Maspassa

Energy ball – Doce perfeito para recuperar as energias sem sair da dieta

Dominique - Energy Ball
A Carol Ribas do Carol na cozinha pesquisou e desenvolveu uma receita especialmente para Dominiques. É o Energy Ball, literalmente uma bomba de energia deliciosaaaa, superfácil de fazer e que combate os efeitos da maledeta Maspassa, a menopausa chata que só ela. Parece um brigadeiro e dá para levar na bolsa na hora que bate aquele fominha. Tudo de bom e mais um pouco!

Assista o vídeo e veja como e fácil de fazer, já estou com água na boca.

Não conseguiu anotar os ingredientes e o modo de fazer? Não tem problema, coloquei tudo explicadinho aqui para você. Agora e só ir atras do ingredientes e mão na massa!

Energy ball

Ingredientes:

1 xícara de uvas passas
2 colheres de óleo de côco
2 colheres de sopa de linhaça
1 colher de cacau em pó
2 colheres de sopa de semente de girassol
4 colheres de farelo de aveia

Modo de Fazer:

1- Junte todo os ingredientes e misture no processador.

2- Quando obter uma massa homogênea, faça bolinhas, use amêndoas em lascas e gergelim para cobrir.

3- Estão prontas suas Energy Balls! Esta receita rende em média 10 unidades.

Você pode levar em um potinho dentro da sua bolsa e comer sempre que bater aquela vontade de doce, buon appetito!

E ai? Vai fazer a sua Energy ball? já estou com tudo pronto para fazer a minha.

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Carol Ribas
Carol Ribas

Sempre fui apaixonada por cozinha. Com o nascimento da minha filha, buscando unir qualidade de vida e satisfação profissional, deixei o mundo corporativo para realizar um sonho. E assim nasceu o @carolnacozinha, onde compartilho as receitas que faço para mais de 18 mil seguidores. Ao longo destes anos, com base em pesquisa, estudo e muita criatividade, desenvolvi receitas exclusivas e uma linha de produtos artesanais, sem açúcar refinado e sem conservantes. Criei um buffet com cardápio saudável e colorido para festas e eventos. Faço consultoria de cardápio em parceria com uma nutricionista. Também participo de eventos como chef convidada e ministro aulas particulares e em grupo. 

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Nutrição funcional – Uma excelente arma para driblar os sintomas da Maspassa…a danada da menopausa

Dominique - maspassa

Você já ouviu falar em Nutrição Funcional? Pode ser uma excelente ferramenta para combater os sintomas da Maspassa.

A Nutrição Funcional analisa cada pessoa particularmente, pois cada indivíduo tem suas características, doenças e necessidades. Não é toda dieta que serve para todo mundo.

A anamnese inicial é acompanhada pela análise de exames que indicam se há excesso ou carência de nutrientes e os desequilíbrios nutricionais podem gerar inúmeras doenças como diabete, fibromialgia, artrite, obesidade, depressão, osteoporose entre várias outras, além de agravar sobremaneira os sintomas da menopausa.

A chef Carol Ribas é uma apaixonada pela cozinha e vem desenvolvendo receitas fantásticas em conjunto com uma nutricionista funcional. Pensando em nós, Dominiques, a Carol fez uma pesquisa para elaborar pratos fáceis e gostosos que ajudam a combater os fogachos, a insônia, a fadiga, a depressão que a tão temida menopausa traz para a maioria das mulheres.

Agora ninguém nos segura! Prepare-se para as primeiras deliciosas receitas de muitas, receitas antimenopausa para  aliviar os sintomas da Maspassa!

Dominique - Maspassa

Granola salgada

1 xícara de chá de aveia em flocos grossos
1/2 xicara de chá de nozes
1/2 xicara de chá de amêndoas
1/2 xicara de chá de castanha do Pará
1/2 xicara de chá de castanha de caju
1/2 xicara de chá de semente de abóbora
1/2 xicara de chá de semente de girassol
1/2 xicara de chá linhaça
2 colheres de sopa de gergelim branco torrado
2 colheres de sopa de gergelim preto torrado
2 colheres de sopa de levedura de cerveja
1 colher de chá de sal
1/3 de xicara de chá de azeite
Páprica picante a gosto
Curcuma a gosto

Modo de Fazer

Misture todo os ingredientes, coloque numa assadeira e leve ao forno a 180 graus por 30 minutos, mexendo a cada 10 min para não queimar. Armazenar em potes vedados por até 30 dias. Pode ser usadas para acompanhar saladas, sopas ou como preferir.

Dominique - Maspassa

Sardinha Mediterrânea

10 sardinhas limpas
5 dentes de alho
1 limão siciliano
1 pimenta vermelha fresca
1 maço de salsinha
Azeite e sal a gosto

Modo de Fazer

Coloque as sardinhas na assadeira com a pele para baixo, tempere com sal, raspas da casca do limão, a pimenta cortada em roledas, salsinha picada bem fininha, por último esprema o limão e regue com azeite. 10 minutos de forno a 200 graus e está pronto!

A sardinha é um peixe barato e rico em Ômega 3, um ótimo substituto para variar o consumo de salmão que muitas vezes é de cativeiro, alimentado com ração colorida e não tão saudável quanto se pensa.

Dominique - Maspassa

Sorvete de banana, cacau e amêndoas crocantes

2 bananas picadas em rodelas congeladas
1 colher de sopa de cacau 100%
1 colher de sopa de mel (opcional)
1 colher de sopa amêndoas em lascas

Modo de Fazer

Coloque as amêndoas numa frigideira em fogo baixo sempre mexendo ate ficarem douradas e reserve. Elas ficam crocantes depois que esfriam.

Coloque no processador as bananas, o cacau e o mel. Bata até formar um creme bem homogêneo. Coloque num pote de plástico e volte ao freezer por 10 minutos para firmar.
Sirva com as amêndoas e nibs de cacau.

Quer forma mais gostosa para aliviar os sintomas da maspassa? Eu estou louca para fazer! e você?

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Carol Ribas
Carol Ribas

Sempre fui apaixonada por cozinha. Com o nascimento da minha filha, buscando unir qualidade de vida e satisfação profissional, deixei o mundo corporativo para realizar um sonho. E assim nasceu o @carolnacozinha, onde compartilho as receitas que faço para mais de 18 mil seguidores. Ao longo destes anos, com base em pesquisa, estudo e muita criatividade, desenvolvi receitas exclusivas e uma linha de produtos artesanais, sem açúcar refinado e sem conservantes. Criei um buffet com cardápio saudável e colorido para festas e eventos. Faço consultoria de cardápio em parceria com uma nutricionista. Também participo de eventos como chef convidada e ministro aulas particulares e em grupo. 

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O que é ser uma Dominique para Consuelo Blocker! – PARTE 1

Convidei minha grande amiga Consuelo Blocker para participar do primeiro Dominique pergunta e falar um pouco sobre alguns temas que nos rodeiam no dia a dia.

Óbvio que você sabe quem ela é, né?

Consuelo é uma inspiração para muitas de nós. Mora na Itália, viaja para diversos países, garimpa tendências e compartilha tudo no consueloblog para seus milhares de seguidores.

Dividi as respostas dela em 4 temas e postarei um vídeo por semana no portal.

Nessa primeira parte ela falará sobre:

  • Relação com o tempo
  • Como é ser uma Dominique
  • Dominique no Brasil X Europa.

Assista:

No próximo vídeo, Consuelo Blocker falará sobre CORPO. NÃO PERCA!

Já se pré-inscreveu para o evento “O que é ser Dominique? por Consuelo Blocker”? está esperando o que? clique aqui!

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Presbiopia? Socorro! Quero um par óculos muito chique

Dominique - ÓculosTem fases que óculos não são mais uma opção e sim uma necessidade.

E chega aquela idade em que as letrinhas vão diminuindo. E a gente tenta ler. Afasta.
Aproxima. Fooooocaaaa. Desfoooocaaa. Acende a luz. Aproxima a vela. Insinua que diminuíram o tamanho da etiqueta pra que você não veja o tamanho do preço. E adivinha? Ahhh… e como adivinhamos coisas que provavelmente estão escritas.

Aí, um dia, você escondidinha compra um par de óculos de farmácia. E pensa:
Só pra ler em casa, de noite. Vista cansada… Sabe como é.

Você usa e se sente o ó com aquele negócio. Justo você que operou a miopia há 15 anos pra se livrar deste corpo estranho grudado em seu nariz. Mas, ok. É só pra ler de vez em quando. E larga aquele troço horroroso na gaveta.

Não! Não é de vez em quando. Os de farmácia não estão mais dando conta.

Pronto. A sua oftalmo te examinou, fez a receita e disse que não é o fim do mundo.
Falou para você fazer vários. Um de cada cor. Que fossem divertidos. Que você se divertisse.

Mas, não. Não! O primeiro par que você manda fazer é daqueles grandes.

Pra quem tem miopia, sabe, ou qualquer problema de visão que jovens também têm.
Aliás, até você tinha, lembra? E ODIAVA estes óculos. Mas, hoje, antes eles do que… do que…

Gente, e dizem que cabelos brancos nos envelhecem. Que ruguinhas nos envelhecem.
Que filhos adultos nos envelhecem. Ahhh…Não há nada que faça eu me sentir mais anciã do que aqueles óclinhos.

Na verdade, a sensação pior é quando olho por cima deles e entendo porque eles são pequenininhos. Yes, darling. Os grandes não funcionaram tão bem.

E hoje eu vivo pacificamente com uma coleção de óclinhos extravagantes. Um para cada ocasião. Tem o de bolinha. O de antenas. O laranja fosforescente. O com patinhas de aranha. Com focinho de gato. E aquele que me deixa supersexy que as hastes são literalmente perninhas.

Velha, sim. Conformada, jamais!

A presbiopia chegou, mas meus óculos são arrasadores!

Resolvi que a melhor maneira de encarar esta fase era me divertindo com ela e rindo de mim mesma.

Ria comigo!

Leia mais:

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O machismo está presente no trânsito, no salão e até nos palavrões!

Eliane Cury Nahas
Eliane Cury Nahas

Economista, trabalha com tecnologia digital desde 2001. Descobriu o gosto pela escrita quando se viu Dominique. Na verdade Dominique obrigou Eliane a escrever. Hoje ela não sabe se a economista conseguirá ter minutos de sossego sem a contadora de histórias a atormentá-la.

5 Comentários
  1. Também achava ser possível disfarçar tudo, menos vista cansada. Mas as lentes multifocais numa armação charmosa nos deixam com cara de JOVEM intelectual. Disse adeus aos modelos de meia lente que ficam na ponta do nariz nos fazendo parecer a Mamãe Noel.

  2. O pior é escutar a sua oftalmologista falar :”quando a gente chega na sua idade…” Pode parar! Tá me chamando de velha???? Kkkkkk só rindo , porque chorar me dá rugas horrorosas!

  3. Adorei a ideia dos óculos diferentes, agora por favor, conta onde achou, só acho armações tradicionais, e como vc bem falou, me sinto uma anciã…rsrs…

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Será que ter uma memória seletiva é ruim? Descubra!

Dominique - Memória

Sempre me vangloriei da minha memória, cá pra nós, invejável.

Nenhuma data me escapava e sempre com requintes de detalhes, até a roupa que usava na ocasião, paisagem, aromas, horário…

Aniversários? Uma lista de A a Z e Z a A de deixar qualquer um boquiaberto.

Minha tia morreu com Alzheimer. Era uma agenda ambulante. No trabalho, os colegas brincavam: Dona Aparecida quando fulano veio, quando sicrano foi, quando beltrano apareceu? E ela, toda pomposa, recitava sem consultar um mísero papelzinho (não existia post it, santa invenção para os desmemoriados).

Não existia agenda na empresa, existia a D. Cida. Não sei como eles continuaram a atuar no mercado depois de sua saída, época que o computador era a máquina de escrever Olivetti mecânica, porque a elétrica nem tinha sido inventada, acho eu.

Pois é, o alemão chegou e ela ficou a ver navios com sua memória prodigiosa e, às vésperas de ir para o andar de cima, não reconhecia o próprio espelho, mas lembrava nitidamente dos pais e irmãos aos 18 anos, diga-se de passagem uma fase muito feliz em sua vida.

Não sei bem se o passar do tempo, ah! O tempo esse cara implacável, faz com que nossos neurônios faleçam ou fiquem mais seletivos.

Tenho lido que a melhor fase da vida começa aos cinquenta. Estamos inteiros fisicamente e mais sábios, começamos a não gastar vela boa com defunto ruim. Será que com a memória o mecanismo não é o mesmo? Para que lembrar do que não vale a pena ou não é significante?

Pense comigo, você tem uma caixa de madeira machetada que ama e ela tem 15 x 15 cm. Não é tudo que cabe nela. Você tem que guardar só coisas que representam algo marcante e importante para você. Não necessariamente bom, nem necessariamente ruim. Só o que você classificar como “vale a pena guardar”. Concorda que vai aprender a selecionar?

É fato e a ciência comprova por A + B que os neurônios vão morrendo. Se temos menos desses trecos e eles armazenam memória, não é melhor gastá-los com coisas que valham realmente a pena?

Ainda guardo lembranças nítidas de Dominique - Memóriaacontecimentos marcantes, a maioria feliz, mas não lembro o que comi na hora do almoço.

A agenda existe para isso, seja eletrônica ou impressa. Não abro mão da versão impressa, aquela pautada, com dia, horário e semana, calendário do mês atual, do anterior e do posterior. Jamais, em tempo algum, a deixo no carro tamanho. Podem roubar o veículo, para isso invisto uma bica no seguro, mas e a agenda? Deus me livre ficar sem ela.

Noto claramente que esqueço coisas do dia a dia que atrapalham e muito. Não tem um só dia que eu não deixe para trás a chave, o óculos, os papéis importantes ou não, a lista de supermercado… Chego na farmácia para comprar o remédio e cadê a receita? Fico com cara de tonta e saio de mãos abanando. No supermercado, como esqueço de levar a lista, sempre, falta um ou mais itens, mas a maioria consigo lembrar, ponto pra mim!

Nomes, ai meu Deus, quanta vergonha. Pergunto o nome do cidadão e consigo esquecer no  segundo seguinte. Não é força de expressão, no segundo seguinte de verdade. Fico com aquela cara de “Luzia, cadê meu peru” e tento, desesperadamente, enveredar pela conversa a fora de forma que não precise lembrar da “graça” do interlocutor.

Tomo alguns remédios e vitaminas pela manhã e noite. Tenho certeza que esqueço de tomar ao menos um, mas qual deles? Como vou saber? Não deve ser muito relevante, porque estou viva e Feliz da Silva!

Recentemente tive uma experiência que considero um presente muito mais que magnífico. Estive em uma festa com pessoas que de alguma forma, num passado remoto, me magoaram. Em tempo, sem vitimismo, o que aconteceu precisava de uma forma ou outra ter acontecido. Mas foram coisas que marcaram demais e não de um jeito bom. Reencontrá-los para mim foi um bálsamo e não pense que é balela o que digo, foi prazeroso porque sequer lembrei do que aconteceu de ruim. Se é a tal “maturidade” acabando com os neurônios, que sejam muito bem vindos, quero viver assim. Santidade eu sei que não é porque estou a anos luz de ser a Madre Tereza de Calcutá. É a tal memória sendo seletiva, vamos levantar as mãos para o céu, ajoelhar no milho e dar graças! Quero mesmo é esquecer tudo que não foi legal ou não importa.

Tem o lado não tão bom assim. Há gente, e cá pra nós, eu acho que pensa que é gente só porque caminha em dois pés, que se aproveita da situação. Diz que você não disse, mas você sabe, tem certeza que falou, com letras garrafais, mas não tem como provar, afinal a sala e o telefone não são grampeados,  não estou na lista de investigados da Lava Jato. Ai, a falta de caráter é culpa da sua falta de memória. Neste caso são outros quinhentos e vale um novo artigo.

O post it vem sendo um santo aliado no meu dia a dia, viva a 3M. Coloco milhares deles na capa da agenda, no painel do carro, na geladeira, balcão da cozinha, mesinha de cabeceira e no meu notebook. E quase sempre o que eu esqueço não é tão relevante assim, ninguém morreu, passou fome ou entrou em depressão.

As Dominiques tem o raro poder de transformar situações chatas, com classe, elegância e muito bom humor. Tem até um vídeo sobre esses “lapsos” (Clica aqui para ver). E a falta de memória tem nos dado oportunidades sensacionais para colocar este poder à prova.

Então que tenhamos memória seletiva, sim. Fica o que é bom e o que interessa. O resto? deleta, amiga.
Marot Gandolfi
Marot Gandolfi

JORNALISTA, EMPRESÁRIA, AMANTE DE GENTE DIVERTIDA E DE CACHORROS COM LEVE QUEDA PARA OS VIRALATAS.

2 Comentários
  1. Também estou nessa fase, às vezes me preocupo, mas é muito bom ver esses momentos serem tratados com leveza! Obrigada!

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