Destaque

A Odisséia dos Tontos – uma ode aos que passaram a vida injustiçados

Já nos cinemas brasileiros, o representante da Argentina na corrida do Oscar de Melhor Filme Internacional em 2020, A Odisséia dos Tontos (La Odisea de los Giles, no original) é uma obra recente a centrar sua atenção em heróis perdedores. Conversa muito bem com o público latino-americano, incluindo o brasileiro. É uma produção que diverte e emociona.

Dirigido por Sebastián Borensztein (Um Conto Chinês), o filme tem momentos bem tocantes, mostrando bem o drama dos personagens e o impacto da crise no país, mas também diverte ao abraçar a loucura de seguir uma história de vingança/golpe.

Recorte histórico da crise econômica, como o Corralito (congelamento das contas bancárias) que abateu o país em 2001, afetou diretamente a vida cotidiana de sua população. Foram sonhos obstruídos e planos incertos.

A busca pelo dinheiro e o golpe para tomá-lo de volta dos trambiqueiros que lhes roubaram em um país desesperado é envolvente, algo feito com maestria pelo diretor. Aliás, feito com o toque de humor tão característico que as grandes obras do recente cinema argentino demonstrou dominar tão bem.

Projeto único e divertido

Apesar de ser vendido como comédia, A Odisséia dos Tontos, não se encaixa somente nesse gênero. Suspense, ação, drama e thriller se misturam em um projeto único e divertido.

Em uma narrativa relativamente simples, o cineasta possui o mérito de comandar uma série de personagens humildes e atrapalhados, mas muito humanos. Tal humildade gera uma aproximação fundamental por parte do público.

Encabeçado por Ricardo Darín, espetacular como sempre, divide a telona ao lado de seu filho Chino Darín, e o elenco todo se mostra forte com uma excelente química entre si.

Outro destaque para o filme é a sua trilha sonora muito boa que constantemente marca a transição das cenas dramáticas, incluindo muitas melodias clássicas enquanto mostra as pessoas tentando recuperar o dinheiro que lhes foi roubado.

A comédia dramática tem um sarcasmo sofisticado, ótimos diálogos e um roteiro bem amarrado. Além de divertir, propõe uma reflexão séria sobre os tempos atuais na Argentina, também vivendo hoje uma grave crise. 

A Odisséia dos Tontos é um filme que mostra os valores dos laços familiares e das amizades.

A comédia é garantida pelo que os atores fazem em tela, sem jamais soar piegas, o longa se preocupa em mostrar a vida como ela é.

Sucesso absoluto de bilheteria na Argentina, eu também particularmente amei!

Adoro o cinema argentino!!!

Assista o trailer

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Branco ou colorido para o ano novo? Eu já escolhi!

Você é da turma que gosta de passar a virada do ano com um look completamente branco ou gosta de adicionar uma corzinha? Sabe que a minha opinião alterna a cada ano, né. Já passei várias vezes o réveillon com roupa colorida. A Renata Piemonte já escreveu um post (aqui) sobre a tradição brasileira de usar branco no ano novo. 

Mas este ano eu vou seguir o bom e velho costume e usar branco. Em primeiro lugar, porque eu gosto da associação da cor com paz e harmonia. O costume de usar branco no ano novo veio dos praticantes do Candomblé. Na África, eles vestiam o branco para representar a “purificação espiritual”.

O significado foi aos poucos mudando para a paz, calma ou pureza. O simbolismo da purificação está fazendo sentido nesse 2019! A minha expectativa é principalemente essa: purificar das energias antigas e abrir caminho para coisas boas e novas. 

Tendências para o ano novo

Eu vou comprar o meu look de ano novo no próximo final de semana. Quero ticar essa tarefa da minha lista. O final de ano é sempre tão lotado de atividades e quanto antes conseguir adiantar, melhor. Eu vou de branco, mas com certeza quero adicionar uma corzinha nos acessórios e na lingerie. 

Também gosto de comprar roupas que eu possa usar o ano todo. Enfim, talvez opte por duas peças! Fica muito mais prático para combinar depois. Além disso, como vou passar o réveillon na praia, usarei uma rasteirinha. Mas não devo comprar uma sandália nova, não. Quero aproveitar o que eu já tenho no guarda-roupas. 

Estes dias, eu gastei um tempinho pesquisando as tendências em roupas sobretudo para o verão. Separei aqui para você 4 dicas dos fashionistas. Também fiz a seleção dos meus looks favoritos. Como eu gostaria de achar algumas dessas peças por aqui! Dá uma olhada e depois me conta o que achou!

4 dicas para o verão

Regata básica – apesar de deixar o braço todo à mostra, a regata voltou com tudo e pode ser uma aliada durante a temporada de calor. Você pode usá-la com uma bermuda de cintura alta ou um modelo mais soltinho. A regata básica ainda combina com tudo!

Bermuda de cintura alta – o modelo não deve deixá-la com volume extra na barriga, viu! Ao contrário. A sugestão é optar por bermudas com algum detalhe para acinturar. A alfaiataria está de volta. Você pode optar por peças em tecido ou mesmo linho. Uma delícia no verão. 

Macacão – eu sempre achei essa peça linda! Mas eu nunca encontro um modelo que fique bonito no meu corpo. O macacão não pode ser justo ou feito com um tecido muito leve. Um modelo com alguns detalhes diferentes pode fazer toda a diferença!

Linho – de tempos em tempos, esse tecido volta como tendência na moda, principalmente no verão. Agora está com tudo novamente. Gosto porque é leve e superconfortável. Não gosto porque amassa muito. Mesmo assim deixa qualquer roupa mais chique. 

Minhas peças favoritas

Calça e blusa

Dá para ousar no estilo da blusa. E, principalmente, a calça deve ser mais larguinha. 

Macacão

Além de tendência, acho super elegante. O desafio é achar um modelo que fique bem no corpo. 

Vestido

Gosto dos mais fluídos e confortáveis. Algumas opções com tecido de renda também combinam com ano novo e verão.

Shorts e blusa

A bermuda ou o shorts têm de ser bem larguinhos. Um modelo diferente de blusa faz toda a diferença no look.

E você?  Já decidiu a roupa para passar o réveillon?

Conta aqui!

As tendências em cores para o verão

As cores e as roupas da moda para a temporada 2020

As tendências em cores de esmalte

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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As tendências em cores de esmalte para a próxima estação

Com o verão chegando, saem de cena os sapatos fechados e entram as sandálias abertas. Conheço quem adora, como também quem detesta! Mas uma coisa é certa: se você deixar os pés à mostra tem de estar com as unhas perfeitas. Eu adoro pintar as unhas do pé. E não sei o porquê, mas acho que o calor e o verão combinam com esmalte vermelho vivo. 

Hoje em dia há tantas cores diferentes de esmalte que estou disposta a variar um pouco. Na realidade eu tenho alguns limites neste experimentar. Não combina comigo, por exemplo, os tons em azul ou verde. Acho bonito…. mas nas mãos de outra pessoa. (Podia tentar um dia, hein?) Também não gosto de esmalte lilás. Gosto é gosto, não é mesmo?

Para descobrir quais são as cores de esmalte tendência para 2019/2020, pesquisei no site de cinco marcas. Vou compartilhar aqui as novidades, mas também quero saber a sua opinião. Qual é a sua cor favorita?

Minha seleção de esmaltes

A Colorama lançou a coleção “Qual sua vibe?”. Eu tenho outra pergunta: quem cria os nomes dos esmaltes? Alguns deles são muito divertidos, como o “fazendo a fitness”ou “dieta hoje não”. A tendência de cores fortes e vibrantes está nas roupas, acessórios e nos esmaltes. Adorei esses tons.

Eu me surpreendi (para o bem!) com os esmaltes da marca Dailus. Acho que a marca oferece cores lindas e um produto com ótima durabilidade. A fórmula também é 100% vegana. Olha só quantos tons diferentes de Nude?

É quase uma unanimidade. Os esmaltes da Vult têm ótima durabilidade e um preço camarada. Pena que não todas as manicures que têm uma boa variedade de cores desta marca. Acho que esmalte dourado combina com festas de final de ano!

Não costumo usar os esmaltes da Impala, mas eu gostei de algumas cores da nova coleção. É uma parceria da marca com a atriz Juliana Paes. Tem um verniz gloss que dá um brilho bem bonito. Esse dourado mais aberto está lindo.

A Risqué tem uma variedade grande de cores. É difícil escolher as minhas preferidas. Mas eu gostei muito da coleção Mistura Brasileira, com uma variedade de tons nude, inclusive alguns mais escuros. Combina com praia e verão!

Nas minhas pesquisas, eu ainda descobri outra tendência.  Você já ouviu falar de unhas Skittles? Sim, mesmo nome que aquela balinha super doce e colorida. A ideia aqui é pintar uma unha de cada cor. Pode ser tudo colorido ou um degradê com a mesma família de cores. Não sei se usaria. E você, teria coragem de fazer essa ousadia no verão?

https://www.instagram.com/p/B0wubqtHxQ7/?utm_source=ig_web_copy_link

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A forma como você se apresenta é seu primeiro discurso

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A música que entrará na trilha sonora de minha vida em 2017. Sabe qual?

Eliane - MúsicaMúsicas da minha vida.

Não sei se por uma questão cultural, nacional, social, familiar, de descendência, de ascendência ou uma questão minha mesmo, sempre fui adepta do “homem dominante”.

Ou sempre acreditei que os homens trabalhavam melhor.
Eles e eu, claro.

Por arrogância, prepotência e ignorância, sempre achei que só a “força” masculina combinaria e coexistiria com minha competência.

Comecei minha vida profissional no mercado financeiro. Depois fui para o incipiente e iniciante mercado de tecnologia passando antes pelo setor exportação de frutas.
Note que ambientes predominantemente masculinos.

– Atividade importante é no masculino, certo? Então é pra lá que eu vou – pensava eu.

Nunca me senti menos que um homem.
Ou talvez sabedora da abissal diferença, nunca tenha sequer me comparado e sim me juntado a eles.

Usei o que o feminino me deu de graça. Cabelos compridos e adornos lato senso.
Tenho que confessar que sempre houve de minha parte um certo desprezo pelo feminino e suas atribuições.
Talvez tenha sido apenas defesa. Defesa por estar em um mundo que reconhecia apenas o “O” como significante e significativo.
Nem por isso deixei de casar, ter filhos, etc… ou até mesmo justamente por isso.

E finalmente amadurecemos.
Uma palavra que não gosto. Mas que explica o que acontece quando deixamos de crer e passamos a saber. (A fé religiosa é outra coisa).

Não é da noite para o dia.
No meu caso não foi lendo. Não foi em sala de aula. Foi vivendo.
Foi passando por coisas e conhecendo pessoas e suas atitudes. Homens e mulheres. Tanto faz.
Tanto faz hoje.

Aconteceu quando de repente, de um dia para o outro, do dia para noite, fiz 50 anos.
Foi quando se deu uma revolução de minha vida!
Revolução talvez não seja a palavra. Mudança, revelação,  transformação. Sei lá.
Peguei-me olhando para questões tão diferentes em meu hermético mundo de ternos e gravatas.

Comecei a escrever. A refletir. A empatizar. A solidarizar. A respeitar. A entender.
Sabe com quem?
Yes, darling, com a Mulher!

E assim nasceu Dominique.
Mexendo com minha cabeça, com meu sangue, com minha espinha dorsal.
Entrei de corpo e alma no universo feminino.
Quase que como um pedido de perdão, ela veio com uma enorme necessidade de não ser só minha.
Mais que um projeto, Dominique é uma causa em minha vida. Justo eu…

Mas não foi só isso.

Quis a vida que há 3 anos eu fosse sentar em torno de uma mesa com outras 15 mulheres.
Em volta daquela mesa, antes de nós, sentaram outras 16 mulheres. E antes delas, outras e outras.
Há quase 100 anos, mulheres fundaram e fizeram crescer uma obra filantrópica maravilhosa.
E ironicamente tudo isso aconteceu sem minha participação!
Elas existiram antes de mim! E fizeram um trabalho muito melhor do que eu faço hoje.
Ora, vejam só..
Mulheres todas elas. No século passado.

De repente, de um dia para o outro, do dia para noite, meu horizonte e meu entorno totalmente orientados para o masculino voltaram-se para ELA. Para ELAS.

E aqui, começo a explicar o porque da música neste texto.

Todo ano, ou quase todo, escolho uma música para fazer parte da trilha sonora da minha vida.
2017 estava sem música e, provavelmente, passaria em branco até novembro quando assisti de uma só tacada o seriado Big Little Lies e me apaixonei pelos 7 episódios, pela história, pelos personagens, pela edição e pela música.

No último episódio, ao escutar a voz de Michael Kiwanuka nos créditos de abertura tive a certeza que esta seria a música de meu ano. (Escute e veja no final do texto)

Entendi que as 5 mulheres eram pedaços de mim. Identifico-me com todas as personagens.

Renata e sua masculina competência. E sua agressividade infantil.

A apaixonada Madeline. Cheia de energia de vida.

Jane e seus medos. E sua superação.

Celeste manipulando quando se deixa submeter.

Até mesmo com a Bonnie, riponga alternativa. Sim, no caso, é ela meu lado saudável. A parte boa de mim que mata minha toxidade.

Adorei o título do seriado Big Little Lies. A música na verdade se chama Cold Little Heart. Mas isso é o de menos. A música só me pegou tanto porque a história falou fundo e alto em mim.

História de mulheres. Sobre mulheres. Sobre eu e você.
E ficou a certeza de que precisamos ser solidárias antes de rivais.
Precisamos ser colegas. Companheiras.
Precisamos uma das outras mais do que nunca.

E para isso, no meu caso, tenho que dar créditos à minha maturidade que desrespeitou meus preconceitos, desautorizou meus credos e colocou lentes em meus olhos para que pudesse ver o que não conseguia sentir.

 

Agora me conta, tem alguma música que representa o seu 2017?

Leia Mais:

Sabe qual foi meu desejo na gravidez? Uma música!

QUIZ! MÚSICAS DE SERIADOS. Vamos ver quntas músicas você acerta?

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

6 Comentários
  1. I don’t think the title of your article matches the content lol. Just kidding, mainly because I had some doubts after reading the article. https://accounts.binance.bh/zh-CN/register?ref=DCKLL1YD

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O Profissional – Luc Besson dá sentimento aos personagens em seu comovente drama policial

Um filme de ação jamais substituirá um filme com bom diálogo, porém quando surge algo do gênero que consegue motivar reflexão, deve ser muito valorizado. Esse é o caso do longa “O Profissional”.

Em O Profissional, a ação externa é magistralmente combinada à interna. Cada cena com tiroteios serve para compor os personagens que têm motivações próprias, tem ambigüidades e tem vida.

Léon (Jean Reno) é um assassino profissional frio e solitário. Sua rotina, porém, sofre um abalo quando Mathilda (Natalie Portman) uma menina de doze anos, sua vizinha, bate a sua porta logo após ter a família assassinada por Stanfield (Gary Oldman), um policial corrupto, chefe da divisão de narcóticos, o DEA. Léon, após certa relutância, decide abrir a porta e salvar a vida da garota.

Mathilda e Léon são personagens fortes que, cada um ao seu contexto, sofreram com as atrocidades do mundo. As possibilidades que o enredo carrega para aprofundar a narrativa e a história da dupla são inúmeras, mas isso sem precisar perder toda a ação, o processo de aprendizado da jovem ou ainda as cenas de brincadeiras entre os dois. 

Em O Profissional, Besson decide explorar mais a fundo um assassino profissional, mas vai muito além disso, nos trazendo um íntimo olhar na vida conturbada de um homem e uma menina.

Ótimas interpretações!

Com relação ao elenco, Natalie Portman mostra-se brilhante já em sua primeira atuação para o cinema, incorporando uma suposta maturidade presente em uma criança vinda de um contexto familiar violento e abusivo, mas mantendo a essência de uma menina quebrada em sua raiz que busca forças em situações triviais para continuar.

A interpretação sólida de Jean Reno consegue imprimir em cada silêncio uma distinta emoção por mais apático que possa tentar transparecer. Suas expressões que muitas vezes coloca em cheque a inteligência do protagonista exercem o papel de nos aproximar dele. Gary Oldman vive um personagem crucial para a trama, um policial psicótico, imprevisível que rouba a cena com sua loucura perversa.

É possível ver passo a passo a criação de personagens vivos, com uma dose de humanidade tão grande que é impossível não se compadecer dos solitários Léon e Mathilda.

Solidificando o tom de cada imagem, temos a trilha atmosférica que vai do pop às mais arrepiantes notas, que tão bem imprimem não só o afeto, carinho e amor por trás dos dois protagonistas, como toda sua controvérsia.

Na meia hora final, existe um frenesi irresistível, que gera um epílogo energético, perfeito. O clímax voraz é o fechamento ideal para essa bela história de amor e violência, contada com poesia e explosões que deve satisfazer até o espectador mais exigente.

Podemos considerar O Profissional como um dos melhores filmes de Besson, seja pela relação entre uma menina e um assassino, seja pelos surtos psicóticos tão bem interpretados por Gary Oldman.

Uma pérola encontrada no Netflix.

Amei!!!

Assista o trailer

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Justiça e Punição

Memórias Secretas


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Miami Design District: um ponto de parada para amantes da moda, design e artes

O Design District Miami mostra um pouco do lado luxuoso que essa cidade representa. Um passeio pelo Miami Design District significa se render as compras ou simplesmente dar uma espiada no mercado de luxo dessa cidade tão visitada pelo mundo inteiro.

Lá é um ponto de parada muito bom para os apaixonados por moda, design, artes, decoração e arquitetura.

A área onde hoje está o Design District esteve abandonada até os anos 90 e foi revitalizada, tornando-se uma região ideal para visitar galerias, fazer compras ou admirar lojas renomadas.

Na região você poderá encontrar galerias de arte, lojas de móveis, bons restaurantes, além de lojas de grifes famosas.

Para aproveitar melhor, faça uma visita ao lugar no segundo sábado de cada mês, quando o Design District e o bairro vizinho Wynwood oferecem a “Art & Design Walk”, um evento que envolve arte, comida e música.

Post originalmente publicado no site Engenhotur (aqui).

Acesse o site para acompanhar tudo que acontece no Miami Design District (aqui).

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Maria Mazza

Amo viajar e amo conhecer lugares. Sou administradora de empresas, agente de viagens na Engenhotur e Dominique claro.

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A Promessa narra triângulo amoroso em meio a genocídio

O cineasta irlandês Terry George começou a carreira escrevendo roteiros. Por trás das câmeras, o diretor se especializou em filmes históricos com forte veia crítica e violentas cenas de ação.

Estrelado por Oscar Isaac, Ana Khesarian e Christian Bale, A Promessa narra os enlaces passionais de um triângulo amoroso durante o massacre que dizimou 1.5 milhão de armênios, em 1915, durante a Primeira Guerra Mundial. O genocídio, promovido pelos turcos, encontra paralelo trágico na história da carnificina promovida pelo Nazismo na Segunda Guerra. 

O filme começa num vilarejo armênio no sul da Turquia, com o botânico Mikael Boghosian (Oscar Isaac) preso a uma promessa de casamento, mas parte de sua pequena vila interiorana para a cosmopolita Constantinopla, para aprofundar seu conhecimento em uma escola de medicina. Mas os ares da modernidade boêmia e o convite ao prazer da grande metrópole (hoje Istambul) irão levar este apaixonado estudante de medicina para os braços da bela jovem Ana (Charlotte Le Bon), recém-chegada de Paris.

Mikael passa a ver o mundo através dos olhos vividos de Ana e um fotojornalista Chris Myers (Christian Bale). A inevitável sedução que se segue forma um triângulo amoroso às portas da Primeira Guerra Mundial quando ninguém imaginaria os horrores que se seguiriam.

Conflito histórico

Bem amarrada, a trama desse trio de amantes conduzidos pelos dramas desse denso conflito político, questões morais e éticas, rasteiras do destino e boa dose de atração, traição e mentiras sinceras.

Cada um dos atores de maneira distinta desempenha um ótimo papel traçando a personalidade das respectivas composições. Eles são fundamentais para ajudar o público a se importar com aqueles personagens e a sentir um pouco daquela dor e um pouco daquela paixão.

A bela fotografia dá os tons que encaixam perfeitamente no sentimento que se quer passar, ao mesmo tempo em que belos enquadramentos em diversos ambientes mostram uma preocupação em retratar de diversas maneiras o que quer ser contado. O destaque é o visual dessa Turquia do início do século XX que é deslumbrante.

No todo, o saldo é bem positivo.

A Promessa tem potencial para agradar fãs de história, romance e drama.

O desfecho desse turbilhão de paixão, de sentimentos em meio aos horrores é exemplar.

Eu adorei!

Realmente um programão para o fim de semana em sua casa, no Netflix.

Não perca!

Assista o trailer de A Promessa

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Sou super a favor

Tem uma piadinha que diz que brasileira não envelhece.
Brasileira enloirece.
Não sei vocês.
Mas talvez esse tenha sido o meu caso até dois anos atrás.
Nasci quase loira.
Simmmmm. Isso é possível, tá?

Bom, meus cabelos castanhos tinham algumas mechas naturais mais claras.
Boniiiitooooo.
Já mocinha, resolvi dar uma ajudinha pra natureza e fazer mechas adicionais.
Com o passar do tempo, elas foram mudando de nome.
As mechas, eu digo.
Viraram reflexo.
Depois, luzes.
Ai, balayage.
Californianas.
Mas tudo a mesma coisa!

Conforme o nome se modernizava, o preço aumentava, e eu me empolgava, pedindo:
– Um pouquinho mais aqui na frente.
– Deixa só um pouquinho mais loiro nas pontas, vai… É verão..
E assim foi indo até que um dia…
Tcharam, me vi loira!!
Mas, na verdade, eu acho que sempre fui loira.
Nasci loira, lembra?
E fui vivendo de reflexo a cada dois ou três meses.

Vi aparecer os primeiros fios de cabelos brancos que as mechas generosamente encobriam.
E você sabe como o fio branco pode ser mal criado e revoltado, né?
Mas há dois anos a tal balayage não deu conta dos grisalhos.
Nem a californianas.
Nem nada!!!
Aí a cabeleireira me avisou..
Você vai ter que pintar!!!
– Oooooooooooooooohhhhhhhhh.
– Pintar?
– O meu cabelo?
– Meu cabelo é virgem!!!!!

Falei que ela estava louca e pedi tonalizante!!
Meu cabelo não merecia tal química!!
A coitada passou o que eu pedi.
O.D.I.E.I
Mudei de salão.
A nova cabeleireira falou que a antiga tinha feito tuuuudo errado e me convenceu a passar tinta no cabelo.
O.D.I.E.I
Bom.
Rodei São Paulo.
Acabei com meu cabelo.
E cheguei à conclusão de que a culpa não era da cabeleireira, nem salão ou da tinta.
Eu simplesmente não me reconhecia ao olhar no espelho com aquela nova cor na raiz do cabelo.
Nunca nenhuma tinta reproduziria a cor natural.
Óbvio.
Mas não tinha opção.
Ou isso ou os cabelos brancos, que sim, podem ser uma opção muito bacana.
Mas não para mim (vou falar sobre isso depois).

Com uma enorme dose de resignação, fui me acostumando com minha nova aparência.
E descobri que, provavelmente, jamais conseguirei ou poderei fazer uma plástica.
Se não consigo me acostumar com a cor da raizinha do cabelo diferente!!!
Mas gente, atenção!!

Sou super a favor de plástica. Para quem quer fazer.
Sou super a favor de deixar os cabelos brancos. Para quem quer deixar.
Sou super a favor de tinturas. Para quem quer pintar.
Sou super a favor de rugas. Para quem quer mostrar.
Sou super a favor de fazer o que te fizer bem.
Seja no espelho, seja na alma.

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

15 Comentários
  1. Estou assumindo meus cabelos brancos!!! É uma fase difícil, mas estou resistindo!!! Minha neta me falou: vovo porque você não pinta seu cabelo de marrom, ele está branco e marrom!!! Sei que está horrível, mas vou resistir!

  2. Ha tres anos desisti das tintas, sou grisalha natural! Deixei para ver se me acostumava e gostei. Olho no espelho e me reconheço sem sofrimento, quem não estiver pronta continue pintando. Seja feliz com cabelos castanhos, loiros, pretos ou grisalhos, seja você.

  3. Eu já falei, que só vou assumir os meus brancos qdo chegar aos 70 80 anos, ainda não. Acho que gosto de sofrer, porque, fala sério, pintar raiz de cabel é uma tortura, mas um cabelo louro é lindo né?

    1. Mininas…
      Estou na fase de arrancar os recém nascidos descorados com a pinça… ficam espetados, assanhados pra aparecerem com qualquer penteado e eu os odeio!
      Acho lindo e chique quem ostenta uma cabeleira prateada com elegância, mas creio não ter nascido com essa classe toda.
      Minha mãe está com 80 anos e tem meia dúzia de brancos espalhados. Um show!
      Estou com quase 50 e não sei ainda o que a genética tem a me dizer sobre isso.
      Bom dia!!!

  4. Fiz o mesmo caminho com tintas,reflexos,balaiagem e outros…
    O cabelo foi se acabando,sofrendo!
    Ai resolvi fazer reflexos brancos que se misturaram aos meus brancos.
    E então uso só a máscara hidratante matizadora que os deixa prateados.
    Adorei!

  5. Tenho 74 anos e sou loura d verdade. Aí gosto mais escurinho e pinto a anos de loiro sei
    Lá o que. Agora os brancos estão a aparecer de verdade e tô deixando. Cingis de todos os lados, mas não vou pintar, por hora . -foto você.

  6. Adorei! Sou super a favor!
    De ser feliz….
    De não me importar com o que os outros querem fazer ou com a opinião deles sobre o que eu faço! Principalmente sobre a aparência!
    A maior vantagem que vi na maturidade!

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8 novas cantoras que adoro e 1 Dominique que ainda encanta!

Já comentei por aqui algumas vezes. Um dos meus maiores prazeres é escutar música. Bom, hoje eu dia eu digo que gosto de “quase” todos os estilos. Mas sabe que de vez em quando eu cismo com um tipo de música, monto uma playlist no Spotify e passo meses só escutando ela! Não corro mais o risco de arranhar o LP, mas garanto que o pessoal do aplicativo deve me achar meio compulsiva. 

Há algum tempo venho descobrindo aqui e ali algumas novas cantoras com uma voz bem mais suave, diria até que angelical. O mercado musical sempre privilegiou as vozes mais potentes ou algumas mais agudas. Gal Costa, Elis Regina, Marisa Monte, Ana Carolina ou Cássia Eller são artistas com vozes marcantes. 

Sabe que me cativou escutar as novas cantoras com esse timbre mais doce? Eu me sinto mais tranquila. Acho até que adiciona uma certa delicadeza que contrapõe bem com a loucura do dia a dia. Eu adoro uma função do Spotify que é “os fãs também curtem”. Pelo perfil do artista, você visualiza as músicas mais populares, a discografia e, lá embaixo, as recomendações de outros cantores semelhantes.. 

Claro que há intérpretes masculinos com voz mais suave. Mas já disse, né, eu cismei com as vozes femininas. Foi aí que comecei a montar uma playlist dedicada só a elas. A lista é enorme e cada dia descubro novas artistas. Mas eu tenho as minhas preferidas (entre as preferidas) e vou compartilhar com vocês! 

8 novas cantoras com voz suave

Ana Vilela

Ela estourou com a música Trem-bala, que tem acordes simples, mas sua letra tem uma mensagem simples, mas tão bacana. Não sei ainda se ela será artista de uma música só. Espero que não!

Aurora

Atualmente, esta é a minha cantora predileta. Não sei quantas vezes eu escutei essa versão de Life on Mars, do David Bowie. Aurora, que é norueguesa e tem apenas 23 anos, tem uma voz quase etérea.

Billie Eilish

Não são todas as músicas dela que eu gosto, mas Come Out and Play é uma daquelas canções que emocionam. Conheci porque é a trilha sonora de um comercial da Apple, uma animação premiada com uma mensagem tocante. Billie é americana e tem apenas 18 anos!

Fleurie

Eu adoro a voz e as letras da Fleurie. Ela alterna entre músicas mais românticas e outras mais pop. Algumas de suas canções estão em filmes e séries de sucesso. 

Luiza Caspary

Além de adorar algumas de suas canções, a Luiza é uma das poucas artistas no mundo que produz música inclusiva. Alguns de seus cliques são feitos com audiodescrição! 

Ruelle

Ela consegue, com uma voz angelical, ter um toque um pouco sombrio em suas letras. Gosto muito da produção dela e amei a canção em conjunto com a Fleurie.

Tiê

A paulistana Tiê é neta da atriz Vida Alves, que deu o primeiro beijo em uma novela. Tem algumas canções que eu adoro!

 Zaz

A francesa Zaz, com sua voz rasgada, tem suas músicas com um tom mais de balada. Gosto muito várias canções. Uma delas está na trilha da última novela das 6! Adoraria encontrá-la um dia cantando nas ruas de Paris, como nesse clipe!

https://youtube.com/watch?v=sp3G50jBRuU

E uma Dominique que adoro

Não é a toa que a minha seleção acima é de jovens cantoras. A minha busca inicial foi de novas vozes no mundo. Queria realmente conhecer as novas artistas que estão despontando no cenário musical. Mas, claro, que a minha playlist tem uma intérprete Dominique que está na minha lista dos top 10. 

Carla Bruni

Além de uma cantora incrível, é uma Dominique exemplar. Gosto muito do seu repertório e do seu estilo. 

Crédito foto Carla Bruni: TicketMaster

Outros posts sobre música

Minha trilha sonora de 2018

A trilha sonora da Dominique

2 Comentários

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Quando eu crescer e envelhecer pra valer, quero ir para um asilo Top!

Dominique - Asilo
Asilo? Asilo TOP? Sério? Yes, darling.

Hoje tenho 53 anos. Estou em ótima forma, independente, jogando um bolão.
Mas o tempo cobrará sua conta. Nem sempre fui saudável.
Fumei.
Comi errado.
Fiz todos os tipos de regime de moda que você pode imaginar.
Tomei todos os tipos de remédio para emagrecer que existem no mercado e fora dele.
Abusei de meus joelhos.
Tomei sol pra caramba numa época que não existia protetor solar.
Tomei sol pra caramba depois que inventaram o protetor solar.
Sempre fui mega-ansiosa. Dizem que isso não faz muito bem.
Estresse, pouco sono e muito trabalho me eram atributos prazerosos, acredita?
O único excesso que não cometi foi o da bebida.
Por isso tudo, acho que não serei uma velhinha muito saudável apesar da pouca bebida.

Tenho 2 filhos. Ou tive. Digo tive, porque os doei para o mundo. Há algum tempo não são meus.
Apesar da ética e da moral dizerem que eles devem cuidar de mim, não quero.
Ah, sério. Não é nem para não dar trabalho para eles.
Mas imagino que deve ser muito chato ser cuidada por filhos, genros, noras.
Apartamento, cuidadora, médicos, remédios…
E no final das contas solidão. Claro que solidão. A quem você quer enganar, colega?

Então, estava pensando e tive uma ideia.
Vou cortar caminho e poupar trabalho para todos.
Vou para um asilo direto.
Mas calma, não fique com peninha de mim, nem ache que eu estou fazendo chantagem.
Eu que vou escolher o asilo e vai ser agora! Não quando estiver caquética e dependente.
Até porque o lugar que estou imaginando deve custar uma bala, os meninos vão me interditar se eu não deixar pré-pago.

Quero um asilo TOP como eles falam.

Não precisa ser no Brasil. Pode ser em qualquer lugar do mundo. Mas tem que ser bacanudo mesmo. Chique.
Quero ser vizinha de suíte (claro que é suíte) de Elizabeth Taylor e Liza Minelli. Não são elas os primeiros nomes que vem à cabeça quando pensamos em velhinhas famosas em asilo? Não? Engraçado, para mim foram. Óbvio que os nomes serão outros, tadinhas destas.

Então, quero ser vizinha de Madonna, Michelle Obama, Javier Bardem e Penélope, Carla Bruni, Keith Richards que se não morreu até agora é claro que o nego é imortal.

Mas têm os tupiniquins também.
Tenho certeza que a Xuxa vai estar lá ou você acha mesmo que a Sasha vai ter paciência com ela para o resto da vida?
Lobão. Imagina a caricatura que ele não será daqui uns anos… Hum, pensando bem…
Rita Lee. Sempre Rita Lee… Minha velhinha preferida.
Du Moscovis, porque afinal de contas quem não gosta de ter por perto um gatinho, um boy magia, não é mesmo?
Vanessa da Mata que tornaria nosso aiaiai muito mais afinadinho.
Paulinho Moska – Gente já falei 1000 vezes. Gosto é gosto. E essa é a minha turminha pro asilo, pô. Deixa o Moska em paz.
E o Gabeira. Esse sim, vizinho de quarto. Tenho muito que aprender com um homem que é capaz de rever posições e ideais como ele fez ao longo da vida.

Bom, quero um lugar animado.
Vou deixar pago vitaliciamente, ou seja, o local vai ganhar a mesma coisa se eu viver 1 mês ou 1 ano ou 20 anos. Para o estabelecimento tanto faz.

Dito isso…
Quero chocolate, cigarro e vinho branco à vontade. Isso só pra começar.
Quero ter tempo e oportunidade de desenvolver novos prazeres, como quem sabe ficar totalmente dependente de torresminho, por que não?

Duas regras importantes:

– Notícias novas serão proibidas. Como minha memória não estará mais lá grandes coisas, só notícias muito velhas e com finais já conhecidos para que no íntimo não tenhamos sobressaltos.
– Visitas. Ah… Estas também serão expressamente proibidas. Para todos. Qualquer hora explico o motivo. Se é que você já não captou.

E para terminar:
Não quero enfermeiras ou cuidadoras.
Quero ex-putas.
Isso. Você entendeu. Ex-prostitutas.
Imagine só o tanto que elas são carinhosas e profissionais.
Com um pouco de treinamento ficarão melhores que os médicos, não acha?

Isso é Shangri-lá.
Acho até que tem asilo com esse nome. Ou será cemitério?

Leia mais:

O dia em que o laboratório me chamou para refazer a mamografia
De mãe para filha: viver é ser feliz!

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Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

87 Comentários
  1. Sylvia Belinky disse:
    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.
    Tô nessa mas mais ou menos! Quero conviver se me der vontade, embora no mais das vezes vá preferir ficar ” na minha”, curtindo plantas, bichos e livros, escrevendo e costurando, sem pesar pra filho ou irmãos! Hoje, aos quase 75, ainda tenho um marido companheiro querido e moro numa casa alugada, de condomínio. Mas nada de pentelhação de gente famosa; gente sem ser velha e sem ser famosa já enche o saco, imagine somando velhice e dinheiro: SOCOOOOOOOORRRRRROOOOOO!!!!…kkkkk Mas não vou ter grana pra todo esse luxo, embora sonhar seja de graça!…
  2. Meu melhor sonho! Mas como é uma utopia, sugiro juntar algumas pessoas com o mesmo objetivo e astral e montar um lugar diferenciado, auto gerido, bem do gosto de todos.

  3. Se tiver lugar pra uma tia “véia” que se pudesse acordava meio dia e trocava o dia pela noite, que se deixar ouve música o dia inteiro, gosta conversar, mas também adora ficar em silêncio (controverso, não?),chegada num vinho branco e adora um banho de mato … tô dentro!

    Deixo vcs com a área vip … prefiro um chalezinho com vista pro mato, aquele cobertor de orelhas gostoso (mesmo que passe o dia inteiro um implicando com o outro), um bom e velho vira lata no quintal, umas amigas “véias” bem porra loka pra dar umas risadas… já está ótimo. Se não precisar caminhar muito pra chegar na piscina fica perfeito!

  4. Quero um lugar pra morar com pessoas boas calmas atenciosas pode ser no Brasil tenho 73 anos de idade sou diabética problemas de coluna mas creio que posso me curar morando num asilo com pessoas boas frequentando passeios diversões lazeres que eu possa encontrar isso com um preço aqcessivel de acordo com o que eu recebo de pensão

  5. Penso nisso a algum tempo já….
    Tenho 55 e estou muito bem por hora…
    Mas sei que vai chegar e não sou do tipo que dependo de ninguém,logo vai ser muito difícil para mim envelhecer e precisar que filhos e amigos me cerquem….
    Quero continuar levando minha vida sem ser um estorvo,entendem?
    Tô dentro!
    Me aguardem!

  6. Estou perto dos 50 e pensando em possibilidades. Estou doando meus 3 filhos para o futuro (deles) e não me incluo nesse futuro.
    Tenho cuidado da minha mãe idosa e sei que sou, digamos, chata com ela (que tem restrições alimentares e come como se não fosse viver para a próxima refeição; está mais ou menos ok devido a tanta medicação, mas acha que se não tomar um remédio ou outro tudo continuará; que sabe basicamente TUDO o que acontece com TODOS, mas não lembra se já tomou banho)…
    Enfim… não teria paciência de ser rastreada por filho/a, como rastreio minha mãe.
    Sou independe e livre, mesmo casada há quase 30 anos. Quero muito manter essa independência e liberdade quando essas palavras soaram estranhas a uma idade mais avançada.
    Talvez, um asilo TOP seja a solução! Não sou famosa como a Xuxa, mas poderíamos ser vizinhas. Ter alguém pra brindar à vida parece ser uma ideia interessante!

    1. Nossa Ale..que coisa bacana que vc escreveu. Profundíssima. Com palavras super bem colocadas (dou super importânca para isso, pq faz toda a diferenca). Amei e vc tem razao. Nao queo ser rastreada. Pq nao comer se no sabemos se havera uma proxima refeicao. Querida, quero ser sua amiga. Beijocas

  7. Meu asilo TOP teria minhas 3 ou 4 amigas do ❤️ morando cada uma em sua suíte , fora todo resto da turma de velhinhos. Super organizado, programação e instalações impecáveis.
    Das celebridades, uma das minhas amigas do ❤️ (autora do texto), acabou esquecendo de relacionar nossa unanimidade: Evandro Mesquita
    Pra cantar pra gente e encher o lugar de charme e alegria! Revigorada total ‍♀️

  8. Envelhecer com pessoas de sua idade é fantástico.. eu gostaria de fazer que nem a Dominik mas se nesse lugar estivesse o Richard Gere..ai que maravilha.. ficaria o dia inteiro olhando pra ele…nem me preocuparua com mais nada…

  9. O texto me lembrou o filme francês “E se vivêssemos todos juntos?”; ele fala de um grupo de amigos de toda a vida, que decidiram viver juntos em uma grande casa… Uma estória linda e emocionante sobre o viver e morrer, que nos ajuda a pensar o assunto com menos angústia. Assistam!

  10. Amei a idéia,sonho em fazer isso em minha casa,ficar só jamais quero fazer amizades,rir,jogar buraco,beber uma cerveja ,fazer compras,ter amigos e uma técnica em enfermagem para nós auxiliar,não importa a idade basta q a pessoa tenha condições de ser independente.quem sabe daqui uns tempos esse sonho vire realidade?

  11. Adorei a idéia! Sempre pensei na possibilidade de viver em comunidade, qdo não poder mais dirigir, fazer minhas compras ,passear enfim. É bom saber que poderemos viver com independência perto de outras pessoas que passam pela mesma situação. Sempre é bom Está com amigos e amigas.

  12. Amei a idéia. Sou muito forte apesar dos 71 anos. Estou me sentindo muito incomodada ultimamente…. tenho muito espaço físico mas ficar na dependência de piscineiro e jardineiro vivendo sozinha não está me agradando. Quero companhias agradáveis…..vou tranquilamente se gostar do local!!!!!

  13. Gostei de saber que tantas mulheres pensam como eu: quando não puder morar sózinha, ir para uma comunidade com pessoa da minha idade,um lugar rodeado da natureza, onde pudéssemos nos divertir muito, ir para teatro, conhecer novos lugares. O ideal seria cada uma ter seu espaço, com
    monitoramento médico e viver o mais intensamente possível com as amigas que seremos. Sei que em outros países já acontece. Teremos lugares assim no Brasil? Alguém conhece algum?

  14. Na Europa e EUA já tem, e a discussão começa a aparecer no Brasil do chamado Coliving: uma tendência urbana em compartilhamento de moradias. Acho bárbara a ideia que favorece interação, colaboração entre vizinhos que compartilham áreas comuns e se ajudam. Imagine um casal com o seu espaço próprio, que no coliving ainda podem cuidar do filho do casal jovem vizinho enquanto estes trabalham. Benéfico para ambos, por exemplo.

    1. Gostei de saber que tantas mulheres pensam como eu: quando não puder morar sózinha, ir para uma comunidade com pessoa da minha idade,um lugar rodeado da natureza, onde pudéssemos nos divertir muito, ir para teatro, conhecer novos lugares. O ideal seria cada uma ter seu espaço, com
      monitoramento médico e viver o mais intensamente possível com as amigas que seremos. Sei que em outros países já acontece. Teremos lugares assim no Brasil? Alguém conhece algum?

  15. tenho 50 anos, quase 51. meu marido é 20 anos mais velho que eu, e não tive filhos. asilo não, moradia da idade da liberdade! de preferência em companhia de gente com cabeça que pensa assim e para aprender música, pintura, ler bastante, assistir muitos filmes, ter uma horta, viajar e curtir a amizade. também quero!

  16. Adorei seus comentários Simone e veja,tenho 74 e ainda não e sinto na “velhice pra valer”.Viajar e ler bons livros nos faz rejuvenescer.Ter casado aos 68,nossa,que maravilha! Ter um companheiro que te ame e entenda tambem prolonga a vida saudável.Gostaria que a Gilmara me desse o enderêço do asilo de Piracicaba,vou procurar na iternet ,pretendo ir e levar meu Fofo,está comigo há 47 anos.

  17. Pelo fato de eu estar criando dois netos um com 14 e outra de 8 ainda não atentei para essa hipotese, os crio desde bebes hoje so sou eu e eles em casa, sabe que o artigo me despertou,eu também sou muito independente, nem pensar em morar com quem quer que seja filhos ou netos, estou com 66 , grata pela materia

  18. kkkkk sempre pensei assim 🙂 estou trabalhando horrores para financiar o gaysilo dos meus sonhos,pé na areia e varias tchutchucas jovens e felizes para cuidar da velhota aqui! A ideia de ir a creche tbm me faz bem!
    Hoje pela primeira vez venho ate vc Dominique e amei 🙂 parabéns!!
    ah ….vim atravez da Consuelo
    BJKAS MENINAS

    ivani ( 48 anos ) ……rs

  19. O asilo dos meus sonhos é quase isso. Dispensaria os vizinhos ilustres, pois sou muito simples.A felicidade, para mim, está relacionada à liberdade, que por sua vez,só vou conseguir se puder decidir, SOZINHA,minhas vontades e meus desejos. Já preciso convencer meus filhos que são terminantemente contrários à ideia. Não consigo me imaginar dependente, na casa de um deles, apesar do carinho que recebo de todos. Aí sim, na minha dependência, seria chamada de complicada e dramática!

  20. Kkkkk estou rindo de mim porque SEMPTE disse que EU queria ir para um asilo de idosos! Comecei a planejar – independência financeira porque nem nessa área ($$$) queria ser um.”peso”pra eles…
    Estabeleci idade – mais ou menos 70 anos! Estaria lúcida, interessada em artes, boas conversas, sem preocupação de ter alguém fazendo comida ou limpando a casa….uma ma ra vi -lha! Com 68 anos.. .cheghuei de uma viagem ao Japao, China, Tibet e Dubai e ai….conheci um argentino. Resumo da opera: ESTOU CASADA, só esse ano já fiz 8 viagens internacionais, Estou voltando outra vez pra Europa agora em novembro ( cheguei de lá em junho ) e….ESTOU INDO MORAR …..NA EUROPA !! Adiei asilo !!!

  21. Agora já existem condominios e podemos combinar com amigos para morar juntos. Cada um com sua casa e seus hábitos mas com vida social dentro do condomínio. Acho que seria minha opção. De preferência, numa praia.

  22. DUAS PALAVRAS QUE ME INCOMODAM: ASILO E TERCEIRA IDADE!!! É PRECISO REINVENTAR! AQUI NO BRASIL, ISSO É UTOPIA E QUANDO NÃO, É TÃO CARO E SOFISTICADO QUE PERDE ATÉ A GRAÇA E A LEVEZA QUE UM LUGAR NESTE ESTILO DEVE SER: ALEGRE E DESCONTRAÍDO.
    O IDEAL PRA MIM, SERIA UM ESPAÇO COM MUITA NATUREZA, CADA UM COM SEU CHALÉ OU BANGALÔ, (COMO PREFERIR CHAMÁ-LO) DE PRIVACIDADE E UM ESPAÇO COMUM DE CONVIVÊNCIA.
    TUDO ISSO COM ACOMPANHAMENTO PROFISSIONAL!

  23. Tenho 10 a mais que Dominique !!! Tenho pensado só agora sobre o envelhecer no sentido de ” onde ” irei quando já não puder mais ser e ter autonomia ? Não quero asilo no sentido mais tradicional e certamente não terei as possibilidades de sustentar esse futuro tão oneroso sozinha !!!! Terei que achar ou construir esse lugar do meu tamanho !!!! Tenho muita simpatia e tenho acompanhado publicações sobre “co- habitações” como uma possibilidade de futuro !!! Juntar- me não isolar-me e o que quero !! Sigo na pesquisa!!!

  24. Em Piracicaba, SP existe um condomínio com características próprias para a terceira idade.Conheço uma pessoa que mora lá e adora! Tudo no condomínio e para atender pessoas da terceira idade, desde saúde,lazer, vida social, cultural. Uma estrutura excelente que atende as necessidades dos condôminos! Acredito que deve servir como inspiração /modelo para que se construam condomínios com essas características.

  25. Eu sempre brinquei que teria meu asilo particular… talvez não tão chic quanto o seu e com vizinhança bem menos ilustre. Já combinei com uma amiga. Só não quero aprender crochê pq acho depressivo e não tenho paciência para pequenos trabalhos manuais…. comigo tudo é ÃO!
    São 3 filhos, 1 neto e 1 companheiro. Os 4 primeiros, certamente não aturarão minhas “rabugices” pois já hoje sou chamada de chata. Mas quero meu velhinho por perto sempre… ele é chato mas é companheiro e é disso que eu preciso. Sabe ouvir… e às vezes tenho que repetir (tá começando a ouvir mal… ).
    Hoje tenho repensado muito sobre o que é envelhecer e cada vez mais me convenço que só deveríamos viver enquanto nos fosse possível manter a dignidade de tomar um banho ou ir ao banheiro sozinhos.
    Minha mãe está com 76 anos. Desaprendeu a andar, a segurar suas funções fisiológicas e isso é constrangedor para todos. Pra completar, continua lúcida e com o humor ácido e grosseiro que lhe é peculiar. Morro de medo de ficar igual… me recuso! Quero manter o bom humor…. ah, gostei da ideia de contratar putas (meu marido vai amar!), elas certamente alegrarão o lugar…

  26. Hahaha… eu tb já mencionei esse fato p minhas filhas… vou morar em um asilo!!!
    Mãeeee, vc ficou loucaaaa???? Acha k vamos deixarrrr??? Qual o problema???!!! Páraaaaaaa….
    Aguardemos…

  27. Eu tb quero ir para um asilo. Nem precisa ser tão especial. Tem de ter música, música boa. (Nada de Aché ou sertanejo universitário ) Alquem pra tocar um violão e me deixar cantar. Minhas companheiras serão as da juventude acumulada,nome que escolhemos para o nosso grupo.Importante: horas dançantes com os idosos ou com dançarinos pagos para rodopiar co cuidado as idosas assanhadinhas.Durante a semana ,de dia um crochê, um cochilo.A noite,cinema.

    Preciso só convencer meus filhos e netos que deixar-me lá, não é abandono,é ser livre para fazer do meu tempo o que eu quero,para curtir minhas fugas e rabujices sem perturbar,é ficar na cama por preguiça ou dor no corpo sem incomodar.

  28. O problema é que as casas de repouso/asilo não se enquadram nesse modelo.
    Temos que ter alguma outra opção bacana.
    Essa sua é utópica. Mas a idéia é compartilhada por muitas pessoas.
    Seria interessante uma pesquisa.

  29. O meu projeto é este já estou proxima,só que ainda tenho marido,se ele for antes de mim.Não vou morar vom filho,penso em procurar uma casa de repouso,só que não é. Top como a de Dominique.

        1. Você expressou meus pensamentos,sem dilemas e sem essa de dizer que “meus filhos me abandonaram”. Quero viver meus momentos, curtir meus livros e minhas músicas e curtir eu…simplesmente eu…

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