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Os livros das nossas férias

Não se trata apenas de outra lista de livros para se ler nas férias. Não! A ideia é tornar esse texto colaborativo, com dicas literárias bacanas de todas as Dominiques que, como eu, são apaixonadas por livrarias e aproveitam as férias para comprar  tudo que pretendem ler durante o ano. Preparem a carteira!

Vou abrir os trabalhos com seis livros lançados recentemente (ou nem tanto, mas em 2018) que terei o prazer de  “saborear” nesses dias de recesso.

Vamos lá.

É ficção que você quer ?

Experimente “Teu Pecado”(Constelação, 402 pag). Trata-se do livro de estreia de Wellington Budim, vencedor do Prêmio Belas Artes da Literatura. Um suspense policial que promete prender do começo ao fim.

Uma garota assassinada de forma brutal é encontrada boiando no lago do parque do Ibirapuera. As investigações levam os oficiais de justiça a acreditarem que estão diante do crime perfeito, até que uma pequena prova é encontrada durante a autópsia. Um papel com uma letra e dois números: R67.

Enquanto as investigações prosseguem, as pessoas que a conheciam tentam entender quais motivos alguém teria para fazer algo tão hediondo. Mas ninguém é tão inocente quanto aparenta ser. Qual terá sido o seu pecado da vítima?

Nos tempos do Cabral

Se a mudança de governo te deixou interessada em política, super recomendo “Se não fosse o Cabral – a máfia que destruiu o Rio e assalta o País”, (Tordesilhas, 312 pags) do Tom Cardoso.  Autor de seis livros, incluindo a biografia do jogador Sócrates e do jornalista Tarso de Castro, ele fez uma apuração rigorosa, reconstruindo os bastidores de um dos maiores esquemas de corrupção já montados no Brasil.

Sergio Cabral Filho é um homem sem impedimento moral, sem pudores, disposto a tudo para enriquecer. Este livro-reportagem reconstitui sua trajetória, do vereador travestido de idealista até o poderoso governador do estado do Rio, preso pela Operação Lava Jato depois de ser acusado de receber milhões em propinas para fechar contratos públicos.

Um livro sobre o Brasil da promiscuidade entre os interesses públicos e privados, do fisiologismo político, do tráfico de influências, da corrupção impune.

Vida e obra de Jorge Amado

Agora, se você é fã de biografia não pode deixar de ler o livro da Joselia Aguiar, curadora do Festival Literário de Paraty (FLIP). Foram sete anos de pesquisa para concluir “Jorge Amado – Uma Biografia” (Todavia, 640 pag).

O volume pode parecer extenso, mas trata-se de um recorte generoso, bem apurado e pleno de novidades sobre o homem que, durante muitos anos, foi o escritor mais popular do Brasil e o primeiro a derrubar barreiras em todos os continentes do planeta – só foi superado, anos depois, por Paulo Coelho.

De fato, a vida de Jorge foi vasta. Estreou cedo e produziu muito, e esses livros circularam em 49 idiomas e se tornaram novelas e filmes, conforme conta a própria autora.

Uma reflexão sobre a gordofobia

Por quase 20 anos, Virgie Tovar esteve em dieta. A saga dessa norte-americana de origem hispânica da neurose pela magreza ao gordoativismo feminista é contada na obra “Meu Corpo, Minhas Medidas”, lançamento da Primavera Editorial. Em 136 páginas, ela faz uma reflexão cortante sobre a forma como a sociedade contemporânea enxerga e trata os gordos.  

Mas a liberdade da prisão social vai além, segundo a autora, que traz um olhar amplo e provocativo sobre a temática. E para quem a misoginia se manifesta de diferentes formas, dependendo da posição do corpo feminino no esquema sexista. Assim, mulheres magras podem ser tão desumanizadas quanto as mulheres gordas. Vale a pena conferir.

É possível trabalhar e ser feliz no mesmo lugar

Para a maioria das pessoas do mundo, o local de trabalho não tem os elementos fundamentais que nos fazem prosperar como seres humanos – coisas básicas como respeito, oportunidades de crescimento pessoal e de conquistas. Em contrapartida, o funcionário contemporâneo espera um ambiente de negócios com valores, além do salário e plano de carreira.

Como resultado dessa expectativa, sobretudo das novas gerações, os líderes têm o desafio de criar uma cultura proeminente para todos. No livro “A Great Place for All” (Primavera Editorial, 288 pags), Michael C. Bush e a equipe da consultoria global – responsável para pesquisa Melhores Empresas para Trabalhar em mais de 50 países – mostram cases inspiradores de como se tornar um líder para todos.

Inovadora, a obra é um alerta para que as organizações desenvolvam cada grama de potencial humano e saibam extrair o melhor para a sociedade.


A verdade sobre a maternidade

Ter um filho é a cena mais bonita do mundo, não é? Começando pela descoberta, a mãe se emociona e prepara um par de meias de bebê para surpreender o pai. Aí vem o parto humanizado, com uma linda sessão de fotos. Por fim, o dia a dia da maternidade, com a certeza da amamentação e da rápida adaptação e transformação de um casal de solteiros para uma linda família…

Não, não e não! Para tudo. Há muito mais coisa envolvida e nem tudo são flores. “É como se mudar para um novo país, que é lindo, mas está envolvido em uma guerra… E aí a guerra acaba e você começa a se reconstruir”, escreveu Megan O’Oconell, em “Embaraçada” (Primavera Editorial, 280 pags).

Nem é tão novo assim, foi lançado durante a Flip 2018, mas é um livro que merece estar na nossa lista porque revela de forma sensível, irônica e inteligente, verdades nunca antes ditas sobre maternidade.

Troca de experiências

Então, colegas, o que acharam? Aguardo a colaboração de vocês para ampliar nossa lista literária para essa e para as próximas férias.

Também podem ser clássicos que marcaram nossas vidas!

Ansiosa para receber as sugestões…

Afinal, quer coisa mais gostosa que trocar experiências? E cada livro lido ou mesmo relido é assim: uma experiência única.


4 Comentários
  1. AMEI SUA LISTA, TEM PARA TODOS OS GOSTOS. ESTOU DOIDA PARA LER MINHA HISTORIA – MICHELLE OBAMA

  2. Bom dia!
    Farei uma lista, sim. São tantos os que eu gostaria de ler! Haja tempo e bolso kkkk.
    Gostei de suas sugestões.
    Abraços.

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Férias? Veja minhas dicas para ficar arrumadinha na praia

Dominique - Praia
É colega. Foi-se o tempo que a gente ia pra praia com Noskote no nariz, tomava sol, depois passava um Caladril nas costas, Neutrox no cabelo e saía de cara lavada pra rua paquerar com aquela saia curtiiiinhaaaa. Lembra? Ah! Foi-se o tempo…

Não dá mais, bela! Temos sim que dar um tapa no visual na praia. Não adianta reclamar!
A não ser que você realmente não ligue, seja imortal como Bruna Lombardi (você viu a foto dela de calcinha?) ou esteja numa praia deserta de verdade, deserta meeeesmooooo, só você e seus pensamentos, sem espelho inclusive.

Tá bom, tá bom. Estou exagerando.
Mas se nossa vida está mais complicada por um lado, por outro, sei que muitas coisas foram simplificadas.
Ir para praia hoje é muito mais simples e fácil do que quando éramos adolescentes.
E vamos combinar, estamos batendo um bolão. É só uma dica. Ou duas.

Conforto é importante. Importantíssimo. Eu, por exemplo, não consigo usar nada com cós ou zipper.
Nada que grude no meu corpo ou me aperte depois do banho.
Então abuso dos vestidinhos soltinhos de malha de enfiar pela cabeça.
Kaftans curtos e longos nos favorecem pra burro. Não marcam nada e, por vezes, até emagrecem.

Tudo roupa gostosinha, fresquinha e soltinha. Só cuidado com as roupas de linho e de algodão.
Apesar de frescas, elas armam e podem nos fazer parecer um balão de festa junina.
Eu, pelo menos, me sinto assim.

Mas aí vem o capítulo sutiã.
Afff, aperta tudo. Sem falar aqueles com aros.
Bom, nessas lojas de meia, tipo Lupo, Hope, etc, tem uns sutiãs supermacios que vestimos também pela cabeça, sem fecho, sem costura e sem aro.
Não apertam nada. Incomodam zero.
Também não sustentam lá grande coisa.

Vamos falar de cabelo?
Ah! Agora vai longe. Não sei o seu, mas o meu é só descer a serra que o danado parece que fermenta.
Cresce, se avoluma, encrespa.

Ok. Pode até ser bem bacana.
Mas e quando ele arrepia e espeta????
Parece uma vassoura de piaçava.

Solução? Claro que tem e passa longe do secador e da chapinha, né colega? Tá louca? Isso seria tortura chinesa!

Dominique - Praia

Vamos lá. Rabo de cavalo. Ou qualquer forma de cabelo preso.
Você estará queimada, linda!!!!
Passe um gel para ele não secar e ficar com a frentinha arrepiada. É tudo de bom.

Na verdade, quando faço rabo de cavalo, gosto de amarrar um lencinho, para dar volume perto do pescoço, sabe como é? (Veja ao lado).

Odeio a sensação de ter uma cabecinha lá em cima balançando. O volume do cabelo me faz muita falta.

Outra jeito de controlar a juba é com produto bom e com uma tiara ou faixa.
Com o cabelo ainda molhado, coloque uma tiara ou uma faixa esticando a maledeta da frentinha.
Aí, passe aqueles produtos caríssimos nas pontas e amasse.
Eles prometem tirar o tal do frizz e deixar os cachos bonitos.
Quando o cabelo estiver seco, tire a tiara. Vai cair bacaninha.
Mas vai continuar com cara de juba, tá?

Maquiagem é importante. Mas de noite use muito, muito, muito pouco. Vou repetir, muito pouco.

Tá bom. Eu sei…
De manhã acordamos com os cabelos completamente descontrolados, a cara amassada e eu pessoalmente evito o espelho.
Mas por que você acha que inventaram os óculos escuros?
Queridaaaaaa, é justamente para estas horas. Coloque e só tire às 20h00. Com sol ou chuva.

Sapatos. Adoooooooroooo andar descalça. Eu costumo tirar o sapato na hora que chego na praia e só volto a calçá-lo quando desço do meu carro em São Paulo. Demoro uns 3 dias para conseguir calçar algo que não não seja aberto atrás.

Mas gente, o importante mesmo é aproveitar, andar na areia, entrar no mar, tomar sol e ser feliz.

Sem neuras e sem nóias.

Não sei você, mas eu sou mais feliz na praia, de qualquer jeito. Aproveite!

Leia mais:

Natal mais divertido de toda minha vida – Graças ao Papai Noel!
Quem disse que roupa tem que ser branca no Reveillon?

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

8 Comentários
  1. Me identifiquei muito!!!! Cabelo estilo juba, domesticado com faixa, chapéu, presilha.
    Cara amassada disfarçada com mega óculos de sol – no melhor estilo celebridade – mas com um bom rímel à prova d’água pra dar uma levantada. Vestidos soltos, ok.
    Só não combino com sutiã sem fecho, sem aro e sem bojo… mas isso não me incomoda!

    Bjs

  2. Adorei suas dicas,fiquei mais tranquila de também preferir vestidos soltinho
    Ufa ..nao estou sozinha!!

  3. Meu JEITINHO de curtir uma Praia.
    Tenho a sorte de morar a uma quadra do mar.Fica tudo mais fácil.
    Menos é mais.Valeu a dica.Feliz Ano Novo.bjs.

  4. Gostei você é muito realista nos comentários sem falar que é uma pessoa extrovertida e feliz parabéns

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Cardápio simples e delicioso para 9 dias de férias na praia

Dominique - Cardápio

UPDATE : Gente, esse é um dos posts de Dominique que faz mais sucesso. Então para facilitar mais ainda sua vida, resolvi fazer um e-book com todo o cardápio, as receitas e a lista de compras prontinha!!!!

Clique aqui, deixe seu e-mail, e baixe o e-book. Mas antes leia as sugestões.

E-book Cardápio Praia Dominique

Vem chegando o verão. Obaaaa!
Ano novo. Calor. Férias. Praia. Família e amigos. Casa cheia. Descanso.
Descanso? Que nada minha filha. Vamos pro ralo novamente.
Três refeições por dia para esse monte de gente. Cardápio para todo este período.

Seja a casa sua ou alugada, toda vez que penso em ano novo na praia, a primeira coisa que me vem à cabeça, não é a caipirinha, nem o pôr do sol. E sim aquele supermercado lotado com cheiro meio de azedo. Naquele calor insuportável que sou obrigada a frequentar quase todos os dias. Era! Isso mesmo.

Há uns cinco anos, desenvolvi uma técnica para evitar ao máximo aquele festival de chinelos de dedo mal humorados, daquela dança de mulheres de saída de praia com carrinhos apressados na certeza de que estavam perdendo o melhor do sol.

Tenho um cardápio superflexível de final de ano para nove dias. Com ele, fica fácil fazer a lista de compras e antecipar. O grande segredo é antecipar.

Tento fazer isso tudo antes da loucura, deixando apenas pequenos detalhes para a semana da praia ou grandes e brilhantes alternativas para emergências. Olha isso tem me salvado e me aliviado um bocado!

Tudo vai depender apenas da sua organização. Vou dar uma ideia, mostrando para você o MEU cardápio. Claro que ele vai variar de família para família, de casa para casa, dependendo da quantidade de pessoas e dos costumes das mesmas.

Vamos lá?

Aperitivo e café da manhã

Um bom café da manhã, pode muitas vezes substituir um almoço. Um belo aperitivo pode fazer as vezes daquele lanche, uma noite mais tranquila.

Café da manhã
– Pães
– Torradas
– Pão sírio médio
– Pão de forma integral
– Filão de pão italiano para bruschetta
– Formas pequenas de queijo branco
– Baldes de requeijão
– Leite
– Café
– Chá… etc.

Capítulo dos frios
Compro em porções de 150g e peço para que embrulhem a vácuo.
Dizem que não precisa guardar na geladeira, nem no freezer. Eu nunca arrisquei. Mas aí, eu tiro um pacotinho por café da manhã e, se tudo dá certo, nada volta para geladeira, porque frios no verão e na praia costumam azedar com muita facilidade.
– Mussarela light
– Presunto magro
– Salaminho
– Peito de peru
– Mortadela
Ex: 1 kg de “mozarela” embalados em 8 pacotes de 150g cada

Aperitivo
Caso você queira uns petiscos em vez de lanche:
– Salmão defumado já fatiado
– Carpaccio com rúcula
– Pastas árabes – quebram o maior galho, todo mundo gosta e podem ser congeladas: chancliche, homus, babaganuche, coalhada seca
– Bolas médias de “mozarela” de búfala com tomatinhos cereja e manjericão
– Brie pequeno
– Provolone pequeno
– Semente de abóbora
– Queijo parmesão
– Amendoim e similares

Agora o cardápio. Com ele a lista de compras fica superfácil vai.

Claro que tem que ser flexível. Ah, hoje não quero comer peixe. Ok!
Ah, hoje vou almoçar na vizinha! Obaaaa…

26/12 – Terça

Almoço
Todos chegarão a noite!

Jantar
Frios e pães variados para sanduiches deliciosos.
Folhas de alface lavadas
Tomates cortados em fatias.
Maionese etc..

27/12 – Quarta

Almoço
Salada de manga com kani
Picadinho
Couve
Arroz
Milho

Jantar
Salada sem temperar para que se possa usar no sanduba
Carne louca
Pão francês e folhas de alface

28/12 – Quinta

Almoço
Casquinha de siri (que pode ser no pirex)
Pescada com molho limão e alcaparras
Couscous marroquino

Jantar
Salada de batata
Salsichada*

29/12 – Sexta

Almoço
Salada
Frango com molho de tangerina e gengibre
Couscous marroquino

Jantar
Pizza de pão sírio ou do delivery. Ou gente, vamos dar uma volta?

30/12 – Sábado

Almoço
Salada
Churrasco (suas carnes de preferência)
Farofa ou apenas uma farinha
Arroz branco ou biro biro

Jantar
Saladinha com molho de iogurte
Torta de palmito

31/12 – Domingo

Almoço
Aqui tem que ser algo bem leve e fácil
Salada de legumes cozidos
Uma lasanha que você tenha no freezer

Jantar
A ceia fica por seus costumes e hábitos. Veja nosso texto sobre decoração de mesas.

01/01 – Segunda

Almoço
Recuerdos de Haier (o que sobrou de ontem)

Jantar
Salada com tudo picadinho
Massa com molho ao pesto*

02/01 – Terça

Almoço
Moqueca de peixe ou camarão para acabar em grande estilo
Pirão
Arroz
Farinha no dendê

Jantar
Torta de frango

03/01 – Quarta 

Almoço
Salada de folhas e melão com presunto
Peixe assado
Batatinha cozida

Jantar
Risotinho de legumes (rapa na geladeira para ir embora)

*Salsichada
Não é qualquer salsicha. Você vai comprar uns 6 ou mais tipos de salsichas chiques. Sabe como é? Salsicha branca com ervas, salsicha de vitela com algo…etc. Pão francês fresquinho, pão de cachorro quente e algum outro a sua escolha. E superimportante! 3, 4 ou até 6 tipos de mostardas diferentes.

Não invente muito, senão o que era simples fica complicadíssimo.
Onde já se viu comer cachorro-quente com batata palha, purê, ervilha, feijão tropeiro? Não É pão, salsicha e mostarda. Quando muito uma maionese e um ketchup para os hereges.

Algumas dicas:
Dia dos espetinhos.
Aí dá um pouco mais de trabalho, mas a mesa fica linda. Eu, como sou louca, vou à Liberdade, sim, o bairro. Mas vou num sábado perto do Natal que é para estar beeeeeem cheio. É, sou estranha assim mesmo. E vou lá só para comprar palitinhos decorados. Qualquer hora eu mostro. E aí fico inventando.

Comida de tigelinha:
Já sirva nas tigelinhas. Não tem que por mesa, não tem que nada. E depois são só algumas tigelinhas para lavar.

O que vc pode ter pronto para uma emergência:
Pesto! Um bom pesto para uma massa ou para um sandubão gourmet.
http://diana212m.blogspot.com.br/2012/03/italian-simplicity.html

Receita de pesto
ingredientes:
4 dentes de alho
1 colher de chá de sal
1 xícara de chá de folhas de manjericão fresco
3 colheres de chá de pinoli ou nozes, sem casca
100g de queijo pecorino ou parmesão ralado
1/2 xícara de chá de azeite
Pimenta do reino a gosto.

Outras opções de pratos para almoço e lanche além das do cardápio:
Saladas e quiches
Frios e sanduíches
Escondidinho
Risoto de funghi
Espaguete ao vôngole
Macarrão com carne desfiada e molho de tomate
Lasanha de abobrinha
Empadinhas/miniquiches/enroladinho de salsicha
Salada caprese com pesto
Couscous baiano

Agora que o cardápio já está pronto, é só aproveitar e descansar!

Leia mais:

Receitas de comidas congeladas que facilitam o dia a dia
Desmistificando o medo de fazer bolo. Veja a receita!

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

8 Comentários
  1. Nossa…arrasou!!! Adorei o cardápio você pensou em tudo…até os dias bateu rs
    Vou fazer pequenas adaptações para minha família, acrescentando uns dias a mais de churrasco. Obrigada pelas dicas.

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Resposta de Dominique para Mr. Miles – A minha praia

Dominique - Mr. MilesQuerido Mr. Miles, você respondeu minha pergunta sobre a praia ! E no Estadãoooo!

Wow! Que demais! Estou me sentindo a tal. Toda prosa.

Para quem não leu, está aqui.

Mr. Miles, my dearest, não entendo porque esquivou-se de responder minha questão. Tenho certeza que não lhe falta vocabulário, muito menos passagens por praias “agradáveis”.  Suponho que se um dia tivermos mais intimidade, as palavras nos serão mais confortáveis.
Confesso que espero ansiosa este dia, mas enquanto ele não chega, vou aproveitar meu proeminente desembaraço para contar um pouquinho de mim.

Sempre gostei de praia.
Sempre preferi praia ao campo e montanha.

De criança e mocinha, frequentava uma praia lotada, cheia de gente. Cheia de amigas e amigos. E era isso que eu queria.
Eu acho. Também não conhecia outra coisa.
Meus pais nunca foram do tipo aventureiros de pegar o carro e ir para praias mais agrestes, mais rústicas, onde minha mãe não tivesse porque usar salto alto e meu pai não tivesse como ligar um ventilador.

Ahhhh estou sendo injusta com meu pai. Ele era sim, um aventureiro do jeito dele. Deixa eu te contar:

Não sei se sabe, mas Daddy era inglês, como você.  Veio para o Brasil na década de 60 para trabalhar e conheceu minha mãe, uma descendente de nobres nordestinos.

Como dizem por aí “não é o mais forte que sobrevive, mas o que melhor se adapta às mudanças”. E assim foi com meu pai. Rapidamente tropicalizou-se e passou a gostar de tudo que essa nossa brasilidade tem de mais exótico.
Você acredita que ela adorava o Guarujá? Você sabe onde é o Guarujá?

Pois bem, num remotíssimo passado era nosso destino de férias de verão.

A grande aventura era arrumar aquele monte de mala, sacolas, pacotes de todos nós no bagageiro do carro. Um exercício matemático que só mesmo um engenheiro conseguiria.

Aí, pegávamos a estrada, a Serra de Santos, cantando, com os vidros abertos, papai fumando um cigarro atrás do outro, com o bração pra fora.

Sempre que furava um pneu e não eram poucas as vezes, Daddy dizia que chegava a ser um prazer desmontar e montar todo o porta-malas para trocar o pneu ladeado por aquela Mata Atlântica com folhas enormes, perfumes, animais e insetos nunca jamais vistos.

Passada essa etapa, chegávamos em Santos, rumo à balsa. Você sabe o que é balsa Mr. Miles?

Papai a-do-ra-va a famosa fila da balsa de Santos. Achava super pitoresco.
Uma, duas até três horas na fila, sob aquele calor grudento da baixada.  Com o motor do carro desligado, ele descia para calcular o tamanho da fila. Fez grandes amigos na solidária e modorrenta espera.

Sem falar no Biju, queijadinha, biscoito de polvilho, Fanta Laranja, raspadinha de groselha, amendoim com casca e outras guloseimas que nos mantinham entretidos e emporcalhavam completamente o carro.

Aí chegávamos naquela praia que papai tanto valorizava. Lembre-se que ele vinha dos gelados mares do norte. Sol, areia branca, marés quentes, família e amigos tão calorosos quanto nosso clima eram coisas que ele ainda não havia experimentado na vida.

Fez-nos entender o privilégio que era viver perto dos 25º C com céu azul quase que o ano inteiro.
Sempre que podia, ele tentava explicar o valor que dava à receptividade ao imigrante por aqui.

Ahhh Mr. Miles, que doces lembranças você me proporcionou quando disse “O sol que me perdoe, mas uma sombra é fundamental”. Só um outro inglês seria capaz de dizer pérola semelhante. E era meu pai quem falava que o melhor do sol era sempre a sombra!. Coincidência? Acho que não

Voltando…

Com o tempo, mudanças, casamento, filhos, novos objetivos, conheci outros horizontes.
O amor por e pela praia só aumentou.
Conheci diversas.
Sempre ia onde ela lá estivesse. Em qualquer lugar.
Até que a mágica aconteceu. Mágica, feitiço, encanto! Chame como quiser.
Há 23 anos apaixonei-me por uma em especial.

Área relativamente pequena entre uma estrada e a praia.
Sem comércio local. Sem restaurantes.
Uma vendinha. Uma ou duas pensões.
Umas casas de pescadores.
Alguns pouquíssimos condomínios.
Dois botecos.
Praia de tombo.
Mar difícil. Dificílimo.
Montanhas muito próximas a praia.
Um contraste entre azul e verde, mar e mata, montanha e ondas, areia e terra que me deixou enlouquecida.

Bom, lá me estabeleci.
Lá construi a casa de meus sonhos.
Lá criei meus filhos.
Lá fiz amigos pra toda vida.
Lá descobri livros que me acompanharão para todo o sempre.
Lá aconteceram minhas grandes reflexões.
Lá eu tenho espaço para mudar.

Esta é a minha praia Mr. Miles. Veja só que ousadia, eu chamar a praia de minha. Mas sinto exatamente assim, é como se eu voltasse para casa cada vez que piso naquela areia. Não há no mundo outro lugar que eu me sinta tão eu mesma, tão em paz e tão feliz como em minha casa na praia.

Você conhece a minha praia Mr. Miles? Já esteve por lá?

Espero que sim.

Dominique - Mr. Miles

Leia Mais:

Todos têm direito a uma segunda chance, até mesmo os cupidos!
Mr. Miles responde: A praia de Dominique e os ‘inenarráveis prazeres’

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Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

8 Comentários
  1. Suponho que você esteja muito ocupada para responder as minhas humildes linhas. Anyway, insisto, porque ainda acho que temos muito a falar sobre esse grande planeta que é uma extensão de nosso quintal.

  2. Também foi um prazer receber sua resposta, my dear. A praia a que me referia chama-se Santiago e é a primeira ao norte de Pauba, no litoral norte de São Paulo. Uma estreita faixa de areia, as you said. Não me lembro de ter sido atingido por um sorvete voador em frente a Caramba, no Guarujá. Aliás, nunca frequentei essa sorveteria, que considerava uma jovem invasora em Pitangueiras. Era fiel à Sorveteria Guarujá. Besides, não voltei mais à esse litoral da memória. Unfortunately, nem tudo muda para melhor. Don’t you agree?

  3. Amei! Retornei a minha infância onde todo ano, passávamos férias em Bertioga. Era uma aventura sair de São João da Boa Vista passar por Campinas, São Paulo, descer a serra de Santos, uma balsa, Guarujá, outra balsa Bertioga. Tudo isso num DKW que fervia o motor a todo momento.

  4. Well, my dear: humildemente acho que não me esquivei de responder à questão que você me propôs. Respostas objetivas, my dear, são fáceis como marias-sem-vergonha. Suposições costumam ser mais abrangentes — embora probably esse não foi o caso das minhas. Anyway, conheço o Guarujá, of course. Tive amigos que viveram em edifícios cujos nomes, se não me lembro, eram Sobre as Ondas, Tucuruçutuba, Piavu, Nautilus e Iporanga. Levei algumas lindas meninas ao Cine Guarujá para ver filmes com a Sandra Dee (com quem tive a sorte de ter um tórrido affair mais tarde) e, na antiga Sorveteria Guarujá, comprei muitos sorvetes de abacate com flocos. A menção à sombra, if you remember, remete à Vinicius de Moraes: “as feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.” Não sei que outra insinuação você poderia estar fazendo. I’m very sorry, mas como viajo muito não é fácil saber qual é a sua praia. Eu ousaria dizer, however, que ela tem o nome da capital de um país. Am I right?

    1. Queridíssimo Mr Miles! Você não imagina como fico feliz cada vez que vejo uma mensagem sua chegar. Agora vamos por partes..
      Tem toda razão!! Como pude eu esperar de vc uma resposta banal e corriqueira? So, so sorry my dearest friend!!
      Será que frequentamos o Guaru na mesma época? Já pensou se assistimos “Horizonte Perdido” lado a lado? Ou será que nos trombamos no “centrinho”? Espero não ter sido o seu impecável terno vítima do sorvete que voou em um tombo cinematográfico que levei na frente do Caramba.
      Amei a brincadeira que fez com o bom e velho Vinícius. Como disse, sua imagem poética de sol e sombra, tomando emprestado a forma do poetinha, lembrou-me a frase que meu pai sempre dizia, ao chegar embaixo da barraca.
      Agora, quanto a minha praia, quem pede desculpas sou eu. Quebrei a cabeça para saber qual praia tem nome de capital e não sei se pelo tardar da hora ou simplesmente por desconhecimento, não consegui saber a qual praia se refere (agora fiquei curiosa). Todas as que penso, tem nome indígena. Baraqueçaba, Boiçucanga, Boraceia, Monguaguá, Jureia, Cambury. Camburiú, Ubatuba. A “minha”praia tb tem nome indígena. Rio Negro seria a tradução.
      Adoraria lhe contar mais sobre esse lugar sem adjetivos suficientes para descrevê-lo. O lugar, as pessoas, as histórias…Vishhh, falei demais Mr Miles. Sorry, mas me empolguei. Aguardo ansiosa tal qual uma adolescente um novo aceno de sua parte.

      Dominique

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2018 promete? Claro que não. Em 2018, EU prometo!

Dominique - 2018
2018 está chegando…

É inevitável todo final de ano chamam a gente (economistas, planejadores financeiros e gurus) para falar do próximo ano… Acho “bacanérrimo”. Curto essa época do ano!

Adoro Natal, encho a casa de pisca-pisca, pulo ondinhas no Reveillon, guardo sementes de romã na carteira, como lentilha, coloco calcinha nova da cor “necessária”. À meia-noite olho para o céu brilhando e é impossível não desejar coisas boas. Sonho com uma vida legal para nós e para o mundo inteiro. Só de pensar, sinto a brisa do mar e imagino “o” gato especial que vou conhecer no próximo ano, os quilos a mais que deixarei para trás, a sala de reuniões do meu novo escritório e minha família sorridente.

Gente! Minha família! Para tudo! As cachorrinhas estão em pânico com os fogos!

E assim começa mais um ano! Volto para casa e sou recebida como se não houvesse amanhã, ganho festinha, lambidas e muito carinho das minhas pequenas.

Feliz Ano Novoooooooo!!!

Ao invés de pensarmos “2018 promete…” deveríamos pensar “em 2018 prometo…”. Não quero ser chata não, mas a essa altura do campeonato já entendemos que não existe mágica e como diz a música: depende de nós…

Na hora de pular as sete ondinhas ou fazer os pedidos à meia noite, lembre-se de que a realização de cada um destes cairá na nossa conta… Um ou outro desejo Papai do Céu, Papai Noel ou Yemanjá poderão até dar uma força, mas o grosso mesmo… sabemos, não cai do céu.

Antes de começar a falar de 2018, quero contar aqui uma coisa que faço há 3 anos e me faz entrar o ano leve.

No primeiro dia do ano, coloco em um potinho com tampa, um bloquinho de anotações dentro, daqueles bem pequeninhos. Sempre que me acontece alguma coisa boa, escrevo o acontecido no papelzinho, dobro e guardo no potinho. Não precisam ser conquistas cinematográficas, apenas situações que me fizeram sorrir. No dia 31 de dezembro, reservo um tempo pra mim e abro cada um dos bilhetes.

Ao ler os bilhetinhos, volto no tempo e sinto a mesma emoção. Uma sensação deliciosa. Recomendo!

O potinho é para mim, uma caixinha de cases de sucesso. Não resisti e acabei de abrir um: Terraço Itália. Sou carioca e não conhecia. Amei!

Certa vez tinha um bilhetinho assim: “A xxx não está com câncer”, vocês não fazem ideia de como aquele bilhetinho me emocionou e me fez imediatamente agendar minha mamografia. Não precisei necessariamente passar pela experiência, aprendi com a experiência da minha amiga.

Na psicologia econômica, diriam que alguns dos bilhetinhos, poderiam ser considerados “nudges”, pequenos cutucões que nos orientam para boas escolhas, assim diz Richard Thaler, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2017.

Um dos encantos do potinho, é que ao ler as notinhas, você não vai acreditar do que é capaz! A maioria das coisas que tem guardado ali, você fez acontecer, mereceu, buscou, pouquíssimas coisas simplesmente aconteceram! Isso conduz nossa autoestima e a nossa confiança às estrelas.

Tenho meus potinhos, você pode ter sua agenda, fotos, planilhas, o importante é registrar esses momentos felizes. Eles são pílulas estimulantes!

Ao fazer sua lista de desejos para o próximo ano, não conte com Papai Noel ou ajuda de outras pessoas. O que vier é lucro, mas só se comprometa com o que você puder fazer.

Identifique o que são sonhos e o que são objetivos. Alguns sonhos mudam com o tempo e não temos tanto compromisso com eles, até que os transformamos em objetivos. Esses sim, têm nome, preço, plano e data para realização; assim como uma viagem, um curso ou uma cirurgia. Planeje em etapas e celebre cada conquista. Isso vai te dar mais energia para continuar.

Otimismo é fundamental! Mas tenha cuidado: em excesso pode fazer com que os riscos sejam ignorados. Sonhe alto, mas mantenha os pés no chão, o controle de sua conta corrente, os seus exames médicos em dia e uma reserva financeira suficiente para sustentar suas contas por pelo menos seis meses.

Use protetor solar e ande perfumada sempre!
Deixe seu amor saber quem é mesmo o dono de quem…
Não acumule pendências, desaforos, nem roupas apertadas.

Nunca subestime o poder dos juros compostos, de um “carocinho” ou de uma mágoa.
Cuide-se. Ame-se todos os dias, inclusive nos mais cinzentos. Ouça música. Reduza as despesas desnecessárias. Use o tempo a seu favor, gaste com coisas que verdadeiramente importam.

Não acredite em tudo o que ouve. Se o assunto for dinheiro faça as contas com calma, não aceite pressão e tente não se precipitar. Peça a ajuda de uma pessoa de confiança e se o tema for muito “cabeludo” chame um planejador financeiro certificado.

Nos vemos mais em 2018! Feliz Ano Novo! Saúde, muito amor!

Agora clique aqui e aumente o som!
Com carinho,
Paula Sauer

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Paula Sauer
Paula Sauer

Economista carioca, que trabalhou por 17 anos em uma instituição financeira, se apaixonou por psicologia econômica e não parou mais, lidar com o comportamento das pessoas em relação ao dinheiro para ela é muito mais do que falar de planilhas e juros, é falar de sonhos, medos e mudanças de hábitos. Paula que também é planejadora financeira não guarda o que estuda só para si, escreve em jornais, blogs e revistas de grande circulação no país. Com mestrado em finanças comportamentais, se realiza em sala de aula, onde aprende e se diverte muito com os alunos.

3 Comentários
  1. Paula, eu adorei o seu texto! Li como se estivesse conversando com vc!
    Sensação muito boa ! Obrigada! Um Beijo.

  2. Paula, parabéns pelo texto!!!
    Maravilhoso!! Que delicia ler algo tão bem escrito e no meio disso assim sem perceber, uma lição de planejamento financeiro!!!
    Muito bom!!! Beijo!!

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