Tag: menopausa

Escolhas do passado interferem no seu presente. Dá tempo de escolher melhor

Você já pensou nas escolhas que fez até agora?

A maturidade financeira nem sempre acompanha a maturidade cronológica. Mulheres, com mais de cinquenta anos, se percebem com recursos financeiros restritos, instabilidade e problemas em administrar suas finanças nessa fase da vida. Muitas Dominiques podem ter criado a expectativa de que na idade em que estão já estariam financeiramente estáveis, resolvidas e equilibradas.

E isso nem sempre acontece, em função de vários fatores e mudanças. Há mulheres que decidem ter uma nova atividade de trabalho que pode demandar tempo para gerar renda e estabilizar.  Há mulheres que se divorciam e tem o padrão de vida alterado. Outras que precisam encerrar o seu negócio próprio pelo pouco rendimento que os mesmos tem gerado, entre outras situações.

É preciso considerar a realidade atual, as dificuldades e instabilidades socioeconômicas do nosso país, diante de tantas mudanças que estamos atravessando. Muitas pessoas que tem o próprio negócio podem ser prejudicadas em dias de jogos da Copa do Mundo, por exemplo. Ou em dias de greve, nos quais os seus funcionários não comparecem. Enfim, há influências externas importantes que geram insegurança.  Mas não podem ser a única justificativa para os problemas financeiros. Há componentes internos que devem ser analisados também. As dificuldades em pagar contas e administrar o dinheiro podem causar ansiedade, depressão e sentimentos negativos já que tais dificuldades podem ser interpretadas como fracasso e incapacidade.

O dinheiro em si é um instrumento de troca e interação e cada um lhe atribuirá um significado de acordo com seus próprios valores. Esse significado está ligado à história de vida, à forma como nossos pais usavam e nos ensinaram a usar o dinheiro, ao significado que o dinheiro adquiriu para o indivíduo, às dificuldades e aos momentos de fartura de outras épocas. Muitas crenças são inconscientes e influenciam nosso modo de viver. Considerar o dinheiro um problema ou carregar culpa por ter mais dinheiro do que as outras pessoas são noções distorcidas que podem sabotar o ganho financeiro e a administração desse ganho.

Torna-se imprescindível pensar sobre o panorama financeiro de nossas vidas e ampliar a compreensão de como lidamos com o dinheiro. Como são meus gastos? Como conduzo minha vida financeira? Quais são minhas prioridades? O que preciso mudar ou ajustar nessa área? É sempre proveitoso analisar situações que vivemos para que possamos promover mudanças. Os problemas afetivos podem levar a pessoa a buscar compensações no consumo excessivo. Na satisfação em ter algo que evite o contato com uma situação emocionalmente dolorosa. A crise financeira pode ser a consequência, e não a causa do problema.

Preciosos insights surgem quando nos propomos a enfrentar dificuldades e repensar atitudes. A situação financeira sofre a influência direta da nossa saúde emocional. Nossas emoções guiam nossas ações e também o uso do dinheiro, consequentemente. Criar um equilíbrio entre essas duas áreas da vida prepara a pessoa para enfrentar adversidades que podem surgir. Não podemos controlar os imprevistos da vida, mas podemos fazer exercícios constantes de análise e conscientização que aumentam nossa resiliência e nos fazem acreditar no nosso próprio potencial em superar problemas.

A vida não tem um script, uma regra incondicional. Sempre há tempo e motivo para um refazimento de projetos, desde que a pessoa se permita pensar novos caminhos e comportamentos. O ponto de partida é a consciência de si e a busca de um estilo de vida feliz, financeiramente equilibrado!

Leia Também:

5 motivos que atrapalham nossa estabilidade financeira

Os desafios da recolocação no mercado de trabalho para Dominiques

 

Alcione Aparecida Messa

Psicóloga, Professora Universitária e Mediadora de Conflitos. Doutora em Ciências. Curiosa desde sempre, interessada na beleza e na dor do ser humano. E-mail: alcioneam@hotmail.com

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Avoada, eu? Agora existe oficina de memória, Dominiques!

Dominique - memória
Sempre fui avoada, perco chave do carro, óculos, chave de casa, token do banco, mas ultimamente isso tem passado dos limites para qualquer ser humano razoável.

Trocando confidências com amigas, todas Dominiques, vejo que a Síndrome da Cabeça de Vento vem atacando todas nós.

Pesquisei sobre o assunto e descobri que um dos efeitos da Maspassa (a maledeta menopausa) é justamente a perda da memória.

Nesse meio tempo, fui apresentada à gerontóloga Paula Brum que iluminou o fim do meu túnel e, acredito, que vá dar uma luz para vocês também.

Primeiro de tudo, gerontologia é a ciência que estuda o processo de envelhecimento em suas dimensões biológica, psicológica e social. No Brasil é uma profissão nova, apenas 12 anos. Paula formou-se na primeira turma na USP, especializando-se em treino de memória.

Na Europa, há muitos gerontólogos, porque os países se prepararam para atender a sociedade que vem envelhecendo há bastante tempo e trabalham com prevenção. A oficina de memória nos países europeus é oferecida pelo governo para toda a população idosa.

Aqui, em terras tupiniquins, os médicos ainda não conhecem profundamente a área da gerontologia, logo não indicam aos seus pacientes. No entanto, não é raro, o médico constatar uma melhora na capacidade cognitiva no paciente após um período de treino da memória.

Todo o indivíduo passa a perder uma série de capacidades a partir dos 30 anos e essa perda fica mais evidente ao completar 60.

A aposentadoria não causa perda de memória. o que a propicia é parar de vez sem ter uma nova atividade, começar algo novo, isso, sem dúvida, contribuiu para o aceleramento do processo. Sabe aquela história de parar e ficar em frente à TV.

Aliada à depressão, ansiedade e ao stress, a memória fica extremamente comprometida.

A notícia boa é: podemos recuperar a memória e voltar como éramos aos 30 anos! Ufa, amei!

Até pessoas com Alzheimer ou doenças senis e que tem como prognóstico o esquecimento dos nomes dos familiares em dois anos, podem prorrogar para 4 anos, ou seja, aumenta-se a qualidade de vida do indivíduo, com os treinos e medicamentos.

Mulheres e homens, a partir dos 50 anos, devem participar de Oficinas de Memória, independentemente de ter ou não algum problema. Todos, a partir desta faixa etária, perdem atenção, velocidade de processamento e memória de trabalho, faz parte do show.

Para entender um pouco o mecanismo, a atenção faz com que percebamos os estímulos visuais e auditivos. A velocidade é quão rápido pensamos. A memória de trabalho é a manipulação de informação na cabeça. Usamos o tempo todo, em uma simples conversa, por exemplo.

Todo idoso – no Brasil é qualquer um que passe dos 60 anos – perde estas três capacidades.

Falamos muito que estamos perdendo a memória, mas nem sempre ela é o problema. Pode ser a atenção o que está faltando.

A Oficina de Memória funciona como uma academia para o cérebro. Você não se preocupa em manter o seu corpo saudável exercitando-se? Com o cérebro é a mesma coisa, mas concorda que não damos a mesma atenção?

Este treino pode ser feito tanto em grupo, quanto individualmente. Eu participei de uma sessão em grupo com várias Dominiques e adorei. Sem falar que não me senti a última das moicanas. Todas estavam com problemas para lembrar o que comeram na hora do almoço!

Vou aproveitar e dar uma dica aqui para um exercício supergostoso para exercitar a atenção.

Escute esta música de Tim Maia (antes de dançar e cantar junto) e conte quantas vezes ele fala a palavra EU e quantas vezes ele fala a palavra VOCÊ!

[fve]https://www.youtube.com/watch?v=TZQsoLACMW0[/fve]

Depois confira a letra da música e veja se você acertou.

Ah! Aqui está o link para o site da Paula para você saber como funciona a oficina de memória: www.paulabrum.com.br

Como esta a sua memória? Diz para mim se conseguiu cumprir o desafio.

Leia Mais:

9 receitas deliciosas de sopa para esquentar no inverno
Ela se casou por causa de um speed dating!

Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

4 Comentários
    1. Pois é Andrea! Se a gente tem como resolver, temos que correr atrás. Perder parte da memória, com tanta coisa sob nossa responsabilidade, faz parte do show, mas recuperar é a boa nova, não é!
      Se nem que tem coisas que valem a pena ser esquecidas kkkk! Beijo grande para vc!

  1. Oi Janyra,

    Vale a pena participar da Oficina de Memória, é interessante e produtivo.

    Peça para a Paula Brum ou Patricia Martinusso para fazer uma sessão experimental. Se quiser, posso enviar o contato delas.

    Beijosssss

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Histórias da praia 3 – Uma Dominique se descobrindo no Rio Chico

Dominique - PraiaComo disse no primeiro texto sobre as histórias da praia, uma das melhores coisas da minha praia são os papos, os causos, as histórias. Lembra que falei no segundo texto da Marianne que andava de manhã cedinho roubando minha exclusividade?

Bom, fato é que nos tornamos boas amigas de temporada, quer dizer, só nos encontramos lá. E só batemos papos daqueles de lavar a alma de vez em quando.

E foi isso que aconteceu semana passada.

Nos encontramos no fim da tarde para um daqueles famosos cafezinhos.

Papo vai, papo vem, disse que nunca mais a tinha visto com sua câmera fotográfica. Companheira inseparável.

Ela falou que tinha dado um tempo. Não sabia bem porque. Mas tinha aposentado dentro de uma gaveta. Máquina, lentes e parafernálias.

– Sabe? O digital facilitou muito, mas me fez perder o tesão. Esse negócio de poder tirar muitas fotos para poder escolher a melhor tirou a beleza das fotos na minha opinião.

– Mas porque Marianne? É uma enorme facilidade.

– Porque o custo da revelação impedia que tirássemos esse monte de fotos. Quando fotografamos, o que importa é a primeira, é o nosso olhar naquele momento, é o que capturamos, é o que aquilo nos fez sentir. Aí vem o momento da revelação, sendo que na maioria das vezes já tinha até esquecido de algumas fotos. E aparece a delícia de descobrir aquele registro. Bem, posso ser anacrônica ou saudosista, mas acho que não tem mais a mesma graça.

E aí ela começou a contar como foi o processo dela de descoberta pela paixão pela fotografia.

Por volta dos 50 anos, (affff sempre por aí, né Dominiques?) ela quis fazer algo que fosse só dela, só para ela e que a libertasse um pouco dos papéis de mãe filha, esposa, profissional. Estava se sentindo oprimida nessa casca.

Ahhh Mariane, como eu te entendo.

A história de seu desenvolvimento como fotógrafa, eu vou pedir para ela contar pessoalmente.

Foi fazer cursos com feras. Cursos que precisava ser aceita. Mas como assim? Nunca fotografei. Como farei um teste? Well, ela foi aceita, porque sempre teve e sempre terá o espírito do artista. O olhar diferenciado.

E assim passaram-se anos fotografando e estudando.

Até que surgiu a dúvida. Mas o que é que eu fotografo?

Para que eu fotografo?

Sou mais uma fotógrafa de por do sol de Insta?

E resolveu realizar um antigo sonho. Conhecer e fotografar o Rio São Francisco.

Mas precisava fazer isso sozinha.

Precisava deste tempo. Precisava deste encontro com ela mesma.

Fez seu roteiro.

Colega, sério, eu jamais teria encarado essa viagem. Roots demais para meu estilo.

Mas Marianne, na época com 54 anos, partiu decidida de avião até Aracajú. De Aracajú, 5 horas de ônibus até Penedo. E de Penedo mais 6 horas de ônibus até Piranhas.

Você já ouviu falar de Piranhas? Pois é eu nuuuunca tinha ouvido falar.

Mas a descrição de Ma foi de dar água na boca.

Uma cidade muito organizada, com casinhas coloridas, ruas de paralelepípedos, às margens do Velho Chico, mas ainda cheia de grutas e com histórias riquíssimas sobre o cangaço, afinal lá foi feita a emboscada final para maria Bonita e lampião. N-U-N-C-A poderia imaginar. Afff! Quanta ignorância!

Mas voltando. Ma hospedou-se numa pousada, simples e acolhedora. Estamos falando de 2005. Muita coisa deve ter mudado de lá pra cá.

Mas lá vai ela fotografar e procurar sua essência.

Até que numa certa sexta-feira, Marianne começa a passar mal. Tontura, dor de cabeça, vómitos e febre.

– Ah!  Já já passa. Vou ficar quietinha no quarto hoje.

Aí começa a diarreia. Na madrugada de sexta para sábado percebe que a coisa só piora.

Que está sozinha, no meio de lugar desconhecido sem conhecidos.

O que adiantava ligar para família naquela altura? 4 horas de avião mais 11 horas de estrada?

Arrastou-se até a entrada da pousada, chamou a dona, que muito solicita, a levou ao hospital da cidade.

Para uma paulistana, chamar aquilo de hospital não parecia apropriado. Pela falta de equipamentos e tamanho, mais lhe parecia um posto de saúde.

Foi quando apareceu um médico.

Não. Ele não estava de branco. Não, ele não tinha cara de experiente.

Mas ela estava desmaiada. Oscilava momentos de lucidez com apagões totais.

Soro na veia e internação.

Internação??? Sozinha?

Não tinha jeito. Na verdade, quase agradeceu ter alguém, para cuidar dela.

Mas não deixava de estar com medo.

O médico acalmou-lhe. Disse que tudo ficaria bem. E falou que faria uma acupuntura nela.

Sua primeira reação?? Não! Acupuntura não? E as agulhas?

O médico sorriu complacente e pediu mais uma vez que ela não se preocupasse. Apenas que descansasse.

Bem, Marianne não tinha o que fazer. Estava entregue. Nas mãos daquele Doutor. Já tinha sido indelicada o suficiente. E tinha que acreditar nele.

E assim passou o sábado. Entre soros e agulhas. Entre pequenos apagões. Acordada se sentia num sonho. coisa estranha.

Mas passou. E veio o domingo. Que continuaria internada se recuperando. Embora já sentisse melhor. Bem melhor. Já tinha até fome!

Conseguiu sentar na cama e ver que estava numa enfermaria com outros dois pacientes. Tudo muito simples, mas muito limpo e organizado.

Ainda se sentia fraca demais. Mas já conseguia pensar. Bateu-lhe uma enorme tristeza.

Pela primeira vez sentiu-se sozinha e repensando se aquela tinha sido uma boa decisão mesmo.

Será que não tinha a capacidade de viver aquela experiência?

Quanto mais pensava, mais triste ficava.

Mas de repente, entra uma pessoa no quarto. Um estranho. Um senhor.

Cumprimenta-a. Pergunta se ela precisa de algo. Segura em sua mão. Vai buscar sua refeição na copa. Não… Não era ninguém do hospital.

Ele sai e chega uma senhora, trazendo uma santinha para presentear-lhe. Senta na beira da cama. Olha em seus olhos. Passa mão em seus cabelos. Oferece-se para ligar para família. Pergunta seu nome. E foi assim todo o domingo.

Ela viu que não era só com ela, mas também com os dois outros pacientes.

Na verdade, aquelas pessoas tiravam o domingo para consolar, ajudar, conversar, fazer companhia aos doentes e principalmente estranhos. Sabiam que eram pessoas que estavam precisando de conforto. E que uma palavra e um carinho poderiam fazer a diferença.

Neste momento, Ma começa a chorar e disse que nunca mais foi a mesma. A certeza de que precisamos de muito, muito pouco, para viver. Que existem sim pessoas que fazem o bem pelo bem.

Acredito. Acredito nela. Porque a Nanny é tudo isso.

Uma emocionante história de praia não acha?

Leia Mais:

Histórias da Praia 1 – Amigas na reunião de condomínio
Histórias da praia 2 – Ela e seus deliciosos segredos

Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Energy ball – Doce perfeito para recuperar as energias sem sair da dieta

Dominique - Energy Ball
A Carol Ribas do Carol na cozinha pesquisou e desenvolveu uma receita especialmente para Dominiques. É o Energy Ball, literalmente uma bomba de energia deliciosaaaa, superfácil de fazer e que combate os efeitos da maledeta Maspassa, a menopausa chata que só ela. Parece um brigadeiro e dá para levar na bolsa na hora que bate aquele fominha. Tudo de bom e mais um pouco!

Assista o vídeo e veja como e fácil de fazer, já estou com água na boca.

[fve]https://youtu.be/vlYa3MpZEKA[/fve]

Não conseguiu anotar os ingredientes e o modo de fazer? Não tem problema, coloquei tudo explicadinho aqui para você. Agora e só ir atras do ingredientes e mão na massa!

Energy ball

Ingredientes:

1 xícara de uvas passas
2 colheres de óleo de côco
2 colheres de sopa de linhaça
1 colher de cacau em pó
2 colheres de sopa de semente de girassol
4 colheres de farelo de aveia

Modo de Fazer:

1- Junte todo os ingredientes e misture no processador.

2- Quando obter uma massa homogênea, faça bolinhas, use amêndoas em lascas e gergelim para cobrir.

3- Estão prontas suas Energy Balls! Esta receita rende em média 10 unidades.

Você pode levar em um potinho dentro da sua bolsa e comer sempre que bater aquela vontade de doce, buon appetito!

E ai? Vai fazer a sua Energy ball? já estou com tudo pronto para fazer a minha.

Leia Mais:

Que tal fazer uma almofada em patchwork? Terapia e Fonte de Renda
Vou mudar de país e agora terei o mundo para chamar de meu

Carol Ribas

Sempre fui apaixonada por cozinha. Com o nascimento da minha filha, buscando unir qualidade de vida e satisfação profissional, deixei o mundo corporativo para realizar um sonho. E assim nasceu o @carolnacozinha, onde compartilho as receitas que faço para mais de 18 mil seguidores. Ao longo destes anos, com base em pesquisa, estudo e muita criatividade, desenvolvi receitas exclusivas e uma linha de produtos artesanais, sem açúcar refinado e sem conservantes. Criei um buffet com cardápio saudável e colorido para festas e eventos. Faço consultoria de cardápio em parceria com uma nutricionista. Também participo de eventos como chef convidada e ministro aulas particulares e em grupo. 

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Nutrição funcional – Uma excelente arma para driblar os sintomas da Maspassa…a danada da menopausa

Dominique - maspassa

Você já ouviu falar em Nutrição Funcional? Pode ser uma excelente ferramenta para combater os sintomas da Maspassa.

A Nutrição Funcional analisa cada pessoa particularmente, pois cada indivíduo tem suas características, doenças e necessidades. Não é toda dieta que serve para todo mundo.

A anamnese inicial é acompanhada pela análise de exames que indicam se há excesso ou carência de nutrientes e os desequilíbrios nutricionais podem gerar inúmeras doenças como diabete, fibromialgia, artrite, obesidade, depressão, osteoporose entre várias outras, além de agravar sobremaneira os sintomas da menopausa.

A chef Carol Ribas é uma apaixonada pela cozinha e vem desenvolvendo receitas fantásticas em conjunto com uma nutricionista funcional. Pensando em nós, Dominiques, a Carol fez uma pesquisa para elaborar pratos fáceis e gostosos que ajudam a combater os fogachos, a insônia, a fadiga, a depressão que a tão temida menopausa traz para a maioria das mulheres.

Agora ninguém nos segura! Prepare-se para as primeiras deliciosas receitas de muitas, receitas antimenopausa para  aliviar os sintomas da Maspassa!

Dominique - Maspassa

Granola salgada

1 xícara de chá de aveia em flocos grossos
1/2 xicara de chá de nozes
1/2 xicara de chá de amêndoas
1/2 xicara de chá de castanha do Pará
1/2 xicara de chá de castanha de caju
1/2 xicara de chá de semente de abóbora
1/2 xicara de chá de semente de girassol
1/2 xicara de chá linhaça
2 colheres de sopa de gergelim branco torrado
2 colheres de sopa de gergelim preto torrado
2 colheres de sopa de levedura de cerveja
1 colher de chá de sal
1/3 de xicara de chá de azeite
Páprica picante a gosto
Curcuma a gosto

Modo de Fazer

Misture todo os ingredientes, coloque numa assadeira e leve ao forno a 180 graus por 30 minutos, mexendo a cada 10 min para não queimar. Armazenar em potes vedados por até 30 dias. Pode ser usadas para acompanhar saladas, sopas ou como preferir.

Dominique - Maspassa

Sardinha Mediterrânea

10 sardinhas limpas
5 dentes de alho
1 limão siciliano
1 pimenta vermelha fresca
1 maço de salsinha
Azeite e sal a gosto

Modo de Fazer

Coloque as sardinhas na assadeira com a pele para baixo, tempere com sal, raspas da casca do limão, a pimenta cortada em roledas, salsinha picada bem fininha, por último esprema o limão e regue com azeite. 10 minutos de forno a 200 graus e está pronto!

A sardinha é um peixe barato e rico em Ômega 3, um ótimo substituto para variar o consumo de salmão que muitas vezes é de cativeiro, alimentado com ração colorida e não tão saudável quanto se pensa.

Dominique - Maspassa

Sorvete de banana, cacau e amêndoas crocantes

2 bananas picadas em rodelas congeladas
1 colher de sopa de cacau 100%
1 colher de sopa de mel (opcional)
1 colher de sopa amêndoas em lascas

Modo de Fazer

Coloque as amêndoas numa frigideira em fogo baixo sempre mexendo ate ficarem douradas e reserve. Elas ficam crocantes depois que esfriam.

Coloque no processador as bananas, o cacau e o mel. Bata até formar um creme bem homogêneo. Coloque num pote de plástico e volte ao freezer por 10 minutos para firmar.
Sirva com as amêndoas e nibs de cacau.

Quer forma mais gostosa para aliviar os sintomas da maspassa? Eu estou louca para fazer! e você?

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Carol Ribas

Sempre fui apaixonada por cozinha. Com o nascimento da minha filha, buscando unir qualidade de vida e satisfação profissional, deixei o mundo corporativo para realizar um sonho. E assim nasceu o @carolnacozinha, onde compartilho as receitas que faço para mais de 18 mil seguidores. Ao longo destes anos, com base em pesquisa, estudo e muita criatividade, desenvolvi receitas exclusivas e uma linha de produtos artesanais, sem açúcar refinado e sem conservantes. Criei um buffet com cardápio saudável e colorido para festas e eventos. Faço consultoria de cardápio em parceria com uma nutricionista. Também participo de eventos como chef convidada e ministro aulas particulares e em grupo. 

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Sexo com Dominique – Você já pensou nisso? Só alegrias my darling!!

Você já pensou nas vantagens de sexo com Dominique? Com uma Dominique?

Bom se nessa   fase da vida o mundo olha com uma certa desconfiança para gente em todos os aspectos imagine em relação a nossa sexualidade?

Nossas opiniões e atitudes provocam algum desconforto aqui e ali mas é o preço que pagamos por nossa independência!
É… tem muita gente que evita o tema. Agora, imagine quando o assunto é sexo? Mas por quê?

Aqui vamos falar de sexo sem medo, sem vergonha e com a experiência, a coragem é, claro, muito bom humor porque a vida é para ser divertida.

E sexo com uma Dominique então? Já não bastassem todos os tabus e preconceitos, ainda rola por aí um papo de que mulher depois de 50 anos, MENOPAUSADA (quem foi o FDP que inventou este termo?) não transa. Coisa de macho latino mal informado.

Colega, vamos combinar que já fizemos de tudo um pouco, vai. Não tem muito que alguma menininha possa nos ensinar nesse assunto, aliás deveríamos escrever manuais. Concordam?

Vamos mostrar esse vídeo pros rapazes? quem sabe eles percebam que só têm a ganhar com nossa experiência e savoir faire

[fve]https://youtu.be/x-EymxXKevY[/fve]

Ficha TécnicaVideo : Sexo com Dominique

Atriz : Carla Pagani
Direção : Cris Mariz
Roteiro : Eliane Cury Nahas
Produção executiva : Rita Urcioli E Claudio Odri
Figurino : Tigresse

 

Dominique

Nasceu em 1964. Ela tem 55 anos, mas em alguns posts terá 50, 56, 48, 45. Sabe porque? Por que Dominique representa toda uma geração de mulheres. Ela existe para dar vida e voz às experiências, alegrias, dores, e desejos de quem até pouco tempo atrás era invisível. Mas NÓS estamos aqui e temos muito o que compartilhar. Acompanhe!

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A publicidade não fala com as Dominiques. Por quê?

Dominique - Publicidade

Definitivamente a publicidade não fala conosco, Dominiques!

Ahhh… Claro que fala! Tem aquela publicidade do creme contra rugas.

As empresas que fabricam e anunciam esses produtos mágicos de rejuvenescimento também fabricam perfumes, maquiagem, produtos pra cabelo. Mas parece que nós não nos maquiamos. Nós não nos perfumamos.  Nós não lavamos cabelo. Nós só envelhecemos.

A diversidade que eles tanto pregam, LGBT, diversidade racial, igualdade de gêneros e outras, não incluí Dominiques. 

Mas já que é para falar de cremes e rejuvenescimento, falemos. Sobre eles. Prometo que não vou ser panfletária. Vou fazer gracinha, tá?

Nada contra. Nada contra quem usa. Nada contra quem não usa.

O que sempre me incomodou é o tal “rejuvenescimento”. Eu NÃO quero REJUVENESCER!
Quero saber envelhecer . Aliás, envelheço desde o dia que nasci. Você também. Sério.

Tem pessoas que já me confessaram não estão encarando bem o espelho e o envelhecimento.
Morro de pena. De verdade. Porque não há muito o que fazer.
Quem sabe, talvez, tratamentos cosméticos e plásticas.
Mas estes são apenas paliativos para a imagem e o reflexo. E temporários. Efêmeros. Com um custo altíssimo.
Não. Não estou falando de dinheiro.

É duro ver no espelho minha coxa em babados??  PQP, claro que é!

Vou pra musculação xingando e com a certeza que no máximo estarei com a consciência tranquila quando usar maiô na praia. Fiz meu melhor! A perna continuará em babados. E a da maioria das minhas amigas também.

É… Cést la vie!!

Mas garanto!
Ninguém discute um texto de Julio Cortázar como eu.
Ninguém faz um moqueca como minha amiga da casa ao lado.
Ninguém tem um papo tão delicioso como a amiga da casa da frente.

E tomar caipirinha comendo um petisquinho (frito de preferência) com elas na praia, tomando um solzinho, falando quilos de bobagens, não tem preço.

De vez em quando até passa na nossa frente uma daquelas mulheres lá de cima que falei. Num biquíni pequenino. Com um chapéu maior que nosso guarda-sol. Corpaço. Inveja? Talvez. Por segundos.

Mas aí eu penso no que ela fez, ou pior, no que ela deixou de fazer em nome do corpaço e do espelho.
Bom, a inveja continua.
Mas como o bolinho de arroz muito mais aliviada e ainda coloco um tabasquinho.

Dominique - Publicidade

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Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

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Cilíndrica é a sua mãe. Eu sou muito gostosa, viu?

Dominique - Cilíndrica

Cilíndrica? Fala sério!

Detesto clichês e falar que a Maspassa (ex-menopausa) é um caminho sem volta ladeira abaixo, para mim, soa como clichê.

Com o passar dos anos o metabolismo vai mudando mesmo. Aos 30, senti mais dificuldade em emagrecer do que aos 20. Sempre briguei com a balança, perdia e ganhava peso num piscar de olhos. Aos 40, o metabolismo ficou mais lento. Mas não significa que aos 50 anos tudo cai e acaba. Tem gente que pinta o quadro como se fosse necessário um suicídio coletivo.

Nunca tive cintura, nem com 18 anos, mas era magra (com controle rigoroso na balança), porque qualquer desvio de conduta aparecia imediatamente na barriga, bochechas e pneuzinhos.

Agora, aos 51 anos, está sim mais difícil perder peso. Degluto em menor quantidade, como melhor no que refere-se à qualidade e nada, nem um só grama a menos. Em compensação se enfio o pé na jaca e adoro avacalhar de vez, o resultado é imediato e é no abdômen.

Já contei a saga da compra do vestido para o casamento do meu filho (aqui) e, após longo e tenebroso inverno, deu tudo certo, mas confesso que foi um parto muito mais difícil que o nascimento do meu rebento, lembrando que o dele foi a fórceps.

Faz um bom tempo que comprei a indumentária ideal para o enlace matrimonial e fiquei tão feliz com o achado que ria à toa. Na época estava namorando um ser, acho eu, que para pagar meus pecados de outra encarnação, porque nessa não fui tão má.

Conversa vai, conversa vem, comento que tenho que tomar cuidado com o modelo do vestido que compraria, porque não tenho cintura, nem protuberância traseira, então não é qualquer modelo que cai bem. Estes que parecem sereia fico com a fisionomia de uma lesma com elefantíase. Horrível.

Ah! Não teve dúvida. O sabichão, sim achava que entendia e sabia tudo, entre uma garfada e outra, solta:

– O problema é que você é cilíndrica!

Deixo cair meu garfo no prato, levanto os olhos e dou um mísero grunhido:

– Oi???

– Sim, você é cilíndrica, não tem formas, tem que usar drapeado para disfarçar.

Não preciso nem dizer que drapeada ficou a cara dele quando eu sumi do mapa, né?

Esta mesma criatura dizia que eu me gabava de menstruar ainda. Quem, em sã consciência, fica alegrinha porque está menstruando aos 51 anos e de brinde com enxaqueca.

O problema está na cabeça de algumas pessoas que não vão mudar nunca, nem com 20, 30, 40, 50, 90… São seres que usam viseiras e pensar fora da caixa nem por sonho e, claro, tem muito, mas muito medo da velhice.

Pois que venha a Maspassa (ex-menopausa) e tudo que a acompanha!
Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

6 Comentários
  1. Gostaria de informar que qto ao seu namorado, me refiro somente ao que vc comentou, o problema está em vc e não nele. Qual o problema de ser cilíndrica? Qual o problema de não ter formas? Qual o problema de não menstruar mais? Se ele estava com vc é pq vc era algo mais que um corpo bonito e jovem, não? Acho que ele pensava fora da caixa…

    1. Oi Margô, pode ser que ele pensasse fora da caixa, mas dei algumas chances e pisou muito na bola. Então a fila andou. Acho que ele me via sim como mais que um corpo jovem e perfeito, mas não via o que era mais importante, os sentimentos, a vontade de rir sempre e alegria em viver.

  2. Eu tenho 58 e às vezes queria mesmo era chutar o pau da barraca. Comer e beber tudo que eu quiser, nunca mais pintar cabelo, unha, nada. Escova? Chapinha? Hidratação? Creme anti-celulite? Firmador? Nada, nadica… deixar rolar! Ginástica? Drenagem linfática? Modeladora? Never more! Só ia continuar a depilação porque pelos ninguém merece. Aliás podia haver uma mágica na qual junto com a menopausa nossos pelos de pernas, buco e axilas sumiriam por completo! Mas infelizmente a ditadura da “perfeição ” nos faz correr atrás de tudo isso…e cansa viu?!☹️

    1. Ana, tem horas que cansa sim, mas eu não fico escravizada não. Chapinha faz anos luz que aposentei, agora tenho minhas manias (fazer a mao toda semana é de lei), pintar a raiz do cabelo, seco o crânio capilar todo dia, afinal lavo as madeixas todo santo dia. Agora, vc talvez nao acredite, eu nao passo nenhum creme firmador, antirrugas, modelador etc. Passo, quando não esqueço, um creme para hidratar no banho mesmo, quando a pele está muito seca. Não tenho muita paciência. Adoro drenagem, mas falta tempo. Perfeição? Tô fora! beijo

  3. Até os 30 tomava remédios para ganhar peso.Queria mais bunda, coxas grossas (peitoes sempre tive)
    Hoje tenho 52, as coxas engrossaram, a bunda cresceu, a barriga tbem.
    Socorro! O que eu tinha na cabeça aos 30 que achava que engordar era legal?

    1. Zilda,

      A gente tinha tempo kkkk, agora o que menos temos é o que vale mais, o tempo. Portanto, não vamos perdê-lo com quem não vale a pena e nos preocupando com aquilo que não temos mais controle, barriga, culote…somos poderosas, maiores que isso. Beijo

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Será que ter uma memória seletiva é ruim? Descubra!

Dominique - Memória

Sempre me vangloriei da minha memória, cá pra nós, invejável.

Nenhuma data me escapava e sempre com requintes de detalhes, até a roupa que usava na ocasião, paisagem, aromas, horário…

Aniversários? Uma lista de A a Z e Z a A de deixar qualquer um boquiaberto.

Minha tia morreu com Alzheimer. Era uma agenda ambulante. No trabalho, os colegas brincavam: Dona Aparecida quando fulano veio, quando sicrano foi, quando beltrano apareceu? E ela, toda pomposa, recitava sem consultar um mísero papelzinho (não existia post it, santa invenção para os desmemoriados).

Não existia agenda na empresa, existia a D. Cida. Não sei como eles continuaram a atuar no mercado depois de sua saída, época que o computador era a máquina de escrever Olivetti mecânica, porque a elétrica nem tinha sido inventada, acho eu.

Pois é, o alemão chegou e ela ficou a ver navios com sua memória prodigiosa e, às vésperas de ir para o andar de cima, não reconhecia o próprio espelho, mas lembrava nitidamente dos pais e irmãos aos 18 anos, diga-se de passagem uma fase muito feliz em sua vida.

Não sei bem se o passar do tempo, ah! O tempo esse cara implacável, faz com que nossos neurônios faleçam ou fiquem mais seletivos.

Tenho lido que a melhor fase da vida começa aos cinquenta. Estamos inteiros fisicamente e mais sábios, começamos a não gastar vela boa com defunto ruim. Será que com a memória o mecanismo não é o mesmo? Para que lembrar do que não vale a pena ou não é significante?

Pense comigo, você tem uma caixa de madeira machetada que ama e ela tem 15 x 15 cm. Não é tudo que cabe nela. Você tem que guardar só coisas que representam algo marcante e importante para você. Não necessariamente bom, nem necessariamente ruim. Só o que você classificar como “vale a pena guardar”. Concorda que vai aprender a selecionar?

É fato e a ciência comprova por A + B que os neurônios vão morrendo. Se temos menos desses trecos e eles armazenam memória, não é melhor gastá-los com coisas que valham realmente a pena?

Ainda guardo lembranças nítidas de Dominique - Memóriaacontecimentos marcantes, a maioria feliz, mas não lembro o que comi na hora do almoço.

A agenda existe para isso, seja eletrônica ou impressa. Não abro mão da versão impressa, aquela pautada, com dia, horário e semana, calendário do mês atual, do anterior e do posterior. Jamais, em tempo algum, a deixo no carro tamanho. Podem roubar o veículo, para isso invisto uma bica no seguro, mas e a agenda? Deus me livre ficar sem ela.

Noto claramente que esqueço coisas do dia a dia que atrapalham e muito. Não tem um só dia que eu não deixe para trás a chave, o óculos, os papéis importantes ou não, a lista de supermercado… Chego na farmácia para comprar o remédio e cadê a receita? Fico com cara de tonta e saio de mãos abanando. No supermercado, como esqueço de levar a lista, sempre, falta um ou mais itens, mas a maioria consigo lembrar, ponto pra mim!

Nomes, ai meu Deus, quanta vergonha. Pergunto o nome do cidadão e consigo esquecer no  segundo seguinte. Não é força de expressão, no segundo seguinte de verdade. Fico com aquela cara de “Luzia, cadê meu peru” e tento, desesperadamente, enveredar pela conversa a fora de forma que não precise lembrar da “graça” do interlocutor.

Tomo alguns remédios e vitaminas pela manhã e noite. Tenho certeza que esqueço de tomar ao menos um, mas qual deles? Como vou saber? Não deve ser muito relevante, porque estou viva e Feliz da Silva!

Recentemente tive uma experiência que considero um presente muito mais que magnífico. Estive em uma festa com pessoas que de alguma forma, num passado remoto, me magoaram. Em tempo, sem vitimismo, o que aconteceu precisava de uma forma ou outra ter acontecido. Mas foram coisas que marcaram demais e não de um jeito bom. Reencontrá-los para mim foi um bálsamo e não pense que é balela o que digo, foi prazeroso porque sequer lembrei do que aconteceu de ruim. Se é a tal “maturidade” acabando com os neurônios, que sejam muito bem vindos, quero viver assim. Santidade eu sei que não é porque estou a anos luz de ser a Madre Tereza de Calcutá. É a tal memória sendo seletiva, vamos levantar as mãos para o céu, ajoelhar no milho e dar graças! Quero mesmo é esquecer tudo que não foi legal ou não importa.

Tem o lado não tão bom assim. Há gente, e cá pra nós, eu acho que pensa que é gente só porque caminha em dois pés, que se aproveita da situação. Diz que você não disse, mas você sabe, tem certeza que falou, com letras garrafais, mas não tem como provar, afinal a sala e o telefone não são grampeados,  não estou na lista de investigados da Lava Jato. Ai, a falta de caráter é culpa da sua falta de memória. Neste caso são outros quinhentos e vale um novo artigo.

O post it vem sendo um santo aliado no meu dia a dia, viva a 3M. Coloco milhares deles na capa da agenda, no painel do carro, na geladeira, balcão da cozinha, mesinha de cabeceira e no meu notebook. E quase sempre o que eu esqueço não é tão relevante assim, ninguém morreu, passou fome ou entrou em depressão.

As Dominiques tem o raro poder de transformar situações chatas, com classe, elegância e muito bom humor. Tem até um vídeo sobre esses “lapsos” (Clica aqui para ver). E a falta de memória tem nos dado oportunidades sensacionais para colocar este poder à prova.

Então que tenhamos memória seletiva, sim. Fica o que é bom e o que interessa. O resto? deleta, amiga.
Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

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Lado bom da menopausa . Ele existe sim! E não é jogo do contente. Acredite!!

Hoje vou te contar um segredo. O lado bom da menopausa. Yesssss darling ele existe!!
Dominique - Bom

Muitas de nós estão passando pelo período do climatério. Ainda menstruo regularmente, bom nada mudou neste quesito, mas sinto mudanças no meu comportamento e corpo, acho que é aquela velha história do “gato subiu no telhado”.

Deve ser o tal climatério, para mim um perfeito desconhecido até pouco tempo atrás. Este papo de menopausa nunca me interessou muito, o que os olhos não veem o coração não sente. Às vezes, penso ser psicológico, afinal quase todas as minhas amigas estão na menopausa já há algum tempo, é natural que eu comece sentir ou achar que estou sentindo alguma coisa, até para fazer parte da tchurma.

Sou totalmente a favor da mudança do nome da menopausa (Astromélia, Lírio, Cravo, Begônia, Petúnia…) porque esta infeliz é um estigma que todas as mulheres precisam levar ou enfrentar a partir de uma determinada idade. Somos taxadas cronologicamente com um marco A.M. e D.M. e vem com ele uma lista implacável de horrores e perdas. Marco zero do início do final da jornada.

Fui a uma dermatologista para tratar uma alergia e perguntei sobre algum produto para firmar a pele do rosto e pescoço. Com um sorriso sarcástico ela diz:

– Bom, agora, querida, acostume-se, é ladeira abaixo. Tudo despenca. Tudo cai, não tem salvação.

Veja bem minha gente, foi uma dermato que falou. Tá bom que a área dela não é cosmetologia, mas se tem um segmento que apresenta recursos de tudo quanto é tipo para melhorar a aparência é justamente a dermatologia. Saí de lá em depressão e com uma vontade gigantesca de devorar um quilo de chocolate ou sorver uma garrafa de Prosecco. À noite, foi o Prosecco.

Quer saber? Minha pele antes oleosa agora segura a maquiagem o dia todo. Adeus zona T.

Com o calor senegalesco deste ano, tive certeza que os tais fogachos haviam chegado. Viajei para o interior de São Paulo, nos três primeiros meses do ano, para uma região bem quente e sofri como um pinguim, mesmo sendo fã número um do verão.

Sentia brotar cachoeiras do meu rosto. Era nítido o incômodo, aversão e tentativa em vão das pessoas tentando desviar inutilmente das borbulhas sudoríparas. Sabe aquele tipo que fala e o perdigoto salta? Era assim.

Não tenho mais os calorões, mas a termostato do meu corpo mudou. Em pleno inverno, não sinto o frio que sempre me torturou. Um dia vão me encontrar congelada e cinza na cama. Precavida, durmo com uma etiqueta de identificação no dedão do pé para facilitar o reconhecimento do corpo. Agora, fale se não é uma delícia parar de sair mais como uma cebola, com tantas camadas de roupas.

O ar condicionado é meu brother. Estou felicíssima em sofrer menos no inverno.

Já escutei que muitas mulheres não querem contar para o marido que a danada chegou com medo que ele se desinteresse por ela. COMO ASSIM?

Eu só vou me desinteressar se ele desaprender como faz as lições básicas para me deixar animada. E o ressecamento. Pergunto e o KY? Ele abre portas, mas não faz milagres, tem que continuar fazendo a lição de casa, de preferência com estrelinhas de louvor.

Tenho notado um aumento significativo na gordura no abdômen e culote. Isso realmente está me incomodando e não estou sabendo lidar muito bem. Como melhor que antes e menos ainda (mais legumes, verduras, frutas, tapioca, adeus farinha branca), mas comecei a saborear Prosecco como ninguém, o que deve dar uma forcinha para o excesso de banha na pança.

Tá bom contratei um personal (fugi a vida inteira desta criatura obsessora), quem sabe agora vai.

Diante dos sintomas, resolvi me aconselhar sobre reposição hormonal com quem já fez todas as pesquisas possíveis sobre o tema, minha amiga Dominique.

A reposição pode ser feita com hormônios idênticos aos naturais, com estrogênio e progesterona ou também testosterona, para ativar a libido. Pode ser pílula, spray nasal, creme vaginal, adesivo ou gel, mas tem que conversar com médico, porque existem algumas contraindicações como caso de câncer na família, histórico de cardiopatias.

Só não consegue descobrir se engorda ou não! E tem os naturebas, óleo de prímula, amora, soja.

Já ouviram falar da Síndrome de Vera Fischer? Percebo que as mulheres que sempre foram bonitas, que chamam a atenção por onde passam, sem dúvida, sofrem mais com as agruras do climatério. Talvez porque o nível de exigência consigo mesma seja muito maior e a luta é tão contra a natureza, que é deprê na certa, irritação, até homicídio para quem faz uma gracinha.

Por outro lado, estar sempre bonita e impecável é um porre. Eu não tenho que nada, nem estar gorda, nem estar magra. Tenho que estar como me sinto melhor. Mas que eu me sinto melhor magra é fato, inferno de Java.

As perdas não são obrigatórias e tudo depende do ponto de vista. Você escolhe sempre, copo meio cheio ou copo meio vazio.

Olha só…
O Vilão O lado bom
A pele resseca muito! Eu sempre tive pele oleosa. Sabe aquela zona T? Acabou!
A libido caiu. Despencou! Não querida. Alguém não está fazendo o que deveria fazer aí do seu ladinho. Sério. Não carregue toda essa responsabilidade.
Calooorrreeesssss Horrorososss Nunca mais vou gastar um tostão com casacos e malhas. Hoje posso até considerar o que era impossível há uns anos atrás. Conhecer um sueco maravilhoso e me mudar para Estocolmo!
Depressão É depressão ou tristeza? Identifique. Ou simplesmente você está introspectiva e reflexiva nesta fase? Em todos os casos, você só vai para frente. Na deprê toma um remedinho, né, minha linda?
Humor que varia conforme o preço da gasolina E quem quer ser previsível??? A vida fica muito mais animada. Pergunte pro maridão!
Falta de hormônios Temos reposição para quem pode. E para quem não pode temos salsinha picada,chá de amora, edamame.
Alopécia estrogênica… Affff, queda de cabelo Mas Darling! Acabaram as depilações. Aqueles pelos horrorosos que chamam de buço. E estamos sempre prontinhas para o crime.
Memória desintegra Olha só que maravilha. Esqueci.
Nível de tolerância baixa a níveis quase que negativos Este é o famoso FODA-SE. Tem algo melhor e mais libertador do que virar as costas sair andando?
Insônia No começo, isso foi uma das piores coisas. Me incomodou demais. Fritava na cama. Mas hoje? Menina, meu tempo rende, mas rende! Dá tempo até de fazer bobagem.
A gente não consegue emagrecer. A gente engrossa. Aqui, realmente não vejo lado bom.
Já escrevi um monte de textos sobre a menopausa. Até vídeos gravei. Dá uma olhadinha!

Menopausa is a Bitch!!!!

12 dicas infalíveis para lidar com os calores

Meu primeiro Fogacho. Que situação!!

14 Comentários
  1. Até então chegou o grande dia dessa vilã na minha vida….
    “A querida Menos Pausa q horror e ela coloca pausa em tudo msm…
    Sofrendo muito muito odiando essa fase da minha vida

    1. Quesia, querida, de fato é uma fase de nossa vida muito difícil. Mas, leia a respeito, converse com o seu médico. Tem muita gente falando do assunto no Instagram. No canal da Leda Nagle tem uma live com um médico, muito esclarecedora. Vc não está sozinha, não é fácil, mas com informações vamos driblando os perrengues e até nos divertindo.

  2. Adorei o texto ! Um tanto sarcástico , mas devemos levar no bom humor, pois caso contrário , o fogacho vem quente , fervendo o pior sintoma ! Vou partir pra ortomolecular, tive q parar com a reposição hormonal sintética q era ótima tomei por mais de 10 anos, a Dra. trocou por uns fitoterápicos q não adiantaram nada! Estou nessa ha 23 anos…Precoce , com 40. Aff , ninguém merece !
    Vida q segue…alimentação balanceada , exercício físicos , muita vitamina D e C …de A a Z pra não correr o risco de faltar alguma . Boraaaa viver e ser feliz

  3. Adorei. Parabéns pelo texto, que reflete a realidade muito bem. No tocante ao peso corporal, tomei a medida de procurar uma nutricionista e contratar um personal. Um ano depois estou 13 kg mais magra e com tônus muscular, detalhe, estou mantendo o mesmo peso a 8 meses. Recomendo!

  4. Adorei o texto, aliás, como todos, me divirto e aprendo, isso é ótimo.
    Quanto a danada, passei como todas, ela já chegou e eu estava acima do peso, então, isso não me assustou, qto aos valores, Jesus, esses me tiraram do sério e a todos aqui em cada tbm, está, mas, passou.
    A diminuição da libido é que foi complicada e por excesso do peso e outras complicações gormanaus que já tinha anteriormente, meu Ginecoligista optou pelo chá de amora, foi ótimooooo, em todos os sentidos.
    De resto, vida que segue. Bj

  5. Você realmente acha que tem vantagens na alopecia? Entao você não sabe o que é alopecia.
    Você prefere ter menos pelos pelo corpo e também menos cabelo na cabeça?
    Esse é, pra mim, o maior castigo da menopausa. Estou fazendo reposição hormonal e tomando finasterida pra tentar “tentar” não ficar careca.
    Sinceramente, acho que vc deveria ler um pouco mais sobre isso antes de apontar como um sintoma positivo.

  6. Amei o texto.
    Menopausa me assusta, até 5 anos atrás tomava remédio para engordar,
    Hoje como um chuchu e parece que comi um boi.Nunca suei na vida, hoje pareço as cataratas do niagara.
    Enfim vou procurar ler mais sobre o assunto porque quero lidar melhor com
    tudo isso.Bjos

  7. Gostei do comentário e por gostar da cachorros. Eles são minha paixão. Quanto a essa bendita menopausa estou mais tranquila agora. Eu passei por momentos que achava que ia explodir e um mau humor danado. Fui então no nutrólogo com medicina ortomolecular e deu muito certo. Hoje não tenho mais calores, estou zen e emagreci cinco quilos. Estou livre, leve e solta.

  8. As únicas coisas que me incomodam são os fogachos que molham rosto e cabelo. Tenho cuidado da memória também. Mas li um artigo onde diz que se a falta de memória nos preocupa é bom sinal pois ainda estamos lembrando de alguma coisa.kkk
    E por último o peso. Sempre estive acima do peso. Hoje tenho que me cuidar muito mais. beijos

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