História de um Casamento, dirigido pelo diretor americano, Noah Baumbach é uma produção original Netflix, provável candidato ao Oscar em diversas categorias.
O longa já lidera o número de indicações do Globo de Ouro nas categorias de melhor filme dramático e melhor atriz e ator para Scarlett Johansson e Adam Driver. Laura Dern concorrente como atriz coadjuvante, além de além de melhor roteiro e melhor trilha sonora original.
O filme foca num casamento por meio de um retrovisor, à medida que os dois parceiros, um diretor de teatro de Nova York e uma atriz com um passado e um potencial futuro em Hollywood, seguem em direções opostas. Sua veracidade inspirou comparações com seu próprio casamento com a atriz nascida em Los Angeles, Jennifer Janson Leigh, da qual ele se divorciou em 2013.
Como tantas histórias infelizes, esta também começa por algo que passa por felicidade, começando com declarações de amor. No entanto, logo o espectador será forçado a se desfazer de ilusões e encarar o que tem pela frente – um casal em crise.
Do casamento ao divórcio
Enquanto o lado racional de Nicole e Charlie pedia uma separação amigável, a realidade é outra. Se um casamento exige comprometimento, um divórcio é a sua negação.
No entanto, uma característica bem norte-americana surge com a entrada dos advogados em cena, transformando o que seria uma separação amigável numa batalha campal.
Franco e apaixonante, o filme nos leva a picos emocionais inimagináveis. Sensível, ele relata com precisão os desgostos de duas pessoas que decidiram separar suas vidas terminantemente.
Esse é um filme que vale a pena ser discutido não só pela sua qualidade, com um roteiro extremamente sensível, bem atuado e precisamente captado pelo diretor de fotografia. Mas pela perspicácia com que trata o tema escolhido.
E nesse contexto, Scarlett e Driver cativam nossos olhares, fascinando-os com sua densidade e entrega dos personagens. Vivendo os dramas e dissabores de Nicole e Charlie, ambos se tornam a combinação perfeita na telona. Eles têm uma química que extrapola, invadindo a mente do espectador que atento observa duas pessoas ideais se perderem de si mesmas.
Um show de interpretação
Scarlett está brilhante em passagens admiráveis (o relato dela no primeiro encontro com a advogada é primoroso). Mas o fato é que a câmera de Baumbach está mais interessada nas reações dele, e menos dela. Assim Adam Driver acaba descobrindo um terreno fértil para mergulhar de cabeça, hipnotizando o púbico de tanta emoção. Prepare o coração, e muitos lençinhos.
Laura Dern dá um show particular com toda a sua excelência, brilhante no papel da advogada Nora, maquiavélica e belicosa, ainda que a composição que oferece não esteja muito distante daquela vista na série Big Little Lies.
Para enfrentar essa fera, Charlie contrata um velho profissional humanista (Alan Alda), mas depois se vê obrigado a substituí-lo pelo igualmente sanguinário (Ray Liotta), único capaz de nivelar-se a terrível Nora.
História de um Casamento é o passaporte da Netflix rumo ao Oscar, prometendo uma linda jornada que pode e deve render indicações a Scarlett Johansson e Adam Driver.
Um soco no estômago…Amei esse filme. Uma história comum a tantos casais retratada se uma maneira sensível e ao mesmo tempo perturbadora. Vale muito a pena assistir.
Foi um relacionamento que não tinha como acabar bem.
Inesperadamente, tudo começou na quinta-feira em que me preparava para um final de semana cheio de atividades, mas que começaram e acabaram com modorrentas maratonas no Netflix.
O motivo inicial dessas maratonas foi uma súbita queda. Não, eu não me esborrachei pateticamente no chão. O que caiu porém, foi minha resistência e foi em queda livre.
E naquela madrugada de quarta para quinta-feira finalmente ela, a resistência, alcançou seu limite ao esbarrar num Vírus.
Esse sim, super-herói, pois venceu vacinas e descongestionantes chegando ao topo do pódio e derrubando essa que vos fala. Em princípio, eu resisti, tentando esquivar dos duros golpes desferidos pelo Vírus.
Reuni todas as minhas forças e fui ao Pilates. A pé. No entanto, ele é tinhoso e esperto e sabia que mal eu chegasse, já me faltaria o fôlego.
Guerreira que sou, encarei os alongamentos e torções controladas por elásticos. Mas as minhas pernas foram as primeiras a sucumbir aos encantos do Vírus e bambearam.
Ahhh, usei de minha astúcia e sagacidade a fim de dribla-lo. Bastava que eu me deitasse em um daqueles aparelhos e solicitasse a aula na horizontal. Pronto. Resolvida minha batalha particular com esse intruso.
Entretanto não, o vírus era um canalha e me fez suar frio, empalidecendo com gotículas frias all over.
Um GERME esse vírus, viu?
Voltei para casa desolada e exausta percebendo a derrota daquela batalha, imaginando que a luta ainda não estava perdida, pois um antitérmico estava a caminho para reforçar nossa equipe.
Que nada. Perdi a batalha, a guerra, os territórios e a dignidade. Fui para cama e lá fiquei completamente invadida pelo inimigo.
Depois de passado o choque da luta perdida, resolvi me render definitivamente. O maior sinal dessa rendição foi o cochilo que tirei ainda pela manhã, enquanto o coquetel de remédios fazia seu trabalho.
Já como uma resignada prisioneira segui as normas da situação: Netflix e cama. Resolvi obedecer as regras à risca porque assim teria a chance de me libertar mais cedo. Precisava muito, porque a Luciana, minha amiga de outras batalhas, chegaria no sábado para uma rápida intervenção em São Paulo.
Dá-se início a minha primeira maratona. A série inglesa After Life. Bom aquecimento, porém meu estado de exaustão causado pelas batalhas já descritas prejudicaram meu tempo. Levei um dia inteiro para assistir 6 míseros episódios de 22 minutos cada.
Noite do cão e aquela sensação de que a situação nunca acabará. A certeza de que ficarei com o nariz entupido pro resto da vida. Na manhã seguinte, sem notar melhoras, arrasto-me pela casa como se carregasse grilhões.
Liliiii lembre-se que a Lu está chegando. Comporte-se!!
Isso posto, vamos a outra série indicada, só que desta vez na HBO – Years and Years. Já me sinto um pouco melhor só de saber que no dia seguinte teria direito a famosa saidinha.
Sábado chegou junto com meu susto ao olhar o espelho. Aqueles dias de cativeiro me abateram. Olheiras profundas. Fazer o quê? Uma escova e uma base teriam que resolver. Ahhh, e sempre temos os indefectíveis óculos escuros, né?
Bem, sem lamentações e vamos pra fexxxtaaa…
Que gostoso colocar a conversa em dia e saber as novidades. É impressionante como a Luciana SEMPRE tem novidades eletrizantes.
Demos um belíssimo de um rolê e acabamos o passeio num restaurante modernoso e bacanudo.
Lá ficamos sem notar o tempo passar. Já devia ser quase 1h da matina quando dei por mim que o toque de recolher já tinha sido tocado há tempos e eu continuava lá, longe de minha cama, longe de meus antitérmicos.
Não deu outra. Meu vírus enfurecido veio cobrar minha saidinha abusada e os 3 Gin Tônicas que tomei achando que poderiam ser bactericidas. Minha cabeça pesava e rodava.
Lúcida que sou mesmo quando doente e bebinha, deixei o carro por ali e peguei um Uber para voltar para casa. De fato, noite lotada de Blitz.
Ahhh como fui esperta….
Você acha que eu daria esse mole ao meu hóspede. Imagine a festa que o vírus faria com aquele sereno todo que eu pegaria do lado de fora do carro tentando convencer o guarda que tinha sido só um bombom de licor. Posso ser teimosa, mas não sou burra.
Chego em casa já tarde, aceitando as punições decorrentes de meu abuso, jurando não mais sair do meu quarto até 2025.
Exageros à parte, passei o domingo inteirinho assistindo a duas outras séries e a vida seguiu.
Ahh, e o meu carrasco? Pensa que ele esqueceu de mim? Nananinanão. Fez-se presente todas a noites daquela semana em forma de uma irritante tosse.
Odeio germes com pretensões a vírus. Como todos os wannabe que conheço, eles são vingativos.
Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!
Ambientado no final da década de 1930, Diário de uma Paixão, dirigido por Nick Cassavets, é um filme sobre um amor impossível, simples, direto e que desenvolve nada mais do que o clima de amor entre os dois personagens principais.
Diário de uma Paixão é um filme sobre um amor intenso e comovente, exemplo do gênero com todas as dificuldades possíveis para o amor romântico, assim como sua luta incansável pela superação.
Noah (Ryan Gosling) e Allie (Rachel MacAdams) se encaixam perfeitamente no estereótipo. Ela rica, ele pobre, com diferenças sociais. Amor de verão não apoiado pela família da moça. Separação precoce com cartas sendo escondidas.
Anos depois da separação, o menino pobre amadurece e a menina rica afortunada aguarda o dia de seu casamento com um filho da alta sociedade. Nunca mais se veriam se o destino não os reunisse no mesmo cenário que um dia os assistiu amando.
O que ele tem de especial e diferencial é o fato de ser um filme com ótimas escolhas e por ter uma direção impecável. É sem dúvida uma renovação da velha história contada de forma muito competente pelo ainda novato diretor.
Em Diário de uma Paixão a força toda está concentrada na emoção.
Não só o par central tem uma química fabulosa em cena, como o filme consegue ser consistentemente superior ao seu material, criando cenas de genuína ressonância emocional, e quem diria com absoluta sensualidade – as cenas de sexo entre Noah e Allie são incomumente convincentes, orgânicas, vaporosas.
O longa é mesmo Rachel e Ryan, mas por melhor que ele seja ao lado de MacAdams – e o casal é de uma intensidade que eletrifica a tela – o filme sem dúvida é dela.
O elenco de Diário de uma Paixão reuniu boas revelações com talentos comprovados, além de Ryan Gosling e Rachel MacAdams, os veteranos James Garner e Gena Rowlands, mãe do diretor entregam performances comoventes.
Espere por cenários belíssimos muito bem fotografados, com uma linda cena de beijo na chuva, um passeio inesquecível entre árvores, patos, e muito mais. Inclusive a abertura foi magistralmente trabalhada, quase toda contra o sol, aproveitando bem as silhuetas, em conjunto com o paradisíaco cenário que rodeia os personagens principais.
Ambientado no final da década de 1930, o longa retrata fielmente um filme de época, dos figurinos elegantes às noções mais conservadoras da vida em sociedade.
Diário de uma Paixão é bonito, sensível e irresistível. Ganhou vários prêmios, no entanto foi entre os jovens que ele realmente mostrou sua força.
Uma história contada com dedicação e carinho, com cenas de muito encanto e uma trilha sonora não menos envolvente. Uma obra que merece ser vista com alma, e o coração bem abertos.
Mas confesso que é melhor reservar um lencinho para o final do filme.
Que tal retomar a tradição de enviar cartão de Natal? Pensei muito sobre isso esta semana, até escrevi um post aqui. Não… não estou falando de enviar cartões pela internet ou WhatsApp. Mas mandar uma mensagem num cartão de papel e enviá-lo pelos correios aos amigos e parentes.
Não é apenas pela tradição, não! Mas, sim, pelo valor de se lembrar de alguém importante para você independe do VALOR financeiro do presente. Em tempos de automatização, saber que a pessoa dedicou um tempo para nos dar algo não tem preço.
Alem disso, também não é possível comprar um presente para todos aqueles que gostamos. Eu gosto de dar uma lembrancinha para muitas pessoas queridas e, por vezes, fico constrangida em dar algo simples.
Eu sempre tento me lembrar o que recebi de cada uma delas para tentar comprar algo no “mesmo nível”. E sempre com aquela dúvida: será que vão reparar que é mais simples? A Inês Godinho fez as contas neste texto aqui de quanto custaria comprar presentes pra todo mundo da lista.
É por isso que eu acredito no valor inestimável de alguns presentes. E, no meu caso, é fazer um cartão especial para cada pessoa querida. Eu adoro dedicar um tempo para cada um, produzindo o cartão e escrevendo mensagens personalizadas. É apenas uma lembrança… mas feito com o maior carinho.
Hoje eu vou mostrar como produzi dois cartões… ou seja, do zero! Eu comprei parte do material assim como reaproveite algumas coisas que já tinha em casa. Utilizei como base o tamanho de envelope comercial, isto é, com 11×16 centímetros.
Cartão de Natal pop up de presentes
Testei a versão mais simples. Os presentes “saltam” pra fora. Usei folhas de papel colorido com gramatura 180 gramas. Tem em qualquer papelaria. Usei também decorados, dá até para reaproveitar papel de embalagem. Decorei com fitas coloridas.
E mais:
Cartão de Natal árvore de feltro
A decoração é super fácil de fazer. Usei retalhos de feltro mais fitas e, ainda, alguns botões pequenos. Pra fazer a árvore cortei dois triângulos. Porém colei um e alinhavei por cima o outro para esconder a marca da cola. Colei também os botões.
Cartões prontos
Veja como ficaram os meus cartões prontos pois não foi difícil e ainda me diverti muito. Mas imagine se as crianças resolverem ajudar? Pronto, o Natal já começou.
Se tem alguma ideia para cartão de Natal mande para mim, que eu mostro aqui mas melhor ainda, me conte o que você escreveu dentro deles!!
Conheça meu Pinterest, e minha pasta de presentes criativos.
UPDATE: Gente, esse é um dos posts de Dominique que faz mais sucesso. Então, para facilitar mais ainda sua vida, resolvi fazer um e-book com todo o cardápio, as receitas e a lista de compras prontinha!!!! Uma super ajuda para você, sobretudo nessa correria de final de ano.
Clique no link abaixo, deixe seu e-mail e baixe o e-book. Mas em primeiro lugar leia as sugestões.
Vem chegando o verão. Obaaaa! Ano novo. Calor. Férias. Praia. Família e amigos. Casa cheia. Descanso. Descanso? Que nada minha filha. Vamos pro ralo novamente. Três refeições por dia para esse monte de gente. Cardápio para todo este período.
Seja a casa sua, seja a casa alugada, toda vez que penso em ano novo na praia, a primeira coisa que me vem à cabeça, não é a caipirinha, nem o pôr do sol. Pelo contrário! É aquele supermercado lotado e inegavelmente com cheiro meio de azedo. Enfim, naquele calor insuportável que sou obrigada a frequentar quase todos os dias.
Era! Isso mesmo.
Há uns cinco anos, desenvolvi uma técnica para evitar ao máximo aquele festival de chinelos de dedo mal humorados, aquela dança de mulheres de saída de praia com carrinhos apressados na certeza de que estavam perdendo o melhor do sol.
Tenho um cardápio superflexível de final de ano, bem como planejado para nove dias. Além disso, fica fácil fazer a lista de compras e antecipar. O grande segredo é antecipar.
Tento fazer isso tudo antes da loucura, deixando apenas pequenos detalhes para a semana da praia ou grandes e brilhantes alternativas para emergências. Olha isso tem me salvado e me aliviado um bocado!
Tudo vai depender apenas da sua organização. Vou dar uma ideia, mostrando para você o MEU cardápio. Claro que ele vai variar de família para família, de casa para casa, dependendo da quantidade de pessoas e dos costumes das mesmas.
Vamos lá?
Aperitivo e café da manhã
Um bom café da manhã pode muitas vezes substituir um almoço. Um belo aperitivo pode fazer as vezes daquele lanche, uma noite mais tranquila.
Café da manhã – Pães – Torradas – Pão sírio médio – Pão de forma integral – Filão de pão italiano para bruschetta – Formas pequenas de queijo branco – Baldes de requeijão – Leite – Café – Chá… etc.
Capítulo dos frios Compro em porções de 150g e peço para que embrulhem a vácuo. Dizem que não precisa guardar na geladeira, nem no freezer. Eu nunca arrisquei. Mas aí, eu tiro um pacotinho por café da manhã e, se tudo dá certo, nada volta para geladeira, porque frios no verão e na praia costumam azedar com muita facilidade. – Mussarela light – Presunto magro – Salaminho – Peito de peru – Mortadela Ex: 1 kg de “mozarela” embalados em 8 pacotes de 150g cada
Aperitivo Caso você queira uns petiscos em vez de lanche: – Salmão defumado já fatiado – Carpaccio com rúcula – Pastas árabes – quebram o maior galho, todo mundo gosta e podem ser congeladas: chancliche, homus, babaganuche, coalhada seca – Bolas médias de “mozarela” de búfala com tomatinhos cereja e manjericão – Brie pequeno – Provolone pequeno – Semente de abóbora – Queijo parmesão – Amendoim e similares
Agora o cardápio!
Com ele a lista de compras fica superfácil vai. Claro que tem que ser flexível. Ah, hoje não quero comer peixe. Ok! Ah, hoje vou almoçar na vizinha! Obaaaa…
DIA 1
Almoço Todos chegarão a noite!
Jantar Frios e pães variados para sanduiches deliciosos. Folhas de alface lavadas Tomates cortados em fatias. Maionese etc..
DIA 2
Almoço Salada de manga com kani Picadinho Couve Arroz Milho
Jantar Salada sem temperar para que se possa usar no sanduba Carne louca Pão francês e folhas de alface
DIA 3
Almoço Casquinha de siri (que pode ser no pirex) Pescada com molho limão e alcaparras Couscous marroquino
Jantar Salada de batata Salsichada*
DIA 4
Almoço Salada Frango com molho de tangerina e gengibre Couscous marroquino
Jantar Pizza de pão sírio ou do delivery. Ou gente, vamos dar uma volta?
DIA 5
Almoço Salada Churrasco (suas carnes de preferência) Farofa ou apenas uma farinha Arroz branco ou biro biro
Jantar Saladinha com molho de iogurte Torta de palmito
DIA 6
Almoço Aqui tem que ser algo bem leve e fácil Salada de legumes cozidos Uma lasanha que você tenha no freezer
Jantar A ceia fica por seus costumes e hábitos. Veja nosso texto sobre decoração de mesas.
DIA 7
Almoço Recuerdos de Haier (o que sobrou de ontem)
Jantar Salada com tudo picadinho Massa com molho ao pesto*
DIA 8
Almoço Moqueca de peixe ou camarão para acabar em grande estilo Pirão Arroz Farinha no dendê
Jantar Torta de frango
DIA 9
Almoço Salada de folhas e melão com presunto Peixe assado Batatinha cozida
Jantar Risotinho de legumes (rapa na geladeira para ir embora)
Outras sugestões!
Salsichada Não é qualquer salsicha. Você vai comprar uns 6 ou mais tipos de salsichas chiques. Sabe como é? Salsicha branca com ervas, salsicha de vitela com algo…etc. Pão francês fresquinho, pão de cachorro quente e algum outro a sua escolha. E superimportante! 3, 4 ou até 6 tipos de mostardas diferentes.
Não invente muito, senão o que era simples fica complicadíssimo. Onde já se viu comer cachorro-quente com batata palha, purê, ervilha, feijão tropeiro? Não É pão, salsicha e mostarda. Quando muito uma maionese e um ketchup para os hereges.
Dia dos espetinhos. Aí dá um pouco mais de trabalho, mas a mesa fica linda. Eu, como sou louca, vou à Liberdade, sim, o bairro. Mas vou num sábado perto do Natal que é para estar beeeeeem cheio. É, sou estranha assim mesmo. E vou lá só para comprar palitinhos decorados. Qualquer hora eu mostro. E aí fico inventando.
Comida de tigelinha: Já sirva nas tigelinhas. Não tem que por mesa, não tem que nada. E depois são só algumas tigelinhas para lavar.
O que vc pode ter pronto para uma emergência: Pesto! Um bom pesto para uma massa ou para um sandubão gourmet. http://diana212m.blogspot.com.br/2012/03/italian-simplicity.html
Receita de pesto ingredientes: 4 dentes de alho 1 colher de chá de sal 1 xícara de chá de folhas de manjericão fresco 3 colheres de chá de pinoli ou nozes, sem casca 100g de queijo pecorino ou parmesão ralado 1/2 xícara de chá de azeite Pimenta do reino a gosto.
Outras opções de pratos para almoço e lanche além das do cardápio:
Saladas e quiches Frios e sanduíches Escondidinho Risoto de funghi Espaguete ao vôngole Macarrão com carne desfiada e molho de tomate Lasanha de abobrinha Empadinhas/miniquiches/enroladinho de salsicha Salada caprese com pesto Couscous baiano
Agora que o cardápio já está pronto, é só aproveitar e descansar!
Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.
Nossa…arrasou!!! Adorei o cardápio você pensou em tudo…até os dias bateu rs
Vou fazer pequenas adaptações para minha família, acrescentando uns dias a mais de churrasco. Obrigada pelas dicas.
Era o dia. Dia de apresentar o projeto para a última instância de aprovação: o presidente da empresa. Tinha muita confiança no trabalho. Era excelente. Matador.
Mas não custava um cuidado extra na hora de me arrumar. Já sabia há semanas o que vestiria. Aquela calça escura, muito bem cortada, nem justa nem larga. Escolhi uma blusa decotada de alças finiiiinhass, daquela seda que é quase um bijou de tão delicada, como diria minha avó. Branca. Branquíssima. Tinha que, de alguma maneira, valorizar aquele colo bronzeado e tão tratado.
Um cinto mais largo que o normal, com uma fivela bacanuda, era o toque de informalidade da roupa. Agora o blazer. Seriedade é fundamental. Não basta ser. É preciso parecer! Peguei meu melhor blazer, aquele que se compra uma vez na vida. Digamos que seja uma daquelas peças definitivas que você nunca mais comprará, sabe como é?
Um colar extravagante. Mas não muito. Afinal, sou uma profissional antenada e moderna. E, para arrematar o look, aquele sapato preto podre de chic e de salto altiiiiiisssiiimo. Uma escova lisa superbem feita que só a Neuzinha sabe fazer. Maquiagem leve, com uma pele sedosa contemplando e valorizando todas as marcas dos meus 50 anos. Uma última conferida geral e até o espelho, rotineiramente imparcial, aplaudiu o resultado!
Encontro as outras duas pessoas do escritório já no cliente. Sala de reunião pomposa. Devem ter trazido uma montanha inteira de Carrara para fazer aquela mesa. Cadeiras brancas de couro é coisa de gente que não tem medo de ser feliz, né? Bom…
Chega o presidente com sua entourage. Cumprimentos, cinco minutos de amenidades e começa o show. Estou confiante. O projeto é forte. Minha apresentação, apaixonada! Vejo o interesse na postura dos espectadores. Tenho controle total sobre a audiência.
Sei disso. Três décadas na profissão me deram esta sensibilidade.
Que delícia. Chego ao último slide e um enorme obrigada sorri na tela. As luzes se acendem. Começam as dúvidas. Não há pergunta que eu não tenha resposta.
Estou tão segura que reclamo jocosamente do ar condicionado. Que calor amigos. Será que não podemos aumentar um pouquinho este ar? Uma moça muito prestativa atende ao meu pedido. Mas se passam alguns minutos, e continuo sentindo um calor que na verdade só aumenta.
Começo a transpirar. Olho em volta, e vejo que todos estão à vontade em seus espaços. De repente, sinto algo inexplicável. É como se um vulcão dentro de mim entrasse em atividade. Uma explosão de calor dos pés à cabeça. Minha primeira reação automática é tirar o blazer.
Mas, péra. Não posso tirar!! A blusa é de alcinha! Meus braços!!!! Lembra que falei lá em cima que tenho 50 anos? Nãooooo! Mas não dá.
Está começando a aparecer no meu rosto esta revolução térmica. Vou tirar o casaco. Dane-se o braço! Mas aí noto que aquela minha blusinha branca de palha de seda, tão delicada, não só está molhada, mas encharcada de suor e pateticamente grudada ao corpo. Desespero!
Escuto ao longe meu nome. Quando dou por conta, todos estão olhando para mim, aguardando minha resposta. Mas qual foi a pergunta? Olho desesperada para meu colega. Ele assume e responde. Ufaaa…
O presidente interrompe e pergunta se eu estou bem. Constrangedoooorrrrrrr. Abro um largo sorriso e continuo o assunto de onde meu colega parou. Porém, continuo pingando. De vulcão passei a me sentir uma cachoeira.
Cataratas!
Meu Cabelo molhou! Ai meu Deus… Meu cabelo ‘nãoooooo’! 10,9,8,7,6,5,4… Pufffff! O pixaim! O pixaim! Começando pela nuca. Sabe aquele cabelinho danado de ruim que a gente tem perto da nuca? Pois é… O meu é especial! Ele encrespa e arma com um gigantismo assustador.
Ainda falando e tentando ser natural, discretamente enfiei a mão na minha bolsa em busca de uma piranha, grampo, fivela, durex, clips, fita isolante, arame farpado, qualquer coisa para prender o que já se podia chamar de juba naquele momento. Obviamente minha concentração e foco já tinham ido pro Iguaçu. Não sabia o que estava acontecendo.
Bem, na verdade sabia sim. Tive meu primeiro fogacho. É esse o nome? PQP!! As fichas começam a cair na velocidade que as gotas escorriam pela minha testa. Olho em volta, para ver se alguém estava reparando. E ora veja, sim… todos estão! Saco!
As mocinhas, novinhas, com um sorrisinho no canto da boca. Até imagino o que estão pensando. “Aí tia… ficou nervosa?? Tá que nem minha mãe. Velha suando é dose!” Os homens da mesa fingem que não estão notando. Mas não conseguem parar de olhar para meu cabelo pingando, e minha base matte da Mac derretendoooooo… Matte… tá bom..
E pensam que são discretos! Os colegas, ambos homens, boquiabertos ao perceberem que, pela primeira vez, me viam insegura e titubeante. A coisa só piorava. Quanto mais tentava disfarçar, mais suava. Viscoso, ciclo vicioso dos infernos. Interminável show de horror.
Mas, na ponta da mesa, vejo uma mulher que não tinha notado ainda. Também pudera… Como notá-la? Ela tinha quase 60 anos! Sim, sim, sim, sim… sou péssima!! Mas, ao cruzar com seu olhar, vi imediatamente um sorriso de acolhimento. Um sorriso de entendimento e compreensão.
Uma generosidade que naquele momento acho que nem Madre Tereza seria capaz.
Ela pediu a palavra. E começou a comentar o projeto. Tirou os olhares de cima de mim. Deixei de ser o foco. Juro, não lembro uma única palavra que ela disse. Consegui respirar, me acalmar e, lentamente, voltei ao normal. Normal é maneira de dizer, né? Meus cabelos… ai, ai, ai… Recomposta, olhei com cumplicidade para minha mais nova amiga de infância, retomei a palavra serenamente.
Finda a reunião, vieram as congratulações e as despedidas. Não conseguia pensar em outra coisa que não fosse agradecer aquela santa. Mas não lembrava o nome dela. Angela? Não! Não, não era com A. Mas era nome de música. Gabriela? Dindi?? Li-gi-aaaa… Ufaaa… Tom não me deixaria na mão! – Lígia! Chamei com uma intimidade que só parceiras de infortúnio podem ter.
Ela olhou para mim, abriu um sorriso e veio em minha direção. – Lígia – falei novamente com grande cumplicidade – Antes de mais nada, obrigada! Não sei como retribuir sua gentileza durante a reunião! – Ora, ora, não há de quê! Já estive em seu lugar. – Mas, Lígia, ninguém me contou que seria assim. – Não. Ninguém conta. E, pior, poucas de nós são solidárias. Nem nesta nossa fase da vida. Parece que não reparamos ou não queremos ver nas outras as mazelas que logo serão nossas. – Lígia, querida, independente do projeto, vamos manter contato. – Vamos sim. Será um prazer. Mas meu nome é Luiza!
Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.
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oi bom dia!passo por esta situação,percebi q era os sintomas da menopausa porquê,qualquer vento sentia frio,agora estou sempre suando, desanimada, não queria usar o chá da Folha de amora,porque emagrece mas vou tomar,se não der certo vou tentar a soja,q contém isoflavona estou sempre cansada,o pior pra mim é tomar alguma coisa q me faça perder peso,
Sou uma felizarda.
Ou uma exceção para confirmar a regra?
Nunca senti nada no climatério.
Nunca fiz reposição hormonal.
Nem tive cólicas qdo menstruava.
Estou agora com 86 anos.
Minha menopausa foi antecipada, quimioterapia e radioterapia aos 34 anos e aos 40 iniciou tudo; calores, falta de libido, engordei pra caramba, mas até hoje estou dando a volta por cima e vivendo bem, graças a Deus.
Minha menopausa foi fabricada, esterectomia,aos 41 anos, não passei por muitos sintomas, mas tive uma depressão horrível e tbm não tinha ninguém para me ajudar, foi barra mas superei. O que eu não entendo é porque o maior inimigo de uma mulher na maioria das vezes é outra mulher
Baita texto! Amei, mas o que me assusta é a falta de cumplicidade entre as mulheres (mais jovens) e o que mais me surpreende é exatamente cumplicidade entre as Dominiques, Luisas, Ligias. Meninas, fiquem espertas, vcs chegarão lá e tomara que com nossa elegância e bom humor.
Tenho 54 anos e no ano passado comecei a ter os temíveis calorões mais intensamente. Nao faco reposição hormonal e sempre achei que não ia passar por isso pois minha mãe me contava que não teve nenhum sintoma da menopausa. Durante o inverno é tranquilo mais já estou me preparando para o verão. Haja lenço e leque, não saio de casa sem…
É a vida, a vida das mulheres! Mas, é bonita é bonita e é bonita! Vamos em frente, voltando a usar lenço (de algodão) leques, ar condicionado no mais gelado
e vento muito vento.
Adorei. Sei bem o que é isso. Falavam que era só no início e depois diminuiria mas que nada. E com esse verão de 40 graus do Rio eu derreto. Cabelo só curtinho. Dizem que a amora faz bem. Realmente diminui. Mas ser mulher é sofrer no paraiso. Então quanto mais relex menos suor e o calorão diminui. Qto a solidariedade só tive de quem passou por essa situação. É tentar brincar e ir levando.
Tenho 59 anos e já passei por muitas situações desagradáveis, os fogachos aconteciam nos melhores momentos, nas reuniões com amigos, com a família na mesa, na faculdade da terceira idade, parece não ter fim. Faço reposição hormonal há 10 anos e só tenho trégua no inverno que diminuem um pouco mas no verão eu sofro. Não sei até quando vai durar e super entendo quem passa por isso. Força mulheres!
Simplesmente verdade tudo o que foi exposto. Discordo apenas de que não fui informada sobre esse cemitério,ironizando o climaterio, rs. Minha falecida mãe sofreu muito,falava sempre sobre essa famigerada fase, mas eu, jovem, pensava que fosse um certo exagero.
Mas não é não! Pior fase que estou vivendo é essa. Situações como a do texto são rotineiras no meu dia a dia. Maquiagem fica borrada, cabelo que é muito liso, fica oleoso com o suor. Não faço reposição hormonal. Optei por produtos naturais. Nada adiantou.
O que fica, são as sensações de forte calor, depois frio. Uma tristeza sem fim. Vontade de largar tudo e sumir do mapa. Solidão.
Realmente, eu acho que nós mulheres poderíamos ter uma velhice menos conflituosa. Uma sacanagem com a gente.
Oi já vai fazer 5 anos que estou com esse fo cachos não tem remédio que cure e horrível não sei o que fazer e ainda tem hipotiroidismo tome hormônio se alguém encontrar algum remedio q cure me avise Abraço Obrigada.
Imagino seu sofrimento nunca passei por um dilema desses mas os fogaçaos não me abandonan tenho 54 anos e tenho sofrido kkkkkkkk sua estória me desculpe mais deu graça
Sensacional!!! Gargalhei lendo seu texto porque me vi nesse cenário…. Parabéns, você conseguiu colocar muito bem o que é o estado dá menopausa e com muita bom humor. Beijos
Além de não serem solidárias ainda exclamam, “nossa, não, eu ainda não estou “”nessa”” idade…
“Nossa, vc não faz reposicao?”…
“Credo, é menopausa precoce ?”
Aí gente eu já escutei cada uma…
E a cunhada que, muito gentil, coloca um VENTILADOR do lado do meu lugar a mesa, na reuniao de familia….Hoje nem me importo mais, levo um leque japones na bolsa !
Adorei! Já passei por muitos momentos desses! O pior são os olhares de ironia que rola aqui em casa. Rolavam, rolavam! Porque, Dominique, acredite em mim, isso passa! Enquanto esse dia mágico não acontecesse, o melhor é manter esse seu bom humor.
Quando me dei conta estava lendo e estava presa aos textos. Sou bem mais velha, nos anos 50 ja tinha 11, mas estou encantada com
o que li. Parabéns! Nasceste para escrever com certeza. E eu vou te acompanhar pela leitura. Um abraco
A menopausa causa uma série de mudanças no corpo da mulher em virtude das flutuações hormonais. Até mesmo as mais jovens, na pré-menopausa, podem sentir alguns sintomas. Uma das queixas mais comuns é a redução da libido. A diminuição do desejo sexual é, também, uma questão delicada e complexa.
O mecanismo de atração da mulher é influenciado por fatores externos e psicológicos. A ginecologista Rita Dardes, que conversou recentemente conosco sobre reposição hormonal (aqui), explica que a libido não é influenciada apenas pelos hormônios. “A mulher funciona diferente. Em primeiro lugar, ela precisa ser aquecida e estar bem. Fatores externos influenciam muito”, destaca.
A dra. Rita coordena o Ambulatório de Climatério da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde também é professora adjunta do Departamento de Ginecologia. Ela conta que o tema é recorrente e por vezes instiga uma conversa de mais de uma hora com suas pacientes. Também é essencial romper a vergonha de falar com a médica.
A falta de desejo pode estar ligada à diminuição dos hormônios testosterona, estrogênio e progesterona. Hoje, há recursos modernos e mais seguros a fim de ajudar as mulheres a enfrentar essa fase. A dra. Rita explica que a reposição hormonal é o principal.
Ela costuma utilizar a testosterona no tratamento de suas pacientes. O medicamento deve ser formulado e só pode ser utilizado se associado à terapia hormonal completa. Como a reposição não é recomendada a todas as mulheres, a ginecologista recomenda a conversa com o médico de confiança.
Como enfrentar a queda na libido
“Mas não é verdade que o hormônio vai melhorar 100% o problema”, evidencia a ginecologista. Uma vez que a libido envolve fatores psicológicos, é fundamental entender o que mais está impactando na vida da paciente.
A baixa libido pode estar relacionada a problemas no relacionamento, como por exemplo brigas constantes. Além disso, rotina estressante bem como pelas dificuldades materiais, como falta de trabalho ou dinheiro, também influenciam o bem-estar.
Outras mulheres sofrem as consequências de problemas físicos, como a secura vaginal. O impacto na vida sexual é grande. Muitas mulheres sentem-se culpadas ou mesmo ficam com vergonha de dividir o problema com seus parceiros. Neste caso, o laser pode ser um aliado da paciente. Já falamos dele aqui.
Antes de prescrever a reposição hormonal, a dra. Rita esclarece que é fundamental mostrar o impacto desses fatores externos. Algumas vezes, a recomendação é que a paciente mude o comportamento. “Ela pode apimentar o relacionamento com brinquedinhos, comprar uma lingerie nova ou trocar mensagens quentes com o parceiro”, sugere.
Outra mudança que a mulher pode fazer está relacionada ainda ao seu estilo de vida. Dessa forma, a prática de exercícios físicos faz bem ao corpo e à cabeça. Cuidar-se também influencia na autoestima bem como no bem estar geral. Enfim, a menopausa é uma fase de transformação e pequenas adaptações pode fazer toda a diferença na vida da mulher.
Um estímulo para a vida sexual
Temperar a vida sexual já é um assunto corriqueiro por aqui. Qualquer Dominique sabe que a vida sexual pode não ser a mesma que o vivido anos antes. Do mesmo modo, também não é para o parceiro! Vale mesmo é deixar todos os tabus de lado e vivenciar coisas novas. Por que não, hein?
Você já ouviu falar sobre a Massagem Tântrica? Já falamos aqui que também é uma baita terapia alternativa bem como pode melhorar o sexo. Topa tentar?
Quem gosta de apimentar a relação, contamos aqui a história de um casal que ousou muito para aquecer o fogo dos velhos tempos. Você não vai acreditar na aventura que eles criaram.
Você já experimentou usar um brinquedinho para apimentar o relacionamento? Contamos aqui as aventuras de três Dominiques em sua primeira visita a uma Boutique Sensual. Uma história imperdível.
Às vezes, um livro pode instigar a sua imaginação e ser bem estimulante. Já pensou em incluir a literatura erótica na sua rotina de leituras? Confira aqui os 10 melhores livros apimentadíssimo.
Sim, sim sim… Ele chegou. Dezembro começou e o Natal já está na nossa fuça.
Você que me acompanha há algum tempo já estava esperando eu começar a reclamar, né?
Mas deixa eu explicar para as Dominiques que estão chegando… Queridas, eu não sou muito fã dessa época do ano. Reclamo pra caramba. Já escrevi váárioooos textos a respeito. (vou colocar os links no final desse texto, tá?)
Mas no final acabo sempre encarando, até porque não dá para pular as festas de final de ano e já ir pra janeiro.
Então meninassss, vamos lá… Coloquei até uma playlist de músicas Natalinas para ver se me inspiro (kkkk).
E essa coisa da árvore de Natal?
Entrou dezembro e na minha casa (e provavelmente na sua) é hora de montar a árvore. Preguiçaaaaaaa. Ahhh gente, esse ano não, vai…
Então hoje cedo falei para os meus filhos (adultos) que não montaria árvore. Parecia que eu tinha dito que ia matar o Papai Noel. Eles urraram. Disseram que eu não podia fazer isso com eles, etc… etc… etc… Adultos…
Pois é… me ajudar que é bom nenhum deles podia. Então falei que esse ano iria inovar. Pra eles tanto faz, contanto que tenhamos árvore e eles não tenham que fazer nadica.
Então por que não me divertir um pouco? Comecei a procurar ideias de árvores diferentes. Olha só cada uma que achei.
Árvore de Natal de fotografias
Olha que legal essa árvore feita de retratos grudados na parede, com luzinhas piscando entre as imagens! Essa deve ser fácil de fazer. Sem dúvida, será uma diversão a parte de procurar as fotos.
Árvore de quina
Ahhhh, para essa aqui, você vai precisar ter uma quina na sua sala. Mas bico também, hein? E olha só o efeito…
Árvore Escada
Ameiiiii essa… Muito charmosa. Aproveitar o triângulo a escada faz e enfeitá-la. Mas será preciso caprichar bastante. Senão, é capaz de ficar bem mambembe, sabe como é?
Árvore Bolas
Ok… Ok… Essa sugestão não é de fato uma árvore de Natal. Aliás isso não é nada de Natal. Mas achei festivo.
Árvore de presentes
Agora comecei a complicar um ‘cadinho, né? Ah, achou que ia ser fácil? Mas muito fofa e lindinha, fala verdade?
Árvore de Cestos na Parede
Agora caprichei né? Se alguma de vocês fizer, por favorrr me ensina? Tira foto? Faz o passo a passo? Muito legal. Mas para minhas habilidades, simplesmente impossível.
ÁRVORE ÉBRIA
Essa aqui deveria ser uma árvore pós Natal… Com todas as garrafas dos happy hours, festas de final de ano e do próprio Natal. Só pra pesar a consciência. Ou não…
Árvores de ripas de madeira
Esses dias uma Dominique postou sua árvore de Natal feita com ripas de madeira no nosso grupo e eu amei! Simples e ainda reaproveita material. Adorei!
E aí? Inspirou-se? Teve alguma idéia diferente? Manda pra mim.. Manda vai?
Vou adorar receber a foto de uma ideia ou de sua árvore, mesmo se ela for aquela linda arvore artificial branca com bolas vermelhas. Tanto faz.
Manda aqui, ou pro meu e-mail : dominiquehip@gmail.com ou pro meu Instagram : @dominiquehip
Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!
A minha filha ganhou uma árvore de Natal para quem tem gato.
Eu e a Frida (a minha neta gata) amamos. 🙂
Pena que não dá mais pra ela bagunçar tudo e terminar emaranhada com os enfeites no chão, rsrs. .-.
Acho que só muda o endereço né, pq aqui tbem, todo mundo ( adultos) ficaram bravos qdo disse
que não iria montar árvore de Natal.
Pra que?? Quase fui expulsa da mesa… bom vamos lá tirar tudo da caixa, ver se está em ordem e mais uma vez montei, mas esse ano tive a ajuda do Pedrinho meu neto de 5 anos, que no meio da árvore já me disse” nossa vovó isso cansa né”…
Mas terminei claro, enfim suas ideias de árvores são ótimas , mas fiquei na tradicional mesmo, quem sabe o Papai Noel reconheça meu trabalho e
Me traga um presentão de Natal!
Feliz Natal a todas Dominiques!
Este é um dos temas mais polêmicos envolvendo a menopausa. A reposição hormonal ainda divide opiniões entre as mulheres e até entre os médicos. De tratamento promissor, recebeu diversas críticas pelo fato de ser associado ao diagnóstico de doenças graves. No entanto, não deixa de ser um das questões mais importantes para discutir, quando falamos sobre a saúde da mulher.
Por isso, conversamos com a dra. Rita Dardes para dividir com vocês informações relevantes sobre a reposição hormonal. A dra. Rita é ginecologista e professora adjunta do Departamento de Ginecologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Lá, ela também coordena o Ambulatório de Climatério.
Em primeiro lugar, um aviso! Não conversamos sobre casos específicos. A dra Rita foi muito enfática em recomendar que a paciente discuta o seu caso com seu médico de confiança. Cada mulher carrega consigo um perfil fisiológico e um histórico de saúde. O tratamento é individual.
A boa notícia é que hoje dispomos de recursos cada vez mais modernos para lidar com os processos deletérios da maspassa. “Não raro, a mulher estava fadada a viver com os problemas causados pela menopausa”, afirma a dra. Rita. Da mesma forma, ninguém conversava sobre ela.
Hoje, o assunto menopausa já não é mais um tabu ainda que provoque algumas dúvidas. Certamente, todas as mulheres vão passar por esse processo fisiológico, que acarreta importantes mudanças metabólicas e físicas. “Podemos abreviar de fato muitos sintomas com um tratamento adequado e dentro da expectativa de cada paciente”, conta a dra Rita.
Dessa forma, a qualidade de vida da paciente pode melhorar muito. “Ninguém merece sentir inesperadamente o fogacho no meio de uma reunião de trabalho”, reconhece a ginecologista. A dra. Rita é a favor de fazer a reposição hormonal, mas dentro de um quadro bem determinado da paciente.
Quem pode fazer a reposição?
A dra Rita explica que há cinco questões fundamentais para a paciente conversar com o seu médico antes que tome uma decisão. Estes quesitos são amplamente discutidos com os futuros médicos, em suas aulas na Unifesp. “Somente com a resposta a essas perguntas podemos determinar se a mulher pode ou não fazer a reposição hormonal”, explica a dra. Rita.
# 1 – A paciente é sintomática?
A maioria das mulheres sofre (e muito!) com os sintomas da menopausa. Pouquíssimas passam por esse período sem sentir algum mal estar. A reposição ajuda a restaurar a qualidade de vida em todos os sentidos. Os sintomas mais frequentes são: fogachos (já falamos aqui), secura vaginal (e aqui), redução da saúde óssea, melhoria cognitiva (memória), qualidade do sono, entre tantos outros.
# 2 – Está dentro da Janela de Oportunidade?
Há um período específico em que a mulher pode receber e usufruirá com segurança dos benefícios da reposição hormonal. É a chamada Janela de Oportunidade, que compreende o início da transição menopausal até no máximo 10 anos da última menstruação. O início da transição é aquela fase quando começam as falhas menstruais e os ciclos ficam malucos. A menopausa é determinada quando a paciente completa 12 meses de amenorréia (sem menstruar).
# 3 – Existe alguma contra-indicação absoluta?
Infelizmente, há alguns quadros clínicos em que a mulher não poderá fazer a reposição hormonal. Enquadram-se nessa situação, sobretudo, quem teve AVC, câncer de mama, infarto agudo, diabetes irregular, hipertensão arterial irregular, doença autoimune, entre outras condições. Por isso, fica um alerta para quem ainda não passou pelo processo. A prevenção é fundamental!
# 4 – A paciente quer fazer a reposição hormonal?
Sim! Há mulheres que não querem correr nenhum risco ou mesmo não sofrem tanto com os efeitos da menopausa. É necessário ter o desejo de passar por esse processo. Após avaliar com o seu médico os prós e contras, apenas a paciente deve tomar a decisão.
# 5 – Está com todos os exames em dia e em ordem?
É preciso uma avaliação completa das condições de saúde da paciente antes de iniciar o tratamento com reposição hormonal. Os exames precisam estar em dia e a dra Rita não abre mão disso. Ah, e o acompanhamento também é essencial.
É importante fazer essa análise criteriosa antes de optar pelo tratamento com os hormônios. Há estudos que demonstraram o aumento na incidência de infarto miocárdico, derrame cerebral e câncer de mama. Tome a sua decisão com informação e consciência.
A dra Rita Dardes é Dominique e ginecologista em São Paulo.
Acho que reposição hormonal, no meu caso, está fora de cogitação: minha mãe teve câncer de mama (ao que tudo indica, por causa da reposição) e não quero sofrer esse risco…
Estes dias, a Eliane Cury Nahas perdeu o carrinho no supermercado. Bom, ela mesma considera que talvez o carrinho nunca tenha saído do lugar, só esqueceu onde o estacionou. A Eliane compartilhou sua desventura no nosso Grupo no Facebook (já faz parte?) e outras Dominiques se solidarizaram.
A Bernardete Amaral foi ao hortifruti e comprou rúcula, manga e tomate seco. Voltou para casa e só achou a rúcula. Sua hipótese mais provável: colocou os itens no carrinho de outra pessoa. A Valéria Couto perdeu o lanche no pátio de alimentação do shopping. A vendedora foi solícita e ajudou na busca. Eis que surge um moço e mostra o sanduíche (atenção!) na mesma mesa onde ela havia deixado desde o princípio.
Você se identificou com essas histórias? Quase todas as Dominiques já passaram por algo semelhante. Problemas como o esquecimento ou dificuldade de concentração são descritos com frequência pelas mulheres antes e após a menopausa. Embora sejam sintomas conhecidos deste período, vivenciar esses episódios ainda assusta as mulheres após os 40 anos.
Muitas delas consultam o médico com relatos como perda de memória progressiva ou falta de atenção com receio que os sintomas sejam indícios de Alzheimer ou demência. Sabe o mais grave? Médicos ainda fazem o diagnóstico errado. E isso não ocorre só no Brasil, não!
Diagnóstico incorreto
Conversei com a dra. Gayatri Devi, do departamento de neurologia do hospital Lenox Hill, em New York. Ela publicou um artigo na revista científica Obstetrics & Gynecology sobre “como identificar as alterações cognitivas associadas à transição da menopausa evitando a atribuição incorreta de sintomas como doenças neurodegenerativas.” O estudo completo está aqui.
A dra. Devi contou que 60% das mulheres apresentam um déficit cognitivo relacionado à menopausa. No estudo, ela associou os sintomas à redução do hormônio estrogênio no corpo das mulheres após essa faixa etária. Os efeitos podem ser mais ou menos intensos dependendo da sensibilidade da pessoa.
O diagnóstico médico é fundamental. Mas antes de ficar preocupada ou fazer exames complexos, a dra. Devi sugere que as pacientes sejam persistentes com seus médicos. “Muitos profissionais desconhecem a associação desses sintomas ao período da menopausa. E isso pode dificultar o prognóstico correto. O papel da paciente nessa situação é educar”, explicou a dra. Devi, na entrevista que fiz com ela por e-mail.
As alterações cognitivas ocorrem na perimenopausa, cerca de 7 anos antes e por volta de 5 anos depois da menopausa. Ela recomenda que a paciente insista com o médico para considerar a transição da menopausa como uma das causas da perda de memória ou atenção. A dra. Devi ainda sugere que, antes de outros procedimentos, a paciente peça ao médico para ser avaliada por testes cognitivos ou com um estudo empírico com hormônios para verificar se os sintomas melhoram.
Mas atenção! O diagnóstico correto do médico é fundamental. Converse com o profissional da sua confiança. Você pode procurar ajuda tanto de um ginecologista quando um neurologista para ter a certeza sobre seu momento de saúde.
O tratamento pode ser rápido. Uma parte envolve remédio. Mas você também pode dar aquela ajuda! Preste atenção nas dicas:
treine o corpo e a cabeça! Já falamos aqui sobre os exercícios da Oficina da Memória (aqui);
mantenha uma vida social ativa;
tenha uma dieta saudável;
não fume;
consuma álcool com moderação;
cuide do seu colesterol, do peso e da pressão arterial (ajuda a proteger seu cérebro);
Um soco no estômago…Amei esse filme. Uma história comum a tantos casais retratada se uma maneira sensível e ao mesmo tempo perturbadora. Vale muito a pena assistir.