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Quem nunca mentiu que atire a primeira pedra!

Todo dia é “dia-de-alguma-coisa”. Essa mania de inventar data pra tudo está ficando meio chato, não acham? Eu estava pensando sobre a banalização dessas comemorações de agenda… Porque, vamos combinar, nada de relevante é feito realmente. Tá bom! Pode ser divertido nas redes sociais, concordo.  Mas em tempos de Fake News, acho tudo meio coisa para “inglês ver”, como se diz. Pra que um dia da mentira, se mentimos todos os dias?

Quem diz que não está mentindo!

Não sei bem de onde é o tal estudo, mas adoro estatísticas. Elas comprovam e descomprovam à medida que novas pesquisas são divulgadas, né não? Já reparou que pra cada tese tem uma outra que refuta a ideia?

O fato é que esse estudo sobre mentira taí pra não me deixar mentir: falamos de 10 a 100 mentiras por dia.

Tomou susto? Mas, afinal, não é verdade que na maior parte do tempo nos desviamos da realidade e interpretamos papéis…

Quer ver como eu digo a verdade?

Eu sei que é pelo bem social, para ser educada, mas muitas vezes eu minto na cara dura ao responder um simples bom-dia. Há dias que não estão bons e ao responder o cumprimento, internamente, estou pensando bom-dia PORQUÊ?

Quantas vezes fui obrigada a responder tudo bem, quando tudo não estava bem. Perdi as contas. E agradecer um presente quando não gostei. Elogiar algo que me parece horrível… Nessa categoria, poderia ficar até amanhã te contando!

Mas tem muito mais!

Têm mentiras que a gente até sabe que são mentiras na hora. Aquelas clássicas e já consagradas, como “te ligo de volta em meia-hora”. Na mesma linha, tem o “estou quase chegando”, quando eu nem sai de casa… É uma das minhas preferidas!

Sem contar aquela “só vi sua mensagem (e-mail, ligação) agora”. Que atire a primeira pedra quem nunca…

Analisando as mentiras da minha vida, acho que a pior de todas é quando eu minto pra mim mesma. O autoengano é tudo aquilo que a gente gostaria que fosse verdade. Ah, essas têm de monte. Cito algumas: “sou super feliz no casamento” ou “sou super feliz sozinha”. E “paro de fumar a hora que eu quiser”? Afffeeee, essa é a pior.

Embora tudo falso, acho que todas fazem parte da categoria de mentira branca.

Sim, porque existem tipos de mentiras.

Além da branca, tem a benéfica. É aquela que se fala pelo bem do próximo. O médico que diz ao paciente condenado que vai melhor ou o homem que diz que a mulher não está gorda só pra deixá-la feliz. 🙂 Já escrevi sobre isso em Mentiras do Bem – 3 mentiras que contei para não fazer mal a ninguém.

Acho que o ruim mesmo está na mentira negra ou enganosa. Nesse caso, o mentiroso prejudica ou tira vantagem dessa inverdade para benefício próprio. Ocultar  ou falsificar informações é o clássico desse tipo.

Há também casos de crimes, que são as mentiras de quem vive de enganar quem tem boa fé: golpistas, charlatões, ladrões, estelionatários. Aqui também incluem a injúria e difamação.

Ah, quase ia me esquecendo da fofoca. Não deixa de ser mentira espalhar boatos, né. Os fofoqueiros começam a destruir o caráter e a reputação de suas vítimas, como armas de concorrência ou por pura inveja.

Acho que as razões pelas quais mentimos são muito diferentes em cada momento e valem uma reflexão nessa data, já que ela existe.

E então, algumas dessas mentiras lhe parecem familiar? Me conta!

Leia também 7 mentiras que uma Dominique não precisa mais contar!.

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Um Amor Inesperado – cenas de uma separação

Juan Vera, experiente produtor e roteirista, dirige pela primeira vez, o segundo longa mais visto na Argentina, “Um Amor Inesperado”. 

O longa narra a história de Marcos (Ricardo Darín) e Ana (Mercedes Morán) que, juntos há 25 anos, começam a questionar o sentido do casamento após o filho decidir sair de casa para entrar na universidade. Apesar de terem uma forte conexão, gostarem de conversar, eles se perguntam se ainda estão apaixonados um pelo outro, e se o amor basta para mantê-los unidos.

O relacionamento já entregue ao conformismo, decidem se divorciar e partir para o mundo das paqueras modernas em busca de superar a crise de idade. 

Os personagens são construídos em termos bem realistas, representando com naturalidade os valores de sua geração, e de uma classe alta e intelectualizada.

“Um Amor Inesperado” é um filme bastante competente, com uma visão mais madura do amor, e que intercala momentos alegres e divertidos com outros mais sérios e reflexivos.

Juan Vera pretende discutir o fim da paixão em casais duradouros, sentimento de abandono com a independência dos filhos, medo de solidão.

Após a trama apresentar seus personagens, o ritmo flui naturalmente e o drama se converte, em partes, em humor, que encontra suas brechas certas entre o trágico e o hilário. As piadas divertem e nos fazem rir muito permitindo que a trama não caia no tédio.

O texto é repleto de tiradas espertas, com ênfase às que dizem respeito ao comportamento pós-separação, com Ana indo a festas barulhentas e tomando iniciativa de novos contatos, enquanto Marcos, após maldizer aplicativos de relacionamento, se rende a eles, e em sua estréia acaba numa situação tragicômica que sintetiza a ironia presente no longa.

Tendo em mente que o público alvo da comédia é de pessoas de meia-idade fica por conta das piadas com a tecnologia e as novas formas de namoro, como Tinder e Instagran, dar um tom de modernidade para a trama e fazer uma leve e inteligente crítica ao amor líquido e a fragilidade dos vínculos humanos nos dias de hoje.

Em resumo, “Um Amor Inesperado” não apresenta enredo revolucionário, mas o grande mérito da película está na construção dos personagens – muito por causa do trabalho e da química da dupla formada por Mercedes Morán e Ricardo Darín.

“Um Amor Inesperado” é um cinema de atores. Excelente para quem gosta de atuações brilhantes.

Divertido, eficaz e honesto, um filme sobre se reapaixonar por si mesmo e pela vida, não importa a idade.

Aqui fica a dica de um excelente entretenimento.

Adorei!!!

Mais filmes com Ricardo Darín

Todos já sabem


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Será que dá pra viver sem?

Esses dias me peguei pensando sobre minha mania de comprar coisas sem precisar. De tempos em tempos eu encano com algo: cosmético, objeto pra casa, suplemento, vinil, livro, sapato… Sempre tem uma bola da vez para gastar algum dinheiro e acumular mais.

Mas conversa vai conversa vem, eu descobri que não se trata de comportamento exclusivo meu. Eu tenho uma amiga que surta na papelaria, por exemplo. Ela considera sagrada aquela passadinha semanal pra checar as novidades. E, vamos combinar, que ninguém precisa de marcador ou de post it todo dia, né?

Já o marido de outra amiga até sabe das nossas compulsões e brinca sempre com isso. Quando ela diz que vai a farmácia, por exemplo, e pergunta se ele precisa de algo, ele logo responde: – Vê lá um lançamento pra tratar o coração ou algo novo pra diabete…

Eu sei, eu sei. Nosso sistema econômico é baseado na perspectiva de crescimento infinito. Mas os recursos naturais são limitados.

Agora, será que essa mania de sempre mais não precisa acabar?

É fato que quanto mais a gente envelhece mais tendência a manter coisas que funcionem como recordações. E não bastasse as nossas bugigangas acumuladas sempre guardamos as dos nossos filhos também. Mesmo quando eles já saíram de casa para montar a própria.

Mas afinal, o que dá pra viver sem?

E se o sistema entrasse em colapso e as pessoas em todo o mundo fossem obrigadas a viver com muito pouco? Te convido a fazer esse exercício. O que na sua vida não é essencial?

E eu garanto que tem muita coisa aí pra abrir mão…

Li esses dias um artigo sobre uma jornalista alemã que decidiu passar um ano de sua vida longe das facilidades do consumo. Ela contou a experiência num livro chamado “Apocalipse Now!” e fiquei bem curiosa pra ler.

Durante a experiência, realizada em Barcelona, na Espanha, ela viveu apenas de escambo e agricultura orgânica. Ela contou no artigo que para sobreviver apelou às técnicas e estilo de vida de seus antepassados, que viveram durante o período de guerra e pós-guerra na Europa.  

Tá booom! Concordo.

Não precisa ser tão radical.

Mas eu fiz uma relação de coisas que vou cortar pra reduzir o meu consumo e vou tentar sobreviver por algum tempo. Quer saber o que são?

A primeira coisa pela qual sou completamente louca são cremes pra cabelo e corpo. Ah meus sais! Não digo que vou viver absolutamente sem. Mas vou escolher um kit prioritário com shampoo, condicionador, hidratante, finalizador e “day after”. Chega dessa mania de variar tanto. Não preciso ter tanta opção diariamente…

Outro lugar onde gasto rios de dinheiro é em farmácias. É uma baita compra de vitaminas, analgésicos e afins. Desde que não seja orientação médica, estou disposta a lidar com as minhas dores de cabeça de forma alternativa.

Sapatos. Tenho muitos. E alguns novinhos, que nunca saíram da caixa. Minha meta é ficar 12 meses…Ops! Melhor reduzir pra seis meses (eu me conheço) sem comprar nenhum par.

Assinatura de TV a cabo e de algumas revistas. Eu tenho tanta opção na internet então pra que ainda assino um pacote completo se nem dou conta de ver?

Uma coisa que já faço faz tempo é levar minha garrafinha de água pra onde vou. Assim não preciso comprar mais uma a cada hora que sinto sede. Acho que são pequenas coisas que podem fazer grande diferença rumo a uma existência mais minimalista e mais consciente.

Depois eu conto pra vocês como foi minha experiência, mas acho que super dá pra viver sem!

E vocês Já pensaram nas coisas que não são essenciais para uma vida mais leve e feliz? Me contaaaaa!

Leia também Organizei minha casa (e minha vida) com as técnicas da Marie Kondo.

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O premiado filme francês Jovem e Bela

Jovem e Bela conquistou o Festival de San Sebastián e concorreu a Palma de Ouro em Cannes 2013. O longa, escrito e dirigido por François Ozon, cineasta tão obcecado com o universo feminino quanto o espanhol Pedro Almodóvar, é um belo estudo psicológico de personagem.

Durante as férias de verão com a família, Isabelle vive a sua primeira experiência sexual. Ao voltar para casa, a adolescente divide seu tempo entre escola e o novo trabalho, como prostituta de luxo.

As dificuldades comuns a tantos adolescentes, somado as ilusões que acompanham a descoberta sexual da jovem e bela garota, são revistas em minúcia pelo diretor. Sua abordagem imparcial, bem humorada e elegante, tem como principal virtude a notável atuação da novata Marina Vacht, que conduz o filme enquanto hipnotiza com sua inegável beleza.

Sem problemas financeiros, o que leva a garota à prostituição?

Ozon questiona a maneira como as mulheres são direcionadas ao explorar a beleza e sensualidade como suas principais mercadorias. Ozon não está preocupado em levantar teses e nem julgar a adolescente.

Com seu olhar melancólico, Isabelle, poucas palavras e uma sutileza inacreditável ajuda a criar na cabeça do espectador o enigma proposto pelo diretor, com uma personagem amoral, desprovida de consciência ou culpa, desassociando sexo de emoção, e com suas incoerências, que se não precisa do dinheiro, o utiliza como uma ferramenta para proteger seus sentimentos.

Com um belo roteiro dividindo o filme em quatro atos representando as quatro estações do ano, cada um deles com um ponto de vista sobre a adolescente, respectivamente, do irmão, do cliente, da mãe e do padrasto.

Com ótimas interpretações e a experiência de Ozon, o longa tem um bom ritmo, causando ao espectador uma tentativa de compreender sua protagonista da primeira até a última cena.

“Jovem e Bela” é pontuado por música de François Hardy, cantora francesa dos anos 1960/1970, que, como Isabelle, transmite uma melancolia introspectiva e enigmática.

Numa ausência intencional de profundidade, Ozon contempla a adolescência sem julgar nem tentar explicar. Na cena final, porém, a aparição de Charlotte Rampling impõe ao espectador o sentimento que, a juventude finda, a beleza guarda seu absoluto mistério, e apenas o tempo poderá revelar algum sentido para as precoces experiências.

Vale a reflexão!


Outros filmes franceses:

Festival Varilux de Cinema Francês

Diário de uma camareira

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As cores e os cortes de cabelo para o Outono-Inverno 2019

Você tem o costume de mudar a cor e o corte dos cabelos quando muda a estação do ano? Eu não tinha esse hábito. Aliás, mudei muito pouco. Mantive o mesmo tom nos cabelos por um loooongo tempo. Mas os novos hábitos me abriram novas possibilidades.

Veja só! Agora, gosto de colorir os fios a cada 20 ou 30 dias, no máximo. Apesar de usar ótimas colorações, os fios sofrem um pouco com toda a química. Por isso, eu acabo cortando os cabelos com uma frequência maior.

Tenho amigas que optaram por fazer a transição dos cabelos coloridos para o branco. Acho muito bacana e, nesse caso, o corte de cabelo ideal faz toda a diferença.

Já que posso mudar praticamente todos os meses, porque não experimentar novas cores e cortes? Eu ando de olho nas tendências das estações. Deixei mais claro no Verão, o que eu acho que combina com a estação mais quente e colorida do ano.

Agora é Outono. Tá certo que aqui no Brasil não temos as estações tão bem definidas assim. Mas muda um pouco, sim. O Outono começa um pouco mais quente e as temperaturas vão caindo ao longo dos próximos três meses. Até o céu fica numa coloração vermelho-alaranjado, já perceberam?

Esse ano eu dei uma vasculhada em sites e revistas para acompanhar quais serão os cortes e as cores tendência para os cabelos na temporada Outono-Inverno. Quer ver?

Tendência em cortes

Você pode não gostar mais de cabelos muito longos. Mas também não precisa radicalizar, e usá-los sempre curtos, né. Além de variar na cor, é bom mudar um pouco o estilo do corte e escolher o que combina melhor com o seu rosto.

Double long bob

O long bob, corte queridinho dos salões, continua na moda, mas agora numa versão mais longa. É um corte reto, um pouquinho abaixo dos ombros. A parte da frente é mais alongada e a parte de trás é levemente desfiada. Unanimidade, pode ser usado por quem tem qualquer tipo de cabelo.

Blunt cut

Saem de cena o repicado e o desfiado e entra um corte com a base reta. O look é a nova tendência para quem tem qualquer tipo de cabelo e em qualquer comprimento. Esse corte é elegante e adiciona um tom de modernidade ao visual. É uma opção para seu novo corte de cabelo?

Wavy bob

Superatual, esse é um corte curto, com franjas e os cabelos levemente ondulados. O comprimento do cabelo fica entre o queixo e o pescoço e a altura da franja também pode variar. Pode parecer um corte mais jovial, mas não é. Opção estilosa para quem gosta de inovar nos cortes e não tem medo.

Tendência em cores

O loiro continua (sempre!) fazendo sucesso nas madeixas por aí. Mas sabe qual é o tom que terá destaque na temporada outono / inverno 2019? O marrom escuro e em uma versão natural e mais homogênea. A tendência é uma cor mais sóbria e discreta para dar mais classe e elegância. Se você quer cobrir os fios brancos, confira o que fará sucesso nos próximos meses.

Marrom escuro

A cor marrom escuro pode estar sozinho nos seus cabelos ou em algumas variações como café ou chocolate. Fica bonito também misturado com a cor malva, um tom meio púrpura que deixa reflexos interessantes nos fios

Castanho clássico

Chique e versátil. O castanho clássico é a opção para quem quer estar na moda de um jeito elegante. Você pode optar por um tom um pouco mais quente ou fazer algumas luzes espalhadas pelos fios para iluminar.

Loiro platinado

Está em dúvida em deixar os fios totalmente brancos? A sua cor pode ser o loiro platinado, com a sua versão acinzentada. É uma opção moderna e estilosa para usar a cor tendência entre todas as idades.

E agora, você se animou para mudar o look nas próximas estações?

Conta aqui para a gente qual será a sua opção.

Lei mais sobre cabelos:

Assumindo os cabelos brancos

Sobrevivi aos anos 80 e 90 com os cabelos crespos

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Massagem tântrica para melhorar o sexo

Eu preciso compartilhar um segredo com vocês. Participei de um workshop de massagem tântrica e apesar da vergonha inicial foi incrível! Eu já conhecia a prática há alguns anos, mas nunca me senti à vontade para fazer um treinamento.

Dar esse primeiro passo não foi nada fácil, pois é uma experiência que exige coragem. O primeiro exercício é só encarar o parceiro: olho no olho, sabem?

Em busca de conexão

Gente! Eu senti vergonha, fiquei ansiosa e até tive um pouco de medo do poderia acontecer dali pra frente. Mas, conforme fui relaxando, houve uma conexão sensacional com meu parceiro.

Eu fui com meu namorado, mas não é preciso ter um par para se matricular. Aliás, vi participantes sozinhos que encontraram um par no próprio curso.

Pra quem nunca ouviu falar, o tantra é uma filosofia hindu. Então, envolve muito mais do que sexo. Prega que o corpo é um meio para o autoconhecimento e que atua como uma ponte entre o planeta e o transcendental.  A finalidade é alcançar uma expansão sensorial, ligada ao desenvolvimento da espiritualidade. O sexo é só um complemento dessa vivência.

Diferença é o objetivo

De uma forma leiga e restrita, acho que a maior diferença entre a prática tântrica e o sexo tradicional é que não existe objetivo de ejacular. Não existe a pressão da ereção. O prazer está presente quando se é tocada em várias partes do corpo e não nos órgãos sexuais especificamente.

Agora, se prepara! O ritual completo é longo. Em vez de 15 minutos (às vezes nem isso!) em busca do orgasmo, gasta-se de 3 horas a 5 horas. Claro, que não dá pra fazer todo dia, né? Mas é possível usar algumas técnicas de massagens quando se faz amor.

E nem é preciso ser um expert para prolongar o prazer por meio do toque já que, na prática, o fim não é a penetração e, sim, o orgasmo intenso pelo corpo todo.

Benefícios após os 50

Vamos combinar que pra quem já passou dos 50 o sexo já ganha mesmo outra pegada por conta da redução dos benditos hormônios que derrubam a libido da gente. E não é diferente para eles. A ereção fica muito mais difícil.

Então, é nessa fase da vida que o sexo pode ser bem melhor! Justamente porque é feito (ou deveria) sem urgência e com menos repressão. Isso por si só já inclui regras do Tantra. Tá vendo como não é um bicho de sete cabeças?

Eu achei uma baita terapia alternativa porque ao liberar energia sexual minha autoestima foi lá pra cima. Me senti mais poderosa, não sei…

Além de ajudar emocionalmente, a prática melhorou meu processo fisiológico porque minha lubrificação foi incrível.

Eu também recomendo mentores sérios para se aprofundar na vivência. Mas existem cursos e locais onde se ensina ou é possível receber a massagem tântrica, essa mesma que estimula essas regiões nas quais se concentram as zonas erógenas do corpo.

Do que eu aprendi, destaco aqui algumas dicas para fazer em casa.

Sem pressa

Diminua todos os movimentos. Eu disse TODOS

Uma vez de cada

As massagens ou toques devem ser feitas primeiro em um dos parceiros e depois no outro. Nunca simultaneamente.

Concentração

O tal olho no olho é fundamental para criar intimidade. Se possível, mantenha o tempo todo.

Seu corpo é um templo

Celebre a troca de energia com respeito, amor e felicidade.

Ponta dos dedos

As carícias devem ser com as pontas dos dedos em movimentos leves e suaves. Há técnicas distintas para homens e mulheres, mas acho importante um instrutor explicar os exercícios mais íntimos.

Quem se anima a participar de um curso também?

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Todos Já Sabem – suspense e segredos do passado

Todos Já Sabem, primeiro filme do diretor e roteirista iraniano Asghar Farhadi, falado em língua espanhola, tem produção de Pedro Almodovar e um enorme elenco encabeçado por Penélope Cruz, Javier Bardem e Ricardo Darín.

Ambientado no pequeno povoado de Torrelaguna, na Espanha, já nos primeiros minutos do longa, o elenco é apresentado com fluidez e habilidade.

Após anos, Laura (Penélope Cruz) volta ao povoado de sua família com os dois filhos, para o casamento de sua irmã mais nova. Toda a família prepara-se para a festividade que toma conta da tela por longos momentos, desde a cerimônia na igreja até a grande festa no quintal da casa. Os festejos são expostos detalhadamente, mostrando a alegria dos presentes e um pouco da personalidade de cada um.

Entre os convidados está Paco (Javier Bardem), sua esposa, amigos da família e uma equipe de filmagem, além dos vizinhos do povoado. Tudo vai bem até que Laura percebe o desaparecimento de sua filha Irene.

Segredos são revelados e paixões colocadas à prova.

Muito da consistência presente aqui se deve à direção de Farhadi que consegue com que o público se envolva no ambiente familiar que lhe é apresentado. Pouco a pouco vamos conhecendo os diversos personagens e as suas peculiaridades.

Essa habilidosa condução de narrativa permite que haja uma conexão com cada uma das pessoas que compõe o núcleo familiar e isso se torna fundamental para que haja uma empatia com o drama ao longo da segunda parte.

Com uma delicadeza admirável, a fotografia sofre alterações para que não reste dúvida de que não estamos mais diante da alegria que dominava a primeira parte do longa. E aqui uma das figuras mais decisivas nessa mudança se deve a Javier Bardem. 

O conflito que Farhadi cria entre Bardem e Cruz é interessantíssimo e, ao lado do seqüestro, mantém o interesse do espectador até o final da trama. Mas não se pode dizer o mesmo de Darín, aqui em performance mais contida que pouco soma à trama apesar da excelente construção envergonhada e silenciosa de um homem que tinha muito, mas perdeu tudo e se ancora agora apenas na fé que o salvou do vício da bebida.

Bardem tem a sensibilidade de não fazer uma mudança radical em sua atuação como se pulasse de uma entidade para outra entre início e o desfecho do filme. Simplesmente perfeito. Penélope Cruz tem espaço de sobra para brilhar. Basta olhar para ela quando se dá conta que sua filha desapareceu para ver como possui controle absoluto de sua atuação, como também nos momentos decisivos que partem dela, e nas atitudes que são  tomadas por ela.

Com esse grande elenco, Todos Já Sabem consegue manter o suspense e o senso de curiosidade aguçada do espectador até o fim.

Apesar do mistério ao centro, o diretor está mais preocupado em construir sua narrativa com paciência e um olhar talentoso para criar personagens profundos, com passados complexos, mas que continuam em transformação. 

Farhadi se mostra interessado em estudar como o efeito cascata de manter coisas em segredo pode cobrar seu preço anos mais tarde.

A condução sensível de Farhadi, muitas vezes dispensando palavras em seu roteiro e resolvendo jornadas emocionais dificílimas através de pequenas ações silenciosas, garante um filme que imageticamente diz muito sem precisar esforçar-se explicando textualmente. 

O resultado é uma lição sobre segredos, e como o passado sempre fará parte do presente e, com certeza do futuro. 

Muito bom!!!

Aqui fica a dica para você! 

Filmes com Penélope Cruz

O mistério do assassinato no Expresso Oriente

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Como Páscoa para chocolate

Mal acabou o feriadão do Carnaval e eu já estou pensando no próximo… Calma! Eu explico. É que eu amo celebrar a Páscoa. E sou louca por chocolate, claro. Simplesmente adoro a tradição, inclusive da caça aos ovos das crianças, que costuma divertir a reunião de família no domingo. Mas gosto ainda mais de presentear a quem amo. Acho tão significativo quanto o Natal.

Pode ser um embrulho bacana, uma caixa delicada, mas o que importa mesmo é o conteúdo. Não precisa ser nada gigante não, afinal ninguém que fazer o seu próximo engordar.  Uma lembrancinha para degustar é o que basta. Mas tem de ser de um bom chocolate. Afinal, quem não gosta? Dá pra agradar (quase) todo mundo.

Estou super empolgada com uma novidade que andei vendo por aí!  

Já ouviu falar do chocolate rosa ou ruby? Ele chega como um quarto sabor,  ao lado do branco, ao leite e amargo.

O melhor de tudo é que essa maravilha é extremamente natural. Os grãos do cacau – aqueles parecidos com feijões – que dão origem ao chocolate rosa são encontrados exclusivamente na Costa do Marfim, no Brasil e no Equador.  Por causa de suas características peculiares, ele deixa o chocolate naturalmente rosa e com gosto intenso, sem adição de aromas ou corantes.

Quem assina a descoberta é a empresa belga-suíça Barry Callebaut, uma das maiores processadoras de cacau do mundo.

Exótico demais?

Então, espera aí. Tem pra todos os gostos. Que tal uma caixa caseira de brigadeiros gourmet igual a essa aqui embaixo?

Quem aí é louco(a) por Brigadeiro? Nós também! Por isso, tivemos a difícil missão de degustar e eleger as 10 melhores Brigaderias Gourmet de São Paulo.

Uma espiada na internet e você encontra vários fornecedores confiáveis. Eu gosto muito do chocolate artesanal e tenho pensado em produzir a minha própria safra. Quem sabe não me animo. O que vocês acham?

Eu estou em dúvida. Será que vai ser tão divertido assim fabricar os ovos? E olha cada mimo eu achei. Essa panelinha com brigadeiro para comer de colher é fofa demais!

Panelinha de brigadeiro; da Cadô Presentes (www.cadopresentes.com.br), por R$ 12 (unidade). Disponibilidade e preço pesquisados em julho de 2013 e sujeito a alterações

E a ideia de colocar ovos de chocolate numa caixa de ovos de galinha é demais… Com essa sacolinha, então, fica um charme.

Pois é! Acho que esse ano vou cuidar só da embalagem…Olha esses saquinhos de pano com orelhinhas. Perfeito para rechear de doces.

E esse outro aqui! Cheio de ovinhos de chocolate fica uma graça. É simples, mas  o que conta é o carinho, né não?

Agora se é sofisticação que você quer,  que tal essa caixa de trufas? Dá água na boca só de olhar.

Tem também várias outras coisas que podem fazer a alegria de quem ganha só pela lembrança. Barras de chocolate, bombons , pão de mel ou até um bolinho de cenoura. Desde que a cobertura seja de chocolate, porquê não?


É por essas e outras que eu amo a Páscoa.  Não consigo abrir mão dessas delícias. Me resta aproveitá-las, mas sem enfiar o pé na jaca!

Leia também Passo a passo para montar um maravilhoso arranjo de mesa na Páscoa.

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O dia em que o laboratório me chamou para refazer a mamografia

Outubro-Rosa-Dominique

Todo ano vou ao laboratório e faço aquela bateria de exames para verificar se está tudo bem com a minha saúde.

Cheguei a uma conclusão:  há vários tipos de pessoas quando o assunto é check-up:

  1.  As que se preocupam muito e de maneira exagerada e que 5 minutos depois de colherem sangue, já começam a entrar no site do laboratório para acompanhar o resultado em tempo real.
  2.  Os normais, que não gostam muito de fazer check-up, mas fazem por desencargo de consciência. Só que na hora H dão uma encanadinha com a demora do laboratório em soltar o resultado. Este tipo de gente, reclama de tudo. Da demora, do preço (mesmo que o convênio pague), do lanche, etc.
  3. . Os devotos do “quem procura acha”. Estes não fazem exames para não achar nada.
  4.  E eu. É, eu sou um tipo estranho porque sempre, absolutamente sempre, acho que não tenho nada. Mas claro, como não sou irresponsável e para não ouvir amolação, faço meus exames. Acho um exagero fazer aquela montanha de exames que eu SEI, com a certeza dos sábios, que nunca vai dar nada. Minha única esperança é que achem alguma coisa que justifique o meu sobre peso.
    Não não meninas! Isso nunca aconteceu! Nada justifica meus quilos a mais!! 

Mas voltando a minha prepotência de achar que nunca vão achar nada…
Tenho muitas explicações para isso: desde pessoas muito dramáticas ao meu redor a vida toda, até pessoas muito próximas com doenças sérias de verdade. Então, dramalhão além de me incomodar, me envergonha.

E aí, com 53 anos, faço anualmente a tal mamografia.
Sem drama. Não tenho o menor problema com ela. Não sinto dor, não me constranjo, não sinto nada. Pra mim, é menos sofrido do que ir para a esteira. Ahhh, isso sim é penoso.

Só não vejo a hora de ir embora e fazer minhas coisas que estão sempre atrasadas.
– Pronto? Acabou? Oba!!!

Peço que entreguem os exames diretamente para  meu  médico e esqueço deles até o dia em que ele  ligará para ÓBVIO, dizer que: – Está tudo ótimo Dominique, Parabéns!
Afff, como se eu não soubesse.

Só que um dia, meu telefone começa a tocar insistentemente durante uma reunião. Número desconhecido.
Apesar de estar no silencioso vi o bicho vibrando e acendendo. Na quinta vez, minha curiosidade me dominou e saí para atender.
Era do laboratório:
– Dona Dominique, por favor, é necessário que volte para refazer algumas imagens de sua mamografia.
– Por que?
– É que temos um achado. Provavelmente nada, mas precisamos refazer a imagem, Dona Dominique
– Gente, de novo??? Isso não é nada. É minha displasia. Não é na mama direita, em cima?
– Não. É na mama esquerda bem embaixo.
– Isso, isso aí mesmo! É minha displasia.
– Por favor, volte ao laboratório para refazermos sua mamografia.
– Ôh minha filha, estou tão ocupada. Se você soubesse… Precisa mesmo? Semana que vem, que dia?
– Não senhora. É preciso que seja hoje ou amanhã.
– Afff, Ok! Vou amanhã.

No dia seguinte fui e refiz as tais imagens da minha mamografia emburrada e apressada.

Não deu 1 hora e toca o celular:
– Dominique querida, é o Doutor Mauro. Dá um pulinho no meu consultório. Quando? Agora, minha linda. E traz alguém com você, tá?

Ihhh… Pensei com meus botões, dessa vez vai dar trabalho. Achei que já estava na hora de começar a me preocupar. Na verdade, acho que neste momento, me dei o direito de me preocupar.

Daí pra frente, vou poupar você, minha querida amiga, da via crucis que é até o dia da cirurgia.
E não, apesar do nome Carcinoma lobular in situ, não era câncer.
Carcinoma! Meu, puta susto que você leva quando falam o diagnóstico.
Tanto que mudaram o nome para Neoplasia Lobular. Mas naquela época ainda era aquele nome.

Gente, assusta. Assusta todo mundo. Dá medo. Dá muito medo.
A quem eu estou querendo enganar dizendo que nesta hora não fiquei pensando em um milhão de coisas?
Minhas defesas são claras, tentando sempre minimizar o fato para ver se ele desaparece.
Desta vez não foi possível. Não desapareceu.

Este diagnóstico necessitou uma cirurgia.Eu não queria que a família soubesse. Não queria comoção, principalmente porque o médico me afirmou 10 vezes que era muito simples e pequeno. Não necessitaria nem de tratamento posterior.
Com todos estes argumentos do médico, insisti mais uma vez se era mesmo necessário uma cirurgia.
Foi aí que ele falou. Falou talvez aquilo que eu não queria ouvir:
-Simples não quer dizer que não há risco, Dominique. O seu risco é 8 vezes maior do que qualquer outra mulher de desenvolver algo muito pior. E isto tem que ser tirado imediatamente.

E foi nesta hora também, sozinha com ele, e muito séria que perguntei:
– Doutor, alguma chance de eu sair da cirurgia sem minhas mamas?
– Infelizmente, sim. As chances são pequenas, mas elas existem. E você terá que resolver agora que caso isso seja necessário, eu posso fazer na hora ou se fechamos e resolvemos o que fazer depois. Esta aqui o termo para que você assinale sua decisão e assine.
Eu resolvi. Naquele momento. E assinei. Mas não consigo me lembrar qual foi minha opção. Juro. Não lembro.

Marcada a data, voltei a minha antiga postura de defesa, chamando o médico de exagerado para quem quisesse ouvir. Tentei com todas as minhas forças acreditar de verdade num possível erro ou numa superproteção e cautela.

E chega o dia! Sou internada e me dão aquele remedinho para chegar grogue no centro cirúrgico. Genteeee, Eu já sou um perigo acordada, mas chapada sou dinamite.

Bom… A última coisa que lembro, já bem grogue, foi de perguntar para uma médica que estava no centro cirúrgico.
– Ahhh, você é a Doutora Mila? Esposa do Doutor Mauro que o assiste nas cirurgias?
– Sim Dominique, sou eu.
– Você pode tirar a máscara para que eu veja seu rosto?
– Posso sim, mas por quê?
E enquanto ela tirava a máscara, eu me lembro de cochichar:
– É que me disseram que você é super bonita e eu queria conferir…
Até hoje, não lembro da cara dela, nunca mais a vi, e não sei se falei algo mais ou se tive uma reação positiva ou negativa.
Olha a loucura que eu fiz com meu peito na mão desta mulher!!!

Acordei da anestesia com um médico sorridente ao meu lado. Na hora percebi que tinha corrido tudo bem.

Continuo fazendo tipo para a torcida dizendo que acho tudo um exagero, mas já sem aquela veemência e agora, sempre num tom muito mais jocoso e coquete, não mais revoltado.

E de verdade, sei que tive muita sorte, muiiiita sorte. Toda noite agradeço a Doutora Patrícia Ohara do laboratório Fleury, que com um CRM de 6 dígitos (ou seja, uma médica bem jovem), encontrou, segundo o Doutor Mauro, o que poderia ter passado desapercebido para a maioria dos olhos mais bem treinados.
E a Doutora Mila, que deve ser uma mulher linda porque meu peito ficou bem bonitinho.

Meninas, não se esqueçam: Prevenção, sempre!!! Mamografia todo ano.

Leia mais:

Ahhh, e quando você tem seu primeiro fogacho? 

Você acha que a menopausa tem lado bom? Tem sim!

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

15 Comentários
  1. Olá Adriane! Tudo bem? Eu fui chamada pra repetir minha mamografia. Será que pode ser? O que deu pra vc, quando vc refez se for possível vc compartilhar estou muito nervosa.
  2. Tenho 38 anos , me ligaram pedindo para uma imagem complementar da mamografia, estou confiante, há 6meses atrás na mamografia apareceu um nódulo, e pediram p repetir, estou confiante, que não pode ser nada, mas ao msm tempo se for vamos cuidar!
  3. Dominique amei seu texto…o encontrei buscando quem recebeu ligação pra complementar uma ultra mamária. Não sei o que me aguarda ..mas espero que seja apenas profissionais criteriosos nos laudos laboratoriais. Beijo

  4. Oi tenho muito medo desses exames mamografia e ultra-som das mamas mais sempre faço anualmente sempre dar cistos simples de mamas mais antes de fazer fico com o coração na garganta

  5. Hoje é um dia em que me ligaram para refazer a mamografia. Faço desde os 29 anos e agora aos 49 me ligaram porquestra algumas imagens não estão claras. Lá vamos nós! Encontrei se texto buscando pessoas com que tivessem recebido uma ligação assim. Adorei a Dominique .

  6. Tenho mamas densas, minha ultrasson não detectou nenhuma anormalidade,,ao mesmo tempo fiz mamografia e mandaram repetir. Tenho 48 anos.Preciso refazer a mamografia mesmo tendo feito a ultrasson antes e não ter nada demais?

    1. Querida, espero que tenha resolvido sua questão. Mas eu não tenho como te aconselhar em relação a isso. Posso apenas te dar colo. Quem tem propriedade é sempre o médico.

      Beijocas

  7. Não tem como, deixar de aplaudir a Dominique. A história do Asilo, é hilariante. Aprende-se muito com Dominique, inclusive, deixar os medos, e enfrentar a realidade, seja ela qual for, mas com alegria e determinação.

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Mesa decorada para receber convidados é um carinho à parte!

Vou contar um segredo. Quando saio para jantar na casa de amigos, eu me sinto mais acolhida se sou recebida com uma mesa arrumada e bem decorada. Não me refiro a objetos de luxo. Meu olhar não está sobre o valor das coisas, da comida ou da bebida. Mas no cuidado que os anfitriões tiveram apenas para nos receber.

Tanto faz se a decoração é simples ou sofisticada. Eu me sinto acolhida e valorizada ao ver que quiseram deixar o ambiente mais bonito e confortável para passarmos um tempo juntos. Claro que receber bem envolve muitas outras coisas. E outro dia podemos voltar a esse assunto. Mas hoje quero destacar o cuidado com a decoração da mesa.

Mesa decorada para as visitas

Eu adoro decorar a mesa de jantar para receber os meus convidados. Pode ser para um simples queijos e vinhos ou um jantar mais completo. Gosto de planejar a composição da mesa. Como uso quase sempre os mesmos pratos, copos e talheres, o meu segredo está na escolha dos itens da decoração.  

O meu primeiro passo foi investir em um jogo de jantar mais moderno e de qualidade. Aposentei de vez alguns pratos e travessas que ganhei de casamento! É preciso estar atualizado até mesmo nos acessórios para casa! Claro que algumas coleções são eternas. Não é preciso se desfazer de tudo, basta compor com alguns itens atuais.

Novos jogos de jantar

Adoro acompanhar as tendências pelo Instagram ou no Pinterest. Nos últimos tempos vi uma mudança no estilo dos jogos de jantar. Saem os pratos lisos, apenas pintados ou com pequenos detalhes. Entra uma louça um pouco mais pesada, com detalhes entalhados e em formatos diferentes. A ousadia também está nas cores. Os pratos de sobremesa podem ser substituídos também por cumbuca especiais. Fiz uma seleção dos meus preferidos no Pinterest.

Criatividade em jogo americano

Com um jogo de pratos mais bacanudo, investi em algumas opções diferentes de jogo americano para compor a mesa decorada. Esse é um item que não é tão caro e dá pra variar em cores e formatos. Se a ocasião é mais informal, combino com cores mais fortes e materiais mais rústicos. Em jantares mais chiques, uso os jogos em linho e com detalhes mais delicados.

Vasinhos e flores para completar!

Adoro flores e eu acho que completam um ambiente e a mesa decorada. E não é preciso comprar dúzias e dúzias para ter um efeito bacana. Eu investi em alguns vasinhos coringa em murano e em vidro. Funciona super bem: o simples e o sofisticado juntos. Distribuo pela mesa com alguns flores em casa e pronto!

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Outono – a estação mais romântica e com cara de aconchego

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