à balsa. Você sabe o que é balsa Mr. Miles?

Papai a-do-ra-va a famosa fila da balsa de Santos. Achava super pitoresco.
Uma, duas até três horas na fila, sob aquele calor grudento da baixada.  Com o motor do carro desligado, ele descia para calcular o tamanho da fila. Fez grandes amigos na solidária e modorrenta espera.

Sem falar no Biju, queijadinha, biscoito de polvilho, Fanta Laranja, raspadinha de groselha, amendoim com casca e outras guloseimas que nos mantinham entretidos e emporcalhavam completamente o carro.

Aí chegávamos naquela praia que papai tanto valorizava. Lembre-se que ele vinha dos gelados mares do norte. Sol, areia branca, marés quentes, família e amigos tão calorosos quanto nosso clima eram coisas que ele ainda não havia experimentado na vida.

Fez-nos entender o privilégio que era viver perto dos 25º C com céu azul quase que o ano inteiro.
Sempre que podia, ele tentava explicar o valor que dava à receptividade ao imigrante por aqui.

Ahhh Mr. Miles, que doces lembranças você me proporcionou quando disse “O sol que me perdoe, mas uma sombra é fundamental”. Só um outro inglês seria capaz de dizer pérola semelhante. E era meu pai quem falava que o melhor do sol era sempre a sombra!. Coincidência? Acho que não

Voltando…

Com o tempo, mudanças, casamento, filhos, novos objetivos, conheci outros horizontes.
O amor por e pela praia só aumentou.
Conheci diversas.
Sempre ia onde ela lá estivesse. Em qualquer lugar.
Até que a mágica aconteceu. Mágica, feitiço, encanto! Chame como quiser.
Há 23 anos apaixonei-me por uma em especial.

Área relativamente pequena entre uma estrada e a praia.
Sem comércio local. Sem restaurantes.
Uma vendinha. Uma ou duas pensões.
Umas casas de pescadores.
Alguns pouquíssimos condomínios.
Dois botecos.
Praia de tombo.
Mar difícil. Dificílimo.
Montanhas muito próximas a praia.
Um contraste entre azul e verde, mar e mata, montanha e ondas, areia e terra que me deixou enlouquecida.

Bom, lá me estabeleci.
Lá construi a casa de meus sonhos.
Lá criei meus filhos.
Lá fiz amigos pra toda vida.
Lá descobri livros que me acompanharão para todo o sempre.
Lá aconteceram minhas grandes reflexões.
Lá eu tenho espaço para mudar.

Esta é a minha praia Mr. Miles. Veja só que ousadia, eu chamar a praia de minha. Mas sinto exatamente assim, é como se eu voltasse para casa cada vez que piso naquela areia. Não há no mundo outro lugar que eu me sinta tão eu mesma, tão em paz e tão feliz como em minha casa na praia.

Você conhece a minha praia Mr. Miles? Já esteve por lá?

Espero que sim.

Dominique - Mr. Miles

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Todos têm direito a uma segunda chance, até mesmo os cupidos!
Mr. Miles responde: A praia de Dominique e os ‘inenarráveis prazeres’

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

8 Comentários
  1. Suponho que você esteja muito ocupada para responder as minhas humildes linhas. Anyway, insisto, porque ainda acho que temos muito a falar sobre esse grande planeta que é uma extensão de nosso quintal.

  2. Também foi um prazer receber sua resposta, my dear. A praia a que me referia chama-se Santiago e é a primeira ao norte de Pauba, no litoral norte de São Paulo. Uma estreita faixa de areia, as you said. Não me lembro de ter sido atingido por um sorvete voador em frente a Caramba, no Guarujá. Aliás, nunca frequentei essa sorveteria, que considerava uma jovem invasora em Pitangueiras. Era fiel à Sorveteria Guarujá. Besides, não voltei mais à esse litoral da memória. Unfortunately, nem tudo muda para melhor. Don’t you agree?

  3. Amei! Retornei a minha infância onde todo ano, passávamos férias em Bertioga. Era uma aventura sair de São João da Boa Vista passar por Campinas, São Paulo, descer a serra de Santos, uma balsa, Guarujá, outra balsa Bertioga. Tudo isso num DKW que fervia o motor a todo momento.

  4. Well, my dear: humildemente acho que não me esquivei de responder à questão que você me propôs. Respostas objetivas, my dear, são fáceis como marias-sem-vergonha. Suposições costumam ser mais abrangentes — embora probably esse não foi o caso das minhas. Anyway, conheço o Guarujá, of course. Tive amigos que viveram em edifícios cujos nomes, se não me lembro, eram Sobre as Ondas, Tucuruçutuba, Piavu, Nautilus e Iporanga. Levei algumas lindas meninas ao Cine Guarujá para ver filmes com a Sandra Dee (com quem tive a sorte de ter um tórrido affair mais tarde) e, na antiga Sorveteria Guarujá, comprei muitos sorvetes de abacate com flocos. A menção à sombra, if you remember, remete à Vinicius de Moraes: “as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.” Não sei que outra insinuação você poderia estar fazendo. I’m very sorry, mas como viajo muito não é fácil saber qual é a sua praia. Eu ousaria dizer, however, que ela tem o nome da capital de um país. Am I right?

    1. Queridíssimo Mr Miles! Você não imagina como fico feliz cada vez que vejo uma mensagem sua chegar. Agora vamos por partes..
      Tem toda razão!! Como pude eu esperar de vc uma resposta banal e corriqueira? So, so sorry my dearest friend!!
      Será que frequentamos o Guaru na mesma época? Já pensou se assistimos “Horizonte Perdido” lado a lado? Ou será que nos trombamos no “centrinho”? Espero não ter sido o seu impecável terno vítima do sorvete que voou em um tombo cinematográfico que levei na frente do Caramba.
      Amei a brincadeira que fez com o bom e velho Vinícius. Como disse, sua imagem poética de sol e sombra, tomando emprestado a forma do poetinha, lembrou-me a frase que meu pai sempre dizia, ao chegar embaixo da barraca.
      Agora, quanto a minha praia, quem pede desculpas sou eu. Quebrei a cabeça para saber qual praia tem nome de capital e não sei se pelo tardar da hora ou simplesmente por desconhecimento, não consegui saber a qual praia se refere (agora fiquei curiosa). Todas as que penso, tem nome indígena. Baraqueçaba, Boiçucanga, Boraceia, Monguaguá, Jureia, Cambury. Camburiú, Ubatuba. A “minha”praia tb tem nome indígena. Rio Negro seria a tradução.
      Adoraria lhe contar mais sobre esse lugar sem adjetivos suficientes para descrevê-lo. O lugar, as pessoas, as histórias…Vishhh, falei demais Mr Miles. Sorry, mas me empolguei. Aguardo ansiosa tal qual uma adolescente um novo aceno de sua parte.

      Dominique

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Gente sem tempero não tem graça – sai prá lá

Dominique - Tempero
Comida sem tempero não tem graça. Fica tudo com o mesmo sabor de isopor. Concorda que sal e pimenta fazem toda a diferença entre o camarão, suflê de espinafre, massa ao pesto, paella e por aí vai. Com exceção ao chuchu que nada adianta. Será chuchu para toda a vida.

Com gente também é assim. Gente sem sal, sem pimenta, não tem graça. Gente chuchu não tem solução.

Sabe pessoa morna? Não é lá nem cá. Não ata nem desata. A conversa não diz nada. O astral não contagia. A aparência é tão comum que nem dá para sacar se é bonita ou feia. Entra e sai do lugar e ninguém percebe. Sem personalidade. Nunca gargalhou gostoso. Absolutamente sem emoção. Engole o choro, se é que chora. Se fecha como uma ostra. Jamais ousa.

Gente assim não vive, sobrevive e olhe lá. Para mim essa gente é sem tempero.

Gosto de gente temperada. Aquelas com alegria indígena. Que sorriem para você e não riem de você, tá bom, podem até rir um pouco de você, faz parte, eu adoro rir de mim mesma. Criaturas que espalham notícia boa, agitam uma noitada, combinam um show, um happy hour, qualquer encontro para desopilar o fígado.

Pessoas que não estão nem aí para o que está na moda. Vestem-se com personalidade, criam seu estilo. Decoram sua casa com objetos que curtem, tanto faz se custam caro, são de grife ou criação de um design famoso. Tudo tem a sua cara. Abusam de criatividade. Não tem papas na língua. Choram de rir e até perdem o fôlego quando felizes e caem em prantos convulsivos quando deprimidas.

Essa gente é quente, fervente, contagiante. Mais do que sal, tem a pitada certa de pimenta, sálvia, alecrim e dependendo do dia tem curry, dill, manjericão. O humor pode até variar conforme a cotação do dólar, mas nunca falta tempero.

Adoro uma lasanha suculenta, filet alto ao molho madeira, lagosta na manteiga, mas sempre com um acompanhamento fundamental, gente temperada. Para completar um bom vinho também cai sempre muito bem.

Sabe quem é assim? As Dominiques! Elas tem bastante tempero.

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4 Comentários

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Se você nunca fez um piquenique, chegou a hora!

Dominique - Piquenique
Tem coisa mais gostosa do que um piquenique?

Me remete tanto à infância. Tenho recordações tão queridas, cada lembrança parece um abraço apertado e, inevitavelmente, um sorriso estampa meu rosto.

Meu pai me levava com mais 3 amigas ao Jardim Botânico em São Paulo. Na época, tinha até casinha de boneca em alvenaria lá. Brincávamos de cozinhar, tinha mesa em pedra, colocávamos toalha e lanches. AiQsaudade! Vejo as fotos e meu coração se enche de alegria e nostalgia.

Fiz muitos piqueniques com a minha filha mais nova. Comprei até cesta de vime, daquelas com duas tampinhas, uma que abre para um lado e a outra para outro lado, com direito a toalha xadrez vermelha e branca.

Íamos para parques em São Paulo e, acredite se quiser, fazíamos piqueniques em cima de uma pedra que ficava no quintal da nossa casa em um condomínio em Valinhos. Pura diversão.

A curtição começava com os preparativos. Juntas, fazíamos os sanduichinhos, bolinhos, frutas e separávamos tudo que precisava.

Por que não voltamos a fazer isso, só porque não tem mais criança na parada? É tão gostoso, à sombra de uma árvore, sem pressa, curtindo a paisagem. Pode até ser um piquenique romântico – tábua de frios, frutas e um maravilhoso Prosecco. Taí uma ideia que ainda não experimentei.

Com minha experiência, aprendi que não dá para inventar mundos e fundos, mas que menos é mais. Vou dar algumas dicas de comidinhas para piqueniques que sempre deram certo, quem sabe você se anima e encara um programa diferente em algum fim de semana e num feriado.

Aprendi com uma tia (o dela sempre ficou mais gostoso) a fazer um simples e O MELHOR DO MUNDO, sanduíche de presunto com manteiga no pão de forma sem casca, mas tem segredo.

SANDUÍCHE DE PRESUNTO OU QUEIJO
Pegue duas fatias de pão de forma sem casca, passe bastante manteiga nos dois lados, uma fatia cortada fininha de presunto e corte o sanduíche em dois. Se você quiser variar, faça um com queijo (não junto com o presunto). Depois de fazer vários, leve o prato a um lugar fresco e escuro e cubra com um pano de prato umedecido. Deixe por 3 horas. Fica imbatível.

TORTAS
Pode ser torta de frango, palmito, legumes. Elas ficam gostosas também quando servidas em temperatura ambiente. Lembre-se de cortar em porções individuais.

SALGADOS ASSADOS
Kibe, pão de queijo, pastel de forno, biscoito de polvilho. Até hot dog dá para fazer assado.

BISNAGUINHA COM GELEIA
A turma lá de casa adorava. Sabe bisnaguinha? Então, corte-a no meio, passe requeijão nos dos lados e depois coloque uma suculenta porção de geleia de morango ou amora ou framboesa. Uau, você não vai acreditar como fica gostoso.

MIX DE CASTANHAS E FRUTAS SECAS
Cai superbem também mix de castanhas e frutas secas que você mesma pode montar cada porção, de acordo com o número de participantes.

FRUTAS
Uva, maçã, pera, abacaxi, sempre cortados. Se for verão, as refrescantes como melancia, melão e abacaxi são perfeitas.

BOLO
Um bolinho sempre vai bem, pode ser de laranja (veja a receita da Angelica Spinola), chocolate, formigueiro, destes bolos caseiros, mas lembre-se de cortar em quadrados para facilitar.

BEBIDAS
Sucos, água, água de coco

O que não pode faltar:
– guardanapos
– talheres de plástico (se for servir algo que precise deles)
– copos descartáveis
– sacos para lixo
– almofadas para sentar, se você for a um lugar que não tem mesa com bancos
– álcool em gel ajuda bastante
– bolsa térmica para deixar as bebidas geladas.

IMPORTANTE:
Não deixe nenhum rastro da passagem pelo local do piquenique: canudo, tampinha, guardanapo usado, resto de comida. Para isso, leve bastante saquinho plástico para jogar tudo fora.

Taí, vou fazer este programa num destes fins de semana, com meus netos caninos, será que rola?

Leia mais:

Dicas de parque para Dominiques em São Paulo. Veja!
Leila Diniz uma inspiração em forma de frases sacanas

Marot Gandolfi
Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

2 Comentários
  1. Biba querida,

    A vida nos presenteia com estes momentos que ficam gravados em nossa memória e nossos corações! Temos que agradecer todo santo dia pela oportunidade que tivemos de viver intensamente aquele passeio que nos marcou para resto de nossos dias!

    Beijo enorme

  2. Minha amiga amada! Sortuda eu sou por ser uma das três amigas e pertence ao memorial das tuas lembranças no inesquecivel Pic Nic. Fui ontem com minha Familia lá no Jardim Botanico! E como um filme, consigo nos ver correndo pulando e brincando. O que tinha aquele dia para ter nos marcado taaaaaaaaaaaaaanto e de maneira tão PRESENTE.

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Frases ditas por desconhecidos que espelham nossas vidas

Dominique - Frases
Você lembra que fiz um post aqui sobre frases ditas por ícones que nos inspiram diariamente? Resolvi fazer um vídeo parecido.

Sabe aquelas frases que desconhecidos dizem e em algum momento da vida ela nos define? Então…

A minha preferida é, sem duvidas, a 6.

Mas eu também adoro a 2.

Bom, vamos a elas: 

1 – Só me falta o porte de armar, porque os alvos eu já tenho.

2 – Me devolve? O quê? Essa intimidade que você acha que eu te dei.

3 – Vou me vingar da maneira mais cruel que você pode imaginar. Vou deixar pra lá.

4 – Não ter razão para ficar, é uma ótima razão para ir…

5 – Uma mulher calada é uma pistola com silenciador.

6- Não subestime a minha capacidade de piorar a situação.

Quais são suas frases preferidas?

Veja o vídeo:

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Dicas de parque para Dominiques em São Paulo. Veja!
Lugares incríveis para você encontrar flores na primavera!

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